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    Tommy Lane (1936–2021)

    30 de novembro de 2021 /

    O ator Tommy Lane, que participou de “Com 007 Viva e Deixe Morrer” e “Shaft”, morreu na segunda-feira (29/11) no Florida Medical Center em Fort Lauderdale após uma longa luta contra a doença pulmonar obstrutiva crônica. Ele tinha 83 anos. Nascido e criado no bairro de Liberty City, em Miami, Lane começou a carreira de ator com participações da série “Flipper”, filmada na Flórida, entre os anos de 1964 e 1966, e chegou em Hollywood durante o auge da tendência blaxploitation, de filmes criminais de trilha soul e elenco negro. Sua estreia no cinema foi em “Rififi no Harlem” (1970), um dos primeiros lançamentos de blaxploitation. E logo em seguida foi enfrentar Shaft. No filme de 1971, Lane deu vida a um pequeno gângster chamado Leroy, capanga do rei do crime do Harlem, Bumpy (Moses Gunn). O destino de seu personagem foi ser jogado pela janela pelo detetive particular eternizado por Richard Roundtree. A participação marcante em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973) também foi como capanga. Filmadas na Jamaica e no estado de Louisiana, as cenas de Lane envolveram uma famosa perseguição de barco, além do característico racismo policial, a tentativa de transformar o James Bond vivido por Roger Moore em ração de crocodilos e uma saída de cena literalmente explosiva, com chamas para todos os lados. Ele também figurou em “Paixão pelo Perigo” (1973), estrelado por Burt Reynolds, “Ganja & Hess” (1973), “O Piloto” (1980), estrelado e dirigido por Cliff Robertson, “Eureka” (1983), dirigido por Nicolas Roeg, e na série “Carga Dupla” (Simon & Simon). Como a carreira de ator não lhe rendeu o reconhecimento que buscava, ele acabou trocando as telas pela música nos anos 1980, assumindo sua paixão pelo jazz como integrante da banda do clube Blue Note, em Nova York. Tocou trompete e flugelhorn por vários anos no clube mais tradicional do jazz americano.

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    Arlene Dahl (1925–2021)

    29 de novembro de 2021 /

    A atriz Arlene Dahl, que estrelou a versão clássica de “Viagem ao Centro da Terra”, morreu nesta segunda (29/11) aos 96 anos. O anúncio foi feito por seu filho, o também ator Lorenzo Lamas (“Falcon Crest”) em seu Facebook. “Ela foi a influência mais positiva em minha vida”, ele escreveu. Dahl era conhecida pela beleza e por seus cabelos cor de fogo, que a transformaram em modelo de lingerie nos anos 1940 e namorada de John F. Kennedy, futuro presidente dos EUA, quando ele era senador por Massachusetts. Ela foi “descoberta” em Hollywood por ninguém menos que Jack Warner, fundador do estúdio Warner Bros., que se encantou ao vê-la numa campanha publicitária. Mas após ser aproveitada como simples figurante em seu primeiro filme, “Nossa Vida com Papai” (1947), Dahl fechou com a MGM para viver a personagem-título do musical “Minha Rosa Silvestre” (1947) – a irlandesa Rose Donovan, paixão da vida do tenor Chauncey Olcott (Dennis Morgan) – , chegando ao estrelato instantâneo com a ajuda de um colorido glamouroso. Mas apesar de seus cabelos vermelhos serem perfeitos para o technicolor, ela também estrelou alguns filmes famosos em preto e branco, como o drama de época “A Sombra da Guilhotina” (1949), sobre a Revolução Francesa, o western “Armadilha” (1950), dois dramas noir, “A Cena do Crime” (1949) e “O Mistério da Casa Grande” (1953), e três comédias com Red Skelton (outro ruivo famoso de Hollywood), “Pisando em Brasas” (1948), “Três Palavrinhas” (1950) e “O Homem das Calamidades” (1950). Neste período, ela se casou com o ator Lex Barker, um dos intérpretes mais conhecidos de Tarzan, mas o matrimônio durou só um ano (ele a trocou por Lana Turner). O relacionamento, porém, a influenciou a enveredar por aventuras épicas, colocando-a à frente do primeiro “Pantera Negra” (1952), filme sobre piratas do caribe, e “Legião do Deserto” (1953), em que viveu a princesa de uma cidade perdida do deserto argelino. Num desses filmes, “Sangari” (1953), sobre a luta pela independência dos EUA, conheceu o segundo marido, o argentino Fernando Lamas. Os dois voltaram a contracenar em “O Caçador de Diamantes”, lançado no mesmo ano, e se casaram no ano seguinte. Alguns de seus melhores papéis são desta fase, incluindo a comédia “O Mundo é da Mulher” (1954) e as tramas noir em que se consagrou como femme fatale: “O Poder do Ódio” (1956), “Lodo na Alma” (1956) e “A Fortuna é Mulher” (1957). Lançado em 1959, “Viagem ao Centro da Terra” acabou se tornando seu filme mais popular. Na superprodução da 20th Century Fox, ela interpretou uma viúva determinada que vai para o centro do planeta com Pat Boone e um pato de estimação. Concebido como resposta da Fox a “20.000 Léguas Submarinas” (1954), da Disney – ambos eram adaptações de clássicos literários de Jules Verne – , acabou impressionando público e crítica com seus efeitos visuais, indicados ao Oscar da categoria. Além do sucesso nas telas, a atriz se consagrou como empresária, transformando o convite par escrever uma coluna de beleza no jornal Chicago Tribune num negócio extremamente lucrativo. Ela fundou a Arlene Dahl Enterprises, que passou a comercializar lingerie e cosméticos, inventou o Dahl Beauty Cap, um boné de tricô para as mulheres usarem para dormir e evitar que o cabelo ficasse bagunçado e também desenvolveu uma linha de roupas boudoir, incluindo camisolas, négligées e pijamas relaxantes. Paralelamente, passou a publicar livros com dicas de beleza. O primeiro foi publicado em 1965 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Vieram mais 14 nos anos seguintes. O começo da década também marcou o fim de seu casamento com Llamas e uma mudança de prioridades. Não por acaso, optou por se afastar das telas, voltando apenas em 1969 pelo prazer de fazer filmes franceses – ela estrelou duas produções na França, “Os Caminhos de Katmandou”, de André Cayette, e “Du Blé en Liasses”, de Alain Brunet. Milionária, Dahl se desinteressou por Hollywood. Entretanto, sua vida sofreu uma reviravolta inesperada. Um de seus seis maridos a deixou com uma pilha de dívidas impagáveis e, em 1980, ela pediu concordata, o que a levou a voltar a atuar. A partir daí, participou como convidada de vários episódios de “O Barco do Amor” e entrou na novela “One Life to Live”, onde permaneceu por alguns anos. Em 1991, contracenou pela primeira e única vez com o filho Lorenzo no thriller de ação “A Noite do Guerreiro Americano”, despedindo-se das telas no final daquela década, com passagens pelas série “Renegade” e “Air America”.

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    David Gulpilil (1953–2021)

    29 de novembro de 2021 /

    David Gulpilil, ator australiano de longa carreira e filmografia repleta de clássicos, reencontrou seus ancestrais durante o fim de semana. Ele tinha 68 anos e sofria de câncer de pulmão desde 2017. Integrante do clã Mandhalpingu do povo YolNGu, ele foi criado da maneira tradicional na terra de Arnhem e, graças a uma carreira de mais de 50 anos em filmes e séries, tornou-se o aborígene mais conhecido do mundo. Gulpilil apareceu pela primeira vez nas telas em 1971 no clássico absoluto “A Longa Caminhada”, de Nicolas Roeg, como um jovem aborígene que ajuda dois irmãos, uma adolescente e um menino brancos criados na cidade grande, a sobreviverem na região desértica do outback. Exibido em festivais do mundo inteiro, inclusive em Cannes, foi o cartão de visitas de uma carreira que teria muitos outros filmes marcantes. Um destes marcos foi “A Última Onda” (1977), de Peter Weir. Mistura de fantasia apocalíptica e drama jurídico, o longa girava em torno de um advogado (Richard Chamberlain) que passava a ter sonhos místicos e premonitórios após ser designado para defender um grupo de aborígenes acusado de assassinato, entre eles Gulpilil. O filme foi premiado nos festivais de Avoriaz e Sitges, os principais eventos mundiais do cinema fantástico, e fez deslanchar a carreira do ator – assim como a do diretor. Ele fez sua estreia em Hollywood numa sequência mística do filme “Os Eleitos” (1983), história do programa espacial americano, que venceu quatro Oscars. E em seguida teve um dos papéis principais de “Crocodilo Dundee” (1986), um dos filmes australianos mais populares de todos os tempos. Sua filmografia ainda destaca “Até o Fim do Mundo” (1991), do alemão Wim Wenders, e o impactante drama “Geração Roubada” (2002), de Phillip Noyce, como o rastreador de garotas aborígenes em fuga de serviços forçados (escravidão mesmo) nos anos 1930, além da carta de amor do cineasta Baz Luhrmann a seu país natal, “Austrália” (2008), com Nicole Kidman e Hugh Jackman. Mas seu principal trabalho como ator só veio em 2013, quando estrelou (e roteirizou) seu primeiro papel de protagonista em “O País de Charlie”, de Rolf de Heer, como um velho aborígene que, descontente com as leis dos brancos, parte para o interior australiano para viver segundo seus costumes, iniciando uma série de desventuras e eventos. Pelo desempenho, foi premiado como Melhor Ator na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard) do Festival de Cannes e Melhor Ator nos AACTA Awards (o Oscar australiano), além de ser coberto de honrarias na Austrália. Entre seus últimos papéis, estão uma participação importante na última temporada da série “The Leftlovers”, em 2017, como o sábio Christopher Sunday, o filme de zumbis “Cargo” (2017), com Martin Freeman, e o drama “Amigos Para Sempre” (2019), onde atuou ao lado de Geoffrey Rush e Jai Courtney. Com a saúde deteriorando, ele ainda gravou depoimentos para um documentário dedicado à sua vida e carreira, “My Name is Gulpilil”, lançado em maio deste ano. Veja o trailer emocionante abaixo.

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    Joey Morgan (1993–2021)

    23 de novembro de 2021 /

    O ator Joey Morgan, que ficou conhecido por seu papel no terrir adolescente “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”, morreu no domingo (21/11) aos 28 anos de idade, de causa não divulgada. “Isso foi um choque que deixou todos que o amavam devastados, e nós sentiremos muito a falta de Joey. Esperamos que todos entendam que este é um momento doloroso para seus entes queridos, e respeitem as barreiras da privacidade”, disseram seus representantes em comunicado à imprensa. Sua estreia na atuação aconteceu em 2015, no citado “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”, em que deu vida a um dos três escoteiros que enfrentam o apocalipse. Em sua homenagem, o diretor do longa, Christopher Landon, o descreveu no Twitter como um jovem “quieto, engraçado, inteligente e pensativo”, mas que se tornava “magnético” quando as câmeras rolavam. Depois do filme de estreia, Morgan ainda apareceu em “Compadres” (2016), “Flor da Juventude” (2017), “O Acampamento de Férias” (2018) e no sucesso romântico da Netflix “Sierra Burgess é uma Loser” (2018). Seus últimos trabalhos foram o protagonismo da série “Critters: A New Binge” (2019), baseada na clássica franquia trash “Criaturas” no canal pago americano Shudder, e o filme “Max Reload and the Nether Blasters” (2020), um novo terrir em que precisou impedir novamente o apocalipse. Joey Morgan came into my life nearly 9 years ago when I made Scouts. He was quiet, funny, intelligent and thoughtful. And when the cameras rolled he was magnetic. He passed today and the news is heartbreaking. I am honored to have known him. 💔 pic.twitter.com/53GQ0r0YYB — christopher landon (@creetureshow) November 21, 2021

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    Peter Aykroyd (1955–2021)

    23 de novembro de 2021 /

    O comediante e roteirista Peter Aykroyd, irmão mais novo de Dan Aykroyd (“Os Caça-Fantasmas”), morreu no sábado passado (20/11) aos 66 anos, de causa não revelada. Aykroyd começou a carreira como membro da famosa trupe Second City, aparecendo inclusive na série televisiva de esquetes do grupo em 1978. No ano seguinte, foi para o humorístico “Saturday Night Live”. Ele entrou no elenco do programa três meses após a saída de seu irmão, mas apenas uma temporada, entre 1979 e 1980. Apesar do desencontro no “SNL”, ele fez várias parcerias com o irmão no cinema. Os dois apareceram juntos em filmes como “Doutor Detroit e suas Mulheres” (1983), “Dragnet: Desafiando o Perigo” (1987), “Nada Além de Problemas” (1991, que ele também ajudou a roteirizar) e “Cônicos e Cômicos” (1993). Ele também dublou a versão animada de seu irmão na série de TV baseada no filme “Os Irmãos Cara-de-Pau” (The Blues Brothers). Como roteirista e produtor, ainda criou a série investigativa “PSI Factor: Chronicles of the Paranormal”, que durou quatro temporadas, entre 1996 e 2000. Em suas redes sociais, o “SNL” postou uma homenagem ao ator, com um vídeo de um antigo esquete que ele estrelou no programa. Veja abaixo. Peter Aykroyd 1955-2021 SNL '79-'80 "The Java Junkie" pic.twitter.com/5IJWJTezgz — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) November 21, 2021

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    Art LaFleur (1943–2021)

    20 de novembro de 2021 /

    O ator Art LaFleur, mais conhecido por interpretar o astro do beisebol Babe Ruth em “Se Brincar o Bicho Morde” (1993), morreu na quarta-feira (17/11) aos 78 anos, após uma batalha de uma década contra a doença de Parkinson. Ele iniciou sua longa trajetória tardiamente. Tinha mais de 30 anos de idade quando se destacou na premiada minissérie baseada no filme “A um Passo da Eternidade” (From Here to Eternity), que rendeu o Globo de Ouro para a veterana Natalie Wood e também deslanchou a carreira de Kim Basinger em 1979. LaFleur ainda participou de dezenas de séries populares, como “As Panteras”, “M*A*S*H”, “Lou Grant”, “O Incrível Hulk”, “Esquadrão Classe A”, “Chumbo Grosso”, “Contos da Cripta”, “S.O.S. Malibu”, “Maré Alta”, “Plantão Médico”, “Malcolm”, “JAG”, “House”, etc. Mas sempre em apenas um capítulo, como convidado especial. Por outro lado, conquistou papéis memoráveis no cinema, indo de fã de beisebol em “Sonhando com a Fama” (1982), de Herbert Ross, ao papel de outro jogador clássico do esporte, Chick Gandil, no cultuado “Campo dos Sonhos” (1989), de Phil Alden Robinson. Também foi um agente da CIA na comédia “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), um militar em guerra contra alienígenas em “Patrulheiros do Espaço” (1985), o chefe da polícia em “Stallone: Cobra” (1986), uma vítima de “A Bolha Assassina” (1988), parceiro de Mel Gibson e Robert Downey Jr. em “Air America: Loucos pelo Perigo” (1990), sem esquecer o papel de Fada do Dente em “Meu Papai é Noel 3” (2006), entre vários outros créditos de sua vasta filmografia.

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    Heath Freeman (1980-2021)

    15 de novembro de 2021 /

    O ator Heath Freeman, que ficou conhecido por interpretar o primeiro serial killer da série “Bones”, foi encontrado morto em sua casa na cidade de Austen, Texas, aos 41 anos, de causa não foi divulgada. A notícia veio à publico no domingo (14/11) num post do Instagram da atriz Shanna Moakler, que escreveu: “De coração partido ao saber da perda do meu querido amigo Heath Freeman, talentoso ator, diretor, produtor, excelente chef e um amigo sólido. Sentiremos muito a sua falta e vou guardar com carinho todas as memórias incríveis que todos nós tivemos”. A carreira de Freeman começou há 20 anos com uma participação num episódio de “Plantão Médico” (E.R.). Ele também apareceu em “Tru Calling” e “NCIS” antes de ser escalado em 2005 como Howard Epps, o assassino calculista que deu trabalho durante as duas primeiras temporadas de “Bones”. Depois disso, ainda foi visto em “The Closer” e “Without a Trace”, chegando a ser escalado no elenco fixo de “Raising the Bar”, boa série jurídica que durou apenas uma temporada. Seu trabalho mais proeminente aconteceu em 2010, como protagonista, roteirista e produtor do drama independente “Skateland: Juventude Perdida”, exibido no Festival de Sundance. Ele também produziu a cinebiografia de Jimi Hendrix, “Jimi: Tudo a Meu Favor”, em 2013. Seus últimos papéis foram no terror “O Sétimo Dia”, com Guy Pearce, e o drama edificante “12 Órfãos Poderosos”, com Luke Wilson, ambos lançados neste ano em circuito limitado e streaming.

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    Winter (2005-2021)

    12 de novembro de 2021 /

    Winter, o golfinho do filme de 2011 que levou seu nome, morreu na noite de quinta (11/11) aos 16 anos, no aquário em que residia no estado da Flórida. De acordo com informações do site TMZ, o bichinho havia sido diagnosticado com uma obstrução gastrointestinal e seria operado no mesmo dia em que veio a óbito. Winter havia perdido a cauda aos dois meses de idade, ao ficar preso acidentalmente em uma armadilha para caranguejos em 2005. Ele foi resgatado por um pescador e encaminhado ao Aquário Marinho de Clearwater, onde permaneceu até o fim de sua vida. Parte dessa trajetória foi narrada no filme “Winter, o Golfinho”, que mostrava a amizade do animal com um garoto de 11 anos (Nathan Gable) e os esforços para ajudá-lo a voltar a nadar com uma cauda prostética. Estrelado também por Ashley Judd, Morgan Freeman e Harry Connick Jr., o longa fez tanto sucesso que ganhou uma continuação em 2014, “Winter, o Golfinho 2”. Ambos os filmes foram dirigidos pelo ator Charles Martin Smith, que após se destacar no elenco do clássico “Os Intocáveis” (1987) se especializou em comandar filmes sobre animais.

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    Coronji Calhoun (1991-2021)

    11 de novembro de 2021 /

    Coronji Calhoun, que interpretou o filho de Halle Berry no filme “A Última Ceia”, morreu de insuficiência cardíaca congestiva e problemas pulmonares em 13 de outubro, aos 30 anos. O falecimento foi confirmado por sua mãe na noite de quinta (10/11). O único crédito de atuação de Calhoun foi no filme de 2001, aos 10 anos de idade, quando deu vida a Tyrell Musgrove, o filho constantemente repreendido da personagem de Berry. Ele garantiu o papel em um teste de elenco na Louisiana. “A Última Ceia” rendeu a Berry o Oscar de Melhor Atriz, transformando-a na primeira mulher negra premiada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA na categoria principal de interpretação. O cineasta Lee Daniels, que produziu o filme, fez doações para o enterro de Calhoun na página do GoFundMe criada pela mãe do ator. “Estamos maravilhados com a demonstração de amor que a comunidade e a família adotiva de Coronji demonstraram durante nosso processo de luto”, escreveu Theresa C. Bailey, na página do GoFundMe. “Ao encerrarmos este capítulo, pedimos que, em sua lembrança dele, você se lembre de amar seu próximo como a si mesmo, porque foi isso que Coronji fez por toda a sua comunidade”, acrescentou a mãe do rapaz. Ele deixa um filho de 10 anos e um enteado de 13 anos.

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    Dean Stockwell (1936–2021)

    9 de novembro de 2021 /

    O famoso ator Dean Stockwell, que teve carreira longuíssima e repleta de clássicos – e até filmou no Brasil – , morreu na manhã do último domingo (7/11) de causas naturais, aos 85 anos. Filho de Harry Stockwell, que dublou o Príncipe Encantado em “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Dean e seu irmão mais velho, Guy Stockwell (“Beau Gest”), começaram a trabalhar ainda nos anos 1940 como atores mirins. Ao estrear na Broadway com 7 anos, ele chamou atenção da MGM e se mudou para Hollywood, onde passou a filmar e estudar ao lado de colegas de classe famosos, como Roddy McDowall, Elizabeth Taylor, Jane Powell e Russ Tamblyn. A estreia no cinema foi como uma criança fugitiva no famoso musical “Marujos do Amor” (1945) ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly. O sucesso do filme o fez emendar várias produções no período, até começar a ser escalado como protagonista aos 12 anos, em “O Órfão do Mar” (1948), de Henry King, e “O Menino de Cabelos Verdes” (1948), de Joseph Losey, em que viveu os personagens-títulos. Em sua infância, ele foi dirigido por alguns dos maiores mestres da velha Hollywood, em obras como “A Luz é para Todos” (1947), de Elia Kazan, que lhe rendeu um Globo de Ouro juvenil, “Capitães do Mar” (1949), de Henry Hathaway, “O Jardim Encantado” (1949), de Fred M. Wilcox, “O Testamento de Deus” (1950), de Jacques Tourneur, e “Era Sempre Primavera” (1950), de William A. Wellman. Seu papel-título na aventura “Kim” (1950), na qual contracenou com Errol Flynn, chegou a inspirar o lançamento de uma revista em quadrinhos. Mas seu contrato com a MGM acabou quando ele chegou os 16 anos. No auge da popularidade, Stockwell decidiu pausar a carreira para se formar na Hamilton High School em Los Angeles e estudar na faculdade em Berkeley, antes de, inspirado por “On the Road”, viajar pelo país. Só que, após um hiato de cinco anos, encontrou dificuldades para retomar as atividades, passando a atuar na TV, onde fez vários teleteatros, e também nos palcos. Até que seu desempenho na Broadway lhe reconduziu ao cinema. Após uma década vivendo o bom menino, ele reapareceu em “Estranha Obsessão” (1959), de Richard Fleischer, como um dos psicopatas universitários que matam um colega só para provar que era possível cometer um crime perfeito. Stockwell reprisava um papel que tinha vivido nos palcos de Nova York, e que por isso sabia de cor. De fato, foi tão magistral que acabou consagrado no Festival de Cannes de 1959 com o troféu de Melhor Ator. A partir daí, emendou outros papéis dramáticos importantes. Em “Filhos e Amantes” (1960), de Jack Cardiff, foi um jovem artista que busca uma vida diferente de sua família de mineiros. Em outro clássico, “Longa Jornada Noite Adentro” (1962), de Sydney Lumet, foi o filho doente terminal de uma família doentia, inspirado na juventude do escritor Eugene O’Neill. A interpretação depressiva lhe rendeu seu segundo prêmio de Melhor Ator em Cannes, em 1962. Apesar do impacto dessas produções, seu filme seguinte, “Nasce uma Mulher”, só estreou em 1965, e para se manter Stockwell precisou ampliar as participações na TV, conseguindo um papel recorrente na popular série médica “Dr. Kildare” em 1965. Isto, porém, fechou-lhe as portas das produções de prestígio, iniciando outra fase em sua carreira. Stockwell descobriu as drogas, mudou-se para San Francisco e entrou na contracultura como um hippie sábio em “Busca Alucinada” (1968), filme psicodélico de Richard Rush que também trazia Jack Nicholson como guitarrista de uma banda de rock. E após uma rápida transformação em vilão de terror em “O Altar do Diabo” (1970), mergulhou de vez no cinema contracultural. Viveu o pistoleiro Billy the Kid no filme dentro do filme de “O Último Filme” (1971), obra maldita do eterno hippie Dennis Hopper, de quem se tornou amigo inseparável. Foi ainda um repórter-lobisomem nos bastidores do poder político em “O Lobisomem de Washington” (1973), cult marginal de Milton Moses Ginsberg. E voltou a encontrar Hopper como um hipster em “Tracks” (1974), de Henry Jaglom, sobre traumas da Guerra do Vietnã. Foram filmes cultuadíssimos, mas que pagaram bem menos que ele estava acostumado. Por isso, sua carreira televisiva como ator convidado multiplicou-se com participações em “Bonanza”, “Missão: Impossível”, “Mannix”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Cannon”, “São Francisco Urgente”, “Os Novos Centuriões”, “Casal 20” e “Esquadrão Classe A”, entre muitas outras séries. Sem atenção de Hollywood, Stockwell estrelou “Alsino e o Condor” (1982), produção da Nicarágua que acabou indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e o mexicano “Matar um Estranho” (1983). Até se desiludir de vez e resolver abandonar o cinema para vender imóveis no Novo México. Entretanto, para complementar a renda, aceitou fazer um último filme de um diretor alemão. Tudo mudou com o filme do tal alemão. Em 1984, ele viveu o irmão de Harry Dean Staton em “Paris, Texas”. O drama do cineasta Wim Wenders acabou vencendo o Festival de Cannes e se tornando um dos longas mais famosos da década. Sua filmografia reviveu com uma coleção de pequenas participações inesquecíveis. Ele apareceu na primeira versão da sci-fi “Duna” (1984), sob a direção de David Lynch, no cult adolescente “A Lenda de Billie Jean” (1985) e no thriller policial “Viver e Morrer em Los Angeles” (1986), de William Friedkin, antes de atingir o ápice com sua melhor pequena participação de todas, o cafetão-traficante Ben de “Veludo Azul” (1986), novamente dirigido por Lynch e ao lado do velho amigo Dennis Hopper. A cena em que ele canta Roy Orbison para o torturado Kyle MacLachlan figura entre as mais icônicas do cinema moderno. Em seguida, ele enfrentou Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada II” (1987) e fez uma dobradinha de filmes para Francis Ford Coppola, “Jardins de Pedra” (1987) e “Tucker: Um Homem e seu Sonho” (1988), até ter seu status de ladrão de cenas consagrado pela Academia, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como um chefão da máfia na comédia “De Caso com a Máfia” (1988), de Jonathan Demme. Foi nesse período que acabou vindo filmar no Brasil, onde, sem falar português, viveu o patrão de “Jorge, um Brasileiro” (1988), drama caminhoneiro dirigida por Paulo Thiago, com Carlos Alberto Riccelli e Glória Pires no elenco. Na projeção nacional, foi dublado por Odilon Wagner. Ao voltar aos EUA, Stockwell passou a se dedicar a seu papel mais duradouro na TV, interpretando o almirante Al Calavicci em cinco temporadas da série “Quantum Leap” (1989–1993), que lhe renderam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. “Ele costumava anunciar sua chegada no estúdio com um grito: ‘A diversão começa agora!’. Palavras mais verdadeiras nunca foram ditas”, lembrou Scott Bakula, seu colega de elenco na série, em depoimento à imprensa nesta terça (9/11). Stockwell ainda fez nova parceria com Dennis Hopper em “Atraída pelo Perigo” (1990), foi um agente de talentos desesperado num dos melhores longas de Robert Altman, “O Jogador” (1992), atuou no thriller de ação “Força Aérea Um” (1997), com Harrison Ford, e até retomou as colaborações com Coppola em “O Homem Que Fazia Chover” (1997), vivendo um juiz corrupto. Mas depois disso seus melhores papéis foram na TV, principalmente como John Cavill, um dos robôs humanoides vilões do reboot de “Battlestar Galactica”, entre 2006 e 2009. Em 2015, ele se aposentou da carreira de ator e passou a se dedicar às artes plásticas. Artista talentoso, Stockwell já tinha se destacado ao projetar a arte da capa de um álbum de Neil Young, “American Stars ‘n Bars”, de 1977, e exibia suas obras por várias regiões nos Estados Unidos com seu nome completo: Robert Dean Stockwell.

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    William Lucking (1941–2021)

    4 de novembro de 2021 /

    O ator William Lucking, que estrelou a série “Sons of Anarchy”, morreu no dia 18 de outubro aos 80 anos, de causa não divulgada. O falecimento foi informado nesta quinta (4/11) pela mulher do ator, a figurinista Sigrid Insull. “Embora William muitas vezes representasse homens durões, em sua vida real ele era um homem elegante com um intelecto brilhante que adorava discutir sobre política e assuntos atuais, discutir filosofia e física e afirmar opiniões precisas sobre arte e poesia”, ela descreveu. Lucking teve uma longa carreira no cinema e na televisão. Seus primeiros papéis foram participações nas séries “Têmpera de Aço” (Ironside) e “Missão Impossível” em 1968, antes de aparecer na maioria das séries de western do período, incluindo “Bonanza”, “O Homem de Virgínia”, “Chaparral”, “Lancer” e “Gunsmoke”. A estreia no cinema aconteceu em 1971, ano em que trabalhou em nada menos que três longas: “Os Dois Indomáveis”, “Os Desajustados” e “Ensina-me a Viver”. Bastante ativo, também coadjuvou em “A Fúria dos 7 Homens” (1972), “Poço de Ódio” (1973), “Doc Savage, o Homem de Bronze” (1975), “O Retorno do Homem Chamado Cavalo” (1976), “Mulher Nota 10” (1979), “Recrutas da Pesada” (1981), “O Rio Selvagem” (1994), “Dragão Vermelho” (2002) e “Desafiando os Limites” (2004), quase sempre em papéis de policial ou bandido. Antes de entrar em “Sons of Anarchy”, ele chegou a integrar duas séries rapidamente canceladas dos anos 1980, “Os Fora da Lei” e “Shannon”, e feito aparições recorrentes em “Esquadrão Classe A” e “Star Trek: Deep Space Nine”. Mas Piermont “Piney” Winston foi mesmo seu papel mais marcante. O visual de durão casou perfeitamente com o personagem, um motoqueiro veterano e cancerígeno, fundador da gangue Sons of Anarchy, que carregava sempre a tiracolo um tanque de oxigênio. O ator apareceu em 49 episódios da série, entre 2008 e 2011, representando com sua experiência e exemplo a integridade que o motoclube deveria representar. E, por conta disso, teve um final trágico, assassinado na 4ª temporada pelo ambicioso vilão Clay Morrow (Ron Pearlman). Depois de “Sons of Anarcy”, ele ainda fez o filme “Contrabando” (2012) com Mark Wahlberg e se despediu das telas após passagens pelas séries “Switched at Birth” (em 2013) e “Murder in the First” (2014).

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    Jo-Carroll Dennison (1923–2021)

    31 de outubro de 2021 /

    A atriz Jo-Carroll Dennison, que transformou sua coroa de Miss América numa carreira em Hollywood, morreu em 18 de outubro em sua casa em Idyllwild, Califórnia, aos 97 anos, revelou neste fim de semana o jornal New York Times. Dennison nasceu em 16 de dezembro de 1923 num dos locais mais inusitados possíveis: uma prisão masculina em Florence, Arizona. Sua mãe deu a luz enquanto viajava com seu pai de carro do Texas para a Califórnia. Sua carreira também foi levada pelas circunstâncias aos destinos mais improváveis. Ela participou do programa de medicina itinerante de seus pais e pretendia se formar em negócios (economia e finanças) em Tyler, no Texas, quando um homem impressionado por sua beleza a parou na rua, mudando sua vida. Era um banqueiro que queria que ela representasse seu banco no concurso de beleza da cidade. Ela venceu aquele concurso, foi parar numa disputa regional, virou Miss Texas e acabou escolhida como Miss América em 1942. Com a faixa de Miss, foi entreter as tropas americanas no começo da 2ª Guerra Mundial e conseguiu um contrato com a 20th Century Fox, que a escalou como figurante de clássicos como “Canção de Bernadette” e “Entre a Loura e a Morena” em 1943. Ela também figurou no musical “Alegria, Rapazes!” (1944), onde conheceu seu futuro marido, o ator Phil Silvers, e conquistou seu primeiro papel creditado no romance “Encontro nos Céus” (1945). Mas a expectativa de sucesso cinematográfico não se concretizou, encerrando-se após vestir um maiô de peles no trash “Mulheres Pré-Históricas” (1950) e virar femme fatale no noir barato “Eco do Pecado” (1951). Paralelamente, Dennison ainda tentou carreira televisiva, emplacando pelo menos um papel marcante, como a estonteante e perigosa Breathless Mahoney na série de “Dick Tracy” (1950). A personagem foi vivida por ninguém menos que Madonna no filme de 1990. Nesta época, ela iniciou seu segundo casamento, desta vez com o diretor-produtor de TV Russell Stoneham (de “Barnaby Jones” e “São Francisco Urgente”), despedindo-se das telas logo em seguida, com um episódio de 1953 da série “The Abbott and Costello Show”. Jo-Carroll Dennison teve dois filhos do segundo casamento, encerrado em 1981, e lançou um livro autobiográfico, “Finding My Little Red Hat”, no mês passado.

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  • Etc,  Série

    Camille Saviola (1950–2021)

    30 de outubro de 2021 /

    A atriz Camille Saviola, conhecida por interpretar Kai Opaka em “Star Trek: Deep Space Nine”, morreu na sexta (29/10) aos 71 anos, de causa não divulgada. Ela começou no show business como cantora da banda de rock Margo Lewis Explosion nos anos 1970, mas logo mudou de tom, fazendo sua estreia na Broadway como Mama Maddelena no musical “Nine”, em 1982. O sucesso da produção abriu-lhe as portas do cinema, por onde entrou pelas mãos do conterrâneo nova-iorquino Woody Allen. Sua primeira aparição nas telas foi num pequeno papel em “Broadway Danny Rose” (1984), seguido por outro filme de Allen, “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), e a partir de então teve uma carreira prolífica na TV e no cinema. Ela ainda voltou a trabalhar com o diretor mais uma vez em “Sombras e Neblinas” (1991). Outros papéis no cinema incluíram “Noites Violentas no Brooklyn” (1989), “O Casamento de Betsy” (1990), “Entre Amigos” (1991) e “A Família Addams 2” (1993), mas ela logo começou a conquistar mais espaço na TV, passando a interpretar Kai Opaka em “Star Trek: Deep Space Nine” em 1993. A líder espiritual de Bajor acabou se tornando personagem da série até 1996. Saviola também estrelou as séries “The Heights” e “First Monday”, que duraram apenas uma temporada – respectivamente em 1992 e 2002 – , e apareceu em “Jogo Duplo” (Remington Steele), “A Juíza” (Judging Amy), “Becker”, “Plantão Médico” (E.R.), “JAG: Ases Invencíveis”, “Saving Grace”, “Without a Trace”, “Nip/Tuck” e foi a mãe de Turtle (Jerry Ferrara) em “Entourage”, entre muitos outras participações televisivas. Seu último papel foi na série “Younger”, onde interpretou Filomena, a mãe de Enzo de Luca (Chris Tardio) entre 2018 e 2019.

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