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  • Série

    20 fotos e vídeo legendado apresentam a 2ª temporada de Desventuras em Série

    22 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou 20 fotos inéditas e um vídeo legendado de bastidores da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Como descreve o ator Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf, desta vez eles vão parar com novos adultos, envolvem-se em mais problemas e a cada desventura precisam ter que escapar novamente de Olaf, num ciclo terrível de repetições. A prévia também dá uma mostra das participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser encerrar a trama.

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  • Série

    13 Reasons Why muda divulgação com depoimentos de vítimas de bullying e mensagens de apoio do elenco

    22 de março de 2018 /

    A Netflix está mudando o foco da divulgação de “13 Reasons Why”, como se pode observar pelos primeiros vídeos que marcam o começo da campanha da 2ª temporada. As versões brasileira e americana são diferentes, mas centradas em trazer casos reais de vítimas de bullying para compartilhar suas histórias. Além disso, um vídeo apresentado pelos atores da série alerta sobre as diferentes formas que os espectadores podem procurar ajuda caso necessitem. Após a série causar polêmica, a plataforma pretende dar mais voz e opções de ajuda para adolescentes que se veem confrontados com abusos, para evitar que a situação-limite da trama continue a se repetir na vida real. A 1ª temporada foi centralizado na história de Hannah (Katherine Langford), uma estudante de ensino médio que comete suicídio e deixa uma caixa com fitas de áudio explicando porque ela decidiu tirar a própria vida. A série mostrou sua morte em uma cena bastante gráfica, em que a garota corta os pulsos, o que inspirou debates sobre sensacionalismo e a necessidade da exibição tão detalhada daquela situação. Muitos pais acharam que a série glamourizou o suicídio e também houve muita discussão na mídia a respeito da forma como diversos abusos foram retratados na produção, sem aviso prévio. Por conta disso, a Netflix reavaliou como abordar os temas sensíveis da trama – não só suicídio, como assédio sexual e bullying. A principal novidade será a produção de um programa que servirá de companhia para os episódios, em que psicólogos, educadores e os próprios atores debaterão os eventos apresentados. Será uma expansão do que foi o “Beyond the Reasons” (Por trás das Razões), um especial de meia hora com entrevistas de bastidores da 1ª temporada. Por fim, o site oficial da produção oferecerá recursos para adolescentes em crise, para ajudar a prevenir suicídios ou autoflagelamentos. De acordo com um estudo encomendado pela Netflix, enquanto a maioria dos pais achou a falta de fontes de suporte um problema, a maioria dos adolescentes e jovens adultos disse que “13 Reasons Why” os ajudou a processar os temas discutidos. Mais da metade dos adolescentes disse que se desculparam com alguém pelo modo como havia tratado essa pessoa no passado, e quase 75% afirmou que passou a ter mais consideração pelas pessoas após assistir à série. “Esperamos que essas medidas que estamos tomando ajudem a apoiar conversas mais significativas quando a 2ª temporada for exibida este ano. Nós estivemos pesquisando o que os adolescentes tiraram de positivo da série e agora, mais do que nunca, nós estamos vendo o poder e compaixão dessa geração que defende a si e aos seus pares”, disse Brian Wright, o vice-presidente de séries originais da Netflix, em comunicado. A data de estreia da 2ª temporada ainda não foi anunciada.

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  • Série

    Comercial de O Mecanismo usa campanha eleitoral para abordar a corrupção no Brasil

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato. O vídeo pega carona na vindoura campanha eleitoral do país para abordar como funciona a corrupção política. O didatismo, entretanto, tropeça num detalhe. A narração esquece de destacar que o dinheiro desviado vem de impostos pagos pela população, e que esta roubalheira é diretamente responsável pelo fato de o serviço público brasileiro – saúde, educação, previdência, etc – ser de tão baixa qualidade. E que, em vez de combater a corrupção, o governo federal trabalha para livrar condenados de penas duras e multas pesadas, oferecendo como solução para os problemas de caixa causados pelo roubo sistêmico as “reformas” de suposta salvação nacional – que, por sua vez, pioram ainda mais o serviço oferecido à população que paga por tudo. A série foi criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming – o diretor também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece na sexta (23/3).

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  • Série

    Allison Williams entra na 3ª e última temporada de Desventuras em Série

    21 de março de 2018 /

    A atriz Allison Williams (“Corra!”) se juntou ao elenco da 3ª e última temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events). O papel da atriz ainda não foi divulgado, mas deve ser introduzida ainda na 2ª temporada, numa pequena participação. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos órfãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Neil Patrick Harris vive o tio vilão Conde Olaf, Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes interpretam Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) narra a trama como Lemony Snickets. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 3ª temporada já está sendo rodada em Vancouver, no Canadá, mas ainda não tem previsão de estreia. Já o segundo ano chega à Netflix em 30 de março.

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  • Filme

    Amy Poehler vai dirigir seu primeiro filme para a Netflix

    21 de março de 2018 /

    A atriz Amy Poehler vai fazer sua estreia como diretora de longa-metragem. A Netflix anunciou que vai dirigir a comédia “Wine Country”, que será disponibilizado por streaming. Confira abaixo. Além de dirigir, a comediante ainda vai estrelar e produzir o filme, que ainda não tem previsão de lançamento. “Vai acontecer – a estreia de Amy Poehler na direção. Wine Country chegará em breve na Netflix! Estrelando Amy Poehler, Rachel Dratch, Ana Gasteyer, Paula Pell, Maya Rudolph, Emily Spivey e com participação de Tina Fey. Fique animado. Fique muito animado!”, diz o anúncio da produção. O filme conta a história de um grupo de velhas amigas que vão para Napa, região da Califórnia conhecida pela produção de vinhos, para um fim de semana de celebração dos 50 anos de uma delas. O roteiro é de Emily Spivey, que trabalhou com Poehler na série “Parks and Recreation”. Poehler já tinha dirigido anteriormente episódios de “Parks and Recreation” e “Broad City”, além do piloto recusado de uma série. It's happening—Amy Poehler's directorial debut, Wine Country, is coming soon to Netflix! Starring Amy Poehler, Rachel Dratch, Ana Gasteyer, Paula Pell, Maya Rudolph, Emily Spivey and featuring Tina Fey. Get excited. Get real excited. pic.twitter.com/kZedPmzeVC — Netflix US (@netflix) March 20, 2018

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  • Série

    Produtora de The Crown pede desculpas a atores por revelar discrepância salarial

    20 de março de 2018 /

    Após quebrar a confidencialidade sobre os salários recebidos pelos protagonistas de “The Crown”, a produtora britânica Left Bank, responsável pela produção da série, pediu desculpas publicamente aos atores Claire Foy e Matt Smith pelos problemas que possa ter causado, e afirmou que trabalharia com a iniciativa Times’ Up, daqui em diante, para eliminar diferenças financeiras relacionadas a gênero. A revelação de que a atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II na série, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith, durante os dois primeiros anos da produção, gerou diversos protestos na internet e levou à criação de uma petição para que o ator doasse parte de seu salário para movimentos de igualdade de gênero. A polêmica veio à tona durante um comentário dos produtores na conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles justificaram ter pago menos à atriz vencedora de dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, do que para o intérprete de seu marido, porque Matt Smith tinha sido protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido. No comunicado emitido nesta terça (20/3), a empresa insiste que os atores não sabiam quanto cada um ganhou e não podem ser responsabilizados por quaisquer discrepâncias. A responsabilidade pela decisão dos salários diferenciados é exclusivamente da Left Bank “Nós queremos pedir desculpas para Claire Foy e para Matt Smith, atores brilhantes e amigos, que entraram no centro de um turbilhão midiático nesta semana sem terem culpa”, diz o comunicado. “Nós da Left Bank Pictures somos responsáveis por orçamentos e salários; os atores não estão cientes de quem ganha o quê, e não podem ser pessoalmente responsabilizados pelo pagamento de seus colegas.” Os produtores disseram estar “absolutamente unidos à luta por pagamento justo” e por um “reequilíbrio” do tratamento de mulheres na indústria. E que irão garantir maior isonomia daqui em diante. O comunicado não fala em compensação retroativa a Claire Foy. Nem ela, nem Matt Smith ou a Netflix, que disponibiliza a série, manifestaram-se sobre a polêmica.

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  • Série

    Crianças de Stranger Things vão ganhar aumento de salário na 3ª temporada da série

    19 de março de 2018 /

    Como é costume entre as séries bem-sucedidas, o elenco de “Stranger Things” vai ganhar aumento para gravar a 3ª temporada da atração. As bonificações não são decorrentes de renegociação de contrato, mas uma prática tradicional na indústria televisiva, após uma série mostrar seu potencial por duas temporadas. Os atores mais jovens serão os mais beneficiados pelo acordo. Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin eram praticamente desconhecidos antes de entrarem na série, e alegadamente recebiam cerca de US$ 30 mil por episódio. Segundo apurou o site Deadline, esses salários vão pular para um mínimo de US$ 150 mil por episódio, podendo chegar até US$ 250 mil em alguns casos. Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze), supostamente receberia mais que os demais pelo destaque atingido por seu papel. Os atores adolescentes, como Natalia Dyer e Charlie Heaton, não teriam um aumento tão grande, ficando na faixa de US$ 100 mil a 150 mil. Por fim, os veteranos Winona Ryder e David Harbour já recebiam mais que os demais e continuarão num patamar acima – ainda segundo o Deadline, entre US$ 250 mil e 350 mil por episódio. A Netflix não confirmou os salários.

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  • Filme

    Ben Affleck vai estrelar o filme de ação sobre a tríplice fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai

    19 de março de 2018 /

    Será que agora vai? O thriller de ação “Triple Frontier” voltou a ser anunciado, agora com produção da Netflix – após a desistência da Paramount. O filme está em desenvolvimento há uma década e chegou a marcar filmagens no ano passado, na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto já teve inúmeros atores famosos ligados à sua produção e acabou fechando com Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) para os papéis principais. O elenco também inclui Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Vale lembrar que, a certa altura de seu longo desenvolvimento, o longa esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks. Uma configuração anterior ainda tinha Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul, o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhou no aprimoramento do roteiro. A história agora se concentra em cinco amigos cujas lealdades são testadas, quando se juntam para derrubar um poderoso traficante da América do Sul, desencadeando conseqüências não intencionais. De acordo com informações da revista Empire, este novo rumo da trama teria sido o estopim da última implosão da produção. A reescrita não teria agradado a Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Se ninguém desistir novamente em cima da hora, as filmagens devem finalmente começar já neste fim de semana, com locações no Havaí, Califórnia e Colômbia. O elenco, inclusive, já está ensaiando no Havaí. Ou seja, nada da tríplice fronteira real, embora o diretor sempre possam extrair imagens das “cataratas de Wakanda” e incluir na produção, para localizar o filme.

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    Diferença de salário entre astros de The Crow motiva petição de fãs

    19 de março de 2018 /

    A revelação de que Claire Foy ganhou menos do que Matt Smith pelo trabalho na série “The Crown”, mesmo tendo o papel da protagonista, a rainha Elizabeth 2ª, criou uma grande saia justa. Diante da discriminação sexual, um grupo de fãs se mobilizou para criar uma petição, na plataforma Care2, pedindo para o ator doar o valor correspondente à diferença entre seu salário e o da colega. O valor seria destinado ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Em seu lançamento na manhã de segunda-feira (19/3), a petição tinha a meta de conseguir 25 mil assinaturas, e em poucas horas já reuniu mais de 23 mil apoiadores. A discrepância salarial foi informada pelos produtores Suzanne Mackie e Andy Harries durante a conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles admitiram que Smith recebeu mais por ter maior projeção profissional, como um dos protagonistas da série britânica “Doctor Who”. Em “The Crown”, ele interpreta o príncipe Philip, marido da rainha. Os produtores acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhora a situação de Foy: a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará para as próximas temporadas. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970. Segundo uma estimativa da revista Variety, Foy ganhou US$ 40 mil por episódio na série. O valor é considerado baixo para os padrões hollywoodianos, ainda mais se tratando de uma série que figura entre as mais caras da história, com um orçamento de US$ 7 milhões por episódio. A iniciativa da petição aconteceu dois meses após caso similar ter ocorrido na produção do filme “Todo o Dinheiro do Mundo”, que levou o ator Mark Wahlberg a fazer uma generosa doação ao Time’s Up.

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    Teaser revela cenas inéditas e data de estreia da 2ª temporada de 3%

    19 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo teaser de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra alguns flashes dos próximos episódios e informa a data de estreia da 2ª temporada. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo processo que se aproxima, enquanto acompanham as vidas de Rafael (Rodolfo Valente) e Michele (Bianca Comparato), agora parte dos 3%, e as de Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes), que retornaram às suas vidas de antes. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.

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    Diretor de Invocação do Mal vai se juntar a produtor de Stranger Things em novo terror

    17 de março de 2018 /

    Os cineastas James Wan, diretor de “Invocação do Mal”, e Shawn Levy, produtor de “Stranger Things”, vão se juntar para realizar um filme de terror na Netflix. O projeto será a adaptação de “There’s Someone Inside Your House” (Tem alguém dentro da sua casa, em tradução literal), novo romance de Stephanie Perkins, escritora que faz grande sucesso entre o público juvenil. Lançado no ano passado, o livro mistura terror slasher com o clima dos filmes adolescentes de John Hughes (“O Clube dos Cinco”). A trama acompanha Makani Young, garota enviada pelos pais para viver com a avó em Nebraska. Além de ter que se ajustar a uma nova escola, ela precisará sobreviver a uma série de brutais assassinatos, que começam a vitimar os alunos do seu colégio. O roteiro da adaptação está a cargo de Henry Gayden, roteirista de “Terra para Echo” e do vindouro “Shazam!”. Wan e Levy vão assinar a produção, mas ainda não há diretor escalado. Também não há, por enquanto, previsão para a estreia de “There’s Someone Inside Your House”.

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    Neil Young e Willie Nelson são roqueiros cowboys no trailer do primeiro filme dirigido por Daryl Hannah

    17 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “Paradox”, primeiro longa dirigido pela atriz Daryl Hannah (“Blade Runner”, “Kill Bill”). A prévia é amadora de doer, como se fosse rodada por hippies com câmeras caseiras durante um fim de semana, entre consumo de drogas no campo. Não falta sequer a cena da menina de longos cabelos loiros cheirando uma flor. A comunidade em cena, supostamente, é formada por cowboys foras-da-lei, que tocam country rock e assaltam bancos de maconha, em meio às ruínas de uma civilização tecnologicamente avançada. O líder desses cowboys hippies do futuro é interpretado por ninguém menos que o cantor Neil Young – que na velhice ficou parecido fisicamente com Meat Loaf! Ele estrela e canta no filme, ao lado de Willie Nelson e seus filhos. Vale reparar que todas as fotos divulgadas incluem violões. Exibido no Festival SXSW, “Paradox” será lançado na sexta-feira (23/3) na Netflix.

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    Dave Franco é viciado em heroína em trailers e imagens de drama indie

    17 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “6 Balloons”, drama indie em que Dave Franco (“O Artista do Desastre”) vive um viciado em heroína. O filme tem roteiro e direção de Marja-Lewis Ryan, que está desenvolvendo a sequência da série “The L Word”, e acompanha a personagem de Abbi Jacobson (série “Broad City”), uma mulher que precisa lidar com seu irmão viciado (Franco), enquanto tenta distrair sua filha pequena, ao longo de uma noite interminável. Exibido no Festival SXSW, “6 Balloons” será lançado no dia 6 de abril na Netflix.

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