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    Mary Alice: Oráculo de “Matrix” morre aos 85 anos

    28 de julho de 2022 /

    A atriz Mary Alice, que interpretou Oráculo na franquia “Matrix”, morreu na quarta-feira (27/7) em Nova York, aos 85 anos de idade, de causa não revelada. Mary Alice Smith nasceu em 3 de dezembro de 1936, em Indianola, Mississippi, e foi criada em Chicago numa família de operários. Ela trabalhou no serviço público e foi professora do ensino fundamental antes de ingressar em um grupo de teatro comunitário. Após chamar atenção de Douglas Turner Ward, co-fundador da Negro Ensemble Company, mudou-se para Nova York em 1967, onde sua carreira floresceu em várias peças do circuito off-Broadway. A estreia no cinema aconteceu em 1974, em “A Educação de Sonny Carson”, e logo em seguida ela iniciou uma longa e prolífica rotina de aparições em séries TV – só em 1975, apareceu em episódios de “Sanford & Son”, “Good Times” e “Police Woman”. Em 1976, Mary Alice teve seu primeiro papel de destaque no cinema em “Sparkle”, como a mãe de três filhas que formam um grupo musical ao estilo das Supremes. Produzido cinco anos antes de “Dreamgirls”, musical da Broadway com tema semelhante, o filme lançou as carreiras de Irene Cara (“Fama”) e Lonette McKee (“Malcom X”) e ganhou um remake em 2012, em que Whitney Houston assumiu o papel da mãe. Sua consagração acabou vindo pelo teatro e a TV. Ela venceu o Tony em 1987 por sua atuação como Rose Maxson na peça da Broadway “Fences” – cuja adaptação de cinema, batizada no Brasil como “Um Limite Entre Nós” (2016), rendeu o Oscar para Viola Davis. Em 1993, veio o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama por “I’ll Fly Away”, em sua segunda indicação pelo desempenho na atração sobre segregação racial dos anos 1950. Ela também ganhou reconhecimento pelo filme “Não Durma Nervoso” (1990), de Charles Burnett, pelo qual foi indicada ao troféu de Melhor Atriz no Spirit Awards (o Oscar do cinema independente). E essa sequência de prêmios lhe rendeu convites para muitos trabalhos, acrescentando várias séries e filmes em seu currículo. Entre os destaques, estão os longas “Tempo de Despertar” (1990), de Penny Marshall, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Malcolm X” (1992), de Spike Lee, “Um Mundo Perfeito” (1993), de Clint Eastwood, “Ressurreição” (1998), de Maya Angelou, “A Terra do Sol” (2002), de John Sayles, e “Matrix Revolutions” (2003), das irmãs Wachowski. O papel de Oráculo no desfecho da trilogia original de “Matrix” foi seu último trabalho no cinema. Ela se aposentou da atuação logo após viver novamente a personagem nos videogames “Enter the Matrix” (2003) e “The Matrix Online” (2005). Em homenagem à intérprete original de Rose, a atriz Viola Davis escreveu nesta quinta: “Você foi uma das maiores atrizes de todos os tempos!! Obrigada pelo trabalho, inspiração e obrigada pela Rose. Vá com Deus, Rainha.”

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    Bernard Cribbins: Ator de “Doctor Who” morre aos 93 anos

    28 de julho de 2022 /

    O ator Bernard Cribbins, que participou de “Doctor Who” e estrelou o clássico infantil “Quando o Coração Bate Mais Forte” (The Railway Children), morreu nesta quinta (28/7) na Inglaterra aos 93 anos. A notícia foi dada por sua agência, sem revelar a causa da morte. “Sua carreira durou sete décadas com trabalhos tão diversos que começam em filmes como ‘Quando o Coração Bate Mais Forte’ e as comédias ‘Carry On’”, disse a Gavin Barker Associates em comunicado. “Ele trabalhou bem até os 90 anos, aparecendo recentemente em ‘Doctor Who’ e na série ‘Old Jack’s Boat’. Ele perdeu sua esposa de 66 anos, Gill, no ano passado”. A declaração completa: “A contribuição de Bernard para o entretenimento britânico é inquestionável. Ele era único, tipificando o melhor de sua geração, e fará muita falta a todos que tiveram o prazer de conhecê-lo e trabalhar com ele.” Nascido em Oldham em 29 de dezembro de 1928, o ator fez sua estreia nas telas na minissérie da BBC “David Copperfield”, de 1956, e após uma longa carreira na TV ganhou sua própria atração batizada com seu nome: “Cribbins”, exibida por duas temporadas na ITV, de 1969 a 1970. Paralelamente, começou a se destacar em várias comédias do cinema britânico, como “O Braço Esquerdo da Lei” (1963), com Peter Sellers, e “Um Golpe das Arábias” (1968), com Jerry Lewis, além da sátira de 007 “Cassino Royale” (1968) e de diversos filmes da franquia “Carry On”, desde “Com Jeito Vai… Marujo” (1964) até “Com Jeito Vai… Colombo” (1992). Sua filmografia também inclui a fantasia “A Deusa da Cidade Perdida” (1964), que trazia Ursula Andress como uma deusa imortal, e o suspense clássico “Frenesi” (1972), de Alfred Hitchcock. Mas ele é mais lembrado por sua participação como o funcionário da estação de trem do icônico filme infantil “Quando o Coração Bate Mais Forte” (1970), sobre crianças que vigiavam os trilhos para evitar acidentes e descobrir pistas do desaparecimento de seu pai. A identificação com o público infantil se estendeu à várias séries, como “The Wombles” (1973-1975) e “Jackanory” (1966-1995), nas quais atuou como narrador, além da recente “Old Jack’s Boat” (2012-2015), produção do canal pago infantil Cbeebies que ganhou até spin-off estrelado por Cribbins, “Old Jack’s Boat: Rockpool Tales” (2015). Nos últimos tempos, ele também apareceu em diversos episódios de “Doctor Who” (entre 2007 e 2010) como Wilfred Mott, o avô de Donna Noble (Catherine Tate), uma das companheiras do Doutor vivido por David Tennant. A participação não foi a primeira relação de Cribbins com a franquia. Ele entrou no universo de “Doctor Who” ainda nos anos 1960, com uma participação no filme “Ano 2150: A Invasão da Terra” (1966). E seu último trabalho foi um podcast sobre aquele filme, “Dr. Who & The Daleks: The Official Story of the Films”, lançado em maio passado. Em 2011, ele foi premiado com uma OBE (Ordem do Império Britânico) por seus serviços prestados às artes. O showrunner de “Doctor Who”, Russell T. Davies, postou uma homenagem ao ator em sua conta do Instagram, declarando que “amava este homem” e lembrando o quanto “ele adorava fazer Doctor Who”. “Bernard nos dizia, com um sorriso no rosto, que crianças na rua o chamavam de ‘vovô'”, escreveu o responsável pela série. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Russell T Davies (@russelltdavies63)

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    Yoko Shimada: Estrela de “Shogun” morre aos 69 anos

    26 de julho de 2022 /

    A atriz japonesa Yoko Shimada, que venceu o Globo de Ouro e foi indicada ao Emmy por sua interpretação de Mariko na minissérie clássica “Shogun”, de 1980, morreu na segunda-feira (25/7) de complicações de câncer colorretal em um hospital de Tóquio. Ela tinha 69 anos. Nascida em 1953 na cidade de Kumamoto, na ilha japonesa de Kyushu, Shimada estreou no cinema aos sete anos de idade, no drama “Jûrokusai”, de Eisuke Takizawa (1902–1966). Com uma longa carreira mirim, ela também estrelou a 1ª temporada de “Kamen Rider” (em 1971), uma das mais famosas séries do gênero tokusatsu (produções com efeitos especiais, geralmente com monstros). Ela abandonou os projetos infantis aos 21 anos, quando se projetou internacionalmente como protagonista feminina do thriller policial “Castelo de Areia” (1974), de Yoshitarô Nomura, premiado no Festival Internacional de Moscou. Também atuou no terror clássico “A Família Inugami” (1976), de Kon Ichikawa (1915–2008), que venceu sete prêmios da indústria japonesa. Mas foi seu papel como lady Mariko na adaptação americana do romance de James Clavelle que a consagrou em todo mundo. Mesmo sem ser fluente em inglês, ela desempenhou o papel feminino mais importante da produção vencedora do Emmy, como uma samurai destemida, que tinha muito a provar por vir de uma família desonrada – o que também a transforma numa femme fatale para o protagonista. Na trama, um marinheiro britânico chamado John Blackthorne (Richard Chamberlain) sobrevive a um naufrágio na costa do Japão no século 17, enfrenta provações para se tornar um samurai e se envolve na complexa teia política do país, virando confidente do Lord Toronaga (o lendário Toshirô Mifune), um poderoso aristocrata que pretende ascender ao shogunato. Seu status, porém, é abalado pela presença de Lady Mariko, que o faz balançar e reconsiderar suas prioridades, tendo que escolher entre o coração, a ambição, a coragem e a honra. Depois do sucesso de “Shogun”, ela se tornou uma superestrela no Japão, mas só voltou a aparecer em duas outras produções internacionais: os thrillers “Marcado para Morrer” (1995), estrelado por Christopher Lambert, e “O Combate: Lágrimas do Guerreiro”, adaptação do mangá “Crying Freeman” dirigida pelo francês Christophe Gans. Seu último trabalho foi no filme romântico “Kanon”, lançado em 2016. A história de “Shogun” está atualmente sendo refilmada pelo canal pago americano FX, com adaptação do roteirista Justin Marks (“Mogli – O Menino Lobo”) e com a cantora Anna Sawai, integrante do grupo de J-Pop FAKY, no papel de Mariko.

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    Bob Rafelson: Criador dos Monkees e diretor de filmes clássicos morre aos 89 anos

    24 de julho de 2022 /

    O cineasta Bob Rafelson, criador dos Monkees e considerado o responsável por trazer sensibilidade europeia ao cinema americano nos anos 1970, morreu na noite de sábado (23/7) em sua casa em Aspen, Colorado, aos 89 anos, cercado por sua família. Robert Rafelson era sobrinho de Samson Raphaelson (“A Loja da Esquina”), o roteirista favorito de Ernst Lubitsch. Nascido em Nova York em 1933, ele estudou Filosofia, trabalhou como radialista, fez traduções de filmes japoneses e começou a escrever para a TV em 1959, adicionando diálogos na série de teleteatro “Play of the Week”. Ele passou a trabalhar como produtor nos anos 1960, em atrações como “The Greatest Show on Earth” e “Channing”, antes de conceber seu primeiro sucesso: “Os Monkees”. A série dos Monkees foi imaginada como a resposta americana ao fenômeno dos Beatles, e seus integrantes foram selecionados por meio de audições de diferentes músicos, que também precisavam demonstrar suas capacidades de atuação para serem aprovados. Lançada em setembro de 1966, “Os Monkees” não demorou a virar febre e popularizar diversos hits cantados em seus episódios. Mas foi cancelada após dois anos e dois Emmys (Melhor Série de Comédia e Direção). Ironicamente, o final da série marcou o começo da carreira cinematográfica de Rafelson, que reuniu os músicos mais uma vez para lançar seu primeiro longa-metragem como diretor em 1968, “Os Monkees Estão Soltos” (Head), co-escrito pelo ator Jack Nicholson. A trama altamente psicodélica refletia ideais contraculturais de Rafelson e seu parceiro, o produtor Bert Schneider, com quem formou a Raybert (posteriormente rebatizada como BBS), produtora responsável por marcos como “Easy Rider – Sem Destino” em 1969 e “A Última Sessão de Cinema” em 1971. Seu segundo filme, “Cada um Vive como Quer”, estrelado pelo parceiro Jack Nicholson, foi o ponto mais alto de sua carreira – e do cinema da época. O filme atingiu um sucesso de crítica impressionante e projetou a carreira de Nicholson, ao incorporar pela primeira vez a influência da nouvelle vague francesa no cinema americano. Até o mestre sueco Ingmar Bergman elogiou e expressou admiração pela obra de Rafelson. “Cada um Vive como Quer” era um road movie com personagens que refletiam a visão de Rafelson sobre um outsider (Nicholson) aflito por uma dor profunda, criativa e não revelada. Em entrevista, ele confessou era a história dele mesmo, como alguém que não suportava a família e buscava fugir para longe de tudo. “Eu estava tentando escapar do meu passado desde os 14 anos”, disse o diretor, lembrando do alcoolismo de sua mãe. Indicado a quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, a obra também sinalizou a entrada de Jack Nicholson ao time dos grandes astros, com sua primeira indicação ao troféu de Melhor Ator. Em menor escala, os filmes seguintes de Rafelson também foram reconhecidos por sinalizarem uma nova profundidade no cinema americano, incluindo “O Rei da Ilusão” em 1972 e “O Guarda-Costas” em 1976. Mas sua carreira foi afetada logo no começo por uma tragédia, quando sua filha de 10 anos, Julie, morreu na explosão de um fogão a gás em sua casa em Aspen em 1973. A partir daí, seus lançamentos passaram a ser mais esparsos e pessimistas. Rafelson se fixou em temas do cinema noir em dois lançamentos seguidos: a nova parceria com Nicholson em “O Destino Bate à sua Porta” (1981) e o filme de femme fatale “O Mistério da Viúva Negra” (1987), estrelado por Debra Winger e Theresa Russell. A fase rendeu bilheteria saudável e muitos elogios na Europa, onde a reputação de Rafelson permaneceu em alta. Entre os dois filmes, o cineasta ainda participou da História dos clipes musicais, ao dirigir o vídeo do hit de 1983 de Lionel Richie, “All Night Long (All Night)”, combinando a balada pop contagiante com um retrato colorido e abstrato de uma festa ao pôr do sol. Ele assinou seu filme de maior orçamento em 1990: “As Montanhas da Lua”, mistura de drama biográfico e aventura sobre o explorador Sir Richard Burton e sua missão de encontrar a nascente do Rio Nilo, na África. Para compensar o trabalho mais convencional, fez mais dois filmes com Nicholson: “O Cão de Guarda” (1992) e “Sangue & Vinho” (1996). E embora o ator considerasse Rafelson parte de sua “família”, o filme de 1992 foi o pior trabalho da carreira de ambos. Depois disso, o diretor voltou ao gênero noir para comandar o telefilme “Poodle Springs”, da HBO, que trazia James Caan como o detetive Philip Marlowe. E só assinou mais um longa nos cinemas, o thriller policial “Sem Risco Aparente”, estrelado por Samuel L. Jackson e Milla Jovovich, que implodiu nas bilheterias em 2002. Refletindo sobre sua própria carreira em uma entrevista de 2004, Rafelson foi filosófico: “Se acontece de as pessoas se identificarem com seu trabalho, bem, você tem muita sorte… isso lhe dá permissão para continuar fazendo filmes. Mas se você não receber os aplausos, bem, há outras coisas. Quero dizer, afinal, há sua vida para viver.”

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    Alan Grant: Criador de vilões e histórias clássicas de Batman morre aos 73 anos

    22 de julho de 2022 /

    O artista britânico Alan Grant, roteirista dos quadrinhos de Batman e Juiz Dredd, morreu aos 73 anos na quinta-feira (21/7). O anúncio foi feito por sua esposa, Susan Grant, no Facebook, sem revelar a causa da morte. Nascido em Bristol, na Inglaterra, Grant cresceu na Escócia e começou a carreira como jornalista aos 18 anos, escrevendo para o jornal local Dundee Daily Courier. Ele passou a trabalhar como editor na empresa de revistas IPC nos anos 1970, onde sua dedicação à revista em quadrinhos “2000 AD” transformou o título num sucesso de vendas e transformou a marca num selo com várias publicações. Neste trabalho, formou uma grande amizade e parceria lendária com o roteirista John Wagner, o criador de Juiz Dredd. Os dois começaram a escrever juntos histórias para a publicação, que transformaram o Juiz Dredd no carro-chefe da “2000 AD” e num dos maiores ícones dos quadrinhos britânicos. As histórias de Grant e Wagner fizeram tanto sucesso que chamaram atenção do outro lado do Atlântico. A dupla foi contratada para escrever para a DC Comics. Seu primeiro título foi a série limitada “Outcasts”, lançada em 1987, seguida por histórias do Batman em 1988. Grant e Wagner introduziram o Ventríloquo em sua primeira história de Batman e o Caça-Ratos (Ratcatcher) em sua terceira. Mas depois de uma dúzia de edições, Grant passou a assinar as histórias sozinho, tornando-se um dos principais escritores de Batman até o final dos anos 1990. Nesta fase, criou o assassino Victor Zsasz, Jeremiah Arkham, Amídala e Anarquia (Anarky), entre outros vilões antológicos. Apesar da separação em Batman, a dupla voltou a trabalhar junta na minissérie “The Last American” da (hoje extinta) Epic Comics, no crossover de Batman e Judge Dredd publicado em 1991 e em “The Bogie Man”, sobre um doente mental escocês que acredita ser todos os personagens vividos por Humphrey Bogart no cinema. Esta minissérie independente de 1989 acabou virando um telefilme em 1992. Entre os projetos paralelos, Grant seguiu escrevendo histórias de vários personagens da DC nos anos 2000, como Lobo, LEGION (um spin-off da Legião dos Super-Heróis) e o Demônio, voltando a Batman para lançar um novo título, “Batman: A Sombra do Morcego”, além de ter sido um dos principais escritores do crossover “A Queda do Morcego” (Knight Fall no original), o mais longo arco já publicado nas revistas do herói, que deixou Batman temporariamente numa cadeira de rodas e durou aproximadamente 2 anos. O roteirista americano Tom King, que também escreveu histórias do Batman, lamentou a morte do colega nas redes sociais: “Arrasado com o falecimento de Alan Grant. Lobo, LEGION, Batman — suas histórias questionavam o que os quadrinhos de super-heróis poderiam ser e fazer: eram ríspidos, friamente cínicos e, no entanto, estranhamente — e maravilhosamente — continham uma poderosa e calorosa corrente de esperança. Grande escritor. RIP”. A editora 2000 AD também se manifestou em homenagem ao talento perdido. “Grant foi um dos melhores escritores de sua geração, combinando um olhar afiado para diálogo e a sátira política com uma profunda empatia que fazia seus personagens parecerem incrivelmente humanos e realistas. Através de seu trabalho, ele teve uma influência profunda e duradoura na 2000 AD e na indústria de quadrinhos”. Já a DC preferiu postar o vídeo de uma homenagem feita durante a Comic-Con Internacional, num painel do qual participavam artistas da editora, que dedicaram um minuto de aplausos aos feitos de Grant. Alan Grant will always be remembered as a comic book icon. Today, #SDCC salutes the DC trailblazer with a standing ovation, led by @TomTaylorMade, @TomKingTK, and @Bruno_Redondo_F. pic.twitter.com/8mi5dT1G4y — DC (@DCComics) July 21, 2022

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    Taurean Blacque: Ator da série “Chumbo Grosso” morre aos 82 anos

    22 de julho de 2022 /

    O ator Taurean Blacque, que viveu o detetive Neal Washington na série clássica “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues) morreu na quinta-feira (21/7) em Atlanta após uma breve doença, aos 82 anos. Ele estrelou todas as sete temporadas do drama que revolucionou as séries policiais nos anos 1980, aparecendo em 144 episódios de 1981 a 1987. A atuação na produção criada por Steven Bochco e Michael Kozoll, que acompanhava o cotidiano numa delegacia de polícia com um realismo nunca antes visto na TV, rendeu a Blacque uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática em 1982. O personagem de Blacque, o detetive Neal Washington, era um policial veterano respeitado, mas severo, conhecido por usar boina e ter um palito de dentes a mão, que eram verdadeiras marcas registradas. O ator nasceu Herbert Middleton Jr. em Newark, Nova Jersey, em 10 de maio de 1940. Começou a atuar em meados da década de 1970 na Negro Ensemble Company, uma companhia de teatro composta apenas por integrantes negros com sede em Nova York, onde adotou o pseudônimo Taurean (por causa de seu signo, Touro) Blacque (pela cor), e logo começou a aparecer como convidado em séries de TV como “Sanford and Son”, “Good Times”, “What’s Happening”, “The Bob Newhart Show” e “Taxi”. Depois do sucesso em “Chumbo Grosso”, ele ainda interpretou outro policial nos anos 1990, durante as duas temporadas da série dramática “Savannah” (1996-97). Ele deixa 12 filhos, muitos dos quais adotou, além de 18 netos e dois tataranetos.

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    Shonka Dukureh: Artista do filme “Elvis” é encontrada morta aos 44 anos

    21 de julho de 2022 /

    A atriz e cantora Shonka Dukureh, que interpretou a cantora Big Mama Thorton no filme “Elvis”, foi encontrada morta em seu apartamento em Nashville, EUA, nesta quinta-feira (21/7), aos 44 anos. Um de seus dois filhos descobriu o corpo da artista em seu quarto e foi pedir ajuda a um vizinho. O médico legista da cidade está trabalhando para determinar a causa da morte, mas não há suspeita de crime. “Elvis” tinha sido seu primeiro trabalho nas telas. Além dessa participação nos cinemas, ela também reprisou o papel da lendária cantora de blues, primeira a gravar “Hound Dog” e “Ball ‘n’ Chain”, no clipe de “Vegas”, música da cantora Doja Cat incluída na trilha sonora da produção. Natural de Nashville, Dukureh começou a cantar ainda criança nas igrejas da cidade. Em entrevista dada por ocasião do lançamento do longa, ela revelou que trabalhava em um álbum que homenagearia outro ícone da música, Billie Holliday.

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    Busi Lurayi: Atriz de “Como Acabar com o Natal” morre aos 36 anos

    11 de julho de 2022 /

    A sul-africana Busi Lurayi, que estrelou a série de comédia “Como Acabar com o Natal”, da Netflix, morreu aos 36 anos de idade. Sua agência emitiu um comunicado revelando que ela “faleceu repentinamente e foi declarada morta em sua residência no domingo (10/7) pela equipe médica. A razão de sua morte ainda é desconhecida, e aguardamos os resultados do relatório da autópsia”. A atriz viveu a personagem Tumi nas duas temporadas de “Como Acabar com o Natal”, lançadas em 2020 e 2021 pela plataforma de streaming. A 1ª temporada da produção sul-africana acompanhava um casamento grandioso, marcado para o Natal. Era a cerimônia dos sonhos de Beauty Sello (interpretada por Thando Thabe), que acaba virando uma catástrofe graças à chegada de sua irmã pródiga, Tumi, responsável por arruinar todo o planejamento. Já a 2ª temporada girou em torno de um funeral. Lurayi estreou nas telas em 2005, aos 19 anos de idade, no elenco da série de comédia “City Ses’la”, que ficou seis anos no ar e lhe rendeu dois prêmios da SAFTA (principal premiação de cinema e TV da África do Sul), como Melhor Coadjuvante em 2006 e Melhor Atriz em 2011. Aos 20 anos, emplacou uma participação num episódio da série americana “Plantão Médico” (E.R.) e no ano seguinte ela ainda se destacou na atração britânica “Wild at Heart” (2007), sobre uma família inglesa que se muda para a África do Sul para estabelecer um hospital para animais. Apesar dessas participações internacionais, Lurayi só foi se tornar mais conhecida do público mundial com “Como Acabar com o Natal”. Em um comunicado, a Netflix África do Sul lamentou sua morte: “Uma luz incrível se apagou na indústria de entretenimento sul-africana. Estamos profundamente tristes com o falecimento da premiada atriz dos palcos e da tela Busi Lurayi. Vamos nos agarrar às risadas, à beleza e aos momentos de alegria que ela nos trouxe.” Lembre abaixo o trailer de “Como Acabar com o Natal: O Casamento”.

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    Monty Norman: Autor da música-tema de 007 morre aos 94 anos

    11 de julho de 2022 /

    O compositor inglês Monty Norman, que compôs a música-tema dos filmes de James Bond, morreu nesta segunda-feira (11/7) aos 94 anos, “após uma curta doença”, segundo comunicado em seu site oficial. Nascido Monty Noserovitch em 4 de abril de 1928, no East End de Londres, Norman ganhou sua primeira guitarra, uma Gibson, aos 16 anos. Seu começo de carreira foi como integrante de bandas de espetáculos de variedades. Mas logo progrediu para compositor de musicais do teatro, como “Irma La Douce”, que ficou cinco anos em cartaz no West End e 18 meses na Broadway antes de se tornar um filme de Billy Wilder de 1963 – que usou suas músicas. Ele se voltou para o cinema justamente quando as músicas de suas peças foram parar nas telas, a partir da adaptação de “Expresso Bongo”, com o roqueiro Cliff Richards, em 1959. Logo depois disso, o estúdio de terror Hammer o convenceu a fazer sua primeira trilha cinematográfica, para “O Monstro de Duas Caras” (1960), uma atualização da história de “O Médio e o Monstro” dirigida por Terence Fisher. Norman também compôs a trilha da sci-fi “O Dia em Que a Terra se Incendiou” (1961) antes de ser procurado pelo produtor Cubby Broccoli, com quem já havia trabalhado no teatro, no musical “Belle”. Investindo no cinema, o produtor havia recém-adquirido os direitos de adaptação cinematográfica dos livros de Ian Fleming, e pediu ao compositor que criasse a trilha para o primeiro lançamento, “007 Contra o Satânico Dr. No”, de 1962. O acordo foi fechado quando os produtores convidaram Norman e sua então esposa, a atriz e cantora Diana Coupland, para uma viajem até a Jamaica, onde o filme estava sendo filmado, com todas as despesas pagas. “Bem, esse foi o argumento decisivo para mim!”, disse Norman, num texto publicado em seu site. “Eu pensei que, mesmo que ‘Dr. No’ fosse uma bomba, pelo menos teríamos sol, mar e areia para aproveitar disso!” Encarando o tema como efeito secundário de férias, o músico usou como base uma de suas composições anteriores, “Bad Sign Good Sign”, de uma montagem teatral de “A House for Mr. Biswas”, que nunca saiu do papel. Tudo o que fez foi mudar o riff principal, originalmente concebido para uma cítara, para acordes de guitarra elétrica. No entanto, Broccoli considerou que faltava algo para completar a canção e convidou o maestro John Barry para finalizar o arranjo. O resultado foi usado em todos os 25 filmes de James Bond. Por ter mexido no tema, Barry chegou a ser considerado o verdadeiro autor da música, mas Norman processou o jornal The Sunday Times, que fez esta afirmação em 1997, e venceu a ação por difamação. Além do tema, Barry trabalhou em mais duas faixas para a trilha de “007 Contra o Satânico Dr. No” – “Underneath the Mango Tree”, que ele ensinou a Sean Connery e Ursula Andress, e um arranjo para “Three Blind Mice” na cena de abertura com os três assassinos cegos. Curiosamente, o sucesso da música dos filmes de “007” não direcionou Norman para Hollywood. Ele criou só mais uma trilha de cinema, para a comédia “Rififi no Safári”, estrelada por Bob Hope e também produzida por Broccoli em 1963. Costa que ele ficou desgostoso com a falta de reconhecimento e pelo resultado financeiro de seu acordo com Broccoli, e preferiu continuar dedicando-se às produções teatrais. No começo da década de 1980, chegou a ser indicado ao Tony (o Oscar do teatro) por seu trabalho no musical “Songbook”, que ainda venceu o Ivor Novello (o Tony britânico).

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    LQ Jones: Ator dos westerns de Sam Peckinpah morre aos 94 anos

    9 de julho de 2022 /

    O ator LQ Jones, que trabalhou em dezenas de westerns, incluindo o clássico “Meu Ódio Será Sua Herança”, de Sam Peckinpah, morreu neste sábado (9/7) de causas naturais em sua casa em Hollywood Hills, aos 94 anos. Nascido Justice Ellis McQueen Jr. em 19 de agosto de 1927, na cidade de Beaumont, no Texas, ele ficou órfão muito pequeno e foi criado por parentes numa fazenda, aprendendo a andar a cavalo aos 8 anos de idade. Sua transformação em ator se deu por acaso. Enquanto estudava Direito na Universidade do Texas, foi companheiro de quarto de Fess Parker, o futuro Daniel Boone da TV. Mas enquanto o colega foi para Hollywood, ele investiu todo seu dinheiro num rancho que faliu. Sabendo da situação do amigo, Parker o convidou a fazer um teste para um projeto que ia filmar. Desenhou até um mapa de como chegar no estúdio. Jones foi aprovado pelo diretor Raoul Walsh e estreou no cinema como um soldado em “Qual Será Nosso Amanhã?” (1955), ao lado de Parker, Tab Hunter, Van Heflin, Aldo Ray e grande elenco. Seu personagem era um soldado chamado LQ Jones, e ele gostou tanto da experiência que adotou a denominação como seu nome artístico. No começo, especializou-se em filmes de guerra. Acumulou produções do tipo, incluindo alguns clássicos, como “Entre o Céu e o Inferno” (1956), de Richard Fleischer, “Os que Sabem Morrer” (1957), de Anthony Mann, “Os Deuses Vencidos” (1958), de Edward Dmytryk, “A Morte Tem Seu Preço” (1958), novamente de Walsh, e “O Inferno é para os Heróis” (1962), de Don Siegel. No meio de tanto tiro, foi aparecer pela primeira vez como cowboy, curiosamente, na estreia de Elvis Presley no cinema: “Ama-Me com Ternura” (1956). E ainda voltou a contracenar com o Rei do Rock em outro western, “Estrela de Fogo” (1960). Assim, aos poucos, foi mudando seu perfil. De soldado, virou cowboy e passou a cavalgar com Joel McCrea, Randolph Scott, Glenn Ford e Audie Murphy em filmes do Velho Oeste. Ao mesmo tempo, aproveitou que o gênero do “bangue-bangue” explodiu na TV e disparou rumo aos holofotes televisivos, fazendo múltiplas participações em séries como “Cheyenne”, “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Gunsmoke”, “Annie Oakley”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Caravana” (Wagon Train), “Couro Cru” (Rawhide), “Johnny Ringo”, “Big Valley” e especialmente “O Homem de Virgínia” – onde interpretou o ajudante de rancho Andy Belden por 25 episódios. Jones conheceu o diretor Sam Peckinpah numa dessas séries, “Klondike”. A produção só durou uma temporada, mas a amizade prosperou por décadas. Depois da série, o cineasta o escalou em cinco westerns de cinema. O primeiro foi “Pistoleiro do Entardecer” (1962), com Henry Fonda e Randolph Scott, seguido por “Juramento de Vingança” (1965), estrelado por Charlton Heston. E então veio o célebre “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969). O filme que estabeleceu a estética ultraviolenta, das mortes em câmera-lenta, rendeu o papel pelo qual Jones é mais lembrado: o sádico caçador de recompensas TC, que se junta a Robert Ryan e Strother Martin na perseguição da quadrilha de assaltantes liderada por William Holden. Ele seguiu colaborando com Peckinpah em “A Morte Não Manda Recado” (1970) e “Pat Garrett e Billy the Kid” (1973). E em meio a essa parceria ainda apareceu em outros clássicos do gênero: “Nevada Smith” (1966), com Steve McQueen, “A Marca da Forca” (1968), com Clint Eastwood, e “Caçada Sádica” (1971), com Gene Hackman. Mas a carreira de Jones foi atingida em cheio quando os westerns saíram de moda em meados dos anos 1970. Até Peckinpah partiu para os thrillers. Quando faltaram trabalhos para antigos cowboys, Jones tratou de virar produtor. Ele e o colega Alvy Moore formaram a produtora LQ/JAF e fizeram quatro filmes de gêneros inesperados: terror e sci-fi. O próprio Jones dirigiu “O Quarto do Diabo” (1964), escreveu “A Irmandade de Satanás” (1971) e fez ambos em “O Menino e Seu Cachorro” (1975), que costuma ser apontado como a maior inspiração de “Mad Max”. Adaptação de um romance de Harlan Ellison, “O Menino e Seu Cachorro” acompanhava o ainda adolescente Don Johnson por uma terra devastada pelo apocalipse no distante ano de 2024. Virou cult. Mas Jones não seguiu como diretor. Em vez disso, voltou a fazer participações em séries – agora policiais – , como “As Panteras”, “CHiPs” e “Esquadrão Classe A”. Seu último trabalho atrás das câmeras foi a direção de um episódio de “O Incrível Hulk”, em 1980. Em uma longa entrevista recente para o site Camera in the Sun, ele explicou que dirigir dava muito trabalho. Atuar era bem mais fácil e, sempre que precisavam de um xerife, ainda lembravam dele. Nos anos 1980, Jones foi xerife em “The Yellow Rose” (1983-1984), série de faroeste contemporâneo, que juntava um elenco de feras – Sam Elliott, Cybill Shepherd e Chuck Connors. E até na sci-fi “O Cavaleiro do Tempo” (1982). Ele chegou a reviver a carreira cinematográfica na década seguinte, aparecendo em alguns sucessos de bilheteria, como a comédia de western “Rapidinho no Gatilho” (1994), com Paul Hogan, o thriller “No Limite” (1998), com Anthony Hopkins, o blockbuster de aventura “A Máscara do Zorro” (1998), com Antonio Banderas, e o premiado drama mafioso “Cassino” (1995), de Martin Scorsese, em que interpretou, para variar, o homem da lei que era o inimigo do gângster vivido por Robert De Niro. Sua última aparição nas telas foi como o cantor country Chuck Akers em “A Última Noite” (2006), que também foi o último filme de Robert Altman, falecido naquele ano.

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    Tony Sirico: Astro de “Família Soprano” morre aos 79 anos

    8 de julho de 2022 /

    O ator Tony Sirico, conhecido por interpretar o mafioso Paulie Walnuts em “Família Soprano” (The Sopranos), morreu nesta sexta-feira (8/7), de causa não revelada em Fort Lauderdale, Flórida, aos 79 anos. Ele sofria de demência há dois anos e estava num lar de idosos. O personagem de Sirico era um dos mais divertidos da família de Tony Soprano (James Gandolfini), roubando as cenas da série desde seu começo. Em sua interpretação, o ator equilibrava um jeito ameaçador de gângster com um humor ridículo, caracterizado pela propensão para malapropismos (uso de palavras erradas), como chamar Sun Tzu de “Sun Tuh-Zoo” e chamar o mesmo filósofo de o “Matchabelli chinês” (querendo dizer Maquiavel). Sirico apareceu em todas as seis temporadas de “Família Soprano”, exibidas de 1999 a 2007, mas a produção da HBO não foi a primeira a enxergá-lo como mafioso. De fato, essa associação rendeu muitos filmes e começou em sua vida real. Nascido Gennaro Anthony Sirico Jr. em 24 de julho de 1942, ele veio de uma família italiana de Nova York e passou grande parte de sua infância tendo problemas com a lei. Associado à família mafiosa Colombo, acabou preso 28 vezes – a primeira aos sete anos de idade, depois de roubar moedas de uma banca de jornal. Ele chegou a ser condenado e ir para a prisão duas vezes, acusado de porte ilegal de arma e por assalto à mão armada. Esta experiência foi seu maior aprendizado para se tornar ator. Desde sua estreia nas telas, como figurante no drama mafioso “Crazy Joe” (1974), Sirico se se especializou em viver gângsteres. E foi tão convincente que acabou entrando em alguns clássicos, como “Os Bons Companheiros” (1990), de Martin Scorcese, e “Cop Land: A Cidade dos Tiras” (1997), de James Mangold. Ele também foi um mafioso em “Tiros na Broadway” (1994), de Woody Allen. E a participação gerou uma grande amizade, que levou o diretor o chamá-la para diferentes papéis em novas colaborações, quebrando o estereótipo em filmes como “Poderosa Afrodite” (1995), “Todos Dizem Eu Te Amo” (1996), “Desconstruindo Harry” (1997), “Celebridades” (1998), “Café Society” (2016) e “Roda Gigante” (2017). Mas os papéis de mafioso foram persistentes, inclusive em produções de comédia, como “Mickey Olhos Azuis” (1999), no qual trabalhou com outro famoso mafioso do cinema, James Caan (“O Poderoso Chefão”), também falecido nesta semana. Sirico foi mafioso até em séries animadas, vivendo o gângster Vinny em “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e Enzo Perotti em dois episódios do desenho “American Dad”, ambos produzidos por Seth MacFarlane. Em um post no Instagram, seu colega Michael Imperioli fez uma homenagem emocionada ao colega de “Sopranos”: “Dói-me dizer que meu querido amigo, colega e parceiro no crime, o grande Tony Sirico faleceu hoje. Tony era como nenhum outro: mais durão, leal e generoso que qualquer um que eu já conheci. Eu estive ao seu lado durante muitas coisas: nos bons e maus momentos. Mas principalmente bons. E demos muitas risadas. Encontramos um balanço perfeito como Christopher e Paulie, e tenho orgulho de dizer que fiz meu melhor e mais divertido trabalho com meu querido amigo Tony. Vou sentir sua falta para sempre. Ele é realmente insubstituível. Eu envio amor para sua família, amigos e seus muitos fãs. Ele era amado e jamais será esquecido. De coração partido hoje.”

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    Lenny Von Dohlen: Ator de “Twin Peaks” morre aos 64 anos

    8 de julho de 2022 /

    O ator Lenny Von Dohlen, ex-integrante de “Twin Peaks”, morreu na terça-feira em sua casa em Los Angeles após uma longa doença, informou seu empresário. Ele tinha 64 anos. Von Dohlen é mais lembrado pelo papel de Harold Smith, um cultivador de orquídeas agorafóbico e bastante perturbado, que apareceu de forma recorrente na 2ª temporada de “Twin Peaks”, em 1990, e no filme derivado da série, “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992). O personagem marcou tanto que o ator também foi convidado a participar da homenagem à “Twin Peaks” feita num episódio especial da comédia “Psych”, que reuniu os principais membros do elenco da série clássica em 2010. Ele estreou no cinema em 1983, no drama clássico “A Força do Carinho”, de Bruce Beresford, e logo em seguida foi escalado como o nerd protagonista da comédia “Amores Eletrônicos” (1984). Mas a carreira cinematográfica não decolou, o que o levou a uma procissão por diversas séries, incluindo “Miami Vice” e “Galeria do Terror”. A participação em “Twin Peaks” acabou lhe dando maior projeção e o conduziu para uma carreira em suspenses de baixo orçamento, produzidos para o mercado de vídeo. Entre eles, ainda encaixou uma produção de grande estúdio, “Jennifer 8 – A Próxima Vítima” (1992), estrelada por Andy Garcia. Um de seus últimos destaques foi “Esqueceram de Mim 3” (1997), continuação pouco vista da comédia infantil, em que interpretou um dos ladrões e chamou atenção pelo humor físico. Mas depois disso especializou-se em filmes trash, incluindo os terrores “Vagina Dentada” (2007) e “A Escolhida” (2011). Seu último trabalho, a comédia indie “Sallywood”, encontra-se atualmente em pós-produção e ainda não tem previsão de estreia. Ele era casado com o dramaturgo e roteirista James Still, autor da série animada “O Pequeno Urso”, da Nickelodeon.

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    James Caan: Morre o astro de “O Poderoso Chefão”

    7 de julho de 2022 /

    O ator James Caan, que marcou a história do cinema como Sonny Corleone em “O Poderoso Chefão” (1972), morreu na noite de quarta-feira (6/7) em Los Angeles, de causa não revelada, aos 82 anos. Caan é sempre lembrado por sua atuação explosiva como o filho mais velho de Dom Corleone (Marlon Brando) no clássico de Francis Ford Coppola. De presença hipnotizante em cena, o papel de herdeiro do império do crime da família Corleone lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Originalmente, a Paramount havia escalado outro ator no papel, mas Coppola, que era um velho amigo e já havia dirigido Caan em “Caminhos Mal Traçados” (1969), insistiu que só ele poderia fazer justiça ao personagem. Nascido em Nova York, Caan tinha até o sotaque do personagem e se encaixou como uma luva na produção. James Edmund Caan nasceu em 26 de março de 1940. Filho de imigrantes judeus da Alemanha, cresceu em Sunnyside, Queens, e estudou na faculdade de Long Island na mesma classe de Coppola. O início da carreira de ator foi em peças do circuito off-Broadway e participações em séries de TV no começo dos anos 1960. Seus primeiros papéis nas telas se materializaram em episódios de “Cidade Nua” e “Rota 66”, em 1961. Já a estreia no cinema foi uma figuração na comédia “Irma La Douce” (1963), de Billy Wilder. Ele começou a se destacar a partir do western “Assim Morrem os Bravos” (1965), escrito por Sam Peckinpah. Por seu papel, como um soldado da cavalaria dos EUA, recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de estreante mais promissor. O reconhecimento lhe rendeu escalação no clássico “El Dorado” (1967), penúltimo filme de Howard Hawks, ao lado de John Wayne e Robert Mitchum, e abriu caminho para seus primeiros trabalhos como protagonista – no suspense “O Terceiro Tiro” e na sci-fi “No Assombroso Mundo da Lua”, ambos também lançados em 1967. Um ano antes de estrelar “O Poderoso Chefão”, Caan ainda foi indicado ao Emmy de Melhor Ator por sua performance em “Glória e Derrota”, telefilme em que interpretou o jogador de futebol americano Brian Piccolo, diagnosticado com câncer terminal logo após se tornar profissional. Muitos críticos consideram a produção da rede ABC um dos melhores telefilmes já feitos. Com a enorme diferença de tom entre “Glória e Derrota” e “O Poderoso Chefão”, Caan mostrou a versatilidade que o acompanharia por toda a carreira, permitindo-lhe alternar-se entre dramas sensíveis, thrillers nervosos e comédias malucas. Foram mais de 100 papéis e muitos destaques. Só nos anos 1970, a lista inclui o drama criminal “O Jogador” (1974), de James Toback, a sci-fi “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975), o thriller “Elite de Assassinos” (1975), de Sam Peckinpah, a comédia “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976), de Mel Brooks, e o épico de guerra “Uma Ponte Longe Demais” (1977), de Richard Attenborough. Mas poderia ter feito filmes ainda mais populares. No auge da carreira, ele recebia tantas ofertas que não conseguiu encaixar alguns clássicos, como “Conexão Francesa” (1971), “Um Estranho no Ninho” (1975) e “Kramer vs. Kramer” (1979), três produções que renderam Oscars de Melhor Ator para seus intérpretes. Além disso, deixou passar o papel de Han Solo em “Star Wars” – foi a opção original de George Lucas. Coppola também tentou convencê-lo a viver o Capitão Willard em “Apocalypse Now” (1979), mas os dois só voltaram a trabalhar juntos em “Jardins de Pedra” (1987). Determinado a não desempenhar o mesmo papel repetidamente, Caan preferiu desafios que contrariavam expectativas, como viver o cantor e dançarino Billy Rose ao lado de Barbra Streisand em “Funny Lady” (1975) ou fazer dueto com Bette Midler em “Para Eles, com Muito Amor” (1991). Mesmo ao encarar tramas mafiosas, como em “Profissão: Ladrão” (1981), de Michael Mann, ele buscou cercar essas produções com escolhas inesperadas, como dois dramas do cineasta francês Claude Lelouch – “Outro Homem, Outra Mulher” (1977) e “Retratos da Vida” (1981). Mas Caan ficou cansado de atuar e decidiu dirigir um filme em 1980: “Hide in Plain Sight”, baseado na história real de um homem que descobre que seus filhos e ex-mulher sumiram, quando o namorado dela foi colocado no programa de proteção a testemunhas. O filme não fez sucesso e, junto com a perda de sua irmã por leucemia e o desgosto com os trabalhos que lhe ofereciam, o astro resolveu largar Hollywood, ficando ausente das telas de 1983 a 1986. Neste período, se dedicou a treinar crianças em times de futebol americano e basquete. Até que seu velho amigo Coppola o convenceu a retornar à atuação, interpretando um sargento do Exército dos EUA no traumático drama de guerra “Jardins de Pedra”. Em sua volta, Caan decidiu aceitar cheques mais altos para enveredar por gêneros mais comerciais e, por isso, também deixou sua marca na sci-fi “Missão Alien” (1988), que deu origem a uma franquia, na adaptação de quadrinhos “Dick Tracy” (1991) e no terror “Louca Obsessão” (1991), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para sua colega de cena, Kathy Bates. Em contrapartida, também ajudou a deslanchar a carreira de alguns diretores estreantes – ou no segundo filme – , como Wes Anderson, com quem trabalhou em seu primeiro longa independente, “Pura Adrenalina” (1996), além de James Gray em “Caminho sem Volta” (2000), Christopher McQuarrie em “À Sangue Frio” (2000) e Jon Favreau em “Um Duende em Nova York” (2003), antes mesmo que Hollywood reconhecesse devidamente seus talentos. Ele também fez duas comédias com Adam Sandler, “À Prova de Balas” (1996) e “Este é o Meu Garoto” (2012), e, ao se cansar da fama de mafioso, zoou dos clichês em “Mickey Olhos Azuis” (1999). Quando os filmes começaram a ficar repetitivos, Caan resolveu ir para a TV, passando quatro temporadas como dono de cassino em “Las Vegas” (2003-2007), outra como chefe da máfia de Miami em “Magic City” (2013) e mais uma na pele de um antigo astro de beisebol em “Back in the Game” (2013-2014). Além disso, virou dublador na animação “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) e sua continuação de 2013. Assim como sua filmografia, a vida pessoal de Caan também foi uma montanha-russa. Ele foi casado quatro vezes e teve cinco filhos. O mais famoso é Scott Caan, que seguiu os passos do pai, estrelando a franquia “Onze Homens e um Segredo” e o reboot da série “Hawaii-Five-0” – que contou com participação do velho Caan num episódio de 2012. O quarto casamento terminou após três pedidos de divórcio e a denúncia do ator de que a esposa estava gastando todo o seu dinheiro e forçando-o a aparecer em filmes muito ruins, como “Sicilian Vampire” (2016), simplesmente para pagar as contas. E, de fato, seus últimos filmes passaram longe da qualidade das obras que lhe renderam reconhecimento. Seu último filme, “Fast Charlie” (também conhecido como “Gun Monkeys”), foi finalizado neste ano e representa uma volta aos papéis mafiosos. Dirigido por Phillip Noyce, será lançado em 2023.

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