Fuller House: New Kids on the Block vão aparecer na 2ª temporada da série
A boy band mais famosa dos anos 1980, New Kids on the Block, fará uma participação especial na continuação de uma das séries mais famosas daquela década. Segundo o TV Guide, o grupo vai se reunir novamente em “Fuller House”, a sequência de “Três É Demais” (Full House). Na trama, após Kimmy (Andrea Barber) e Stephanie (Jodie Sweetin) arruinarem os plano de aniversário de DJ (Candace Cameron Bure). Assim, elas tentam recrutar a banda adolescente favorita de todos os tempos da protagonista a fim de consertar a situação. O site não revela, no entanto, se a banda vai aparecer com sua formação clássica completa na série, que inclui o agora ator Donnie Wahlberg (protagonista da série “Blue Bloods”). Por outro lado, a atriz Jodie Sweetin afirmou que a produção do Netflix praticamente desistiu de tentar uma aparição de Mary-Kate e/ou Ashley Olsen na série. Em entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz declarou que tentaram “de tudo” para que as irmãs fizessem uma participação, já que sua personagem, Michelle Tanner, ainda é citada em “Fuller House”. No entanto, “acho que meio que desistimos”, declarou ela depois de tanta insistência sem resultados.
Cobie Smulders vai voltar às séries em atração cômica do diretor de Vizinhos
A atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”) vai voltar ao mundo das séries, dois anos após o final de “How I Met Your Mother”. Ela se juntou a Keegan-Michael Key (série “Key and Peele”), Annie Parisse (série “Vinyl”), Nat Faxon (série “Married”), Fred Savage (série “The Grinder”) e Jae Suh Park (“A Grande Aposta”) no elenco de “Friends From College”, série criada pelo cineasta Nicholas Stoller (“Vizinhos”) para o Netflix. A série vai girar em torno de um grupo de amigos que estudou junto em Harvard e agora está na cada dos seus 40 anos, passando por uma escala variada de sucesso, ou de fracasso, tanto profissional quanto pessoalmente. Focando nas relações entrelaçadas e muitas vezes complicadas desses amigos, a série vai explorar, em tom de comédia, o significado de antigas amizades e de antigos casos românticos, e como equilibrar a vida adulta com a nostalgia do passado. A premissa já foi tentada antes na TV aberta, em séries como “Reunion” (2005), com flashbacks e um mistério criminal, “The Class” (2007), com humor e um elenco de peso (Jon Bernthal, Lizzy Caplan, Jason Ritter, Lucy Punch, Jesse Tyler Ferguson, etc), e “My Generation” (2010), mais dramática. Todas elas foram canceladas ainda na 1ª temporada. Stoller, que é mais conhecido por seus trabalhos no cinema, já criou uma série de sucesso na TV aberta americana, “The Carmichael Show”, renovada para a 3ª temporada na rede NBC. Mas, como produtor, também compartilhou do cancelamento de “The Grinder” na Fox. Além de produzir “Friends From College”, Stoller vai dirigir todos os oito episódios e dividir os roteiros da 1ª temporada completa com sua mulher, Francesca Delbanco.
Demolidor: 3ª temporada refletirá participação do herói em Os Defensores
O ator Charlie Cox revelou que a 3ª temporada de “Demolidor” será impactada por participação na minissérie “Os Defensores”, sobre o grupo de heróis formado por Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, além do próprio Demolidor. “Ele não pode fazer tudo sozinho. E isso é um modo de dizer que talvez ele precise de trabalho em equipe, já que pretende realmente compartilhar sua responsabilidade. Então, quaisquer lições que aprender em “Os Defensores”, acho que ele vai colocar em prática na 3ª temporada”, adiantou o ator, intérprete do super-herói, durante a convenção Wizard World Comic-Con Chicago, neste fim de semana. A príncípio, a 3ª temporada de “Demolidor” não deve estrear antes de 2018. Já “Os Defensores” será lançada em 2017 na plataforma de streaming Netflix.
Stranger Things: Vilão vivido por Matthew Modine pode reaparecer na 2ª temporada
O diretor, roteirista e produtor Matt Duffer, que junto com seu irmão Ross criou a série “Stranger Things”, revelou dois detalhes importantes sobre a vindoura 2ª temporada da série, ainda não confirmada oficialmente. Em entrevista ao site IGN, ele abordou o destino de dois personagens cuja morte não foi mostrada pelas câmeras, dando a entender que um deles deve voltar. Os personagens abordados foram Barb (Shannon Purser), a melhor amiga da adolescente Nancy (Natalia Dyer), e o vilão Dr. Brenner (Matthew Modine), responsável pelas experiências em Onze (Millie Bobby Brown). Após dizer que dificilmente Barb voltará à série, Matt afirmou que a personagem “não será esquecida”. “Vamos fazer com que haja justiça para ela. As pessoas ficaram muito frustradas, com razão, com o fato de a cidade não dar muita bola para ela”, referindo-se à falta de empenho da polícia para encontrá-la, após ela sumir, atacada pelo monstro da série. “Parte do que queremos fazer com a 2ª temporada é explorar as repercussões de tudo que aconteceu”, disse ele, explicando que todos os oito episódios se passam no decorrer de seis ou sete dias. A volta da série também deverá levar em conta a passagem do tempo, reencontrando o elenco um ano após os eventos da 1ª temporada, já que o elenco mirim atravessará as mudanças físicas inevitáveis de sua idade. Para completar, o diretor e roteirista ainda indicou que o vilão Dr. Brenner, personagem de Matthew Modine, pode voltar à trama. “Eu diria que, se fôssemos matar o Brenner… como um espectador do programa, se a morte dele fosse aquela, eu ficaria muito insatisfeito”, ele diz, lembrando que, quando o monstro vai atrás dele, a cena corta. “Ele merece muito mais do que um final desses. Então, sim, existe a possibilidade de o vermos novamente”.
Jessica Jones: Rachael Taylor vai usar o uniforme de Felina na 2ª temporada
A atriz Rachael Taylor, que interpreta Trish Walker em “Jessica Jones”, será vista como a heroína Felina (Hellcat) na 2ª temporada da série. Quem adiantou a novidade foi a showrunner Melissa Rosenberg, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Rosenberg adiantou que a semente dessa transformação será plantada na minissérie dos “Defensores”, que contará com participação de Taylor no papel de Trish. A showrunner aproveitou para elogiar a postura dos produtores de “Defensores”, que estabeleceram um processo colaborativo, trazendo os realizadores de todas as séries para colaborarem no crossover. A 2ª temporada dará bastante atenção para Trish e sua amizade com Jessica (Krysten Ritter). “Para mim, a personagem Trish é muito rica, seja como Felina ou não. Ela é durona. O que é mais interessante para mim é o relacionamento delas – aquela amizade, aquela irmandade. Isso está no centro do programa. Esta é a relação principal da série”. A produtora não revelou, no entanto, quais vilões aparecerão no segundo ano de “Jessica Jones”, dizendo ser difícil superar a interpretação de David Tennant como o vilão Kilgrave. Por conta disso, Rosenberg pretende reunir múltiplos vilões na 2ª temporada, que só deve chegar à Netflix apenas em 2018.
Série do Justiceiro pode estrear em 2017 na Netflix
Oficialmente, a plataforma de streaming Netflix confirmou apenas duas séries de super-heróis da Marvel para 2017. A primeira será “Punho de Ferro”, que divulgou seu primeiro trailer da San Diego Comic-Con e deve ser lançada no começo do ano. E a segunda, pelo teaser divulgado, deve ser o crossover de “Defensores” Entretanto, internautas conseguiram encontrar num aplicativo para celulares da Netflix uma descrição e previsão de estreia de uma terceira série da Marvel para 2017: “Justiceiro”. Embora a Netflix não tenha confirmado a informação, vale lembrar que o mesmo mecanismo revelou, em primeira mão, o uniforme vermelho do Demolidor antes da estreia da série do herói. O presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, comentou anteriormente o desejo de diminuir a janela entre lançamentos originais da Marvel no serviço de streaming, mas em uma entrevista recente disse que tem encontrado dificuldade em realizar isso devido ao tempo de produção de cada programa, mantendo a estratégia de lançar apenas duas séries de heróis por ano. Ao mesmo tempo, “Os Defensores” terá apenas oito episódios, o que deve reduzir o cronograma de produção. Introduzido na 2ª temporada de “Demolidor”, o Justiceiro é interpretado por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”), e teve a produção de sua série solo anunciada em abril. A atração será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”).
Making a Murder: Série de documentários do Netflix ajuda a inocentar jovem condenado
A investigação conduzida pela série de documentários “Making a Murderer”, do Netflix, pode tirar um dos condenados de sua história da prisão. Um juiz federal dos EUA anulou na sexta-feira (12/8) a condenação de Brendan Dassey, que estava há dez anos preso pelo estupro e morte da fotógrafa Teresa Halbach. Dassey, que tinha 16 anos quando foi condenado, em 2007, é sobrinho de Steven Avery, foco do documentário. Ele cumpria prisão perpétua por participação no crime e agora, aos 26 anos, deve ser libertado da prisão em até 90 dias, a menos que autoridades agendem um novo julgamento. Em sua decisão, o juiz William E. Duffin, de Wisconsin, cita exatamente os problemas apontados pela série, que sugere que a polícia interrogou Dassey de forma injusta, sem um advogado ou um parente presente. A série dá a entender ainda que o jovem era mentalmente incapaz e que foi coagido a confessar. O juiz foi categórico ao afirmar que o acusado teve os direitos violados, citando a idade de Dassey durante o processo, a ausência de um adulto durante o interrogatório, onde foi obtida sua confissão involuntária, e o seu déficit intelectual. “Os investigadores repetidamente afirmavam saber o que tinha acontecido no dia 31 de outubro e garantiram que Dassey não tinha nada com o que se preocupar”, o juiz escreveu em sua sentença. “Essas promessas falsas repetidas, quando consideradas em conjunto com os outros fatores relevantes, violam a Quinta e a Décima Quarta Emenda” da constituição americana. “Making a Murderer” investigou os bastidores do crime, que aconteceu em 2005, e apontou os problemas de condução do caso pela polícia. O depoimento do jovem acabou sendo crucial para a condenação dele e de seu tio, Avery, pela morte da fotógrafa. Avery permanece preso, e a decisão do juiz americano não interfere em sua condenação. Sua família trabalha até hoje para tentar provar a sua inocência. Foco do documentário, Avery esteve preso por 18 anos por tentativa de assassinato e agressão sexual, até que foi inocentado por um exame de DNA. Dois anos depois de ser libertado, ao pedir uma indenização milionária e denunciar policiais do condado de Manitowoc, ele voltou a ser condenado, desta vez à prisão perpétua, pelo homicídio da fotógrafa. A série sustenta a tese de que sua condenação e a de seu sobrinho foram injustas e resultado de manipulação, por parte da polícia, para incriminar e calar Avery. A produção de “Making a Murderer” acabou tendo uma grande repercussão nos EUA e o Netflix já encomendou uma 2ª temporada para suas responsáveis, a dupla de cineastas Moira Demos e Laura Ricciardi, que escreveram, dirigiram e produziram os dez episódios da atração.
The Get Down: Comercial com rappers paulistas vira clipe e convite para maratona da série
O serviço de streaming Netflix, mais uma vez inovando no marketing de suas séries, juntou três artistas do “novo” rap paulista num comercial que está mais para videoclipe. Rodrigo Ogi, Jamés Ventura e Tássia Reis cantam um rap envolvente,com produção musical do Nave e gravada e mixada por Leo Grijó, que convida o espectador a dispensar qualquer festa do fim de semana para encarar uma maratona de “The Get Down”. Série de temática hip-hop, “The Get Down” conta a origem do gênero musical no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para que a série fosse o mais realista possível. “The Get Down” está disponível no Netflix desde sexta (12/8).
Luke Cage: Veja seis fotos da próxima série de super-heróis da Marvel
Após divulgar o trailer, o serviço de streaming Netflix divulgou seis fotos dos episódios de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. As imagens destacam a superforça do herói vivido por Mike Colter (introduzido em “Jessica Jones”), seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”), a amizade com Pops (Frankie Faison, da série “Banshee”) e alguns dos vilões, como Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), Shades Alvarez (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”) e Mariah Dillard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
The Get Down: Vídeos destacam clima dançante da série hip-hop de Baz Luhrman
O serviço de streaming Netflix divulgou duas cenas de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. As prévias mostram duas cenas dançantes, que também refletem dois universos diferentes: um momento de breakdancing entre manos, numa festa de hip-hop, e um dança sincronizada entre minas, num salão de beleza, ao som de um hit das discotecas. A reconstituição da época é apuradíssima, do figurino aos embalos musicais. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para que a série fosse o mais realista possível. O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). “The Get Down” está disponível no Netflix a partir desta sexta (12/8).
Stranger Things: Netflix vai lançar CD com a trilha sonora da série
O serviço de streaming Netflix vai aproveitar o sucesso de “Stranger Things” para lançar a trilha sonora da série. As músicas serão reunidas em dois volumes. O primeiro será liberado nesta sexta-feira (12/8), e contará com 36 faixas em versão digital. Já o CD chegará às lojas apenas no dia 16 de setembro. O Volume 1 contará com as trilha original da atração, criada por Kyle Dixon e Michael Stein, integrantes da banda Survive, enquanto o Volume 2 trará as músicas de cada episódio, que destacam gravações da década de 1980, época em que a trama se passa, como “Should I Stay or Should I Go”, da banda The Clash, “Atmosphere”, do Joy Division, “Nocturnal Me”, do Echo & The Bunnymen, “Sunglasses at Night”, de Corey Hart, e “I Melt With You”, do Modern English. Mas há também canções psicodélicas dos anos 1960 e o contemporâneo Moby. Confira abaixo o link do Spotify para a seleção:
Stranger Things supera super-heróis e vira a terceira série mais vista do Netflix
O que as redes sociais sugerem, uma nova empresa de medição de audiência confirmou: “Stranger Things” é uma das séries mais vistas do Netflix. A série dos irmãos Duffer, que mistura terror, ficção científica e nostalgia dos anos 1980 só perde para a comédia “Fuller House” e “Orange Is the New Black” no serviço de streaming. Os dados não são oficiais, já que o Netflix não compartilha sua audiência, mas foram obtidos pela start-up de tecnologia SymphonyAM, a partir de um aplicativo instalado em computadores e celulares de voluntários para apurar suas escolhas – método similar ao usado para medir a audiência televisiva, por exemplo. Segundo a SymphonyAM, em 16 dias “Stranger Things” foi vista por 8,216 milhões de pessoas. Pelo mesmo critério, “Fuller House”, que é continuação da série clássica “Três É Demais”, atingiu 13,161 milhões, seguida bem de perto por “Orange Is the New Black”, com 13,034 milhões. Outros sucessos da plataforma, como a série de super-herói “Demolidor”, a produção documental “Making a Murderer” e a segunda atração da Marvel “Jessica Jones” aparecem nas posições seguintes.
Star Trek: Nova série terá elenco liderado por uma mulher
A nova série passada no universo de “Star Trek” não contará com um capitão e terá o elenco liderado por uma mulher. As novidades foram adiantadas pelo produtor Bryan Fuller (série “Hannibal”) durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Em vez de um capitão, o membro de escalão mais alto da tripulação da nave Discovery será um tenente. Segundo o criador da atração, a decisão permitirá à série explorar histórias de um ponto de vista diferente. “Nós estamos indo fundo em algo que para mim sempre foi muito tentador, e contaremos a história através de uma personagem que está em uma viagem que vai ensiná-la a conviver com outras pessoas na galáxia”, ele revelou. “Para ela realmente entender algo que lhe parece alienígena, ela tem que primeiro entender a si mesma.” Fuller também acrescentou que a série contará com cerca de 7 personagens principais. “‘Star Trek’ começou com uma maravilhosa expressão da diversidade em seu elenco: um russo, uma mulher negra, um asiático, um vulcano… Vamos continuar essa tradição”, ele contou, adiantando que o elenco terá um personagem gay e a frota estelar incluirá uma variedade maior de alienígenas que nas séries anteriores. Ele também revelou a época em que a trama se passa: dez anos antes do Capitão Kirk subir à bordo da Enterprise. Na cronologia, isto representa o elo perdido entre “Star Trek: Enterprise” e a série clássica “Jornada nas Estrelas”. Além disso, Fuller adiantou que a missão da Discovery deverá se concentrar num evento já referido na mitologia de “Star Trek”, mas que “nunca foi totalmente explorado”. A atração está sendo desenvolvida por uma equipe que integra três gerações diferentes de trekkers: Alex Kurtzman, roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), Bryan Fuller, que começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, e Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982). O Netflix fará a distribuição mundial da série, que nos EUA servirá para lançar o serviço de streaming da rede CBS, o CBS All Access, com estreia marcada para janeiro de 2017.












