PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Tom Wilkinson, ator de “Ou Tudo ou Nada” e “Batman Begins”, morre aos 75 anos

    30 de dezembro de 2023 /

    O ator britânico Tom Wilkinson, conhecido por filmes como “Ou Tudo ou Nada” (1997), “Batman Begins” (2005) e “Conduta de Risco” (2008), morreu neste sábado (30/12) aos 75 anos. Segundo seus familiares, ele sofreu um mal súbito em casa e faleceu repentinamente. Wilkinson tinha uma longa e premiada carreira, tendo trabalhado com alguns dos principais cineastas contemporâneos, de Christopher Nolan a Ang Lee, passando pelos polêmicos Woody Allen e Roman Polanski. Foi indicado a dois Oscars e seis prêmios BAFTA (o Oscar britânico), tendo vencido a premiação de cinema do Reino Unido em 1997 pela atuação no filme “Ou Tudo ou Nada” (Full Monty). Neste ano, ele voltou a encarnar seu papel do filme, o capataz Gerald, numa série produzida pela Disney+, que mostrou a vida dos personagens 26 anos depois. Nascido em Yorkshire, na Inglaterra, o artista frequentou a Royal Academy of Dramatic Art e começou a atuar na TV em 1975. A transição para o cinema veio dez anos depois, como coadjuvante em filmes como “Sombras do Passado” (1985) e “Sylvia” (1985). Mas foi só nos anos 1990 que começou a chamar atenção, embora ainda em pequenos papéis, como o promotor de “Em Nome do Pai” (1993), de Jim Sheridan, e o rico aristocrata de “Razão e Sensibilidade” (1995), de Ang Lee, que ao morrer deixa as filhas na miséria. Ele também foi o chefe de Michael Douglas em “A Sombra e a Escuridão” (1996), de Stephen Hopkins, e o vilão de “Mistério na Neve” (1997), de Bille August, antes de ser escalado no papel que mudou tudo em “Ou Tudo ou Nada”. A comédia de Peter Cattaneo acompanhava seis trabalhadores desempregados de uma fábrica que, em meio à crise financeira, resolvem fazer um show de striptease para arrecadar dinheiro. Wilkinson vivia o ex-capataz da fábrica, que estava escondendo sua demissão da esposa. Sucesso enorme de público e crítica, foi indicado a 4 Oscars e 12 BAFTAs, vencendo a premiação britânica como Melhor Filme do ano, além de render troféus de Melhor Ator para Robert Carlyle e de Coadjuvante para Wilkinson. A partir daí, sua carreira deslanchou e Wilkinson apareceu em vários sucessos, incluindo o filme vencedor do Oscar “Shakeaspeare Apaixonado” (1998). Em seguida, ele consolidou sua carreira com duas indicações ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. A primeira foi por “Entre Quatro Paredes” (2001), de Todd Field, como o pai enlutado de um filho assassinado. A segunda veio por “Conduta de Risco” (2007), de Tony Gilroy, como um advogado, colega de George Clooney, que surta ao descobrir que o conglomerado que defendia era culpado por várias mortes, tendo um fim trágico por saber demais. Entre os dois títulos, ele apareceu em mais de uma dezena de filmes, alguns bem famosos como “Moça com Brinco de Pérola” (2003), de Peter Webber, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), de Michel Gondry, “O Exorcismo de Emily Rose” (2005), de Scott Derrickson, e “Batman Begins” (2009), de Christopher Nolan, onde viveu o chefão do crime Carmine Falcone. A filmografia impressionante seguiu com “O Sonho de Cassandra” (2007), filme britânico de Woody Allen, “Rock’n’Rolla: A Grande Roubada” (2008), de Guy Ritchie, “Operação Valquíria” (2009), de Bryan Singer, “O Escritor Fantasma” (2010), de Roman Polanski, “O Exótico Hotel Marigold” (2011), de John Madden, e “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011), de Brad Bird. Mas nesse ponto ele também começou a ter presença de destaque em produções premiadas da TV americana. Wilkinson foi indicado a dois Emmy e dois Globos de Ouros em 2008, por seu papel como Benjamin Franklin na minissérie “John Adams” (2008) e pela atuação no telefilme político “Recontagem”, ambos produzidos pela HBO. Ele venceu os dois troféus pela série. E em 2011 voltou a ser indicado ao Emmy como o patriarca da família Kennedy, na minissérie “Os Kennedys”. Entre seus últimos trabalhos, destacam-se as minisséries britânicas “Belgravia” (2020), criada por Julian Fellowes (de “Downton Abbey”), e “Ou Tudo ou Nada” (2022), que encerrou a carreira de Wilkinson com uma volta ao papel que o consagrou. Ele era casado com a atriz Diana Hardcastle, com quem contracenou em “O Exótico Hotel Marigold”, “Os Kennedys” e “Belgravia”, e tinha dois filhos.

    Leia mais
  • Filme

    Lee Sun-kyun, ator de “Parasita”, é encontrado morto num carro em Seul

    27 de dezembro de 2023 /

    Lee Sun-kyun, ator do filme “Parasita”, foi encontrado morto num carro em Seul nesta quarta-feira (27/12). No filme vencedor do Oscar de 2020, ele interpretou Park Dong-ik, o pai da família rica em cuja casa luxuosa os “parasitas” da trama se empregam. Ele foi encontrado dentro de um veículo em um parque no distrito Seongbuk de Seul e, segundo a agência sul-coreana de notícias Yonhap, deixou um “bilhete que parece um testamento”.   Investigação criminal O ator de 48 anos era investigado por suposto uso de maconha e outras drogas psicoativas. Ele teria consumido as drogas na residência de uma funcionária de um bar sofisticado no badalado bairro de Gangnam, em Seul. Em outubro, o ator alegou ter sido “enganado” pela funcionária e que não tinha conhecimento do caráter ilegal das substâncias. Ele também fez uma declaração sobre a investigação: “Peço sinceras desculpas por causar grande decepção a muitas pessoas por estar envolvido em um incidente tão desagradável. Eu sinto muito pela minha família, que está enfrentando uma dor tão difícil neste momento”. No fim de semana passado, Lee sofreu um longo interrogatório de 19 horas, que começou no sábado (23/12) e terminou no domingo (24/12). A Coreia do Sul tem leis drásticas contra o uso de drogas que permitem processar até os cidadãos do país que consomem drogas no exterior. Por conta disso, várias personalidades tem sido obrigadas a dar explicações à polícia. Além disso, a venda de maconha, que é liberada em alguns países, pode ser punida com pena de prisão perpétua.   Carreira de sucesso internacional Lee estreou como ator na série de comédia “Lovers”, em 2001. Mas sua carreira foi deslanchar a partir de uma parceria com o premiado diretor Hong Sang-soo, com quem filmou “Noite e Dia” (2008), “O Filme de Oki” (2010), “Filha de Ninguém” (2013) e “Nossa Sunhi” (2013), todos exibidos em festivais internacionais, o que o tornou um ator conhecido em todo o mundo. Ele também participou de thrillers de ação populares, como o excelente “Um Dia Difícil” (2014), “Zona Desmilitarizada” (2018) e “Jo Pil-ho: O Despertar da Ira” (2019), antes de filmar sua obra mais famosa em 2020. Primeira produção sul-coreana a vencer o Oscar de Melhor Filme, “Parasita”, do diretor Bong Joon-ho, também conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Seu filme mais recente, “Sleep”, de Jason Yu, foi exibido fora de competição no Festival de Cannes deste ano, na mostra Semana da Crítica. No filme, em que interpreta um marido sonâmbulo que aterroriza a esposa, ele contracena com Jung Yu-mi, reprisando a parceria de “Nossa Sunhi” e “O Filme de Oki”. Além da carreira no cinema, Lee foi aclamado pela crítica por seu papel na série “My Mister”, de 2018, na qual interpretou um arquiteto que enfrenta turbulências pessoais ao descobrir que foi traído pela esposa. Mais recentemente, ele protagonizou a série sci-fi de suspense “Dr. Brain”, distribuída no Brasil pela Star+, e neste ano liderou o elenco de “Vingança: Dinheiro e Poder”. Entretanto, após o escândalo, começou a ser dispensado de novos projetos. Lee era casado com a atriz Jeon Hye-jin (de “O Trono” e “Alerta Vermelho”), com quem teve dois filhos.   Atenção Se você está atravessando um momento difícil e precisa de ajuda, ligue para o CVV (Centro de Valorização a Vida), no número 188, e receba apoio emocional e prevenção do suicídio. A ligação é sigilosa e gratuita para todo o território nacional. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Dua Lipa, Billie Eilish e Olivia Rodrigo estão na disputa do Oscar 2024

    21 de dezembro de 2023 /

    A relação de pré-qualificados em 10 categorias do Oscar 2024, anunciada nesta quinta (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, agradou aos fãs de música pop, com a inclusão de algumas das cantoras mais populares da década na disputa de Melhor Canção Original. Líder em indicações na categoria, o filme “Barbie” colocou Dua Lipa e Billie Eilish (que já tem um Oscar) na briga pela estatueta, respectivamente pelas faixas “Dance the Night” e “What Was I Made For?”. Além disso, Olivia Rodrigo emplacou “Can’t Catch Me Now”, tema de “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. Mas a lista também inclui artistas mais alternativos, como Sharon Van Etten for “Quiet Eyes”, música da trilha de “Vidas Passadas”, e Jarvis Cocker (líder da banda Pulp) por “Dear Alien (Who Art in Heaven)”, do filme “Asteroid City”. Os cinco indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 23 de janeiro. Já a premiação está marcada para 10 de março. Confira abaixo a lista dos filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Canção Original “It Never Went Away”, de “American Symphony” “Dear Alien (Who Art In Heaven)”, de “Asteroid City” “Dance The Night”, de “Barbie” “I’m Just Ken”, de “Barbie” “What Was I Made For?”, de “Barbie” “Keep It Movin’”, de “A Cor Púrpura” “Superpower (I)”, de “A Cor Púrpura” “The Fire Inside”, de “Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História” “High Life”, de “Flora and Son” “Meet In The Middle”, de “Flora and Son” “Can’t Catch Me Now”, de “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” “Wahzhazhe (A Song For My People)”, de “Assassinos da Lua das Flores” “Quiet Eyes”, de “Vidas Passadas” “Road To Freedom”, de “Rustin” “Am I Dreaming”, de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”

    Leia mais
  • Filme

    Brasil fica fora do Oscar 2024, excluído em todas as categorias

    21 de dezembro de 2023 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar 2024. O principal candidato brasileiro era um documentário, “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, que tentava indicações em duas categorias: Melhor Filme Internacional e Melhor Documentário. Além dele, “Elis & Tom” também buscava uma nomeação dentre os documentários da competição, e “Big Bang”, de Carlos Segundo, visava lugar na disputa de Melhor Curta-metragem. Todos estão fora do páreo. A relação dos filmes pré-qualificados foi anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA nesta quinta (21/12), incluindo várias categorias. O Brasil não emplaca um indicado na disputa de longa-metragem internacional há 24 anos, desde o excelente “Central do Brasil” em 1999, que também rendeu indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. Em 2008, “O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias” chegou perto, passando pela primeira peneira, mas acabou não sendo incluído na lista final da Academia. Apesar de ter sido exibido no Festival de Cannes, “Retratos Fantasmas” foi uma escolha fraca da Academia Brasileira, já que o filme de Kleber Mendonça Filho não disputou prêmio no festival nem contava com premiações em eventos cinematográficos de peso, tornando sua exclusão mais que esperada. Entre os que seguem na disputa destacam-se justamente alguns filmes premiados em Cannes, entre eles o finlandês “Folhas de Outono”, de Aki Kaurismäki, vencedor do Prêmio do Júri, e o inglês “Zona de Interesse”, de Jonathan Glazer, que levou o Grande Prêmio do Júri. Mas, ironicamente, o filme premiado com a Palma de Ouro ficou de fora por opção de seu país. A França não inscreveu “Anatomia de Uma Queda”, de Justine Triet, que ainda concorre ao Globo de Ouro, Critics Choice e Spirit Awards na categoria. Em vez disso, optou por “O Sabor da Vida”, que rendeu ao vietnamita Anh Hung Tran o prêmio de Melhor Direção em Cannes. O longa também passou pela triagem da Academia e está na lista dos pré-selecionados. A produção espanhola da Netflix “Sociedade da Neve”, do diretor J.A. Bayona, é outra favorita assumida, principalmente após aparecer em outras categorias divulgadas pela Academia – também está nomeada a Melhor Maquiagem e Penteado, Efeitos Visuais e Trilha Sonora. Teoricamente, o Brasil ainda pode conseguir uma indicação em Animação com “Perlimps”, porque este ano o Oscar não divulgou listas de pré-qualificados da categoria. O problema é que o filme de Alê Abreu (que já disputou o Oscar com “O Menino e o Mundo”) não aparece em nenhuma lista da imprensa hollywoodiana como cotado e nem sequer tem críticas publicadas no Rotten Tomatoes. Nos fóruns americanos de discussão do Oscar, a impressão é que ninguém sabe que o filme existe. Os cinco indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 23 de janeiro. Já a premiação está marcada para 10 de março. Confira abaixo a lista dos filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Filme Internacional. “Amerikatsi” (Armênia) “The Monk and the Gun” (Butão) “Bastarden” (Dinamarca) “Folhas de Outono” (Finlândia) “O Sabor da Vida” (França) “Das Lehrerzimmer” (Alemanha) “Terra de Deus” (Islândia) “Io Capitano” (Itália) “Dias Perfeitos” (Japão) “Totem” (México) “Kadib Abyad” (Marrocos) “A Sociedade da Neve” (Espanha) “As 4 filhas de Olfa” (Tunísia) “20 Days in Mariupol” (Ucrânia) “Zona de Interesse” (Inglaterra)

    Leia mais
  • Etc

    Jada diz que tapa de Will Smith no Oscar salvou seu casamento

    10 de dezembro de 2023 /

    Jada Pinkett Smith compartilhou uma revelação surpreendente. Em entrevista à revista You, ela afirmou que o controverso tapa de seu marido, Will Smith, durante a cerimônia do Oscar de 2022, teve um impacto positivo em seu casamento. A atriz descreveu o incidente, em que Will Smith agrediu o comediante Chris Rock no palco do Oscar, como uma “bofetada sagrada”. Ela explicou: “Quase nem fui ao Oscar naquele ano, mas estou feliz por ter comparecido. Eu chamo isso (o tapa) de ‘bofetada sagrada’ agora porque muitas coisas positivas vieram depois dela”. Na conversa, Jada destacou que a polêmica trouxe clareza e fortalecimento para o relacionamento do casal. “Aquele momento da m***** batendo no ventilador é quando você vê onde você realmente está. Depois de todos esses anos tentando descobrir se eu sairia do lado de Will, foi preciso aquele tapa para eu ver que eu nunca o abandonarei. Quem sabe onde estaria nosso relacionamento se isso não tivesse acontecido?”.   Tapa foi abordado em autobiografia Em outubro passado, ela lançou a autobiografia “Worthy”, onde explicou que vivia uma separação privada e amigável do ator há seis anos, quando ocorreu o incidente no Oscar de 2022. No livro, ela detalha o episódio e sua reação. Ela disse que não tinha entendido o motivo pelo qual Will Smith tinha ficado tão chateado com a piada sobre alopecia que gerou o desentendimento. “Vivíamos vidas separadas e estávamos lá como família, não como marido e mulher. Mas quando ouço Will gritar “esposa” no caos do momento, uma mudança interna de ‘Oh, m*rda. Eu sou a esposa dele!’ aconteceu instantaneamente”, contou. A atriz, que casou com Will Smith em 1997, afirmou que ambos não têm planos de se divorciar e estão em um processo de descoberta sobre o futuro do casamento.

    Leia mais
  • Filme

    Marisa Pavan, indicada ao Oscar por “A Rosa Tatuada”, morre aos 91 anos

    7 de dezembro de 2023 /

    A estrela italiana Marisa Pavan, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo drama clássico “A Rosa Tatuada” (1955), morreu na quarta-feira (6/12) em sua casa em Gassin, França. Ela tinha 91 anos e não teve a causa da morte anunciada. Marisa era irmã gêmea da famosa atriz Pier Angeli e foi levada a Hollywood num pacote com a família. Anna Maria Pierangeli foi descoberta aos 16 anos quando passeava pela Via Veneto pelo ator Vittorio De Sica, que a recomendou para ser sua parceira como uma adolescente à beira do despertar sexual em “Amanhã Será Tarde Demais” (1950). O filme chamou a atenção da MGM, que a escalou para “Teresa” (1951), lhe deu um contrato de sete anos e a rebatizou como Pier Angeli. Ainda menor de idade, Angeli se mudou para Los Angeles com a família, e sua irmã Maria Luisa Pierangeli, sem nenhum experiência em atuação, foi prontamente contratada pela Fox logo na chegada. Batizada Marisa Pavan, ela fez sua estreia no cinema como uma garota francesa em “Sangue por Glória” (1952), de John Ford, ambientado na 1ª Guerra Mundial. Ela ainda apareceu no filme noir “Não Há Crime Sem Castigo” (1954) e no western “Rajadas de Ódio” (1954), o que lhe deu experiência para estourar em 1955 em “A Rosa Tatuada”.   A consagração Na adaptação da peça de Tennessee Williams, Marisa encantou com uma performance memorável no papel da teimosa Rosa Delle Rose, filha de uma costureira interpretada por Anna Magnani, que lamenta a morte do marido até conhecer um caminhoneiro interpretado por Burt Lancaster. O drama da Paramount Pictures dirigido por Daniel Mann foi indicado a oito Oscars, incluindo Melhor Filme, e ganhou três. Pavan perdeu seu Oscar para uma colega de elenco, Jo Van Fleet – mas por outro papel em “Vidas Amargas”. Mesmo assim, conseguiu algo que sua irmã mais famosa nunca atingiu na carreira, uma indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. A projeção atingida com “A Rosa Tatuada” lhe rendeu convites para papéis de destaque, vivendo a seguir Catarina de Médici em “Diana da França” (1956). Ela também foi par romântico de Gregory Peck em “O Homem do Terno Cinzento” (1956), de Tony Curtis no noir “Os Olhos do Padre Tomasino” (1957) e de Robert Stack na aventura épica “Ainda Não Comecei a Lutar” (1959).   O fim da carreira Apesar disso, sua carreira em Hollywood foi curta, acabando antes da década de 1960, após viver uma criada em “Salomão e a Rainha de Sabá” (1959), de King Vidor. Depois disso, ela ainda atuou em filmes franceses, como “O Poço das 3 Verdades” (1961), de François Villiers, e “Um Homem em Estado… Interessante” (1973), de Jacques Demy, mas principalmente se voltou para a TV americana, onde continuou trabalhando até os anos 1980. Sua lista de participações em séries incluem produções como “Cidade Nua”, “77 Sunset Strip”, “Combate”, “Mulher-Maravilha”, “Havaí Cinco-O” e “Arquivo Confidencial”. Em 1985, ela integrou o elenco da novela americana “Ryan’s Hope”, com um papel recorrente em 19 capítulos, antes de encerrar a carreira na França, para onde se mudou, em produções da TV local. Sua última aparição nas telas foi num episódio de 1992 da série francesa “Haute Tension”. Em 1956, Pavan casou-se com o ator francês Jean-Pierre Aumont, com quem teve dois filhos, e os dois permaneceram juntos até a morte de Aumont em 2001. Ela viveu cinco décadas a mais que a irmã, que foi namorada de James Dean e morreu em 1971, com apenas 39 anos.

    Leia mais
  • Filme

    Spirit Awards: Oscar do cinema independente revela indicados da edição de 2024

    5 de dezembro de 2023 /

    O Spirit Awards, principal premiação de produções independentes da indústria audiovisual dos Estados Unidos, realizada pela entidade californiana Film Independent, revelou nesta terça (5/12) os indicados para sua edição de 2024. Os destaques de cinema são “American Fiction”, “Segredos de Um Escândalo” e “Vidas Passadas”, que lideraram a lista com cinco indicações cada. “American Fiction” foi o grande vencedor do Festival de Toronto. O filme é um olhar satírico sobre a indústria editorial, estrelado por Jeffrey Wright (“Westworld”) como Monk, um autor frustrado com a insistência do setor em perpetuar estereótipos raciais. Dirigido por Cord Jefferson, em sua estreia na direção, o filme questiona a obsessão da cultura em reduzir as pessoas a estereótipos, especialmente no entretenimento que lucra e comercializa clichês batidos e ofensivos sobre os negros. Na trama, Monk enfrenta recusas editoriais por não escrever um “livro negro” o suficiente, conforme os padrões estereotipados desejados pela indústria. Frustrado com a indiferença do setor, Monk adota um pseudônimo para escrever seu próprio “livro negro” clichê, “My Pafology”, com a intenção de expor a hipocrisia da indústria. No entanto, seus planos desmoronam quando um editor compra seu livro, que vira um best-seller, arrastando-o para o mundo que ele despreza. “Segredos de um Escândalo” (May December) é o novo filme de Todd Haynes (“Carol”), protagonizado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A narrativa segue uma atriz (Portman) que viaja até o Maine para estudar a vida de uma dona de casa suburbana (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore ficou famosa por conta de um escândalo: anos atrás, ela foi presa ao se envolver com um adolescente de 13 anos e, depois de cumprir a pena judicial, casou-se com o jovem, com quem vive até hoje – interpretado por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. Com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Para completar, “Vidas Passadas” é o fenômeno sul-coreano da temporada. A obra de Celine Song já levou o prêmio de Melhor Filme do Gotham Awards, a premiação do cinema indie sediada em Nova York. O drama acompanha um casal de amigos de infância profundamente conectados, que se separam depois que a família de um deles decide sair da Coreia do Sul. Vinte anos depois, eles se reencontram em Nova York para uma semana fatídica. Na edição de 2023, o grande vencedor da premiação indie foi “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, que acabou também vencendo o Oscar. Considerada o Oscar do cinema independente, a premiação só admite filmes produzidos com menos de US$ 30 milhões, motivo pelo qual obras como a premiada “Pobres Criaturas” e o blockbuster “Oppenheimer” ficaram de fora. O mesmo limite não é aplicado às séries concorrentes, o que permite a participação da superprodução pós-apocalíptica “The Last of Us”, da HBO, ao lado de produções com orçamento limitado. “The Last of Us”, por sinal, lidera a relação, empatado com “Sou de Virgem”, da Amazon, com quatro indicações. O critério para participação de séries é apenas serem estreantes. Confira abaixo os indicados nas principais categorias do Spirit Awards 2024. Melhor Filme Todos Nós Desconhecidos American Fiction Segredos de um Escândalo Passages Vidas Passadas We Grown Now Melhor Primeiro Filme All Dirt Roads Taste of Salt Chronicles of a Wandering Saint Earth Mama A Thousand and One Upon Entry Melhor Diretor Andrew Haigh – Todos Nós Desconhecidos Todd Haynes – Segredos de um Escândalo William Oldroyd – Eileen Ira Sachs – Passagens Celine Song – Vidas Passadas Melhor Roteiro David Hemingson – Os Rejeitados Cord Jefferson – American Fiction Laura Moss, Brendan J. O’Brien – Birth/Rebirth Emma Seligman, Rachel Sennott – Clube da Luta para Meninas Celine Song – Vidas Passadas Melhor Primeiro Roteiro Samy Burch – Segredos de um Escândalo Noah Galvin, Molly Gordon, Nick Lieberman, Ben Platt – Acampamento de Teatro Tomás Gómez Bustillo – Chronicles of a Wandering Saint Laurel Parmet – The Starling Girl Alejandro Rojas, Juan Sebastián Vásquez – Upon Entry Melhor Performance Protagonista Jessica Chastain – Memory Greta Lee – Vidas Passadas Trace Lysette – Monica Natalie Portman – Segredos de um Escândalo Judy Reyes – Birth/Rebirth Franz Rogowski – Passagens Andrew Scott – Todos Nós Desconhecidos Teyana Taylor – A Thousand and One Jeffrey Wright – American Fiction Teo Yoo – Vidas Passadas Melhor Performance Coadjuvante Erika Alexander – American Fiction Sterling K. Brown – American Fiction Noah Galvin – Acampamento de Teatro Anne Hathaway – Eileen Glenn Howerton – BlackBerry Marin Ireland – Eileen Charles Melton – Segredos de um Escândalo Da’Vine Joy Randolph – Os Rejeitados Catalina Saavedra – Rotting in the Sun Ben Wishaw – Passagens Melhor Performance Revelação Marshawn Lynch – Clube da Luta para Meninas Atibon Nazaire – Mountains Tia Nomore – Earth Mama Dominic Sessa – Os Rejeitados Anaita Wali Zada – Fremont Melhor Fotografia Monica – Katelin Arizmendi Os Rejeitados – Eigil Bryld All Dirt Roads Taste of Salt – Jomo Fray Chronicles of a Wandering Saint – Pablo Lozano We Grown Now – Pat Scola Melhor Edição Rotting in the Sun – Santiago Cendejas, Gabriel Díaz, Sofía Subercaseaux We Grown Now – Stephanie Filo How to Blow Up a Pipeline – Daniel Garber Acampamento de Teatro – Jon Philpot Upon Entry – Emanuele Tiziani Melhor Documentário Bye Bye Tiberias Four Daughters Going to Mars: The Nikki Giovanni Project Kokomo City The Mother of All Lies Melhor Filme Internacional Anatomia de uma Queda (França) – Justine Triet Godland (Dinamarca/Islândia) – Hlynur Pálmason Mami Wata (Nigéria) – C.J. ‘Fiery’ Obasi Tótem (México) – Lila Avilés Zona de Interesse (Reino Unido, Polônia, EUA) – Jonathan Glazer Prêmio John Cassavetes (Melhor filme feito por menos que US$ 1 milhão) The Artifice Girl Cadejo Blanco Fremont Rotting in the Sun The Unknown Country Prêmio Robert Altman (direção, casting e elenco de filme) Showing Up – Kelly Reichardt Melhor Série Nova Documental ou sem Roteiro Deadlocked: How America Shaped the Supreme Court Dear Mama Murder in Big Horn Stolen Youth: Inside the Cult at Sarah Lawrence Wrestlers Melhor Série Nova Roteirizada Beef Dreaming Whilst Black Sou de Virgem Jury Duty Slip Melhor Performance Protagonista em Série Emma Corrin – Assassinato no Fim do Mundo Dominique Fishback – Enxame Betty Gilpin – Mrs. Davis Jharrel Jerome – Sou de Virgem Zoe Lister-Jones – Slip Bel Powley – A Small Light Bella Ramsey – The Last of Us Ramón Rodríguez – Will Trent Ali Wong – Beef Steven Yeun – Beef Melhor Performance Coadjuvante em Série Murray Bartlett – The Last of Us Billie Eilish – Enxame Jack Farthing – Rain Dogs Nick Offerman – The Last of Us Adina Porter – The Changeling Lewis Pullman – Uma Questão de Química Benny Safdie – The Curse Luke Tennie – Shrinking Olivia Washington – Sou de Virgem Jessica Williams – Shrinking Melhor Performance Revelação em Série Clark Backo – The Changeling Aria Mia Loberti – All the Light We Cannot See Adjani Salmon – Dreaming Whilst Black Keivonn Montreal Woodard – The Last of Us Kara Young – Sou de Virgem

    Leia mais
  • TV

    Jimmy Kimmel vai apresentar o Oscar pela quarta vez

    15 de novembro de 2023 /

    O comediante Jimmy Kimmel foi oficializado como apresentador do Academy Awards 2024, mais conhecido como Oscar 2024, que acontece em 10 de março. Será a quarta vez que Kimmel apresentará a cerimônia de premiação. “Sempre sonhei em apresentar o Oscar exatamente quatro vezes”, brincou Kimmel em comunicado sobre sua participação. Kimmel também apresentou o Oscar em 2017, 2018 e 2023. No intervalo entre 2019 e 2022, o Oscar ficou sem apresentador fixo e registrou suas piores audiências de todos os tempos. Vale lembrar que, logo em sua estreia, o Oscar registrou um de suas maiores gafes, quando Warren Beaty e Faye Dunaway anunciaram o vencedor errado, numa mistura de envelopes, dizendo o nome de “La La Land”, quando o verdadeiro vencedor foi “Moonlight”. Kimmel conseguiu fazer o melhor possível diante do caos. “Após seu retorno triunfante ao palco do Oscar no ano passado, estamos honrados em ter Jimmy de volta para nos guiar em uma das celebrações mais queridas do entretenimento”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment, Hulu e Disney Branded Television Streaming Originals. “Ele é um membro muito valioso de nossa família Disney, e não poderíamos estar mais gratos por ele e por toda a sua equipe.” Os indicados à a 96ª edição do prêmio serão revelados em 23 de janeiro.

    Leia mais
  • Filme

    Teaser de “Divertida Mente 2” bate recorde de visualizações da Disney

    11 de novembro de 2023 /

    A Disney revelou que o primeiro teaser de “Divertida Mente 2”, divulgado na quinta-feira (9/11), bateu o recorde de divulgações do estúdio, desbancando “Frozen 2” de 2019, com surpreendentes 157 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. O filme teve uma exibição particularmente forte no TikTok, onde obteve 78 milhões de visualizações. O sucesso chega pouco menos de um mês após a criação de um centro de conteúdo inédito da Disney no TikTok, em comemoração ao 100º aniversário do estúdio. O primeiro “Divertida Mente” contou a história de Riley, uma pré-adolescente que passa por diversas emoções conflitantes ao se mudar do Meio-Oeste dos EUA para San Francisco. Por isso, as emoções Alegria (voz original de Amy Poehler), Medo (Tony Hale), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Liza Lapira) e Tristeza (Phyllis Smith) precisam se dividir no centro de controle dentro da mente da menina, onde eles a ajudam com conselhos diários. Só que enquanto Riley se esforça para se ajustar à nova vida, a turbulência em seu Quartel-General mental aumenta, criando grandes instabilidades.   Comemoração do recorde Após o recorde, o diretor de criação da Pixar, Pete Docter, que dirigiu o primeiro filme e produz o novo, emitiu um comunicado. “Estamos emocionados que tantas pessoas sintonizaram para conferir o novo trailer de Divertida Mente 2”. Docter afirmou que quando o primeiro filme estreou, ele viu claramente que havia “muito para explorar” em relação ao mundo de Riley, mais do que “poderia caber em um filme”. Desta vez, porém, nem ele e nem Ronnie Del Carmen, que escreveram e dirigiram o filme premiado, estão envolvidos com a sequência. Docter virou o poderoso chefão da Pixar em 2018 e, desde o lançamento de “Soul” (2020), tem se concentrado no trabalho executivo. O novo roteiro foi escrito por Meg LeFauve, que participou da criação de “Divertida Mente” como co-roteirista do longa original, enquanto a direção ficou a cargo de Kelsey Mann, que estreia na função após trabalhar na animação de outros filmes da Pixar, como “Universidade Monstros” (2013), “O Bom Dinossauro” (2015) e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” (2020). Doctor elogiou o diretor da sequência e a equipe, dizendo que os criativos “fizeram um ótimo trabalho… expandindo o mundo e introduzindo novas emoções que estamos muito ansiosos para que o público descubra”.   Quantas emoções O teaser da continuação mostrou as cinco emoções apresentadas no primeiro filme sendo acordadas de madrugada para uma reforma completa em seu centro de controle e descobrindo que compartilharão o local com novas emoções. A primeira a se apresentar é a Ansiedade (dublada em inglês por Maya Hawke, de “Stranger Things”). O novo filme acompanhará a evolução mental de Riley, conforme ela cresce e experimenta a adolescência. Além da Ansiedade de cor laranja, típica da idade, ela também conhecerá Vergonha, Inveja e Tédio. As novas figuras tiveram seus visuais revelados no primeiro pôster do filme, onde Vergonha surge rosa, Tédio é roxo e Inveja tem a cor ciano – também conhecida como turquesa. “Não poderíamos estar mais gratos em ver o tipo de resposta que o teaser recebeu até agora. Obrigado a todos que conferiram – mal podemos esperar para que todos vejam o filme quando chegar aos cinemas no próximo verão”, concluiu Docter. “Divertida Mente 2” tem previsão de lançamento nos cinemas em 14 de junho de 2024, quase nove anos após o primeiro filme.

    Leia mais
  • Filme

    Divertida Mente 2 | Teaser apresenta novas emoções

    9 de novembro de 2023 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster e o teaser de “Divertida Mente 2”, continuação do filme da Pixar que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2016. A prévia mostra as cinco emoções apresentadas no primeiro filme sendo acordadas de madrugada para uma reforma completa em seu centro de controle, descobrindo que compartilharão o local com novas emoções, conforme Riley entra na adolescência. A primeira a se apresentar é a Ansiedade (dublada em inglês por Maya Hawke, de “Stranger Things”). O primeiro “Divertida Mente” contou a história de Riley, uma pré-adolescente que passa por diversas emoções conflitantes ao se mudar do Meio-Oeste dos EUA para San Francisco. Por isso, as emoções Alegria (voz original de Amy Poehler), Medo (Tony Hale), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Liza Lapira) e Tristeza (Phyllis Smith) precisam se dividir no centro de controle dentro da mente da menina, onde eles a ajudam com conselhos diários. Só que enquanto Riley se esforça para se ajustar à nova vida, a turbulência em seu Quartel-General mental aumenta, criando grandes instabilidades. O novo filme acompanha a evolução mental de Riley, conforme ela cresce e experimenta novas emoções. Além da Ansiedade de cor laranja, típica da adolescência, ela também conhecerá Vergonha, Inveja e Tédio. As novas figuras tiveram seus visuais revelados no primeiro pôster do filme, onde Vergonha surge rosa, Tédio é roxo e Inveja tem a cor ciano – também conhecida como turquesa. Vale lembrar também que “Divertida Mente” já teve uma continuação. A Pixar lançou um curta, “O Primeiro Encontro da Riley”, como bônus do DVD do filme, que mostrava a garotinha um pouco mais velha e na expectativa de seu primeiro encontro com um potencial namorado. Desta vez, porém, Pete Docter e Ronnie Del Carmen, que escreveram e dirigiram o filme premiado, deram lugar a novos nomes no comando da sequência. Docter virou o poderoso chefão da Pixar em 2018 e, desde o lançamento de “Soul” (2020), tem se concentrado no trabalho executivo. O roteiro foi escrito por Meg LeFauve, que participou da criação de “Divertida Mente” como co-roteirista do longa original, enquanto a direção ficou a cargo de Kelsey Mann, que estreia na função após trabalhar na animação de outros filmes da Pixar, como “Universidade Monstros” (2013), “O Bom Dinossauro” (2015) e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” (2020). “Divertida Mente 2” tem previsão de lançamento nos cinemas em 14 de junho de 2024, quase nove anos após o primeiro filme.

    Leia mais
  • Filme

    Burt Young, intérprete de Paulie em “Rocky”, morre aos 83 anos

    20 de outubro de 2023 /

    O ator Burt Young, que ficou conhecido nas telas como Paulie, cunhado e amigo de Rocky Balboa (Sylvester Stallone) na saga “Rocky”, faleceu aos 83 anos em 8 de outubro, em Los Angeles. O falecimento foi confirmado apenas nesta semana pelo jornal The New York Times. Young, cujo nome de batismo era Gerald Tommaso DeLouise, nasceu em Queens, Nova York, e após servir na corporação de Fuzileiros Navais dos EUA na década de 1950, estudou no renomado Actors Studio de Lee Strasberg, iniciando assim sua carreira artística. Seu talento estendia-se também à pintura e à escrita, tendo suas obras exibidas em galerias ao redor do mundo. Seu filme “Uncle Joe Shannon” (1978) é um exemplo de seu talento diversificado, onde atuou como protagonista e também contribuiu para o roteiro.   Um durão clássico Ele acumulou mais de 160 créditos em filmes e séries, destacando-se em papéis de personagens durões, muitas vezes ligados ao submundo do crime. Entre seus trabalhos notáveis estão participações em clássicos como “Chinatown” (1974), de Roman Polanski, e “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, além de ter firmado parceria com Sam Peckinpah em dois longas, “Elite de Assassinos” (1975) e “Comboio” (1978).   Um lutador Mas foi seu papel como Paulie Pennino em “Rocky, um Lutador” (1976) que catapultou Young para o estrelato, rendendo-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Irmão da tímida Adrian (Talia Shire) e amigo leal de Rocky, Paulie tornou-se um personagem querido pelo público, marcando presença em todas as seis sequências originais da franquia – até “Rocky Balboa”, em 2006. Young explorou a complexidade de Paulie, demonstrando sua lealdade e vulnerabilidade, elementos que enriqueceram a narrativa dos filmes.   Últimos trabalhos Depois de Rocky, ele trabalhou em vários outros filmes e séries, incluindo “Família Soprano”, da HBO, numa participação especial como Bobby Baccalieri Sr., um gangster doente que sai da aposentadoria para um último assassinato. No episódio, Tony Soprano (interpretado por James Gandolfini) compara o personagem de Young ao Exterminador do Futuro. O artista também foi visto recentemente na série “Bonecas Russas”, da Netflix, e em diversos thrillers criminais feitos para o mercado de VOD. No último lançamento, foi o detetive protagonista de “The Final Code” (2021), porém deixou mais dois filmes do gênero em produção.   A homenagem de Rocky Sylvester Stallone prestou homenagem ao colega de elenco em uma postagem no Instagram, descrevendo-o como um “amigo querido” e destacando sua importância tanto para a franquia quanto para sua vida pessoal. “Você era um homem e artista incrível, eu e o mundo sentirão muito a sua falta”, escreveu o intérprete de Rocky.

    Leia mais
  • Etc

    Gwyneth Paltrow transformou Oscar que tirou de Fernanda Montenegro em peso de porta

    9 de outubro de 2023 /

    Para Fernanda Montenegro, seria uma merecida consagração histórica. Mas para Gwyneth Paltrow, o Oscar que ela tirou da brasileira em 1999 é apenas um peso para uma porta em seu jardim. Gwyneth Paltrow surpreendeu a crítica negativamente ao vencer o Oscar de Melhor Atriz em 1999 por “Shakespeare Apaixonado”, superando o desempenho magistral de Fernanda por “Central do Brasil” e até Cate Blanchett por “Elizabeth” e Maryl Streep por “Um Amor Verdadeiro”. Agora, ela revelou que sua estatueta fica jogada no chão de seu quintal, servindo como peso de porta. Em uma participação na série “73 Questions” da Vogue, a atriz mostrou o prêmio em seu jardim e afirmou: “É o meu peso de porta”. Ela complementou dizendo que “funciona perfeitamente”.   Oscar a deixa desconfortável Não é a primeira vez que a atriz comenta sobre a falta de carinho com a estatueta. Em 2005, ela mencionou em entrevista para a Entertainment Weekly que mantinha o Oscar “escondido no fundo da estante em meu quarto”. A atriz associou o troféu a sentimentos ambíguos, indicando que o prêmio a fazia se sentir desconfortável. Sua escolha como vencedora foi a mais criticada na categoria de Melhor Atriz entre todas as edições do Oscar. Veja abaixo o destino do Oscar de Gwyneth Paltrow.

    Leia mais
  • Filme

    Scorsese mudou final de “Os Infiltrados” para não criar franquia

    28 de setembro de 2023 /

    O diretor Martin Scorsese assumiu a culpa pelo criticado final de “Os Infiltrados”. O filme vencedor do Oscar de 2007 é um remake de “Conflitos Internos” (Infernal Affairs), policial de Hong Kong cultuadíssimo de 2002, dirigido por Andrew Lau. Muitos cinéfilos consideram o filme de Lau superior ao de Scorsese e um dos pontos que são apontados como grande diferencial é justamente o fim, uma vez que a versão chinesa não cede ao moralismo hollywoodiano. Durante uma entrevista à GQ, Scorsese revelou que a Warner Bros. pediu-lhe que ele alterasse o final para que refletisse a produção original. O estúdio queria que um dos dois protagonistas sobrevivesse. O diretor protestou e não cedeu. “O que eles queriam era uma franquia”, disse Scorsese. “Não se tratava de uma questão moral de uma pessoa viver ou morrer.”   Ninguém vive Os Infiltrados rendeu a Scorsese seu primeiro troféu de Melhor Diretor, além de conquistar Oscars de Melhor Filme e Roteiro (inferior ao original). Na trama, Matt Damon vive um espião da máfia irlandesa infiltrado na polícia, que se destaca como bom policial, enquanto Leonardo DiCaprio interpreta um policial disfarçado de mafioso, cada vez mais ambientado no crime. Ambos acabam mortos no desfecho. Segundo Scorsese, o público adorou o final nas exibições-teste, mas o estúdio ficou “muito triste, porque simplesmente não queria aquele filme. Eles queriam a franquia. O que significa que não posso mais trabalhar aqui.” Scorsese criticou a obsessão de Hollywood por franquias. “O perigo é o que isso está causando à nossa cultura, porque agora haverá gerações que pensarão que os filmes são apenas isso.” Ele estendeu a crítica aos filmes da Marvel e acrescentou: “Acho que o conteúdo fabricado não é realmente cinema”. Uma frase corajosa para o diretor que fez clássicos originais ignorados pela Academia, apenas para ser premiado com um remake hollywoodiano.   Decisão moralista O final de Scorsese reflete um ponto de vista cristão ocidental por ser extremamente moralista, em sua decisão de punir ambos os “pecadores” e não permitir arco de redenção. Já a história original de “Conflitos Internos” termina com um dos protagonistas vivos, marcando o início de um trilogia com prólogo e continuação, ambos lançados antes do remake americano. Toda a franquia original é cultuadíssima. Veja abaixo os trailers do remake e do original.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie