Série The Last Kingdom tem 3ª temporada confirmada
Quase um ano após o final de sua 2ª temporada, a série “The Last Kingdom” finalmente teve a produção de sua 3ª temporada confirmada. Quem lembrou de compartilhar a notícia foi o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”), intérprete de Uhtred, filho de Uhtred – como ele mesmo brincou. O astro da série contou a novidade em um vídeo publicado no Twitter, em que explicou que os novos episódios, inclusive, já estão sendo gravados. “Os rumores são verdade”, ele contou, com um sorriso de felicidade, acrescentando que a produção da temporada já está bem adiantada. “Creio que será a nossa melhor temporada até agora”, exaltou. Um detalhe que chama atenção no post é a revelação de que os episódios serão distribuídos mundialmente pela Netflix. Mas não há nenhuma menção à BBC, que produziu as duas primeiras temporadas – com um intervalo épico de quase dois anos entre a 1ª e a 2ª. A série medieval adapta a saga literária das “Crônicas Saxônicas”, de Bernard Cornwell, e curiosamente sua trama tem intersecção com a história de “Vikings”, embora com desenvolvimentos bem diferentes. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande. O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto com desconfiança por Alfredo. O elenco também inclui David Dawson (série “Ripper Street”), Ian Hart (série “Boardwalk Empire”), Harry McEntire (série “Episodes”), Simon Kunz (série “Requiem”), Emily Cox (série “Jerks”), Tobias Santelmann (“Expedição Kon-Tiki”), Peri Baumeister (“Zonas Úmidas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Brian Vernel (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. ARSELINGS! Alexander Dreymon, your very own Uhtred son of Uhtred, has some exciting news for you…#TheLastKingdom season 3 is in production, and will be coming to Netflix worldwide later this year! pic.twitter.com/g7MJuXNS5I — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 4, 2018
Netflix divulga abertura do remake da série Perdidos no Espaço
A Netflix divulgou o vídeo da abertura da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas da conquista espacial sob o ponto de vista de típicas famílias americanas, avançando no tempo até colocar uma típica família americano no espaço – o mote da atração. Ao final, é possível ver o perfil do novo intérprete de Will Robinson e a nave Júpiter 2, enquanto a trilha sonora referencia o famoso tema da 3ª temporada original – composto por um jovem chamado Johnny Williams, que hoje o mundo reverencia como o grande John Williams de “Star Wars”, “Indiana Jones” e muitas trilhas clássicas. A referência às famílias é muito pertinente. Afinal, “Perdidos no Espaço” foi concebida como uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell). Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para a próxima sexta-feira, dia 13 de abril. Compare abaixo a nova abertura com as aberturas clássicas da série.
Produtor revela primeira foto da nova série de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira
O produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, revelou em seu Twitter a primeira foto das gravações da nova série da bruxinha Sabrina. A imagem mostra a atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e Ross Lynch (série “Austin & Ally”) como seu namoradinho Harvey. Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). A atração é baseada na nova versão dos quadrinhos da personagem, “Chilling Adventures of Sabrina”, que mostra uma versão dark de Sabrina. Mais “Buffy” que a comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série”Doctor Who”), Tati Gabrielle (da série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018. Well, it’s out there. A 1st look at Harvey and Sabrina from the “Chilling Adventures of #Sabrina.” ADORBS, right? pic.twitter.com/9n8cznpv2c — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) April 4, 2018
Everything Sucks: Série adolescente passada nos anos 1990 é cancelada pela Netflix
A Netflix cancelou sua nova série adolescente “Everything Sucks!”, sobre a juventude dos anos 1990. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série não virou frisson, atingindo 69% de aprovação entre a crítica norte-americana. Com o cancelamento, ela ficará sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A série combinava drama e comédia, ao acompanhar adolescentes da época – e seus pais – durante rituais típicos de todas as gerações, como escola, amizades, namoro e sexualidade, com uma novidade do período: a internet. A trama se passava em 1996 em Boring, uma cidade que realmente existe com este nome (Tedioso, em inglês) no Oregon, e girava em torno de um grupo de estudantes do Ensino Médio, que decidiram juntar forças para criar um filme – com os meninos acreditando que assim iam finalmente conquistar algumas garotas. Com muitas referências à cultura pop dos anos 1990, a começar pelo título – nome de um disco da banda punk Descendents, lançado justamente em 1996 – , a série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano: o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”). O elenco incluía Peyton Kennedy (do terror “Fábula Americana”), Jahi Winston (minissérie “The New Edition Story”), Rio Mangini (série “Bella e os Bulldogs”), Sydney Sweeney (série “The Handmaid’s Tale”), Zachary Ray Sherman (série “90210”) e Patch Darragh (série “The Path”). A 1ª e única temporada foi disponibilizada em 16 de fevereiro.
Sandy defende virgindade digital contra a pirataria na Netflix
A cantora e atriz Sandy é a estrela de uma nova campanha da Netflix para divulgação de uma de suas produções, que também embute uma mensagem anti-pirataria. Com um tom que parece defender a abstinência sexual e a castidade, evocando o suposto comportamento pudico da época em que Sandy era solteira, o mote da divulgação é “Eu resolvi esperar”, com direito a hashtag. “A gente tem que resistir e esperar a hora certa”, diz Sandy. Mas o suposto teor sexual da mensagem é, na verdade, um alerta contra a pirataria. O vídeo foi feito para divulgar a segunda parte da série espanhola “La Casa de Papel”, que virou frisson nacional. O problema é que os capítulos que chegam agora ao catálogo internacional da Netflix estrearam em outubro na Espanha. A demora para a disponibilização no serviço streaming fez com que muitos fãs assistissem à série por meio ilegais na internet. O vídeo ainda conta com o “relato” de jovens que resistiram à tentação de perder a virgindade digital, diante da possibilidade de pegar “um vírus” e não gozar sua primeira vez com a série da melhor forma possível — o vírus, no caso, seria uma consequência de entrar em sites perigosos de pirataria. “São milhares de pessoas que resolveram não se entregar”, declara Sandy no vídeo. “Quem se resguardou para esse momento vai aproveitar da melhor forma possível, porque tudo tem a sua hora.” Criada por Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”), “La Casa de Papel” chega nesta sexta (6/4) na Netflix.
Netflix prepara projeto documental sobre Anitta
A Netflix está produzindo um projeto em forma de documentário sobre a vida e a carreira de Anitta. Em fase inicial, o projeto está sendo desenvolvido com participação da cantora, que teria decidido mostrar tanto seu lado pessoal quanto artístico. As assessorias envolvidas ainda não abriram maiores detalhes, mas em fevereiro uma equipe da Netflix já tinha sido vista registrando um pocket show de Anitta em Miami. Veja o vídeo abaixo. O documentário representa mais uma investida de Anitta em outros formatos de entretenimento. Na última terça-feira (3/4), ela estreou “Anitta Entrou no Grupo”, seu novo programa no canal Multishow, após comandar o “Música Boa Ao Vivo”. Mas como sua agenda é corrida, o novo programa terá só quatro edições. Anitta também estaria negociando protagonizar um filme policial, do mesmo autor de “Tropa de Elite”, mas quando esta notícia veio à tona em janeiro, ela ainda receava dar esse passo. ? É AGORA O DOCUMENTÁRIO!!! Aparentemente a Netflix estava gravando o show da Anitta esta madrugada na boate LIV, em Miami. pic.twitter.com/WmnGd0VRP4 — Central Anitta PT ?? (@CentralAnittaPT) February 23, 2018
Trailer da 2ª temporada de 3% revela resistência contra o Processo
A Netflix divulgou dois pôsteres, fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que mostra novos conflitos dos personagens. A prévia revela que, após serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um aumento de orçamento para a produção. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). A estreia está marcada para o dia 27 de abril.
Netflix volta a enfrentar campanha de boicote e cancelamento devido a uma série
“O Mecanismo” não é a única série da Netflix que causa polarização. A plataforma está enfrentado fortes protestos no Oriente Médio por conta de uma produção israelense. “Fauda” é uma atração de suspense produzida em Israel e ambientada na Cisjordânia, que acompanha um agente secreto israelense que sai da aposentadoria para caçar um militante palestino. A série possui diálogos tanto em hebraico quanto em árabe e foi transmitida pela primeira vez na TV israelense em 2015. Ela chegou na Netflix em dezembro de 2016 e, como fez sucesso, ganhou apoio do serviço de streaming para produzir uma 2ª temporada, prevista para maio. Assim como aconteceu com “O Mecanismo”, árabes e palestinos iniciaram uma campanha de boicote ao serviço de streaming. O movimento BDS (abreviatura de Boicote, Desinvestimentos e Sanções), fundado em 2005 para promover um boicote cultural global contra Israel, pressiona a Netflix a “cancelar ‘Fauda'”, dizendo que a série “glorifica os crimes de guerra do Exército de Israel contra o povo palestino”. Diante dessa pressão política, mais de 50 executivos de Hollywood se juntaram para expressar apoio à Netflix. Em uma carta endereçada ao chefe de conteúdo da plataforma, Ted Sarandos, executivos de gravadoras, estúdios de cinema, executivos de games e agentes de talentos de Hollywood chamaram a ação do BDS de uma “flagrante tentativa de censura artística”. Entre os signatários estão a chefe-executiva da Universal Music Publishing Group, Jody Gerson, o presidente da Geffen Records, Neil Jacobson, e Steve Schnur, executivo da desenvolvedora de games Electronic Arts.
Advogado diz que processo de plágio contra Stranger Things é exploração
O advogado dos irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, emitiu um comunicado nesta quarta-feira (4/4) sobre o processo que os acusa de plagiar um curta para criar a série. Segundo Alex Kohner, advogado da dupla, o diretor Charlie Kessler, autor do processo, tenta beneficiar-se do sucesso da série. “O processo do senhor Kessler não tem nenhum fundamento”, declarou Kohner. “Não tem nenhuma conexão com a criação ou o desenvolvimento da série. Os irmãos Duffer não viram o curta do senhor Kessler nem falaram de nenhum projeto com ele”, acrescentou. Kohner indicou que a intenção de Kessler é mera exploração, beneficiar-se “da criatividade e o trabalho duro” de outras pessoas. No processo, apresentado na segunda-feira, Kessler sustenta que os Duffer se aproveitaram de seu curta “Montauk” e de uma conversa que tiveram em 2014, sobre o projeto de transformar a história num longa, durante uma festa no Festival de Cinema de Tribeca, para criar “Stranger Things”. Na sua argumentação, Kessler afirma que, quando foi vendida para a Netflix, “Stranger Things” tinha como título provisório “The Montauk Project”. Ele exige uma indenização financeira.
The Crown e Black Mirror lideram indicações à premiação de TV da Academia Britânica
A Academia Britânica das Artes Cinematográficas e Televisivas divulgou os indicados às categorias principais de seu prêmio de TV. Duas produções da Netflix, “The Crown” e Black Mirror”, foram os mais lembrados, assim como produções da BBC, como “Line of Duty” e “Peaky Blinders”. A cerimônia de premiação do troféu BAFTA TV está marcada para 13 de maio, com apresentação da atriz, roteirista e apresentadora Sue Perkins (do humorístico “Insert Name Here”). Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Série Dramática “The Crown” (Netflix) “The End of the F***ing World” (All 4/Netflix) “Line of Duty” (BBC One) “Peaky Blinders” (BBC Two) Melhor Série Cômica “Catastrophe” (Channel 4) “Chewing Gum” (E4) “This Country” (BBC Three/BBC One) “Timewasters” (ITV2) Melhor Talk Show/Reality Show “Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway” (ITV) “Britain’s Got Talent” (ITV) “Michael McIntyre’s Big Show” (BBC One) “The Voice UK” (ITV) Melhor Série Documental “Ambulance” (BBC Two) “Catching a Killer” (Channel 4) “Drugsland” (BBC Three) “Hospital” (BBC Two) Melhor Série Não-Britânica “Big Little Lies” (HBO/Sky Atlantic) “Feud: Bette and Joan” (FX/BBC Two) “The Handmaid’s Tale” (Hulu/Channel 4) “The Vietnam War” (BBC Four) Melhor Ator em Drama Jack Rowan, de “Born to Kill” (Channel 4) Joe Cole, de “Black Mirror – Hang the DJ” (Netflix) Sean Bean, de “Broken” (BBC One) Tim Pigott-Smith, de “King Charles III” (BBC Two) Melhor Atriz em Drama Claire Foy, de “The Crown” (Netflix) Molly Windsor, de “Three Girls” (BBC One) Sinead Keenan, de “Little Boy Blue” (ITV) Thandie Newton, de “Line of Duty” (BBC One) Melhor Ator em Comédia Asim Chaudhry, de “People Just Do Nothing” (BBC Three) Rob Brydon, de “The Trip to Spain” (Sky Atlantic) Samson Kayo, de “Famalam” (BBC Three) Toby Jones, de “Detectorists” (BBC Four) Melhor Atriz em Comédia Anna Maxwell Martin, de “Motherland” (BBC Two) Daisy May Cooper, de “This Country” (BBC Three) Sharon Horgan, de “Catastrophe” (Channel 4) Sian Gibson, de “Peter Kay’s Car Share” (BBC One) Melhor Ator Coadjuvante Adrian Dunbar, de “Line of Duty” Anupam Kher, de “The Boy with the Topknot” Brian F O’Byrne, de “Little Boy Blue” Jimmi Simpson, de “Black Mirror – USS Callister” Melhor Atriz Coadjuvante Anna Friel, de “Broken” Julie Hesmondhalgh, de “Broadchurch” Liv Hill, de “Three Girls” Vanessa Kirby, de “The Crown” Melhor Minissérie “Howard’s End” (BBC One) “The Moorside” (BBC One) “The State” (Channel 4) “Three Girls” (BBC One) Melhor Telefilme “Against the Law” (BBC Two) “Black Mirror – Hang the DJ” (Netflix) “King Charles III” (BBC Two) “Murdered For Being Different” (BBC Three)
Criador de Black-ish pode romper com a ABC após censura e ir para a Netflix
O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming. A revista The Hollywood Reporter cita múltiplas fontes para afirmar que Barris está tentando romper seu contrato com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015. Essas mesmas fontes garantem que Barris estaria em negociações preliminares para se juntar a Shonda Rhimes e Ryan Murphy num grande acordo com a Netflix. “As conversas são muito reais”, diz uma das gargantas profundas. O ABC Studios e a Netflix se recusaram a comentar. Mas o desconforto do produtor com a rede ABC é notório. No mês passado, por exemplo, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto.
Criadores de Strangers Things são processados por suposto plágio do conceito da série
Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série “Stranger Things”, um dos maiores sucessos da Netflix, estão sendo processados por plágio. A ação é movida pelo diretor Charlie Kessler, que acusa “Stranger Things” de ser plágio de seu curta “Montauk” (2012). Premiado no Festival de Hamptons, “Montauk” explora experimentos sobrenaturais secretos, uma das premissas de “Stranger Things”. Segundo documentos do processo obtidos pelo site TMZ, Kessler afirma que, em 2014, ele e seus agentes apresentaram o conceito de “Montauk” aos Duffer para desenvolver um projeto, mas as conversaram não tiveram prosseguimento. Por isso, ele ficou perplexo com o lançamento da série em 2016, afirmando que “Stranger Things” não só se apropriou de suas ideias, como partes de seu roteiro. Além disso, os Duffer chegaram a batizar a atração, em um primeiro momento, como “The Montauk Project”, no que seria uma clara referência a seu trabalho. Kessler quer uma indenização em dinheiro como reparação de danos materiais. Entretanto, as obras são bastante diferentes entre si. “Montauk” falava de criaturas que apareceram na praia do título e era todo registrado ao estilo dos filmes de terror de “found footage”, com trechos de reportagem e outra fontes de vídeo compiladas para contar sua história. O curta podia ser assistido na íntegra no portal Vimeo até a semana passada, mas após a notícia do processo se tornar pública, ele se tornou “indisponível”.
Produtor de Polícia Federal: A Lei É para Todos ataca a série O Mecanismo
O produtor Tomislav Blazic, do filme “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, resolveu aproveitar a crítica petista contra a série “O Mecanismo” para desdenhar da produção da Netflix, que aborda a mesma operação policial de seu filme, a Operação Lava-Jato. O filme também causou polêmica quando entrou em cartaz, acusado pelos mesmos políticos e pelos mesmos motivos: supostamente distorcer falas e eventos da Operação Lava-Jato para atacar o PT. O longa teria sofrido 18 processos e o advogado de Lula chegou a tentar impedir a reconstituição da cena da condução coercitiva do ex-presidente. Além disso, políticos do PT aproveitaram a produção para atacar a própria Operação Lava-Jato, inclusive o juiz Sergio Moro. Mesmo assim, a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, afirmou que Blazic considerou equivocado o uso da frase “estancar a sangria” na série. A expressão dita pelo senador Romero Jucá – do MDB, mas ex-líder de Lula e Dilma no Congresso – , aparece na boca de João Higino, o personagem que seria o ex-presidente Lula na Netflix. Além disso, o produtor ampliou a crítica. “Colocar na série o caso do Banestado [de corrupção nos anos 1990] é também querer prejudicar só o PT. Não é baseado em uma história real”, ele comentou. Blazic está em fase de pré-produção da continuação de “Polícia Federal: A Lei É Para Todos”, na qual afirma que todos os partidos serão impactados. “O PT é corrupto como os demais partidos. No próximo filme será um salve-se quem puder”, diz. Ou seja, exatamente como mostrou “O Mecanismo”, mas apenas para quem realmente viu a série.












