PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Produtor de “Scrubs” teria abusado de mulheres por mais de duas décadas

    1 de setembro de 2022 /

    O produtor e roteirista Eric Weinberg, responsável por séries de sucesso como “Scrubs” e “Californication”, teria abusados de diversas mulheres ao longo de mais de 20 anos. É isso que aponta o site da revista The Hollywood Reporter, que fez uma reportagem sobre o passado sórdido do produtor e entrevistou cerca de 30 mulheres que relataram seus encontros com Weinberg. Weinberg foi preso em 14 de julho por mais de 20 acusações de agressão sexual, incluindo estupro. Atualmente ele está em liberdade, depois de ter pago uma fiança de US$ 3,25 milhões. Nas entrevistas do Hollywood Reporter, as vítimas afirmam que o produtor as abordava na rua, exibia suas credenciais como produtor de séries de sucesso, e as convencia a posar enquanto ele tirava fotos. Ao menos duas das mulheres fotografadas eram menores de idade na época, sendo que uma era colega de escola dos filhos de Weinberg. O produtor também usava aplicativos de namoro para conhecer mulheres e depois abusar delas. As acusações vão de 2000 até 2021. Claire Wilson, uma artista de Los Angeles, alegou que foi agredida por Weinberg e, em 2020, ela postou um aviso para outras mulheres da região em um grupo privado no Facebook. “Estou entrando em contato para ver se alguma outra mulher encontrou esse homem Eric Weinberg. Eu o conheci em um aplicativo de namoro e, embora a noite tenha começado de forma consensual, mais tarde ele violou meu consentimento várias vezes e me forçou a fazer coisas que eu não queria”, escreveu Wilson. “Quero saber se mais alguém teve alguma experiência com ele. Ele é um roteirista e produtor proeminente e eu fico doente só de pensar que provavelmente faz isso o tempo todo.” Mais tarde naquele ano, a esposa de Weinberg, Hilary Bidwell, também encontrou o grupo no Facebook. Ela ficou sabendo da postagem de Wilson depois de pesquisar no Google por “agressão sexual de Eric Weinberg”. A mulher de Weinberg ligou para Wilson e pediu que ela lhe contasse tudo. Na ocasião, Wilson respondeu: “Você tem certeza? É muita coisa”. Bidwell pediu divórcio de Weinberg três vezes ao longo das duas décadas em que os dois foram casados. A gota d’água foi em 2020, quando ela descobriu que ele mantinha um registro das mulheres alvos, no qual rastreava as suas rotinas e fazia descrições de onde poderia encontrá-las. Registros judiciais da batalha pela custódia dos filhos também revelam que Weinberg apresentava um “comportamento impulsivo, violento e de alto risco” com o filho mais velho. Em 2014, várias mulheres apresentaram alegações à polícia de Los Angeles, mas foram informadas de que não havia provas suficientes para investigar as alegações. Mas mesmo quando haviam evidências, o caso não ia adiante. Segundo apurou o Hollywood Reporter, em pelo menos dois casos a polícia de Los Angeles acreditava que havia evidências suficientes para acusar Weinberg, mas o Gabinete do Procurador Distrital de Los Angeles se recusou a processá-lo. A atriz Azure Parsons (“Salem”), que conheceu Weinberg quando ele era o showrunner da série “Death Valley”, disse ao site que ele a assediou sexualmente durante toda a série. Anos depois, ele a abordou na rua e disse que adoraria fotografá-la. Parsons gritou para ele: “Você está brincando comigo?” Nisso, Weinberg ficou irritado e “agarrou o meu braço e tentou me puxar para dentro do carro dele”. Ela escapou e correu, chamando seu empresário e depois a polícia, que não seguiu adiante com a investigação do caso. Um detetive envolvido na investigação afirmou que mesmo com todas as acusações contra o produtor, “nós não arranhamos a superfície”. Segundo ele, “é impressionante a quantidade de novas mulheres que se apresentaram.” Weinberg chegou a fazer cursos de controle da raiva e terapia para viciados em sexo. “Não vou dizer que tudo o que digo ou faço é perfeito. Eu não sou perfeito. Eu sei disso. Estou tentando o meu melhor. Estou tentando o meu melhor com todo tipo de terapia que possa fazer para ter certeza de que tomo todas as decisões certas na vida”, disse ele numa entrevista anterior. A advogada de Weinberg, Karen Silver, emitiu uma declaração sobre as dezenas de acusações de agressão. “Como infelizmente vimos nos dias de hoje, mais e mais vezes, uma disputa de custódia fortemente litigiosa e amarga deu origem a alegações criminais estrategicamente colocadas. Essas alegações foram investigadas e revisadas anteriormente pela polícia e pelo tribunal de família de Los Angeles e os resultados continuaram a revelar uma infinidade de evidências, documentação e análise de especialistas que minam totalmente a narrativa que está sendo divulgada”, afirmou ela. “Embora o próprio Weinberg esteja impedido de comentar sobre qualquer aspecto deste litígio devido a ordens judiciais, regras de direito de família e no melhor interesse de seus filhos menores, ele continuará cooperando por meio de advogados em todos os aspectos desta investigação e, se necessário, abordará essas alegações no único fórum que deve importar – um tribunal público.”

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Veneza começa com Netflix e clima de Oscar

    31 de agosto de 2022 /

    O Festival de Veneza começa nesta quarta (31/9) sua 79ª edição com a ambição de equilibrar obras de streaming e do circuito de arte, numa iniciativa bem definida que tem consolidado o evento como o início para valer da temporada de premiações que culmina no Oscar. Nos últimos anos, vários filmes introduzidos nas sessões do Palazzo del Cinema acabaram ganhando tração junto à crítica e conquistando troféus da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. E a programação de 2022 é uma das mais impressionantes do festival, com muitos diretores consagrados na disputa do Leão de Ouro. Por sua política de boa vizinhança com a Netflix, Veneza reuniu mais projetos hollywoodianos que o Festival de Cannes, que recusa produções de streaming. A diferença na seleção entre os dois festivais mais prestigiosos do mundo reforça que Cannes está sendo ultrapassado por Veneza como opção de lançamento mundial de grandes títulos e base de projeção para o Oscar. A competição abre oficialmente nesta quarta com a exibição de “Ruído Branco”, novo filme de Noah Baumbach estrelado por Adam Driver e Greta Gerwig, que assim se torna a primeira produção da Netflix a abrir um festival de primeira linha internacional. Baseado no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), a produção americana é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, que acompanha as tentativas de uma família americana dos anos 1980 para lidar com os pavores da vida cotidiana e a possibilidade de felicidade num mundo incerto. O clima é de desesperança, mas embora a família central esteja em fuga de um nuvem tóxica, o pânico que norteia a trama se deve a uma condição psicológica: um medo exagerado da morte, que acompanha cada passo do protagonista. Adam Driver vive o personagem principal, fazendo sua segunda parceria com Baumbach, após ser indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019). Na trama, ele é casado com Greta Gerwig, mulher do diretor do filme, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). E a produção ainda inclui Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola, entre outros. Na competição pelo Leão de Ouro também está outra produção da Netflix: “Blonde”, de Andrew Dominik, que conta com Ana de Armas no papel de Marilyn Monroe. A lista de novos projetos de grandes cineastas que serão lançados no festival ainda inclui “Bones and All”, de Luca Guadagnino, “The Whale”, de Darren Aronofsky, “Bardo”, de Alejandro González Iñárritu, “The Son”, de Florian Zeller, “Tár”, de Todd Field, “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg, e “The Banshees of Inisherin”, de Martin McDonagh. Embora a maioria desses diretores não seja americana, todos trabalham em Hollywood e participam das premiações de cinema dos EUA. O mexicano Iñárritu, por sinal, tem até dois Oscars de Melhor Filme no currículo – “Birdman” (2016) e “O Regresso” (2016). A competição traz igualmente novos lançamentos dos italianos Emanuele Crialese, Gianni Amelio, Susanna Nicchiarelli e Andrea Pallaoro, dos franceses Roschdy Zem, Romain Gavras, Alice Diop e Rebecca Zlotowski, do japonês Koji Fukada, do argentino Santiago Mitre e dos iranianos Vahid Jalilvand e Jafar Panahi – o último está atualmente preso em seu país. O organizador Alberto Barbera, que se aproveita da presença da obra de Panahi para angariar simpatia política, prefere dizer que o evento é apolítico ao defender a exibição do último filme do sul-coreano Kim Ki-duk, morto em 2020 por covid-19, em meio a denúncias de abuso de atrizes em seus filmes. “Call of God” será apresentado fora de competição. Além dele, outros filmes americanos muito esperados farão suas estreias mundiais fora da competição no festival, como “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde, “Pearl”, de Ti West, e “Master Gardener”, de Paul Schrader. Na principal mostra paralela ainda destaca “A Noiva”, do diretor brasileiro Sérgio Tréfaut, que participa da competição da seção Horizontes. “A Noiva”, que realiza sua estreia mundial em Veneza no dia 9 de setembro, é uma ficção inspirada em histórias reais de meninas europeias que se casaram com jihadistas do Estado Islâmico, e foi filmada no Curdistão iraquiano. Não bastasse a programação cinematográfica, neste ano também serão apresentadas séries. Dois cineastas consagrados, Lars Von Trier e Nicolas Winding Refn, apresentarão seus novos projetos neste formato: “The Kingdom Exodus” e “Copenhagen Cowboy”, respectivamente. A exibição das dezenas de títulos programados nas mostras principais e paralelas também vai reunir uma constelação de estrelas no tapete vermelho. São esperadas as presenças de Harry Styles, Adam Driver, Timothée Chalamet, Hugh Jackman, Cate Blanchett, Tilda Swinton, Sadie Sink, Greta Gerwig, Ana de Armas, Penelope Cruz, Colin Farrell, (talvez) Florence Pugh e a veterana Catherine Deneuve, que será homenageada com um Leão de Ouro Honorário pela carreira. O Festival de Veneza 2022 vai acontecer até o dia 10 de setembro. Confira abaixo uma lista com alguns dos títulos da programação principal. Mostra Competitiva “Ruído Branco”, de Noah Baumbach “Il Signore delle Formiche”, de Gianni Amelio “The Whale”, de Darren Aronofsky “L’Immensita”, de Emanuele Crialese “Saint Omer”, de Alice Diop “Blonde”, de Andrew Dominik “Tár”, de Todd Field “Love Life”, de Koji Fukada “Bardo”, de Alejandro González Iñárritu “Athena”, de Romain Gavras “Bones and All”, de Luca Guadagnino “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg “Beyond the Wall”, de Vahid Jalilvand “The Banshees of Inisherin”, de Martin McDonagh “Argentina, 1985″, de Santiago Mitre “Chiara”, de Susanna Nicchiarelli “Monica”, de Andrea Pallaoro “No Bears”, de Jafar Panahi “All the Beauty and the Bloodshed”, de Laura Poitras “A Couple”, de Frederick Wiseman “The Son”, de Florian Zeller “Our Ties”, de Roschdy Zem “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski Fora da Competição Closing Film: “The Hanging Sun”, de Francesco Carrozzini “When the Waves Are Gone”, de Lav Diaz “Living”, de Oliver Hermanus “Dead for a Dollar”, de Walter Hill “Call of God”, de Kim Ki-duk “Dreamin’ Wild”, de Bill Pohlad “Master Gardener”, de Paul Schrader “Siccita”, de Paolo Virzi “Pearl”, de Ti West “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde Fora da Competição (Não Ficção) “Freedom on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom”, de Evgeny Afineevsky “The Matchmaker”, de Benedetta Argentieri “Gli Ultima Giorni Dell’Umanita”, de Enrico Ghezzi, Alessandro Gagliardo “A Compassionate Spy”, de Steve James “Music for Black Pigeons”, de Jorgen Leth and Andreas Koefoed “The Kiev Trial”, de Sergei Loznitsa “In Viaggio”, de Gianfranco Rosi “Bobby White Ghetto President”, de Christopher Sharp and Moses Bwayo “Nuclear”, de Oliver Stone Fora da Competição (Séries) “The Kingdom Exodus”, de Lars von Trier “Copenhagen Cowboy”, de Nicolas Winding Refn

    Leia mais
  • Música

    Michael Jackson tinha 19 identidades falsas para comprar drogas

    30 de agosto de 2022 /

    Um novo documentário sobre Michael Jackson (1959-2009) vai revelar um lado do cantor desconhecido dos fãs: de homem viciado, capaz de cometer crimes para manter-se abastecido de drogas. E foi isso principalmente que acabou contribuindo para sua morte. O Rei do Pop faleceu em junho de 2009 devido a uma overdose de propofol, poderoso anestésico. O documentário “TMZ Investigates: Who Really Killed Michael Jackson”, que será exibido na próxima terça-feira (6/9) pela rede Fox nos Estados Unidos, aponta que ele comprava o remédio de forma ilegal, encabeçando um esquema de receitas falsas. Segundo apuração da produção, Michael Jackson chegava a usar 19 identidades falsas para adquirir medicação pesada em diferentes farmácias. Após sua morte em 2009, o médico Conrad Murray, que lhe prescrevia medicamentos, ficou dois anos preso em regime fechado. O documentário contará com depoimentos inéditos do médico e de outros profissionais de saúde que tiveram responsabilidade na morte do artista. “Vários profissionais diferentes permitiram que Michael ditasse seus próprios termos para obter as drogas que queria, quando e onde. Eles são a razão pela qual ele está morto”, sintetiza Orlando Martinez, detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles que investigou a morte do astro, em seu depoimento para a produção. “Havia vários médicos diferentes. Ele ia no ‘Doutor A’ e pedia um sedativo. Depois ia no ‘Doutor B’ e pedia a mesma coisa”, confirmou Harry Glasmann, cirurgião plástico de Jackson. O vício de Michael Jackson teve início em 1984, quando ele sofreu queimaduras de segundo e terceiro grau em um comercial da Pepsi. Para se recuperar, começou a fazer uso de analgésicos e não parou mais. “Tornei-me cada vez mais dependente [dos remédios] para me ajudar nos dias da minha turnê”, confirmou ele em um áudio de arquivo que foi incluído no longa. Michael Jackson morreu aos 50 anos, na véspera de iniciar uma grande turnê na Inglaterra. Suas últimas imagens foram registradas nos ensaios da produção e acabaram rendendo o documentário “This is It”, lançado apenas quatro meses após sua morte.

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Ney Lima reclama de prejuízo por “desconvite” de A Fazenda: “Me queimei com a Netflix”

    30 de agosto de 2022 /

    O ator Ney Lima, intérprete de Cezinha na série “A Sogra que Te Pariu”, da Netflix, botou a boca no mundo para reclamar da rede Record nesta terça (30/8). Ele acusa a emissora de lhe dar um prejuízo financeiro e profissional por induzi-lo a acreditar que estaria em “A Fazenda 14” e excluí-lo após ele ter passado por várias fases e quase ir para o pré-confinamento. O ator e influenciador digital afirmou que fez um ensaio fotográfico com o tema do reality rural, comprou roupas novas, mudou a agenda de trabalho e ainda teve uma consulta com a psicóloga da emissora. Ele também encurtou sua participação na série da Netflix para encaixar o programa da Record em sua agenda. “Terçou com T de tombada pelo bispo”, alfinetou o humorista nas redes sociais, em referência a Edir Macedo, dono da emissora. Ele deu detalhes do que aconteceu numa sequência de Stories no Instagram. Segundo Lima, os organizadores de ‘A Fazenda’ o teriam procurado em julho e ele passou por duas entrevistas, uma via mensagem de texto e outra online. Após a assessoria de Lima dar certeza de que ele participaria da atração, o ator falou com a Netflix para diminuir sua participação e adiantar as cenas de seu personagem na 2ª temporada de “A Sogra que Te Pariu”. “Acreditando e emocionada, gravei e participei só de cinco episódios por conta disso. Fizemos um acordo. E quando foi essa semana, passei pela psicóloga. Quem passa pela psicóloga, pelo que me falam, o pessoal que já foi, é porque já é babado. Já está encaminhado e tudo bem. No dia que eu estava na praia [disseram]: ‘Não rolou’. Eu perguntei: ‘Como assim não rolou?'”, relatou ele, indignado. “Falaram assim ‘apareceu outra pessoa com o mesmo perfil que você, e não rolou’. Amor? Chocada fiquei. Mais de R$ 20 mil que eu gastei só de roupa, as botas que eu encomendei”, revoltou-se. Num dos vídeos, Lima mostrou várias botas que havia comprado para usar no reality show. “Acham que eu estou de brincadeira? Mais de R$ 3 mil de botas. Imaginem só”. O pior foi seu problema com série, avalia. “Eu abri mão da Netflix, que é um projeto mundial, pela Record TV. Me queimei com a Netflix…” Após o desabafo, o humorista publicou no Instagram as fotos do ensaio, que custou R$ 1.500. “A vaqueira que o bispo nunca vai ter” e “era CowGay” foram algumas das legendas que ele usou para cutucar a Record. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NEY LIMA🍍 (@neylima) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por GOSSIP DO DIA (@gossipdodia)

    Leia mais
  • Série

    Pai de “Os Goldebergs” é morto pelos roteiristas após demissão do ator Jeff Garlin

    30 de agosto de 2022 /

    A série “Os Goldbergs” vai passar por um novo luto. O patriarca da família, Murray Goldberg, foi morto pelos roteiristas, após a demissão de Jeff Garlin do elenco O ator foi acusado de comportamento inadequado e virou alvo de investigações do RH da rede ABC. Em uma entrevista recente, o showrunner Alex Barnow disse à revista Entertainment Weekly que o Murray Goldberg morreu fora da trama, entre as temporadas, e estará morto por vários meses quando a série retornar à televisão. “Esta será uma família que não reconciliou o fato de que seu pai se foi, mas meio que seguiu em frente e lidou com isso”, disse ele. “Estamos começando com otimismo sobre a chegada do bebê [de Erica] e ansiosos pelo futuro. É uma oportunidade para criar essa base emocional interessante sobre a maneira como as pessoas se comportam.” Com mais de 200 episódios produzidos, a série é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. Apesar das marcas históricas, a saída de Garlin acontece após a perda de outro membro importante de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Exibida no Brasil pelo canal Comedy Central, “The Goldbergs” é baseada na infância do criador Adam F. Goldberg nos anos 1980, e segue a mesma linha de comédias nostálgicas de época consagrada por “Anos Incríveis”. A 10ª temporada tem estreia prevista para 21 de setembro, com seu elenco original agora resumido a Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Veneza é criticado por exibir filme póstumo de Kim Ki-duk

    29 de agosto de 2022 /

    Diferentes entidades cinematográficas estão criticando a organização do Festival de Cinema de Veneza por ter adicionado o filme “Call of God”, do cineasta Kim Ki-duk, à sua programação. Os protestos são alimentados pelo fato de o diretor, morto em 2020 por complicações causadas pela covid-19, ter sido acusado de abuso sexual. “Só porque ele está morto, isso não significa que o que aconteceu desaparecerá de repente”, disse Lee Sang-gil, diretor da Federação Sindical dos Trabalhadores do Cinema Sul-Coreano. “Kim nunca se desculpou com suas vítimas e, em vez disso, negou suas alegações por meio de uma série de ações judiciais. Para as vítimas, seu tempo com Kim permanecerá sempre como uma cicatriz inesquecível em suas carreiras. Nenhuma das vítimas conseguiu se recuperar após os incidentes e voltar a trabalhar em sets de filmagem”. As acusações contra Kim vieram à tona quando ele foi condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Na ocasião, o tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual, citando a falta de provas. Conforme lembrou a Korea Womenlink, uma organização de advocacia que trabalha para combater a violência contra as mulheres, “embora Kim claramente tenha cometido um crime terrível, ele tentou rastrear a acusadora e processou a vítima por difamação em vez de se desculpar. Mas o Festival Internacional de Cinema de Veneza decidiu exibir seu filme para honrá-lo apesar desse fato, exonerando-o de sua violência sexual.” Kim Ki-duk tem uma relação longa com o Festival de Veneza. Em 2004, ele venceu o Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” e, em 2012, levou o Leão de Ouro de Melhor Filme por “Pietá”. E foi essa relação que influenciou a seleção do novo filme do cineasta. Filmado na Estônia, “Call of God” foi finalizado postumamente pelo produtor Artur Veeber. “Quando vimos o filme, ficou claro que estávamos lidando com o último trabalho de Kim Ki-duk”, disse Alberto Barbera, diretor do Festival de Veneza, ao site The Hollywood Reporter. “E ele foi de certa forma descoberto por Veneza, em 2000 com ‘A Ilha’, o que o tornou, imediatamente, um cineasta de filmes de arte muito conhecido em todo o mundo”. Barbera também disse que não poderia deixar passar essa oportunidade, atribuindo a seleção a “uma espécie de fidelidade ao diretor, uma espécie de respeito mútuo e confiança entre o cineasta e o festival” “Sabíamos que ele havia sido acusado de mau comportamento sexual. Não conheço os detalhes e não estou em posição de julgar se é verdade ou não”, continuou Barbera. “Não quero fazer nenhum julgamento sobre um problema pessoal. Acho que muita gente vai se interessar em assistir ao último filme que Kim Ki-duk não conseguiu completar. E acho justo mostrá-lo no festival que provavelmente tem a relação mais longa e profunda com o diretor.” Alberto Barbera não é alheio a reclamações, conforme ele mesmo lembra. “Tivemos que enfrentar a mesma situação, por exemplo, dois anos atrás, quando apresentamos ‘O Oficial e o Espião’ (2019), de Roman Polanski, em competição”, contou. “Acho que o que eu disse na época ainda está de pé. Não somos um tribunal. Não sou um juiz que pode decidir sobre a personalidade de um homem ou de uma mulher. Eu sou um crítico de cinema. Estou aqui para julgar a qualidade do que é submetido ao festival. Acho que essa separação entre o homem e o artista é inevitável. Faz parte da história da arte. Já disse antes que sabemos que [o pintor italiano] Caravaggio era um assassino. Mas ele fez algumas das obras-primas mais importantes da pintura italiana do século 17. O que deveríamos fazer? Tirar as pinturas dos museus porque Caravaggio era um assassino? Eu acho que não. Não estamos aqui para julgar a pessoa ou o homem. Estamos aqui para julgar a qualidade da coisa que ele faz. Às vezes, as pessoas que fazem coisas boas também fazem coisas ruins.” Assim como no caso de “O Oficial e o Espião”, a decisão de Barbera tem causado muita polêmica. “É lamentável que Veneza esteja convidando e comemorando o filme de Kim sem mencionar seus atos como autor de agressão sexual”, disse Choi Eun-min, porta-voz do Deun Deun Center, uma organização que se concentra na prevenção de agressão sexual em sets e no apoio a sobreviventes. “A razão pela qual os perpetradores do #MeToo podem retornar e continuar seu trabalho é porque esses organizadores permanecem em silêncio sobre sua associação com violência sexual e violações de direitos humanos, e elogiam os filmes [dos perpetradores]. Isso pode ser visto como um perdão aos perpetradores pelos seus atos de violência.” Apesar dos protestos, “Call of God” será exibido numa sessão de gala, fora de competição, no dia 6 de setembro.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz de “Euphoria” quase é cancelada por repercussão do aniversário de sua mãe

    28 de agosto de 2022 /

    A atriz Sydney Sweeney, intérprete de Cassie em “Euphoria”, virou alvo de polêmica e quase foi cancelada ao compartilhar fotos e vídeos do aniversário de 60 anos da sua mãe, Lisa. O motivo foram “pistas” de suposta simpatia pela extrema direita vislumbradas na festa de temática country. Com todos “fantasiados” de cowboy, acabaram chamando atenção imagens de um homem vestido com uma camisa do Blue Lives Matter, movimento criado em resposta ao Black Lives Matter. O “Vida Azuis Importam” defende que as mortes de policiais sejam considerados crimes de ódio, atacando o movimento que diz que “Vidas Negras Importam”. Este último surgiu como reação ao número crescente e injustificado de assassinatos de pessoas negras pela polícia dos EUA, no que seriam execuções de perfil racial. Além desse detalhe, fotos publicadas pelo irmão de Sydney, Trent, destacaram o uso, entre os convidados, de bonés dizendo “Make 60 Great Again”, uma referência tanto aos 60 anos de Lisa Sweeney quanto ao conhecido slogan da eleição do ex-presidente Donald Trump, “Make America Great Again” (Faça os EUA grande de novo, em tradução livre). A sigla desse slogan, MAGA, passou a definir a extrema direita nos EUA. Após a repercussão negativa, a atriz foi ao Twitter se manifestar sobre a polêmica. “Gente, isso é uma loucura”, escreveu. “Uma celebração inocente pelos 60 anos da minha mãe acabou se tornando uma declaração política absurda, o que não era a intenção. Por favor, parem de fazer suposições. Muito amor a todos e feliz aniversário para a minha mãe”, disse ela. Vale lembrar que, no auge dos protestos do Black Lives Matter, logo após o assassinato de George Floyd por policiais em 2020, Sydney manifestou seu apoio ao movimento por meio de suas redes sociais. “Nós precisamos fazer o melhor. O ódio neste mundo precisa acabar. Black Lives Matter”, escreveu ela na ocasião. A atriz está indicada a dois prêmios Emmy neste ano, por seus papéis nas séries “Euphoria” e “The White Lotus”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sydney Sweeney (@sydney_sweeney)

    Leia mais
  • Filme

    Vídeo vazado de Olivia Wilde alimenta polêmica de bastidores de filme com Harry Styles

    28 de agosto de 2022 /

    O recém-convertido ator Shia LaBeouf ainda não aprendeu a dar a outra face. Depois de se dizer salvo pela conversão ao catolicismo, o ator que está sendo processado por agressão e abuso sexual decidiu rebater a afirmação da diretora Olivia Wilde de que tinha sido demitido do set de “Não se Preocupe, Querida”, revelando que foi ele quem pediu para sair. E para não deixar dúvida, vazou um vídeo de uma ligação feita por Wilde implorando para ele ficar no filme, mesmo sabendo que a sua presença deixava a atriz Florence Pugh desconfortável. O vídeo chegou por fontes anônimas nas redes sociais, mas apenas LaBeouf teria acesso a ele, já que se trata de uma chamada pessoal. No vídeo, Wilde pede para LaBeouf reconsiderar sua decisão de abandonar o filme após uma briga com Pugh durante a produção. A revelação também alimenta boatos sobre os bastidores do filme. Florence Pugh teria se afastado da divulgação do longa por ter se desentendido com Olivia Wilde. Aparentemente, a substituição de LaBeouf por Harry Styles criou um novo problema, já que a diretora começou a namorar o cantor durante as filmagens. A situação teria se tornado duplamente desconfortável. Além das visitas do então marido de Wilde, o ator Jason Sudeikis (o Ted Lasso), que levava as crianças para visitar a cineasta, Pugh teve que encenar cenas quentes com o namorado de sua “chefe”. O climão foi descrito no final de julho pelo site Page Six e tanto o estúdio New Line, responsável pela produção, quanto representantes de Pugh se recusaram a comentar a descrição. Eles também não desmentiram. Pugh também não quis ser entrevistada para um perfil de Wilde publicado pela revista Variety nesta semana, nem está mencionando o filme em suas redes sociais. Além disso, o site TheWrap afirma ter ouvido de três executivos ligados ao filme de que Pugh só vai promover “Não se Preocupe, Querida” na première prevista para o Festival de Veneza. A justificativa é que ela está filmando “Duna: Parte 2”, em Budapeste, na Hungria. Ela pode nem ir a Veneza encontrar a diretora e o elenco, participando apenas por videochamada de uma entrevista coletiva para a imprensa. O elenco de “Não Se Preocupe, Querida” ainda conta com Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. A estreia no Brasil está marcada para o dia 22 de setembro. SOMEONE HOLD ME BACK (the video olivia sent shia where she basically begged him to stay on the movie after ADMITTING that she knows shia makes florence uncomfortable) pic.twitter.com/ihlHOQlF6B — percy 🌊 || who the fuck’s gonna stop us ? (@percystardust) August 26, 2022

    Leia mais
  • Etc

    J.K. Rowling diz porque não foi à reunião de “Harry Potter” na HBO Max: “Não quis”

    28 de agosto de 2022 /

    A ausência de J.K. Rowling, escritora que criou Harry Potter, do especial de reencontro dos filmes da franquia chamou muita atenção quando “Harry Potter: De Volta a Hogwarts” foi exibido em janeiro passado na HBO Max. Não faltaram especulações sobre o motivo, com muitos lembrando que Rowling se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter” por suas opiniões transfóbicas, disfarçadas de feminismo, nas redes sociais. De forma pública, o trio de atores centrais da franquia, Daniel Radcliffe, Emily Watson e Rupert Grint renegaram falas da criadora de seus personagens, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Sem querer aprofundar a polêmica, Rowling contou que não houve restrição à seu nome por parte da Warner Bros., apesar do clima que o encontro com os atores pudesse criar. Mas ela pesou os prós e contras e decidiu, por conta própria, não participar. “Eu fui convidada e decidi que não queria fazer aquilo”, disse. “Eu pensei que se tratava, verdadeiramente, de um evento mais sobre os filmes do que sobre os livros. Era sobre isso aquele aniversário”, contou a escritora, numa participação na Virgin Radio, da Inglaterra, neste fim de semana. Ela ainda acrescentou: “Ninguém me disse para não [ir]… Me pediram para participar e decidi não ir”. Foi a primeira vez que a escritora falou abertamente sobre sua ausência. Na época em que o programa foi divulgado, fontes ligadas à autora falaram à revista Entertainment Weekly que ela considerava o uso de suas falas de arquivo como suficientes e “adequadas para o programa”. Na atração, ela aparece apenas em gravações feitas na época do lançamento dos filmes. Durante a entrevista de rádio, Rowling também foi perguntada sobre sua relação com o elenco de Harry Potter. Ela também saiu pela tangente, afirmando que mantém contato com alguns. “Eu tenho uma relação com eles. Com alguns é mais próxima do que com outros. É sempre assim, você conhece alguns melhor do que outros”, afirmou.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de “Batgirl” faz apelo para que o filme seja exibido

    27 de agosto de 2022 /

    O cancelamento do filme de Batgirl fez a atriz Ivory Aquino, que estava no elenco do longa, compartilhar uma carta aberta a David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, com um pedido emocionado para que o filme não seja destruído e tenha uma chance de ser visto pelo público. “Por mais que eu tenha tentado me manter forte nas últimas semanas, me pego chorando, por falta de um termo melhor, com o luto. A história de Batgirl refletia o mundo em que vivemos. Para mim, é uma trama de pai e filha muito pessoal, porque perdi meu pai há um ano, antes de ser convidada para esse projeto. Eu esperava que a história falasse a outras pessoas ao redor do mundo, crianças e adultas, que tomam os próprios pais na mais alta estima, e que enxergariam esse laço em ‘Batgirl’”, ela escreveu na carta, publicada em seu Instagram. Ela finaliza o texto pedindo que a Warner reconsidere a decisão de não mostrar o longa. “Agora, mais pessoas sabem do nosso trabalho e estão ansiosas para assistir ao filme. Eu espero que você [Zaslav] leia esta carta. Considere lançar Batgirl. Ela sempre foi uma azarona, e não tem mais aonde ir a não ser para o alto.” No filme, Aquino interpretava Alysia Yeoh, que seria a primeira personagem trans num filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. “Batgirl” foi cancelado após a mudança de gestão na Warner. Zaslav cortou todos os filmes que seriam feitos exclusivamente para a HBO Max, mas este trabalho em específico já estava praticamente pronto. Acreditando que ele não tinha apelo para ser lançado no cinema, o CEO ordenou que fosse arquivado. Após a decisão, os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah (que também trabalharam em “Ms. Marvel”), foram impedidos de continuar trabalhando no longa. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco também contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner Bros. está programando uma exibição secreta para o elenco, equipe, representantes e executivos do estúdio, antes de arquivar definitivamente a produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ivory Aquino (@msivoryaquino)

    Leia mais
  • Etc

    Ezra Miller procura Warner para evitar cancelamento de “The Flash”

    26 de agosto de 2022 /

    Após inúmeras polêmicas, o ator Ezra Miller teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os produtores Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Segundo o THR, o encontro ocorreu na última quarta-feira (24/8). Miller foi ao estúdio acompanhado de seu agente para reafirmar seu compromisso com o filme e pedir desculpas por suas polêmicas respingarem na produção e na empresa. O ator pronunciou-se na semana passada sobre todas as acusações de assédio, roubo, agressão e abuso que se acumulam contra ele, afirmando em comunicado que estava buscando um tratamento para “problemas complexos de saúde mental”. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências resultantes. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo.

    Leia mais
  • Etc

    Shia LaBeouf diz que conversão ao catolicismo impediu suicídio

    26 de agosto de 2022 /

    O ator Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) revelou que chegou a contemplar o suicídio quando estava no período mais sombrio da sua vida. “Eu tinha uma arma em cima da mesa. Eu estava fora de mim”, disse ele, em entrevista ao bispo Robert Barron, fundador do serviço religioso multimídia “Word on Fire Catholic Ministries”. “Eu não queria mais estar vivo quando tudo aquilo aconteceu”, explicou ele. “Senti vergonha como eu nunca tinha sentido antes – o tipo de vergonha que você esquece como respirar. Você não sabe para onde ir.” Devido a seu assumido alcoolismo, Shia LaBeouf já foi parar várias vezes em tribunais. Em 2008, foi pego dirigindo bêbado em Los Angeles. Depois, em 2014, saiu algemado de uma apresentação do espetáculo musical “Cabaré”, em Nova York, que ele interrompeu com conduta desordeira. Em 2015, foi preso nas ruas de Austin, no Texas, por comportamento enebriado. Em 2017, acabou numa delegacia de Savannah, na Geórgia, após ser detido por desordem e embriaguez pública. Em 2020, foi denunciado por agressão e furto, além de ter sido investigado por violência sexual e abuso psicológico, após ser denunciado pela sua ex-namorada, a cantora FKA Twigs. “Neste momento, eu sou nuclear”, disse LaBeouf. “Ninguém quer falar comigo, incluindo minha mãe. Meu empresário não me liga. Meu agente não me liga. Não estou mais ligado à indústria.” LaBeouf disse que sua vida foi salva pela religião. Tudo começou a mudar quando conheceu o diretor Abel Ferrara (“Bem-Vindo a Nova York”) em uma reunião via Zoom de um “programa espiritual” do qual os dois fazem parte. “Eu faço parte deste programa espiritual. Temos reuniões. E outra pessoa que estava nessas reuniões era o Abel Ferrara. Ele me escreveu na caixa de bate-papo: ‘você conhece o Padre Pio?'” Depois de ser contratado para viver o Padre Pio de Pietrelcina na cinebiografia dirigida por Ferrara, o ator iniciou uma pesquisa para o papel que o levou a se converter ao catolicismo. Agora, ele admite: “Minha vida causou muita dor e danos para outras pessoas”. Mas também afirma que conseguiu deixar para trás aquilo que ele chamou de o seu “Velho Eu”. O filme “Padre Pio” terá a sua première no Festival de Veneza, que começa na próxima quarta (31/8), mas ainda não tem previsão de estreia. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil. Assista abaixo a entrevista completa.

    Leia mais
  • TV

    Globo vai cortar metade de “Verdades Secretas 2” para exibição na TV aberta

    23 de agosto de 2022 /

    A Globo definiu a data de lançamento de “Verdades Secretas 2” em sua programação. Será no dia 4 de outubro. O detalhe é que a emissora exibirá apenas metade dos 50 episódios que movimentaram a Globoplay. A primeira novela do streaming vai virar minissérie de 24 capítulos na TV aberta. A sequência e fim da história de Angel (Camila Queiroz) ficará no ar até 11 de novembro, pouco antes do início da Copa do Mundo. São vários os motivos para os cortes. Um deles é a própria Copa do Mundo, que vai impactar a programação televisiva em novembro. Há também muitas cenas quentes que a Globo prefere não exibir para seu público convencional. De acordo com diversas apurações, 95% dos cortes devem se concentrar nas 70 sequências de sexo da produção. Além disso, Camila Queiroz foi dispensada da produção antes do final das gravações, sumindo na reta final para reaparecer apenas no desfecho. A ideia seria apressar a trama para evitar os momentos de enrolação, mais arrastados, da edição original. A versão televisiva também deve ter apenas um final. Vale lembrar que o público do streaming foi apresentado com dois desfechos diferentes para Angel. A quantidade de cortes teria desagrado o autor da novela, Walcyr Carrasco. Segundo apurou o NaTelinha, ele teme que a falta de cenas sensuais irrite o telespectador que acompanhou o marketing do lançamento em streaming e possa fazer a produção fracassar. Isso pode ter um efeito dominó e prejudicar a recepção da sua nova trama, “Mar Vermelho”, em desenvolvimento para o ano que vem. Walcyr Carrasco não se manifestou oficialmente sobre a edição da Globo.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie