Freud: Netflix lança série em que o pai da psicanálise caça serial killer
A Netflix lançou nesta segunda (23/3) a série “Freud”, produção austríaca de suspense que acompanha Sigmund Freud, o pai da psicanálise, caçando um serial killer. Passada em Viena no fim do século 19, a trama encontra Freud ainda jovem, vivido por Robert Finster (de “Stefan Zweig: Adeus, Europa”), aprimorando suas técnicas inovadoras de investigação do subconsciente, quando cruza com um psicopata assassino. A série foi criada pelo cineasta Marvin Kren e o roteirista Benjamin Hessler, que trabalharam juntos nos filmes de terror “Rammbock – Berlin Undead” (2010) e “Geleira Sangrenta” (2013). A première aconteceu no Festival de Berlim, onde dividiu a crítica. Definitivamente, não é uma biografia do célebre psicanalista. Mas quem gostou de “O Corvo”, em que Edgar Allan Poe perseguia um psicopata, deve se divertir. Veja abaixo o trailer da produção. A prévia tem legendas em inglês – porque a Netflix brasileira travou em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”. O que não impede a admiração pelo climão sinistro e a recriação de época, que também lembram “Penny Dreadful” e mais precisamente “Vienna Blood” (sobre um aluno de Freud que investiga os crimes de um serial killer).
Globoplay e outros serviços da Globo limitarão qualidade de vídeos para poupar a internet no Brasil
Em comunicado divulgado neste domingo (22/3), o grupo Globo anunciou que todos os seus serviços de streaming terão uma limitação na entrega de dados a partir de segunda-feira, em resposta ao aumento do consumo de dados da internet no país nos últimos dias, devido à quarentena forçada pela pandemia de coronavírus. “A medida tem como objetivo gerar um perfil de consumo de tráfego mais conservador para evitar um possível colapso da infraestrutura de troca de tráfego público e também garantir uma experiência de qualidade em todas as plataformas”, diz a emissora. Além da Globoplay, a iniciativa atinge também G1, Globoesporte.com, GShow e Globosat Play, limitando os vídeos da empresa à resoluções SD (standard) e, no máximo, 720p. As opções resoluções mais elevadas como 4K e Full HD (1080p) serão temporariamente suprimidas. “A medida só afeta o tráfego de dados, não havendo limites para a quantidade de vídeos nem para o total de horas consumidas”, completa a empresa. Medidas semelhantes já foram adotadas na Europa, onde Netflix e YouTube atenderam pedido da União Europeia para reduzir a qualidade das suas transmissões com o objetivo de diminuir a possibilidade de um colapso por excesso de consumo da internet. Por este motivo, a Globo diz esperar que “seu movimento seja acompanhado por outros provedores de serviços na Internet, especialmente os de streaming” no Brasil. Na sexta-feira (20/3), a Netflix já tinha dito que considerava a possibilidade de diminuir a qualidade de seus vídeos também no Brasil. “Começamos com a Europa, dadas as preocupações relatadas pelo comissário sobre as redes europeias. Continuaremos a trabalhar com provedores de serviços de Internet e governos de todo o mundo e aplicaremos essas mudanças conforme necessário em outros lugares.” A Globoplay também anunciou que vai oferecer partir desta segunda-feira todos os capítulos da primeira parte de “Amor de Mãe” para não assinantes.
Eu Nunca: Nova série criada por Mindy Kaling ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou nove fotos e o primeiro teaser de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural ao trazer a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), pedindo aos deuses hindus por, entre outras coisas, qualquer gostosão burro do time de futebol da escola. “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.
Nova série anime de Ghost in the Shell ganha trailer legendado
A Netflix Asia divulgou o trailer legendado da série animada “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi em bela computação gráfica. O anime foi anunciado há três anos e é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Os dois também dirigiram o anime do “Ultraman” na Netflix, que estreou no ano passado. A união dos diretores de “Appleseed” e “Stand Alone Complex” num novo “Ghost in the Shell” é especialmente apropriada por considerar que o criador do mangá original, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. “Ghost in the Shell” surgiu em quadrinhos em 1989 e explodiu na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995, dirigido por Mamoru Oshii. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow para o mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. A história acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que lutava contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo era levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e inspirou o lançamento da adaptação live-action dirigida por Rupert Sanders, que foi criticada por escalar uma atriz branca, Scarlett Johansson, no papel de Kusanagi. Agora, a franquia volta às suas origens japonesas. A última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A estreia está marcada para 23 de abril em streaming.
Netflix confirma aumento de audiência e fartura de conteúdo inédito
Pelo menos num primeiro momento, a crise de saúde tem sido um bom negócio para a Netflix. Em entrevista à CNN, o chefe de conteúdo da plataforma, Ted Sarandos, contou que a audiência do serviço de streaming aumentou bastante desde o começo das quarentenas contra o coronavírus. “Como vocês devem imaginar, toda audiência está subindo. Subiu na Netflix, na CNN, na televisão em geral. O sistema tem sido bem robusto e pode ajudar muitas pessoas. As pessoas, com certeza, estão assistindo muito mais a Netflix”, afirmou ele. Sarandos também afirmou que, apesar da paralisação de todas as novas produções, por conta da pandemia, a plataforma não deve sofrer um impacto imediato, porque tem muito material inédito já gravado. “O que está acontecendo agora é que estamos bem adiantados em entregar episódios de nossas séries de uma vez, então não haverá interrupção nos próximos meses, mas talvez isso mude mais pra frente neste ano, já que as produções físicas não estão operacionais”. Mas ele reconhece que se a quarentena for muito longa, faltará novidades. “Tem sido uma interrupção enorme. Todas as nossas produções ao redor do mundo estão paralisadas. Não tem precedente”, concluiu.
7Seeds: Parte 2 do anime pós-apocalíptico da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer legendado da Parte 2 de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001 – isto é, antes de a série “The 100” surgir com premissa similar. A Parte 2 de “7Seeds” estreia na próxima quinta (26/3) em streaming.
4ª temporada de The Last Kingdom ganha data de estreia
A Netflix anunciou a data de estreia da 4ª temporada de “The Last Kingdom”. Em post nas redes sociais, a produção convoca os seguidores para mais uma batalha, em 26 de abril. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Shield walls at the ready, Arselings! Prepare for battle as Season 4 of The Last Kingdom comes to NETFLIX on Sunday 26th April ⚔️ #TheLastKingdom #Season4 pic.twitter.com/6P6axGz9p0 — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) March 19, 2020
Promotora retratada em Olhos que Condenam processa Netflix
A promotora Linda Fairstein, personagem real da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), está processando a Netflix pela forma que foi retratada na produção. Em documento obtido pelo site TMZ, Fairstein contesta a premissa do programa, que a mostrou como alguém que manipulou os fatos, usou expressões racistas e escondeu evidências que provariam a inocência dos Cinco Exonerados. Segundo Fairstein, sua personagem – vivida por Felicity Huffman – é “uma vilã racista e sem ética que está determinada a prender crianças inocentes de cor, custe o que custar”. Por conta disso, ela está processando a plataforma e também as roteiristas Ava DuVernay e Attica Locke por difamação. A Netflix rapidamente respondeu à ameaça de processo, afirmando que se posiciona ao lado da minissérie. “O processo leviano de Linda Fairstein não tem mérito algum. Nós pretendemos defender ‘Olhos que Condenam’ vigorosamente, assim como Ava DuVernay, Attica Locke e a incrível equipe por trás da série.” A série também é processada pela empresa que criou a “técnica Reid” de interrogatório policial, que denunciou caracterizações falsas para criticar a técnica. A premiada minissérie, criada e dirigida por DuVernay, aborda a história real de cinco adolescentes de Nova York que foram condenados por um estupro que ocorreu no Central Park, em 1989, mas foram inocentados mais de uma década depois, por exames de DNA. “Olhos que Condenam” virou a minissérie mais assistida da plataforma de streaming nos Estados Unidos.
The English Game: Netflix lança série do criador de Downton Abbey sobre a origem do futebol
A Netflix lançou nesta sexta (20/3) “The English Game”, minissérie sobre a origem do futebol desenvolvida por Julian Fellowes, criador de “Downton Abbey”. Em tempos em que faltam jogos ao vivo, a atração conta, ao longo de seis episódios, como o futebol surgiu na Inglaterra e os principais envolvidos em sua criação, 100 anos antes do tricampeonato brasileiro na Copa do México. A trama gira em torno das histórias reais de dois jogadores, que pertencem a classes sociais distintas e atuam por equipes rivais nos anos 1870. Um deles tem família aristocrata e joga no time de uma faculdade de elite – o Eton College, onde recentemente estudaram os príncipes William e Harry, por exemplo. O outro é um atleta escocês do time de operários de uma fábrica. Além dos aspectos sociais, a produção apresenta a evolução das regras e até das táticas dos primeiros jogos, terminando com a profissionalização, que acabou com os jogos motivados apenas pela paixão pelo esporte. O resultado é muito informativo e bastante curioso por mostrar jogos completamente diferentes, com atletas desajeitados, em relação ao futebol moderno. Confira o trailer oficial abaixo. Apesar de estar em inglês e sem legendas, a série também foi disponibilizada na Netflix brasileira.
Netflix negocia lançar The Lovebirds após suspensão da estreia nos cinemas
A comédia “The Lovebirds”, que chegaria nos cinemas americanos nesta sexta (20/3), deve trocar seu lançamento em tela grande por uma distribuição em streaming. O site Deadline apurou que a Paramount negocia os direitos de exibição da produção com a Netflix. O filme, que teve seu lançamento suspenso no circuito cinematográfico dos EUA como precaução contra a pandemia de coronavírus, tinha estreia marcada apenas para maio no Brasil O acordo com a Netflix deve ser global, mas os detalhes ainda não foram anunciados oficialmente. “The Lovebirds” traz Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado que tem a vida virada do avesso ao se tornar suspeito de assassinato. A produção foi a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Os dois fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham na série). Veja abaixo o trailer original do filme em inglês.
YouTube diminui qualidade de vídeos para a Europa
Atendendo ao pedido da União Europeia, o YouTube anunciou que vai limitar a qualidade de seus vídeos para o público europeu. Anunciada nesta sexta (20/3), a decisão vem um dia após a Netflix baixar a qualidade de seus streamings, em resposta ao mesmo apelo. A União Europeia manifestou sua preocupação às empresas que disponibilizam vídeos online. Estudos mostraram que o consumo desse conteúdo poderia ocupar muita banda da internet e criar congestionamento de dados, gerando quedas na rede durante a quarentena forçada em vários países do continente. “Embora tenhamos observado apenas alguns picos de uso, adotamos medidas para ajustar automaticamente nosso sistema para usar menos capacidade de rede. Estamos em conversas contínuas com os reguladores (incluindo a Ofcom), governos e operadores de rede em toda a Europa e assumimos o compromisso de padronizar temporariamente todo o tráfego no Reino Unido e na UE para a Definição Padrão”, disse um porta-voz do YouTube em comunicado. A partir de agora, todos os vídeos do YouTube terão padrão SD (standard), mas os usuários que quiserem ainda poderão alterar manualmente a qualidade para HD. O YouTube não determinou prazo de duração para a medida. Já a Netflix disse que a queda na qualidade de seus vídeos seria implementada por 30 dias. A União Europeia agora espera que as empresas de videogame sigam o exemplo. “Embora o streaming de vídeo represente a maior parte do tráfego residencial da Internet na Europa, os jogos interativos online são uma ameaça substancialmente maior em termos de sobrecarga da rede”, disse Emma Mohr-McClune, diretora de serviços técnicos da empresa GlobalData, que analisa o tráfego internacional de dados.
Netflix pode reduzir qualidade do streaming no Brasil
Após reduzir a qualidade de seu streaming na Europa, a Netflix pode fazer o mesmo no Brasil. A iniciativa visa evitar que o consumo de vídeo em HD torne a internet muito lenta e prejudique as conexões das demais pessoas. “Começamos com a Europa, dadas as preocupações relatadas pelo comissário [da União Europeia] sobre as redes europeias. Continuaremos a trabalhar com provedores de serviços de Internet e governos de todo o mundo e aplicaremos essas mudanças conforme necessário em outros lugares”, manifestou-se a empresa de streaming. Ao fazer transmissões com qualidade mais baixa, o uso de internet é menor, o que contribui para uma diminuição no uso de dados. Além da Netflix, o YouTube também diminuiu a qualidade de seus vídeos na Europa.
Netflix vai diminuir qualidade de streaming na Europa para suportar quarentena de vários países
A União Europeia pediu à Netflix e outras plataformas de streaming para evitarem exibição de vídeos em alta definição, em esforço para preservar a internet do uso sem precedentes durante a pandemia do novo coronavírus. A Netflix concordou com a medida, ao considerar que a quarentena obrigatória em muitos países e as crianças fora das escolas, terão impacto na capacidade de transmissão de streaming na internet, e anunciou que limitará a qualidade de seus vídeos pelos próximos 30 dias na Europa. “Estimamos que isso reduzirá o tráfego da Netflix nas redes europeias em cerca de 25%, garantindo também um serviço de boa qualidade para nossos assinantes”, disse a empresa em comunicado. Atualmente, as restrições à qualidade se aplicam apenas aos usuários europeus. A Netflix não comentou se esta alteração será aplicada a usuários em outros territórios, incluindo o Brasil. Thierry Breton, integrante da Comissão Europeia para serviços e mercados internos, também pediu às pessoas que mudem a definição dos vídeos para padrão, quando o HD não for necessário, de modo a garantir acesso à internet para todos. Na quarta (18/3), o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse a repórteres que os serviços da rede social estão enfrentando grandes aumentos de uso, muito maiores do que os picos observados durante as férias escolares. As chamadas por vídeo e voz no WhatsApp e no Facebook Messenger também mais do que dobraram.












