Isla Fisher e Josh Gad farão série em streaming
Josh Gad e Isla Fisher vão se envolver romanticamente em “Wolf Like Me”, uma nova série produzida em parceria entre a plataforma Peacock e o serviço de streaming australiano Stan. Com seis episódios de meia-hora (formato de série britânica), “Wolf Like Me” vai trazer Gad como Gary, um homem em crise emocional que luta para sustentar sua filha após a morte de sua esposa, e Fisher como Mary, uma mulher com um segredo que ela não consegue compartilhar com ninguém. O universo vai juntar esses dois por um motivo, mas eles precisam ficar atentos aos sinais. A série é uma criação de Abe Forsythe, o cineasta do terrir “Pequenos Monstros” (Little Monsters), que também foi estrelado por Josh Gad. Ele assina o roteiro e vai compartilhar a produção executiva com Gad, Fisher e a equipe das produtoras Made Up Stories e Endeavor Content. “Nós nos apaixonamos pela narrativa criativa de Abe Forsythe e pelo dom de criar personagens complexos e atraentes”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da divisão de streaming e televisão da NBCUniversal. “Com os incrivelmente talentosos Isla Fisher e Josh Gad em seu centro, ‘Wolf Like Me’ será envolvente, peculiar e totalmente original.” Gad atualmente estrela a série da HBO “Avenue 5” e empresta sua voz para a animação da Apple “Central Park”. Ele é conhecido principalmente por seus papéis na Disney, como dublador de Olaf na franquia “Frozen” e como intérprete de LeFou na versão live-ation de “A Bela e a Fera” (2017). Já Fisher começou a carreira na TV australiana nos anos 1990 (em “Home and Away”), antes de estourar no cinema. A esposa do ator Sacha Baron Cohen (o Borat) também participou do revival de “Arrested Development” na Netflix e de filmes de sucesso como “Penetras Bons de Bico” (2005), “Truque de Mestre” (2013) e o recente “Fada Madrinha” (2020) na Disney+.
Queer as Folk: Pioneira série gay vai ganhar novo remake
A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pela plataforma de streaming Peacock. O serviço de streaming da NBCUniversal encomendou oito episódios de uma releitura da série original de Russel T. Davies. A nova versão está sendo desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) desde o final de 2018, quando as negociações visavam um lançamento no canal pago Bravo, que faz parte do mesmo conglomerado. O novo “Queer as Folk” irá explorar um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans cujas vidas são transformadas após uma tragédia. Será a segunda vez que a série de Davies ganhará uma adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman criaram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. Já a versão original, criada em 1999 por Russell T. Davies (que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” em 2005) para o Channel 4, acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para gerar uma revolução comportamental na televisão. Relembre a série original e o primeiro remake com os trailers abaixo.
Rutherford Falls: Nova comédia do criador de Parks and Recreation ganha trailer
A plataforma americana Peacock, do conglomerado NBCUniversal, divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Rutherford Falls”, nova série de comédia de Michael Schur, responsável por sucessos como “Parks and Recreation”, “The Good Place” e “Lei e Desordem” (Brooklyn Nine-Nine) Schur criou a atração em parceria com o ator Ed Helms. Os dois trabalharam juntos em outro sucesso televisivo, “The Office”, que o primeiro escreveu e o segundo estrelou. Na verdade, o time criativo é um trio, que se completa com a produtora-roteirista Sierra Teller Ornelas (“Superstore”). A comédia gira em torno de dois melhores amigos de longa data, Nathan Rutherford (Helms) e Reagan Wells (Jana Schmieding, de “Blast”), que se encontram em uma encruzilhada – literalmente – quando sua cidadezinha interiorana, à beira de uma reserva indígena, passa a ser “ameaçada” pelo progresso. Nathan é descendente do fundador da cidade e quer defender a estátua de seu ancestral da remoção pela Prefeitura, enquanto Reagan busca construir um centro cultural indígena para o qual nem os índios dão importância. A série já entrou para a História da TV antes mesmo de sua estreia por incluir cinco roteiristas indígenas em sua equipe de produção – um marco na representatividade nativa-americana na televisão dos EUA. Os escritores incluem a própria Schmieding (descendente da nação Cheyenne e Lakota Sioux), Ornelas (Navajo), Bobby Wilson (Sisseton-Wahpeton Dakota), Tai Leclaire (da nação Moicana e Mi’kmaq) e Tazbah Chavez (descendente das tribo Paiute, Navajo e Apache). O elenco também destaca Michael Greyeyes (da nação Muskeg Lake Cree, que estrelou “I Know This Much Is True”), Jesse Leigh (“Heathers”) e Dustin Milligan (“Schitt’s Creek”). Produção da Universal Television, “Rutherford Falls” estreia em 22 de abril nos EUA.
Natasha Lyonne estrelará série criada pelo diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi
A plataforma Peacock encomendou a produção da primeira série criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. A atração vai se chamar “Poker Face” e será estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”). “Estou muito animado para mergulhar no tipo de diversão focada em personagens recorrentes e mistério da semana que assistia desde a infância”, disse Johnson em um comunicado. “É o meu lugar feliz. Ter Natasha como parceira no crime é um sonho, e encontramos o lar perfeito na Peacock. ” Além de criador, Johnson será roteirista e diretor da série, que não teve detalhes revelados. Embora “Poker Face” seja a primeira série criada por Johnson, ele já trabalhou em produções televisivas, tendo dirigido três episódios importantes da série “Breaking Bad”. Não há previsão para a estreia da nova atração.
Langdon: Personagem de O Código Da Vinci vai ganhar série na plataforma Peacock
A NBCUniversal aprovou a produção da série “Langdon”, baseada nos romances de Dan Brown. O famoso simbologista, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes, será vivido por Ashley Zukerman (da série “Succession”) na adaptação televisiva. Mas a série não irá mais para a rede NBC, conforme planejamento inicial. Em vez disso, servirá de chamariz para a plataforma do grupo, chamada de Peacock. “A equipe ficou maravilhada com este piloto e seu enorme potencial para se tornar um grande sucesso, e nossa nova estrutura nos permite movê-lo para Peacock e dar-lhe todas as oportunidades para que isso aconteça”, disse Susan Rovner, presidente da NBCUniversal Television and Streaming. “Nossa capacidade de escolher um grande programa não é mais limitada pelos padrões da programação de uma rede, o que nos dá a liberdade de dizer ‘sim’ aos programas que amamos e, em seguida, encontrar o lar perfeito em nosso portfólio.” Hanks interpretou Robert Langdon em “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), todos dirigidos por Ron Howard. A série marca a primeira vez que o personagem é interpretado por outro ator. A trama da atração será baseada em “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do personagem, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”. A trama gira em torno de um novo desafio para o professor de arte e “simbologia” de Harvard: desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma) conspiração global. O escritor Dan Brown, autor dos livros, está envolvido no projeto como produtor executivo, mas o roteiro e produção do piloto estão nas mãos da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”.
Nova versão de Galera do Barulho é renovada para 2ª temporada
A plataforma Peacock renovou o revival de “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), série adolescente imensamente popular dos anos 1990, que ganhou continuação em streaming focada nos filhos dos personagens originais – mais ou menos como aconteceu com “Fuller House”, na Netflix. Produção da Universal TV, a nova “Saved by the Bell” (título original) foi lançada em 25 de novembro nos EUA. “Estou emocionada pela renovação de ‘Saved by the Bell’. Fiquei maravilhada com todo o amor gerado pelo programa e mal posso esperar para voltar e fazer mais episódios”, disse a roteirista e produtora executiva Tracey Wigfield em comunicado. “Espero poder continuar na Peacock por muito mais temporadas e, então, em 30 anos, talvez alguém reviva nosso reboot e invente o ‘threeboot’”, acrescentou. A nova versão da série clássica é o programa mais assistido do novo serviço de streaming da NBCUniversal, ainda inédito no Brasil. Também foi a segunda série original da plataforma a receber encomenda de novos episódios. Antes dela, “AP Bio”, que foi transplantada da rede NBC, teve sua 4ª temporada confirmada no serviço de streaming. O revival traz de volta Mark-Paul Gosselaar, Mario Lopez, Elizabeth Berkley e Tiffani Thiessen a seus papéis clássicos, agora como os adultos da trama, que ainda segue acompanhando os estudantes adolescentes da Bayside High School. A premissa explora o que acontece quando o governador da Califórnia, Zack Morris (Gosselaar), fica em apuros por fechar muitas escolas de Ensino Médio que atendiam a população de baixa renda, e propõe que eles enviem os alunos afetados às escolas mais bem financiadas do estado – incluindo Bayside High. O afluxo de novos alunos dá às crianças privilegiadas de Bayside uma dose muito necessária de realidade – entre eles, o próprio filho de Zack, vivido por Mitchell Hoog (de “Freaky – No Corpo de um Assassino”). Os personagens Jessica Spano (Elizabeth Berkley) e A.C. Slater (Mario Lopez) agora trabalham na escola em que cresceram e lideram um elenco que também destaca John Michael Higgins (“A Escolha Perfeita”) como diretor do Bayside e uma nova turma de alunos, incluindo ainda Belmont Cameli (o filho de Jessica), Dexter Darden, Alycia Pascual-Peña, Josie Totah e Haskiri Velazquez. Já Gosselaar e Thiessen fazem apenas participações especiais. A produtora-roteirista Tracey Wigfield (“30 Rock”) atua como showrunner e conduz a série ao lado do produtor da atração original dos anos 1980, Peter Engel.
The Office foi a série mais vista em streaming em 2020
O serviço de audiência de streaming da Nielsen divulgou a lista dos títulos mais assistidos em 2020 nos EUA nas plataformas digitais. E o líder do ranking não foi nenhuma das produções mais faladas nas redes sociais e amplamente divulgadas pelos gigantes do streaming, mas um programa da TV aberta que acabou em 2013. A comédia “The Office” foi a favorita dos assinantes de serviços online (no caso, da Netflix) no ano passado. Não por acaso, a nova plataforma americana Peacock, da NBCUniversal, está dando grande atenção ao programa, que deixou a Netflix e passa a ser sua propriedade exclusiva a partir de 2021. O ranking se baseia na quantidade de minutos totais gastos pelos telespectadores para ver cada título. “The Office” lidera a lista por contabilizar 57,13 bilhões de minutos de exibição online. O número é 45% maior do que o programa que ficou em 2ª lugar – outra série da TV aberta, “Grey’s Anatomy”, que atingiu a marca de 39,41 bilhões de minutos. Esta conta é completamente diferente dos números mágicos da Netflix, que considera necessários apenas dois minutos de exibição para tratar uma série como inteiramente vista. Por isso, os programas mais vistos, de acordo com a Nielsen, são diferentes daqueles que a Netflix diz que são seus produtos mais populares. Mas a análise da Nielsen também é incompleta, pois só avalia a audiência de streaming vista em aparelhos de TV. De todo o modo, o ranking atesta que o conteúdo mais popular ainda está sendo criado para a TV – e, curiosamente, disponibilizado em streaming pela Netflix. A lista inclui séries como “NCIS”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, e as comédias de TV paga “Schitt’s Creek” e “Shameless”. Os 10 programas mais vistos foram responsáveis por cerca de 265,5 bilhões de minutos de exibição em 2020. Já a relação de produções originais de streaming solidifica a liderança da Netflix no segmento. A plataforma emplacou 9 títulos no Top 10 das séries digitais/originais mais assistidas na América do Norte. Curiosamente, a série original mais assistida, de acordo com o Nielsen, é “Ozark”, que lidera o ranking com 30,46 bilhões de minutos de visualização. A 3ª temporada da série criminal estrelada por Jason Bateman estreou no final de março de 2020 e recebeu um aumento considerável de audiência em relação aos episódios anteriores. Apesar disso, a plataforma vai encerrar a produção em sua vindoura 4ª temporada. Apesar do predomínio da Netflix, a Disney+ (Disney Plus) conseguiu incluir “The Mandalorian” no Top 10, com 4,52 bilhões de minutos de exibição. A 2ª temporada da série apareceu na classificação semanal da Nielsen por sete semanas consecutivas em 2020. A Disney Plus, por sinal, inverte o domínio da Netflix entre os títulos de longa-metragem, com 7 filmes no Top 10 digital de 2020. “Frozen II” liderou a lista, com 14,92 bilhões de minutos. Já a produção original mais vista em longa-metragem foi “Hamilton”, musical disponibilizado com exclusividade na plataforma da Disney.
Veja uma cena inédita e muito divertida da série The Office
O serviço de streaming Peacock, da NBCUniversal, reservou uma surpresa de Ano Novo para os fãs da série “The Office”: uma cena inédita de 30 minutos, que foi gravada e nunca utilizada como abertura do final da série em 2013. Engraçadíssima, a cena revela um elaborado plano de Jim (John Krasinski) e Pam (Jenna Fischer) para convencer Dwight (Rainn Wilson) de que o filme “Matrix” era real e ele tinha sido selecionado para se juntar à luta contra as máquinas. A cena ainda destaca Hank incorporando Dorpheus, o irmão de Morpheus, e o vídeo é dedicado à memória de seu intérprete, o ator Hugh Dane, falecido em 2018. O presente para os fãs é um lembrete de que “The Office” deixou a Matrix, ops, a Netflix, e agora está na Peacock, por enquanto disponível apenas nos EUA. Confira abaixo a divertida cena inédita. 🚨 This is not a drill. 🚨 Presenting a never-before-seen cold open from #TheOffice! Watch #TheOfficeonPeacock for more exclusive content: https://t.co/83j9pd3Wke pic.twitter.com/NgE1GYsJzm — Dunder Mifflin Peacock (@peacockTV) January 1, 2021
Produtores de Galera do Barulho pedem desculpas a Selena Gomez por piada sobre sua saúde
A hashtag #RespectSelenaGomez explodiu no Twitter nesta semana, graças a uma piadinha do reboot da série “Galera do Barulho” (Saved By the Bell), lançada na quarta-feira (25/10) na plataforma americana de streaming Peacock – ainda não disponível no Brasil. O sexto episódio, de um total de 10 disponibilizados simultaneamente, mostra os alunos da Bayside High entediados e sem ter acesso à internet, após terem seus celulares roubados. Em uma cena, dois estudantes discutem sobre quem doou um rim para a cantora em 2017, após ela ter sido diagnosticada com lúpus anos antes, já que eles não podiam conferir a informação online para tirar suas dúvidas. Os fãs de Selena Gomez criticaram o programa nas redes sociais durante todo o sábado, fazendo com que “Respeite Selena Gomez” virasse tendência no Twitter. Diante da repercussão, a Peacock emitiu uma desculpa oficial pela referência do episódio e ainda anunciou uma doação para a instituição de caridade da cantora, dedicada a apoiar outros pacientes com lupus. “Pedimos desculpas. Nunca foi nossa intenção menosprezar a saúde de Selena. Entramos em contato com sua equipe e faremos uma doação para sua instituição de caridade, The Selena Gomez Fund for Lupus Research, na USC (Universidade da Califórnia do Sul)”, disseram a Peacock, o estúdio NBCUniversal e os produtores executivos da série, em um comunicado conjunto. Selena Gomez precisou fazer um transplante de rim em 2017, devido à sua batalha contra o lúpus, uma doença autoimune que ela já enfrentava há cinco anos. A cantora compartilhou a identidade de sua doadora, a atriz Francia Raisa (da série “Grown-Ish”), nas redes sociais e se abriu sobre a cirurgia que, segundo ela, salvou sua vida.
História de Trolls 2 vai continuar em série animada
A plataforma de streaming Peacock anunciou a encomenda de uma série animada derivada da franquia “Trolls”. Batizada de “TrollsTopia”, a produção da DreamWorks Animation já ganhou seu primeiro trailer, que pode ser visto abaixo. O vídeo demonstra que a série vai manter as características musicais dos filmes, mas trocará o visual com texturas de computação gráfica por uma animação 2D mais tradicional. Na verdade, a produção já é a segunda série baseada nos personagens. A primeira, “Trolls: O Ritmo Continua”, foi lançada em 2018 na Netflix, após o filme original. E embora tenha trocado de plataforma, a nova trama manterá boa parte do elenco de dubladores daquela série, incluindo Skylar Astin como Tronco (personagem dublado por Justin Timberlake no cinema) e Amanda Leighton como Poppy (voz de Anna Kendrick na tela grande). “TrollsTopia” continuará acompanhando Poppy, Tronco (Branch) e cia. após os eventos do filme “Trolls 2”. Isto é, depois deles descobrirem que existem outros tipos de trolls musicais. Na trama, Popply vai tentar um experimento chamado “TrollsTopia”, no qual todas as tribos de trolls buscarão conviver juntas em harmonia. Lançado em abril em PVOD (locação digital premium) nos EUA, “Trolls 2” ainda é inédito no Brasil. A estreia está marcada para 3 de dezembro nos cinemas nacionais.
Trailer do revival de Galera do Barulho junta elenco clássico e nova geração
A plataforma americana de streaming Peacock divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer do revival de “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), grande sucesso juvenil da TV exibido entre 1989 e 1992 nos EUA. A prévia revela a volta de Mark-Paul Gosselaar, Mario Lopez, Elizabeth Berkley e Tiffani Thiessen a seus papéis clássicos, agora como os adultos da trama, que ainda acompanha os estudantes adolescentes da Bayside High School. A nova série explora o que acontece quando o governador da Califórnia, Zack Morris (Gosselaar), fica em apuros por fechar muitas escolas de Ensino Médio que atendiam a população de baixa renda e propõe que eles enviem os alunos afetados às escolas mais bem financiadas do estado – incluindo Bayside High. O afluxo de novos alunos dá às crianças privilegiadas de Bayside uma dose muito necessária de realidade. Os personagens Jessica Spano (Elizabeth Berkley) e A.C. Slater (Mario Lopez) agora trabalham na escola em que cresceram e lideram um elenco que também destaca John Michael Higgins (“A Escolha Perfeita”) como diretor do Bayside e uma nova turma de alunos, incluindo ainda Belmont Cameli (o filho de Jessica), Dexter Darden, Alycia Pascual-Peña, Josie Totah e Haskiri Velazquez. Já Gosselaar e Thiessen fazem apenas participações especiais. A produtora-roteirista Tracey Wigfield (“30 Rock”) atua como showrunner e conduz a série ao lado do produtor da atração original dos anos 1980, Peter Engel. Produção da Universal TV, a nova “Saved by the Bell” (título original) será lançada em 25 de novembro.
A Máfia dos Tigres: Kate McKinnon fará série baseada na história do documentário
A comediante Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) vai estrelar a minissérie baseada na história real que inspirou “A Máfia dos Tigres”. Produção da NBCUniversal, a série tem o título provisório de “Joe Exotic” e será exibida simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). McKinnon viverá Carole Baskin, a arquinimiga de Joe Exotic. Ela é uma grande defensora de animais, que descobre que Joe “Exotic” Schreibvogel está criando leões e tigres para vender e lança uma campanha para fechar seus negócios, o que inicia uma rivalidade crescente. Quando Joe resolve se vingar, os resultados se tornam cada vez mais perigosos. A minissérie não é a mesma produção que foi anunciada em maio, com Nicolas Cage no papel de Joe Exotic. Aquela atração foi criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”) e será produzida pela CBS Television Studios. A produção da NBCUniversal é escrita por Etan Frankel (“Shameless”) e se baseia no podcast de crimes “Over My Dead Body” que originou o interesse das plataformas de streaming pelos personagens reais. Ou seja, depois do sucesso da série documental da Netflix, virão mais duas séries, desta vez de ficção, sobre a mesma história. Relembre do que se trata no trailer abaixo.
MacGruber: Paródia de MacGyver vai virar série em streaming
A plataforma Peacock divulgou um teaser que anuncia a produção da série “MacGruber”, baseada num esquete popular do programa humorístico “Saturday Night Live” que até já rendeu filme em 2010. O personagem vivido por Will Forte (“O Último Cara da Terra”) é uma paródia do agente MacGyver. Os esquetes, que começaram em 2007, geralmente mostravam o agente de operações especiais MacGruber em meio a uma missão para desativar uma bomba-relógio. Entretanto, ele sempre se distraía com questões pessoais, resultando na detonação da bomba e na morte de todo mundo em cena. A série vai voltar a juntar Will Forte com o diretor Jorma Taccone. Os dois trabalharam juntos no filme “Corram que o Agente Voltou”, título nacional do longa de MacGruber – chamado, claro, “MacGruber” em inglês. Vale observar que o filme foi um grande fracasso. Custou pouco, US$ 10 milhões, e ainda assim deu prejuízo, faturando US$ 9,3 milhões em todo o mundo. Não há previsão de estreia para a série.












