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    Grupo com fantasias de La Casa de Papel é preso ao tentar entrar em presídio de Pernambuco

    17 de abril de 2018 /

    Um grupo de quatro homens mascarados, imitando o visual dos assaltantes da série “La Casa de Papel”, foi preso nesta terça-feira (17/4) em Abreu e Lima, no Grande Recife, ao tentar entrar num presídio. Eles foram detidos ao causarem tumulto no estacionamento do Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), usando as máscaras de Salvador Dali e os macacões vermelhos que identificam o personagem da série espanhola da Netflix. Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização, a abordagem do grupo foi feita por agentes penitenciários, que encaminharam as quatro pessoas à polícia. Os quatro seriam YouTubers pernambucanos que tentavam gravar uma pegadinha. Um dos integrantes chegou a postar vídeos na noite de segunda (16/4) usando a fantasia. E antes de serem presos, gravaram imagens em frente a uma agência bancária em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Em nota, a Polícia Civil explicou que o grupo entrou no perímetro do presídio portando celulares e causando tumulto no local. Três dos quatro suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de violação de domicílio qualificada (por entrarem contra a vontade expressa em compartimento não aberto ao público), favorecimento real (por terem ingressado com celulares em estabelecimento prisional), falso alarme (por terem provocado tumulto no estabelecimento prisional) e corrupção de menores. O quarto era um adolescente, que após procedimentos de Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) foi liberado. Em nota, o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, recriminou a tentativa de invasão. “É de uma irresponsabilidade inimaginável. Foi uma ação arriscada e que só não teve um final trágico graças a experiência dos nossos agentes penitenciários. Recentemente 21 pessoas morreram numa tentativa de resgate no presídio do Pará. Na ação de hoje o grupo poderia facilmente ser confundido com estes mesmos criminosos”, apontou no texto.

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    O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil

    17 de abril de 2018 /

    Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.

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  • Série

    Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada

    16 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.

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  • Série

    Diretor confirma Spock na 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    16 de abril de 2018 /

    O Sr. Spock vai voltar à TV. Durante passagem pela Comic Con de El Paso, no fim de semana, o ator e diretor Jonathan Frakes, que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, confirmou a aparição do oficial vulcano na série. Mas o retorno não será como os fãs esperavam. Muito se especulava a respeito da participação do personagem, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista da série. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Ele será vivido por Anson Mount (intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel). Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. Frakes revelou que “Star Trek: Discovery” vai seguir a cronologia cinematográfica, ao afirmar que Spock aparecerá ainda criança na série, no segundo episódio da 2ª temporada. A série ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    Pesquisa afirma que conteúdo original da Netflix é visto por apenas 20% de seus assinantes

    16 de abril de 2018 /

    Uma pesquisa divulgada pela revista Variety afirma que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas, como as séries “Friends” e “Grey’s Anatomy”. O levantamento foi feito pela empresa de consultoria 7Park Data durante o período de um ano, entre setembro de 2016 e 2017. Entretanto, leva em conta apenas acessos via computador — transmissões via celular e TVs conectadas a internet não foram contabilizadas, o que pode (deve) causar distorções em relação aos hábitos mapeados. De todo modo, os dados dos usuários americanos que acessam a plataforma de streaming por computador revelaram que produções próprias, como “Demolidor” ou “Stranger Things”, foram responsáveis por apenas 20% de seu consumo. Enquanto isso, 80% das conexões de streaming viram de programas de terceiros. A pesquisa revelou ainda que 42% dos usuários da Netflix nos EUA assistem somente produções licenciadas (correspondem a cerca de 95% de seus acessos). Apenas 18% tem um perfil de consumo que privilegia as produções da plataforma (pelo menos 40% de suas transmissões são de originais Netflix). Os títulos licenciados mais vistos pelos usuários americanos no período foram séries: “Breaking Bad”, “Grey’s Anatomy”, “The Blacklist”, “How I Met Your Mother”, “The Office”, “Parks and Recreation”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, “The Flash” e “Friends”. Já entre as produções originais da Netflix, as mais vistas foram “Stranger Things”, “Orange Is the New Black”, “House of Cards”, “13 Reasons Why”, “Master of None”, “Narcos” e “Black Mirror”. Em fevereiro, o diretor financeiro da Netflix, David Wells, anunciou um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018. Com isso, a plataforma terá cerca de 700 programas originais, entre séries, filmes e especiais.

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  • Série

    Astro de The Vampire Diaries vai estrelar nova série de vampiros na Netflix

    16 de abril de 2018 /

    O ator Ian Somerhalder, que viveu o vampiro Damon Salvatore em oito temporadas de “The Vampire Diaries”, vai voltar às séries vampíricas em seu próximo trabalho. Ele foi confirmado como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”). Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, desta vez como matador de vampiros, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). A data de estreia da nova série ainda não foi divulgada. Veja algumas capas da publicação abaixo.

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    Intérprete do vilão de O Mecanismo apoia Lula e acha prisão “um absurdo”

    14 de abril de 2018 /

    O ator Enrique Diaz, que interpreta um doleiro inspirado em Alberto Youssef na série “O Mecanismo”, da Netflix, disse que não concorda com a abordagem dada pelo diretor José Padilha a alguns trechos da série. “Para mim é complexo falar, porque sou totalmente de esquerda e humanista. É muito delicado”, afirmou o ator, em entrevista ao portal UOL, sobre as decisões polêmicas da série, como atribuir ao personagem inspirado em Lula a frase “estancar a sangria”, dita por seu ex-ministro Romero Jucá em 2016, numa alusão à manobras para barrar a Operação Lava-Jato. Definindo-se como esquerdista, ele se assume apoiador de Lula e diz que a prisão do ex-presidente por corrupção, após julgamento em duas instâncias, foi um absurdo. “Acho a prisão do Lula um absurdo. A gente tem que lutar para mudar isso porque está vindo uma coisa horrível em cima do país. Acho que a série não ajuda nesse sentido, mas aí é um discurso do Padilha. E não sou eu, não assino por aquilo”, disse o ator ao UOL. Questionado porque, então, fez a série do cineasta José Padilha, Enrique Diaz citou a qualidade do elenco e da produção, e que diferencia o lado pessoal do profissional. As declarações foram feitas durante o lançamento da nova novela (que a Globo chama de supersérie) “Onde Nascem os Fortes” nesta semana, em Lajedo do Pai Mateus, no Sertão da Paraíba. Segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, “O Mecanismo” se tornou o programa mais falado do país em 2018, graças aos protestos de militantes petistas. O próprio Lula ameaçou processar a Netflix por causa da série, antes de ser preso, alimentando ainda mais a curiosidade do público. Caso a série seja renovada, ela deve mostrar a prisão de Lula.

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    Dude: Comédia teen com atriz de Pretty Little Liars ganha trailer legendado

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia “Dude – A Vida é Assim”, filme de garotas colegiais. Mais ocupada das ex-integrantes da série “Pretty Little Liars”, Lucy Hale (que também está no terror “Verdade ou Desafio” e na nova série “Life Sentence”) estrela a produção, consumindo muita maconha, exortando a anatomia masculina e fazendo planos para o futuro, em conversas de virar a noite com suas melhores amigas para sempre. A prévia é divertida, mas também aborda o que costuma acontecer com os melhores planos, quando a graduação se aproxima para separar aquelas que eram inseparáveis. O bom elenco teen inclui Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”) e Kathryn Prescott (série “Finding Carter”) como as amigas e ainda Alex Wolff (“Jumanji – Bem-Vindo à Selva”) e Austin Butler (série “The Shanara Chronicles”). Para completar, há os adultos Brooke Smith (série “Grey’s Anatomy”), Colton Dunn (série “Superstore”), Jack McBrayer (série “30 Rock”), Claudia Doumit (série “Timeless”), Michaela Watkins (série “Casual”), Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”), Ian Gomez (série “Supergirl”) e Nora Dunn (série “Entourage”). “Dude” marca a estreia na direção da roteirista Olivia Milch, que escreveu “Oito Mulheres e um Segredo”, e chega em 20 de abril na plataforma de streaming.

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  • Série

    Ator da série clássica tem participação especial no remake de Perdidos no Espaço

    13 de abril de 2018 /

    Um integrante do elenco da série dos anos 1960 “Perdidos no Espaço” fez uma participação especial no remake da produção, disponibilizado nesta sexta (13/4) na plataforma de streaming da Netflix. Ninguém menos que Billy Mumy, que foi o Will Robinson original. Sua participação foi pequena, mas bastante importante. Tanto que o papel é um grande spoiler da trama. Leia a seguir apenas se já assistiu ao primeiro episódio da série. Mumy aparece brevemente no primeiro episódio como… o Dr. Smith! Ele é o verdadeiro Dr. Smith, que a personagem de Parker Posey (“O Homem Irracional”) apenas finge ser. A participação, por sinal, serve para demonstrar como ela é traiçoeira. A vilã surge no remake aprisionada na estação espacial Resolute e aproveita um ataque alienígena para escapar. Quando ela se depara com um homem caído, finge ajudá-lo apenas para roubar sua jaqueta com sua identidade, em que se lê o nome Dr. Z. Smith. Veja duas imagens da cena abaixo. O verdadeiro nome da personagem de Parker Posey é revelado apenas no terceiro episódio: Joan Harris, uma homenagem ao ator Jonathan Harris, intérprete do Dr. Smith original. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.

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    Novo vídeo de bastidores de Perdidos no Espaço aborda releitura feminista da série clássica

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a força das personagens femininas. De fato, há uma releitura feminista da trama, que vai além da troca de sexo do Dr. Smith. Ao contrário da série dos anos 1960, o chefe da família que vai ao espaço não é o pai, John Robinson, mas a mãe, Maureen. Ela é uma cientista e piloto, que assume as responsabilidades pelas decisões da missão espacial. As meninas da trama também são mais espertas que as personagens originais. Judy é uma médica e Penny quer se tornar escritora. E a nova “Dra. Smith” demonstra uma capacidade de sobrevivência que o vilão original, sempre reclamando de dores e de seu azar, nem sequer sonharia. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, a menina Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram disponibilizados nesta sexta-feira, dia 13 de abril.

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    On My Block é renovada para a 2ª temporada pela Netflix

    13 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “On My Block” para sua 2ª temporada. Embora o serviço de streaming não compartilhe dados de audiência, a série sobre adolescentes latinos que frequentam a mesma high school de Los Angeles teve grande aprovação da crítica, atingindo 93% no Rotten Tomatoes. A série lançada em 16 de março é uma co-criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”), Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez on Me”, cinebiografia de Tupac Shakur), e acompanha quatro amigos inteligentes e descolados, que enfrentam as dores, os sucessos e os desafios do Ensino Médio em um bairro latino da pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. A série é a segunda produção de comédia latina da Netflix, após “One Day at a Time” (também renovada), reforçando um segmento sub-representado no universo das séries americanas. Fora da Netflix, há apenas “Jane the Virgin” atualmente no ar. “On My Block” também é o terceiro lançamento recente focado em adolescentes do serviço de streaming. Os outros dois tiveram destinos diversos. Enquanto “Alexa & Katie” foi renovado, a Netflix decidiu cancelar “Everything Sucks!”, uma decisão que surpreendeu muita gente.

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    Jessica Jones é renovada para a 3ª temporada

    12 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Jessica Jones” para sua 3ª temporada. A série estrelada por Krysten Ritter, no papel da heroína-título, voltará em 2019 com novos episódios. Assim, “Jessica Jones” se torna a segunda série da Marvel para a plataforma de streaming a ter uma 3ª temporada confirmada. A primeira foi “Demolidor”, que deve exibir seus novos episódios ainda este ano. Desenvolvida por Melissa Rosenberg (da série “Dexter”), “Jessica Jones” estreou sua 2ª temporada em 8 de março, no Dia Internacional das Mulheres. E ao final deu a entender que sua 3ª temporada mostraria a transformação de Trish Walker (Rachael Taylor) na super-heroína Felina (Hellcat, em inglês).

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    Comediante Tig Notaro vai participar da 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    11 de abril de 2018 /

    A comediante Tig Notaro, criadora e protagonista da série “One Mississippi”, fará uma participação especial na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá Denise Reno, a engenheira-chefe da USS Hiawatha, outra nave da Federação dos Planetas Unidos, que a Discovery encontrará na série. Ela se junta à Anson Mount (o Raio Negro de “Inumanos”), que viverá o capitão Christopher Pike da USS Enterprise, entre as novidades da temporada. As gravações dos novos episódios começam neste mês, em Toronto, no Canadá. A 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” está disponível na íntegra na Netflix, que também exibirá a próxima temporada da série no Brasil, um episódio por semana, a partir do início de 2019.

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