Conheça as novas músicas da banda responsável pela trilha da série Stranger Things
O fenômeno de popularidade da série “Stranger Things” não impulsionou apenas a carreira de seus jovens astros, mas também a praticamente desconhecida banda eletrônica experimental S U R V I V E, responsável por sua trilha sonora, repleta de sintetizadores retrô em clima de suspense, ao melhor estilo das composições de John Carpenter. A banda foi criada por Kyle Dixon e Michael Stein, amigos há quase 20 anos, que cresceram juntos em Austin, no estado americano do Texas, compartilhando a paixão por cultura geek. Eles foram influenciados a formar o grupo pela música do trio japonês Yellow Magic Orchestra, um dos pioneiros do synthpop, pelo som dos videogames – Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra, é responsável pela trilha de muitos games clássicos – e, claro, pelo krautrock – Tangerine Dream também fez muitas trilhas, com “O Comboio do Medo” (1977) vindo imediatamente à mente. Dixon e Stein se juntaram a Mark Donica e Adam Jones em 2008, lançaram dois álbuns e diversos EPS, mas só agora, depois de serem convidados pelos irmãos Duffer a trabalhar em “Stranger Things”, é que foram descobertos pelo grande público. Quando fizeram a trilha, nem imaginaram que ela poderia virar um disco. Mas o sucesso da atração gerou a demanda, levando ao lançamento de um álbum de composições exclusivas para a série, pela Apple Music no mês passado. No embalo, o S U R V I V E começa agora a divulgação de seu terceiro álbum, que chega às lojas em poucos dias, em 30 de setembro. Intitulado “RR7349”, o disco estava pronto antes do grupo começar a trabalhar na série. Confira abaixo duas músicas já adiantadas pela gravadora.
Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo
A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race
Escalada primeira atriz do remake da série clássica Perdidos no Espaço
O remake da Netflix para a série clássica “Perdidos no Espaço” ganhou seu primeiro nome no elenco. Segundo o site Deadline, a atriz Taylor Russell (série “Falling Skies”) foi contratada para interpretar Judy Robinson, a filha mais velha do casal John e Maureen Robinson. Taylor é uma atriz negra e vai viver a personagem que ficou famosa na interpretação da loira norueguesa Marta Kristen – e encarnada no cinema por Heather Graham. Sua escalação abre a possibilidade de a série ser estrelada por um elenco inteiramente negro – ou ter uma explicação à la “Quarteto Fantástico”, vencedor do troféu Framboesa de Ouro 2016. Parece existir uma orientação para que os produtores apostem na mudança racial de personagens consagrados, como se isso sugerisse inovação, embora poucos tenham a iniciativa, como Rick Berman e Michael Piller tiveram há 23 anos, de criar uma série sci-fi inteiramente nova com um protagonista negro – “Star Trek: Deep Space Nine” não fez escola. Se há uma coisa que não se pode dizer dos criadores do novo “Lost in Space” é que tenham ideias novas. Afinal, Matt Sazama e Burk Sharpless escreveram “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior e mais reciclado que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A série original foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. A previsão é que o remake chegue à Netflix apenas em 2018.
Shadowhunters: Veja primeira imagem da 2ª temporada
O produtor Todd Slavkin, showrunner de “Shadowhunters”, divulgou em seu Twitter a primeira imagem da 2ª temporada da série. Trata-se de uma foto do monitor de edição, durante o trabalho de montagem do primeiro episódio do ano, que mostra Clary (Katherine McNamara) no que parece ser uma sessão de treinamento com Isabelle (Emeraude Toubia). “Shadowhunters” adapta os livros “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A franquia não teve sucesso nos cinemas, onde foi interrompida após seu primeiro longa-metragem (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos), mas é sucesso na TV americana, exibida pelo canal pago Freeform. A trama acompanha Clary Fray, uma jovem que descobre ser descendente dos caçadores de sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. Sua verdadeira origem veio à tona quando sua mãe foi sequestrada e ela precisou mergulhar, ao lado do caçador Jace Wayland (Dominic Sherwood), num mundo fantástico, habitado por demônios, fadas, bruxos, vampiros e lobisomens. A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor Ed Decter (série “The Client List”) com produção do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”), que assina o episódio piloto. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia, mas, assim como no primeiro ano, os novos episódios também serão adicionados semanalmente ao catálogo da Netflix.
Easy: Série de humor sexual com Orlando Bloom ganha fotos e trailer legendado
A plataforma de streaming Netflix divulgou 10 fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “Easy”, nova série de comédia que só fala daquilo. Concebida como uma antologia tradicional, com episódios independentes, a série vai acompanhar diversos personagens em busca de amor, mas principalmente de sexo. Criada por Joe Swanberg (“Um Brinde à Amizade”), a série terá oito episódios escritos, dirigidos e produzidos pelo cineasta indie, que reuniu um grande elenco para sua estreia no gênero, destacando atuações de Orlando Bloom (“O Hobbit”), Malin Akerman (série “Trophy Wife”), Jake Johnson (série “New Girl”), Dave Franco (“Vizinhos”), Hannibal Buress (“Dois Caras Legais”), Emily Ratajkowski (“Garota Exemplar”), Jacqueline Toboni (série “Grimm”), Kiersey Clemons (“Um Vizinho Perigoso”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem entre Gigantes”), Aya Cash (série “You’re the Worst”), Kate Micucci (“Sonhos à Deriva”) e Elizabeth Reaser (“Crepúsculo”), entre outros. “Easy” estreia na Netflix na quinta-feira (22/9).
Luke Cage: As heroínas da série ganham dois pôsteres
A plataforma de streaming Netflix divulgou novos pôsteres de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que destacam as heroínas da trama. As artes trazem Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como Misty Knight e Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, papel que ela já interpretou nas séries “Demolidor” e “Jessica Jones”. As duas se juntam ao herói musculoso vivido por Mike Colter, que estreou no papel de Luke Cage em “Jessica Jones”. Passada no mesmo universo das duas séries anteriores da Marvel, “Luke Cage” foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Narcos: Os verdadeiros agentes Steve Murphy e Javier Peña amam a série da Netflix
Os agentes do Departamento de Narcóticos dos EUA (DEA) Steve Murphy e Javier Peña, retratados na série “Narcos”, realmente existem. E enquanto o filho de Pablo Escobar alega que há muitos erros históricos na serie, a ponto de publicar uma lista dos equívocos no Facebook, os responsáveis por liderar a caçada ao traficante defendem que “Narcos” é bastante realista. Quem tem razão? Meio a meio, pois, como os próprios ex-agentes reconhecem, toda obra de ficção tem direito à liberdade criativa. E vale lembrar que Juan Pablo Escobar, o filho de El Patrón, era uma criança na época dos fatos narrados, enquanto Murphy e Peña participaram ativamente da história real. Atualmente com 59 anos, Murphy serviu de consultor para a produção da Netflix, para assegurar o máximo de fidelidade aos fatos históricos. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele confessou que “ama” a série. Já Peña, que está com 60 anos, elogiou a intriga e o suspense, e se surpreendeu com o que foi mostrado. “Há coisas lá que nunca foram ditas ao público”, ele admitiu. Depois da morte de Escobar, em dezembro de 1993, a dupla foi abordada para levar sua história para Hollywood. “Tentamos fazer com algumas pessoas e elas sempre vinham com ideias malucas. Isso foi nos deixando desanimados e simplesmente não valia a pena”, recordou Murphy. Foram muitas ofertas até que eles conheceram os criadores de “Narcos”. “Nossa única exigência foi que não glorificassem Escobar ou o Cartel de Medellín de forma alguma”, lembra Murphy. Ele disse que os produtores, entre eles o brasileiro José Padilha, cumpriram o requisito e mantiveram “cem por cento de sua palavra”. Peña defende que a série mantém a cronologia correta dos eventos. “Nós contamos como tudo aconteceu. Há alguma licença poética, mas a ordem dos fatos é precisa”. Na trama da Netflix, Murphy e Peña são interpretados por Boyd Holbrook e Pedro Pascal, respectivamente. Não está claro se seus personagens vão continuar na atração na 3ª temporada, que não contará mais com o brasileiro Wagner Moura, devido ao destino de seu personagem na trama – e na vida real.
Death Note: Diretor promete violência e nudez na adaptação americana do mangá
O diretor Adam Wingard, que está em cartaz nos cinemas com o terror “Bruxa de Blair”, já está trabalhando em seu próximo filme, a adaptação do mangá e anime “Death Note”. E em entrevista para o site Collider, ele deixou claro que pretende extrapolar no uso da violência gráfica. Como o filme está sendo produzido pela Netflix, tecnicamente não estará sujeito a um sistema de classificação indicativa como nos cinemas. E, para Wingard, isto significa que não há limites. “Podemos fazer o que quisermos. Isso é o mais legal, porque é um filme de anime. Estamos trazendo um desenho à vida. E o grande negócio sobre anime é sua vocação para temas adultos”, ele adiantou. “Lembro-me de ver nas locadoras o vídeo de Akira com um selo estampado que não era para crianças. Isso sempre me impactou. Então, estou fazendo minha primeira adaptação de anime, e é importante ter estes temas adultos. Então, haverá nudez, palavrões, e uma tonelada de violência”, completa. O filme será estrelado por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner, Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”) e Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”), que também é americano, mas o único ator do elenco com feições orientais. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses de “Death Note”. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.
Evangeline Lilly será a mãe do anticristo em comédia de terror da Netflix
A atriz Evangeline Lilly (“Homem-Formiga”) vai estrelar a comédia de terror “Little Evil”, que está sendo produzida pela Netflix. Segundo o site da revista Variety, ela viverá a mulher dos sonhos de Adam Scott (série “Parks and Recration”), que também pode ser a mãe do anticristo. O filme tem direção e roteiro de Eli Craig, especialista no gênero terrir, que antes fez “Tucker e Dale Contra o Mal” (2004), mas teve seu piloto de série baseada em “Zumbilândia” recusado pela Amazon. Em “Little Evil”, Gary (Scott) consegue se casar com a mulher dos seus sonhos (Lilly), mas descobre que o filho de seis anos da amada pode ser o anticristo. O elenco ainda conta com Donald Faison (“KickAss 2”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Bridget Everett (“Descompensada”), Clancy Brown (“Cowboys & Aliens”) e Tyler Labine (“Tucker e Dale Contra o Mal”). As filmagens devem começar na próxima semana em Cleveland para uma estreia em 2017.
Estreia da nova série do universo de Star Trek é adiada para maio de 2017
Os fãs de “Star Trek” vão ter que esperar um pouco mais para conhecer a nova série derivada da franquia cinquentenária. A estreia de “Star Trek: Discovery” foi adiada em quatro meses, para maio de 2017. Segundo comunicado da rede americana CBS, os motivos foram criativos e de produção. No texto, os responsáveis pela série afirmam que não querem comprometer a qualidade da pós-produção e o resultado final por ter de cumprir o cronograma da estreia, e que decidiram, junto com a CBS, adiar o lançamento. “Relançar ‘Star Trek’ na televisão implica uma responsabilidade e uma missão: agradar tanto os fãs como os novatos com a série que alimentou nossa imaginação desde a infância”, diz o texto, assinado em conjunto por Alex Kurtzman (série “Fringe”) e Bryan Fuller (série “Hannibal”). Neste sentido, eles argumentaram que “Star Trek” merece “o melhor” e destacaram que esses “meses extras” ajudarão a criar uma série da qual todos possam “estar orgulhosos”. Os dois tem uma ligação afetiva com a franquia e representam duas gerações distintas de roteiristas de “Star Trek”. Kurtzman escreveu os filmes recentes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), enquanto Fuller começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”. Além deles, a série também conta com Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982), que representa ainda uma terceira geração de autores trekkers na produção. Por enquanto, pouco se sabe sobre a trama da série, a sétima da franquia iniciada em 1966 com o lançamento de “Jornada nas Estrelas” na televisão americana. Durante a última edição da Comic-Con de San Diego, Fuller disse que a nova série seguirá apostando numa mensagem de esperança para o futuro. “Uma das coisas mais bonitas de ‘Star Trek’ é que as pessoas que assistem o programa querem se transformar em cientista, querem ir ao espaço”, comentou Fuller. “Temos que festejar a progressão de nossa espécie, porque atualmente parece que precisamos de um pouco de ajuda”, acrescentou o produtor, que lembrou também que “Star Trek” celebra a diversidade e a aceitação das diferenças. Mais recentemente, durante evento da TCA (Associação de Críticos da TV dos EUA), Fuller adiantou que, em vez de um capitão, o membro de escalão mais alto da tripulação da nave Discovery será um tenente. Segundo o criador da atração, a decisão permitirá à série explorar histórias de um ponto de vista diferente. E este ponto de vista será de uma mulher. A trama vai se passar dez anos antes do Capitão Kirk subir à bordo da Enterprise. Na cronologia, isto representa o elo perdido entre “Star Trek: Enterprise” e a série clássica “Jornada nas Estrelas”. Além disso, Fuller revelou que a missão da Discovery deverá se concentrar num evento já referido na mitologia de “Star Trek”, mas que “nunca foi totalmente explorado”. “Star Trek: Discovery” será lançada no Brasil pelo Netflix.
Bloodline vai acabar na 3ª temporada
A série “Bloodline”, produzida pelo serviço de streaming Netflix, chegará ao fim em sua 3ª temporada, atualmente em produção. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a decisão teria partido do próprio Netflix, pois, quando a produtora Sony TV comemorou a renovação para os próximos episódios, manifestou-se no sentido de que não seriam os capítulos finais. Os criadores da atração também projetaram uma longevidade maior para a produção, afirmando ter histórias para seis temporadas. Entretanto, já na ocasião da renovação a série teve uma encomenda menor de episódios, passando de 13 para 10 na 3ª temporada. Como a Netflix não divulga dados de audiência, é difícil verificar o desempenho de “Bloodline” entre o público. Criada pelos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”), a série tem tom novelesco e gira em torno dos segredos da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida. O elenco inclui os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e Ben Mendelsohn (“Êxodo: Deuses e Reis”), que foram indicados ao Emmy 2016, além de Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”) e Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”). A 3ª temporada será exibida em 2017, em data ainda não definida.
Diretor do terror O Espelho adaptará livro “infilmável” de Stephen King para a Netflix
O diretor de terror Mike Flanagan (“O Espelho”), que produziu nada menos que três filmes em 2016, vai adaptar o livro Jogo Perigoso (Gerald’s Game), de Stephen King, para a Netflix. Ele próprio contou a novidade, em entrevista para o site Rue Morgue. Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada parcialmente na imaginação da protagonista e difícil de ser retratada num longa-metragem, sem esquecer de suas terríveis cenas brutais, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusavam produzir sua adaptação, apesar da popularidade dos filmes baseados em obras de King. Flanagan tem o roteiro pronto desde 2014, mas passou uma década imaginando como abordar o livro. Ninguém queria bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. Será a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, que lançou em abril o terror “Hush – A Morte Ouve”. O filme deve ter feito bastante sucesso para a parceria comercial ganhar bis. “A Netflix não libera os números, mas eu sei que ele foi muito visto porque vi muita gente falando sobre ele e nos elogiando, o que é sempre maravilhoso”, explicou o diretor ao site, acreditando que isso deve ter levado a plataforma a se interessar por outro de seus projetos. “Hush”, inclusive, recebeu comentários positivos do próprio Stephen King no Twitter, o que também ajudou a impulsionar a adaptação. O cineasta ainda contou que a Netflix lhe deu carta branca para realizar o filme como quisesse, sem cortar as partes de revirar o estômago. Além de “Hush”, Flanagan está atualmente em cartaz nos cinemas com o terror “O Sono da Morte” e retornará ao circuito com “Ouija: Origem do Mal” em 20 de outubro.
Luke Cage: Nova cena revela mais conexões com o universo do hip-hop
A plataforma de streaming Netflix divulgou uma nova cena da série “Luke Cage”, que chama atenção por destacar uma foto do rapper Notorious B.I.G., assassinado em 1997, perfeitamente integrada à ação e ao discurso do vilão encarnado por Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”). A série vai fazer diversas conexões com o universo hip-hop. Para começar, todos os episódios da 1ª temporada são nomeados com títulos de músicas da clássica dupla de rap Gang Starr. Além disso, a série terá uma trilha sonora exclusiva, criada pelo rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge (do filme “Black Dynamite”). Os dois são creditados como produtores musicais da atração e pretendem lançar a trilha em disco. Criada por Cheo Hodari Coker (“Ray Donovan”) e estrelada por Mike Colter (que já viveu Luke Cage na série “Jessica Jones”), a produção estreia em 30 de setembro no Netflix.












