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  • Etc,  Série

    Warner suspende a produção de todas suas séries, de Lucifer a The Flash

    13 de março de 2020 /

    A WBTV (Warner Bros. Television) anunciou a paralisação de várias séries, programas televisivos e pilotos atualmente em produção, devido à pandemia de coronavírus. O anúncio foi feito dois dias após a produção de “Riverdale” ser interrompida, devido ao contato de um integrante da equipe com uma pessoa que testou positivo para covid-19. “Com o avanço rápido da situação relacionada ao covid-19, e com muita cautela, a Warner Bros. Television Group está interrompendo a produção em algumas de nossas mais de 70 séries e pilotos, que estão sendo atualmente gravados ou prestes a começar sua produção”, disse a empresa em um comunicado. “A saúde e a segurança de nossos funcionários, elencos e equipes continuam sendo nossa principal prioridade. Durante esse período, continuaremos a seguir as orientações do CDC (Centro de Controle de Doenças), bem como autoridades locais e profissionais de saúde pública em cada cidade onde nossas produções estão localizadas.” Em seu comunicado, a empresa não nomeou títulos, mas é possível listar algumas séries que ainda gravavam episódios nesta semana. Entre elas, estão as séries de super-heróis “The Flash”, “Supergirl” e “Batwoman”, além do series finale de “Supernatural” na rede CW, as atrações “Young Sheldon”, “All Rise” e “God Friended Me”, da rede CBS, “Claws” e “Snowpiercer”, da TNT, “Queen Sugar”, da OWN, “Pennyworth”, da Epix, “Lucifer”, da Netflix, além das vindouras temporadas de “Euphoria”, “Succession”, “Barry” e “The Righteous Gemstones”, na HBO. A lista também inclui reality shows, como “The Bachelorette”, da ABC, e principalmente projetos que estavam começando seu desenvolvimento. Isto inclui diversas produções da plataforma HBO Max, como o reboot de “Gossip Girl”, que deveriam ser lançadas em maio, junto do serviço. O estúdio não anunciou nenhuma previsão para a retomada dos trabalhos. A exceção ficou por conta do piloto de “The Brides”, série de vampiras coproduzida com o Disney TV Studios. Os produtores da Disney comunicaram que estas gravações foram adiadas por três semanas. A paralisação deve gerar temporadas mais curtas para as séries exibidas na TV aberta. O consenso já compartilhado por outros estúdios tem sido encerrar as produções mais avançadas em seu último capítulo gravado, deixando os episódios que faltaram para exibição no começo da próxima temporada. Isto também pode resultar numa antecipação da estreia da programação do verão norte-americano, que possui temporadas já finalizadas. A série “The 100”, por exemplo, deveria encerrar a gravação do último capítulo de sua 7ª e derradeira temporada nesta semana, mas não está claro se a equipe de pós-produção continuará a trabalhar.

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  • Série

    Grace e Frankie: Produção da 7ª e última temporada é suspensa

    13 de março de 2020 /

    As gravações da 7ª e última temporada da série de comédia “Grace e Frankie” foram interrompidas. A decisão foi anunciada pela produtora Skydance Television. “Para garantir a saúde e a segurança de nosso elenco e equipe, a Skydance suspendeu temporariamente as gravações da série ‘Grace e Frankie'”, disse a empresa, sucintamente, em comunicado. Não foi estabelecida data para o retorno da produção. Os produtores seguem monitorando a situação diariamente. A paralisação ocorre no mesmo dia em que o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, ordenou limitar as reuniões públicas a 50 pessoas na cidade. Além disso, o elenco principal de ‘Grace e Frankie’, formado pelos veteranos Jane Fonda, Lily Tomlin, Sam Waterston e Martin Sheen, se enquadra na categoria mais afetada pelo vírus. A série criada por Marta Kauffman e Howard J. Morris é disponibilizada por streaming na Netflix.

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  • Série

    Resgatada do cancelamento, One Day at a Time ironiza a Netflix

    10 de março de 2020 /

    O Pop TV antecipou a primeira cena da 4ª temporada de “One Day at a Time”, série que o canal pago americano “salvou” do cancelamento, após ser dispensada pela Netflix. O vídeo mostra logo nos primeiros segundos uma alfinetada na plataforma de streaming, ironizando sua programação após o cancelamento. “E aí, já decidimos o que vamos assistir?”, pergunta a personagem Penelope (Justina Machado) ao entrar na sala onde sua família a espera. “Não. Não tem nada mais de bom na Netflix”, responde o filho Alex (Marcel Ruiz). A piada, entretanto, também vale para a própria Pop TV, que na semana passada cancelou três de suas cinco séries originais – e a quarta acaba em 7 de abril. Antes de terminar, a prévia de um minuto ainda introduz a participação especial de Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”), na pele de um pesquisador de censo demográfico. Ao contrário do que acontecia na Netflix, a nova temporada de “One Day at a Time” terá seus episódios disponibilizados semanalmente na TV americana. A estreia está marcada para 24 de março e não há expectativa de transmissão no Brasil. Allow us to reintroduce: The Alvarezs. 😂 Here's your first look at the season premiere of #ODAAT, returning March 24th on @PopTV! pic.twitter.com/LSquYoZOWQ — One Day at a Time (@OneDayAtATime) March 10, 2020

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  • Filme

    John Boyega vai produzir filmes africanos para a Netflix

    10 de março de 2020 /

    O ator inglês John Boyega, astro da nova trilogia “Star Wars”, firmou uma parceria com a Netflix para desenvolver filmes de língua não-inglesa realizados na África. Pelo contrato, a produtora UpperRoom Productions, fundada por Boyega em 2016, fará projetos de filmes baseados em histórias, literatura, mitologia, personagens e outros elementos de países africanos. Os primeiros três filmes da parceria incluem duas produções da Nigéria e uma do Egito. “A África é rica em histórias e, para a Netflix, essa parceria com John e UpperRoom apresenta uma oportunidade para aumentar nosso investimento no continente, trazendo histórias africanas únicas para nossos membros na África e no mundo”, disse David Kosse, vice-presidente de filmes internacionais da Netflix, em comunicado. Filho de nigerianos, Boyega já produziu um filme no continente, o sul-africano “God Is Good”, realizado por sua produtora UpperRoom, que ainda não chegou aos cinemas, nem tem previsão de estreia. Já a Netflix lançou sua primeira série africada em fevereiro passado, “Queen Sono”, produção de espionagem e ação da África do Sul, que foi bastante elogiada pela crítica internacional – tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Estreia de Orange Is the New Black levanta audiência da Band

    9 de março de 2020 /

    A rede Band registrou aumento de 27% de sua audiência com a estreia da série “Orange Is the New Black”, produção premiada da Netflix, na noite de sábado passado (7/3). A emissora exibiu os dois primeiros episódios da série de forma consecutiva, das 23h às 0h40, e marcou 3,2 pontos no Ibope, tirando público dos canais rivais, principalmente da rede Record (que caiu 10% no horário). A atração que mais sofreu com a estreia foi “Chicago Fire”. Normalmente líder de audiência, a série de bombeiros americanos registrou 3,8 pontos, numa queda de 12% em comparação ao sábado anterior, quando teve média de 4,3. “Orange Is the New Black” é a primeira série da Netflix a ter uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 e acompanhava a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Por enquanto, apenas a 1ª temporada de “Orange Is the New Black” tem exibição confirmada na Band.

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  • Série

    Perdidos no Espaço é renovada e cancelada pela Netflix

    9 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) para sua 3ª temporada. E também seu cancelamento. A próxima será a última temporada. A notícia foi dada com muita cara de pau nas redes sociais. “Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes”, disse um post da plataforma sobre o final da série. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, lançada em 24 de dezembro, graças a efeitos visuais de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. Infelizmente, a Netflix não tem demonstrado interesse em prolongar muito as histórias de suas produções, em contraste com as atrações que importa da TV, que, ao serem exibidas em streaming, lideram sua audiência – como “Friends”, de 10 temporadas, ou “The Office”, de 9. A série renovada e cancelada é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). Mas mesmo esta também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original também durou três temporadas. A diferença é que, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, a nova versão deve dar um final para a viagem da família Robinson, algo que a produção dos anos 1960 nunca ofereceu aos fãs. O novo “Perdidos no Espaço” se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi marcada. Eu amo dar boas notícias de galáxias distantes: Perdidos no Espaço foi renovada pra sua terceira e última temporada. pic.twitter.com/WOpn76n3HP — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 9, 2020

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  • Série

    Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado

    8 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.

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  • Série

    Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band

    7 de março de 2020 /

    A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.

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  • Série

    AJ and the Queen: Netflix cancela série criada e estrelada por RuPaul

    6 de março de 2020 /

    A Netflix cancelou a série “AJ and the Queen”, criada e estrelada por RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”), após uma temporada. Como a Netflix nunca fala de seus fracassos, o anúncio foi feito pelo próprio RuPaul em seu Twitter. “Fim do caminho para ‘AJ and the Queen’, já que a Netflix decidiu não estender nossa viagem por toda a América. Obrigado pelo amor e pelo apoio. Estamos muito orgulhosos do trabalho”, escreveu RuPaul. O cancelamento aconteceu cerca de dois meses após a estreia da séria de dez episódios na plataforma de streaming, que aconteceu em 10 de janeiro. Foi a primeira vez que RuPaul protagonizou uma série, depois de inúmeros aparições como convidado em atrações como “Girl Boss” e “Grace & Frankie”, ambas também na Netflix. Uma das drag queens mais famosas do mundo, o apresentador do programa “RuPaul’s Drag Race” dá vida a Ruby Red, uma exuberante drag queen que precisa desistir da aposentadoria, após ter todo o seu dinheiro roubado por um amante, embarcando numa turnê pelos Estados Unidos. Nessa jornada, ele se torna babá relutante de AJ, uma menina órfã de 11 anos, conversadora e descolada, que escolhe Ruby como seu adulto responsável. Este par pouco convencional viaja de cidade em cidade, compartilha uma mensagem de amor e aceitação, além de muito humor ferino. O papel de AJ era vivido por Izzy G. (Izzy Gaspersz), vista no ano passado em outro lançamento da Netflix, o filme “Estrada sem Lei”, e ela realmente tinha 11 anos de idade. Descrita como uma mistura de “Priscilla, A Rainha do Deserto” (1994) e a série “O Toque de um Anjo” (1994–2003), a produção foi criada pelo próprio RuPaul em parceria com o produtor-roteirista Michael Patrick King (criador de “2 Broke Girls”), e contava ainda com a participação de mais de 20 drag queens que participaram em “RuPaul’s Drag Race”, representando as diversas performers que AJ e Ruby encontram ao longo da sua tour. Ente elas, estão diversas das mais populares ex-concorrentes do programa, como Bianca del Rio, Katya, Valentina. Miss Vanjie, Chad Michaels e Latrice Royal. Outra curiosidade era a participação da sumida Tia Carrere, atriz havaiana que fez sucesso nos anos 1990, graças à comédia “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), ao thriller “True Lies” (1994), à série “Caçadora de Relíquias” (Relic Hunters, de 1999) e até ao game “The Daedalus Encounter” (1995).

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  • Filme

    Irmãos Russo e casal Obama vão se juntar em produção da Netflix

    6 de março de 2020 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, vão se juntar ao casal Barack e Michelle Obama para produzir para a adaptação de “Exit West”, livro do paquistanês Mohsin Hamid (autor de “O Relutante Fundamentalista”) sobre a crise de refugiados vindos do Oriente Médio. A trama de “Exit West” mistura realismo e fantasia, ao acompanhar um casal do Oriente Médio, que busca deixar seu país em busca de uma vida menos violenta. Para isso, eles usam três portas mágicas que oferecem diferentes opções de asilo: um campo de refugiados lotado na ilha grega de Mykonos; um quarto privado em uma mansão ocupada por nigerianos em Londres; e um local na Califórnia, nos Estados Unidos. A cada escolha, o relacionamento do casal é testado por suas necessidades para sobreviver e pelos obstáculos culturais que enfrentam. O filme é uma coprodução das empresas AGBO, dos Russo, e Higher Ground, dos Obama, e será lançado pela Netflix. Apesar de seu envolvimento na produção, os Russo não vão dirigir o filme. Eles adquiriram os direitos do livro e escalaram Jessica Goldberg (criadora da série “The Path”) para escrever o roteiro e Yenn Demange (do elogiado “71: Esquecido em Belfast”) para assumir a direção. A produção também está negociações avançadas com o ator Riz Ahmed (“Venom”) para assumir o papel principal. “Exit West” ainda não tem data para entrar em produção ou previsão de lançamento.

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  • Série

    Ozark: 3ª temporada ganha trailer tenso

    5 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer tenso da 3ª temporada de “Ozark”. A prévia mostra uma divisão profunda entre Marty Byrde (Jason Bateman) e sua esposa Wendy (Laura Linney), capaz de colocar a vida da família em risco. Já o pôster coloca o protagonista de joelhos e com as mãos amarradas, numa espécie de prisão clandestina. Na série, Marty aparenta ter uma família normal com a mulher e seus dois filhos, que recentemente se mudaram para a região turística americana que batiza a série. Porém, essa vida é sustentada por meio de lavagem de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. O elenco também destaca Julia Garner, que venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação na série, como uma criminosa local que se associa a Marty. Ela não é a única premiada pela série. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige alguns episódios, e venceu o Emmy de Melhor Direção pelo capítulo de estreia da 2ª temporada. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a série ganha novos episódios em 27 de março.

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    Taika Waititi vai criar séries animadas baseadas em A Fantástica Fábrica de Chocolate

    5 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou que o cineasta Taika Waititi, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Jojo Rabbit”, está desenvolvendo duas séries animadas inspiradas em “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Uma é baseada no livro clássico de Roald Dahl e a outra é focada nos personagens Oompa-Loompa. Waititi deve escrever, dirigir e ser produtor executivo de ambos os projetos. “As séries vão manter o espírito essencial das histórias originais, enquanto constroem um mundo e personagens para muito além das páginas dos livros de Roald Dahl pela primeira vez”, revelou a plataforma em comunicado. “A Fantástica Fábrica de Chocolate” já foi adaptada em dois filmes com atores de verdade. O primeiro, estrelado por Gene Wilder no papel de Willy Wonka em 1971, é considerado um clássico, enquanto o mais recente, de 2005, representou o maior sucesso da parceria entre o ator Johnny Depp e o diretor Tim Burton. A empresa de streaming informou ainda que a parceria com Waititi também será ampliada para outras obras de Dahl, como “Matilda” e “O Bom Gigante Amigo”. Os direitos das criações de Dahl foram adquiridos pela Netflix em 2018, num negócio estimado em US$ 1 bilhão, visando justamente o lançamento de diversas séries de animação. Na época, especulou-se que as séries poderiam ter narrativas interconectadas, criando assim um “universo compartilhado” inspirado nas obras de Dahl. “Achar um parceiro que trouxesse esse mundo para a animação foi um desafio… até Taika entrar no recinto”, disse a vice-presidente de animações originais da Netflix, Melissa Cobb. “Então, tudo ficou óbvio. Se Dahl tivesse criado um personagem cineasta para adaptar seu trabalho, teria sido Taika”. Ainda não foram informadas as datas de lançamento das séries animadas.

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    La Casa de Papel: Parte 4 ganha trailer supertenso e eletrizante

    5 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da Parte 4 de “La Casa de Papel”. A prévia mostra a situação desesperada em que se encontram os assaltantes com máscaras de Salvador Dalí, cercados pela polícia, paranoicos, com Nairóbi (Alba Flores) ensanguentada e cheios de dúvidas sobre a capacidade do Professor (Álvaro Morte) de tirá-los da situação. Supertenso e eletrizante, o vídeo é repleto de ação e reviravoltas, com referências a vários clássicos cinematográficos, como “Um Dia de Cão” (1975) e o primeiro “Duro de Matar” (1988). Série mais vista em língua não inglesa do serviço de streaming, “La Casa de Papel” retorna com seus novos capítulos no dia 3 de abril.

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