Trailer de “Atypical” prepara final da série
A Netflix divulgou o pôster e o trailer dos últimos episódios de “Atypical”, que vai acabar em sua 4ª temporada. Lançada em 2017, a elogiada série, que atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em sua temporada passada, gira em torno de um jovem autista de 18 anos, que decide se tornar mais independente da mãe superprotetora. Diante do crescimento do garoto, a família inteira precisa se adaptar às mudanças, enquanto questiona o que significa ser “normal”, especialmente quando a irmã assume uma namorada. Em sua temporada final, o jovem protagonista decide sair de casa e morar sozinho, buscando demonstrar sua capacidade para viver uma vida adulta responsável, enquanto descobre que sua vida entra em nova fase após terminar os estudos. Estrelada por Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Keir Gilchrist (“Corrente do Mal”), respectivamente como mãe e filho, “Atypical” ainda inclui Michael Rapaport (série “Justifed”) como pai do garoto, Brigette Lundy-Paine (“O Homem Irracional”) como sua irmã caçula andrógina e Amy Okuda (série “How to Get Away with Murder”) como a terapeuta. Os últimos 10 episódios da série criada pela roteirista Robia Rashid (que escrevia “How I Met Your Mother”) e produzida pelo cineasta Seth Gordon (“Baywatch”) irão ao ar em 9 de julho.
Naomi Watts vai estrelar nova série de Ryan Murphy na Netflix
A atriz Naomi Watts vai voltar a estrelar uma série da Netflix após a experiência frustrada de “Gypsy” – cancelada com apenas uma temporada em 2017. Ela vai estrelar uma nova produção de Ryan Murphy e seu colaborador frequente Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). Trata-se de uma minissérie em que a atriz fará par com o ator Bobby Cannavale (“Mr. Robot”). O trabalho representa um reencontro da dupla, que acabou de filmar “This Is the Night” do diretor James DeMonaco (o criador da franquia “Uma Noite de Crime”). Intitulada “The Watcher”, a atração gira em torno de um casal que vê a mudança para a casa de seus sonhos ameaçada por cartas aterrorizantes de um perseguidor. A trama, que evoca a 1ª temporada de “American Horror Story”, um dos maiores sucessos de Murphy, é inspirada na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A família abandonou o imóvel e o colocou para locação. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra de “O Vigia”, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil e a identidade do “Vigia” nunca foi descoberta. Os direitos dessa história foram adquiridos pela Netflix em 2018. Originalmente, a produção deveria virar um filme da dupla Henry Joost e Ariel Schulman, que já experimentou sucesso na plataforma com “Power”, estrelado por Jamie Foxx. Joost e Schulman estão creditados como produtores da nova versão do projeto, ao lado de Murphy e Brennan. Ainda não há previsão para a estreia.
Veja a íntegra do evento Geeked Week da Netflix
Entre segunda e sexta (11/6) passadas, a Netflix realizou um evento virtual batizado de “Geeked Week”, em que apresentou várias novidades de suas produções ligadas ao universo geek (quadrinhos, games, sci-fi e fantasia em geral). As edições do evento, com duração entre 2 e 3 horas cada, foram disponibilizados na página do YouTube da Netflix americana, mas não ganharam legendas para o público internacional – uma das muitas frustrações resultantes da iniciativa. Reunidos abaixo, os vídeos seguem uma estética de programa de variedades para adolescentes, repletos de atividades lúdicas que podem ser considerados passatempos ou perdas de tempo – como observar pessoas jogar games e fazer comentários aleatórios sobre trailers exibidos na tela. Com apresentação do ator Rahul Kohli (“iZombie”, “A Maldição da Mansão Bly”) e Mari Takahashi (do humorístico “Smosh”), a “Geeked Week” também trouxe entrevistas, depoimentos, vídeos e fotos inéditas de várias atrações, como “The Witcher”, “Cobra Kai”, “Lucifer”, “Locke & Key”, “Umbrella Academy”, etc. Houve grandes anúncios, como a produção de um anime derivado de “Castlevania”, e visuais impactantes, do set de “Sandman” à primeira cena de “Arcane”, anime com personagens de “League of Legends”. Mas, em contraste à sua extensão, não foram tantas novidades – as principais estão resumidas em uma dúzia de vídeos individuais no YouTube. Também faltaram pautas sobre as produções geeks live-action internacionais (não faladas em inglês) da plataforma. Não está claro se a ideia é transformar a iniciativa num evento anual. Caso positivo, há a oportunidade de se aperfeiçoar o projeto em próximos anos com uma abordagem mais interativa, para não dizer jornalística, pois a falta de engajamento ficou claro nas 248 mil visualizações no YouTube em seu dia mais movimentado, muito aquém dos 22 milhões de geeks que sintonizaram a DC Fandome.
Virgin River: Trailer da 3ª temporada revela destino de Jack
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Virgin River”, que nem faz suspense para revelar que o cliffhanger (gancho) do final da temporada passada não era tão desesperador quanto transpareceu. Jack se recupera rapidamente após o atentado à bala, apenas para sofrer outra vez por amor… mesmo sendo correspondido. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas como essa novela tem que durar várias temporadas, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas. Os novos episódios chegam ao streaming no dia 9 de julho, apenas oito meses após o lançamento do segundo ano da produção.
Última temporada de “Lucifer” terá estrutura inédita
A última temporada de “Lucifer” será bem diferente das anteriores. Em entrevista ao site LCL Reviews, o produtor-executivo Chris Rafferty revelou que o final da 5ª temporada, que deveria encerrar a atração, implodiu a forma habitual de contar as histórias. O produtor admitiu que a decisão de encerrar a carreira de Chloe (Lauren German) como detetive foi tomada antes da Netflix mudar de ideia sobre o cancelamento da série e renová-la para o sexto ano, o que forçou os roteiristas a serem mais criativos. Por conta disso, com o personagem-título vivido por Tom Ellis no comando do Céu e Chloe aposentada da polícia, a série não retomará sua estrutura procedimental, até então ligada aos “casos da semana”. “Nossos ‘casos’ serão mais pessoais do que nunca, permitindo que nos aproximemos ainda mais dos nossos protagonistas à medida que chegamos ao final”, ele apontou. Adiantando um pouco do que os fãs podem esperar da última temporada, o produtor disse que “Lúcifer vai entender a si mesmo como nunca, Chloe vai encarar o passado dos dois e o arco de Dan [Kevin Alejandro] ainda não acabou. Você vai ver menos coisas policiais e mais coisas doidas, que nunca achei que faríamos na série”. Kevin Alejandro já tinha adiantado para a imprensa que, apesar da morte de Dan, ele voltaria na 6ª temporada. Rafferty garantiu que o foco dos últimos capítulos será dar a cada personagem “o final digno que eles merecem”. Ainda não há previsão para a estreia da 6ª temporada, que será dividida em duas partes, mas todos os episódios já foram gravados.
“O Legado de Júpiter” acabou por problemas de bastidores e orçamento
Apesar do cancelamento e da Netflix esconder os números, “O Legado de Júpiter” não foi um fracasso de audiência. A série baseada nos quadrinhos de Mark Millar está atualmente na liderança, pela segunda semana consecutiva, do ranking das atrações mais assistidas em streaming nos EUA, na apuração da consultoria independente Nielsen. “O Legado de Júpiter” não agradou à crítica, com apenas 38% de aprovação segundo o Rotten Tomatoes. Mas séries piores, como “Insaciável” (11% de aprovação) e “Friends from College” (26%), foram renovadas. Por isso, seu cancelamento surpreendeu o elenco e parecia não ter explicação. Acreditando que havia algo por trás da decisão, a revista The Hollywood Reporter buscou seus contatos e fontes para desenterrar os segredos, que tanto a Netflix quando Mark Millar, responsável por fazer o anúncio do fim da linha, esconderam. A publicação revelou neste fim de semana que os problemas da produção começaram quando a Netflix e o primeiro showrunner de “O Legado de Júpiter”, Steven S. DeKnight (criador de “Spartacus” e responsável pela 1ª temporada de “Demolidor”), não conseguiram concordar em relação ao orçamento. O produtor pediu US$ 12 milhões por episódio, mas a plataforma liberou US$ 9 milhões. As disputas também envolveram o rumo da trama, pois menos orçamento significava que certas cenas não poderiam ser feitas. As reclamações de lado a lado explodiram quando as gravações já estavam em andamento, resultando na saída de DeKnight por “diferenças criativas”. Ironicamente, isso fez com que a Netflix precisasse gastar bem mais do que DeKnight queria, porque a mudança obrigou que alguns dos episódios já gravados fossem reformulados com novas cenas. O contratado para assumir a bronca foi Sang Kyu Kim, co-produtor-roteirista de “Altered Carbon” e “Designated Survivor”. Mas aparentemente ele não deu conta do trabalho, porque a Netflix ainda buscou o cineasta Louis Leterrier, de “Truque de Mestre” e da série “Lupin”, como consultor no final da produção. Tudo isso fez “O Legado de Júpiter” custar bem mais que os US$ 12 milhões por episódio que DeKnight queria para fazer o trabalho em primeiro lugar. A revista The Hollywood Reporter chegou a um valor impressionante. Usando suas fontes internas, a publicação apurou que “O Legado de Júpiter” custou algo em torno de US$ 130 milhões, ou US$ 16,25 milhões por episódio. Entretanto, outras pessoas familiarizadas com as despesas habituais da indústria colocam os gastos totais em US$ 200 milhões. Em vez de enquadrar o responsável por dar esse prejuízo enorme – quem não soube negociar com o showrunner original e estourou o orçamento ao demiti-lo – , que supostamente é alguém muito poderoso na empresa, a Netflix fez vistas grossas para sua própria culpa, preferindo fazer sua conta tradicional de orçamento versus audiência, como se a 2ª temporada tivesse que custar o mesmo, para decidir o destino da série – que ficou sem final. A decisão fica ainda mais surreal diante da encomenda, anunciada por Millar no mesmo fôlego em que revelou o fim abrupto, de uma série derivada da atração, “Supercrooks”, focada em um grupo de vilões que, cansados de serem derrotados nos Estados Unidos, decidem tentar a sorte na Espanha. Trata-se de mais uma adaptação de quadrinhos do autor de “O Legado de Júpiter”, que inclusive pode trazer de volta alguns personagens vistos na série original. O que deixa o cancelamento ainda mais sem sentido.
Veja prévia e bastidores da série baseada no game “League of Legends”
A Riot Games divulgou a primeira cena completa e um vídeo de bastidores legendado da belíssima animação baseada no game “League of Legends”. A primeira prévia da série acompanha Jinx, uma das personagens mais populares do jogo, que demonstra ter algo a provar, especialmente para sua irmã, vista em flashbacks. A cena impressiona pela qualidade da animação, que lembra alguns episódios da série de antologia sci-fi “Love, Death + Robots”, e foi animada pelo estúdio Fortiche, em Paris. Lançado em 2009, “League of Legends” tem dezenas de milhões de usuários ativos e também é um dos títulos de esportes eletrônicos mais populares do mundo. A adaptação está sendo desenvolvida por showrunners ligados ao universo “LoL”, Christian Linke (diretor criativo da Riot) e Alex Yee (designer do jogo). Batizada de “Arcane”, a série contará as histórias das irmãs Jinx e Vi, icônicas campeãs da Liga, que cresceram com uma enorme rivalidade por conta de visões diferentes de mundo. Enquanto Vi se tornou policial, Jinx virou uma fora-da-lei. A estreia da série é esperada para o segundo semestre de 2021 na Netflix. Confira os dois vídeos abaixo.
The Witcher: 2ª temporada ganha teaser centrado em Ciri
A Netflix divulgou o primeiro – e curto – teaser legendado da 2ª temporada de “The Witcher”, totalmente centrado na personagem Ciri (Freya Allan), sugerindo um processo de amadurecimento que a transformará numa guerreira. A série é estrelada por Henry Cavill (o Superman dos filmes da Warner) como Geralt de Rivia, um caçador de monstros solitário, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas costumam ser mais perversas do que os animais. Em suas andanças, ele se apaixona por uma feiticeira de caráter duvidoso, Yennefer (Anya Chalotra), e acaba tendo que cuidar de uma jovem princesa perdida. De acordo com a sinopse divulgada do segundo ano, Geralt passa a crer que a vida de Yennefer foi perdida na Batalha de Sodden e aceita se tornar protetor da princesa Cirilla, a Ciri, levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior. Em seu cronograma original, a Netflix pretendia exibir os novos episódios a partir de fevereiro de 2021. Mas graças à pandemia, a 2ª temporada levou mais de um ano para ser produzida. Agora, a expectativa é que a estreia aconteça no segundo semestre.
Netflix revela teasers de seus novos animes
A Netflix divulgou três teasers que reforçam sua expansão sobre o mercado de animes. Divulgadas no evento “Geeked Week”, encerrado na sexta (11/6), as prévias incluem o novo longa da pioneira franquia “Gundam”, um reboot de “Shaman King” e o lançamento da série sci-fi “Edens Zero”, baseada num mangá do criador de “Fairy Tail”. “Mobile Suit Gundam Hathaway” é o mais recente título da saga de “Mobile Suit Gundam”, ou simplesmente “Gundam”, criada em 1979 pelo animador Yoshiyuki Tomino, que é responsável por popularizar os mecha nos desenhos japoneses de ficção científica. A saga original foi a primeira a apresentar robôs pilotáveis como armas militares, tornando-se a grande inspiração para tudo o que veio depois – inclusive “Círculo de Fogo”, a sci-fi de Guillermo del Toro que homenageia os animes japoneses. A direção é de Shûkô Murase, que trabalhou na animação de “Blade Runner: Blecaute 2022”, curta animado que acompanhou o lançamento do filme “Blade Runner 2049”. A estreia está marcada para “breve”. “Shaman King” é a segunda série animada inspirada no mangá de Hiroyuki Takei sobre Yoh Asakura, um garoto xamã de 13 anos que atravessa o mundo para enfrentar espíritos malignos em busca de desenvolver suas habilidades e se tornar o Rei Xamã do título. Os quadrinhos foram publicados de 1998 e 2004 e o primeiro anime foi ao ar de 2001 a 2005. A nova versão é um reboot com direção de Jouji Furuta, que foi animador de “One Punch Man” e “Sword Art Online”. Estreia em 9 de agosto. Já “Edens Zero” é um título inédito em animação, inspirado no mangá homônimo de Hiro Mashima lançado em junho de 2018. A trama acompanha Shiki Granbell, um órfão criado por animatronics sensíveis num parque temático abandonado, que ao chegarem ao fim de suas baterias apelam a uma aventureira do espaço e seu gato robótico para levá-lo em suas viagens espaciais em busca da deusa suprema conhecida por “Mãe”. A direção é de Yuji Suzuki, que animou “Fairy Tail”, outra criação de Mashima, e estreia em 26 de agosto. Além destes três títulos, a Netflix ainda prepara a fantasia “Bright: Samurai Soul”, os terrores “Make My Day” e “Exception” (com designs do artista de “Final Fantasy”, Yoshitaka Amano) e uma nova série de Godzilla, “Godzilla Ponto Singular”, que teve seu primeiro trailer revelado em abril passado.
Série baseada no game “Cuphead” ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Cuphead – A Série” (The Cuphead Show), adaptação do game “Cuphead”. A prévia é focada no vilão King Dice, que ganhou a voz do comediante Wayne Brady (“How I Met Your Mother). O visual da série, assim como o jogo, é inspirado em animações clássicas dos anos 1930, principalmente de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e musicais às histórias. Notoriamente difícil, o jogo original se concentra na luta de dois copos antropomorfizados (Cuphead e Mugman) que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. A 1ª temporada de 11 episódios será produzida pelo Studio MDHR e os desenvolvedores da atração são os irmãos Chad e Jared Moldenhauer – respectivamente, a produtora e os criadores do game. A série ainda não teve sua data de estreia anunciada.
Netflix anuncia produção de animes baseados no game “Far Cry”
A Netflix anunciou nesta sexta (11/6), durante o evento “Geeked Week”, o lançamento de novos animes inspirados na franquia de videogames “Far Cry”. Um dos projetos é “Captain Lasehawk: A Blood Dragon Remix”, uma espécie de reimaginação do game “Blood Dragon” – por sua vez, uma expansão do “Far Cry 3” – , com produção de Adi Shankar, responsável por “Castlevania”. O segundo é uma adaptação mais direta da trama do jogo original, que acompanha a resistência contra um poderoso ditador. Lançada em 2004, a franquia de jogos já vendeu mais de 60 milhões de unidades ao redor do mundo. Os novos projetos expandem a parceria entre a Netflix e a Ubisoft, responsável por “Far Cry”. As duas empresas já estavam trabalhando juntas em adaptações dos games “Splinter Cell” e “Assassin’s Creed”, ainda inéditas. Paralelamente, a Ubisoft prepara o lançamento de “Far Cry 6”, que contará com participação de Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) e será lançado em outubro. Veja abaixo o trailer de “Far Cry 3: Blood Dragon”, de 2013, que destaca o personagem Rex “Power” Colt com dublagem do ator Michael Biehn (“O Exterminador do Futuro”, “Aliens”).
Série derivada de “Castlevania” vai se passar durante a Revolução Francesa
A Netflix confirmou o lançamento de uma nova série de animação derivada de “Castlevania”. A produção, que ainda não definiu seu título, era especulada desde que o final da atração original foi anunciado. Oficializada nesta sexta (11/6), durante o último dia do evento “Geeked Week”, a nova série vai acompanhar um descendente dos protagonistas Trevor Belmont e Sypha Belmont: Richter Belmont, que nos games que inspiram a série é um renomado caçador de vampiros. Ele será acompanhado na nova aventura por Maria Renard, originalmente uma caçadora de vampiros que é apresentada nos jogos com apenas 12 anos – e eventualmente desenvolve um domínio poderoso sobre feitiços, espíritos animais e bestas celestiais. Os dois fazem parte do jogo “Castlevania: The Dracula X Chronicles” (remake de “Rondo of Blood”). Fundamental na História da programação original da Netflix, “Castlevania” foi lançada em julho de 2017 como a primeira de estilo anime criada especificamente para o serviço de streaming. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir no formato. A nova série vai deixar de lado a história dos tempos de Drácula para chegar à era contemporânea, mais especificamente a 1792, durante a Revolução Francesa, o que lhe permitirá aproveitar o pano de fundo histórico para desenvolver seus vilões. Desta vez, a produção não contará com roteiros de Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), showrunner de “Castlevania”. Depois de terminar os roteiros da 4ª temporada, ele foi afastado da produção, em meio a alegações de má conduta sexual. Sem mais envolvimento com a franquia, ele não fez parte do desenvolvimento do spin-off. Em seu lugar, a atração será comandada por Clive Bradley, principal escritor da série islandesa “Trapped”. A nova série animada ainda não tem previsão de estreia, mas divulgou suas primeiras imagens (acima e abaixo). https://t.co/j9yDoRCdFn — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) June 11, 2021
Netflix lança loja de produtos online
A Netflix lançou sua primeira loja online, oferecendo produtos derivados das séries e filmes de seu catálogo. A netflix.shop, criada em parceria com a empresa de e-commerce Shopify, começou a funcionar na quinta-feira (10/6) nos Estados Unidos e vai começar a atender outros países nos próximos meses. Os primeiros produtos à venda são principalmente roupas com estampas de séries como “Lupin” e dos animes “Eden” e “Yasuke”, com preços que variam de US$ 30 para camisetas até US$ 74 para moletons. Mas há também robôs-relógios e colecionáveis. Segundo a empresa, nos próximos meses o site terá itens de outras produções como a série “Stranger Things”. O lançamento do site de compras é uma alternativa para a Netflix capitalizar seu conteúdo, já que não explora publicidade em seu serviço, preferindo sempre ações pontuais de merchandising com determinadas marcas. A principal receita da empresa sempre foram as assinaturas de mais de 200 milhões usuários ao redor do mundo. Mas iniciativa também reflete uma demanda, que estava entregue à pirataria, com várias empresas de fundo de quintal lançando camisetas com nomes das séries da Netflix sem que a plataforma lucrasse com isso. Uma nova fonte de lucro ainda é bem vinda em meio à alta competitividade do mercado de streaming, que se encontra mais quente que nunca com a entrada de novos players. Os lançamentos de HBO Max, Peacock, Paramount+ e Disney+ já começaram a afetar os rendimentos da companhia. Em seu último balanço financeiro, a Netflix viu seu crescimento desacelerar: entre janeiro e março deste ano, ganhou apenas 3,98 milhões de novos assinantes, sendo que no trimestre anterior havia somado mais 8,51 milhões.












