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  • Filme

    Hackers estariam ameaçando vazar o novo Piratas do Caribe na internet

    15 de maio de 2017 /

    Depois da Netflix, com a série “Orange Is the New Black”, hackers estariam agora chantageando à Disney. Segundo o site Deadline, hackers teriam contatado a Disney para revelar estarem de posse de uma cópia em alta definição de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, exigindo pagamento para não vazarem o filme antes da estreia. Apesar da ameaça, o estúdio não deve pagar – o que o Deadline descreve como – uma “enorme quantidade” de dinheiro em Bitcoin, e trabalha com o FBI para desbaratar a quadrilha. A informação teria sido confirmada numa reunião entre os executivos do estúdio e funcionários da rede ABC, que faz parte do mesmo conglomerado. Na ocasião, o CEO da Disney admitira que a empresa estava sendo chantageada, mas não revelou qual produção tinha sido “sequestrada”. O Netflix também se recusou a pagar e 10 episódios (de um total de 13) da 5ª e ainda inédita temporada de “Orange Is the New Black” vazaram na internet. A notícia vem à tona logo após surgirem informações de problemas nos bastidores das filmagens do quinto “Piratas do Caribe”, que teriam sido causados por Johnny Depp. Ao divulgar o primeiro trailer da produção, a Disney incluiu um texto que afirmava que aquela seria a “última aventura” da franquia. A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Heróis de Os Defensores ganham imagens animadas

    10 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou gifs animados da série mais aguardada do ano, “Os Defensores”, que vai juntar os heróis das quatro produções da Marvel na plataforma de streaming em uma única história. As imagens registram individualmente Matt Murdock, o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Daniel Rand, o Punho de Ferro (Finn Jones). Além do quarteto principal, a série também contará com a presença de Claire Temple (Rosario Dawson), Misty Knight (Simone Missick), Coleen Wing (Jessica Henwick), Trish Walker (Rachael Taylor), Elektra (Elodie Yung), Stick (Scott Glenn) e a vilã vivida por Sigourney Weaver. Com apenas oito episódios, “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix. Careful @Daredevil. pic.twitter.com/znGagC0hgo — The Defenders (@TheDefenders) 9 de maio de 2017 Your lobby could use a bar, @MarvelIronFist. pic.twitter.com/BLAojOeC4j — Jessica Jones (@JessicaJones) 9 de maio de 2017 Hey @Daredevil, let me know when you want to go a round or two. pic.twitter.com/4D822eIAkV — Luke Cage (@LukeCage) 9 de maio de 2017 Meditation tip: Make plans early with @JessicaJones. She’s always late. pic.twitter.com/Rn2wPwwlGD — Iron Fist (@MarvelIronFist) 9 de maio de 2017 Longtime listener. pic.twitter.com/jFNjsvg8bw — Daredevil (@Daredevil) 9 de maio de 2017 Get the swear jar ready, @LukeCage. pic.twitter.com/wOQO1RvrnJ — The Defenders (@TheDefenders) May 10, 2017

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  • Filme

    CEO da Netflix responde às redes de cinema e ao Festival de Cannes: “Vejam na Netflix”

    10 de maio de 2017 /

    A decisão do Festival de Cannes de barrar filmes da Netflix a partir de 2018 ganhou uma resposta de Reed Hastings, fundador e CEO do serviço de streaming. Ele fez um breve comentário, em tom desafiador, na sua página no Facebook: “O establishment fechando o cerco contra nós. Vejam ‘Okja’ na Netflix em 28 de junho, filme incrível que as redes de cinema querem impedir que participe da competição do Festival de de Cannes”, disse. O festival deste ano, que começa na semana que vem, terá dois filmes da Netflix em sua mostra competitiva pela primeira vez, mas esta inclusão causou revolta entre os exibidores de cinema da França, já que esses filmes só estarão disponíveis em streaming para assinantes. Ao anunciar a mostra competitiva deste ano, o diretor do festival, Thierry Fremaux, chegou a sugerir que a Netflix providenciaria algum tipo de lançamento cinematográfico dos dois filmes na competição, “Okja”, de Bong Joon-Ho, e “The Meyerowitz Stories”, de Noah Baumbach. Mas nesta quarta (10/5) os organizadores do festival disseram que tal acordo não foi feito e que, embora os dois filmes tenham recebido permissão de continuar na competição deste ano, no futuro nenhum filme será aceito sem uma garantia de distribuição nos cinemas franceses. “O Festival de Cannes está ciente da ansiedade despertada pela ausência de lançamento desses filmes nos cinemas franceses”, justificaram os responsáveis pelo evento, em comunicado, no qual tentam afirmar que a situação era “invisível” até virar polêmica. “O festival tem o prazer de acolher um novo operador que decidiu investir no cinema, mas quer reiterar seu apoio ao modo tradicional de exibição na França e no mundo. Consequentemente, após consultar os membros do seu conselho, o Festival de Cannes decidiu adaptar suas regras a esta situação, invisível até agora: qualquer filme que pretenda competir em Cannes terá que se comprometer a ser distribuído nos cinemas franceses. Esta nova medida será aplicada a partir da edição de 2018”, conclui o texto. A decisão de Cannes está sendo comemorada pelo setor de distribuição de filmes tradicional. Na França, um filme só pode ser exibido em um serviço de streaming 36 meses após sua saída dos cinemas. “Estamos certos de que os amantes franceses de cinema não vão querer ver esses filmes três anos depois do resto do mundo”, chegou a dizer a Netflix em um comunicado, quando tentava negociar a exibição dos filmes nos cinemas franceses. Mas não houve acordo com os exibidores. Aliás, nem agora nem nunca. A Netflix chegou a tentar exibir seus filmes no cinema, quando entrou nesse mercado. O plano original da empresa para “Beasts of No Nation” em 2015 era exibir a produção em alguns cinemas selecionados dos Estados Unidos, mas as redes de exibidores boicotaram a distribuição, proibindo que seu circuito fosse utilizado e o filme só entrou em 31 salas independentes. Por conta disso, o serviço de streaming passou a lançar seus filmes diretamente na plataforma. A questão tem desdobramentos interessantes, desde a discussão do que é cinema – as salas ou o filme – e até mesmo o que é filme – afinal, o processo de filmagem tradicional há muito foi abandonado pela gravação digital, e hoje os “filmes” chegam em todas as telas em arquivos de mídia.

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  • Filme

    Festival de Cannes cede às pressões e vai barrar a Netflix a partir do ano que vem

    10 de maio de 2017 /

    O Festival de Cannes cedeu às pressões dos exibidores franceses e anunciou mudanças para a edição de 2018. O alvo da polêmica foi a inclusão de duas produções da Netflix, que não serão exibidas nos cinemas, em sua seleção competitiva. Embora tenha decidido manter os filmes de Noah Baumbach (“The Meyerowitz Stories”) e Bong Joon Ho (“Okja”) na disputa da Palma de Ouro deste ano – até porque barrá-los, a esta altura, criaria ainda mais controvérsia – , a Netflix não poderá mais concorrer ao prêmio se continuar fazendo filmes apenas para streaming. Ou seja, se continuar a ser a Netflix. “O Festival de Cannes está ciente da ansiedade despertada pela ausência de lançamento desses filmes nos cinemas franceses”, justificaram os responsáveis pelo evento, em comunicado, afirmando que a organização tentou negociar com a Netflix para que os filmes fossem exibidos de forma tradicional. “Pedimos em vão que a Netflix aceitasse que esses dois filmes pudessem alcançar outro público nos cinemas franceses e não apenas seus assinantes. Por isso, o festival lamenta que não tenhamos chegado a nenhum acordo”. Eximindo-se da inclusão dos filmes na competição, os organizadores declararam no mesmo comunicado que a situação era “invisível” até o momento da polêmica. “O festival tem o prazer de acolher um novo operador que decidiu investir no cinema, mas quer reiterar seu apoio ao modo tradicional de exibição na França e no mundo. Consequentemente, após consultar os membros do seu conselho, o Festival de Cannes decidiu adaptar suas regras a esta situação, invisível até agora: qualquer filme que pretenda competir em Cannes terá que se comprometer a ser distribuído nos cinemas franceses. Esta nova medida será aplicada a partir da edição de 2018”, conclui o texto. Na prática, isto significa que, para o Festival de Cannes, cinema é um lugar, no caso salas de exibição, e não uma arte. A discussão deve ser retomada durante a exibição dos filmes da Netflix no festival deste ano, que acontece entre 17 e 28 de maio na Riviera Francesa.

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  • Filme

    Brad Pitt vira caricatura militar no trailer da comédia War Machine

    10 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “War Machine”, novo longa-metragem estrelado por Brad Pitt, que aparece de cabelos brancos e completamente caricato na prévia. Apesar de baseado em fatos reais, o filme é um sátira escrachada, em que Pitt interpreta um general americano enviado para o Afeganistão. Mas em vez de gerenciar as tropas para preparar uma retirada, ele chega disposto a vencer a guerra contra o terror, ignorando a Casa Branca e usando métodos pouco convencionais. O personagem é inspirado em Stanley McChrystal, que liderou as forças armadas dos EUA durante a invasão do Afeganistão. Escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”), o filme adapta o livro do jornalista Michael Hastings “The Operators: The Wild and Terrifying Inside Story of America’s War in Afghanistan” (2012), que revela os bastidores da guerra, por meio de uma entrevista com o General McChrystal, realizada originalmente para a revista Rolling Stone. O detalhe é que, em meio à entrevista, o General acabou falando mal da Casa Branca e da forma como a guerra estava sendo conduzida, o que o levou a ser afastado do comando militar pelo presidente Barack Obama. Além de Pitt, o elenco da produção inclui Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), Topher Grace (“Conspiração e Poder”), Will Poulter (“O Regresso”), Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Anthony Michael Hall (“A Lei da Noite”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Alan Ruck (série “The Exorcist”), Meg Tilly (série “Bomb Girls”), Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), Josh Stewart (“Transcendence”), Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), John Magaro (“Carol”) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A estreia está marcada para 26 de maio.

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  • Série

    Presidiárias se rebelam no trailer e nas fotos da 5ª temporada de Orange is the New Black

    9 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer da 5ª temporada de “Orange is the New Black”. A prévia retrata uma rebelião no presídio, após a morte de Poussey Washington (Samira Wiley) pelas mãos de um carcereiro despreparado. Após tomarem uma arma dos guardas, as presidiárias assumem o controle da prisão de Litchfield e passam a fazer exigências. Não demora e a rebelião atrai a atenção da mídia. Em entrevista, Danielle Brooks, intérprete de Tasha “Taystee” Jefferson, contou que a toda a trama da 5ª temporada vai acontecer num período de 72 horas, e o trailer ecoa esse timing. Uma das séries de maior sucesso da Netflix, “Orange is the New Black” foi recentemente alvo de um grupo hacker, identificado como The Dark Overlord, que vazou 10 capítulos inéditos da nova temporada na internet, após tentar chantagear sem sucesso a Netflix. Os 13 episódios da 5ª temporada de “Orange Is the New Black” serão disponibilizados oficialmente em 9 de junho na plataforma de streaming. Clique nas imagens abaixo para abri-las em tela inteira.

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  • Série

    Série de José Padilha sobre a Lava Jato terá Selton Mello no papel principal

    9 de maio de 2017 /

    A série que o cineasta José Padinha (“Tropa de Elite”) desenvolveu sobre a Operação Lava Jato ganhou título, elenco e já começou a ser gravada. Intitulada “O Mecanismo”, a atração será estrelada por Selton Mello (“O Palhaço”) e Caroline Abras (“Entre Idas e Vindas”), e os coadjuvantes incluem Enrique Diaz (série “Justiça”), Lee Taylor (novela “Velho Chico”), Antonio Saboia (“O Lobo atrás da Porta”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“É Proibido Fumar”), Leonardo Medeiros (“O Vendedor de Sonhos”) e Susana Ribeiro (novela “A Lei do Amor”). Na trama, Selton Mello será um delegado aposentado da Polícia Federal e Caroline Abras interpretará sua discípula, uma agente federal ambiciosa. O roteiro foi escrito por Elena Soarez (“A Busca”) e Sofia Maldonado (documentário “Pelas Janelas”) e os episódios serão dirigidos por Padilha, em parceria com os cineastas Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”). Padilha e Prado ainda dividem a produção. A 1ª temporada terá oito episódios, livremente inspirados nas investigações da Lava Jato, que apura casos de corrupção sistêmica, política e econômica no Brasil, com exibição prevista para 2018 na Netflix. Anunciada há um ano, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming, que também assina a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 3ª temporada.

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  • Série

    Trailer da 3ª e última temporada de Bloodline assinala fim dos segredos

    9 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e mais nove fotos da 3ª e última temporada de “Bloodline”. Ainda sem legendas, a prévia mostra os personagens dividido entre confessar os crimes da família e calar quem sabe demais. De ambos os jeitos, as mentiras começam a ser confrontadas. Criada pelos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”), a série gira em torno dos segredos da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida. O elenco inclui os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e Ben Mendelsohn (“Rogue One”), que foram indicados ao Emmy 2016, além de Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”), Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”), Chloë Sevigny (“Amor & Amizade”), Jamie McShane (“Garota Exemplar”), Jacinda Barrett (“Poseidon”) e Beau Bridges (“Os Descendentes”). A 3ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de maio.

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  • Filme

    Comédia de gamers Game Over, Man! ganha primeiro teaser

    8 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Game Over, Man!”, comédia passada no universo dos gamers. A prévia é uma piada, mostrando os protagonistas, vividos por Adam Devine, Anders Holm e Blake Anderson (todos de “Workholics”) acendendo cigarros de maconha com isqueiros com formato de revólveres. A piada é que o revólver de Adam Devine é verdadeiro. A trama vai acompanhar os três amigos que estão prestes a financiar a produção do videogame que criaram, quando seu investidor (Jere Burns, da série “Justified”) é transformado em refém por terroristas. Além de atuar, Anders Holm também escreveu o roteiro. A direção é de Kyle Newacheck. Devine, Holm, Anderson e Newacheck trabalharam juntos na série “Workholics”, que eles mesmos criaram. A estreia está marcada apenas para abril de 2018.

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  • Série

    Vídeo anuncia oficialmente a 2ª temporada de 13 Reasons Why

    8 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo para confirmar que “13 Reasons Why” terá 2ª temporada. A notícia veio à tona no fim de semana, antes que o serviço de streaming tivesse preparado uma apresentação visual, como costuma fazer para anunciar suas renovações. O vídeo mostra os cenários da atração, abrindo com a fachada da Liberty High School e fechando com uma imagem dos corredores vazios da escola. A produção voltará para seu segundo ano em 2018, com mais 13 episódios. O roteirista Brian Yorkey permanece como showrunner da atração, que agora, segundo a descrição da Netflix, mostrará “as consequências da morte de Hannah Baker e o início das complicadas jornadas em direção à cura e recuperação”. Embora toda a história do livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que inspirou a série, tenha sido contada na 1ª temporada, tudo indicava que a Netflix daria sinal verde para continuar a trama. O próprio escritor encorajou a iniciativa ao dizer que gostaria de ver uma 2ª temporada. Há poucos dias, o site The Hollywood Reporter apurou que roteiristas já trabalhavam nas histórias da continuação. E o produtor Brian Yorkey revelou que até Hannah Baker deveria voltar numa então apenas teorética 2ª temporada da série. “A história da Hannah ainda não acabou. Ela é uma parte integral do próximo capítulo da história, seja qual for”, ele disse. Produzida pelo roteirista Brian Yorkey (“Grease Live!”), a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”), “13 Reasons Why” é considerada um novo hit da Netflix. Embora o serviço de streaming não divulgue dados de audiência, a série se tornou a mais comentada do início de 2017, graças ao tema controverso e a encenação gráfica do suicídio de Hannah. Sua popularidade acabou dividindo opiniões, alguns a acusando de influência negativa para a juventude, outros louvando a forma como tornou relevante a discussão sobre o suicídio e o bullying adolescente, trazendo informação para um público desinformado. No Brasil, o CVV (Centro de Valorização da Vida) revelou que a exibição da série fez dobrarem as ligações e emails de jovens, buscando orientação e ajuda.

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  • Música

    Netflix vai produzir série sobre cantor mexicano Luis Miguel

    8 de maio de 2017 /

    A Netflix anunciou que vai produzir uma série sobre a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel. O anúncio foi feito junto de um vídeo que mostra Luis Miguel caminhando por uma casa, vestindo um terno e fazendo um de seus típicos movimentos de dança. “Durante décadas, muitas pessoas falaram sobre a minha vida, mas chegou o momento em que a minha verdade venha à tona”, diz uma voz em off na prévia, que termina com um trecho da canção “Cuando Calienta El Sol”. “Versões existem muitas, verdade só há uma. Essa é a minha história”, completa a narração. O serviço de streaming não informou a data de estreia, nem deu outros detalhes sobre a produção, somente escrevendo no Twitter “As demais são mitos, esta é a verdadeira história de #LuisMiguel e chegará à Netflix”.

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  • Série

    Naomi Watts é destaque das primeiras fotos de Gypsy, nova série da Netflix

    7 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens de sua nova série de suspense, “Gypsy”. As imagens destacam a protagonista, vivida por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), em cenas que incluem Billy Crudup (“Spotlight”) e Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”). Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, “Gypsy” segue a trajetória de Jean Holloway (papel de Naomi), uma terapeuta que desenvolve uma perigosa e íntima relação com pessoas das vidas de seus pacientes. Também fazem parte do elenco Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). Os dois primeiros episódios tem direção da cineasta Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e, além de atuar, Naomi Watts também assina a produção, junto com a Universal Television, a produtora Working Title e Lisa Rubin. O lançamento está previsto para acontecer em 2017. Clique nas fotos para ampliá-las em tela inteira.

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  • Filme

    Millie Bobby Brown não vem mais ao Brasil

    7 de maio de 2017 /

    A convenção que iria trazer ao Brasil a atriz Millie Bobby Brown, a Eleven da série “Stranger Things”, não vai mais acontecer. Intitulada Bloody Weekend, o evento estava marcado para os dias 20 e 21 de maio, em São Paulo e Rio de Janeiro. A organização do evento divulgou um comunicado explicando que as gravações da 2ª temporada da atração da Netflix acabaram comprometendo a agenda de Millie, que perderia a data de São Paulo. A produtora, então, resolveu cancelar a convenção por completo, já que “50% estaria comprometida”. A atriz Lindsey Morgan, de “The 100”, também viria. Trata-se do segundo cancelamento de visitas de atrizes ao Brasil para participar de eventos em maio. Na semana passada, o debate sobre empoderamento feminino que contaria com Meryl Streep e Robin Wright também foi cancelado. Eventos com artistas americanos de séries e cinema têm se multiplicado no Brasil. Assim como as mudanças de line-up e cancelamentos de última hora.

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