Skylanders Academy: Série animada baseada em videogame ganha primeiro trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado da sua nova série animada “Skylanders Academy”. Baseada na franquia de jogos desenvolvida pela Activision Blizzard, a série acompanha as aventuras heroicas de Spyro, Eruptor, Stealth, Elf, Jet-Vac e Pop Fizz, que protegem o vasto universo de Skylands do mal. “Skylanders Academy” é a primeira série animada desenvolvida pela Activision Blizzard Studios. Escrita e dirigida por Eric Rogers (série “Futurama”), a série conta com as vozes originais de Justin Long (“Amor à Distância”) como Spyro, Ashley Tisdale (“High School Musical”) como Stealth Elf, Jonathan Banks (série “Better Call Saul”) como Eruptor e Norm MacDonald (programa “Saturday Night Live”) como Glumshanks. Mas a prévia traz vozes brasileiras. Portanto, o público nacional também não notará que a animação ainda inclui participações de Susan Sarandon (“A Intrometida”), Daniel Wu (série “Into the Badlands”), Parker Posey (“O Homem Irracional”), e o roqueiro James Hetfield, do Metallica, entre outros. A 1ª temporada tem 12 episódios e estreia no dia 28 de outubro.
A 13ª Emenda: Documentário da diretora de Selma sobre racismo do sistema prisional ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer legendado de “A 13ª Emenda”, documentário sobre o racismo do sistema prisional americano dirigido pela cineasta Ava DuVernay (“Selma”). O documentário usa como título a 13ª emenda da Constituição dos EUA, que acabou com a escravidão no país em 1865, para argumentar que o escravismo ainda está vivo no encarceramento em massa, que afeta desproporcionalmente os negros. Enquanto os homens negros representam cerca de 6,6% da população americana, atualmente equivalem a 40,2% da lotação carcerária. Usando imagens de televisão, músicas e entrevistas com acadêmicos, políticos e ex-prisioneiros, a diretora Ava DuVernay descortina o preconceito que alimento o gueto prisional, que remonta aos linchamentos, à repressão aos direitos civis, às leis que sugerem parar e revistar quem parece ter “comportamento criminoso” e ao surto atual de mortes de negros desarmados pelas mãos da polícia. O filme teve première no dia 30 de setembro no Festival de Nova York e chegou ao Netflix no fim de semana.
Arq: Sci-fi estrelada por Robbie Amell ganha trailer legendado
Um mês após a estreia nos EUA, a Netflix brasileira divulgou o trailer legendado de “Arq”, filme de ficção científica estrelado por Robbie Amell (série “The Flash”). “Arq” é, como revela a prévia, uma história de loop temporal. Na trama, o dia reinicia como no clássico “Feitiço do Tempo” (1993), toda vez que o personagem de Amell acorda e vê mascarados invadirem o quarto em que dorme com sua namorada (Rachael Taylor, da série “Jessica Jones”), culminando em sua morte, repetidamente. Retendo a memória dos acontecimentos, ele tenta evitar que a situação continue em moto perpetuo, tomando decisões diferentes a cada reset. A ficção científica usou esse formato em dois filmes recentes, “Contra o Tempo” (2011) e “No Limite do Amanhã” (2014). “Arq” é menos ambicioso, devido ao pequeno orçamento de produção independente, mas, como revela a prévia, tem robôs! Primeiro longa escrito e dirigido por Tony Elliott (roteirista da série “Orphan Black”), a trama se passa num futuro onde corporações lutam contra nações soberanas pelas últimas fontes de energia do mundo. O casal Renton e Hannah tenta salvar uma tecnologia experimental de energia que poderia acabar com as guerras, mas uma invasão de domicílio faz com que ela entre em curto, criando o loop temporal. A estreia aconteceu em 16 de setembro na Netflix americana e o trailer nacional traz apenas a informação de que já está disponível no Brasil.
The Crown: Vídeo de bastidores explora a grandiosidade da série mais cara da Netflix
A Netflix divulgou um vídeo da série “The Crown” (a coroa), sua produção mais cara e ambiciosa, que aborda o reinado da Rainha Elizabeth II, desde seus dias de princesa herdeira. A prévia de três minutos traz elenco e produtores discutindo a premissa da produção, ao mesmo tempo em que explora sua grandiosidade, com inúmeros cenários, figurinos e figurantes para uma reconstituição de época precisa, em que o visual e o orçamento (US$ 100 milhões) são de superprodução de cinema. A prévia também explora o contexto político e social da época da coroação da então jovem rainha, que aos 25 anos enfrenta a desconfiança de Winston Churchill e outros políticos veteranos, sem contar os problemas com seu marido, o Príncipe Philip, que, refletindo o machismo da época, recusa-se a se submeter às vontades de sua esposa, cedendo apenas porque é obrigado a obedecer a rainha. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o Príncipe Philip, John Lithgow (“O Amor É Estranho”) como Winston Churchill, Jared Harris (“Poltergeist – O Fenômeno”) como o Rei George VI e Alex Jennings (o Príncipe Charles de “A Rainha”) como Edward VIII. Com produção do cineasta Stephen Daldry (“Trash”), que assina a direção do primeiro episódio, “The Crown” estreia em 4 de novembro.
Shadowhunters: Veja o trailer e duas cenas da 2ª temporada
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer e duas cenas da 2ª temporada “Shadowhunters”. As prévias se concentram na aparente traição de Jace Wayland (Dominic Sherwood) e ainda mostram Clary (Katherine McNamara) numa sessão de treinamento com Isabelle (Emeraude Toubia). Shadowhunters” adapta os livros “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A franquia não teve sucesso nos cinemas, onde foi interrompida após seu primeiro longa-metragem (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos), mas vem fazendo sucesso na TV americana. A trama acompanha Clary Fray, uma jovem que descobre ser descendente dos caçadores de sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. Sua verdadeira origem veio à tona quando sua mãe foi sequestrada e ela precisou mergulhar, ao lado do caçador Jace Wayland, num mundo fantástico, habitado por demônios, fadas, bruxos, vampiros e lobisomens. A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor Ed Decter (série “The Client List”) com produção do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”), que assina o episódio piloto. A 2ª temporada estreia em janeiro e os novos episódios também serão adicionados semanalmente ao catálogo da Netflix.
3%: Primeira série brasileira da Netflix ganha teaser, fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “3%”, sua primeira série brasileira original, além de anunciar a data de estreia. “A notícia ruim: só 3% das pessoas vão merecer um lugar na sociedade perfeita que construímos. A notícia boa: o Processo já tem data para começar — 25 de novembro”, escreveu a empresa em sua conta no Facebook. Estrelada por Bianca Comparato (“Irmã Dulce”) e João Miguel (“Xingu”), “3%” é uma série de ficção científica, que segue o mesmo estilo das franquias distópicas juvenis que fizeram sucesso recente no cinema, como “Jogos vorazes”, “Divergente” e “Maze Runner”. Mas o piloto foi divulgado no YouTube em 2011, antes do gênero virar tendência. Já na época chamou atenção da Pipoca Moderna, que apontou seu potencial. “3%” retrata uma sociedade futurista dividida entre o progresso e a devastação. A história acompanha jovens que pertencem ao lado desfavorecido e querem tentar a sorte do outro lado, mas para isso precisam passar por um processo de seleção, e só 3% conseguem. No projeto original, isto embutia uma crítica ao vestibular e ao sistema de ensino. Mas a produção da série transformou o tema numa questão social mais ampla. Para a versão da Netflix, os episódios foram reescritos por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), criador da série, e recriados com novo elenco. Os 400 mil fãs conquistados com o piloto poderão, finalmente, ver o que acontece após o início do Processo de seleção. Serão sete episódios ao todo, com direção do uruguaio Cesar Charlone (“Artigas, La Redota”), que foi indicado ao Oscar pela fotografia de “Cidade de Deus” (2002), rodados em Ultra HD 4K e disponíveis também no mercado internacional atendido pelo serviço de streaming.
Os Defensores: Vídeo revela Sigourney Weaver como nova vilã da Marvel
A Netflix divulgou um vídeo de seu painel na Comic-Con de Nova York, que registra o momento em que Sigourney Weaver é introduzida no palco, ingressando oficialmente no elenco da minissérie “Os Defensores”. Na atração, ela vai enfrentar os quatro atores que a recebem de pé no evento: Charlie Cox (Demolidor), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Punho de Ferro). Sua introdução foi feita por Jeph Loeb, presidente da Marvel Television, que acrescentou: “Estamos honrados em ter uma atriz desse calibre e com esse status no nosso maior show até o momento. Ela é a definição de uma atriz com classe”. Por enquanto, não foram revelados maiores detalhes sobre sua personagem. A minissérie vai fazer um crossover entre as séries “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”, com seus heróis unindo forças para enfrentar uma nova ameaça no Netflix. A produção está a cargo de Douglas Petrie e Marco Ramirez, showrunners de “Demolidor”. Mas ainda não há previsão para a estreia. Antes dela, está prevista a estreia de “Punho de Ferro” e possivelmente a 2ª temporada de “Jessica Jones”.
Punho de Ferro: Próxima série de super-heróis da Marvel ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendado e dois pôsteres de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. O vídeo aponta que a produção será fiel à origem mística do personagem, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), e sua missão de vingança. A prévia também mostra o poder do Punho de Ferro em ação e, embora não registre seu tradicional uniforme, a tatuagem de dragão ganha um close bem destacado. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de seus pais. Uma das personagens mais importantes dos quadrinhos do herói também aparece com destaque na prévia, a lutadora de artes marciais Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”). O elenco também inclui David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Jessica Stroup (série “The Following”) e o adolescente Toby Nichols (série “Underground”) como o jovem Dannny Rand. A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.
Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema
Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.
Justiceiro: Fotos das gravações revelam encontro entre o herói e Karen Page
Surgiram novas fotos de gravações de cenas do Justiceiro. Os paparazzi registram imagens de Jon Bernthal barbado, ao lado da atriz Deborah Ann Woll, intérprete de Karen Page na série “Demolidor”. Os dois conversam num banco à beira do rio Hudson, em Nova York. Até então, a Netflix só tinha informado que produziria a série do anti-herói, derivada da 2ª temporada de “Demolidor”, mas não a inclui entre os projetos previstos para 2017. Anteriormente, o chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, afirmou que a plataforma disponibilizaria apenas duas séries de heróis por ano “para manter a qualidade”, e as séries anunciadas para 2017 foram “Punho de Ferro”, que se encontra em produção, e a minissérie dos “Defensores”, que reunirá todos os heróis da Marvel já apresentados em atrações individuais. Neste sentido, pode ser que a cena do encontro entre Justiceiro e Karen Page seja relativa à participação de ambos em “Os Defensores”. Entretanto, há indícios de que a série “Justiceiro” poderia ser lançada em 2017. Um erro no aplicativo da Netflix “vazou” esta informação. O mesmo erro já tinha revelado o uniforme do Demolidor antes da hora e os títulos dos episódios de “Jessica Jones”, que acabaram se confirmando. Pela previsão inicial, “Justiceiro” chegaria ao catálogo do serviço somente em 2019, após as novas temporadas de “Jessica Jones” e “Demolidor”, previstas apenas para 2018.
The Ranch: Fotos da série revelam reencontro do elenco de That ’70s Show
A segunda metade da temporada inaugural de “The Ranch” vai promover uma mini-reunião do elenco de “That ’70s Show”. O site da revista Entertainment Weekly divulgou uma foto registrando a participação de Wilmer Valderrama na série. Ele parecerá em três episódios, reencontrando-se assim com Ashton Kutcher e Danny Masterson, seus colegas de elenco em “That ’70s Show”. Seu personagem se chamará Umberto, que, por sinal, é um antigo amigo dos irmãos Colt (Kutcher) e Rooster (Masterson). Apesar de não vê-los há tempos, Umberto reforça seus laços com os Bennett e quase vira uma espécie de terceiro irmão ao retornar para Garrison. Mas outras surpresas podem ter sido guardadas, já que uma foto dos bastidores mostrou mais duas visitas à produção. Mila Kunis, que é casada com Kutcher, e Laura Prepon (atualmente em “Orange Is the New Black”) se juntaram ao trio no cenário de “The Ranch”. A foto, que circula nas redes sociais, promove mais que uma mini-reunião: um revival completo, com o reencontro de cinco dos seis protagonistas da série clássica da década de 1990. Será que Mark Brazill, Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, poderiam aproveitar e lançar uma continuação, produzindo “That ’80s Show”? Opa, eles já fizeram uma série com este nome. Foi cancelada após 13 episódios… Enfim, a segunda metade da 1ª temporada de “The Ranch” estreia na sexta (7/10) na Netflix.
Gilmore Girls: Vídeos celebram os 16 anos da série e a expectativa para seu retorno
A Netflix uma coleção de vídeos para celebrar os 16 anos de “Gilmore Girls”, completados nesta quarta (5/10), e preparar os fãs para o retorno da série, que, por sinal, ganhou pôsteres. Mostrando cenas clássicas da produção, intercaladas com depoimentos atuais do elenco, o primeiro vídeo recorda o que tornou a série tão bem-sucedida, dos diálogos à química do elenco. E há ainda um playlist com sete vídeos narrados por Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o intérprete de Kirk, que resumem as sete temporadas da atração, exibidas originalmente entre 2000 e 2007. Centrada no cotidiano da mãe solteira Lorelai e sua filha Rory (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, a atração serviu para lançar a carreira de muitos astros, como Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”), que viveu a chef Sookie, e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), que disputavam o coração de Rory. Todos eles participarão do revival, que também trará de volta Scott Patterson (Luke), Kelly Bishop (Emily Gilmore), Sean Gunn (Kirk), Keiko Agena (Lane Kim), Matt Czuchry (Logan) e Yanic Truesdale (Michel Gerard). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, é a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo mais quatro episódios especiais, que terão duração de telefilme e se passarão, cada um, numa estação diferente, no decorrer de um ano na vida das garotas Gilmore. Por isso, o revival acabou ganhando o título “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”. Os novos episódios estreiam em 25 de novembro, mas todas as temporadas anteriores já podem ser revistas no Netflix.
Pai exige US$ 100 mil de taxa para quem quiser empresariar a estrelinha de Stranger Things
O pai da atriz mirim Millie Bobby Brown, a Onze (Eleven) de “Stranger Things”, decidiu aproveitar o sucesso da menina para pedir dinheiro a agências e agentes que queiram empresariar a carreira de sua filha, uma das estrelas jovenss de maior destaque no momento. O site da revista The Hollywood Reporter apurou com várias agências que Robert Brown, pai da atriz, está cobrando US$ 100 mil como “taxa de assinatura de contrato”. Pelo menos cinco agências confirmaram a proposta, que, segundo elas, pode prejudicar a carreira da menina. “Isso é sem precedentes”, disse ao site um chefe de agência que não quis se identificar. “Estamos acostumados a diminuir nossas taxas de lucro para um cliente que esteja em alta, mas pagar para conseguir um cliente? Se alguém aceitar as condições, isso abrirá uma caixa de Pandora”. Pais de estrelinhas mirins costumam assumir as finanças das crianças desde a época de Jackie Coogan, o personagem-título de “O Garoto” (1921), clássico mudo de Charlie Chaplin, geralmente torrando o dinheiro das crianças e terminando brigados com os próprios filhos. E isso já fez pelo menos um astro infantil desistir de fazer filmes: Macauley Culkin. Millie ainda não foi confirmada no segundo ano de “Stranger Things”, que terá nove episódios e será disponibilizado pela Netflix em 2017. Os fãs esperam que a falta de confirmação seja apenas uma questão de cronograma da plataforma de streaming e não devido a uma “taxa de assinatura de contrato” que possa afastá-la da produção.












