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    Armie Hammer larga peça da Broadway e limpa agenda após acusação de estupro

    3 de abril de 2021 /

    Investigado por uma denúncia de estupro e agressão sexual, Armie Hammer perdeu mais um trabalho. O astro de “Me Chame Pelo Seu Nome” anunciou que não vai mais participar da estreia da peça “The Minutes” na Broadway. A peça de Tracy Letts devia ter realizado uma estreia formal em março de 2020, mas, após algumas pré-estreias, os planos foram frustrados devido à pandemia do coronavírus, que mantém os palcos da Broadway fechados desde então. Com o avanço da vacinação em Nova York, a reabertura dos teatros tornou-se iminente, fazendo com que o futuro de Hammer na produção precisasse ser definido. “Eu amei cada segundo em que trabalhei em ‘The Minutes'”, disse o ator em comunicado à imprensa. “Mas agora preciso me concentrar em mim e na minha saúde pelo bem da minha família. Consequentemente, não voltarei à Broadway com a produção”. A equipe da produção também emitiu uma nota, afirmando que a decisão de se afastar partiu de Hammer. “Armie continua um colega valioso para todos nós que trabalhamos com ele no palco e fora do palco em ‘The Minutes’. Desejamos apenas o melhor para ele e respeitamos sua decisão. ” Sem “The Minutes”, a agenda de Hammer agora está completamente livre de quaisquer projetos futuros. Ele também saiu ou foi saído dos filmes “Shotgun Wedding”, em que contracenaria com Jennifer Lopez, “Billion Dollar Spy”, uma parceria com o dinamarquês Mads Mikkelsen, “Gaslit”, com Sean Penn e Julia Roberts, e a série “The Offer”, sobre os bastidores do clássico “O Poderoso Chefão”. A carreira do ator implodiu no começo deste ano após o vazamento de mensagens em que ele supostamente se confessa canibal e com desejos típicos de um serial killer. Há duas semanas, ele também foi acusado de estupro e violência sexual, denúncia que está sendo investigada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles.

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    Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”

    2 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.

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    Mia Farrow rompe silêncio sobre mortes trágicas de três filhos

    1 de abril de 2021 /

    A atriz Mia Farrow rompeu o silêncio sobre a morte de três de seus filhos adotivos, após “rumores perversos” circularem na internet a respeito do falecimento deles. As especulações sobre as mortes de Tam, Lark e Thaddeus foram intensificadas depois de suas existências serem ignoradas no recente documentário da HBO, “Allen v. Farrow”. A série também deu pouco espaço para Moses Farrow, o filho que se colocou ao lado de Woody Allen na briga com a atriz, e que a denunciou por maltratar com violência os filhos adotados. Mia Farrow publicou um longo desabafo em seu Twitter. “Como mãe de 14 filhos, minha família significa tudo para mim. Embora eu tenha escolhido uma carreira que me colocou na arena pública, a maioria dos meus filhos optou por viver uma vida muito privada”, ela escreveu, explicando que é “seletiva” no que posta nas redes sociais para respeitar o desejo dos filhos em permanecerem privados. Mesmo assim, ela diz que decidiu falar para acabar com os rumores “baseados em inverdades”. “Minha amada filha Tam faleceu aos 17 de uma overdose acidental de receita relacionada às agonizantes enxaquecas que ela sofreu e à sua doença cardíaca”, contou. Já Lark, falecida em 2008, foi descrita por Farrow como uma “mulher extraordinária, uma filha, irmã, companheira e mãe maravilhosa de seus próprios filhos”. “Ela morreu aos 35 de complicações de HIV/AIDS, que contraiu de um parceiro anterior. Apesar de sua doença, ela viveu uma vida frutífera e amorosa com seus filhos e seu parceiro de longa data. Ela sucumbiu à doença e morreu repentinamente no hospital no Natal, nos braços de seu parceiro”. Por fim, Farrow abordou a morte mais controversa, de seu filho Thaddeus, que se matou aos 29 anos. “Estávamos todos antecipando um casamento, mas quando seu relacionamento acabou de forma abrupta, ele tirou sua própria vida”, ela afirmou. “Essas são tragédias indescritíveis. Qualquer outra especulação sobre suas mortes é desonrar suas vidas e as vidas de seus filhos e entes queridos”. Ela concluiu o texto dizendo que é grata por ser mãe de 14 filhos e avó de 16 netos. “Embora tenhamos conhecido a tristeza, nossa vida hoje é cheia de amor e alegria. Todo mundo tem sua própria batalha pela frente; suas próprias tristezas que o corroem. Envio-lhe minhas melhores esperanças e meu amor”. Veja o post integral abaixo. Regarding my children pic.twitter.com/ApiSeBFx9C — Mia Farrow (@MiaFarrow) April 1, 2021

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    Diretor de “Rocketman” fará série sobre bastidores de “O Poderoso Chefão”

    1 de abril de 2021 /

    O diretor Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”, fechou contrato para dirigir o primeiro bloco de episódios de “The Offer”, minissérie da Paramount Plus sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”. A série de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejado como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, vencedor de três Oscars, “O Poderoso Chefão” na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reverivoltas e bastidores conturbados. Anunciado com fanfarra pela Paramount, o projeto da minissérie foi colocado em pausa em janeiro, quando o intérprete de Ruddy, o ator Armie Hammer, foi afastado devido às polêmicas de sua vida pessoal – após vazamento de mensagens perturbadoras, ele acabou sofrendo acusação formal de estupro. A contratação de Fletcher recoloca a produção nos trilhos, visando um início de gravações durante o verão em Los Angeles (em junho no hemisfério Norte). O diretor também atuará como produtor executivo e estará envolvido com o processo de seleção de elenco e definição do visual da série. Ele trabalhará ao lado do próprio Al Ruddy, da showrunner Nikki Toscano (“Hunters”) e do produtor Leslie Greif (“Hatfields & McCoys”). Além de “The Offer”, Fletcher está atualmente contratado para dirigir um novo filme de “O Santo” (The Saint), baseado na série de ação dos anos 1960, que também está sendo desenvolvido pela Paramount. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que já começou a escalar seu elenco.

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    Oscar 2021 pode ter palcos em Londres e Paris, além de Los Angeles

    30 de março de 2021 /

    Os organizadores do Oscar 2021 ainda estão batendo cabeças com artistas, seus representantes e os estúdios para tentar evitar participações por videochamadas. E, por ironia, as discussões estão acontecendo justamente por videochamadas. Segundo o site The Hollywood Reporter, uma reunião por Zoom na tarde desta terça (30/3) rendeu a sugestão de criação de palcos em Londres e Paris para acomodar aqueles que não poderão viajar até Los Angeles para a cerimônia, marcada para 25 de abril. A conversa vazou após a imprensa americana noticiar que os indicados estão irritados com a Academia por proibir participação por vídeo e exigir presença na cerimônia em Los Angeles. Só na categoria de Melhor Ator, há dois indicados que não moram nos EUA, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Anthony Hopkins (“Meu Pai”). No caso de Hopkins, que tem 83 anos, a viagem é considerada um risco extremo e desnecessário por seus agentes. Mesmo assim, a Academia continua incentivando os indicados a viajarem até Los Angeles, se puderem, prometendo pagar pelas diárias adicionais em hotéis enquanto eles cumprem o período de quarentena obrigatório. Esta questão era outro ponto de discórdia, desta vez com os estúdios, que geralmente pagam as contas de hospedagem. Enquanto em circunstâncias normais eles teriam que pagar apenas uma ou duas diárias de hotel para cada indicado de fora de Los Angeles, neste ano precisariam arcar com as duas semanas de quarentena de cada um deles, antes e depois da cerimônia. A Academia também pretende montar em Los Angeles um estabelecimento de testagem para o coronavírus especialmente voltado para os indicados e suas equipes, visando resultados rápidos e precisos. O evento deste ano acontecerá em dois palcos: no Dolby Theatre, tradicional local da premiação, e na Union Station, principal centro ferroviário de Los Angeles. O responsável por organizar a cerimônia – e criar a saia-justa – é o cineasta Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”). Mas depois de dizer que não aceitaria participação por videoconferência de forma alguma, mudar de ideia e tentar a solução dos palcos paralelos, ele já não tem mais opinião formada sobre o assunto. Não houve resposta quando um indicado perguntou o que será feito caso alguém não seja capaz de viajar para nenhuma das localidades da cerimônia. Também não foi confirmado se o uso de máscara será obrigatório.

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    Leandro Hassum é processado por gêmeas da vacinação suspeita em Manaus

    30 de março de 2021 /

    O comediante Leandro Hassum (“Tudo Bem No Natal Que Vem”) está sendo processado pelas irmãs gêmeas Gabrielle e Isabelle Lins por um comentário no programa “Encontro”, com Fátima Bernardes. Ao participar da atração da Globo em 22 de janeiro, Leandro Hassum chamou as irmãs de “burras” por supostamente terem furado a fila para tomar a vacina contra covid-19. Agora, as gêmeas querem uma indenização de R$ 100 mil por danos morais. Para quem não lembra, as duas protagonizaram um caso suspeitíssimo. Herdeiras de uma família rica, foram nomeadas para cargos comissionados na secretaria municipal da Saúde de Manaus, a Semsa, um no dia 18 e a outra em 19 de janeiro, justamente a véspera e o primeiro dia de vacinação na capital do Amazonas, conforme consta no Diário Oficial do município. Graças a isso, ambas foram imunizadas, apensar de não atuarem na linha de frente do combate ao coronavírus, num período em que só profissionais da saúde da linha de frente deveriam receber o imunizante. Para completar, logo após terem tomado a segunda dose da vacina, – e antes de completarem um mês na função – , as duas pediram exoneração dos cargos administrativos, em 12 de fevereiro. Como a família de Isabelle e Gabriele é dona da Universidade Nilton Lins, do Hospital Nilton Lins e até de um haras, o Ministério Público do Estado do Amazonas abriu uma investigação para verificar se houve fraude no processo de aplicação dos imunizantes na capital amazonense por interesses políticos e econômicos por parte do prefeito David Almeida. Em seu programa, Fátima Bernardes perguntou a Leandro Hassum o que ele pensava sobre a história. Revoltado, o humorista fez piada com a inteligência das jovens, que postaram o feito nas redes sociais. “Quando eu vejo que posta, eu já acho burra. Primeira coisa que me vem é: burra. Burra, né, amor? Na boa, quer fazer besteira, por que posta? ‘Olha eu fazendo besteira aqui, gente’? Acho um absurdo, Fátima”, declarou Hassum ao vivo. Por conta disso, a reação das gêmeas pode acabar dando razão a Hassum. Afinal, não parece muito inteligente chamar mais atenção para um fato que nunca soou bem. O processo abre as portas para uma verificação mais detalhada do caso e devolve o escândalo à cobertura da imprensa nacional. Em seu processo, elas argumentam que são médicas e que estavam exercendo funções dentro de uma Unidade Básica de Saúde de Manaus. Mas não explicam porque a função só durou o curto tempo da vacinação. Elas exigem R$ 100 mil de indenização por danos morais, R$ 50 mil para cada uma, além de uma retratação nas redes sociais de Hassum. Elas já perderam a primeira batalha na Justiça ao pedirem que o processo fosse colocado em sigilo, mas a juíza Ida Maria Costa de Andrade, da 15ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, negou a solicitação. Eu sou só o @LeandroHassum direto sobre as irmãs de Manaus que furaram fila pra ser vacinadas pic.twitter.com/Btwa8tovpY — Dudu (@Dudu) January 22, 2021

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    Armie Hammer perde terceiro projeto após denúncias de violência sexual

    29 de março de 2021 /

    O ator Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) perdeu mais um projeto após mensagens privadas de violência sexual virem à tona. As acusações escalaram para uma denúncia de estupro há duas semanas. Hammer deveria estrelar “Billion Dollar Spy” ao lado do dinamarquês Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), mas não faz mais parte do elenco. A diretora Amma Asante e a produtora Walden Media não comentaram a mudança, que foi noticiada pela revista Variety. Antes de perder este papel, Hammer também alegou ter pedido afastamento do elenco de “Shotgun Wedding”, em que ele contracenaria com Jennifer Lopez, e foi dispensado da série “The Offer”, produção da Paramount Plus sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele também foi dispensado por sua agência de talentos e não tem nenhum projeto profissional agendado, mas completou dois filmes da ex-Fox/Disney antes do escândalo. São eles a superprodução “Morte no Nilo”, continuação do suspense “Assassinato no Expresso do Oriente”, que reúne o ator-diretor Kenneth Brannagh com um grande elenco, e a comédia “Next Goal Wins”, dirigida por Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). A Disney já anunciou o adiamento da estreia de “Morte no Nilo” para o ano que vem.

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    Deuses Americanos é cancelada na 3ª temporada

    29 de março de 2021 /

    O canal pago Starz cancelou “Deuses Americanos” (American Gods). O último episódio da 3ª temporada, exibido em 21 de março nos EUA, foi o final da série. Com isso, a atração, que é disponibilizada no Brasil pela plataforma Amazon, ficará sem desfecho. A notícia do fim prematuro não é totalmente inesperada após diversos dramas de bastidores, que incluíram a saída dos criadores da série no final da 1ª temporada, em choque com a produtora Freemantle, demissão de seu substituto no final da 2ª temporada e denúncias de racismo relacionadas à dispensa de um ator central no retorno do terceiro ano da produção. Para completar, Marilyn Manson, que gravou dois episódios da 3ª temporada, precisou ser “apagado” da atração após denúncias de abusos e violências sexuais, deixando a trama com problemas narrativos. Tudo isso contribuiu para a audiência desabar. Neil Gaiman, autor do livro em que a série era baseada, tinha assumido o comando da tração na temporada final. Boatos indicam que existem esforços do escritor para completar a história com especiais ou telefilmes. Mas a baixa audiência sugere que essa iniciativa é outra fantasia do escritor.

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    Amber Heard comemora nova derrota de Johnny Depp na Justiça

    29 de março de 2021 /

    A atriz Amber Heard postou fotos provocativas em seu Instagram no domingo (28/3), quatro dias após Johnny Depp sofrer nova derrota na Justiça britânica, com a recusas de seu pedido de apelação da sentença de seu processo contra o jornal The Sun. A sentença original, que deu vitória ao The Sun, considerou que havia farta evidência para o jornal chamá-lo de “espancador de esposa”. Como quem não quer nada, a atriz de “Aquaman” postou duas fotos. Na primeira, de 2016, ela aparece com o rosto machucado e acompanhada de sua advogada, durante a audiência de queixa de violência doméstica, que rendeu uma ordem de restrição contra Depp, proibindo o ator de se aproximar dela. Já a segunda, do ano passado, mostra Heard na chegada do julgamento do recente processo movido por Depp contra o jornal The Sun. Ela apontou que ambas as imagens tinham algo em comum: um vestido preto. “Um vestido, quatro anos de diferença. Às vezes é importante usar a mesma coisa duas vezes”, escreveu a atriz na legenda da publicação. Johnny Depp processou o tabloide britânico por difamação na Alta Corte de Londres, acusando o jornal de escrever em 2018 que ele era um “espancador de esposa”. Amber foi convocada como testemunha da defesa e convenceu o juiz Andrew Nicol de que Depp tinha sido violento com ela em pelo menos 12 ocasiões. O juiz rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal – 630 mil libras ou aproximadamente R$ 4,5 milhões. O jornal publicou que Depp era um “espancador de esposa” dois anos depois que Amber usou pela primeira vez o seu vestido preto de luto.

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    Woody Allen volta a negar acusações “absurdas” de abuso da filha

    28 de março de 2021 /

    Em uma nova entrevista para a CBS News, disponibilizada nos EUA na plataforma Paramount+ neste domingo (28/3), Woody Allen voltou a negar as acusações “absurdas” de que molestou a filha adotiva Dylan Farrow em 1992, quando ela tinha sete anos, fato que teria acontecido durante sua briga pela custódia dos filhos contra a ex Mia Farrow. “É tudo muito absurdo, mas a mancha permanece”, disse Allen ao jornalista Lee Cowan na entrevista, que foi gravada em julho passado, após a publicação da autobiografia do diretor “A Propósito de Nada”. “Eles preferem se agarrar, senão à noção de que molestei Dylan, à possibilidade de que eu poderia tê-la molestado. Nada do que eu já fiz com Dylan em minha vida poderia ser tão mal interpretado assim. ” Lamentando a reação de atores com quem já trabalhou e que o condenaram publicamente nos últimos anos, Allen mostrou-se conformado. “Acho que eles são bem-intencionados, mas são tolos”, comentou. “Tudo o que eles estão fazendo é perseguir uma pessoa perfeitamente inocente e, com isso, incentivando essa mentira”. Estrelas como Kate Winslet (“Roda Gigante”), Mira Sorvino (“Poderosa Afrodite”), Elliot Page (“Para Roma com amor”) e Colin Firth (“Magia ao Luar”) expressaram arrependimento por trabalhar com Allen e disseram que não atuariam novamente em filmes do diretor. Além disso, Timothée Chalamet, Rebecca Hall e outras estrelas de “Um Dia de Chuva em Nova York” doaram os salários que receberam pelo filme para a caridade. A nova entrevista foi transmitida poucas semanas após a HBO exibir a minissérie documental “Allen v. Farrow”, que voltou a examinar as acusações de abuso sexual contra o diretor, trazendo apenas o ponto de vista de Mia e Dylan Farrow, com direito a vídeo da filha descrevendo a agressão com sete anos de idade. Durante a conversa com Lee Cowan, Allen contou que não fala com Dylan desde que as acusações surgiram pela primeira vez, em 1992. Ele disse não duvidar que Dylan acredita que foi realmente abusada. “Não creio que ela esteja inventando, não creio que ela esteja mentindo – creio que ela acredita nisso”, afirmou, ainda que negue ter feito algo errado. O diretor, que foi considerado inocente após duas investigações independentes sobre as acusações, questiona o motivo de querer abusar de sua filha. “Nunca houve lógica nisso”, disse ele. “Por que um cara de 57 anos, que nunca fui acusado de nada na vida, de repente resolve ir, em meio a uma disputa de custódia, para a casa de campo de Mia para abusar de uma menina de 7 anos? Por isso não achava nem que fosse necessária uma investigação”. O cineasta ressaltou que as acusações de abuso surgiram durante sua separação tumultuada de Mia Farrow, com quem teve três filhos – Ronan Farrow e dois filhos adotivos, Moses e Dylan – e que nunca o perdoou por trocá-la por outra de suas filhas adotivas, Soon-Yi Previn. Allen observou que ele e Soon-Yi, com quem se casou em 1997, também adotaram duas meninas pequenas – que agora estão na faculdade e nunca falaram mal do pai. “Ninguém dá duas meninas para quem acham que é um pedófilo”, apontou. Ele também afirmou que não viu problemas em namorar a filha adotiva jovem de sua então parceira. “Isso não foi um problema porque o relacionamento com Soon-Yi foi muito gradual. Não foi como se eu tivesse saído com ela uma noite e a beijado”, contou. “Nunca houve um momento em que a relação não fosse a coisa mais natural do mundo”. Para reforçar, acrescentou que seu relacionamento com Mia Farrow foi o oposto disso e nem sequer era um casamento, muito menos uma parceria conjugal. “Eu nunca morei com Mia. Nunca dormi na casa de Mia em todos os anos que estive com ela”, revelou. “Tínhamos um relacionamento, mas nunca foi um relacionamento conjugal. Depois de um tempo, tornou-se uma relação de conveniência”. A entrevista de Allen foi acompanhada por uma entrevista de Dylan Farrow, feita em 2018, em que ela abordou longamente suas acusações, negando ter sofrido lavagem cerebral ou ter sido treinada por sua mãe, Mia Farrow, para fazer as acusações. Por sua vez, o mais velho dos três irmãos, Moses Farrow, ignorado no documentário “Allen v. Farrow”, já afirmou em mais de uma ocasião que Mia treinou os filhos para acusar Allen.

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    “Falcão e o Soldado Invernal” aborda história mais polêmica da Marvel

    27 de março de 2021 /

    O segundo episódio de “Falcão e o Soldado Invernal” surpreendeu os leitores de quadrinhos por abordar uma das histórias mais polêmicas já publicadas pela Marvel. É tudo spoiler para quem não assistiu à série da Disney+ (Disney Plus). Ao perceber que tinham lutado contra supersoldados, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) revelou ao Falcão (Anthony Mackie) que o Capitão América e ele não foram os únicos militares americanos que receberam o soro experimental. Durante a Guerra da Coreia, ele tinha conhecido Isaiah Bradley, um soldado negro dos Estados Unidos, submetido aos testes da fórmula secreta. O personagem foi criado pelo falecido escritor Robert Morales e desenhado por Kyle Baker na minissérie “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro”. A publicação de 2003 revelou que Steve Rogers não tinha sido o único soldado a se submeter ao Projeto Rebirth durante a 2ª Guerra Mundial – Bucky Barnes, o Soldado Invernal, recebeu o soro de outra forma. O governo dos EUA fez experiências com 300 soldados negros em uma tentativa de recriar o soro do supersoldado em 1942. Mais: aquilo que eventualmente se tornou a fórmula secreta fazia parte de uma pesquisa para eliminar linhagens “menos desejáveis”, esterilizando grupos étnicos e pessoas com deficiências, com objetivos similares aos experimentos de eugenia dos nazistas. A história de Morales sugeria que o governo dos Estados Unidos e os nazistas tinham mais em comum nos anos 1940 do que a maioria gostaria de acreditar. O pior é que essa história revoltante foi inspirada num caso real. Em 1932, o Serviço de Saúde Pública e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA firmaram parceria com o Instituto Tuskegee, uma universidade predominantemente negra, para testar os efeitos prolongados da sífilis em homens negros. 600 pessoas foram selecionadas para o Estudo de Tuskegee, dos quais 399 foram infectadas sem saber. O experimento acompanhou por décadas as cobaias que, aceitando participar do teste sem saber de suas intenções reais, passaram anos sofrendo, com o diagnóstico de sífilis sempre escondido durante atendimentos públicos. Sem tratamento, a doença lhes causou danos cerebrais. O estudo só foi encerrado nos anos 1970, quando um vazamento de informações revelou o propósito real do teste e suas práticas antiéticas. Nos quadrinhos, Isaiah Bradley foi o último sobrevivente de seu esquadrão, após a maioria morrer com mutações e deformidades causadas pelo soro experimental. Ele se tornou uma arma do governo, usado em ações táticas de grande importância, mas sem receber a publicidade e a glória destinadas a Steve Rogers, o Capitão América. E quando a guerra acabou, o governo prendeu Bradley por 17 anos por roubar o uniforme do Capitão América. Eles o esterilizaram e colheram seu esperma e sangue para novos experimentos, enquanto lhe negaram o tratamento necessário para atenuar os efeitos colaterais do soro, o que o deixou com a capacidade mental de uma criança ao ser libertado. “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” se tornou extremamente polêmica entre os leitores da Marvel. Muitos acharam que ela arruinou o legado de Steve Rogers. Houve racistas enfurecidos com a imagem do negro Isaiah vestido com o uniforme do Capitão América. Mas hoje a criação de Morales é considerada um marco dos quadrinhos. Tanto que o neto de Isaiah Bradley, Elijah Bradley, acabou incorporado em novas histórias como um herói: o Patriota, membro dos Jovens Vingadores. Em “Falcão e o Soldado Invernal”, Isaiah foi interpretado por Carl Lumbly (“Supergirl”), que surge amargurado, revoltado e escondido do mundo, recusando-se a falar do passado, mas ainda superpoderoso – ele é visto brevemente ao lado do neto na série. Na versão live-action, o personagem lutou na Guerra da Coreia e não na 2ª Guerra, e em vez de ter sido recebido como herói por ter derrotado o Soldado Invernal nos anos 1950, passou 30 anos preso e servindo de cobaia para novos testes. Ao saber dessa história, o Falcão fica chocado, especialmente por ter sido convencido a não virar o novo Capitão América porque, supostamente, só existia um Steve Rogers. Sua intenção de homenagear o amigo acabou traída pelo governo, que se apossou do escudo deixado por Rogers para ele. O governo americano nem perdeu tempo para passar o símbolo do Capitão América para as mãos de outro militar branco. O episódio ainda reforçou a crítica ao mostrar que, em meio a sua discussão com Bucky, o Soldado Invernal, Sam Wilson é cercado por viaturas policiais e se torna vítima de assédio racial por parte de policiais, que o identificam apenas como um homem negro agitado, sem reconhecê-lo fora do uniforme do Falcão. Apesar da importância da história e o impacto causado em sua utilização na série, até então a Marvel não parecia interessada em mantê-la relevante. Quando a Disney comprou a Marvel em 2009, “Verdade” saiu de catálogo e não ganhou republicação. Josiah X, filho de Isaiah Bradley, desapareceu em 2004, e Elijah Bradley deixou de ser considerado um dos Novos Vingadores em 2012 – um novo personagem, Rayshaun Lucas, assumiu o manto de Patriota. Uma década depois de sua estreia, “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” tornou-se um item de colecionador difícil de se encontrar, ao mesmo tempo em que as menções ao “Capitão América negro” viraram trivia lembrada apenas por um punhado de geeks. Nem o nome e nem legado do personagem eram mencionados nas páginas da Marvel Comics há uma década. O escritor Robert Morales morreu aos 55 anos em 2013, sem ver seu personagem ganhar carne e osso.

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    Justiça confirma que Johnny Depp “espancou” Amber Heard

    25 de março de 2021 /

    Johnny Depp não foi bem-sucedido em sua tentativa de contestar a decisão do Tribunal Superior do Reino Unido de que foi violento com sua ex-esposa Amber Heard. Os juízes de apelação, James Dingemans e Richard Arnold, declararam nesta quinta (25/3) que o julgamento midiático original “foi completo e justo”, confirmando a conclusão de que Amber Heard foi vítima de violência doméstica. No ano passado, o ator comandou um processo de difamação de três semanas contra o jornal The Sun por causa de um artigo de 2018 que o chamava de “espancador de esposa”. Depp afirmou que as alegações de Heard sobre violência doméstica eram “uma farsa coreografada”. No entanto, o juiz Andrew Nicol verificou em sua sentença que Depp tinha sido violento com Heard em pelo menos 12 ocasiões e rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal. Depp tentou apelar da decisão, alegando que o juiz não avaliou as evidências de maneira adequada e exigindo um novo julgamento completo. A equipe jurídica do ator procurou apresentar novas evidências, como o fato de que Heard não doou inteiramente o dinheiro do divórcio como tinha alegado, tentando minar a credibilidade dos depoimentos da atriz como testemunha principal do jornal. Segundo o advogado do ator, Andrew Caldecott, a atriz de “Aquaman” contou uma “mentira calculada e manipuladora” ao prometer doar os US$ 7 milhões de seu acordo de divórcio para a caridade, o que não foi feito. “Se a verdade sobre a alegação de caridade tivesse surgido no julgamento, isso teria afetado materialmente a consideração do juiz sobre os testemunhos da Sra. Heard”, disse o advogado. Já os advogados da News Group Newspapers, editora do The Sun, disseram que esta revelação não faria qualquer diferença, e que Heard nunca deu prazo para a doação, tendo feito depósitos a entidades beneficentes ao longo dos anos. “Dada a abundância de evidências, é totalmente errado sugerir que a informação de que a Sra. Heard ainda acabou de doar os US$ 7 milhões para a caridade teria feito a menor diferença no resultado deste caso”, disseram eles. Os representantes de Amber Heard também se manifestarm. Em nota à imprensa, disseram: “Estamos contentes — mas não surpresos — com a negativa da Corte no pedido de recurso do Sr. Depp. As provas apresentadas no caso do Reino Unido são abundantes e inegáveis”. “A alegação do Sr. Depp de que tem provas novas e importantes não era nada além de uma estratégia de mídia, e foi expressamente rejeitada pela Corte”, continua o texto, que ainda reforça: “Reforçando, o veredito original era que o Sr. Depp cometeu violência doméstica contra Amber em nada menos que 12 ocasiões, e que ela teve medo de perder a própria vida.” A nova derrota de Depp complica ainda mais a situação do ator, que se encontra desempregado e só tem projetos judiciários em seu horizonte. Ele também processou Amber Heard nos EUA e o caso será levado ao tribunal do Arizona no ano que vem. Além disso, responde a um processo da própria atriz, que considera estar sendo prejudicada profissionalmente pelos litígios do ex-marido.

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    Godzilla vs. Kong: Novos trailers revelam Mechagodzilla

    23 de março de 2021 /

    A Warner divulgou vários pôsteres e trailers internacionais de “Godzilla vs. Kong”. Além de destacar as cenas de luta entre os monstros gigantes do título, uma das prévias também apresenta pela primeira vez a participação de Mechagodzilla na produção – o robô gigante inspirado em Godzilla, que apareceu pela primeira vez no cinema em 1974. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs (denominação dada aos monstros) e esbarra numa conspiração para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em quase um ano devido à pandemia. Após os últimos remanejamentos, o longa será lançado em 31 de março nos EUA, tanto nos cinemas quanto na plataforma HBO Max. Apesar da volta do fechamento do comércio no Brasil, pelo agravamento da contaminação, a Warner espera fazer a estreia nacional em 8 de abril, apenas nos cinemas.

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