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    Jumanji tira Star Wars do topo das bilheterias da América do Norte

    7 de janeiro de 2018 /

    Após três semana no topo, “Star Wars: Os Últimos Jedi” perdeu a liderança das bilheterias norte-americanas para “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Curiosamente, o reboot da aventura juvenil dos anos 1990 foi lançado há duas semanas e se aproximou vagarosamente, dia a dia, da produção espacial. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” chegou em seu terceiro fim-de-semana a US$ 36M (milhões). Mundialmente, o filme também atingiu uma marca importante, ultrapassando US$ 500M na arrecadação. A única estreia ampla da semana ocupou o 2º lugar. O terror “Sobrenatural: A Última Chave” manteve o sucesso da franquia inaugurada em 2010, com US$ 29,2M em seu lançamento – o suficiente para cobrir as despesas de seu orçamento de apenas US$ 10M. Com isso, “Star Wars: Os Últimos Jedi” despencou para o 3º lugar, somando 23,6M. Não é nada mal para um filme que está em sua quarta semana em cartaz. Ruim, na verdade, foi sua estreia na China. Lançado neste fim de semana no mercado chinês, o novo “Star Wars” não empolgou o público local, abrindo em 2º lugar com US$ 28,7M. Mesmo assim, avançou para US$ 1,2 bilhão em seu faturamento mundial, virando a 13ª maior bilheteria de todos os tempos. Veja abaixo o desempenho das dez filmes mais vistos durante o fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 36M Total EUA: US$ 244,3M Total Mundo: US$ 519,3M 2. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA: US$ 29,2M Total Mundo: US$ 49,3M 3. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 572,5M Total Mundo: US$ 1,2B 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 75,9M Total Mundo: US$ 150,3M 5. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 85,9M Total Mundo: US$ 140,9M 6. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA: US$ 70,4M Total Mundo: US$ 183,3M 7. A Grande Jogada Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 14,2M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA: US$ 28,3M Total Mundo: US$ 35,7M 9. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 192M Total Mundo: US$ 589M 10. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 27,6M

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    Viva – A Vida É uma Festa continua tradição revolucionária dos desenhos da Pixar

    5 de janeiro de 2018 /

    Os desenhos anteriores da Pixar giravam em torno de brinquedos falantes, animais adoráveis, monstros cômicos ou super-heróis. Eram personagens perfeitos para conquistar as crianças, e as piadas eram suficientemente mordazes para provocar risos entre seus pais. “Viva – A Vida é Uma Festa” subverte o jogo. Apresenta Miguel, um garoto sufocado por uma família terrível, que o cerca de trabalhos e obrigações e não admite seu gosto por cantar e tocar instrumentos musicais. As privações ao menino chegam a tal ponto, que a severa avó Abuelita destrói uma viola para que o neto não participe de um show de talentos. É um ato cruel, esse momento, talvez uns dos mais terríveis mostrados num desenho infantil, mas a crueldade, claro, tem um motivo. Acredita-se que o tataravô músico de Miguel abandonou a mulher e a filha pelo sonho de ser artista e quase arruinou a família. Falar do velho, portanto, virou um tabu, e admirar a arte tornou-se uma bobagem, uma besteira levada a frente apenas por vagabundos. É uma ousadia da Pixar conduzir uma história tão surpreendentemente dramática como essa. E, olha, que ainda nem chegamos ao tema central do desenho, que é a questão da vida no Além Túmulo. Sim, todo esse melodrama passa-se durante o feriado de celebração do Dia dos Mortos numa vila no México. Miguel fica profundamente magoada quando avariam seu instrumento e se dirige até o cemitério, no mausoléu de um músico famoso, para roubar um violão e assim participar do show de talentos que tanto almejava. Acontece que quando o menino pega o instrumento, ele automaticamente acaba sendo transportado para o Além, onde grande parte da ação se desenrola. É a partir daqui que “Vida” ganha o senso hipnótico de um voo no tapete mágico. O filme vira uma aventura delirante, um desbunde conduzido em alta velocidade pelos diretores Lee Unkrich (de “Procurando Nemo”) e Adrian Molina, cheio de surpresas e maravilhosos prazeres. A Cidade dos Mortos é como uma explosão da cultura mexicana. Os cidadãos são esqueletos, figurinhas frágeis, vestidas de trapos com desenhos filigranados e ossos desconjuntados. Seus animais de estimação e espíritos são fantasias berrantes no estilo das esculturas de madeira de Oaxaca. Enquanto Miguel atravessa este país das maravilhas fluorescente, onde a burocracia administrativa é tão ruim quanto do nosso lado, mas todos parecem felizes, “Vida” tece algumas considerações interessantes sobre nosso comportamento humano e social. O desenho brinca com a maneira como a morte é encarada – e a negação e a repressão com que grande parte cultura ocidental trata desse aspecto essencial da vida. Pra começar, não há nada de mórbido no Além mostrado no desenho e o Dia dos Mortos é uma festa. Um carnaval alegre e multicolorido, que propõe uma noção de vida e morte como uma dádiva, uma espécie de cola comunal que nos liga uns ao outros e àqueles que viveram antes de nós. A única parte da animação que é realmente assustadora é a noção de que, quando você finalmente é esquecido pelos vivos, você se dissolve e expulso em uma “morte final”. Coisas pesadas, sem dúvida, mas não esqueça que esta é a empresa que transformou em comédia a história de um velhinho, o senhor Fredricksen, que se recusa a ir para o asilo em “Up”, e nos deu a morte de Bing-Bong em “Divertida Mente”. Quando os super-gênios de Pixar estão cozinhando, eles forçam uma fusão de diversão e metafísica que é única na cultura pop. É difícil manter esse nível de originalidade a longo prazo, e nos 22 anos desde o primeiro “Toy Story”, a Pixar teve seus altos e baixos. (A empresa é de propriedade da Disney desde 2006, e talvez não nos surpreenda sempre, veja os dois próximos projetos: um segundo “Incríveis” e um quarto “Toy Story”). Mas “Vida” é uma das obras mais maduras já saídas da mesa de desenho desses artistas. É brincalhão, criativo, provocante, um motim absoluto de cor e som alimentados pelo amor e pela paixão – amor à música, amor à família, amor à tradição, amor a si mesmo e até mesmo o amor a um bom cachorro, que por sinal, tem um ótimo nome: Dante. O ano realmente começa bem com essa nova aventura da Pixar.

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    Nova animação da Pixar enfrenta título ruim, boicote e Jumanji nas estreias da semana

    4 de janeiro de 2018 /

    O ano começa com estreias simultâneas de dois blockbusters voltados ao público infantil. Mas um deles não estará disponível em algumas redes. A nova animação da Pixar enfrenta boicote de parte do parque exibidor, num protesto contra a política de preços da Disney, que exige um aumento de 2% em seus repasses. Assim, o desenho estará presente em 650 salas, bem menos que “Carros 3”, o lançamento anterior da Disney-Pixar, que ocupou mais de mil telas. A distribuição é menor, inclusive, que a do outro título infantil da semana, disponível em 950 salas. Por coincidência, o circuito limitado também terá apenas dois lançamentos: dois títulos europeus excelentes e premiados, ambos selecionados para representar seus países no Oscar 2018. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. “Viva – A Vida É uma Festa” está tendo, na verdade, uma vida pouco festiva no Brasil. Seus problemas também incluem uma mudança de título. Nos outros países do mundo, a animação se chama “Coco”, mas aqui acharam que pareceria “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando toma água de coco na praia, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Não apenas isso: na dublagem brasileira, uma personagem importante deixa de se chamar Mamãe Coco — diminutivo de Socorro — para transformar-se em Lupita. Nenhum outro personagem mudou de nome em relação à versão original. A propósito, em Portugal, acharam que o público era mais inteligente e mantiveram “Coco”. Peculiaridades de um estúdio infantil. A animação ainda sofre com um lançamento nacional tardio, após ter se consagrado no mundo inteiro, com recordes de arrecadação no México e na China, e três semanas na liderança das bilheterias dos Estados Unidos. Além disso, tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público americano, em sua estreia doméstica em novembro passado. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta nota máxima, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica americana também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). “Jumanji: Bem-vindo à Selva” reinventa a franquia iniciada em 1995 com o ator Robin Williams. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, transformando-se em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 23 anos. Além dessas mudanças todas, o novo “Jumanji”, com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), é mais comédia que aventura, daquelas em que o elenco abusa das caretas. Mesmo assim, tem 77% no Rotten Tomatoes. Já os dois títulos do circuito limitado são “The Square – A Arte da Discórdia” e “120 Batimentos por Minuto”, candidatos respectivamente da Suécia e da França a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar. Infelizmente, o longa francês já ficou pelo caminho, o que rendeu protestos do diretor de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Por coincidência, ambos tiveram première mundial no Festival de Cannes do ano passado. “120 Batimentos por Minuto” venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica, enquanto “The Square” faturou simplesmente a Palma de Ouro. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa francês aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). A direção é de Robin Campillo, autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”. Trata-se do filme mais elogiado da França em 2017, com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e diversos prêmios. Além das conquistas de Cannes, também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “The Square”, por sua vez, foi considerado o Melhor Filme Europeu de 2017. Além de vencer o troféu principal da Academia Europeia, faturou mais cinco prêmios do European Film Awards, inclusive Direção e Roteiro, recebidos pelo cineasta Ruben Östlund – que já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes há três anos. Em tom de humor negro, a comédia sueca acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, que a partir de um pequeno incidente desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além do dinamarquês Claes Bang (da série “Bron/Broen”) no papel principal, o longa inclui em seu elenco a atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). Curiosamente, o filme não obteve a mesma unanimidade entre a crítica americana, ficando com 82% no Rotten Tomatoes.

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    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Novo Star Wars supera US$ 1 bilhão mundial e vira maior bilheteria de 2017 nos EUA

    31 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” precisou de apenas três fins de semana para atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. E o filme ainda nem estreou na China! Metade da fortuna veio do mercado doméstico, onde o longa da Disney/Lucasfilm atingiu US$ 517M (milhões) – ao somar mais US$ 52,2M, uma quantia impressionante para um título em sua terceira semana em cartaz. O valor representa o recorde de arrecadação do ano na América do Norte. O desempenho fez com que o novo “Star Wars” superasse o filme que liderava o faturamento anual doméstico desde março, “A Bela e a Fera” (US$ 504M), tornando-se o maior sucesso dos cinemas norte-americanos em 2017. Como a estreia no segundo maior mercado cinematográfico do planeta está marcada para 5 de janeiro, a arrecadação internacional ainda deve crescer muito. Ou seja, é questão de dias para “Os Últimos Jedi” atropelar “A Bela e a Fera” também no ranking mundial. Embora o filme da fábula encantada tenha conseguido virar o Ano Novo no topo global, com US$ 1,2 bilhão de faturamento em todo o mundo, as bilheterias vão continuar a vender ingressos de produções lançadas em 2017, e o montante de “Star Wars: Os Últimos Jedi” seguirá crescendo em velocidade espacial. A força da franquia não superou apenas rivais cinematográficos. Derrotou também hordas de trolls da internet, armados com petições, bots e discursos fascistoides de dar orgulho ao próprio Darth Vader. Sem esquecer de uma enxurrada de artigos de blogueiros frustrados que, contrariando a realidade, tentaram insistir que o filme era um fracasso. O resto do ranking das bilheterias norte-americanas permaneceu praticamente inalterado em relação à semana passada. Chama atenção o bom desempenho de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que fez US$ 50,5M em sua segunda semana, e a aparição de “Todo o Dinheiro do Mundo”, lançado no Natal, em 7º lugar. Confira abaixo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 52,4M Total EUA: US$ 517,1M Total Mundo: US$ 1B 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 50,5M Total EUA: US$ 169,8M Total Mundo: US$ 219,3M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 17,7M Total EUA: US$ 64,2M Total Mundo: US$ 92,8M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 15,2M Total EUA: US$ 48,7M Total Mundo: US$ 83,9M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA: US$ 53,8M Total Mundo: US$ 125,7M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA: US$ 178,9M Total Mundo: US$ 537,9M 7. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 14,3M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 17,9M Total Mundo: US$ 23,3M 9. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 10. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA: US$ 12,7M Total Mundo: US$ 12,7M

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    Exibidores cogitam boicotar lançamento de Viva: A Vida É uma Festa no Brasil

    28 de dezembro de 2017 /

    Os exibidores brasileiros de cinema estão planejando boicotar a nova animação da Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa”. Isto porque o estúdio está exigindo um aumento de 2% no repasse a que tem direito das salas de cinema do Brasil. A Disney quer 52% do faturamento do filme, em vez dos tradicionais 50%. O presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado de São Paulo, Paulo Lui, disse para a Folha de S. Paulo que “o mercado foi pego de surpresa com esse aumento”. Para ter uma ideia, se “Viva” fizer o mesmo sucesso da última animação da Disney, “Moana”, as salas de cinema teriam que repassar à Disney R$ 1,4 milhão a mais. Presidente da associação que reúne os pequenos e médios exibidores, Marco Alexandre disse à Folha que a Ancine (Agência Nacional do Cinema) “deveria tomar providências”. “Não é justo. Se a Disney cobrar 52%, as outras exibidoras também vão querer cobrar o mesmo valor.” “Esse aumento é temerário”, também reclamou Márcio Eli de Lima, da rede Centerplex de cinemas. “O percentual de 50% era histórico. Dois pontos percentuais causarão desequilíbrio na negociação com os shoppings, por exemplo.” Como reação, as exibidoras cogitam não exibir o filme, que ficaria restrito às cadeias multinacionais: Cinemark e Cinépolis. Mas a ameaça pode não representar nada, já que as duas redes citadas representam um terço do total das salas do país (isto é, mil salas), circuito que normalmente é ocupado pelo lançamento de blockbuster no Brasil. As exigências da Disney por maior parte na divisão da receita não são exclusivas para o Brasil. Nos Estados Unidos, o estúdio exigiu um repasse de 65% (dez pontos percentuais a mais do que o usual no mercado ) para exibir o último capítulo de “Star Wars”. Também impôs que o filme teria de ser exibido nas salas maiores de cada complexo cinematográfico, e por quatro semanas consecutivas. Imagine o que virá a partir de 2019, quando o estúdio consolidar sua aquisição da Fox… Produção da Pixar, outro estúdio comprado pela Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa” (que nos outros países se chama “Coco”) já faturou US$ 500 milhões em todo o mundo e a estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de janeiro.

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    Vingadores: Guerra Infinita é o filme mais esperado de 2018

    28 de dezembro de 2017 /

    O filme “Vingadores: Guerra Infinita” é o mais aguardados do ano novo, segundo o Fandango, maior site de venda de ingressos para cinema dos Estados Unidos. O site realizou uma pesquisa entre seus usuários para saber quais filmes os levariam a comprar ingressos antecipados em 2018, e o resultado rendeu um Top 10, que corresponde às expectativas da indústria. De forma previsível, a lista é dominada por lançamentos de super-heróis: são cinco filmes, metade do total, considerando a animação da Pixar “Os Incríveis 2” como um longa do gênero. Outra curiosidade: metade da seleção é produzida pela Disney. E como a Fox comparece com dois títulos, o levantamento serve como prévia do monopólio de bilheterias projetado pela vindoura junção dos dois estúdios. Último detalhe: embora super-heróis seja o gênero dominante, “Aquaman”, único lançamento da DC Comics previsto para o próximo ano, não está empolgando o público. Confira abaixo a lista dos filmes que estão gerando maior expectativa para 2018. 1. “Vingadores: Guerra Infinita” 2. “Pantera Negra” 3. “Jurassic World: Reino Ameaçado” 4. “Deadpool 2” 5. “Han Solo: Uma História Star Wars” 6. “Os Incríveis 2” 7. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” 8. “Uma Dobra no Tempo” 9. “X-Men: Fênix Negra” 10. “Oito Mulheres e Um Segredo”

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    Viva: A Vida É uma Festa vira fenômeno de bilheteria na China

    27 de dezembro de 2017 /

    Depois de virar a maior bilheteria de todos os tempos no México, “Viva: A Vida É uma Festa” (o filme chamado “Coco” em todos os outros países) está registrando números históricos na China, um mercado curioso para uma produção tão enraizada na cultura latina. “Viva”/”Coco” arrecadou nada menos que US$ 167M (milhões) no país asiático. O valor é recorde de faturamento de uma animação da Pixar no mercado chinês. Não só isso: supera a soma das bilheterias de todos os outros filmes da Pixar lançados no país. Se juntar as bilheterias de todos os lançamentos anteriores da empresa na China, o valor atinge US$ 166M, US$ 1M a menos que o já conquistado por “Viva: A Vida é uma Festa”. É justamente por conta desse sucesso que a Disney decidiu segurar a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” na China. A sci-fi só vai estrear em 5 de janeiro por lá. Curiosamente, “Viva: A Vida é uma Festa” chega ao Brasil no mesmo fim de semana, em 4 de janeiro.

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    Novo Star Wars mantém liderança folgada contra avalanche de estreias nos EUA

    24 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” deu nova demonstração de sua força, ao se manter com folga na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido. A produção da Disney/Lucasfilm enfrentou nada menos que cinco estreias amplas, o que fez com que rendesse menos que o esperado, mas permaneceu bem distante dos demais lançamentos, com o dobro da bilheteria do 2º lugar. Mesmo assim, seus US$ 68,4M (milhões) arrecadados nos últimos três dias representam a maior queda semanal de faturamento da franquia: um recuo de 69% em relação à estreia na semana anterior. Tudo somado, o filme já está com US$ 365M no mercado doméstico e US$ 745M em todo o mundo. Deve ultrapassar os US$ 800M no Natal (25/12) e ainda nem estreou na China. O estreante mais bem posicionado foi “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que arrecadou US$ 34M em 2º lugar. O reboot/continuação da aventura juvenil de 1995 aparentemente agradou a crítica, com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas estes números se materializaram após as primeiras resenhas destilarem extrema negatividade. O que houve? A maioria achou que o “charme” do elenco (Dwayne Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black) compensou uma história absurda e muito fraca. Entretanto, entre condescendência e 77% de aprovação existe um abismo. O lançamento está marcado para 4 de janeiro no Brasil. Em 3º lugar, “A Escolha Perfeita 3” não contou com a mesma boa vontade. Considerado o pior da trilogia, o filme foi trucidado com 29% de aprovação. Isto é menos da metade da cotação do segundo filme, que foi recebido com aval de 65% da crítica norte-americana. E vale lembrar que o primeiro foi uma unanimidade, com 80% de resenhas positivas. Apesar das bordoadas, a continuação abriu com US$ 20,4M, um começo razoável para uma produção de orçamento médio. Mas tem um detalhe: a estreia no Brasil sumiu do cronograma da distribuidora, que lançou o último trailer legendado em setembro. Daí em diante, os fracassos se tornam mais claros. A começar pelo musical “O Rei do Show”, que abriu em 4º lugar. Indicado a três Globos de Ouro, o longa da Fox arrecadou apenas US$ 8,6M, 10% de seu orçamento. E, apesar do oba-oba da “imprensa estrangeira de Hollywood”, não impressionou a crítica norte-americana, com 51% no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. A tombo seguinte vem em 7º lugar. Em “Pequena Grande Vida”, Matt Damon é encolhido para acompanhar o novo tamanho de sua carreira, após os fracassos consecutivos de “A Grande Muralha”, “Suburbicon” e comentários polêmicos sobre assediadores. Assim como “Suburbicon“, o filme dirigido por Alexander Payne ambicionava prêmios e foi lançado no Festival de Veneza. Mas foi rejeitado pelo público (US$ 4,6M) e recebeu a mesma avaliação de “O Rei do Show”: 51%. Desembarca em 22 de janeiro no Brasil. A comédia “Correndo Atrás de um Pai” conquistou apenas uma distinção: pior estreia da semana, tando do ponto de vista artístico quanto comercial. Filho bastardo de “Debi & Lóide” e “Mamma Mia!”, o longa traz Ed Helms (“Férias Frustadas”) e Owen Wilson (“Os Estagiários”) como irmãos gêmeos (!) em busca da identidade de seu pai biológico. E foi deserdado tanto pelo público (US$ 3,2M) quanto pela crítica (22%). Nova tentativa está marcada para 18 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 68,4M Total EUA: US$ 365M Total Mundo: US$ 745,3M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 34M Total EUA: US$ 50,6M Total Mundo: US$ 100,1M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 20,4M Total EUA: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 30,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 161,3M Total Mundo: US$ 486,3M 7. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 4,6M Total Mundo: US$ 4,6M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 12,3M 9. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA: US$ 3,2M Total Mundo: US$ 3,2M 10. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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    Disney atinge US$ 6 bilhões em bilheteria mundial pela segundo ano consecutivo

    22 de dezembro de 2017 /

    A Disney ultrapassou na sexta (22/12) a impressionante marca de US$ 6 bilhões em bilheteria mundial. O estúdio é o único da história de Hollywood a ter faturado mais de US$ 6 bilhões num único ano. E não fez isso apenas uma vez. A marca foi atingida pelo segundo ano consecutivo, após a Disney bater o recorde de arrecadação em 2016. O estúdio somou mais de US$ 1 bilhão apenas em dezembro, com os lançamentos de “Viva – A Vida é uma Festa” (US$ 456 milhões) e “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 650 milhões antes de seu segundo fim de semana em cartaz). Apesar disso, não deve bater seu próprio recorde de arrecadação: US$ 7,6 bilhões em 2016. Este valor só foi atingido com a soma total da bilheteria de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que foi lançado em dezembro do ano passado e continuou faturando até março. O mesmo vai acontecer com “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que só estreia na China em 2018, gerando valores que ainda serão considerados como faturamento de 2017. Isto significa que a Disney ainda pode chegar a US$ 7 bilhões pelo segundo ano consecutivo. Entre os demais estúdios, os que conseguiram maiores bilheterias foram Warner e Universal. Ambos atingiram US$ 5 bilhões neste ano, pela segunda vez em suas contabilidades.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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    Viva – A Vida É uma Festa lidera bilheterias da América do Norte pela terceira semana

    10 de dezembro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, batizada como “Viva – A Vida É uma Festa” para sua estreia em janeiro no Brasil, manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pela terceira e última semana consecutiva. A calmaria que proporcionou esta conquista vai acabar nos próximos dias, com a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Sem nenhum grande lançamento pela frente, “Coco”, ou melhor “Viva – A Vida É uma Festa” comandou as bilheterias com uma das mais baixas arrecadações de um líder do ranking deste ano, faturando US$ 18,3M (milhões) nos últimos três dias. Com isso, o filme atingiu US$ 135,5M nos Estados Unidos e Canadá. Em todo o mundo, já são US$ 389,5M. O resto do Top 3 também permaneceu inalterado, com “Liga da Justiça” cruzando a marca total de US$ 212M no mercado doméstico e “Extraordinário” atingindo US$ 100,3M. A maior novidade ficou por conta do desempenho de “O Artista do Desastre”. Críticas positivas e prêmios conquistados por James Franco, por sua interpretação no papel-título, ajudaram a produção indie a tomar o 4º lugar. Dirigido e estrelado por Franco, “O Artista do Desastre” faturou US$ 6,46M e atingiu 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Detalhe: mesmo com a ampliação de sua presença no circuito limitado, o filme tem a menor distribuição de todo o Top 10, em cartaz em cerca de 800 salas, o que torna sua presença na parte de cima do ranking bastante significativa. A estreia está marcada para 25 de janeiro no Brasil. “Thor: Ragnarok” fecha o Top 5 registrando outra marca expressiva. Com os ingressos vendidos no fim de semana, a produção da Marvel se tornou o sexto lançamento de 2017 a faturar mais de US$ 300M no mercado doméstico. A arrecadação mundial do filme do super-herói está em US$ 833,1M, a sétima maior entre as produções deste ano. Confira abaixo os números dos 10 filmes de maior arrecadação no fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA: US$ 135,5M Total Mundo: US$ 389,5M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 212M Total Mundo: US$ 613,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 129,6M 4. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 6,46M Total EUA: US$ 8M Total Mundo: US$ 9,7M 5. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA: US$ 301,1M Total Mundo: US$ 833,1M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 142,3M 7. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 92,7M Total Mundo: US$ 274,7M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 21,3M Total Mundo: US$ 21,3M 9. Just Getting Started Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 18,3M Total Mundo: US$ 18,3M

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    Os Incríveis 2 ganha primeira foto oficial

    9 de dezembro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto oficial de “Os Incríveis 2”, que mostra a incrível família Parr: Sr. Incrível (Bob Parr), Mulher-Elástica (Helen Parr) e os filhos Violeta (Violet Parr), Flecha (Dash Parr) e Zezé (Jack-Jack Parr). A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone (Lucius Best). Novamente escrito e dirigido por Brad Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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