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  • Série

    Pesquisa afirma que conteúdo original da Netflix é visto por apenas 20% de seus assinantes

    16 de abril de 2018 /

    Uma pesquisa divulgada pela revista Variety afirma que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas, como as séries “Friends” e “Grey’s Anatomy”. O levantamento foi feito pela empresa de consultoria 7Park Data durante o período de um ano, entre setembro de 2016 e 2017. Entretanto, leva em conta apenas acessos via computador — transmissões via celular e TVs conectadas a internet não foram contabilizadas, o que pode (deve) causar distorções em relação aos hábitos mapeados. De todo modo, os dados dos usuários americanos que acessam a plataforma de streaming por computador revelaram que produções próprias, como “Demolidor” ou “Stranger Things”, foram responsáveis por apenas 20% de seu consumo. Enquanto isso, 80% das conexões de streaming viram de programas de terceiros. A pesquisa revelou ainda que 42% dos usuários da Netflix nos EUA assistem somente produções licenciadas (correspondem a cerca de 95% de seus acessos). Apenas 18% tem um perfil de consumo que privilegia as produções da plataforma (pelo menos 40% de suas transmissões são de originais Netflix). Os títulos licenciados mais vistos pelos usuários americanos no período foram séries: “Breaking Bad”, “Grey’s Anatomy”, “The Blacklist”, “How I Met Your Mother”, “The Office”, “Parks and Recreation”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, “The Flash” e “Friends”. Já entre as produções originais da Netflix, as mais vistas foram “Stranger Things”, “Orange Is the New Black”, “House of Cards”, “13 Reasons Why”, “Master of None”, “Narcos” e “Black Mirror”. Em fevereiro, o diretor financeiro da Netflix, David Wells, anunciou um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018. Com isso, a plataforma terá cerca de 700 programas originais, entre séries, filmes e especiais.

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  • Série

    Astro de The Vampire Diaries vai estrelar nova série de vampiros na Netflix

    16 de abril de 2018 /

    O ator Ian Somerhalder, que viveu o vampiro Damon Salvatore em oito temporadas de “The Vampire Diaries”, vai voltar às séries vampíricas em seu próximo trabalho. Ele foi confirmado como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”). Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, desta vez como matador de vampiros, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). A data de estreia da nova série ainda não foi divulgada. Veja algumas capas da publicação abaixo.

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  • Série

    Intérprete do vilão de O Mecanismo apoia Lula e acha prisão “um absurdo”

    14 de abril de 2018 /

    O ator Enrique Diaz, que interpreta um doleiro inspirado em Alberto Youssef na série “O Mecanismo”, da Netflix, disse que não concorda com a abordagem dada pelo diretor José Padilha a alguns trechos da série. “Para mim é complexo falar, porque sou totalmente de esquerda e humanista. É muito delicado”, afirmou o ator, em entrevista ao portal UOL, sobre as decisões polêmicas da série, como atribuir ao personagem inspirado em Lula a frase “estancar a sangria”, dita por seu ex-ministro Romero Jucá em 2016, numa alusão à manobras para barrar a Operação Lava-Jato. Definindo-se como esquerdista, ele se assume apoiador de Lula e diz que a prisão do ex-presidente por corrupção, após julgamento em duas instâncias, foi um absurdo. “Acho a prisão do Lula um absurdo. A gente tem que lutar para mudar isso porque está vindo uma coisa horrível em cima do país. Acho que a série não ajuda nesse sentido, mas aí é um discurso do Padilha. E não sou eu, não assino por aquilo”, disse o ator ao UOL. Questionado porque, então, fez a série do cineasta José Padilha, Enrique Diaz citou a qualidade do elenco e da produção, e que diferencia o lado pessoal do profissional. As declarações foram feitas durante o lançamento da nova novela (que a Globo chama de supersérie) “Onde Nascem os Fortes” nesta semana, em Lajedo do Pai Mateus, no Sertão da Paraíba. Segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, “O Mecanismo” se tornou o programa mais falado do país em 2018, graças aos protestos de militantes petistas. O próprio Lula ameaçou processar a Netflix por causa da série, antes de ser preso, alimentando ainda mais a curiosidade do público. Caso a série seja renovada, ela deve mostrar a prisão de Lula.

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  • Filme

    Dude: Comédia teen com atriz de Pretty Little Liars ganha trailer legendado

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia “Dude – A Vida é Assim”, filme de garotas colegiais. Mais ocupada das ex-integrantes da série “Pretty Little Liars”, Lucy Hale (que também está no terror “Verdade ou Desafio” e na nova série “Life Sentence”) estrela a produção, consumindo muita maconha, exortando a anatomia masculina e fazendo planos para o futuro, em conversas de virar a noite com suas melhores amigas para sempre. A prévia é divertida, mas também aborda o que costuma acontecer com os melhores planos, quando a graduação se aproxima para separar aquelas que eram inseparáveis. O bom elenco teen inclui Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”) e Kathryn Prescott (série “Finding Carter”) como as amigas e ainda Alex Wolff (“Jumanji – Bem-Vindo à Selva”) e Austin Butler (série “The Shanara Chronicles”). Para completar, há os adultos Brooke Smith (série “Grey’s Anatomy”), Colton Dunn (série “Superstore”), Jack McBrayer (série “30 Rock”), Claudia Doumit (série “Timeless”), Michaela Watkins (série “Casual”), Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”), Ian Gomez (série “Supergirl”) e Nora Dunn (série “Entourage”). “Dude” marca a estreia na direção da roteirista Olivia Milch, que escreveu “Oito Mulheres e um Segredo”, e chega em 20 de abril na plataforma de streaming.

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  • Série

    Ator da série clássica tem participação especial no remake de Perdidos no Espaço

    13 de abril de 2018 /

    Um integrante do elenco da série dos anos 1960 “Perdidos no Espaço” fez uma participação especial no remake da produção, disponibilizado nesta sexta (13/4) na plataforma de streaming da Netflix. Ninguém menos que Billy Mumy, que foi o Will Robinson original. Sua participação foi pequena, mas bastante importante. Tanto que o papel é um grande spoiler da trama. Leia a seguir apenas se já assistiu ao primeiro episódio da série. Mumy aparece brevemente no primeiro episódio como… o Dr. Smith! Ele é o verdadeiro Dr. Smith, que a personagem de Parker Posey (“O Homem Irracional”) apenas finge ser. A participação, por sinal, serve para demonstrar como ela é traiçoeira. A vilã surge no remake aprisionada na estação espacial Resolute e aproveita um ataque alienígena para escapar. Quando ela se depara com um homem caído, finge ajudá-lo apenas para roubar sua jaqueta com sua identidade, em que se lê o nome Dr. Z. Smith. Veja duas imagens da cena abaixo. O verdadeiro nome da personagem de Parker Posey é revelado apenas no terceiro episódio: Joan Harris, uma homenagem ao ator Jonathan Harris, intérprete do Dr. Smith original. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.

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  • Série

    Novo vídeo de bastidores de Perdidos no Espaço aborda releitura feminista da série clássica

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a força das personagens femininas. De fato, há uma releitura feminista da trama, que vai além da troca de sexo do Dr. Smith. Ao contrário da série dos anos 1960, o chefe da família que vai ao espaço não é o pai, John Robinson, mas a mãe, Maureen. Ela é uma cientista e piloto, que assume as responsabilidades pelas decisões da missão espacial. As meninas da trama também são mais espertas que as personagens originais. Judy é uma médica e Penny quer se tornar escritora. E a nova “Dra. Smith” demonstra uma capacidade de sobrevivência que o vilão original, sempre reclamando de dores e de seu azar, nem sequer sonharia. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, a menina Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.

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  • Série

    On My Block é renovada para a 2ª temporada pela Netflix

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 2ª temporada. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles teve grande aprovação da crítica, atingindo 93% no Rotten Tomatoes. A série lançada em 16 de março é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (também renovada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Fora da Netflix, há apenas “Jane the Virgin” atualmente no ar. “On My Block” também é o terceiro lançamento recente focado em adolescentes do serviço de streaming. Os outros dois tiveram destinos diversos. Enquanto “Alexa & Katie” foi renovado, a Netflix decidiu cancelar “Everything Sucks!”, uma decisão que surpreendeu muita gente.

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  • Série

    Jessica Jones é renovada para a 3ª temporada

    12 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Jessica Jones” para sua 3ª temporada. A série estrelada por Krysten Ritter, no papel da heroína-título, voltará em 2019 com novos episódios. Assim, “Jessica Jones” se torna a segunda série da Marvel para a plataforma de streaming a ter uma 3ª temporada confirmada. A primeira foi “Demolidor”, que deve exibir seus novos episódios ainda este ano. Desenvolvida por Melissa Rosenberg (da série “Dexter”), “Jessica Jones” estreou sua 2ª temporada em 8 de março, no Dia Internacional das Mulheres. E ao final deu a entender que sua 3ª temporada mostraria a transformação de Trish Walker (Rachael Taylor) na super-heroína Felina (Hellcat, em inglês).

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  • Filme

    Comediante Tig Notaro vai participar da 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    11 de abril de 2018 /

    A comediante Tig Notaro, criadora e protagonista da série “One Mississippi”, fará uma participação especial na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá Denise Reno, a engenheira-chefe da USS Hiawatha, outra nave da Federação dos Planetas Unidos, que a Discovery encontrará na série. Ela se junta à Anson Mount (o Raio Negro de “Inumanos”), que viverá o capitão Christopher Pike da USS Enterprise, entre as novidades da temporada. As gravações dos novos episódios começam neste mês, em Toronto, no Canadá. A 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” está disponível na íntegra na Netflix, que também exibirá a próxima temporada da série no Brasil, um episódio por semana, a partir do início de 2019.

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  • Filme

    Netflix anuncia que não exibirá mais filmes no Festival de Cannes

    11 de abril de 2018 /

    A Netflix decidiu contra-atacar o Festival de Cannes, após o presidente do evento anunciar que as produções da plataforma estavam banidas da disputa da Palma de Ouro, mas poderiam ser exibidos fora de competição. Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix, disse, então, que não via sentido em participar do festival francês, citando desrespeito a seus cineastas. “Queremos que nossos filmes participem em pé de igualdade com todos os outros cineastas”, disse o executivo, em entrevista à revista Variety. “Há um risco se seguirmos por esse caminho, de nossos cineastas serem tratados desrespeitosamente no festival. Eles definiram o tom. Não acho que será bom para nós participarmos.” Os filmes da Netflix que deveriam ser exibidos incluem “Roma”, de Alfonso Cuarón, “Norway”, de Paul Greengrass, “Hold the Dark”, de Jeremy Saulnier e até “The Other Side of the Wind”, filme inacabado de Orson Welles, que foi finalizado com investimento da plataforma. Além disso, alguns documentários estavam cotados, como “They’ll Love Me When I’m Dead”, de Morgan Neville, justamente sobre Welles. Sarandos considerou que Thierry Fremaux visou especificamente a Netflix em suas declarações, e não serviços de streaming em geral. “A regra era implicitamente sobre a Netflix, e Thierry falou explicitamente sobre a Netflix quando anunciou a regra.” O diretor do festival tomou a medida de barrar a Netflix da competição, após a plataforma participar com dois longas da disputa do ano passado, “Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach, o que causou revolta entre alguns cineastas mais tradicionais, como Pedro Almodóvar, presidente do júri de 2017, e representantes do parque exibidor francês, contrariados por o festival abrigar filmes que não passariam nos cinemas. Na França, um filme só pode ser exibido em um serviço de streaming 36 meses após sua saída dos cinemas, o que não contempla os interesses da Netflix, que investe bilhões na produção de seus filmes. Trata-se da maior janela (espaço entre lançamento de cinema e chegada em outras mídias) de todo o mundo. O Festival de Cannes 2018 vai acontecer de 8 a 19 de maio, tendo como presidente do júri a atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). O filme de abertura será “Todos lo Saben”, do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), estrelado pelo casal espanhol Javier Bardem e Penelope Cruz (ambos de “Vicky Cristina Barcelona”).

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  • Série

    Sacha Baron Cohen vai estrelar série de espionagem da Netflix

    11 de abril de 2018 /

    O ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) vai estrelar “The Spy”, uma série de espionagem do responsável pela criação de “Homeland”, em desenvolvimento para a Netflix. A produção vai mostrar a capacidade dramática do intérprete de Borat e Bruno, que viverá um espião da vida real, Eli Cohen. Agente israelense infiltrado na Síria no início dos anos 1960, Eli Cohen foi um dos espiões mais lendários do mundo. Ele viveu disfarçado em Damasco e conseguiu se inserir na alta sociedade síria e ingressar nos bastidores da política síria. Suas ações, conexões e imenso sacrifício tiveram conseqüências duradouras, moldando o Oriente Médio de hoje. “The Spy” é uma criação do israelense Gideon Raff, cuja série “Hatufim” virou o remake americano “Homeland”. Ele é creditado como produtor da série do canal pago Showtime e também criou “Tyrant”, que durou três temporadas no FX, e a minissérie “Dig”, no USA. O Canal Plus francês é parceiro da produção, junto com a Netflix. A série renova o interesse de Baron Cohen na Síria, que o levou a doar em 2015, junto com sua esposa, a atriz Isla Fisher, US$ 1 milhão para organizações voltadas a ajudar os refugiados sírios. A data de estreia de “The Spy” ainda não foi definida.

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  • Série

    Fãs e elenco de Everything Sucks! se mobilizam para Netflix “descancelar” a série

    11 de abril de 2018 /

    Os fãs e o elenco de “Everything Sucks” resolveram fazendo uma campanha nas redes sociais para a Netflix reverter a decisão de cancelar a série, após o anúncio da plataforma de que não haveria uma 2ª temporada. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série sobre a juventude dos anos 1990 combinava drama e comédia e, com o cancelamento, ficou sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A protagonista Peyton Kennedy, que vive a adolescente lésbica Kate Messner, filha do diretor da escola, e Jahi Di’Allo Winston, que vive Luke, seu melhor amigo na série, resolveram encorajar os fãs a se manifestarem para continuar a história da atração. A série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano, o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”), que também foram ao Twitter com a hashtag #RenewEverythingSucks. Peyton Kennedy ainda lançou sua própria hashtag, #IAmKateMessner, em homenagem à sua personagem. “Como vocês, estou de coração partido, mas sou grata por ter retratado essa personagem complexa e importante. Kate, dolorida e não assumida, se transformou em um ícone adolescente. O amor dos fãs e críticos é um testemunho do poder de sua voz única. Eu admiro vocês por levantarem suas vozes únicas. #IAmKateMessner”, escreveu a jovem atriz de apenas 14 anos de idade. Há precedentes para a influência dos fãs nas decisões da plataforma de streaming. Anteriormente, pressão dos fãs fez a Netflix encomendar um telefilme de encerramento da série “Sense8”, após seu cancelamento. O detalhe é que a produção de “Everything Sucks!” é muito mais barata que da série sci-fi das irmãs Wachowski. Ao todo, foram produzidos 12 episódios de “Everything Sucks”, disponibilizados em 16 de fevereiro. If you ❤️ KATE & EMALINE & LUKE & MCQUAID & TYLER & OLIVER, pls go to these #Netflix accounts and reply #RenewEverythingSucks on every single post! @netflix @Netflix_CA @NetflixUK @NetflixES @NetflixANZ @NetflixIT @NetflixBrasil @NetflixSA @NetflixNL @NetflixKR @NetflixFR et al — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) March 30, 2018 PREACH!!!!! https://t.co/mvrKfflyWP — Jahi Di'Allo Winston (@jahidiallo) March 30, 2018 It’s frustrating, but perhaps appropriate, that a show about a bunch of underdogs finds itself an underdog. If you root for those characters, and this show, please let everyone know: #RenewEverythingSucks — Michael Mohan (@michaelmohan) 30 de março de 2018 Like you I’m heartbroken but I’m grateful I got to portray this complex & important character. Broken, closeted Kate blossomed into a teen icon. Love from fans & critics is testament to the power of her unique voice. I admire you for raising your unique voices. #iamkatemessner pic.twitter.com/Y5liRBZqCt — Peyton Kennedy (@peyton_kennedy) April 7, 2018

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  • Série

    Samantha!: Primeira série de comédia brasileira da Netflix ganha teaser e data de estreia

    11 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Samantha!”, sua primeira série de comédia brasileira. A prévia destaca a egotrip da protagonista, vivida por Emanuelle Araújo (“Bingo – O Rei das Manhãs”), além de uma rápida participação da produtora Alice Braga (série “Queen of the South”) e a aguardada data de estreia da produção. A série gira em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Ela é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” está sendo produzida pela empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga. A direção dos episódios também contará com Luis Pinheiro (“Julie e os Fantasmas”) e Julia Jordão (“O Negócio”), e os roteiros estão a cargo de Roberto Vitorino (“Justiça”), Patricia Corso (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), Rafael Lessa (“Vai que Cola”) e Filipe Valerim (“Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”). “Samantha!” foi anunciada pela Netflix no começo de 2017 durante uma visita de seu CEO, Reed Hastings, ao país. “É o tipo de série que todo mundo no Brasil vai gostar, mas também vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”, afirmou ele na ocasião. A estreia está marcada para o dia 6 de julho.

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