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    Crítica americana se empolga com Homem-Aranha no Aranhaverso a ponto de exigir Oscar

    28 de novembro de 2018 /

    Depois da babação por “Aquaman”, os críticos-fãs geeks americanos retornaram ao normal. Isto é, voltaram a direcionar sua empolgação exagerada às produções de super-heróis da Marvel. Ou, no caso, uma produção da Sony com super-heróis da Marvel. É que “Homem-Aranha no Aranhaverso” também teve sessão para a imprensa nos Estados Unidos. E adivinha? “Melhor de todos” os filmes do Homem-Aranha é a versão resumida do mantra. As primeiras críticas já começaram a aparecer, mas nem é preciso ler os textos gigantes e exaltados, porque as impressões disparadas nas redes sociais resumem o tom de adoração online. É só oba-oba. A diferença em relação ao histerismo gerado por “Aquaman” é que não há ressalvas. Não há postagem comentando que o filme é longo e tem partes bobas, mas é legal. “Homem-Aranha no Aranhaverso” é totalmente “legal” do começo ao fim, afirmam os elogios e mais elogios escritos sobre a animação. E tem mais. Os críticos-fãs nem precisaram se antecipar e pedir para o estúdio providenciar a continuação antes da estreia. A Sony percebeu o tinha nas mãos e nesse semana encomendou não só uma sequência, mas também um spin-off centrado nas personagens femininas dos quadrinhos do Homem-Aranha. Na verdade, o que os críticos-fãs estão exigindo, em relação a este filme, é um Oscar. Sério. Embora o filme seja engraçadíssimo, isto não é piada. A jornalista Molly Freeman, do ScreenRant, foi uma que hiperventilou, ao mencionar a Academia. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ faz jus ao hype. Tem coração, humor e animação alucinante – mas está tudo a serviço da história. Facilmente, um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos”, decretou. “Se não vencer o Oscar de Melhor Animação, eu vou quebrar tudo”. Clayton Davis, do site dedicado a premiações Awards Circuit, ecoou o sentimento. “Eu quero um Oscar de Melhor Animação para ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’. Só isso”, resumiu, sobre o que achou do filme. Rebecca Theodore-Vachon, da revista Entertainment Weekly, nem soube por onde começar a elogiar. “Fiquei pasma, só sentada lá no cinema, e sem conseguir dizer nada ao final do filme. Tão excelente que palavras não o descrevem”. Vinnie Mancuso, do site Collider, tentou descrever, mas também lhe faltaram palavras. E pontos de exclamação. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ é tão incrível que não existem pontos de exclamações suficientes no mundo para descrevê-lo. É como embarcar numa montanha-russa de super-heróis após tomar alucinógenos”. Outro do Collider, Coy Jandreau, tratou o filme como “uma evolução na animação”. “É ainda mais extraordinário que você imagina. Seu humor é muito rápido e muito específico para o Homem-Aranha (além de apropriado para todas as idades)”, descreveu. “A ação é frenética, insana, e só é possível neste formato. É absolutamente espetacular”, completar. Erik Davis, do site de venda de ingressos Fandango, fez campanha para aumentar a bilheteria classificando o filme como o melhor do Homem-Aranha até hoje. “Não só é um grande filme do Homem-Aranha, mas acho que é o melhor filme do Homem-Aranha”, exaltou. “Uma aventura de ação super inventiva e visualmente incrível, sobre um garoto aprendendo a ser herói através de um homem que esqueceu como ser um. É ótimo!”, comentou. Peter Scirreta, editor do SlashFilm, também foi fundo na “melhoridade”. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ não é só a melhor animação e a melhor adaptação de quadrinhos do ano, é simplesmente um dos melhores filmes de 2018. Eu não acho que qualquer outro filme faça um trabalho melhor ao traduzir quadrinhos para a tela”, exaltou, dando piruetas. Mike Cecchini, do site Den of Geek, previu que o filme se tornará clássico. “Vamos falar sobre ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ por anos”, escreveu. “Sério, eu amei esse filme. Todo mundo vai amar esse filme”, profetizou. Brandon Katz, do jornal Observer, por sinal, garante que o filme se tornará um enorme sucesso de bilheteria. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ vai agradar muito ao público. Quaisquer que sejam as previsões de bilheteria, elas estão muito baixas”, comentou. “Minha sessão irrompeu em aplausos diversas vezes durante o filme, especialmente durante a aparição especial de Stan Lee”, completou, lembrando que o cofundador da Marvel deixou uma participação no longa animado gravada antes de morrer, em 12 de novembro. “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreia nos cinemas americanos em 14 de dezembro, mas só chega no Brasil em 10 de janeiro.

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    Homem-Aranha no Aranhaverso ganha novo trailer com legendas, dublagem e até versão estendida

    18 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou um novo trailer da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” em três versões diferentes: dublada em português, legendada e estendida. A última traz diversas cenas a mais e não tem legenda nem dublagem nacional. A divertida produção marca o primeiro encontro no cinema dos diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha que existem nos quadrinhos. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Personagens de Homem-Aranha no Aranhaverso ganham pôsteres individuais

    13 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que destacam individualmente os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Pôsteres reúnem todas as versões do Homem-Aranha em seu primeiro longa animado

    9 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” que juntam os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Aranha no Aranhaverso: Novo trailer legendado explica multiplicação de heróis aracnídeos

    2 de outubro de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e um novo trailer legendado da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” que explica a profusão e mistura de personagens com poderes de aranha no filme. Na prévia, personagens que são de outros universos dos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – encontram-se graças a uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A presença de Peter Porker rende as melhores piadas da prévia. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Mas trata-se de um criação recente – lançado numa minissérie de 2009. Ar//nH é a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento chamado “Aranhaverso” nos quadrinhos da Marvel – que também originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk. Destas, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. E apesar de ter sido criado em 2011 na linha Ultimate (por Brian Michael Bendis), Miles Morales é o único que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão de sua linha editorial, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, é claro, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Nicolas Cage vai dublar herói da animação Homem-Aranha no Aranhaverso

    6 de julho de 2018 /

    Depois de dar voz ao Superman no longa animado “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, o ator Nicolas Cage vai dublar um herói da Marvel em outra animação para os cinemas: “Homem-Aranha no Aranhaverso”. O novo filme da Sony Pictures promete reunir diversas versões do herói que já apareceram nos quadrinhos. Os primeiros trailers já revelaram Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”) e até a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”). Cage viveria um personagem que ainda não pareceu no material de divulgação: o Homem-Aranha Noir, uma versão alternativa do herói, parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Trata-se de um criação recente – lançado numa minissérie de 2009. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Nicolas Cage busca vingança no trailer de Mandy

    27 de junho de 2018 /

    A RLJE Films divulgou o pôster e o trailer brutal de “Mandy”, um trash extremamente estilizado em que Nicolas Cage busca vingança. Mistura de “Mad Max” e “Massacre da Serra Elétrica”, a prévia traz Cage de machado e serra elétrica em punho para acertar as contas com uma gangue comandada por Linus Roache (série “Vikings”), responsável pelo rapto da personagem-título, vivida por Andrea Riseborough (“Oblivion”). O filme tem roteiro e direção de Panos Cosmatos (“Além do Arco-Iris Negro”), filho do célebre diretor de filmes de ação dos anos 1980 George P. Cosmatos (“Rambo II – A Missão”). Exibido no Festival de Sundance, encantou a crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para setembro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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    Nicolas Cage é dono de motel voyeur em trailer de suspense

    26 de janeiro de 2018 /

    Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) e Steven Spielberg (“The Post”) iam colaborar num filme sobre um dono de motel que, secretamente, assistia a seus hóspedes fazerem sexo, até que viu um assassinato. Mas o projeto foi cancelado em meio a polêmicas – a história verídica era eticamente perigosa e o escritor do livro, Gay Talese, acabou vendendo seus direitos para um documentário sem informar aos cineastas. A adaptação de “O Voyeur” (The Voyeur’s Motel) não saiu do papel. Mas a mesma história pode ser conferida no trailer de “Looking Glass”, em que Nicolas Cage descobre paredes falsas no motel que acaba de comprar, dando-lhe acesso a shows de sexo ao vivo de seus clientes. Até que há um assassinato… A versão com cara de telefilme do que viria a ser uma superprodução foi escrita pelos roteiristas Matthew Wilder (do péssimo “Cães Selvagens”, também estrelado por Cage) e Jerry Rapp (de “Jogo da Morte”, com Steven Seagal), e tem direção do veterano Tim Hunter, que fez alguns filmes cultuados nos anos 1980 – “Tex – Um Retrato da Juventude” (1982) e “Juventude Assassina” (1986) – e atualmente trabalha na série “Riverdale”. O elenco televisivo inclui Robin Tunney (série “The Mentalist”) e Marc Blucas (série “Necessary Roughness”). A estreia está marcada para 16 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Nicolas Cage quer matar os próprios filhos em trailer de terror insano

    28 de dezembro de 2017 /

    Imagine “Uma Noite de Crime”, mas com pais caçando os próprios filhos. Esta é a premissa de “Mom and Dead”, um terror de sobrevivência passado nos subúrbios americanos, em que os pais decidem eliminar os pequenos ditadores de suas casas. O trailer revela Nicolas Cage (“Motoqueiro Fantasma”) em nova performance ensandecida, ao lado de Selma Blair (“Hellboy”), abrindo caminho à golpes mortais entre sofás e banheiros trancados, atrás de seus queridinhos. “Mom and Dead” marca o reencontro de Cage com o diretor Brian Taylor, que o comandou em “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança” (2011). O elenco também inclui Anne Winters (série “Tyrant”) e Zackary Arthur (série “Transparent”) como os filhos. O filme teve première na mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto, onde seu humor negro causou forte impressão e arrancou elogios da crítica (85% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia comercial está marcada para 19 de janeiro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Nicolas Cage quebra o tornozelo durante filmagem de thriller de ação

    26 de abril de 2017 /

    O ator Nicolas Cage quebrou o tornozelo durante as filmagens de “#211”, um thriller de ação rodado em Sofia, na Bulgária. O acidente foi sucintamente descrito como “bizarro” pelo site Deadline. Cage foi levado para um hospital, perto de onde o longa está sendo filmado. Segundo o Deadline, o médicos queriam fazer cirurgia imediatamente. Em vez disso, o ator decidiu embarcar num avião para se tratar em Los Angeles. Os representantes do ator confirmam que ele está atualmente convalescendo e espera voltar ao set, para retomar seu trabalho, em duas semanas. A produção foi interrompida após o acidente e aguarda o retorno de Cage para ser retomada. “#211” tem roteiro e direção do ex-campeão de snowboard York Shackleton (“Kush”) e traz Cage na pele de um agente que tenta evitar um assalto. A produção é dos estúdios Millennium/Nu Image.

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    Nicolas Cage e Willem Dafoe são brutais no trailer legendado de Cães Selvagens

    1 de fevereiro de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Cães Selvagens”, novo thriller de ação de Nicolas Cage (“Motoqueiro Fantasma”). A prévia abusa da violência e é bastante sombria, girando em torno dos planos de um grupo de ex-presidiários, que incluem Cage e Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), contratados por um mafioso para raptar um bebê. A soma de brutalidade e humor negro parece querer resultar igual a Quentin Tarantino. Mas há algo diferente no enquadramento das cenas, como se o filme tivesse sido feito em bitola maior que a projeção, como acontecia antigamente nos filmes de cinemascope exibidos na TV. Talvez seja um recurso estilístico, já que há uma estética setentista assumida na produção Com passado glorioso, como roteirista dos clássicos “Taxi Driver” (1976) e “Touro Indomável” (1980), Schrader também foi autor do roteiro de “Vivendo no Limite”, protagonizado por Cage em 1999, e “A Última Tentação de Cristo”, estrelado por Dafoe em 1988 – todos dirigidos por Martin Scorsese. Agora, porém, assina projetos como este, o trash “Vale do Pecado” (2013), que juntou Lindsay Lohan e um astro pornô, e “Vingança ao Anoitecer” (2014), também estrelado por Cage, que foi lançado direto em DVD. “Cães Selvagens” foi direto para VOD nos EUA, mas deve ocupar salas de cinema do Brasil em abril.

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    Nicolas Cage é traficante histérico em trailer de novo filme de ação

    21 de dezembro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Arsenal”, novo filme de ação estrelado por Nicolas Cage (“Snowden: Herói ou Traidor”), que tem se especializado nesse tipo de produção que parece feita para o mercado de home video. Na prévia, ele vocifera histérico como sempre, mas desta vez de peruca e bigode falso, em papel de vilão, como um traficante tão odiado que o resto do elenco resolve se vingar dele. A trama mostra como dois irmãos, vividos por Johnathon Schaech (o Jonah Hex da série “Legends of Tomorrow”) e Adrian Grenier o Vincent de “Entourage”), tomaram rumos opostos na vida. O primeiro virou traficante, enquanto o mais novo conseguiu se estabelecer com trabalho honesto. Mas quando o personagem de Cage rapta o irmão mais velho, o jovem larga tudo para se juntar a um velho amigo detetive (John Cusak, de “The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) numa missão de resgate e vingança. Curiosamente, Cage e Cusak já se pegaram num suspense recente, “Sangue no Gelo” (2013), em papéis invertidos. A direção é de Steven C. Miller (“Assalto ao Poder”), que teve toda a sua filmografia lançada direto em DVD (nem Blu-ray) no Brasil. “Arsenal” deve seguir o mesmo rumo, mas estreia nos cinemas dos EUA em 6 de janeiro.

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    Sem ser memorável, Snowden consegue entreter, informar e provocar

    18 de novembro de 2016 /

    Apesar de um pouco distante da grande mídia, em comparação com seu destaque nas décadas de 1980-90, Oliver Stone segue ativo e perseguindo ainda mais um tipo de cinema militante de esquerda, numa opção ousada, já que são poucos que manifestam tamanha simpatia por medalhões da esquerda. Os documentários “Comandante” (2003), “Ao Sul da Fronteira” (2009), “Castro in Winter” (2012) e “Mi Amigo Hugo” (2014) são exemplos disso. Mas pouca gente viu esses filmes. Em “Snowden – Herói ou Traidor”, ele tenta voltar a ser relevante, deixando o bajulamento de políticos de lado para voltar a se embrenhar na boa luta contra o sistema. No novo filme, Stone denuncia a capacidade e o poder que o governo americano tem de não só vigiar cidadãos de seu próprio país, mas como também de provocar até mesmo apagões em vários outros países com apenas um clique. Stone encontrou em Edward Snowden, vivido na tela por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”), um prato cheio para fomentar uma nova controvérsia, e sem poupar o Presidente Barack Obama, que não é apenas cúmplice das armações maquiavélicas do Estado, embora percebamos que isto é parte de algo maior e já instituído. Snowden, ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança), e testemunha de segredos de estado chocantes, é mostrado inicialmente em 2013, quando decide contar tudo o que sabe para um grupo de jornalistas. A divulgação cairia como uma bomba, mas o rapaz, então com menos de 30 anos, tinha consciência dos riscos que ele e sua esposa sofreriam. A estrutura narrativa é convencional, através de flashbacks que remontam ao tempo em que Snowden era um simples soldado, que acabou se afastando do exército depois de quebrar as duas pernas em um acidente simples. Neste período, foi recrutado para trabalhar em uma agência de espionagem. E é aí que sua história realmente começa. A narrativa não poupa esforços para elevar o protagonista, de delator/traidor, à categoria de herói. Mas isso não chega a ser um problema. O problema é quando o diretor lança mão de artifícios banais para forçar a situação, como a utilização de uma trilha sonora épica e cafona. A personagem da esposa de Snowden também acaba ficando relegada a segundo plano, embora a atriz Shailene Woodley mostre ser, da turma de garotas que protagonizaram filmes para adolescentes recentemente, a que menos tem problema em fazer cenas de sexo ousadas (quem viu “Pássaro Branco na Nevasca”, de Gregg Araki, sabe do que estou falando). No mais, é um filme que se beneficia bastante de seu elenco de apoio. Um luxo poder contar com Melissa Leo, Zachary Quinto, Tom Wilkinson, Joely Richardson e até Nicolas Cage, em papel bem pequeno. E embora não seja tão memorável quanto gostaria de ser, “Snowden” consegue entreter, informar e provocar. Sem falar que, para o público brasileiro, não deixa de ser interessante ver o nome do país sendo citado em um par de vezes, inclusive sobre o caso da Petrobrás.

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