Nova parceria de Bryan Cranston e Aaron Paul não tem nada a ver com Breaking Bad
Os teasers divulgados nas redes sociais por Bryan Cranston e Aaron Paul não tem nada a ver com “Breaking Bad”. Após posts da dupla causarem especulação a respeito de um telefilme que continuaria a série clássica, os intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman revelaram ter voltado a se juntar fora da televisão, para um projeto etílico. Os dois atores anunciaram nesta terça (9/7) que a nova parceria visa lançar uma marca de mezcal, bebida alcoólica mexicana, batizada de Dos Hombres. “Nós tivemos nossos melhores momentos de vida quando gravamos ‘Breaking Bad’ e realmente construímos um vínculo muito especial. Sabendo que não poderíamos compartilhar a tela por um bom tempo, nossos pensamentos se voltaram para um novo projeto. Bebendo nossos drinks e pensamos no que deveria ser”, escreveram os dois em um comunicado publicado no Instagram. A ideia de criar uma marca de mezcal surgiu três anos atrás em um sushi bar de Nova York. “Depois daquele restaurante, nós não tiramos a ideia da nossa cabeça. Então nós viajamos por Oaxaca [estado mexicano] para ver se encontrávamos algo. E tinha que ser algo tão bom que mesmo quem não gosta de mezcal iria amar. Teria que ser perfeito ou não iríamos fazer”, continuou o comunicado. “Foi uma jornada louca e agora mal podemos esperar para compartilhar com vocês”. Veja a íntegra do texto original abaixo, junto com uma galeria de fotos da dupla em Oaxaca e também imagens da bebida. Ver essa foto no Instagram Three years ago we sat in a sushi bar in New York. Talking about life and what we could possibly do down the road together. We had the time of our lives while shooting Breaking Bad and truly built a very special bond. Knowing that we couldn’t share the screen for quite a while – our thoughts turned to a new project. We sipped cocktails and thought about what it should be. The younger one looked at his drink and said, you know what we should do? We should do a really special Mezcal. The older one said, you mean the liquor with a worm at the bottom? Nah, that was just some bullshit gimmick, I mean real, artesanal Mezcal made by hand in Mexico. After that dinner we couldn’t get the idea out of our heads. So, we started traveling to Oaxaca to see if we could find it, and we mean it had to be “it,” something so damn good even people who don’t think they like Mezcal will love it. It had to be perfect or we weren’t going to do it. We searched high and low all over Oaxaca, met incredible people along the way and after a beautiful yet grueling search throughout that majestic landscape we believed we may have found our place. Our Mezcal. It was on a dirt-road, in a tiny village, hours away from the center of town, we found it and it was perfect. Holy shit it was perfect. We looked at each other and just simply nodded. This is it. We named it Dos Hombres – two guys on a quest. It’s been a long and crazy journey and we couldn’t be happier to share this with you and the rest of the world. We are crazy about the taste, the aroma, and the versatility of this smokey, age-old alcohol. Try it, and let us know what you think. We are certain you will love it. Well, that’s our story. What’s yours? Go to doshombres.com to get a bottle of your own. Follow us at @Doshombres and @Mezcal to hear more about Mezcal and Dos Hombres. — AP & BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 9 de Jul, 2019 às 10:00 PDT
Millie Bobby Brown diz que chorou de verdade no final de Stranger Things
A 3ª temporada de “Stranger Things” foi um roda gigante de sentimentos, para usar parte de sua cenografia como metáfora. De momentos nojentos a cenas de suspense, teve de tudo um pouco. Mas, para a atriz mirim Millie Bobby Brown, intérprete de Eleven (ou On, na tradução nacional), nada foi tão difícil quanto as cenas finais, de despedida dos personagens. Spoilers ahoy. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, a atriz de 15 anos contou que não quis ouvir a gravação de David Harbour, em que o ator narra o rascunho de um discurso que seu personagem, o Xerife Hopper, pretendia fazer para Eleven na série. Ela dispensou até ensaios, para que a câmera pudesse captar o impacto da leitura em seu rosto. “Eu queria que eles imediatamente colocassem a câmera em mim e captassem a minha reação”, afirmou a atriz. O resultado foi um dos momentos mais tocantes dos novos episódios. “O jeito que eu reagi foi de pura devastação e tristeza. Uma criança triste que acabou de perder seu pai – ao menos é o que ela pensa. É uma emoção muito crua, especialmente por causa da minha proximidade com Daivd Harbour. Ele é um ótimo homem. O que eu mais admiro nele é o seu respeito por garotas e mulheres. Eu me senti tão mal que pensei ‘isso é horrível’. São emoções cruas naquela cena com certeza”, ela explicou. Mas depois dessa tristeza, veio um momento ainda pior para a jovem, que confessou ter sentido o impacto das cenas de despedida de Eleven de seus amigos de Hawkins. Ela teria chorado de verdade. “Foi tão emocional quanto parece. Todos nós dissemos: ‘Vamos imaginar que esta é nossa última gravação pra sempre’. E todos começamos a chorar imediatamente assim que disseram ‘ação’. Foi como dizer adeus para os meus melhores amigos”, concluiu. A cena descrita mostra Eleven dando adeus ao namoradinho Mike (Finn Wolfhard) e seus amigos, prestes a embarcar num veículo de mudanças com a família Byers (de Winona Ryder), após ficar órfã novamente, para ir morar em outra cidade. Esta separação deve marcar a trama da 4ª temporada da série, que ainda não teve sua renovação oficialmente confirmada pela Netflix.
Felicity Jones vai se juntar a George Clooney em sci-fi da Netflix
A primeira sci-fi dirigida por George Clooney, “Good Morning, Midnight”, definiu sua protagonista feminina. Segundo fontes do site Deadline, a atriz Felicity Jones (“Rogue One”) já teria assinado contrato para atuar no longa ao lado de Clooney, que além de dirigir vai coestrelar a produção. Conhecida pelo papel de Jyn Erso, a rebelde protagonista de “Rogue One: Uma História Star Wars”, a atriz britânica já tem uma indicação ao Oscar (por sua performance em “A Teoria de Tudo”) e neste ano estrelou a cinebiografia “Suprema”, baseada na juventude da juíza Ruth Bader Ginsburg. “Good Morning, Midnight” é uma adaptação do livro de mesmo nome de Lily Brooks-Dalton, que está sendo desenvolvida para a plataforma Netflix. A trama pós-apocalíptica acompanha duas histórias paralelas: a de Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether, e da astronauta Sullivan (possivelmente Jones, ainda não confirmada), que retorna de uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. A adaptação foi escrita por Mark L. Smith, roteirista de “O Regresso” (2015) e “Operação Overlord” (2018). O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu.
Netflix vai perder Friends e The Office em 2020
A guerra do streaming continua a tirar pedaços da Netflix. Após a Disney retirar suas produções da plataforma para lançar seu próprio serviço, Disney+ (Disney Plus), a Netflix vai perder dois dos carros-chefes de seu catálogo de séries clássicas, “Friends” e “The Office”, a partir de 2020. “Friends” foi uma das séries incluídas pela WarnerMedia no anúncio desta terça (9/7) de sua própria plataforma de streaming, HBO Max, enquanto “The Office” será destaque do serviço em desenvolvido pela Comcast, empresa dona dos estúdios Universal. Os programas de catálogo aparecem entre os mais vistos da Netflix em pesquisas recentes da Nielsen e de outras empresas de medição de audiência que tentam contabilizar os hábitos do público da plataforma. Depois de anos considerando o licenciamento de seus programas como uma forma de faturamento secundário, as produtoras passaram a valorizar seu conteúdo original, que ganharam novo contexto na configuração dos serviços oferecidos diretamente ao consumidor (D2C, direct to consumer). A expectativa é que as receitas perdidas sejam compensadas por assinaturas dos novos serviços. Por sua vez, a perda de produções dos estúdios tradicionais de Hollywood tende a forçar a Netflix a investir ainda mais em conteúdo próprio para manter sua base e atrair novos assinantes. Entretanto, uma pesquisa divulgada em abril revelou que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original há algum tempo, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas – séries como “Friends”, “The Office” e até “Grey’s Anatomy”, que também vai trocar de endereço e estrear no Disney+ (Disney Plus).
Another Life: Atriz de Battlestar Galactica volta ao espaço em teaser de nova série da Netflix
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Another Life”, nova série de ficção científica que marca a volta de Katee Sackhoff às tramas espaciais, dez anos após o final da cultuada “Battlestar Galactica”. A trama da série é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que lidera uma missão para explorar a existência de uma inteligência alienígena, por meio da investigação de um artefato misterioso. Isto leva sua equipe a enfrentar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. O elenco também inclui Selma Blair (do “Hellboy” original), Elizabeth Faith Ludlow (“The Walking Dead”), Justin Chatwin (“Shameless”), Tyler Hoechlin (“Supergirl”), Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”), Jessica Camacho (“The Flash”), Blu Hunt (“The Originals”), A.J. Rivera (“Grandfathered”), Samuel Anderson (“Witless”), Alexander Eling (“Shadowhunters”) e Greg Hovanessian (“The Mist”). “Another Life” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias Grace”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 25 de julho em streaming.
Novo trailer do remake dos Cavaleiros do Zodíaco traz várias mudanças
A Netflix divulgou o segundo trailer dublado em português da nova animação dos “Cavaleiros do Zodíaco”. A série é um remake do clássico, responsável por popularizar os desenhos animados japoneses de lutas intermináveis, que retorna com computação gráfica e, pelo visto, várias mudanças em relação à história de 1986. A prévia apresenta o personagem principal, Seiya, que junto com seus amigos Shun, Shiryu, Hyoga e Ikki são recrutados para se tornarem cavaleiros e defender a deusa Athena de inimigos, para que ela possa salvar a Terra da destruição. Enquanto algumas cenas seguem a trama clássica, com as batalhas da semana contra os cavaleiros negros, há situações inéditas, como lutas contra soldados, tanques e helicópteros, que desviam da fórmula original inspirada na mitologia grega. Esta, claro, não é a única mudança que os fãs do anime devem esperar. A produção já a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/12/roteirista-de-cavaleiros-do-zodiaco-deleta-twitter-apos-polemica-de-andromeda/”>causou polêmica ao mudar o sexo do personagem Shun, o cavaleiro de Andrômeda, que agora é uma mulher – segundo o roteirista Eugene Son (das séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”), para refletir as mudanças do mundo atual. Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). A estreia está marcada para 19 de julho.
Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds vão estrelar filme da Netflix
A Netflix adquiriu os direitos do filme “Red Notice”, que vai juntar atores Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”). A produção da Universal estava sendo desenvolvida para o cinema com direção de Rawson Marshall Thurber, que já trabalhou com Johnson em “Um Espião e Meio” (2016) e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” (2018). “Rawson Marshall Thurber entregou um roteiro dinâmico, que eu e os meus companheiros e cúmplices, Gal Gadot e Ryan Reynolds, queremos filmar”, afirmou Johnson, que também trabalhará como produtor no filme com sua companhia Seven Bucks Productions. “Admiro a ambição da Netflix em se transformar em um dos maiores estúdios no mundo todo. Seu entusiasmo com ‘Red Notice’ corresponde igualmente ao seu compromisso para entreter o público em escala internacional”, acrescentou o ator em comunicado. Por sua vez, o chefe do setor de filmes originais da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a plataforma “deseja levar esta história e seu ‘dream team’ de estrelas, Dwayne, Ryan e Gal, ao público de todo o mundo”, além de elogiar o “espetacular” roteiro assinado por Thurber. A premissa, que estava sendo mantida em sigilo, foi revelada por Johnson em seu Instagram, ao definir os personagens de Gadot e Reynolds como “os maiores e mais sofisticados ladrões de arte do mundo”. “Eles têm todas as respostas. Até que eu mude as perguntas, porque também sou muito bom no meu trabalho”, completou, sugerindo que irá persegui-los. As filmagens vão começar em janeiro. “Red Notice será o segundo longa consecutivo de Reynolds para a Netflix, após filmar “6 Underground”, dirigido pelo especialista em cinema de ação Michael Bay (“Transformers”). Ver essa foto no Instagram The world is officially on NOTICE. Myself and my co-star partners-in-heist @gal_gadot & @vancityreynolds invite you to join us for the @netflix global event movie known as RED NOTICE. They’re the greatest and most sophisticated art thieves the world has even known and have all the answers. Until I change the questions – because I’m really good at my job too. 190+ countries and growing will all join us to witness at the same time. #REDNOTICE #GlobalEvent #NETFLIX @sevenbucksprod @flynnpictureco Shooting begins JAN 2020 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 8 de Jul, 2019 às 2:36 PDT
Netflix diz que mais de 40 milhões já viram a 3ª temporada de Stranger Things
A Netflix, que só revela audiências que lhe convém, postou em seu Twitter oficial que 40,7 milhões de assinantes assistiram a 3ª temporada de “Stranger Things” desde o lançamento, no dia 4 de julho – ou seja, em quatro dias. A empresa de streaming afirmou que o número é um recorde. Os novos episódios de “Stranger Things” já teriam sido mais vistos do que qualquer outro filme ou série em seus primeiros quatro dias no catálogo da plataforma. Como base de comparação, vale lembrar que a Netflix divulgou anteriormente que o filme “Bird Box” foi assistido por mais de 45 milhões de assinantes nos primeiros 7 dias. Além disso, “You” e “Sex Education” atingiram 40 milhões de visualizações em quatro semanas. Os números, entretanto, não se referem ao total de pessoas que chegaram até o final da temporada. A Netflix contabiliza séries “vistas” a partir do momento em que alguém completa 1/3 de um episódio. Segundo a própria empresa, até o momento “apenas” 18,2 milhões de pessoas viram todos os episódios da 3ª temporada de “Stranger Things”.
Acusador de Kevin Spacey se recusa a testemunhar em audiência criminal
Depois de abandonar o processo civil, o rapaz que acusou o ator Kevin Spacey (“House of Cards”) de assédio em 2016, num restaurante de Nantucket (EUA), se recusou a prestar testemunho durante audiência criminal do caso na tarde desta segunda-feira (8/7). As informações são do site do Daily Beast. William Little, que na ocasião do suposto assédio tinha 18 anos e trabalhava como garçom em um restaurante da ilha popular entre a alta sociedade durante o verão, invocou o seu direito a não testemunhar baseado na quinta emenda da constituição norte-americana. A lei diz que nenhum indivíduo pode ser obrigado a responder perguntas, em um processo judicial, que incriminem a ele mesmo. A audiência de hoje servia para determinar se o acusador havia omitido evidências de seu celular que contribuiriam para a defesa de Spacey, como mensagens de texto e vídeos enviados durante o encontro com o ator em 2016. O jovem se recusou a responder às perguntas sobre o tema. Para completar, em seu depoimento, a mãe do acusador confirmou ter apagado mensagens do telefone do jovem, afirmando que elas “não eram relevantes ao caso”. E o pai disse que o telefone tinha imagens de natureza sexual do filho com Spacey. O celular, que teria um vídeo do momento do assédio, sumiu misteriosamente nos últimos meses. Little afirmou que não viu o celular novamente após entregá-lo à polícia para revisão, em dezembro de 2017. O advogado de Spacey, Alan Jackson, reagiu à decisão do acusador de não responder perguntas sobre as evidências do telefone pedindo que o caso fosse descartado. “O acusador é a única testemunha que pode falar sobre os detalhes e circunstâncias da noite em questão”, argumentou. O juiz Thomas Barrett negou o pedido do advogado, mas frisou: “Eu não sei o que vai acontecer. Não sei se este caso vai continuar ou entrar em colapso”. Por enquanto, Spacey segue com julgamento previsto para os meses finais do ano. O caso que está sendo processado em Nantucket é o único contra Spacey a chegar aos tribunais, mas era o que conquistou maior evidência, já que a mãe do acusador é uma famosa âncora de telejornal de Boston. Spacey, que completa 60 anos neste mês, foi acusado formalmente em janeiro de abuso sexual do então adolescente. Ele se declarou inocente. O caso foi a pá de cal na carreira de ator, vencedor de dois Oscars, culminando diversas acusações de assédio sexual no Reino Unido e nos EUA, inclusive no set da série “House of Cards”, que surgiram após a denúncia inicial do ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) em 2017, no embalo do movimento #MeToo. Com a repercussão negativa, a Netflix demitiu o ator da 6ª temporada de “House of Cards” e divulgou que não trabalharia mais com ele. Spacey também teve sua atuação apagada de “Todo o Dinheiro do Mundo” com o filme já finalizado, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. Além do caso do jovem de Nantucket, o ator ainda sendo sendo processado por um massagista em Los Angeles e investigado pela Scotland Yard no Reino Unido. Várias outras denúncias apuradas pela promotoria de Los Angeles teriam prescrito e foram arquivadas.
Acusador desiste de processar Kevin Spacey por abuso sexual
O jovem que acusou o ator Kevin Spacey (“Em Ritmo de Fuga”) de abuso sexual abandonou o processo civil contra o ator. Este “abandono voluntário” foi registrado no tribunal da ilha de Nantucket, Massachusetts, onde o suposto abuso teria ocorrido em 2016. A decisão de abandonar processo não foi explicada. O advogado Mitchell Garabedian disse apenas, nesta sexta-feira (5/7), que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação civil foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. O caso continua sendo julgado criminalmente, mas o fato deve ter impacto na sentença. Por sinal, uma nova audiência penal com Spacey está marcada para segunda-feira (8/7). Parte da acusação se baseia em imagens gravadas com o celular da suposta vítima, William Little, que na ocasião do suposto assédio tinha 18 anos e trabalhava como garçom em um restaurante da ilha, muito popular entre a alta sociedade durante o verão. As imagens mostrariam Spacey colocando a mão dentro da calça. O aparelho de celular com a gravação, ao qual a defesa pede para ter acesso, está desaparecido. Little afirma que não viu o celular novamente após entregá-lo à polícia para revisão, em dezembro de 2017. A polícia garante, por sua vez, ter devolvido ao pai de Little, que diz não se lembrar disso. Se o dispositivo não for entregue antes da audiência de segunda-feira, o juiz alertou que convocará Little para depor sobre o sumiço. Spacey, que completa 60 anos neste mês, foi acusado formalmente em janeiro de abuso sexual do então adolescente. Ele se declarou inocente. Se for considerado culpado, pode ser condenado a até cinco anos de prisão. O caso enterrou a carreira do ator vencedor de dois Oscars, culminando diversas acusações de assédio sexual no Reino Unido e nos EUA, inclusive no set da série “House of Cards”, que surgiram após a denúncia inicial do ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) em 2017, no embalo do movimento #MeToo. Com a repercussão negativa, a Netflix demitiu o ator da 6ª temporada de “House of Cards” e divulgou que não trabalharia mais com ele. Spacey também teve sua atuação apagada de “Todo o Dinheiro do Mundo” com o filme já finalizado, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. Além do caso do jovem de Nantucket, que é filho de uma âncora de telejornal de Boston, o ator ainda sendo sendo processado por um massagista em Los Angeles e investigado pela Scotland Yard no Reino Unido. Várias outras denúncias apuradas pela promotoria de Los Angeles teriam prescrito e foram arquivadas.
Série de Sandman vai seguir os quadrinhos desde o primeiro volume
O escritor Neil Gaiman revelou nas redes sociais que “Sandman”, série da Netflix baseada nos quadrinhos que ele criou para a Vertigo/DC Comics, vai ser uma adaptação fiel, com a 1ª temporada focada em “Prelúdios e Noturnos”, primeiro volume da saga do Sonho. “A 1ª temporada terá 11 episódios. E será o começo de tudo. ‘Prelúdios e Noturnos’ e um pouco mais”, ele escreveu. Além de ser o autor da história original, Gaiman é produtor da série e vai escrever o primeiro episódio em parceria com os coprodutores David S. Goyer (roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (roteirista de “Mulher-Maravilha”). O último terá a função de showrunner. Ao anunciar o projeto – milionário, segundo a revista The Hollywood Reporter – , a Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. The first season will be eleven episodes. That's the start of it all. Preludes and Nocturnes and a little bit more. https://t.co/tOlfJ1kS1y — Neil Gaiman (@neilhimself) 2 de julho de 2019
Terror japonês O Grito vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou o lançamento de uma série de terror baseada em “Ju-On”, longa japonês que inspirou o remake americano “O Grito”. A novidade foi comunicada durante um evento no Japão, que também confirmou o diretor Shô Miyake (“And Your Bird Can Sing”) no projeto. A expectativa é de que a série chegue ao catálogo da plataforma no próximo ano. Em seu site oficial, a Netflix já tem uma página destinada a “Ju-On”, com uma descrição. “A clássica franquia de terror japonesa é baseada em eventos reais que ocorreram há mais de quatro décadas – e a verdade é ainda mais aterrorizante”, diz o texto. A história de “Ju-On”, na verdade, surgiu há quase duas décadas, num telefilme japonês de 2000, escrito e dirigido por Takashi Shimizu. A produção ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. E fez tanto sucesso que rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “O Chamado vs. O Grito” (Sadako vs. Kayako”, 2016), em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do próprio Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. Fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Agora, além da série da Netflix, há um terceiro remake de “Ju-On” em produção pela Sony Pictures. Com previsão de estreia para janeiro, o longa já divulgou sua primeira foto. Veja aqui.
Nova série de Drácula ganha primeiras fotos
A rede britânica BBC divulgou as duas primeiras fotos de “Drácula”, nova série coproduzida pela Netflix, que traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) caracterizado como o personagem-título. Veja acima e abaixo. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que vão escrever todos os episódios. Por sinal, a produção de “Drácula” vai seguir o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Ainda sem previsão de estreia, “Drácula” vai retornar à TV cinco anos após o cancelamento de uma produção homônima da rede NBC, que trouxe Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. A nova série será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e atualmente desenvolve uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Além de viver Drácula, Claes Bang poderá ser visto pelos fãs de séries na 5ª e última temporada de “The Affair”, que estreia em 25 de agosto nos Estados Unidos.










