Trailer de “The Handmaid’s Tale” anuncia data da 5ª temporada no Brasil
A plataforma Paramount+ divulgou o trailer nacional da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que destaca o acirramento da rivalidade entre June (Elisabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes), e anuncia a data de estreia dos novos capítulos no Brasil. A prévia explora o contraste entre o destino das duas antagonistas. Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar o governo extremista. Só que ela também se torna alvo prioritário da vingança de seus inimigos. A 5ª temporada estreia em 18 de setembro no Brasil, exclusivamente na Paramount+.
João Vicente de Castro vai viver o próprio pai em série sobre O Pasquim
O ator e apresentador João Vicente de Castro (da novela “Espelho da Vida” e do programa “Papo de Segunda”) vai viver o próprio o pai, Tarso de Castro, numa série dramática da Paramount+ sobre a história do jornal O Pasquim. Tarso foi um dos fundadores da famosa publicação de humor, comportamento e política que marcou o Brasil nos anos 1970. João Vicente é um dos produtores do projeto, atualmente em fase de piloto. Se tudo der certo, será sua segunda produção para o streaming, após a série de comédia e suspense “As Seguidoras”, lançada em março. Ele vai trabalhar na produção com a equipe do Porta dos Fundos. A atração terá seis episódios escritos por Murilo Hauser. “Vai ser uma loucura”, disse o ator-produtor ao jornal O Globo. “Ainda não sabemos quando vamos gravar. E estamos fazendo convites para o elenco”. “O Pasquim” foi fundado por Tarso de Castro, Jaguar e Sérgio Cabral em 1969 para enfrentar a ditadura militar com uma revolução comportamental. A publicação, editada até 1991, abordava temas como sexo, drogas, feminismo e trazia muitas tiras de humor, incomodando para valer a dita “moral e os bons costumes” que a ditatura pretendia impor com a força da censura no Brasil. De fato, em função de uma entrevista lendária feita por Tarso, Jaguar e Cabral com Leila Diniz em 1969, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, a infame Lei de Imprensa, que por um tempo se tornou popularmente conhecida pelo nome da atriz. Em novembro de 1970, a maior parte da redação de O Pasquim foi presa porque o jornal ousou satirizar o célebre quadro da Proclamação da Independência, de Pedro Américo. Mas Millôr Fernandes, que escapou da prisão, manteve o jornal funcionando com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Glauber Rocha e diversos intelectuais cariocas, vendendo cerca de 100 mil exemplares por semana, mais do que as revistas Veja e Manchete somadas. Ao longo de sua trajetória icônica, O Pasquim também contou com colaborações de Ziraldo, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Luiz Carlos Maciel, Henfil, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam, Sérgio Augusto, Ruy Castro, Fausto Wolff, Claudius e Fortuna. Tarso foi editor de 80 edições do jornal e morreu de cirrose hepática em maio de 1991, aos 49 anos. Seis meses depois, O Pasquim fechou.
Novas temporadas: “Arcanjo Renegado” e “Cine Holliúdy” estreiam em streaming
A programação de séries da semana destaca produções brasileiras – e bem diferentes entre si. As novas temporadas de “Arcanjo Renegado” e “Cine Hólliudy” chegam completas na Globoplay, embora a segunda mal tenha começado a ser exibida de forma semanal na TV aberta. Mas não faltam títulos americanos, incluindo a conclusão de duas atrações, uma minissérie biográfica sobre Mike Tyson e uma série completa da Marvel para maratonar. Confira abaixo os 10 destaques do streaming. | ARCANJO RENEGADO 2 | GLOBOPLAY Criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”. Arcanjo é o nome da equipe tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”). Na 2ª temporada, ele volta à cidade para provar sua inocência do assassinato de que é acusado, depois de passar dois anos e meio no exterior como mercenário. Quem também muda radicalmente de vida é Sarah Afonso (Erika Januza), irmã de Mikhael. O desejo por vingar a morte de seu marido, o policial Rafael (Alex Nader), e a luta diária para cuidar do filho, fazem com que ela decida entrar para a carreira policial. Os novos episódios também marcam a estreia da cantora Ludmilla na trama, como a policial Diana, que cria uma forte parceria com Sarah. O papel foi um convite da produção após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Além dela, as novidades incluem o funkeiro Tonzão Chagas, o músico e apresentador Jimmy London e o ator costa-riquenho Leynar Gómez (que contracenou com Wagner Moura em “Narcos”), o comediante Bruno Mazzeo e até duas policiais de verdade, que se juntam a Alamo Facó, Flávio Bauraqui e outros nomes do elenco da atração. | CINE HOLLIÚDY 2 | GLOBOPLAY A comédia brasileira retrô evoca a TV dos anos 1970, em particular “Os Trapalhões”, “Chico City” e “O Bem Amado”, para, ironicamente, transformar a TV em vilã da história – um detalhe que compartilha com “Bye Bye Brasil”. Se na 1ª temporada Francisgleydisson (Edmilson Filho) tinha seu cinema como a única atração cultural de Pitombas, agora ele precisa concorrer com a chegada da televisão. Mas ele tem um plano infalível para voltar a atrair o público: fazer filmes exclusivos em “cearensês”. Só que para isso precisa de uma nova musa, já que Marylin (Leticia Colin) decidiu virar atriz no Sul. Sem estrela nem amor, ele se depara com a chegada de Francisca (Luisa Arraes) na rodoviária. E assim tenta perseverar, apesar de enfrentar ciúmes e uma cidade em eterna polvorosa política, por causa das falcatruas do ex-prefeito Olegário (Matheus Narchtergaele). A série é baseada no filme homônimo do diretor Halder Gomes, sucesso de bilheteria de 2013, e conta com roteiros de Cláudio Paiva e Marcio Wilson, e direção artística de Patricia Pedrosa (todos os três de “A Grande Família”). | SEE 3 | APPLE TV+ A sci-fi pós-apocalíptica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) chega ao fim com novas batalhas épicas e explosivas. Na ausência do vilão vivido por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a trama segue a descoberta, por um de seus homens, da capacidade de construir explosivos, explorando a reintrodução das bombas após 500 anos, numa sociedade que já tinha esquecido o que significava a guerra de destruição total. “See” é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e se passa vários anos no futuro, quando toda a população do planeta encontra-se cega e acostumada a conviver com a deficiência. Entretanto, esse equilíbrio é rompido quando os filhos do protagonista nascem com visão normal e passam a ser disputados como armas capazes de garantir o domínio do mundo. O elenco também inclui Alfre Woodard (“Luke Cage”), Hera Hilmar (“Máquinas Mortais”), Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Carmago (“Dexter”), Archie Madekwe (“Midsommar”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Eden Epstein (“Sweetbitter”), Tom Mison (“Sleepy Hollow”), Hoon Lee (“Warrior”), Olivia Cheng (“Warrior”), David Hewlett (“A Forma da Água”) e Tamara Tunie (“Flight”). | ATLANTA 4 | STAR+ A série premiada de Donald Glover se encerra na 4ª temporada com a volta dos protagonistas Earn (Glover), seu primo rapper Paper Boy (Brian Tyree Henry) e os amigos Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz) para a cidade do título, encontrando velhos problemas após sua turnê maluca pela Europa. Os novos episódios chegam em tempo recorde, apenas três meses depois da 3ª temporada, compensando o hiato de quatro anos criado após a 2ª temporada. É que os capítulos finais foram rodados assim que a fase europeia do terceiro ano foi encerrada, sem período de espera entre eles. | MIKE: ALÉM DE TYSON | STAR+ A minissérie biográfica sobre a vida e a carreira do campeão mundial do boxe Mike Tyson pinça diversos momentos da vida do lutador, com destaque para o temperamento violento que o tornou campeão, mas também o fez passar um tempo na prisão. Prevendo possíveis polêmicas, o próprio Tyson tentou impedir a produção, mas nem precisava se preocupar: a série é praticamente chapa branca, evitando provocações. O elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”) como a versão adulta do esportista e também inclui o veterano Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) na pele do técnico de boxe Cus D’Amato, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a atriz Robin Givens, que foi a primeira mulher do boxeador, e Li Eubanks (“All Rise”) como Desiree Washington, a modelo que acusou Tyson de estupro. A produção foi escrita por Steven Rogers, dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie – que são, respectivamente, o roteirista, o diretor e a protagonista-produtora de “Eu, Tonya”, filme premiado sobre outra estrela malvada dos esportes norte-americanos, Tonya Harding. Além deles, Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”) integra a equipe como showrunner. | MO | NETFLIX Em sua nova comédia, Mohammed Amer (“Ramy”) vive um imigrante palestino no Texas, EUA, frequentemente confundido com mexicano, que precisa navegar entre diferentes culturas, idiomas e uma boa dose de obstáculos em sua busca por uma vida melhor. A série é inspirada na própria experiência de vida de Amer, que cocriou a atração com seu amigo Ramy Youssef (o “Ramy”). | MANTO & ADAGA | DISNEY+ A adaptação dos quadrinhos da Marvel chega com suas duas temporadas completas ao streaming. Vítima de brigas corporativas, ela acabou cancelada em 2019 após atingir 87% de aprovação da crítica e registrar a maior audiência do canal pago americano Freeform. Mas Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, queria controlar todas as séries e, para isso, precisou inviabilizar a Marvel Television, que teve todas as suas atrações interrompidas. Os quadrinhos originais acompanhavam dois jovens capturados por traficantes após fugirem de casa, que, ao ser submetidos à experiências com uma nova droga, desenvolviam superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” da criação de Bill Mantlo e Ed Hannigan de 1982. Mas a série contou uma história diferente, concebida por Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e a diretora Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”). Os dois adolescentes, um jovem negro de família e uma branca delinquente sem teto, conectam-se ao serem contaminados pela poluição por elementos químicos em sua cidade. Estrelada por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”) respectivamente como Manto, herói com poderes da escuridão, e Adaga, heroína da luz, a série também reúne Emma Lahana (série “Haven”), Gloria Reuben (“Mr. Robot”), Miles Mussenden (“Max: O Cão Herói”), J.D. Evermore (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Andrea Roth (“Lugares Escuros”), Carl Lundstedt (visto em “Grey’s Anatomy”) e Jaime Zevallos (“The Summoning”). | OLLIE, O COELHINHO PERDIDO | NETFLIX Combinação de animação e atores reais, a série infantil criada por Shannon Tindle (animador e roteirista de “Kubo e as Cordas Mágicas”) tem clima de “Toy Story”. Ollie é o brinquedo perdido de um menino, que considerava o coelhinho de pano mais que um boneco. Indo parar numa loja de penhores por acidente, o coelhinho inicia uma jornada desesperada, enfrentando inúmeros obstáculos para tentar reencontrar seu melhor amigo. Baseado no livro infantil “Ollie’s Odissey”, de William Joyce, a produção conta com um grande elenco, com destaque para Jonathan Groff (“Mindhunter”) como a voz de Ollie, o menino Kesler Talbot (“Nancy Drew”) como seu dono, Gina Rodriguez (“Jane the Virgin) e Jake Johnson (“New Girl”) como os pais do garoto, e Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) como brinquedos da loja de penhores. | PAIS POR ACIDENTE | DISNEY+ Com uma trama que combina “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990) com “Não Aceitamos Devoluções” (2013), mas numa versão de road movie musical, a nova série infantil apresenta uma viagem pelas estradas do México numa van, na qual três pais adotivos levam uma garota de 13 anos em busca da mãe, que desapareceu misteriosamente há muito tempo no interior do México. Protagonizada por Jorge Blanco (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”) e Lalo Brito (“Buscando a Timbiriche: La Nueva Banda”), junto com a jovem Farah Justiniani (“La Voz Kids”), a produção tem no mínimo boas intenções: celebrar a família em toda a sua diversidade, além de destacar o valor da identidade cultural. | STAR TREK: LOWER DECKS 3 | PARAMOUNT+ Desenvolvida e criada pelo vencedor do Emmy Mike McMahan (roteirista de “Rick and Morty”), a atração é uma comédia animada que explora a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves pouco prestigiadas da saga espacial televisiva. O destaque do terceiro ano da produção é um encontro entre os tripulantes subalternos da nave Cerritos – com dublagem de Jack Quaid (“The Boys”), Tawny Newsome (“Space Force”), Noël Wells (“Master of None”) e Jerry O’Connell (“Carter”), entre outros – com a célebre estação especial Deep Space 9, da série homônima dos anos 1990.
The Handmaid’s Tale: Rivalidade entre June e Serena atinge ponto máximo no novo trailer
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster oficial e o trailer completo da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que destaca o acirramento da rivalidade entre June (Elisabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes). A prévia também mostra os planos de June para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha contra os líderes do governo extremista, ao mesmo tempo em que se torna alvo prioritário da vingança de seus inimigos. A 5ª temporada estreia em 14 de setembro nos EUA e quatro dias depois na plataforma Paramount+, no Brasil.
Paramount+ revela primeiras fotos da série sobre Anderson Silva
A Paramount+ divulgou as primeiras imagens da minissérie biográfica “Anderson Spider Silva”, que vai narrar a vida do campeão de UFC Anderson Silva. O lutador será vivido por Caetano Vieira e Bruno Vinícius na infância e juventude, quando aprendeu a lutar para sobreviver na periferia de Curitiba. Já sua versão adulta é interpretada por William Nascimento (“Genesis”), que passou três meses treinando em academias de luta no Rio de Janeiro para encarar o auge de um dos maiores campões de MMA do UFC. Parte dos roteiristas da série veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Entre eles, Marton Olympio, Nathalia Cruz, Eliana Alves Cruz, Luiz Assis e Raul Perez. Marton Olympio (“Alemão 2”) é o roteirista principal e Caito Ortiz (“Papai é Pop”) dirige a produção, que mostrará também a vida pessoal do atleta. O elenco ainda destaca Seu Jorge (“Marighella”) e Tatiana Tiburcio (“Malhação: Viva a Diferença”) no papel dos tios responsáveis pela educação de Anderson, além de Douglas Silva (“Cidade dos Homens”), Jean Paulo Campos (“Carrossel: O Filme”), Jeniffer Dias (“Rensga Hits!”), Larissa Nunes (“Coisa Mais Linda”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Vaneza Oliveira (“3%”). Ainda não há previsão para a estreia.
Elijah Wood entra em “Yellowjackets”
O ator Elijah Wood, que viveu Frodo na trilogia “O Senhor dos Anéis”, entrou na 2ª temporada de “Yellowjackets”, nova sensação da TV paga americana que chega ao Brasil por streaming. Wood viverá um novo personagem, o detetive amador Walter, que será um dos grandes antagonistas de Misty, personagem de Christina Ricci. De acordo com a descrição da produção, ele a desafiará de maneiras que ela não imagina. Vale lembrar que Misty matou uma investigadora na temporada inaugural, por questionar o que aconteceu no passado secreto das protagonistas. A série se passa em dois tempos, acompanhando alternadamente um time de futebol feminino colegial, isolado em montanhas congeladas por 19 meses após a queda de seu avião, e algumas sobreviventes nos dias atuais, que agora adultas tentam manter tudo o que viveram em segredo. Até o momento, a série vinha concentrando a trama em quatro sobreviventes, vividas por Melanie Lynskey (Shauna), Christina Ricci (Misty), Juliette Lewis (Natalie) e Tawny Cypress (Taissa) em suas versões adultas. Mas a lista de protagonistas aumentou para seis na 2ª temporada, com escalação de Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) no papel de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. Agora, com as novas escalações, a trama passará a acompanhar seis sobreviventes confirmadas dos anos 1990 – sem contar Travis, cuja versão adulta foi prontamente assassinada nos primeiros episódios. E Walter, o personagem de Elijah Wood, deve se tornar uma pedra no sapato das protagonistas. Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e para as atrizes Melanie Lynskey e Christina Ricci. As gravações da 2ª temporada começam no final deste mês em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há previsão para a estreia. Produção do canal pago americano Showtime, a série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.
Atriz de “Obi-Wan Kenobi” será vilã de “Yellowjackets”
A atriz Simone Kessell, que viveu Breha Organa (a mãe adotiva da Princesa Leia) em “Obi-Wan Kenobi”, entrou na 2ª temporada de “Yellowjackets” no papel da versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama. O final da temporada inaugural deixou pistas de que Lottie não só tinha sobrevivido à aventura congelante nos anos 1990, como era a vilã por trás dos eventos da série nos dias atuais. A série se passa em dois tempos, acompanhando alternadamente um time de futebol feminino colegial, isolado em montanhas congeladas por 19 meses após a queda de seu avião, e algumas sobreviventes nos dias atuais, que agora adultas tentam manter tudo o que aconteceu em segredo. Até o momento, a série vinha concentrando a trama em quatro sobreviventes, vividas por Melanie Lynskey (Shauna), Christina Ricci (Misty), Juliette Lewis (Natalie) e Tawny Cypress (Taissa) em suas versões adultas. Mas a lista de protagonistas aumenta para seis na 2ª temporada, com escalação de Simone Kessell no papel de Lottie e, anunciada na semana passada, Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – personagem que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. Agora, com as novas escalações, a trama passará a acompanhar seis sobreviventes confirmadas dos anos 1990 – sem contar Travis, cuja versão adulta foi prontamente assassinada nos primeiros episódios. Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e para as atrizes Melanie Lynskey e Christina Ricci. As gravações da 2ª temporada começam no final deste mês em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há previsão para a estreia. Produção do canal pago americano Showtime, a série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.
Annabella Sciorra será irmã de Stallone em série da Paramount+
A atriz Annabella Sciorra (“Família Soprano”, “Rainhas do Crime”) se juntou ao elenco da série “Tulsa King”, da Paramount+. Ela interpretará Joanne, a irmã mais nova do personagem central, Dwight (Sylvester Stallone). A participação marcará um reencontro entre Sciorra e Stallone, que anteriormente co-estrelaram o ótimo filme “Cop Land”, de James Mangold, lançado em 1997. “Tulsa King” será a primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vai viver um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão, se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan vai trabalhar ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. A estreia está marcada para 13 de novembro em streaming.
Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!
Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022
Canal americano The CW é vendido
O canal americano The CW foi vendido. A Nexstar Media Group, rede televisiva que já transmite o conteúdo da CW no interior dos EUA, está assumindo o controle de 75% da empresa. A Paramount Global e a Warner Bros. Discovery, atuais donos do CW, vão continuar na sociedade, retendo 12,5% da emissora cada. “Nossa aquisição da The CW é estratégica e operacionalmente atraente, pois nos permitirá alavancar nossa experiência operacional para melhorar o desempenho da rede por meio do gerenciamento desta poderosa plataforma nacional”, disse Perry Sook, presidente e CEO da Nexstar, nesta segunda-feira (15/8). Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas fontes ligadas às negociações afirmam que a Nexstar não precisou desembolsar nada pela compra. Em vez disso, a empresa vai agregar a maior parte da dívida de mais de US$ 100 milhões acumulados em prejuízo pela operação da emissora, que estavam na contabilidade da Paramount e da WBD. Lar das séries do Arrowverso, de “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil, o CW foi inaugurado em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). O CW nunca foi lucrativo como canal de TV, mas foi um ótimo negócio para a CBS e a Warner, pois passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, esse conteúdo depois era negociado por seus estúdios para o mercado internacional e o streaming. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Só que este modelo sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas nas empresas proprietárias. A Warner foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio apenas para “revendê-la” numa fusão inacreditável com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. No ano passado, os dois grupos passaram a priorizar a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Foi um tiro de morte. Ao perceberem a falha neste plano, começaram a cortejar a ideia de vender a emissora. Os novos donos reconhecem o trabalho que têm pela frente. “Não é nenhum segredo que a CW não é lucrativa”, disse a diretora financeira da Nexstar, Lee Ann Gliha, que completou: “nenhum outro canal opera com perdas contínuas”. O objetivo da Nexstar é reverter esse cenário e tornar a emissora lucrativa até 2025. Por conta disso, a venda vai afetar o número de atrações da CW. Os cancelamentos que começaram a acontecer em abril refletem este plano. Séries como “Batwoman”, “Legends of Tomorrow”, “Charmed”, “Dynasty”, “Legacies” são apenas algumas das encerradas devido à negociação. Até a finalização da venda, que deve levar alguns meses, a CW vai continuar apenas com algumas das suas séries mais consagradas, como “The Flash”, “Riverdale”, “Superman & Lois” e “Walker”, com planos de encerrar “The Flash” e “Riverdale” na próxima temporada. De novidade, o canal vai lançar apenas três atrações no próximo outono: “Gotham Knights”, nova produção do universo DC, “The Winchesters”, prólogo de “Supernatural”, e “Independence”, série derivada de “Walker”. Segundo Carter, a Paramount e a Warner devem continuar a produzir conteúdos para a CW, mas esse acordo é válido apenas até 2023. Depois disso, a Nexstar tem a opção de manter a parceria criativa, mas não a obrigatoriedade de fazer isso. De todo modo, o investimento em séries será bem mais baixo que o atual. “Esperamos investir um valor baixo de 9 dígitos neste período de 3 anos à medida que implementamos nosso plano”, explicou Gliha. “Vemos esse valor como um proxy para um preço de compra – ou um investimento feito ao longo do tempo – em vez de um obstáculo contínuo no fluxo de caixa. Você nos conhece. Estamos focados no lucro e no fluxo de caixa e esperamos que esse ativo alcance lucratividade.” Mas os investimentos devem aumentar no futuro. “Então, com o tempo, adotaremos uma abordagem diferente para nossa estratégia de programação da CW e alavancaremos nossa experiência em gastar aproximadamente US$ 2 bilhões por ano em programação, atraindo e monetizando espectadores e fazendo a transição da NewsNation, nossa rede nacional de notícias a cabo, da WGN, mantendo um foco estrito no fluxo de caixa”, disse Tom Carter, diretor executivo da Nexstar. George Cheeks, presidente e CEO da CBS da Paramount, acrescentou: “Esta nova estrutura de propriedade nos permite fazer parceria com a Nexstar e a Warner Bros. Discovery no próximo capítulo da The CW, enquanto redistribuímos capital para outras plataformas de conteúdo da Paramount”. Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group, demonstrou estar feliz com a venda. “Estamos ansiosos para continuar a colaborar em nossas séries compartilhadas e projetos futuros que ficarão sob a liderança da Nexstar”, disse a executiva.
Lauren Ambrose entra em “Yellowjackets”
O canal pago americano Showtime anunciou que a atriz Lauren Ambrose, de “A Sete Palmos” (Six Feet Under) e “Servant”, entrou na 2ª temporada de “Yellowjackets”. Ela vai interpretar a versão adulta de Van, que até então só tinha aparecido na série como uma adolescente, vivida por Liv Hewson. A escalação implica que Van sobreviveu à tragédia do time de futebol feminino colegial, isolado nas montanhas por 19 meses após a queda de seu avião. Até o momento, a série vinha concentrando a trama em quatro sobreviventes, vividas por Melanie Lynskey (Shauna), Christina Ricci (Misty), Juliette Lewis (Natalie) e Tawny Cypress (Taissa). Mas o final da temporada inaugural revelou que Lottie (interpretada quando adolescente por Courtney Eaton) também estava viva. A partir daí, muitos fãs adivinharam que Van poderia ter sobrevivido. A série se desenrola em duas linhas do tempo, alternando-se entre cenas das garotas lutando para ficar vivas em 1996 e cenas passadas nos dias atuais, em que um punhado de sobreviventes adultas tenta manter tudo o que aconteceu em segredo. Na linha do tempo de 1996, Van e Taissa estão em um relacionamento romântico, que promete complicar as coisas para o reencontro de suas versões adultas, já que Taissa termina a temporada vencendo uma eleição para o Senado. Sucesso de público e crítica, “Yellowjackets” recebeu sete indicações ao Emmy, incluindo Melhor Série de Drama. Também teve indicações para Roteiro, Direção e para as atrizes Melanie Lynskey e Christina Ricci. As gravações da 2ª temporada começam no final deste mês em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há previsão para a estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela Paramount+.
Paramount anuncia data de “Sonic 3: O Filme”
A Paramount anunciou uma data natalina para a estreia do novo filme da franquia “Sonic”. “Sonic 3: O Filme” será lançado em 20 de dezembro de 2024 nos EUA. A data estava originalmente reservada para um musical animado dos Smurfs, que o estúdio adiou para 14 de fevereiro de 2025. Quem ainda continua com estreia marcada para 20 de dezembro de 2024 é “Avatar 3”, de James Cameron. A Paramount pode estar apostando no fato de que este filme já trocou de data várias vezes. “Sonic 3” deverá ser dirigido pelo mesmo diretor dos filmes anteriores, Jeff Fowler, e trazer de volta James Marsden, Jim Carrey e Ben Schwartz. Além do terceiro filme, a Paramount também está desenvolvendo uma série de streaming focada em Knuckles, personagem introduzido em “Sonic 2”. O ator Idris Elba, que dublou Knuckles no cinema, voltará a dar voz ao personagem na atração da Paramount+.
Débora Nascimento e Fabrício Boliveira gravam série da Paramount+
Os atores Débora Nascimento (“Êta Mundo Bom!”) e Fabrício Boliveira (“Simonal”) começaram as gravações de “Cenas de um Crime”, série da Paramount+, em que interpretam os protagonistas. A trama gira em torno da investigação policial de um assassinato brutal, que acaba trazendo à tona segredos de uma das mais poderosas sociedades ocultas do Brasil. A equipe envolvida trabalhou em “Bom Dia, Verônica”, incluindo a diretora Izabel Jaguaribe e os produtores, o cineasta José Henrique Fonseca e Eduardo Pop. Também estão no elenco Bruna Mascarenhas (“Sintonia”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Daniel Dantas (“O Amor no Divã”), Pierre Baitelli (“Passaporte para Liberdade”), Enzo Romani (“Maldivas”) e Leticia Isnard (“Desjuntados”).












