Chrissy Teigen abandona participação em “Eu Nunca…” após admitir bullying
A modelo Chrissy Teigen abandonou uma participação na série de comédia “Eu Nunca…”, da Netflix, após admitir ter cometido bullying na também modelo Courtney Stodden uma década atrás. Teigen, que é casada com o músico John Legend, não apareceria no episódio, mas faria uma narração importante. Ela já tinha trabalhado com a criadora de “Eu Nunca…”, Mindy Kaling, na série “Projeto Mindy”. A temporada anterior de “Eu Nunca…” contou com uma narração do famoso tenista John McEnroe para o personagem Devi, de Maitreyi Ramakrishnan, e um porta-voz do programa disse que o episódio que repetiria esta estrutura deve agora ser reformulado. Teigen pediu desculpas a Courtney Stodden no início de maio, depois de ser acusada de intimidá-la há uma década, incluindo dizer-lhe para tirar a própria vida.
Séries online: “Sweet Tooth” e as melhores maratonas do fim de semana
A lista de séries online desta semana está bem acima da média, a ponto de introduzir uma obra que certamente vai figurar nos balanços de melhores do ano. A Netflix acertou em cheio com “Sweet Tooth”, uma fantasia que vai além do nicho cult para se tornar uma fábula para toda a família. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a série é sensível, envolvente e cheia de aventuras. E também mostra que a DC Comics não publica só super-heróis. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, que chega em streaming com direção de Jim Mickle (“Somos o que Somos”) e aparência de um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. A Globoplay também demonstra boa curadoria ao trazer duas produções britânicas elogiadas, a 2ª temporada de “A Descoberta das Bruxas”, baseada na “Trilogia das Almas” (All Souls no original) de Deborah Harkness, e as três primeiras (de cinco) temporadas de “Poldark”, adaptação da obra de Winston Graham (autor de “Marnie, Confissões de uma Ladra”) sobre um veterano da guerra de independência dos EUA (Aidan Turner, de “O Hobbit”), que ao voltar ao Reino Unido encontra inimigos onde acreditava ter uma família e relações sociais. A Amazon investe no mercado latino-americano com os lançamentos de “Dom”, sua primeira série de ficção brasileira, com trama baseada em crimes reais e direção de Breno Silveira (dos filmes “2 Filhos de Francisco” e “Gonzaga: De Pai pra Filho”), e também com “Isabel”, minissérie chilena sobre a vida da escritora Isabel Allende (“A Casa dos Espíritos”), assinada pelo cineasta Rodrigo Bazaes (“Violeta Foi Para o Céu”). A relação segue com o a estreia de Rodrigo Santoro na 5ª temporada de “Sessão de Terapia”, na Globoplay, e o lançamento da minissérie de terror “Lisey’s Story”, adaptação de Stephen King desenvolvida pelo diretor chileno Pablo Larraín (“O Clube”, “Neruda” e “Jackie”) para a Apple TV+ – que dividiu a crítica dos EUA. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Sweet Tooth | EUA | 1ª Temporada (Netflix) A Descoberta das Bruxas | Reino Unido | 2ª Temporada (Globoplay) Lisey’s Story | EUA | Minissérie (Apple TV+) Poldark | Reino Unido | 1ª, 2ª e 3ª Temporadas (Globoplay) Isabel | Chile | Minissérie (Amazon Prime Video) Dom | Brasil | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Sessão de Terapia | Brasil | 5ª Temporada (Globoplay) Feel Good | Reino Unido | 2ª Temporada (Netflix) Três Metros Acima do Céu | Itália | 2ª Temporada (Netflix) Magnum P.I. | EUA | 1ª e 2ª Temporadas (Globoplay)
Netflix fará evento geek virtual na próxima semana
A Netflix programou um evento geek virtual para a próxima semana. Entre os dias 7 e 11 de junho, a plataforma irá exibir ao vivo o Geeked Week, uma semana especial em que vai apresentar novidades e material inédito de “The Witcher”, “Cobra Kai”, “Lucifer”, “Locke & Key”, “Umbrella Academy” e outras atrações do universo geek. Será mais ou menos como a versão virtual do festival Tudum, só que sem a ênfase em atrações românticas de apelo feminino que marcou o evento brasileiro. Além das produções que retornam em novas temporadas, a Netflix citou obras totalmente inéditas na lista do evento, como “Resident Evil”, “Sandman”, “Vikings: Valhalla” e o live-action de “Cowboy Bebop”. A Geeked Week vai acontecer a partir da próxima segunda (7/5) em transmissões ao vivo diárias nos canais da Netflix no YouTube, Twitter, Twitch, Facebook e TikTok, sempre a partir das 13h (horário de Brasília). As lives serão em inglês, com apresentação do ator Rahul Kohli (“iZombie”, “A Maldição da Mansão Bly”) e Mari Takahashi (do humorístico “Smosh”). Não foi informado se a transmissão será legendada em português – como aconteceu com o evento similar da WarnerMedia, DC Fandome, no ano passado. Veja o trailer e o pôster oficial do evento abaixo.
John Boyega abandona produção da Netflix no meio das filmagens
O ator John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) abandonou “Rebel Ridge”, produção da Netflix, no meio das filmagens. “Motivos familiares” foram citados pela plataforma como causa para a saída abrupta. A produção está atualmente em pausa, mas Boyega não é esperado de volta ao set. A Netflix está atrás de um substituto para o ator e seus colegas deverão refazer as cenas em que contracenaram com ele. As filmagens começaram em 3 de maio no estado de Louisiana, nos EUA. Um porta-voz da Netflix explicou: “’Rebel Ridge’ está fazendo uma pausa temporária enquanto buscamos preencher o papel de John Boyega, que precisava deixar o projeto por motivos familiares. Continuamos comprometidos com o filme extraordinário de Jeremy Saulnier e esperamos retomar a produção. Esperamos continuar nossa parceria com a UpperRoom Productions de John Boyega, além de nosso próximo filme ‘They Cloned Tyrone’, no qual ele também estrela. ” Vale apontar que o citado “They Cloned Tyrone” já foi filmado e se encontra atualmente em pós-produção. A situação de “Rebel Ridge” é bastante incomum. Atores principais raramente saem de produções no meio das filmagens e a explicação para a decisão tem pouquíssimos detalhes. O filme de Jeremy Saulnier, conhecido por suspenses premiados como “Ruína Azul” (2013) e “Sala Verde” (2014), também tem seu enredo mantido em sigilo, mas a trama aparentemente explora a situação de injustiça sistêmica dos EUA no contexto de ação, suspense e humor sombrio. O elenco ainda inclui AnnaSophia Robb (“The Act”), Emory Cohen (“The OA”), Don Johnson (“Watchmen”), James Cromwell (“O Artista”), James Badge Dale (“O Mensageiro do Último Dia”), Zsane Jhe (“Good Trouble”) e Al Vicente (“Bosch”).
La Casa de Papel: Primeiras fotos da Parte 5 mostram personagens armados
A Netflix divulgou as primeiras fotos da Parte 5 de “La Casa de Papel”, que mostram os personagens armados, buscando escapar do cerco policial. No desfecho da história, o grupo de ladrões da trama está há 100 horas dentro do Banco da Espanha, acuado pelas forças militares, apesar de ter conseguido resgatar Lisboa (Itziar Ituño). No entanto, o Professor (Álvaro Morte) foi capturado por Sierra (Najwa Nimri), deixando o grupo sem comando. Para complicar ainda mais, eles terão de enfrentar o exército espanhol. Os episódios da Parte 5 foram divididos, com o perdão da redundância, em duas partes. Como optou por batizar as temporadas da série espanhola de Partes, agora a Netflix está chamando as “partes” das Partes de “volumes”. Assim, a “Parte 5: Volume 1” será lançada em 3 de setembro e a “Parte 5: Volume 2” em 3 de dezembro. A opção de dividir os episódios, que já estão inteiramente gravados, visa estender a série para aproveitar mais sua popularidade. “La Casa de Papel” se tornou uma das atrações mais assistidas da Netflix nos últimos anos, gerando uma legião de fãs. Os 10 episódios derradeiros foram gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca, e receberam dois reforços: os atores Miguel Ángel Silvestre (o Lito de “Sense 8”) e Patrick Criado (o Daniel de “O Sucessor, também da Netflix), que estreiam na produção em sua fase final.
Seleção do Festival de Cannes barra Netflix em plena pandemia
A organização do Festival de Cannes anunciou nesta quarta (3/5) os 24 filmes que vão disputar a Palma de Ouro em 2021. E a lista chama atenção por expressar a continuidade do boicote do evento à Netflix. Em plena pandemia, o festival francês manteve seu veto aos filmes de streaming, embora toda a indústria cinematográfica, incluindo o Oscar, e festivais rivais de igual prestígio tenham aberto suas portas às formas alternativas de exibições cinematográficas. Embora seja resultado de pressão dos exibidores franceses, a postura está sendo chamada abertamente de “elitista” por seu preciosismo, que contrasta com a realidade do coronavírus. A situação levou o chefe do festival, Thierry Fremaux, a ter que se justificar, citando “regras” da competição – de novo, até o Oscar mudou suas regras durante a pandemia. Ele também reiterou convite para a Netflix apresentar seus filmes fora de competição no festival, uma condição que a plataforma já recusou anteriormente, por considerar desrespeitoso com os cineastas de seus filmes. “O festival tem uma regra que estabelece que os filmes em competição devem ter um lançamento cinematográfico local”, disse Fremaux, citando o impasse. “A Netflix deseja ter seus filmes em competição e em sua plataforma.” Por conta disso, o próprio diretor do festival revelou que “havia dois filmes potenciais” de sua seleção que agora “podem ir para outros festivais”. “Lamentamos não ter sido possível negociar sua presença fora da competição”, acrescentou. Ao vetar a Netflix, Cannes deixou de fora os novos filmes da neozelandesa Jane Campion (“O Piano”) e do italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”). No caso de Campion, a perda é especialmente sentida porque a competição deste ano tem menos cineastas femininas (apenas 4, contra 20 homens) que outros festivais. Já os filmes selecionados destacam “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), de Wes Anderson, que segue a linha de “O Grande Hotel Budapeste” e reúne um grande elenco para viver repórteres de um jornal francês de expatriados, e “Benedetta”, drama erótico do veterano diretor holandês Paul Verhoeven (de “Instinto Selvagem”) sobre uma freira do século 17 que sofre com visões místicas e tentação sexual. Ambos deveriam integrar a edição do ano passado, que acabou cancelada devido à pandemia. Além deles, outros títulos com première mundial em Cannes incluem os novos trabalhos do americano Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), do italiano Nanni Moretti (“O Quarto do Filho”), do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), do russo Kirill Serebrennikov (“O Estudante”), do dinamarquês Joachim Trier (“Mais Forte que Bombas”), do tailandês Apichatpong Weerasethakul (“Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”), do australiano Justin Kurzel (“Macbeth: Ambição e Guerra”) e dos franceses François Ozon (“Frantz”), Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”), Mia Hansen-Love (“Eden”) e Leos Carax (“Holy Motors”). O evento será aberto com a projeção de “Annette”, um musical de Carax, estrelado por Adam Driver, Marion Cotillard e com trilha da banda de rock Sparks. Entre os títulos previstos para exibição fora da competição, Oliver Stone traz à Croisette uma versão retrabalhada de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”, de 1991, com cenas inéditas, o cineasta Todd Haynes (“Carol”) apresenta seu documentário sobre a banda The Velvet Underground e a atriz Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) estreia na direção com um documentário sobre sua mãe, a icônica estrela de cinema Jane Birkin (“A Bela Intrigante”). Também nas sessões especiais haverá a projeção do único filme dirigido por brasileiro na programação, “O Marinheiro das Montanhas”, de Karim Ainouz (“A Vida Invisível”). O evento francês vai acontecer neste ano de 6 a 17 de julho, dois meses mais tarde que sua data tradicional, e também prestará uma homenagem à atriz e diretora Jodie Foster (“O Silêncio dos Inocentes”) com uma Palma de Ouro honorária pelas realizações de sua carreira. Confira abaixo a lista dos filmes que disputarão a Palma de Ouro oficial diante do júri presidido pelo cineasta Spike Lee (“Infiltrado na Klan”), as obras da principal mostra paralela e as sessões especiais, fora da competição de Cannes. COMPETIÇÃO “Annette”, de Leos Carax “Flag Day”, de Sean Penn “Tout S’est Bien Passé”, de François Ozon “A Hero”, de Asghar Farhadi “Tre Piani”, de Nanni Moretti “Titane”, de Julia Ducournau “A Crônica Francesa”, de Wes Anderson “Red Rocket”, de Sean Baker “Petrov’s Flu”, de Kirill Serebrennikov “France”, de Bruno Dumont “Nitram”, de Justin Kurzel “Memoria”, de Apichatpong Weerasethakul “Les Olympiades”, de Jacques Audiard “Benedetta”, de Paul Verhoeven “La Fracture”, de Catherine Corsini “The Restless”, de Joachim Lafosse “Lingui”, de Mahamat-Saleh Haroun “The Worst Person In The World”, de Joachim Trier “Bergman Island”, de Mia Hansen-Love “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi “Ahed’s Knee”, de Nadav Lapid “Casablanca Beats”, de Nabil Ayouch “Compartment No. 6”, de Juho Kuosmanen “The Story Of My Wife”, de Ildiko Enyedi FORA DE COMPETIÇÃO “De Son Vivant”, de Emmanuelle Bercot “Stillwater”, de Tom McCarthy “The Velvet Underground”, de Todd Haynes “Bac Nord”, de Cédric Jiminez “Aline”, de Valérie Lemercier “Emergency Declaration”, de Han Jae-Rim SESSÃO DA MEIA-NOITE “Bloody Oranges”, de Jean-Christophe Meurisse CANNES PREMIERES “Evolution”, de Kornel Mundruczo “Cow”, de Andrea Arnold “Mothering Sunday”, de Eva Husson “Love Songs For Tough Guys”, de Samuel Benchetrit “In Front Of Your Face”, de Hong Sang-soo “Hold Me Tight”, de Mathieu Amalric “Deception”, de Arnaud Desplechin “Val”, dirs: Ting Poo”, Leo Scott “JFK Revisited: Through The Looking Glass”, de Oliver Stone *”Jane By Charlotte”, de Charlotte Gainsbourg SESSÕES ESPECIAIS *”H6″, de Yi Yi “Black Notebooks”, de Shlomi Elkabetz “O Marinheiro das Montanhas”, de Karim Ainouz “Babi Yar. Context”, de Sergei Loznitsa “The Year Of The Everlasting Storm”, de Jafar Panahi, Anthony Chen, Malik Vitthal, Laura Poitras, Dominga Sotomayor, David Lowery, Apichatpong Weerasethakul MOSTRA UM CERTO OLHAR (UN CERTAIN REGARD) “The Innocents”, de Eskil Vogt “After Yang”, de Kogonada “Delo”, de Alexey German Jr “Bonne Mere”, de Hafsia Herzi “Noche De Fuego”, de Tatiana Huezo *”Lamb”, de Vladimar Johansson *”Un Monde”, de Laura Wandel *”Freda”, de Gessica Généus *”Moneyboys”, de CB Yi “Blue Bayou”, de Justin Chon “Commitment Hasan”, de Hasan Semih Kaplanoglu “Rehana Maryam Noor”, de Abdullah Mohammad Saad “Let There Be Morning”, de Eran Kolirin “Unclenching The Fists”, de Kira Kovalenko *”La Civil”, de Ana Mihai “Women Do Cry”, de Mina Mileva”, Vesela Kazakova Os filmes identificados com * são de diretores estreantes e por isso concorrem ao prêmio especial Câmera de Ouro (Camera d’Or) do festival.
Netflix cancela “O Legado de Júpiter”
A Netflix decidiu não perder mais tempo com “O Legado de Júpiter”. A notícia foi dada pelo criador dos quadrinhos em que a série se baseia, Mark Millar. Com o cancelamento, a série destruída pela crítica, com apenas 38% de aprovação registrada pelo portal Rotten Tomatoes, vai ficar sem final. Millar seguiu o padrão triunfalista que marca os comunicados da Netflix, que transformam cancelamentos em detalhe em meio a anúncios de renovação para “a temporada final”, ao declarar nas redes sociais que estava dando uma notícia positiva (“big news!”). Em relação a “O Legado de Júpiter”, ele se disse “muito orgulhoso do que a equipe alcançou” e “do trabalho incrível que todos fizeram naquela temporada de origem”. E sem perder tempo, adicionou: “Tenho sido muito questionado sobre o que estamos planejando com este mundo, e a resposta é ver o que os supervilões estão fazendo.” Ele anunciou a produção de “Super Crooks”, que segue um grupo de vilões planejando um roubo monumental. Os personagens vão aparecer primeiro como uma série animada e depois ganharão versão live-action, passada no mesmo universo de “O Legado de Júpiter”. E no mesmo fôlego em que prometeu explorar mais “o espaço vasto e rico de personagens de ‘O Legado de Júpiter'”, acrescentou que, “devido ao que faremos a seguir, tomamos a difícil decisão de deixar nosso incrível elenco livre de seu compromisso com a série”. A escolha de palavras foi uma forma deliberada para anunciar o cancelamento sem falar que a série foi cancelada. Millar ainda observou que está “confiante de que voltaremos a ‘O Legado de Júpiter’ mais tarde”, agradecendo ao elenco dispensado, liderado por Josh Duhamel, Leslie Bibb e Ben Daniels. A notícia de que a série não terá 2ª temporada chega cerca de quatro semanas após sua estreia, em 7 de maio. E contraria expectativas do próprio elenco, que chegou a comentar com a imprensa planos para temporadas futuras em potencial. Para completar, Millar está lançando uma nova história de “O Legado de Júpiter” em quadrinhos no dia 16 de junho, que encerrará a história dos personagens – abandonada sem fim na Netflix. Entusiasmada com o sucesso das criações de Millar no cinema – os filmes “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e continuações – a Netflix comprou a editora de quadrinhos do escritor, a Millarworld, em 2017 visando adaptar novos títulos da empresa em filmes e séries de streaming. “O Legado de Júpiter” foi o primeiro projeto a sair do papel. Note: Supercrooks will appear first as an Anime series from Studio Bones later this year. @leinilyu & I have created a lot of new stuff for this show and it's looking fantastic. It'll be previewed at the Annecy animation festival in France later this month! — Millarworld (@mrmarkmillar) June 2, 2021
Kevin Alejandro diz que nem morte o tira de “Lucifer”
O ator Kevin Alejandro revelou que continua na série “Lucifer”, apesar do destino trágico de seu personagem, o detetive Daniel Espinosa, na reta final da 5ª temporada. Ele aliviou a ansiedade dos fãs em entrevista à revista americana Entertainment Weekly, dando um spoiler sobre seu retorno na próxima temporada. Quem ainda não viu os novos episódios deve evitar ler a descrição a seguir. No antepenúltimo episódio da temporada, disponibilizado na sexta passada (28/5) pela Netflix, Dan é assassinado a mando de Michael, o gêmeo malvado de Lucifer (em interpretação dupla de Tom Ellis). Alejandro afirmou que a morte foi uma sugestão dele mesmo para os produtores Joe Henderson e Ildy Modrovich, completando o arco de Dan, que entrou na série como um policial corrupto e acabou se redimindo. “Disse que seria interessante se este fosse o fim [do personagem]. O público estava começando a realmente gostar de Dan, entender quem ele é. Acho que pode ser impactante se você acabar com ele [neste ponto] e ver como isso afeta o mundo ao redor dele”. O ator gravou a morte de Dan no início de 2020. Entretanto, depois de encerrar sua participação, os produtores, que tinham sido avisados com antecedência sobre o cancelamento, foram procurados pela Netflix para continuar a história por mais uma temporada completa. Com isso, Alejandro foi surpreendido com um convite para voltar a aparecer na nova leva de episódios. “Alguns dias antes de terminarmos a temporada, [os produtores] me informaram: ‘Ei, a Netflix mudou de ideia. Você tem mais uma temporada’. E eu fiquei sem entender, tipo, ‘O quê? Acabamos de me matar. Que diabos?’. Mas Joe e Ildy imediatamente me propuseram: “Ei, não é o fim da série e não precisa ser para você também, porque sabemos como fazer isso [trazê-lo de volta] de uma forma respeitosa que não vai diminuir a qualidade de narrativa que estabelecemos desde o início’. E, claro, eu queria estar na série até o fim”. Dizendo-se orgulhoso do trabalho, ele comentou que queria muito ficar com o elenco até o último capítulo. “Eu queria fazer parte de tudo isso. E, felizmente, eles também queriam que eu fizesse parte disso. Então, descobrimos uma maneira muito interessante de trazer Dan de volta, de alguma forma”, contou. Apesar de confirmar o retorno, a experiência de morrer e ir para o inferno deverá transformar Dan na temporada final. “Não será da maneira que as pessoas esperam. A 5ª temporada foi o [final] de Dan, na verdade. É uma jornada. E como eu disse, ele está de volta em alguma capacidade, não da maneira que se espera, mas ele estará lá. Ele é parte daquele mundo”, explicou. Ele concluiu a entrevista comparando a oportunidade de voltar, junto aos demais atores do elenco, com um sonho. “Joe e Ildy respeitaram o fato de que eu queria voltar e terminar o show na 6ª temporada com todos, e eu realmente tinha que fazer isso. Toda a experiência foi um daqueles sonhos inesperados que se tornam realidade”, encerrou.
“Lucifer” lidera audiência da Netflix Brasil e Tom Ellis agradece fãs brasileiros
A Netflix divulgou um vídeo em que Tom Ellis, o astro de “Lucifer”, manifesta seu amor pelos fãs brasileiros, agradece pela audiência e deseja um dia poder vir sambar nas ruas do Brasil. O vídeo é consequência do sucesso nacional da série. Lançados na sexta (28/5), os novos episódios de “Lucifer” estrearam em 1ª lugar na programação da Netflix do Brasil. “Eu não sei dizer realmente o quão maravilhosos são os fãs brasileiros de ‘Lucifer'”, disse Ellis no vídeo, decidindo deixar as palavras de lado e mandar um beijo e encerrar com uma última palavra em português: “Obrigado”. Os oito capítulos correspondem à segunda parte da 5ª temporada, em que Deus decide visitar Lucifer na Terra e anunciar seus planos de aposentadoria. A trama ainda inclui uma reviravolta sombria, com a morte de um dos personagens fixos. Apesar do desfecho da temporada ter sido produzida como final da série, a Netflix mudou de ideia e o cancelamento foi adiado. Em vez de acabar, a série foi renovada para a 6ª temporada, que também deve chegar em duas partes na plataforma de streaming. Todos os capítulos, inclusive o “series finale”, já foram gravados. Mas ainda não há previsão de estreia. Tom Ellis mandando um amor pro Brasil é o tipo de motivação que eu precisava pra começar essa semana. Tom, Brazil loves you ❤️ pic.twitter.com/rWNcphW3Nm — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 31, 2021
Regé-Jean Page agradece fãs brasileiros como primeiros a apoiá-lo em “Bridgerton”
O astro da série “Bridgerton”, Regé-Jean Page, fez questão de agradecer aos fãs brasileiros pelo apoio recebido ao assumir o papel do Duque de Hastings. O ator contou que se sentia rejeitado por não corresponder à descrição física do personagem, que é branco nos livros da escritora Julia Quinn, mas percebeu que poderia fazer o papel graças aos leitores do Brasil. “Vou agradecer especificamente aos fãs brasileiros, porque eles me apoiaram antes de qualquer outra pessoa. Quando todo mundo ainda estava meio que passiva-agressivamente nervoso porque eu não tinha olhos azuis, os brasileiros compareceram, demonstrando apoio”, disse Page, em entrevista de capa para a revista Variety. O ator inglês de 31 anos foi catapultado para o estrelato internacional depois de estrelar o romance de época da Netflix. Lançado em dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série de maior sucesso do serviço de streaming até o momento, ocupando o 1ª lugar em 83 países, incluindo o Brasil. Infelizmente, o ator não voltará à série, que foi rapidamente renovada por mais três anos, garantido sua produção até a 4ª temporada. Regé-Jean Page só assinou contrato para a 1ª temporada e, graças a projeção conquistada com a atração, está atualmente com a agenda lotada de projetos cinematográficos. Ele será visto à seguir na nova versão do jogo “Dungeons & Dragons” e no novo longa dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), “The Gray Man”.
Katla: Série islandesa de terror ganha trailer do diretor de “Evereste”
A Netflix divulgou o trailer de “Katla”, série islandesa que transforma a atividade de um vulcão real em terror misterioso. A trama se passa um ano após a mais recente erupção do vulcão Katla, um dos maiores da Islândia, quando os habitantes da região retornam para descobrir o que restou de suas casas. Só não esperavam encontrar sob as cinzas, depois de tanto tempo, uma sobrevivente desaparecida, cuja existência embute um segredo sobrenatural. E logo novas vidas ressurgem entre os vestígios da catástrofe, algumas aparentemente “clonadas” de moradores locais. Criada pelo cineasta Baltasar Kormákur (“Evereste”) em parceria com Sigurjón Kjartansson (roteirista de “Trapped”, outra série de Kormákur), a produção destaca em seu elenco a estreante Guðrún Ýr Eyfjörð, Íris Tanja Flygenring (“Iceland Is Best”), Aliette Opheim (“Patriota”), Ingvar Sigurdsson, Þorsteinn Bachmann e Sólveig Arnarsdóttir (três integrantes de “Trapped”). A estreia está marcada para 17 de junho.
Jiva!: Trailer energético apresenta série de street dancing da África do Sul
A Netflix divulgou o trailer altamente energético de “Jiva!”, nova série sul-africana que vai abordar o universo das competições de street dancing. A trama gira em torno de uma jovem dançarina de rua, pressionada por um emprego sem futuro, responsabilidade familiar e uma vida amorosa difícil, que percebe que seus passos de dança podem ser seu tíquete dourado para escapar da vida em sua vizinhança pobre. Decidida a vencer uma competição de dança, ela forma um grupo com outras mulheres muito diferentes, mas igualmente talentosas. Criada por Busisiwe Ntintili (“Happiness Is a Four-Letter Word”), a produção destaca a novata Noxolo Dlamini no papel-título, além de Candice Modiselle, apresentadora famosa na África do Sul, e Sne Mbatha, do reality de danças “So You Think You Can Dance”. Mas seu principal atrativo são as coreografias criadas por Bontle Modiselle e Tom London, que apresentam uma ampla variedade de estilos de dança jovem, numa ode colorida à cultura Mzansi (sul-africana). A estreia está marcada para 24 de junho em streaming.
Black Summer: Zumbis da Netflix retornam em trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Black Summer”, série de zumbis desenvolvida pelos responsáveis por “Z Nation”. A prévia mostra que, em contraste com o título veranista, os novos episódios são cheios de neve e frio congelante. E praticamente não tem zumbis, repetindo a abordagem de “The Walking Dead” de que o maior inimigo da humanidade no pós-apocalipse são outros humanos. Apesar de reciclar tramas de filmes/séries zumbis, o fato de ser convencional já torna “Black Summer” superior a “Z Nation”, pior série de mortos-vivos de todos os tempos, que começou como piada trash e terminou cancelada com pouca audiência no canal pago Syfy. A trama traz a atriz Jaime King (“Hart of Dixie”) como uma mãe que é separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela passa a desbravar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o apocalipse zumbi. A 2ª temporada de “Black Summer” foi gravada antes de pandemia no Canadá, e estreia em 17 de junho.












