Ator entrega identidade do primeiro super-herói gay assumido dos filmes da Marvel
O ator Haaz Sleiman (“Little America”) revelou a identidade do primeiro super-herói gay declarado do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao site New Now Next, ele contou que está no elenco de “Eternos” como marido de Phastos, vivido por Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”). Anteriormente, o produtor Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, já tinha anunciado que “Os Eternos apresentaria o primeiro herói abertamente LGBTQIA+ do MCU, após Tessa Thompson afirmar que sua Valquíria era bissexual – algo que, entretanto, ainda não foi visto nas telas. Segundo Sleiman, a relação de “Eternos” não é apenas sugerida na trama. O casal tem um filho e filmou um beijo emocionante para a produção. “É um beijo lindo, muito tocante. Todos no set choraram”, disse o ator. Assumidamente gay, Sleiman afirmou que o beijo teve uma grande importância pessoal para ele. “É importante mostrar o quão amável e bonita uma família diversa pode ser”. Ele completou elogiando seu parceiro na cena. “Brian Tyree Henry é um tremendo ator e trouxe tanta beleza para o papel que teve uma hora que eu pude ver uma criança em seu olhar e é importante que o mundo se lembre que as pessoas da comunidade LGBTQIA+ já foram crianças um dia”, disse. “As pessoas se esquecem disso porque sempre somos retratados como criaturas sexuais e rebeldes. Nós esquecemos de nos conectar com essa faceta humana”. O elenco da produção também inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Lia McHugh (“American Woman”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). O filme é dirigido pela chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e tem estreia marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Noah Centineo revela vício de drogas na adolescência
Crush das adolescentes com assinatura da Netflix, Noah Centineo revelou ter um passado sombrio, em entrevista para a revista Harper’s Bazaar. O astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e a recém-lançada continuação “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” contou que teve um vício terrível em drogas. Centineo admitiu que foi viciado dos 17 até a véspera do aniversário de 21 anos. Isto aconteceu devido à forma como a indústria do entretenimento deslumbra os jovens. Ele disse que costumava frequentar muitas festas em Hollywood, que, de acordo com ele, acontecem todos os dias com a participação de muitos jovens. Sua rotina nesse período “era tomar ecstasy e conversar com os amigos por cinco horas sobre questões existenciais profundamente filosóficas”. “Não havia muitas drogas que eu não usasse. Eu nunca injetei nada, o que é bom. Eu fumei muitas coisas. Eu estava muito triste. Foi uma época sombria da minha vida“, disse ele. Atualmente com 23 anos, Noah diz que aprendeu a lidar com as suas emoções de uma forma bem mais saudável. “Eu surto muito. Gosto de banhos. Gosto de meditação. Gosto de escrever em diários. Eu falo bastante comigo mesmo se estou bravo com algo que eu fiz. Eu realmente grito comigo, olhando no espelho. Falo tipo: ‘Cara, para, isso é inaceitável. Você é melhor do que isso’. Eu me culpo muito, mas também consigo me tirar de ciladas. E isso é poderoso”, contou. Para concluir, o ator comentou sobre como lida com sua condição atual de celebridade. “É mais uma benção do que uma maldição. Me pergunte novamente em cinco anos, quando eu provavelmente não conseguirei mais sair dessa carreira. Se esse for o meu caminho, eu talvez tenha uma resposta diferente para você, mas agora estou tentando aproveitar cada momento disso”, respondeu.
Bruna Marquezine vai estrelar série da Netflix com Keanu Reeves
Começam a vir à tona os projetos que levaram Bruna Marquezine à sair da Globo. A atriz, que disse querer dedicar mais tempo aos estudos e ao cinema, abriu mão do contrato de exclusividade com o canal para tentar também a carreira internacional. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Erik Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Com a atração, a atriz segue o caminho de seus colegas Marco Pigossi, Bruno Gagliasso e Tainá Muller, que trocaram contratos por longo prazo na Globo para estrelar produções da plataforma de streaming. Bruna também poderá ser vista, a partir de 5 de março, em “Vou Nadar Até Você”, drama codirigido por Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick, que marca sua estreia como protagonista de cinema, após pequenos papéis na infância e participação no filme americano “Breaking Through: No Ritmo do Coração” (2015). Enquanto isso, a atriz continua ligada na Globo, como comentarista não oficial do Big Brother Brasil nas redes sociais, por conta de sua torcida pela amiga Manu Gavassi, e aproveitando a exposição para fazer muitas campanhas de publicidade.
Altered Carbon: Trailer e fotos apresentam a temporada estrelada por Anthony Mackie
A Netflix divulgou mais de 30 fotos, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. A prévia revela que ele terá que enfrentar um antigo intérprete do mesmo papel, o que é possível graças à premissa da sci-fi. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. O personagem principal, Takeshi Kovacks, era originalmente um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural, mas assumiu a forma do sueco Joel Kinnaman ao despertar para a nova realidade em que se passa a trama, e agora será interpretado por Mackie. Nos novos episódios, o corpo original (Lee), preservado via criogenia, irá enfrentar a mente original, que atualmente habita o corpo de Mackie. Além de Lee, a série também preservou os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Já as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
Netflix renova Sex Education para 3ª temporada
A Netlix anunciou a renovação da série “Sex Education” para a 3ª temporada. A informação foi divulgada pelas redes sociais e no canal do YouTube da plataforma, e acontece menos de um mês após os episódios do segundo ano da produção chegarem em streaming. “Nossa, Netflix, que final foi esse? Spoiler: não foi o final. Vai ter terceira temporada de #SexEducation, sim”, publicou a empresa no Twitter. De acordo com o anúncio, a série criada pela curtametragista Laurie Nunn volta em 2021. Estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), a atração gira em torno de um adolescente que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. A 2ª temporada estreou em 17 de janeiro, retomando a vida agitada desses personagens. Graças a seu sucesso, “Sex Education” se tornou uma das raras séries da Netflix a ter sua audiência revelada. Logo após seu lançamento, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. NOSSA NETFLIX QUE FINAL FOI ESSE? Spoiler: não foi o final. Vai ter terceira temporada de #SexEducation, sim. pic.twitter.com/nibtZzOwic — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 10, 2020
Recém-lançada, série Locke & Key ganha novo vídeo legendado
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Locke & Key”, que estreou na sexta (7/2) na plataforma de streaming. A prévia traz muitas cenas da série, acompanhados por depoimentos do elenco e dos produtores, que detalham a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série chegou na Netflix em sua terceira configuração, após ter dois pilotos recusados pela Hulu e pela Fox. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A 1ª temporada de “Locke & Key” tem 10 episódios.
Por Lugares Incríveis: Romance adolescente com Elle Fanning ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres, seis fotos e o primeiro trailer de legendado de “Por Lugares Incríveis” (All the Bright Places), romance adolescente estrelado por Elle Fanning (“Malévola”) e Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Inspirado no livro de Jennifer Niven, o longa relata o improvável namoro colegial entre Violet Markey (Fanning), uma jovem traumatizada pela morte da irmã, e Theodore Finch (Smith), um rapaz com distúrbios psicológicos que o tornam imprevisível. A adaptação foi feita pela própria Niven, em parceria com a roteirista Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”). A direção é de Brett Haley (“Coração Batendo Alto”) e o elenco ainda inclui Luke Wilson (“Dias Incríveis”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”) e Keegan Michael-Key (“Meu Nome É Dolemite”). “Por Lugares Incríveis” estreia em streaming no dia 28 de fevereiro.
Castlevania: 3ª temporada ganha pôster e data de estreia
A Netflix divulgou um pôster e a data de estreia da 3ª temporada do anime “Castlevania”, baseado na franquia clássica de games. Pelo Twitter, a plataforma informou que a série retorna em 5 de março. Não foram divulgados maiores detalhes sobre os novos episódios, apenas que terão “mais mistério, mortes, tumulto e vampiros do que nunca”. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele contou com apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. O elenco de vozes inclui Richard Armitage (de “O Hobbit”) como o protagonista Trevor Belmont, Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios. .@Castlevania is back on March 5th, and there’s more mystery, murder, mayhem, and vampires than ever. #Castlevania pic.twitter.com/9se4mRR2K8 — NX (@NXOnNetflix) February 4, 2020
Altered Carbon: Teaser da 2ª temporada destaca Anthony Mackie como novo protagonista
A Netflix divulgou um novo teaser legendado da 2ª temporada de “Altered Carbon”, destacando a participação de Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) como protagonista. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”), Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural. E os três intérpretes aparecem na prévia, refletidos num pedaço de espelho quebrado. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Will Yun Lee também voltará a fazer participações especiai na trama. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). A 2ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de fevereiro.
I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”). A prévia mostra justamente um encontro constrangedor dos dois a caminho da escola. De quebra, revela como os dois atores adolescentes mudaram fisicamente em três anos, mas mantém os mesmos cortes de cabelo. A série adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (autor de “The End of the F***ing World”), que giram em torno de Sydney (a personagem de Lillis), uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. A adaptação tem roteiros de Christy Hall e direção de Jonathan Entwistle, justamente a dupla responsável pela versão live-action de “The End of the F***ing World”. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Com oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, “I Am Not Okay with This” chega na plataforma de streaming em 26 de fevereiro.
Compositor de Game of Thrones fará a trilha de “Eternos”
O compositor alemão Ramin Djawadi, que criou a trilha premiada de “Game of Thrones”, será o responsável pela música de “Eternos”, próxima superprodução da Marvel. Djawadi venceu o Emmy de Melhor Trilha Sonora por seu trabalho em “Game of Thrones” por dois anos seguidos, em 2018 e 2019. Ele também foi indicado ao troféu da Academia da Televisão pelas trilhas de “Westworld” e “Prison Break”. Seus trabalhos mais recentes são as trilhas da séries “Jack Ryan”, na Amazon, e da vindoura “Amazing Stories”, na Apple. Mas embora seja mais celebrado por obras televisivas, ele já musicou filmes, inclusive da própria Marvel. Foi dele a trilha do primeiro lançamento do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês), o filme “Homem de Ferro”, em 2008. Outros longas de seu currículo incluem “Uma Dobra no Tempo” (2018), “Warcraft” (2016), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “Círculo de Fogo” (2013), “Protegendo o Inimigo” (2012), “Fúria de Titãs” (2010) e “Blade: Trinity” (2004). “Eternos” é dirigido pela chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e tem estreia marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Festival de Sundance 2020 premia filme com ator de The Walking Dead e cineastas femininas
O drama “Minari”, de Lee Isaac Chung, foi o vencedor do Festival de Sundance 2020. Além do troféu principal, o Grande Prêmio do Júri, entregue na noite gelada de sábado (1/2) em Park City, Utah (EUA), o filme sobre um menino coreano-americano de 7 anos de idade, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando seu pai decide mudar sua família para a zona rural do Arkansas, também ganhou o Prêmio do Público. A história de “Minari”, que destaca em seu elenco o ator Steven Yeun (“The Walking Dead”) no papel do pai, é baseada na própria vida do diretor e coincide com o sucesso recente de cineastas asiáticos nos EUA, tanto em filmes americanos, como as chinesas Chloé Zhao (“Domando o Destino”), Cathy Yan (“Dead Pigs”) e a descendente Lulu Wang (“A Despedida”), quanto internacionais, caso do premiadíssimo Bong Joon Ho, de “Parasita”, vencedor de vários prêmios dos sindicatos da indústria cinematográfica americana. Mas esse não foi o detalhe que mais chamou atenção na entrega dos prêmios, e sim o grande predomínio de mulheres vitoriosas, principalmente nas categorias de Direção. Entre as americanas, Rahda Blank conquistou o troféu por sua estréia no cinema, “The 40-Year-Old Version”, que ela escreveu, dirigiu e estrelou, e Garrett Bradley ficou com o prêmio de direção em documentário por seu filme “Time”. A competição internacional ainda consagrou a francesa Maimouna Doucouré, outra diretora estreante, pela realização de “Cuties” (Mignonnes). Além disso, a estreia na ficção da premiada documentarista Heidi Ewing, “I Carry You with Me”, rendeu dois prêmios paralelos, algumas das críticas mais positivas do evento e um contrato de US$ 10 milhões de distribuição junto a Sony. Para completar, os documentários americanos premiados foram codirigidos por casais. “Boys State”, de Amanda McBaine e Jesse Moss, levou o Grande Prêmio do Júri e uma das maiores boladas do festival. A Apple comprou o filme por US$ 12 milhões, valor recorde para um documentário de festival – qualquer festival. Já o Prêmio do Público para Melhor Documentário ficou com “Crip Camp”, nova produção do casal Barack e Michelle Obama, dirigido por Nicole Newnham e Jim Lebrecht. O filme já entrou em Sundance com distribuição fechada da Netflix. A cerimônia de encerramento do festival, que foi aberta por um show da banda indie punk Skating Polly, ainda premiou o iraniano “Yalda, a Night for Forgiveness”, de Massoud Bakhshi, como o melhor filme da competição internacional.
Gwyneth Paltrow é acusada de promover charlatanismo em série sobre saúde da Netflix
A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está às voltas com uma nova polêmica envolvendo seu negócio como empresária-celebridade. A série da Netflix em que divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas para mulheres foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do respeitado Serviço Público de Saúde Britânico (NHS, na sigla em inglês). Durante um evento acadêmico realizado na quinta (30/1) em Oxford, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, empresa de Paltrow, que são abordados na série de streaming “The Goop Lab”, apresentada pela atriz. Para ele, a série serve apenas para espalhar “mitos” e “desinformação”. A crítica contundente levou a Netflix a divulgar uma nota, em que afirma que o programa foi “criado para entreter e não para fornecer orientações médicas”. “The Goop Lab”, que estreou em 24 de janeiro, testa a suposta eficácia de terapias alternativas para doenças físicas e mentais — e é gravada na sede da Goop. Uma porta-voz da empresa também disse que eles são “transparentes ao abordar tópicos que podem não ter respaldo científico ou estar em estágios iniciais de avaliação”. Ao longo da série de seis capítulos, Paltrow se cerca de médicos, pesquisadores e profissionais de medicina alternativa para avaliar práticas que variam de “exorcismos energéticos” ao uso de drogas psicodélicas no tratamento de distúrbios de saúde mental. Mas, para Stevens, o resultado é a simples promoção do charlatanismo às custas da saúde dos espectadores. “A Goop acaba de lançar uma nova série de TV, na qual Gwyneth Paltrow e sua equipe testam tratamentos como ‘facelift do vampiro’ e apoiam um massagista que afirma curar tanto traumas psicológicos agudos quanto efeitos colaterais, simplesmente ao mover as mãos duas polegadas acima do corpo do cliente”, disse o chefe do NHS. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde.” “Enquanto antes as notícias falsas costumavam passar de boca em boca, agora todo mundo sabe que mentiras e informações incorretas podem circular pelo mundo com um clique”, continuou Stevens. “Os mitos e a desinformação foram turbinados pela disponibilidade de informações equivocadas online. Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou. A Goop surgiu em setembro de 2008 como uma newsletter sobre estilo de vida produzida por Paltrow para seus amigos. Desde então, se transformou em um negócio de beleza e estilo de vida avaliado em US$ 250 milhões, com um site, loja online, lojas físicas, uma revista e, agora, a série da Netflix. Mas todo esse crescimento foi acompanhado por polêmicas e até processos judiciais. Em 2018, a Goop fez um acordo para pagar uma multa de US$ 145 mil por ter feito “afirmações não científicas” sobre o uso de “ovos vaginais” de pedras e cristais, que estava vendendo. A empresa dizia que os ovos de jade e quartzo rosa, inseridos no canal vaginal, eram capazes de equilibrar os hormônios e regular o ciclo menstrual, entre outras coisas. Segundo especialistas médicos, o uso de tais ovos não tinha embasamento científico e poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi feito rapidamente num acordo dentro de um processo de propaganda enganosa movido pelo Departamento de Proteção ao Consumidor da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre supostos benefícios para a saúde do ato de inserir pedras na vagina. Apesar disso, os chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados até hoje no site da companhia. Veja abaixo o trailer da série de Paltrow.












