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  • TV

    Caso Henry Borel será próximo crime abordado no “Linha Direta”

    15 de maio de 2023 /

    O próximo episódio do programa “Linha Direta”, apresentado por Pedro Bial, trará à tona o Caso Henry Borel. Durante o programa da quinta-feira (18/5), Bial vai receber no estúdio Leniel Borel, o pai da vítima, que deve compartilhar sua perspectiva sobre o trágico incidente. Durante a simulação do caso, o ator Fernando Sampaio interpretará o papel de Dr. Jairinho, padrasto acusado de matar o menino. O Caso Henry Borel remete a uma terrível história que aconteceu no Rio de Janeiro em 2021. O menino de apenas 4 anos morreu no apartamento em que vivia com sua mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Dr. Jairinho, um médico e ex-vereador. Inicialmente considerada uma morte acidental, a criança foi levada pela mãe e pelo padrasto ao Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, no dia 8 de março de 2021. No entanto, os resultados da necropsia realizada pelo Instituto Médico Legal revelaram indícios de trauma, incluindo hemorragia interna e ferimentos no fígado, sugerindo agressão. Após um mês da perda trágica de Henry, Monique Medeiros e Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, foram presos sob suspeita de tentar obstruir as investigações. De acordo com a polícia, Monique tinha conhecimento dos episódios de agressão cometidos por Jairinho contra o menino. Atualmente, Dr. Jairinho permanece detido preventivamente no presídio de Bangu 8, onde enfrentará um julgamento por homicídio e tortura. Por sua vez, Monique foi liberada da prisão preventiva, mas continua respondendo ao processo. A data do julgamento popular, que será responsável por avaliar ambos os réus, ainda não foi agendada. No Instagram, o ator que dará vida ao acusado, Fernando Sampaio, ressaltou a importância do programa. “Esses seres precisam ‘Pagar’ pelos seus crimes e o programa não deixa cair no esquecimento e busca mostrar em que pé estão as coisas”, escreveu na legenda. Assim como os outros casos abordados no “Linha Direta”, a morte de Henry causou grande comoção do país. Em sua nova fase, o programa já trouxe o Caso Eloá, e na segunda edição, abordou a Barbárie de Queimadas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernando Sampaio (@fernandosampaiooficial)

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  • Filme

    Saiba o que foi a Barbárie de Queimadas, próximo caso do “Linha Direta”

    5 de maio de 2023 /

    O programa “Linha Direta”, da TV Globo, voltou à programação da emissora na noite da última quinta-feira (4), com a exibição de um caso criminal que marcou o país há 15 anos: o sequestro seguido pela morte da jovem Eloá Cristina, que chocou o Brasil em 2008. Ao final do episódio, o programa apresentado por Pedro Bial mostrou uma prévia do próximo caso que será abordado: a Barbárie de Queimadas. Trata-se de um crime que ocorreu em 12 de fevereiro de 2012, na cidade de Queimadas, um município da Paraíba. Durante uma festa de aniversário, cinco mulheres foram vítimas de um estupro coletivo, seguido de dois assassinatos. As vítimas foram a professora Izabella Pajuçara e a recepcionista Michele Domingos. A festa foi organizada pelos irmãos Luciano Santos Pereira e Eduardo, que convidaram mais cinco homens e três adolescentes. De acordo com o jornal O Globo, os irmãos compraram cordas e lacres para prender as vítimas e forjaram um assalto para rendê-las. Os agressores usaram capuzes para esconder a identidade e renderam cinco das sete mulheres presentes na festa, além de dois homens que não eram abusadores. As esposas dos irmãos foram as únicas que não foram violentadas. Izabella reconheceu um dos agressores e, junto com Michele, que havia ouvido a amiga comentar sobre a suspeita, foram executadas com três e quatro disparos, respectivamente. Eduardo foi condenado a 108 anos de prisão em 2014, mas em 2020 fugiu da penitenciária onde estava cumprindo a pena e se encontra foragido até hoje. Já Luciano recebeu a pena de 44 anos de prisão e segue preso em regime fechado. O caso será exibido no programa “Linha Direta” na próxima quinta-feira (11/5), onde serão apresentados mais detalhes sobre o crime e a sua investigação. Apresentado por Pedro Bial, o “Linha Direta” voltou a programação da emissora após um longo período em hiato. A última exibição do programa havia sido em dezembro de 2007, sob o comando do jornalista Domingos Meirelles. Aproveitando a febre do true crime e com o objetivo de mostrar casos reais de crimes que chocaram o país, o programa é exibido todas as quintas-feiras na Globo, a partir das 23h.

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  • TV

    Cunhada de Eloá critica reportagem do Linha Direta: “Traz à tona os piores momentos”

    5 de maio de 2023 /

    A nova versão do programa “Linha Direta” estreou na quinta-feira (4/5) focando o caso Eloá Cristina, que se refere ao famoso sequestro em cárcere privado seguido de homicídio, ocorrido em 2008. Por conta da repercussão, a cunhada de Eloá se pronunciou nas redes sociais e criticou a reportagem da rede Globo. “Até ontem estava tudo tão bem! Estavam todos bem”, escreveu Cintia Pimentel. Na sequência, a esposa do irmão mais velho de Eloá lembrou que a vítima completaria 30 anos nesta sexta-feira (5/5). “Eu não tenho propriedade pra falar em nome da perda, pois apesar de sentir muito, não sinto na pele o que é perder um filho e peço a Deus que nenhum de nós experimente estar nessa situação”, disse ela. “E mais uma vez digo: Existiram sonhos, anseios, sorrisos, planos, histórias e muito mais coisas positivas que poderiam deixar a memória sempre viva nessa e em outras gerações. Mas não, preferem a dor, preferem resumir a história somente ao que traz à tona os piores momentos da vida de alguém.” Por fim, Cintia Pimentel ainda espera que a tragédia vivida pela cunhada sirva de exemplo. “Espero que isso sirva ao menos para sensibilizar o país e mostrar que algumas leis precisam ser revistas. Que Deus, novamente, console o coração dos que agora estão revivendo essa dor”, concluiu.

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  • TV

    “Linha Direta” retorna com caso que abalou carreira de Sônia Abrão

    2 de maio de 2023 /

    A TV Globo vai voltar a exibir o programa “Linha Direta”, sucesso dos anos 2000, a partir desta quinta-feira (4/5). Com apresentação de Pedro Bial, o primeiro episódio focará no assassinato da jovem Eloá Pimentel, que abalou a carreira da apresentadora Sônia Abrão. Na época, o programa “A Tarde é Sua” foi um dos que mais cobriu o caso, chegando até mesmo a ultrapassar limites em busca de audiência contra os concorrentes, que também davam destaque à tragédia. A apresentadora conseguiu o número de telefone do apartamento em que as adolescentes eram mantidas como reféns e ligou duas vezes para conversar com o sequestrador na tentativa de solucionar a ocorrência. Essa atitude da jornalista gerou revolta em parte do público e da própria imprensa, que consideraram a situação como sensacionalismo. Com o desfecho trágico do sequestro, alguns telespectadores chegaram a acusar a apresentadora de ser responsável pela morte de Eloá. Eloá e a sua amiga Nayara Rodrigues foram feitas reféns pelo namorado de Eloá, Lindemberg Alves, em Santo André, São Paulo, em outubro de 2008. Todo o acontecimento foi televisionado na época. Durante quatro dias, diversos canais de televisão do país acompanharam o sequestro e a atuação da polícia na tentativa de resgatar as duas adolescentes com vida. No entanto, o sequestrador matou Eloá e tentou assassinar Nayara, que sobreviveu ao ataque e pôde contar a história. Em entrevista à revista Quem, publicada no mês passado, Sônia Abrão afirmou que “faria tudo de novo” se a situação se repetisse. “Sem dúvida foi o momento mais dramático da minha carreira! Fui a única pessoa com quem ela falou, ainda no cativeiro, três dias antes de ser morta. Fiquei muito tensa e emocionada. Faria tudo de novo”, afirmou. Os episódios de “Linha Direta” trarão a cada semana os detalhes de um crime já solucionado, incluindo eventualmente novas evidências sobre os casos, além de apresentar investigações em andamento – buscando ajuda do público para encontrar procurados. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TV Globo (@tvglobo)

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  • Série

    Globoplay aproveita aniversário de Xuxa para marcar estreia de série documental

    27 de março de 2023 /

    A Globoplay aproveitou esta segunda-feira (27/3), dia do aniversário de 60 anos de Xuxa Meneghel, para divulgar a data de lançamento de “Xuxa, O Documentário”. Previsto para o dia 13 de julho, o projeto recordará a carreira de Xuxa e apresentará depoimentos de pessoas importantes na trajetória da eterna rainha dos baixinhos. Sem filtros, a série documental pretende revisitar momentos inesquecíveis da carreira da apresentadora, e contará com a presença de Marlene Mattos, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, e Marcelo Ribeiro, ex-ator mirim que atuou com a famosa em “Amor Estranho Amor” (1982), filme polêmico que causou até processo judicial. Em entrevista ao “Saia Justa”, do GNT, Xuxa afirmou que o documentário traz à tona fatos desconhecidos do público e que nem ela sabia ou lembrava. Ela ainda elogiou o trabalho de pesquisa realizado pela equipe, que contou com a direção geral de Pedro Bial, direção de Cássia Dian e Mônica Almeida, e roteiro de Camila Appel. Entre os depoimentos para o programa, Xuxa relatou ter sido vítima de diversos tipos de abuso, principalmente por parte de Marlene, sua empresária por quase duas décadas. A apresentadora contou ter acreditado na proteção da equipe, mas reconhece ter vivido em um mundo de fantasia por muitos anos. Já vai tirando a bota branca e o chapéu de paquita do armário, e convidando a Cláudia pra sentar lá no sofá e assistir comigo! 🎤💖 pic.twitter.com/15mdzDfodN — globoplay (@globoplay) March 27, 2023

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  • Reality,  TV

    Domitila Barros entrou no “BBB 23” com ajuda de Pedro Bial

    16 de janeiro de 2023 /

    Roberta Barros, mãe da sister Domitila Barros, contou como a modelo conseguiu o convite para entrar no “BBB 23”. Em entrevista à Quem, ela lembrou que uma participação no “Conversa com Bial” teve influência. Segundo Roberta, a entrevista abriu as portas de Domitila para o reality show mais cobiçado do país. “No ano passado, quando ela veio ao Brasil e deu uma entrevista ao Pedro Bial, ela pediu para Boninho chama-la para o ‘BBB’”, contou. “Eu fiquei: ‘Meu Deus do céu, é um desafio muito grande’. Eu não acreditava, mas ela ama. Está sempre à procura de novos desafios. Ela se adapta muito fácil aos lugares. Domitila sempre gostou muito de conhecer outras pessoas e culturas. […] É uma pessoa que gosta muito de desafios, não se acomoda e não para”, garantiu a mãe da ativista. No ano passado, a Miss Alemanha foi uma das convidadas para falar sobre seus projetos sociais. Durante a participação no programa, Domitila aproveitou a deixa para pedir uma chance ao Boninho. “Se você disser que eu tenho uma chance, eu deixo de conversar com a ministra semana que vem para ir atrás de você. Até a sua filha já sigo, Boninho, na esperança de que ela um dia também me note. Faz esse milagre na minha vida, Boninho. Nunca te pedi nada” disse, na ocasião. Na sequência, o apresentador Pedro Bial deixou a possibilidade no ar. “Boninho é muito ocupado, tem muita gente atrás deles. Agora, vamos tentar, vamos fazer essa campanha. […] Sei lá aonde você vai estar daqui um ano, né?”, afirmou.

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  • TV

    Globo anuncia volta de “Linha Direta” com Pedro Bial

    27 de outubro de 2022 /

    A Globo confirmou a volta de seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Originalmente apresentado pelos jornalistas Domingos Meirelles e Marcelo Rezende, o programa será assumido agora por Pedro Bial (que atualmente apresenta o “Conversa com Bial”), num retorno previsto para 2023. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/10) em um evento voltado ao mercado publicitário em São Paulo e compartilhado no Twitter da empresa. A volta do programa foi revelada em setembro pela coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, enquanto estava sendo desenvolvido pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado a empresa para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre a nova produção, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017) e com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato. O #LinhaDireta volta em 2023 e com Pedro Bial no comando! #Vemaí pic.twitter.com/JePkTuQevZ — TV Globo 📺 (@tvglobo) October 27, 2022

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  • Etc

    Reação de Gabriela Duarte a vídeo da mãe com Bolsonaro repercute na internet

    15 de abril de 2021 /

    As redes sociais viralizaram a reação da atriz Gabriela Duarte ao rever um vídeo de sua mãe, Regina Duarte, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, exibido durante o programa “Conversa com Bial”. A expressão de desânimo, misturando desgosto e vergonha, foi replicada até virar meme após o programa, que foi ao ar na madrugada desta quinta (15/4) na rede Globo. O vídeo que gerou o mal-estar foi a última aparição de Regina com Bolsonaro, em maio de 2020, quando o presidente anunciou que ela não estaria mais à frente da Secretaria Especial da Cultura e iria assumir a presidência da Cinemateca Brasileira – o que nunca aconteceu. Após exibir a cena, o apresentador Pedro Bial questionou se Gabriela se sentiu aliviada com a saída da mãe do governo. “Foi um período muito turbulento, de muitas coisas. Um período que, de certa forma, nos afastou bastante. Não por uma questão ideológica, não é isso. Tem a ver com uma dinâmica muito complicada, de entrar ali, sair… Então, eu posso responder por mim, eu fiquei muito aliviada”, admitiu. Na entrevista, Bial quis saber como ficou a relação entre mãe e filha diante de possíveis divergências políticas. E embora tenha afirmado não falar sobre isso com a mãe, Gabriela Duarte disse: “Uma coisa posso afirmar, nós somos muito diferentes realmente”. Ela ainda revelou que votou em Ciro Gomes no primeiro turno e anulou o voto no segundo turno das últimas eleições presidenciais, para deixar claro que não é eleitora de Bolsonaro. Isso não a impediu de sofrer ameaças por conta das opções da mãe, especialmente durante o período em que Regina Duarte esteve à frente da Secretaria Especial da Cultura. “Fiquei muito assustada, recebi muitas ameaças, nunca me passou pela cabeça isso. Foi Bizarro”, contou. A atriz, que está completando 47 anos nesta quinta, terminou a entrevista agradecendo ao SUS (Sistema Único de Saúde) pelo empenho dos profissionais da saúde durante a pandemia de coronavírus. E recebeu muitas mensagens de apoio ao fim do “Conversa com Bial”. Veja abaixo algumas das reações. Quando eu vejo parente apoiando o Bolsonaro nas redes sociais, faço a mesma cara da Gabriela Duarte ☹️😓😕 #ConversaComBial pic.twitter.com/XTMxhsz6WW — Fernando Mancini (@fermancini) April 15, 2021 Rapaz, acabei de ver a entrevista de Gabriela Duarte no #ConversaComBial que foi ao ar na madrugada de hoje e, sabe, entendi todos os posicionamentos dela enquanto filha da R****a. É muito doloroso ter uma pessoa tão próxima pensar tão diferente de você. Mas força pra Gabi. — Robson Gomes ▽▲ (@robinhogomes) April 15, 2021 A cara da Gabriela Duarte vendo isso kkkk. Vou ter que ver essa entrevista. #ConversaComBial https://t.co/jtcraMhHJD — Olliver (@Evandro_Olliver) April 15, 2021 Eu tô só a Gabriela Duarte desde 2018. pic.twitter.com/ohKgugIR83 — Açúcar invertido 🇨🇦🇧🇷 (@BFFCanadaBrasil) April 15, 2021 a gabriela duarte deve odiar o bolsonaro e as loucuras da mãe#ConversaComBial pic.twitter.com/zmkgCGbS4h — DOMÊNICO #bbb21 (@eumaluma) April 15, 2021 Amei acompanhar essa entrevista super importante do Bial para com Gabriela Duarte e destaco as falas pontuais que foram imprescindíveis para explanar as diferenças entre ela e a mãe dela. Desta entrevista só engrandeceu o orgulho de ser fã desta maravilhosa atriz#ConversaComBial pic.twitter.com/flVY4l5HwT — Tiago Dias (@dia_tiago) April 15, 2021 Coitada da Gabidu, Regina tão grandiosa, não precisava desse peso na sua biografia pessoal e artística. Foi muita mancada. #ConversaComBial pic.twitter.com/tT4XaasYST — PAPO RETO 📢🎙📢 (@papporetoo) April 15, 2021 Ela acabou a entrevista agradecendo ao sus. Fadinha, Eu te amo!!! #ConversaComBial — ✨🌛jOsEpH🌛✨ (@DramadelReyyy) April 15, 2021

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  • Etc

    Woody Allen lamenta cancelamento e títulos “terríveis” de filmes no Brasil

    9 de fevereiro de 2021 /

    Mesmo que eles o odeiem, Woody Allen disse que gostaria de rever os filhos Dylan e Ronan Farrow antes de morrer. A revelação foi feita na estreia da temporada deste ano do programa “Conversa com Bial”, da TV Globo, exibido na madrugada desta terça-feira (9). Os dois filhos foram afastados do convívio de Allen por Mia Farrow quando ainda eram crianças, nos anos 1990, em meio às acusações de abuso sexual do diretor contra a filha adotiva. “Estou aberto a encontrar com eles, ficaria feliz”, disse Allen no programa sobre os filhos. O cineasta afirmou que não reconheceria a filha, que não vê há 25 anos. Sobre Ronan, único filho biológico que teve com Mia Farrow (apesar dela recentemente afirmar que o filho é de Frank Sinatra), relatou estar distante há 20 anos e ver apenas por fotos. No programa, Bial lembrou as acusações contra o cineasta, que surgiram após ele se envolver com outra filha adotiva de Mia Farrow (mas não dele), Soon-Yi. Os dois estão casados desde 1997 e adotaram duas meninas (hoje adultas), que nunca reclamaram do pai. Bial lembrou que o cineasta foi alvo de duas investigações rigorosas e independentes e ambas concluíram que não houve abuso por parte dele contra a filha. No entanto, o caso voltou à tona recentemente, em meio ao movimento #MeToo, que originou uma campanha visceral de cancelamento contra Allen, com direito a artistas renegando suas participações em filmes do diretor, uma campanha que ainda tem novos ataques previstos, como uma vindoura minissérie documental produzida com apoio de Mia Farrow para a HBO. A tentativa de calar Allen, sem deixá-lo se defender, foi tão forte que quando ele resolveu contar seu lado numa autobiografia, Ronan ameaçou a editora Hachette nas redes sociais, capacitando os funcionários da empresa a protestarem contra a publicação da obra, até a editora desistir do lançamento. O livro saiu por outra empresa. Segundo Allen, quem participa de boicote contra ele está cometendo um erro. “Eles têm a impressão errada, é o que posso dizer.” O diretor procura um meio-termo ao afirmar que o movimento feminista #MeToo fez bem para as mulheres, mas afirmou que elas precisam ter mais cuidado e certeza sobre os seus alvos. Na entrevista, Allen também abordou a pandemia de coronavírus. “Não estou fazendo nada há dez meses”, disse, sobre como está lidando com a covid-19 em Nova York. Também contou que segue as recomendações da ciência e não foi diretamente afetado pelo vírus. Ele inclusive já tomou a primeira dose da vacina. Mas lamentou ter a rotina afetada pela necessidade de distanciamento social, considerando terrível ver lojas e restaurantes fechados. Allen também comentou um antigo convite do prefeito Eduardo Paes, em seu primeiro mandato, para que viesse filmar no Rio de Janeiro. Ele repetiu o que disse na época, que tudo dependia de ter uma boa ideia que incluísse a cidade. O que é difícil, pois não conhece o Rio e tem na cabeça a imagem de um lugar charmoso e musical como nos filmes de Carmen Miranda. Ele, entretanto, revelou ser fã de Machado de Assis. O diretor contou que passou a admirar o escritor brasileiro após ganhar o livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas” de uma desconhecida. “Aquela moça me fez um grande favor.” A entrevista se encerrou com outro tema brasileiro: as traduções, nem sempre felizes, dos títulos de filmes no Brasil. A reação de Allen ao ouvir de Bial a tradução de “Annie Hall”, de 1977, como “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” chegou a virar meme nas redes sociais. “É um título terrível”, disse, entre desapontado e conformado. O programa também atraiu a ira dos canceladores do Twitter nacional, inconformados com o “palco” dado a Woody Allen – repetindo nas redes sociais o que atualmente se vê em rede nacional no “BBB 21”.

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  • Etc

    Pedro Bial entrevista Woody Allen na volta de seu programa

    8 de fevereiro de 2021 /

    Pedro Bial inaugura a nova temporada de seu programa de entrevistas na madrugada desta segunda (8/2) para terça, na rede Globo, com um convidado internacional. Ele vai falar por videoconferência com ninguém menos que o cineasta Woody Allen. Na pauta da conversa com o diretor americano estão sua autobiografia, lançada no ano passado, e as polêmicas de sua trajetória, incluindo a acusação de que teria abusado da filha Dylan quando ela tinha sete anos de idade. Esta acusação será alvo de uma vindoura série documental da HBO feita com apoio da parte acusadora, a ex-mulher de Allen, Mia Farrow. Feita em segredo, a série estreia em 21 de fevereiro, com novos episódios indo ao ar nos domingos subsequentes. Já o programa “Conversa com Bial” vai ao ar logo após o “Jornal da Globo”.

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  • Divulgação/Globo
    Etc

    Pedro Bial se diz vítima, não se desculpa e repete frase machista contra Petra Costa

    9 de fevereiro de 2020 /

    O apresentador Pedro Bial dobrou sua aposta no discurso machista contra Petra Costa, diretora do documentário “Democracia em Vertigem”, indicado ao Oscar 2020. Em artigo publicado no jornal O Globo deste domingo (9/2), ele disse que “experimentou um linchamento virtual” por ter criticada a diretora brasileira pelo filme, que tem 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e voltou a repetir uma das frases machistas de seu ataque original. A polêmica começou numa entrevista à Rádio Gaúcha nesta semana, em que Bial afirmou que “Democracia em Vertigem” é uma “ficção alucinada”, “vai contando as coisas num pé com bunda danado”, com “narração miada, insuportável, onde ela [Petra Costa] fica choramingando o filme inteiro”. Acusado de machismo, inclusive por colegas, como a ex-repórter da Globo Cristina Serra, Bial ainda arrematou: “É um filme de uma menina dizendo para a mamãe dela que fez tudo direitinho, que ela está ali cumprindo as ordens e a inspiração de mamãe, somos da esquerda, somos bons, não fizemos nada, não temos que fazer autocrítica”. O ataque gratuito e de tom machista, que desrespeita a carreira premiada da jovem cineasta, foi amplamente criticado nas redes sociais. Por conta disso, Bial resolveu se defender. Mas sem pedir desculpas, assumindo papel de vítima e reforçando o machismo de suas convicções. “É com a carcaça moída e esfolada de tanta pancada virtual que venho a público acenar: bandeira branca. Amor. Eu peço paz”, escreveu, vitimista e parafraseador. “Esta semana, experimentei, mais uma vez, o que é estar na parte linchada de um linchamento virtual. Eu, que vivo de acolher as opiniões das pessoas, caí na temeridade de dar a minha. Eu não peço desculpas, nem peço que me peçam desculpas”, continuou. “Apanho sem berrar, só não me venham com o machismo de tratar como menina indefesa uma mulher que sabe bem se defender”. Importante lembrar que quem chamou a cineasta de menina foi o próprio Bial, não as pessoas que reclamaram desse menosprezo machista do apresentador. Além disso, como afirmou, ele não pediu desculpas. Bial disse ainda não reclamar, reclamando, “da prática jornalística de tirar de contexto e contrastar, a fim de buscar a essência da notícia”. “Parece fácil, mas é um exercício difícil, onde se erra mais do que se acerta. Por exemplo, publica-se antes a frase editada “é uma menina sob as ordens de mamãe”, do que a integral ‘numa leitura psicanalítica mais profunda, é uma menina sob as ordens de mamãe'”, escreveu. Ou seja, ele repetiu a crítica machista para defender-se, num jornal de grande circulação nacional, e ainda acrescentou justificativa pseudo-científica. Numa leitura psicanalista mais profunda, o caso não se encaixa como ato falho. Já se estabeleceu como padrão de comportamento.

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  • Etc

    Crusoé copia frases machistas de Pedro Bial para atacar Petra Costa

    7 de fevereiro de 2020 /

    A revista digital de direita Crusoé, ligada ao site O Antagonista, copiou as frases machistas de Pedro Bial para atacar Petra Costa, a diretora de “Democracia em Vertigem”, que concorre ao Oscar de Melhor Documentário no domingo (9/2). Em entrevista à Rádio Gaúcha na segunda-feira (3/2), Bial afirmou que “Democracia em Vertigem”, que conta uma versão assumidamente parcial dos últimos anos da política brasileira, “vai contando as coisas num pé com bunda danado”, com “narração miada, insuportável, onde ela [Petra Costa, diretora e narradora] fica choramingando o filme inteiro”. Acusado de machismo, inclusive por colegas, como a ex-repórter da Globo Cristina Serra, Bial ainda arrematou: “É um filme de uma menina dizendo para a mamãe dela que fez tudo direitinho, que ela está ali cumprindo as ordens e a inspiração de mamãe, somos da esquerda, somos bons, não fizemos nada, não temos que fazer autocrítica”. “Nem que fosse por respeito às mulheres que fazem parte da sua vida (certamente, as há), Bial não poderia ter sido tão grosseiro na crítica que fez ao filme, usando os termos rasteiros que usou”, escreveu Cristina Serra em seu Facebook. Pois nesta sexta (7/2) a Crusoé fez copy-paste desse ataque. “’Democracia em Vertigem’ não oferece sequer material para debate ou discordância: é só o desabafo narcisista de uma garota inconformada porque o Brasil não é o país que sua mãe queria”, escreveu Jerônimo Teixeira na revista digital de direita, atacando também, entre outras coisas, “a voz chorosa de Petra”. Petra Costa, claro, não é uma “garota inconformada” nem uma “menina”, muito menos filhinha “chorosa” fazendo documentário para agradar a mãe. É uma cineasta que merece respeito por mais de uma década de reconhecimento internacional, que exibe seus filmes em festivais como Sundance, Locarno e Veneza, já venceu o Festival de Brasília, do Rio, de Havana, coleciona prêmios em vários eventos do mundo e vive atualmente o auge da carreira, com uma indicação ao Oscar. Pode-se discordar da narrativa claramente petista de “Democracia em Vertigem”, que de ingênua não tem nada – é uma aula de marketing político – , mas usar argumentos machistas para tentar diminuir a qualidade do trabalho (com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes) e o talento amplamente reconhecido de sua diretora apenas demonstra o baixo nível a que chegou a discussão cultural neste país de presidente “imbroxável” e compartilhador de “golden shower”. “R-E-S-P-E-I-T-O”, já cantava Aretha Franklin (em versão traduzida), pedindo em nome das mulheres há meio século: “descubra o que isso significa”.

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  • Filme

    Bingo – O Rei das Manhãs é um baita filme

    3 de setembro de 2017 /

    Daniel Rezende é pé quente. Seu primeiro filme como montador foi “Cidade de Deus” (2002). Já chegou com muita força, recebendo até indicação ao Oscar e um reconhecimento internacional que o levou a trabalhar com Terrence Malick, em “A Árvore da Vida” (2011). Sem falar em colaborações memoráveis em outros filmes marcantes de diretores brasileiros como Walter Salles, José Padilha, Laís Bodansky e novamente com Fernando Meirelles. Ser um editor de filmes de sucesso de público deve ter lhe dado uma sábia compreensão do que se deve fazer para que um filme flua bem. Em “Bingo – O Rei das Manhãs”, sua estreia na direção de longas-metragens, não parece haver nenhuma gordura. Tudo no filme está ali muito bem amarradinho. Difícil perder o interesse em algum momento. E não só porque é uma obra que fala de assuntos que interessam a quem viveu os anos 1980 e assistia ao programa do Bozo – embora tenha um sabor especial para quem testemunhou aqueles anos de exageros. “Bingo” tem uma estrutura mais clássica e um acabamento profissional que lembra bastante o cinema americano. Mas é, sim, um filme conceitualmente brasileiro, como foi a transformação do palhaço gringo Bozo em “coisa nossa”, como o Sílvio Santos, a Aracy de Almeida e o Pedro de Lara. Até a mudança do nome do palhaço para Bingo, por questões de direitos, contou para a “abrasileiração”, além de ampliar a liberdade da adaptação. Todos os personagens, à exceção de Gretchen (Emanuelle Araújo, de “S.O.S.: Mulheres ao Mar”), são tratados por outros nomes. Arlindo Barreto, o verdadeiro personagem da história, virou Augusto Mendes, vivido de maneira inspirada por Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). O fato de “Bingo” trafegar por caminhos sombrios é outro aspecto atraente. Até dá pra entender o fato de ter sido a Warner a distribuidora do filme aqui, já que é uma empresa que tem raízes nos filmes de gângster e nunca se desvencilhou totalmente dessa linha mais dark – inclusive, produziu o vindouro terror de palhaço “It: A Coisa”. Por sinal, “Bingo” também explora como a figura do palhaço pode despertar medo em algumas pessoas. E isso se reflete numa cena tão forte que leva a questionar se aquilo aconteceu de verdade com o Arlindo no SBT. Na trama, Augusto Mendes é um ator de pornochanchada que está separado da esposa e tem uma relação muito próxima com o filho. Logo no começo do filme, o menino até chega a flagrar um pouco o trabalho do pai dentro daquele universo, numa época em que o cinema brasileiro era uma versão nua, crua e mais desbocada da dramaturgia que hoje é representada nas telenovelas da Globo. Inclusive, era possível ver algumas das atrizes globais nuas em determinados filmes. Isso fazia parte da graça da época e é representado no filme na figura da ex-esposa de Augusto. As coisas ficam mais interessantes para o protagonista quando ele, depois de se sentir humilhado com uma ponta em uma novela da Rede Globo (no filme, Mundial), vai parar, sem querer, no teste para ser o palhaço Bingo, em uma das apostas mais caras do SBT, que aqui aparece com outro nome também. E é com sua inteligência e astúcia que ele consegue não só tirar sarro do produtor gringo, como mostrar, à sua maneira, que era preciso adaptar as piadas para o Brasil, se quisesse arrancar o riso e conquistar as crianças. Mas o que mais encanta no filme é o quanto esse universo de programa infantil é tratado como uma fachada para a vida louca de Augusto, que bebia e cheirava muito nos bastidores, além de se envolver em orgias e desfrutar das loucuras que o dinheiro podia comprar. Talvez o ponto fraco do filme seja ter quase que uma obrigação de fazer um arco dramático para redimir o personagem, embora isso seja perfeitamente coerente com um tipo de cinema mais comercial – sem querer colocar nenhuma carga pejorativa no termo. Os ingredientes que mais divertem e emocionam são as inúmeras referências pop dos anos 1980. Não apenas à televisão, mas ao comportamento da época e as canções escolhidas, com muita new wave brasileira, mas também duas lindas faixas do Echo and the Bunnymen. O que não quer dizer que também não haja uma trilha sonora original ótima, que se destaca principalmente nos momentos mais dramáticos e sombrios do filme. Claro que é possível encontrar alguns problemas nas interpretações e no roteiro, mas são coisas que podem ser relevadas diante de um todo brilhante. É um baita filme. Embora o maior mérito seja de Rezende, a produção está repleta de técnicos ilustres: Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”) como diretor de fotografia, Luiz Bolognesi (“Como Nossos Pais”) como roteirista, Marcio Hashimoto (“O Filme da Minha Vida”) como montador, Cassio Amarante (“Xingu”) na direção de arte, além de um elenco de apoio muito bom – como esquecer da cena do Brichta com a Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”) em um restaurante? Aliás, como esquecer tantas cenas memoráveis de “Bingo”? É o tipo de filme que merece ser visto e revisto, algo raríssimo entre os lançamentos do cinema nacional.

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