Insatisfação com “Halloween – Ressurreição” fez Jamie Lee Curtis voltar à franquia
A atriz Jamie Lee Curtis revelou ter aceitado voltar à franquia “Halloween” porque estava insatisfeita com o final dado à personagem Laurie Strode nos filmes anteriores. A revelação foi feita pela própria atriz, durante a Comic Con de Nova York. Na ocasião, Curtis lembrou que ela já tinha retornado à franquia no filme “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), que tinha o propósito de dar um fim à saga de Laurie Strode e Michael Meyers. Entretanto, na ocasião, os produtores não queriam que o filme terminasse com a morte do assassino. “Agora, isto foi dito com o trem em movimento, quero dizer, quando estávamos prontos para filmar”, contou ela. “Eu bati o pé: ‘Não vou fazer isso, não vou provocar o público novamente'”. Assim, “Halloween H20: Vinte Anos Depois” terminou com Laurie decapitando Michael, numa cena que deveria ter encerrado a franquia. Mas os roteiristas deixaram uma porta aberta e, quatro anos depois, “Halloween – Ressurreição” mostrou outra versão do desfecho. A explicação dada foi a de que Meyers havia trocado de roupa com um paramédico, e que a pessoa que Strode decapitou era, na verdade, um homem inocente. Curtis falou que não se importou com a mudança, desde que aquilo significasse a sua despedida da franquia. Mas estipulou uma condição para aceitar esta possibilidade. “Eu disse: ‘OK, se vocês vão fazer isso, e parece que terminou para Laurie, e meu público sente que acabou, então eu farei. Mas vocês terão que me pagar muito dinheiro no próximo filme e me matar nos primeiros dez minutos do filme, porque então ficará claro que eu [na verdade, Laurie] matei um homem inocente e não poderia viver com isso.” “Halloween – Ressurreição” mostrou Michael Meyers finalmente matando Laurie Strode logo no início do filme, numa cena de deveria marcar o fim da participação de Curtis na franquia. Mas tudo mudou quando ela recebeu o roteiro do reboot, “Halloween” (2018), co-escrito pelo cineasta David Gordon Green. “Ele me enviou um roteiro [que desconsiderava os filmes anteriores] e disse que ela passou 40 anos se escondendo atrás de arame farpado, emocionais e físicos”, explicou Curtis. “Às custas de sua filha e neta, porque ela sabe que Michael Meyers está voltando. E era esse filme incrível sobre Laurie e seu trauma.” A conexão do novo filme com os tempos atuais também foi um fator determinante para que ela aceitasse retornar. “Era esse lindo filme sobre uma mulher assumindo o controle de sua vida e coincidiu com as mulheres ao redor do mundo se levantando e assumindo o controle de suas vidas e dizendo ‘Me Too’, ‘Me Too’, ‘Time’s’ Up’ e ‘Me Too.'” Agora, Curtis está empolgada em compartilhar com o público o verdadeiro final da sua personagem, que será revelado em “Halloween Ends”, último capítulo da trilogia iniciada em 2018. Numa entrevista anterior, concedida à revista Total Film, ela falou um pouco sobre o que o público pode esperar desse novo filme. “Quando encontramos Laurie Strode, ela já conseguiu ajuda”, contou. “Ajuda para processar o nível de violência que foi perpetrado contra ela e sua família. Ela fez o trabalho. E há um momento no início do filme em que você realmente conhece Laurie – não vou dizer que ela é tão inocente quanto era aos 17 anos – mas há uma camada de esperança sobre ela. Esse é um belo lugar para começar um final realmente trágico e incrivelmente violento”, completou. A trama do novo filme vai se passar quatro anos após os eventos mostrados em “Halloween Kills” (2021). Agora, Laurie está morando com sua neta, Allyson (Andi Matichak) e terminando de escrever suas memórias. Laurie decidiu se libertar do medo e da raiva e abraçar sua vida. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um menino que ele estava cuidando, isso desencadeia uma cascata de violência e terror que forçará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar. Além de Curtis, a nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro tem estreia marcada para quinta-feira (13/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Adam Devine retoma papel de “A Escolha Perfeita” no teaser da série derivada
A série “Bumper em Berlim”, derivada da trilogia de filmes “A Escolha Perfeita”, ganhou as primeiras fotos e um teaser da plataforma Peacock, em que Adam Devine retoma seu personagem da franquia musical. A atração da Universal Television tem produção de Devine e da atriz Elizabeth Banks, que estrelou os três filmes e dirigiu o segundo longa da trilogia. A trama vai se concentrar no destino do vilão favorito dos fãs, Bumper Allen (Devine). Vários anos depois que os espectadores o viram pela última vez no segundo longa-metragem, ele decide se mudar para a Alemanha para tentar reviver sua carreira musical, aproveitando que uma de suas canções estourou em Berlim. Lá, reencontra Pieter Krämer (Flula Borg), o co-líder do poderoso grupo vocal alemão Das Sound Machine. Para quem não lembra, o Das Sound Machine foi o principal rival do grupo vocal feminino da Barden University, as Barden Bellas, na competição internacional do segundo filme. Anna Kendrick, Anna Camp, Rebel Wilson, Brittany Snow e Hailee Steinfeld eram algumas das estrelas daquela produção. O elenco também vai contar com Jameela Jamil (a Titânia de “Mulher Hulk”), Sarah Hyland (a Haley de “Modern Family”) e Lera Abova (“Anna: O Perigo Tem Nome”) e o veterano Udo Kier (“Bacurau”). Jamil interpretará Gisela, uma estrela pop alemã bombástica e chamativa, que também é ex-namorada de Krämer e a principal rival de Bumper. Hyland viverá Heidi, a assistente americana alegre e um pouco estranha de Bumper e Krämer. Ela trabalha na equipe dos artistas durante o dia e secretamente nutre sonhos de ser uma cantora e compositora. Por fim, Abova será a irmã de Krämer, uma promissora produtora musical, que se apresenta em clubes por toda a cidade de Berlim como a DJ Das Boot – um trocadilho com o nome de um popular filme alemão de submarino dos anos 1980 (lançado como “O Barco: Inferno no Mar” no Brasil) e uma parte da anatomia muito apreciada por pessoas de todos os sexos. O derivado de “A Escolha Perfeita” foi desenvolvido pela roteirista Megan Amram (“The Good Place”) e tem previsão de estreia para novembro de 2023, nos Estados Unidos.
Série “Community” vai virar filme após promessa virar piada
A cultuada série de comédia “Community” finalmente vai cumprir a sua promessa de ter “seis temporadas e um filme”. O serviço de streaming Peacock encomentou a produção de “Community: The Movie”, que contará com o retorno de boa parte do elenco original. O roteiro será escrito por Dan Harmon (criador da série) em parceria com Andrew Guest (roteirista da série). E o elenco contará com Joel McHale (no papel de Jeff Winger), Danny Pudi (Abed), Alison Brie (Annie), Gillian Jacobs (Britta), Jim Rash (Craig Pelton) e Ken Jeong (Chang). Quem ficou de fora foram Donald Glover (Troy), cuja carreira explodiu depois da sua participação da série, Yvette Nicole Brown (Shirley), que já tinha se afastado na última temporada, e Chevy Chase (Pierce Hawthorne), cujas brigas com Harmon e com o restante do elenco eram notórias. Lançada em 2009 no canal americano NBC, “Community” acompanhava a rotina de uma universidade comunitária repleta de personagens bizarros e situações hilárias. A série ficou famosa por explorar diferentes estruturas narrativas (que variavam entre episódios de ação, falsos documentários e até animação), fazendo homenagens a filmes e séries clássicas. Embora nunca tenha sido um sucesso estrondoso, “Community” era muito elogiada pela crítica (atualmente, ela tem 88% de aprovação no Rotten Tomatoes) e tinha uma legião de fãs. E quando a série foi cancelada na 5ª temporada, foi esse fanatismo que levou o Yahoo a resgatar a atração, na tentativa alavancar o seu próprio serviço de streaming. “Community” só teve uma temporada no Yahoo – e o streaming do portal nunca foi adiante. Mas desde então os fãs vinham esperando pelo filme. A ideia de “seis temporadas e um filme” surgiu como uma piada durante a série, mas ganhou força por conta das constantes ameaças de cancelamento que ela recebia. “‘Seis temporadas e um filme’ começou como uma frase atrevida das primeiras temporadas de ‘Community’ e rapidamente acendeu um movimento de fãs apaixonados por essa comédia icônica, hilária e divertida da NBC”, disse Susan Rovner, presidente de conteúdo da NBCUniversal, em comunicado. “Estamos incrivelmente gratos que, depois de 15 anos, podemos entregar aos fãs este filme prometido e mal podemos esperar para trabalhar com Dan Harmon, Andrew Guest, Joel McHale, Sony e nossos parceiros da UTV para continuar essa comédia épica para o público Peacock.” No mês passado, Harmon havia sugerido que o filme de “Community” não era “uma questão de ‘se’, mas de ‘quando'”. Esse “quando” ainda não foi definido, mas agora é possível afirmar que o filme de “Community” sairá “em breve”. A notícia foi comemorada pelo elenco nas suas redes sociais. Ken Jeong postou um vídeo contendo a cena que deu início ao movimento “seis temporadas e um filme”. E Joel McHale fez um post marcando boa parte do elenco da série, inclusive Donald Glover. Ironicamente, como Gillian Jacobs não tem conta no Twitter, ele marcou a atriz Gillian Anderson (“Arquivo X”) no seu lugar. As seis temporadas de “Community” podem ser vistas – por enquanto – na Netflix. pic.twitter.com/L1EALuQtGB — Ken Jeong (@kenjeong) September 30, 2022 .@alisonbrie @kenjeong @dannypudi @YNB @donaldglover @GillianA @peacock @SonyTV @CommunityTV pic.twitter.com/ynVqgaPuQD — Joel McHale (@joelmchale) September 30, 2022
Trailer e vídeo de bastidores marcam final da franquia “Halloween”
A Universal divulgou o trailer e um vídeo de bastidores de “Halloween Ends”, filme anunciado como encerramento da longeva saga de terror. Por isso, as prévias são centradas na última luta entre o serial killer Michael Myers e a final girl Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Desde que os dois se enfrentaram pela primeira vez em 1978, eles já tiveram três finais anunciados como definitivos – o primeiro foi a continuação direta, “Halloween II”, de 1980, seguido por “Halloween H20: Vinte Anos Depois” em 1998 e, por fim, “Halloween: Ressurreição” em 2002, o filme em que Laurie morre. Todos foram ignorados pela nova trilogia, inaugurada em 2018 como uma sequência direta do longa original de John Carpenter. O papel de Laurie deu à Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. Ela reconhece o impacto causado pelo filme em sua carreira num dos vídeos recém-disponibilizados, emocionando-se com a despedida do papel. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele é septuagenário, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). A nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Uma delas foi despachada pelo bicho papão da franquia no longa anterior. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro – ou apenas o final da trilogia – tem estreia marcada para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e 18 antes do Halloween.
“Queer As Folk” é cancelada após uma temporada
A plataforma Peacock cancelou a série “Queer As Folk” após uma temporada. O anúncio foi feito pelo criador Stephen Dunn nas redes sociais durante a noite de sexta-feira (23/9). “É um presente raro nestes tempos, e neste país, poder fazer um show tão destemido e sem remorso quanto ‘Queer As Folk’”, escreveu Dunn no Instagram. “Esta experiência mudou nossas vidas para sempre e estamos muito gratos por ter encontrado esta nova família incrível. Mas hoje recebemos a notícia decepcionante de que não teremos uma 2ª temporada. Sabemos o quanto isso significa para os fãs e, embora estejamos com o coração partido, não faremos mais episódios. Queremos agradecer a todos por assistir e se apaixonar por Brodie, Mingus, Ruthie, Noah, Shar, Julian, Daddius, Bussey, Marvin, Judy e Brenda. Estamos muito gratos pela chance de honrar nossa comunidade e estamos muito orgulhosos deste show. #QueerAsFamily.” A produção era um reboot da série gay clássica dos anos 2000 e acompanhava um grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A estreia registrava um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. Deu o que falar. Mas aparentemente isso não bastou para garantir audiência. Foi a segunda vez que o título da série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), foi usado numa adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão tinha sido desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) e reunia um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”). A série foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja o trailer abaixo.
Série sobre crime real chocante ganha trailer
A plataforma americana Peacock divulgou o primeiro trailer da série “A Friend of the Family”, que narra a terrível história real de uma garota raptada e molestada duas vezes pelo mesmo homem, alguém que seus pais consideravam “um amigo da família”. A série vai contar a história real de Jan Broberg, que em 1974, aos 12 anos, foi sequestrada e estuprada. Diante da impunidade, dois anos depois o mesmo homem repetiu tudo de novo. O sequestrador era Robert “B” Berchtold, que havia se infiltrado na vida da família da menina e passado dois anos fazendo amizade com os pais dela, ganhando assim a confiança deles e podendo se aproximar de Jan. Ao longo desse tempo, Berchtold aprendeu as fraquezas daquela família e explorou suas vulnerabilidades. Ele chegou a manipular os pais de Jan, Bob e Mary Ann, criando conflitos no casamento deles. Seu poder de manipulação era tamanho que ele estuprou Jan repetidamente, sob o pretexto de que ela estava envolvida em uma missão alienígena ultra-secreta para salvar sua espécie, sendo necessário que ela se reproduzisse antes de seu aniversário de 16 anos ou sua irmã e seu pai sofreriam as consequências de serem “vaporizados”. A lavagem cerebral que ele causou na menina foi tão grande que ela conta que passou a “amá-lo como um marido”. Os pais dela também não conseguiam raciocinar direito. Na ocasião do primeiro sequestro, eles ficaram preocupados quando ela não voltou de uma cavalgada com Berchtold, mas não relataram o sumiço por cinco dias, com medo de que isso pudesse perturbar Gail, a esposa de Berchtold, que também era uma amiga próxima. O segundo caso de sequestro aconteceu em 1976, quando Berchtold matriculou Jan em um internato católico em Los Angeles com um nome falso, enquanto ele continuava morando em um estacionamento de trailers em Salt Lake City. Ele a visitava todo final de semana e, mais uma vez, os pais de Jan demoraram para reportar o caso, temendo que a notícia de um segundo desaparecimento da filha se espalhasse por toda a comunidade. Esta história foi contada recentemente na série documental “Abducted In Plain Sight”, da Netflix. A série “A Friend Of The Family” foi criada por Nick Antosca (“Vingança Sabor Cereja”) e o elenco é formado por Jake Lacy (“The White Lotus”) como o sequestrador, Colin Hanks (“The Offer”) e Anna Paquin (“True Blood”) como os pais e Hendrix Yancey (a Treze da 4ª temporada de “Stranger Things”) como Jan. A própria Jan Broberg e sua mãe, Mary Ann, participam como produtoras executivas. A atração estreia em 6 de outubro nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A Peacock é a única plataforma de grande estúdio de Hollywood (pertence à NBCUniversal) que não foi lançada por aqui, mas suas séries tem chegado ao país por outros serviços.
Kaley Cuoco viaja no tempo pra ter encontro perfeito. Veja o trailer
A plataforma Peacock divulgou o pôster e o trailer da comédia romântica “Meet Cute”, estrelada pela atriz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) e o ator Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”). Na trama, os dois interpretam Sheila e Gary, um casal que se apaixona à primeira vista e passa uma noite perfeita juntos. Mas nem tudo é o que parece. Na verdade, Sheila tem uma máquina do tempo e a usa para reviver aquela noite várias vezes, com o intuito de transformar Gary no homem perfeito. Com direção de Alex Lehmann (“Paddleton”), “Meet Cute” será lançado em 21 de setembro no serviço americano de streaming americano. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Animação “Abominável” vira série. Veja o trailer
A Dreamworks Animation divulgou o pôster e o trailer da nova série “Abominable and the Invisible City”, que é uma continuação do filme “Abominável”, animação sobre o Abominável Homem das Neves. A prévia mostra a volta do Yeti aos EUA, após todo o trabalho da garotinha Yi e seus amigos para levá-lo, numa aventura ao redor do mundo, à segurança do Himalaia. A explicação para seu retorno também é a missão que serve de premissa da série: ajudar outras criaturas mágicas a encontrar segurança longe das ameaças da civilização. Os personagens foram criados por Jill Culton, que escreveu a história original de “Monstros S.A.” (2001) e dirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006), e a adaptação está a cargo de Tiffany Lo e Ethel Lung, roteiristas da série de aventuras “Blood & Treasure”. Já o elenco de dubladores mantém as vozes do filme original, com destaque para Chloe Bennet (a Tremor da série “Agents of SHIELD”), que dubla a menina Yi. “Abominable and the Invisible City” será lançado nos EUA nas plataformas Hulu e Peacock no dia 5 de outubro, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Rutherford Falls: Nova comédia do criador de “Parks and Recreation” é cancelada
A plataforma americana Peacock cancelou “Rutherford Falls”, nova criação de Dan Schur (“Parks and Recreation”), após a 2ª temporada. Em um comunicado reagindo à decisão, a showrunner e cocriadora Sierra Teller Ornelas indicou que a equipe tentará encontrar um novo lar em outra plataforma, mas nenhuma série cancelada conseguiu ser resgatada desde “Manifest” há um ano, vindo da TV aberta para o streaming. A série era elogiada por sua representação nativa-americana, tanto na frente quanto atrás da câmera. Aclamada pela crítica, tinha 96% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Seu cancelamento é o segundo consecutivo de uma atração de Dan Schur, que teve o projeto da adaptação do filme “Campo dos Sonhos” descartado em junho, um mês antes de começar a ser gravado. Schur criou “Rutherford Falls” em parceria com Ornelas e o ator Ed Helms. Ele e o ator trabalharam juntos em outro sucesso televisivo, “The Office”, que Schur escreveu e Helms estrelou. A comédia gira em torno de dois melhores amigos de longa data, Nathan Rutherford (Helms) e Reagan Wells (Jana Schmieding, de “Blast”), que se encontram em uma encruzilhada – literalmente – quando sua cidadezinha interiorana, à beira de uma reserva indígena, passa a ser “ameaçada” pelo progresso. Nathan é descendente do fundador da cidade e quer defender a estátua de seu ancestral da remoção pela Prefeitura, enquanto Reagan busca construir um centro cultural indígena para o qual nem os índios dão importância. A série entrou para a História da TV por incluir cinco roteiristas indígenas em sua equipe de produção – um marco na representatividade nativa-americana na televisão dos EUA. Os escritores incluem a própria Schmieding (descendente da nação Cheyenne e Lakota Sioux), Ornelas (Navajo), Bobby Wilson (Sisseton-Wahpeton Dakota), Tai Leclaire (da nação Moicana e Mi’kmaq) e Tazbah Chavez (descendente das tribo Paiute, Navajo e Apache). O elenco ainda destaca Michael Greyeyes (da nação Muskeg Lake Cree, que estrelou “I Know This Much Is True”), Jesse Leigh (“Heathers”) e Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”). Veja abaixo o trailer da atração, que permanece inédita no Brasil.
Joe Pesci abandona aposentadoria para estrelar série
O veterano ator Joe Pesci desistiu de se aposentar. Depois de ter saído do descanso para interpretar o mafioso Russell Bufalino em “O Irlandês” (2019), o ator fechou um novo papel. Ele vai estrelar a série de comédia “Bupkis”, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock. A série ainda vai contar com Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) e Edie Falco (“Nurse Jackie”). Além de estrelar, Davidson também é um dos roteiristas e produtores da atração, que é livremente inspirada na sua vida. Falco vai interpretar sua mãee Pesci será o seu avô na produção. Davidson compartilha os roteiros de “Bupkis” com Dave Sirus e Judah Miller, respectivamente o roteirista e o produtor de “A Arte de Ser Adulto”, que o ator estrelou em 2020. Miller será o showrunner da série, que terá direção de Jason Orley (“Volta Pra Mim”). A atração não tem previsão de estreia. Embora já tenha feito pequenas participações em diferentes séries de TV, esse será o primeiro papel regular de Pesci desde que ele estrelou a série “Half Nelson”, que durou apenas oito episódios em 1985.
Final da saga “Halloween” terá estreia simultânea nos cinemas e em streaming nos EUA
A Universal revolveu programar o lançamento de “Halloween Ends” em streaming no mesmo dia da chegada do filme ao cinema. A iniciativa foi divulgada com um novo cartaz, que chama atenção pelo aviso da estreia simultânea na Peacock, a plataforma de streaming do conglomerado NBCUniversal. “Prepare-se para o confronto final. Termina este HALLOWEEN”, diz a legenda da arte, que traz o serial killer Michael Myers e a final girl Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Além disso, Jamie Lee Curtis publicou um vídeo nas redes sociais, explicando que a decisão de fazer o lançamento simultâneo é um presente para os fãs que a acompanharam durante 40 anos e que torceram por ela contra Michael Myers, permitindo que escolham onde preferem terminar a saga – gritando no escuro do cinema ou em casa (de preferência não sozinho). Desde que Laurie Strode e Michael Myers se enfrentaram pela primeira vez em 1978, eles já tiveram três finais anunciados como definitivos – o primeiro foi a continuação direta, “Halloween II”, de 1980, seguido por “Halloween H20: Vinte Anos Depois” em 1998 e, por fim, “Halloween: Ressurreição” em 2002, o filme em que Laurie morre. Todos foram ignorados pela nova trilogia, inaugurada em 2018 como uma sequência direta do longa original de John Carpenter. O papel de Laurie deu à Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele é septuagenário, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). A nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro – ou apenas o final da trilogia – tem estreia marcada para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e 18 antes da data do Halloween.
Trailer apresenta o universo da série “Vampire Academy”
A plataforma Peacock divulgou o pôster e o trailer completo de “Vampire Academy”, que marca a volta da produtora Julie Plec, criadora do universo de “The Vampire Diaries”, às tramas de vampiros. Na nova atração, ela está trabalhando ao lado de Marguerite MacIntyre, que viveu a xerife Lis Forbes em “The Vampire Diaries” e revelou seus talentos de roteirista em “The Originals”. A trama adapta uma história que se estende por seis livros da escritora Richelle Mead. A “Academia de Vampiros” é uma fantasia de princesas, vampiros e adolescentes, que se passa em uma escola de elite, num mundo em que os sanguessugas são a classe dominante. Mas essa aristocracia cheia de privilégios e glamour têm seu status colocado em cheque por uma briga entre facções e pela amizade entre uma jovem princesa vampira e uma adolescente quase comum, que trabalha como sua guarda-costas, em meio a conspirações e uma tentativa de golpe pela liderança dos vampiros. Sisi Stringer (“Mortal Kombat”) e Daniela Nieves (“Sex Appeal”) vivem os papéis principais, respectivamente como Rose Hathaway, uma Dhampir, metade humana metade vampira, que atua como guardiã dos Moroi, e a princesa Lissa Dragomir, uma vampira da realeza Moroi, que apesar da falta de interesse em política se vê empurrada para o trono por uma morte repentina em sua família. O resto do elenco inclui Kieron Moore (“Sex Education”), André Dae Kim (“Degrassi”), J. August Richards (“Agents of SHIELD”), Anita-Joy Uwajeh (“Lucky Man”), Mia McKenna-Bruce (“The Dumping Ground”), Rhian Blundell (“Torchwood: Believe”), Jonetta Kaiser (“Breakwater”) e Andrew Liner (“Grown-ish”). A escalação reflete a tendência de maior integração racial nos elencos das produções mais recentes. Chega a ser informativo comparar este elenco com a adaptação cinematográfica do primeiro livro, lançada há apenas oito anos, que trazia duas atrizes brancas, Zoey Deutch e a loiríssima Lucy Fry, nos papéis principais. Mais destoante ainda, em todo o elenco do filme havia apenas duas intérpretes negras, cujos papéis nem fazem parte do casting principal da atração televisiva. Ironicamente, isto também deixa a série parecida com a recém-cancelada “Primeira Morte” (First Kill), da Netflix. “Vampire Academy” estreia em 15 de setembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Embora seja a única plataforma de grande estúdio sem alcance internacional, as séries da Peacock têm chegada por aqui nos mais diferentes serviços de streaming.
Kaley Cuoco vai estrelar comédia romântica sobre viagem no tempo
A atriz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) e o ator Pete Davidson (“A Arte de Ser Adulto”) se juntaram na comédia romântica “Meet Cute”. Na trama, os dois interpretam Sheila e Gary, um casal que se apaixona à primeira vista e passa uma noite perfeita juntos. Mas nem tudo é o que parece. Na verdade, Sheila tem uma máquina do tempo e a usa para reviver aquela noite várias vezes, com o intuito de transformar Gary no homem perfeito. Com direção de Alex Lehmann (“Paddleton”), “Meet Cute” será lançado em 21 de setembro no serviço americano de streaming Peacock. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Kaley Cuoco também será vista em breve no filme “Role Play”, sobre um casal assombrado pelos segredos do passado, e na série “Based on a True Story”. Pete Davidson, por sua vez, tem se mantido ocupado após deixar o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. Ele está trabalhando na comédia “Wizards!”, do diretor David Michôd (“O Rei”), e também vai estrelar o terror “The Home”, de James DeMonaco (criador da franquia “Uma Noite de Crime”).











