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  • Série

    Expresso do Amanhã: Teaser da 2ª temporada revela participação de Sean Bean

    14 de julho de 2020 /

    O canal pago americano TNT divulgou o teaser da 2ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A série encerrou seu primeiro ano de produção no domingo nos EUA (e na segunda no Brasil) com uma grande surpresa. O teaser aprofunda a reviravolta ao revelar a inclusão de Sean Bean (“Game of Thrones”) no elenco, no papel do mítico Sr. Wilford. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, numa situação de confronto que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros. Os novos episódios de “Expresso do Amanhã” ainda não têm previsão de estreia, mas a produção da 2ª temporada já estava em andamento. Isto porque a renovação foi anunciada há mais de um ano, em maio de 2019, pelo canal TNT, que financia a série. A antecipação aconteceu devido a problemas de bastidores, que acabaram atrasando muito a estreia da atração. Um dos motivos foi o desentendimento do criador Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”) com os executivos da emissora sobre os rumos da trama, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e com isso o capítulo inicial precisou ser reescrito e inteiramente refeito – por outro diretor, James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. Para não perder o elenco em meio à demora da exibição, graças a um possível vencimento de seus contratos antes mesmo da estreia, a TNT encomendou rapidamente novos episódios, estendendo os vínculos com a garantia da continuidade. “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco os atores Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A 1ª temporada teve média de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo nos EUA.

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  • Etc

    Grant Imahara (1970 – 2020)

    14 de julho de 2020 /

    O engenheiro elétrico Grant Imahara, responsável pela criação do programa “Os Caçadores de Mitos” (MythBusters), no Discovery Channel, morreu na segunda-feira (13/7) de aneurisma cerebral, aos 49 anos. “Estamos com o coração partido ao ouvir essas tristes notícias sobre Grant”, afirmou o Discovery em comunicado. “Ele era uma parte importante da nossa família Discovery e um homem realmente maravilhoso. Nossos pensamentos e orações vão para a família dele”. Além da criação da atração de ciência pop, o especialista em eletrônica e rádio trabalhou em grandes filmes de Hollywood, como “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999), “Matrix Reloaded” (2003) e “O Exterminador do Futuro 3” (2003), entre outros. Ele também apareceu, como ator, na série “Eureka” (em 2012) como um cientista de robótica, dublou o vilão Kang na animação “Avengers Assemble!” (2012-2014), figurou no telefilme “Sharknado 3: Oh, Não!” (2015) e estrelou a série não oficial “Star Trek Continues” no papel do Sr. Sulu, entre 2013 e 2017. Imahara nasceu em Los Angeles e se formou em 1993 no curso de engenharia elétrica pela University of Southern California. Ele acabou se especializando em “engenharia hollywoodiana”, criando animatrônicos, dispositivos robóticos que dão ilusão de vida a personagens do cinema, para a Industrial Light & Magic, a empresa de efeitos especiais fundada por George Lucas em 1975. Entre os muitos trabalhos que desenvolvem em Hollywood, Imahara operou o robô R2-D2 nos filmes da saga “Star Wars”. Ele também trabalhou em “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e nas sequências de “Matrix”, além de ter participado da equipe técnica de muitos filmes de Steven Spielberg. A experiência em Hollywood levou Imahara a se tornar um dos criadores de “Os Caçadores de Mitos”, em 2005. A princípio, ele deveria aparecer como um construtor de equipamentos. Mas logo seu carisma ficou evidente e ele se tornou apresentador do programa, que coloca à prova lendas urbanas. Juntamente com seus colegas caçadores de mitos, Imahara também criou o “Projeto Coelho Branco”, um programa da Netflix que analisava as maiores invenções e assaltos da história. Mas esta iniciativa não repetiu o sucesso da produção do Discovery e foi cancelada após sua única temporada em 2016. Ele também era consultor da Disney e trabalhou no projeto que desenvolveu robôs acrobatas para servirem como dublês em cenas perigosas. O protótipo de “stuntronics” causou sensação quando foi revelado há dois anos.

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  • Série

    Emily in Paris: Netflix anuncia série romântica estrelada por Lily Collins

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (13/7) a aquisição da série “Emily in Paris”, que será lançada na plataforma ainda em 2020. O anúncio foi acompanhado das primeiras imagens da atração. A série da ViacomCBS foi originalmente produzida para o canal pago americano Paramount, mas acabou negociada com a plataforma e não será mais vista na TV. Seus episódios agora serão exclusivos do serviço de streaming. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica estrelada por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), a filha do cantor Phil Collins. Ao longo de 10 episódios, a produção vai acompanhar Emily, uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris, depois que a empresa americana em que trabalha compra uma agência francesa. Com a tarefa de comandar as estratégias de redes sociais da empresa, Emily parte para a França, onde pretende viver incríveis aventuras e superar desafios, enquanto lida com seus novos colegas, faz novos amigos e, claro, inicia novos romances. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”).

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  • Série

    Cursed: Fantasia medieval de Frank Miller ganha vídeo de bastidores

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”). O vídeo traz o elenco central, encabeçado por Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), comentando a produção, em meio a imagens dos bastidores. Baseada no romance ilustrado homônimo de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção de Nimue, vivida por Langford. Na trama, a personagem também chamada de Dama do Lago aparece como guardiã da espada mágica Excalibur, e é ajudada pelo jovem Arthur em sua missão para encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia na sexta-feira (17/7) em streaming.

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  • Filme

    Lucifer ameaça virar Supernatural no trailer da 5ª temporada

    13 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da muito postergada 5ª temporada de “Lucifer”. E, após tanta espera, a prévia mostra que a série volta com um enredo de “Supernatural”. Após o final dramático da 4ª temporada, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, o vídeo mostra que o protagonista reaparece ligeiramente diferente nos novos episódios. Num grande spoiler, é revelado que, na verdade, o ator Tom Ellis assumiu novo papel. Na trama, o “irmão gêmeo” de Lucifer resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. E este falso Lucifer é ninguém menos que Michael, também conhecido como Dean Winchester, ops, como o arcanjo Miguel no Brasil. Com isso, quem esperava ver detalhes da nova estadia de Lucifer no inferno recebe mais um lembrete de que a série não tem nada a ver com os quadrinhos da Vertigo/DC em que supostamente se baseia. Como spoiler pouco é bobagem, o trailer ainda mostra a volta do verdadeiro Lucifer e a luta dos gêmeos, dobrando a quantidade de Tom Ellis nas telas. A estreia está marcada para 21 de agosto, mas o vídeo não informa quantos episódios serão disponibilizados. Originalmente, a 5ª temporada teria 10 episódios, como a anterior, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A partir daí, a ideia era dividir a temporada ao meio, com o lançamento dos primeiros 8 capítulos em maio. Mas nada disso aconteceu. Nem os primeiros capítulos foram lançados em maio nem “Lúcifer” vai acabar no final da temporada. A série já foi renovada para mais um ano, que novamente está sendo anunciado como seu final.

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  • Série

    Warrior Nun desbanca Dark e vira “novo Stranger Things” na Netflix

    12 de julho de 2020 /

    A Netflix tem um novo fenômeno em seu catálogo. Lançada em 2 de julho, a série “Warrior Nun” desbancou “Dark” da lista das atrações mais assistidas da plataforma e já tem fãs aflitos por notícias de sua renovação. Isto porque o final da temporada inaugural é um cliffhanger, que acontece no meio de uma grande batalha, e quem acompanhou todos os capítulos está desesperado para saber como esse confronto vai se resolver. Ainda mais após a reviravolta que antecipa essa luta. A série também conquistou a crítica. A ironia é que as primeiras resenhas, baseadas nos capítulos iniciais, não previa nada desse frisson. Muitos jornalistas apressados consideraram a série convencional e até arrastada, com muitas outras reclamações sobre clichês e intérpretes – o elenco é cheio de atrizes novatas. Em compensação, as críticas escritas por quem viu a temporada completa soam entusiasmadíssimas. Até o geralmente contido jornal inglês The Guardian ousou chamar “Warrior Nun” de “o novo ‘Stranger Things'”. “A coisa toda é uma viagem de besteirol absoluto, mas você sente que o algoritmo de produções da Netflix pode ter tido um orgasmo total quando foi apresentado à premissa”, diz o texto que elogia como os clichês de outras séries, de “Buffy” a “Sense8”, são mesclados para gerar um resultado altamente viciante. “O programa é um monte de garotas que chuta traseiros e usa espadas para matar monstros em igrejas. Honestamente, como não amar?”. Além de muitos elogios para as coreografias de lutas e as reviravoltas da trama, alguns críticos também prevem futuro promissor para as atrizes reveladas na série, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das noviças rebeldes. O bom elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é parcialmente europeia, gravada na Espanha. Criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”, a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. A plataforma ainda não anunciou oficialmente a renovação da série, mas o site What’s on Netflix, especialista em produções da plataforma, apurou que novos episódios foram encomendados antes mesmo da estreia. Em entrevista na semana passada, Simon Berry foi bastante otimista sobre o futuro da série. “Acho que dá para fazermos de 5 a 7 temporadas. Quando estávamos terminando o roteiro da 1ª temporada, tínhamos muitos caminhos a seguir. Então criamos uma coletânea de ideias para usarmos em uma possível segunda temporada”, afirmou o produtor.

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  • Filme

    Produtores de American Horror Story e O Homem Invisível vão adaptar novo livro de Stephen King

    12 de julho de 2020 /

    Os produtores Ryan Murphy (“American Horror Story”) e Jason Blum (“O Homem Invisível”) se juntaram para produzir um novo filme de terror baseado em livro de Stephen King para a Netflix. Eles vão tirar do papel “Mr. Harrigan’s Phone”, um dos quatro contos que integram o mais recente livro do escritor, “If It Bleeds”, publicado em abril passado nos EUA. O conto acompanha um garoto que faz amizade com um velho bilionário que vive em sua cidade pequena. Eles passam a conversar a partir do primeiro iPhone do homem. Mas quando o homem morre, o garoto descobre que ainda é capaz de se comunicar com seu amigo falecido deixando mensagens de voz no iPhone que foi enterrado com ele. A produção da obra faz parte de um acordo geral de Murphy com a Netflix, que já rendeu duas séries, “The Politician” e “Hollywood”, e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A adaptação está a cargo do cineasta John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que além de assinar o roteiro também fará a direção do filme. O filme mais recente do diretor, “Estrada Sem Lei”, foi lançado pela Netflix no ano passado. Ainda sem previsão de estreia, “Mr. Harrigan’s Phone” será o quarto longa baseado em obras do escritor filmado para a plataforma, após “Jogo Perigoso”, “1922” e “Campo do Medo”. Já a Blumhouse, produtora de Jason Blum, além deste filme tem outra adaptação de livro de Stephen King encaminhada junto à Universal: “Chamas da Vingança” (Firestarter), que já foi filmado em 1984 com a ainda menina Drew Barrymore no papel principal.

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  • Filme

    Charlize Theron diz que continuação de Atômica deve ser lançada pela Netflix

    12 de julho de 2020 /

    A atriz Charlize Theron informou que “Atômica 2”, sequência do filme de ação da Universal que ela estrelou em 2017, deve ser lançada na Netflix. “Nós levamos ‘Atômica 2’ para a Netflix e Scott Stuber [diretor da divisão de filmes da plataforma] ficou bastante interessado. Nós conversamos com ele e estamos no processo de escrever o roteiro agora”, contou a atriz, em entrevista para a revista Total Film. Ela disse que a continuação vai aprofundar a história da espião Lorraine Broughton. “Aquela personagem foi construída de uma forma em que pouco foi revelado sobre ela. Então eu sinto que o projeto tem bastante potencial. O parâmetro está bem alto, mas nós estamos bastante animados com isso”. Embora tenha mencionado o desenvolvimento do projeto anteriormente, é a primeira vez que Theron aponta a negociação com a Netflix. Ela acaba de estrelar seu primeiro filme para o serviço de streaming: “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos que estreou na sexta-feira (10/7) na plataforma. “Atômica” também é uma adaptação da quadrinhos – da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, graças a mudanças do roteirista Kurt Johnstad (“300”), que foi responsável, entre outras coisas, por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”) no longa, dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. No filme original, Charlize vive a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves deu vida ao matador John Wick. Leitch não deve retornar para a direção de “Atômica 2”, e não há confirmação se o roteirista do primeiro filme também está envolvido na sequência. Não há maiores informações sobre o projeto.

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  • Série

    Parte 5 do Mundo Sombrio de Sabrina seria crossover com Riverdale

    11 de julho de 2020 /

    O cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” acabou impedindo um crossover muito aguardado com “Riverdale”. O criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, sugeriu que esse seria o tema da Parte 5, que jamais será produzida. Num tuíte publicado na sexta (10/7), ele publicou uma arte que junta Archie, Jughead, Betty, Veronica e Cheryl, os principais personagens de “Riverdale”, ao elenco de “CAOS” (abreviatura, em inglês, do título original da série: “Chilling Adventures of Sabrina”). E indicou que esta história será contada agora em quadrinhos. “A Parte 4 é a melhor que já fizemos”, tuitou Aguirre-Sacasa. “E a Parte 5, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido INCRÍVEL. Vai continuar nas páginas dos quadrinhos de ‘CAOS’.” Após essa informação, os fãs passaram a perguntar se Sabrina não poderia aparecer em “Riverdale”. Aguirre-Sacasa, que também é criador e showrunner de “Riverdale”, ainda não se pronunciou sobre esta possibilidade. Mas se o contrato da série da Archie Comics for similar aos da Marvel, seria preciso esperar dois anos após o lançamento da Parte 4 para isto acontecer. E os últimos episódios de “Sabrina” ainda não tem previsão de estreia. Confira o tuíte do produtor abaixo, incluindo a arte da capa dos quadrinhos da história de “Guerra das Bruxas”. Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻‍💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) July 10, 2020

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  • Filme

    A Fuga das Galinhas 2: Atriz substituída na sequência acusa produtores de preconceito etário

    11 de julho de 2020 /

    Uma das principais vozes do sucesso infantil “A Fuga das Galinhas”, lançado em 2000 e até hoje a maior bilheteria de animação em stop-motion de todos os tempos, acusou os produtores de “preconceito etário” por retirá-la da sequência. Recém-anunciada, a sequência será disponibilizada pela Netflix, mas sua produção permanece a cargo do estúdio Aardman, especializado em animações com massinhas e responsável pelo filme original. Ao ser substituída, a atriz inglesa Julia Sawalha, que dublou Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais usando a hashtag #ageism (preconceito etário) e revelando ter ficado “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. “A razão que eles deram é que minha voz agora parece ‘muito velha’ e eles querem uma atriz mais nova para repetir o papel”, disse a atriz de 51 anos, que tinha 30 na época do primeiro filme. “Normalmente, nessas circunstâncias, uma atriz teria a chance de fazer um teste de voz para determinar a adequação de seu tom, mas eu não tive essa oportunidade”. Sawalha contou que teve a iniciativa de gravar seu próprio teste de voz em casa, e afirma que um membro da equipe de produção concordou que não soava mais velha. “No entanto, eles declararam ‘Vamos querer refazer a voz de Ginger'”, observou ela, apontando que sua demissão ocorreu antes de ser anunciado que o segundo personagem principal do filme, Rocky, dublado no original por Mel Gibson, também seria reformulado, por causa da mesma desculpa: sua voz “parece velha”. A substituição de Mel Gibson, claro, tem outros motivos, como escândalos de violência doméstica e manifestações racistas, que não combinam com uma produção infantil do século 21. Neste caso, a desculpa soa como uma justificativa polida para a substituição. Mas a intérprete de Ginger não se conforma de ser incluída nesta reformulação. “Eu me esforcei ao máximo para provar à produção que minha voz está quase igual à do filme original”, acrescentou. “Se eles usarem alguns dos membros originais do elenco… vamos ser francos, sinto que fui injustamente demitida”. “Dizer que estou arrasada e furiosa seria um eufemismo”, continuou Sawalha. “Sinto-me totalmente impotente, algo nisso não parece verdadeiro. Confio nos meus instintos e eles estão acenando bandeiras vermelhas. Estou triste por ter perdido a chance de trabalhar com Nick Park e Peter Lord com quem aprendi tanto. Nós três criamos Ginger”. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”) e Peter Lord (“Piratas Pirados!”), que agora serão apenas produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia na Aardman. A sequência de “A Fuga das Galinhas” vai mostrar a ilha livre de humanos, onde as galinhas agora vivem, e apresentar Molly, filha de Ginger e Rocky. Quando uma nova ameaça surge, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta em ação. A produção deve começar apenas em 2021 e não há previsão para sua estreia. Além de Ginger, Julia Sawalha é conhecida por ter vivido Safron, a filha de Edina (Jennifer Saunders) na série de sucesso “Absolutely Fabulous” (1992–2012). Ela não atua desde o lançamento do filme derivado desta atração, em 2016. Chicken Run 2 announcement! I have officially been plucked, stuffed & roasted. If you are interested, do read what I have to say about it.#ageism @actforchangehqhttps://t.co/MqUCOLWuPZ — Julia Sawalha (@JuliaSawalha1) July 9, 2020

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  • Filme

    Bird Box vai ganhar sequência na Netflix

    11 de julho de 2020 /

    Um dos maiores sucessos da Netflix, o terror apocalíptico “Bird Box”, lançado no final de 2018, vai ganhar sequência. Josh Malerman, autor do livro “Caixa de Pássaros”, que deu origem ao filme, confirmou o projeto durante uma entrevista para o site Inverse. O escritor está atualmente divulgando a continuação de sua obra original, que será lançada em 21 de julho. Chamada de “Malorie”, nome da personagem vivida por Sandra Bullock no filme, o novo livro vai começar no mesmo lugar em que a produção da Netflix acabou, e deve servir de base para o futuro longa. “(A história) abre na escola para cegos, que é onde o filme termina”, ele contou. “Então, salta alguns anos e realmente decola 10 anos depois disso”, complementou. Questionado se havia planos para a adaptação de “Malorie” em filme, Malerman confirmou. “Não posso dizer muito, mas posso dizer que está em desenvolvimento”, revelou. “Às vezes é estranho todo esse segredo, mas estou envolvido”, ressaltou. O escritor não deu mais detalhes sobre o projeto, previsão de filmagens ou data de lançamento na Netflix, mas Sandra Bullock deve voltar ao papel de Malorie e atuar como produtora da adaptação. Ela coproduziu o primeiro filme.

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  • Filme

    Novos filmes de Tom Hanks e Charlize Theron estreiam na internet

    10 de julho de 2020 /

    Duas superproduções de grande orçamento estreiam diretamente em streaming nesta sexta (10/7). Uma delas ia para o cinema. A Sony não quis esperar a reabertura das salas e negociou com a Apple o novo filme de Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), que custou cerca de US$ 50 milhões. A mudança transformou “Greyhound”, que retrata uma frota de guerra em combate marítimo, na produção mais cara já exibida com exclusividade pela Apple TV+. Já “The Old Guard” foi feito pela Netflix com o objetivo de lançar a primeira franquia de “super-heróis” da plataforma. A adaptação de quadrinhos da Image Comics não teve seu orçamento revelado, mas não foi barata. Estrelada por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”), inclui várias cenas de ação e efeitos visuais. Os dois filmes oferecem diversão escapista sob medida para tempos de recolhimento compulsório. São passatempos que não exigem maior compromisso e tiveram suas propostas bem-avaliadas pela crítica americana. Por coincidência ambos receberam a mesma nota no Rotten Tomatoes: 79% de aprovação. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais inéditos, que se destacam entre as ofertas dos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Greyhound: Na Mira do Inimigo | EUA | 2020 Superprodução de batalha naval, “Greyhound” traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial, materializando um duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), o filme retrata o combate marítimo que realmente aconteceu antes das tropas americanas desembarcarem no front europeu. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período – o astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial. “Greyhound” é o terceiro longa escrito pelo ator, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. Disponível na Apple TV+. The Old Guard | EUA | 2020 A adaptação de quadrinhos traz Charlize Theron como uma guerreira imortal de mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais dedicado a combater injustiças ao redor do mundo e que é caçado por um agente da CIA (Chiwetel Ejiofor, de “Doutor Estranho”) obcecado por descobrir a origem de seus poderes. O roteiro é assinado pelo escritor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”), que assim se torna a primeira diretora negra de um filme de “super-heróis”. Disponível na Netflix. Os Olhos de Kabul | França | 2019 A animação aborda com leveza a realidade insuportável da Cabul ocupada pelos talibãs nos anos 1990. A trama gira em torno de um casal apaixonado que tenta preservar seu amor, apesar de toda a violência e restrições trazida pela repressão extremista religiosa no Afeganistão. Exibido no Festival de Cannes do ano passado, o longa marca a estreia da animadora Eléa Gobbé-Mévellec (de “O Gato do Rabino”) na direção, em parceria com a atriz e cineasta Zabou Breitman (“O Acompanhante”), e tem 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em iTunes, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes. Disforia | Brasil | 2020 O título define uma mudança repentina e transitória do estado de ânimo e é bastante apropriado para um terror psicológico. A trama acompanha um psicólogo traumatizado, que sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado e se vê desafiado ao aceitar o caso da menina Sofia. A simples presença da criança lhe desperta uma perturbação, que o faz encarar seu problema e o mistério envolvendo a família dela. Com referências às obras de Sephen King e influências de David Lynch, a estreia em longas de Lucas Cassales (premiado em Gramado pelo curta “O Corpo”) apresenta mais um bom representante do novo terror brasileiro. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes. Dois Casais e um Bebê | EUA | 2020 A comédia escrita e dirigida por Sam Friedlander, produtor da série “The Resident”, acompanha dois casais de melhores amigos que costumam dividir a conta do restaurante. Mas será que eles são capazes de dividir um bebê? Em dúvida sobre assumir a paternidade em tempo integral, eles resolvem colocar essa ideia em prática. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play, YouTube Filmes. Ligue Djá: O Lendário Walter Mercado | EUA | 2020 O documentário celebra a carreira do astrólogo conhecido no Brasil pelo bordão “ligue djá”. Com visual excêntrico, que incluía uma capa branca e muito brilho, além de uma distinta personalidade andrógina, Walter Mercado marcou época na TV porto-riquenha antes de virar um fenômeno internacional. Com seu programa de astrologia, chegou a atingir 120 milhões de pessoas em todas as Américas. Até que ele sumiu. O filme aborda sua trajetória e conta o que motivou seu súbito desaparecimento, no auge da popularidade, utilizando cenas de arquivo, imagens raras, depoimentos de várias celebridades e uma entrevista exclusiva, concedida pelo astrólogo pouco antes de sua morte, em 2019. Exibido no Festival de Sundance, o filme tem nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix. Testemunhas de Putin | Rússia | 2018 Um olhar raro sobre o jovem Vladimir Putin durante sua ascensão à presidência da Rússia após a saída de Boris Yeltsin, em 2000. Originalmente encomendado como peça publicitária, o filme foi revisitado pelo diretor há dois anos, em busca de uma nova perspectiva sobre o eterno presidente russo, que duas décadas depois ainda se mantém no poder. Venceu o prêmio de Melhor Documentário do Festival de Karlovy Vary e tem 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível no Now.

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  • Série

    The Crown terá um ano a mais com anúncio da 6ª temporada

    9 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta quinta (9/7) que a série britânica “The Crown”, sobre o reinado da Rainha Elizabeth II, ganhará uma 6ª temporada. O anúncio foi feito por meio do perfil da plataforma para o Reino Unido e a Irlanda no Twitter. Na publicação, a Netflix disse que a atração teria “a sexta (e última)” temporada”. A extensão da série foi acompanhada por um pronunciamento de seu criador. “Quando começamos a discutir as histórias da quinta temporada, logo ficou claro que, para fazer justiça à riqueza e complexidade da história, deveríamos voltar ao plano original e fazer uma 6ª temporada”, disse Peter Morgan, no tuíte da Netflix. Morgan sempre planejou fazer seis temporadas, trocando os intérpretes principais a cada dois anos. Por isso, o anúncio de janeiro passado sobre o fim da série em seu quinto ano surpreendeu muita gente. Na ocasião, ele também deu a entender que a decisão de encurtar a trama tinha sido sua iniciativa. “Inicialmente, eu planejei ‘The Crown’ para seis temporadas, mas agora que estamos começando a pensar nas histórias do quinto ano ficou claro que este é o momento perfeito para finalizar a história”, escreveu há seis meses. Apurações de bastidores, porém, sugerem que a decisão de encerrar a série antes do previsto teria sido da Netflix. Morgan deve ter conseguido convencer a plataforma a voltar atrás e seguir seu plano original. A série teve duas temporadas premiadíssimas estreladas por Claire Foy, já exibiu a 3ª e tem a 4ª pronta para ser lançada com Olivia Colman no papel principal. Assim que houver liberação para as gravações, serão realizadas a 5ª e a 6ª temporadas, com Imelda Stauton como Elizabeth II. “Então, para resumir: teremos mais uma temporada com a rainha Olivia Colman, antes que ela passe a coroa para Imelda Staunton”, conclui a Netflix. A 4ª temporada vai se passar nos anos 1980 e introduzir a Princesa Diana. Seguindo a tendência de apresentar uma década a cada temporada, os próximos capítulos deverão apresentar os anos 1990 e 2000. Mas o final pode ser alterado para incluir Meghan Markle – afinal, seria um argumento capaz de justificar a extensão da produção.

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