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  • Série

    Bob Odenkirk se despede de “Better Call Saul” com vídeo para os fãs

    16 de agosto de 2022 /

    O ator Bob Odenkirk publicou um vídeo no seu Twitter para agradecer aos fãs da série “Better Call Saul”, que exibiu seu último episódio na noite de segunda-feira (15/8), no canal pago americano AMC. “Todo mundo está me perguntando como eu me sinto em dizer adeus a Saul Goodman e ‘Better Call Saul’, e eu não sou bom em responder a pergunta porque é francamente difícil para mim olhar para essa experiência e até para esse personagem muito de perto. São muitas partes móveis e elas se encaixam muito bem e é um mistério para mim como isso aconteceu”, disse ele. Odenkirk reconhece que o projeto de “Better Call Saul” era um tanto arriscado, por se relacionar com “Breaking Bad”, a série preferida de muitas pessoas. “Poderíamos ter sido odiados por simplesmente tentar fazer essa série, mas nos deram uma chance e espero que tenhamos aproveitado ao máximo.” Além dos agradecimentos aos fãs, aos colegas de elenco e aos técnicos envolvidos nas filmagens, Odenkirk também agradeceu os criadores da série, Vince Gilligan and Peter Gould. “Eu não fiz nada para merecer esse papel, mas espero ter conquistado algo ao longo de seis temporadas.” Desenvolvida por Vince Gilligan, o criador de “Breaking Bad”, e Peter Gold, autor do roteiro que introduziu o personagem Saul Goodman na primeira atração, “Better Call Saul” é um prólogo de “Breaking Bad” e revela como o advogado daquela série se tornou tão picareta. A série conta a história do personagem-título vivido por Bob Odenkirk, que perdeu carreira e fortuna ao final de “Breaking Bad”. Após o piloto mostrar seu destino, a trama assume a forma de um interminável flashback, em que ele reflete sua vida antes de cruzar o caminho de Walter White. Passadas cinco temporadas, a fase derradeira finalmente mostrou sua transformação no personagem de “Breaking Bad”, deixando de ser o advogado idealista Jimmy McGill para assumir a identidade do vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. O desfecho também avançou no tempo para mostrar o destino de Jimmy/Saul, após tudo o que aconteceu em “Breaking Bad”. O último episódio da série está sendo disponibilizado no Brasil pela Netflix nesta terça (16/8). Finale thank you from Bob Odenkirk pic.twitter.com/IFODl4bcLD — Mr. Bob Odenkirk (@mrbobodenkirk) August 16, 2022

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  • Série

    “Sintonia” é renovada para 4ª temporada

    16 de agosto de 2022 /

    A Netflix renovou a série brasileira “Sintonia” para sua 4ª temporada. O anúncio foi divulgado no perfil da Netflix no Instagram. “Vocês pediram e a 4ª temporada da minha série brasileira mais assistida está confirmada! Ninguém vai pras ideia hoje, família!”, diz a legenda do anúncio. A renovação já era esperada, devido ao sucesso da temporada anterior. A 3ª temporada de “Sintonia” estreou em 13/7 e ficou duas semanas no Top 10 global da Netflix, na categoria de séries de língua não-inglesa. Só na semana de estreia, a atração garantiu o 3º lugar mundial e o 1º no Brasil. “É muito significativo ver que ‘Sintonia’ continua emocionando e divertindo a audiência mesmo depois de três temporadas. Esse sucesso confirma o imenso talento das equipes em frente e atrás das câmeras, que fazem com que muitos brasileiros possam se ver na tela”, disse Haná Vaisman, diretora de conteúdo para séries de ficção da Netflix Brasil em comunicado. A série acompanha Nando (Christian Malheiros), Rita (Bruna Mascarenhas) e Doni (Jottapê), três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. “Sintonia” é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). A 4ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil)

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  • Filme

    Romance da Netflix é acusado de racismo e propaganda militar

    16 de agosto de 2022 /

    O romance “Continência ao Amor”, produção original da Netflix, está enfrentando duras críticas devido ao seu conteúdo, considerado racista e misógino, além de ser chamado de propaganda militar. Baseado no romance “Purple Hearts”, de Tess Wakefield, o filme conta a história de Cassie (Sofia Carson, de “Descendentes”), uma mulher que se casa com um fuzileiro naval (Nicholas Galitzine, de “Cinderela”) para ser beneficiária do plano de saúde da Marinha, que lhe permite acesso aos remédios que precisa para sobreviver, mas acaba se apaixonando de verdade. Muitas das críticas recebidas pelo filme são centradas na representação das forças armadas. Um usuário do Twitter explicou que o filme é uma “propaganda militar americana que usa a invasão e a morte de 1,2 milhão de iraquianos como uma comédia romântica”. Outro escreveu que “Continência ao Amor” é um filme “descaradamente anti-árabe, anti-hispânico, racista misógino e pró propaganda militar”. E teve quem lamentasse a trama em que uma mulher latina “muda suas crenças apenas para estar com um militar branco racista”. Uma cena em particular causou rejeição generalizada. Nela, um personagem faz um comentário racista a respeito do seu orgulho de “caçar alguns árabes”. Embora a protagonista feminina fique incomodada com esse tipo de comentário, seu marido parece concordar com a afirmação. Tamanha comoção levou a diretora Elizabeth Allen Rosenbaum (“Os Tênis Encantados”) a se manifestar, defendendo o filme. Para a cineasta, a maior qualidade do filme reside no fato de mostrar como duas pessoas muito distintas podem se unir apesar de suas diferenças. “Espero que as pessoas entendam que, para que os personagens cresçam, eles precisam ser falhos no começo”, disse ela à revista Variety. “Então nós criamos intencionalmente dois personagens que foram criados para se odiarem… Para que o coração vermelho e o coração azul fiquem roxos, você tem que tê-los meio que em extremos. Algumas das pessoas que os cercam são ainda mais problemáticas do que eles. Ambos foram negligenciados pelo sistema; ele está ferido em uma guerra que parece não terminar e ela está escorregando pelas rachaduras do sistema de saúde. Então, ambos são negligenciados pelo sistema, e então vivem sob o mesmo teto e, nessas circunstâncias extremas, aprendem a se tornar mais moderados, a ouvir um ao outro e a amar.” Rosenbaum acrescentou: “Espero que qualquer um que tenha sido de alguma forma insultado por isso entenda que nossas intenções são muito puras, e é porque sentimos que as pessoas precisam crescer e precisam começar a se tornar mais moderadas”. A atriz Sofia Carson, que além de protagonista é produtora executiva do filme, também defendeu a obra. “O motivo pelo qual me apaixonei pelo filme é que é uma história de amor, mas é muito mais do que isso”, afirmou Carson à Variety. “São dois corações, um vermelho, um azul, dois mundos separados, que são realmente criados para odiar um ao outro. Através do poder do amor, eles aprendem a liderar com empatia e compaixão, amar um ao outro e se transformar neste lindo tom de roxo. Queríamos representar ambos os lados com a maior precisão possível”, disse, evocando as cores que são associadas aos partidos Republicano (vermelho) e Democrata (azul) nos EUA. Ela aprofundou a questão em outra entrevista, para a revista The Hollywood Reporter: “Nós definitivamente queríamos mostrar a dicotomia entre esses dois personagens e suas visões políticas incrivelmente diferentes sem tomar partido. E também mostrar que, especialmente a personagem de Cassie, ela nunca abandona quem ela é ou no que acredita. O que acontece com essas duas pessoas é que, em vez de se aproximarem com ódio e verem suas divisões, elas começam a se ver como seres humanos, não apenas visões políticas. Elas se veem com compaixão e empatia. Chame isso de otimista, mas essa é a história que queríamos contar, é que se você lidera com amor, o amor pode curar de maneiras que podem ser bastante poderosas.” O site americano Vulture ironizou essa “mensagem” em sua crítica, dizendo que o filme defende “o centrismo como caminho para o verdadeiro amor”. Apesar da polêmica, “Continência ao Amor” é um sucesso na Netflix. O filme foi visto por mais de 100 milhões de horas, tornando-se o filme mais assistido da semana no serviço de streaming.

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  • Filme

    Vídeo mostra monstros de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”

    15 de agosto de 2022 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro”, série de terror do cineasta vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017). A prévia traz comentários de Del Toro, enquanto mostra cenas da produção, com ênfase nos monstros da série. “O Gabinete de Curiosidades” é uma antologia que abordará histórias de todas as tendências do terror, do gótico clássico à fantasia mística, concebidas por um time especialmente selecionado pelo diretor. A lista dos encarregados a escrever e dirigir os episódios inclui alguns nomes conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. Del Toro também ajudou a selecionar pessoalmente o elenco grandioso, formado por Rupert Grint (“Harry Potter” e “Servant”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). Ainda sem previsão de estreia, a antologia estende a colaboração entre Del Toro e Netflix, que começou em 2016 com o lançamento da animação “Trollhunters”, também criada pelo cineasta.

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  • Etc

    Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!

    15 de agosto de 2022 /

    Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022

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  • TV

    Canal americano The CW é vendido

    15 de agosto de 2022 /

    O canal americano The CW foi vendido. A Nexstar Media Group, rede televisiva que já transmite o conteúdo da CW no interior dos EUA, está assumindo o controle de 75% da empresa. A Paramount Global e a Warner Bros. Discovery, atuais donos do CW, vão continuar na sociedade, retendo 12,5% da emissora cada. “Nossa aquisição da The CW é estratégica e operacionalmente atraente, pois nos permitirá alavancar nossa experiência operacional para melhorar o desempenho da rede por meio do gerenciamento desta poderosa plataforma nacional”, disse Perry Sook, presidente e CEO da Nexstar, nesta segunda-feira (15/8). Os termos financeiros do acordo não foram divulgados, mas fontes ligadas às negociações afirmam que a Nexstar não precisou desembolsar nada pela compra. Em vez disso, a empresa vai agregar a maior parte da dívida de mais de US$ 100 milhões acumulados em prejuízo pela operação da emissora, que estavam na contabilidade da Paramount e da WBD. Lar das séries do Arrowverso, de “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil, o CW foi inaugurado em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). O CW nunca foi lucrativo como canal de TV, mas foi um ótimo negócio para a CBS e a Warner, pois passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, esse conteúdo depois era negociado por seus estúdios para o mercado internacional e o streaming. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Só que este modelo sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas nas empresas proprietárias. A Warner foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio apenas para “revendê-la” numa fusão inacreditável com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. No ano passado, os dois grupos passaram a priorizar a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Foi um tiro de morte. Ao perceberem a falha neste plano, começaram a cortejar a ideia de vender a emissora. Os novos donos reconhecem o trabalho que têm pela frente. “Não é nenhum segredo que a CW não é lucrativa”, disse a diretora financeira da Nexstar, Lee Ann Gliha, que completou: “nenhum outro canal opera com perdas contínuas”. O objetivo da Nexstar é reverter esse cenário e tornar a emissora lucrativa até 2025. Por conta disso, a venda vai afetar o número de atrações da CW. Os cancelamentos que começaram a acontecer em abril refletem este plano. Séries como “Batwoman”, “Legends of Tomorrow”, “Charmed”, “Dynasty”, “Legacies” são apenas algumas das encerradas devido à negociação. Até a finalização da venda, que deve levar alguns meses, a CW vai continuar apenas com algumas das suas séries mais consagradas, como “The Flash”, “Riverdale”, “Superman & Lois” e “Walker”, com planos de encerrar “The Flash” e “Riverdale” na próxima temporada. De novidade, o canal vai lançar apenas três atrações no próximo outono: “Gotham Knights”, nova produção do universo DC, “The Winchesters”, prólogo de “Supernatural”, e “Independence”, série derivada de “Walker”. Segundo Carter, a Paramount e a Warner devem continuar a produzir conteúdos para a CW, mas esse acordo é válido apenas até 2023. Depois disso, a Nexstar tem a opção de manter a parceria criativa, mas não a obrigatoriedade de fazer isso. De todo modo, o investimento em séries será bem mais baixo que o atual. “Esperamos investir um valor baixo de 9 dígitos neste período de 3 anos à medida que implementamos nosso plano”, explicou Gliha. “Vemos esse valor como um proxy para um preço de compra – ou um investimento feito ao longo do tempo – em vez de um obstáculo contínuo no fluxo de caixa. Você nos conhece. Estamos focados no lucro e no fluxo de caixa e esperamos que esse ativo alcance lucratividade.” Mas os investimentos devem aumentar no futuro. “Então, com o tempo, adotaremos uma abordagem diferente para nossa estratégia de programação da CW e alavancaremos nossa experiência em gastar aproximadamente US$ 2 bilhões por ano em programação, atraindo e monetizando espectadores e fazendo a transição da NewsNation, nossa rede nacional de notícias a cabo, da WGN, mantendo um foco estrito no fluxo de caixa”, disse Tom Carter, diretor executivo da Nexstar. George Cheeks, presidente e CEO da CBS da Paramount, acrescentou: “Esta nova estrutura de propriedade nos permite fazer parceria com a Nexstar e a Warner Bros. Discovery no próximo capítulo da The CW, enquanto redistribuímos capital para outras plataformas de conteúdo da Paramount”. Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group, demonstrou estar feliz com a venda. “Estamos ansiosos para continuar a colaborar em nossas séries compartilhadas e projetos futuros que ficarão sob a liderança da Nexstar”, disse a executiva.

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  • Etc

    Dicas de filmes: Confira 10 sugestões para o Dia dos Pais

    14 de agosto de 2022 /

    Preparamos uma lista com 10 opções de filmes para pais e filhos assistirem neste domingo (14/8) em que se celebra o Dia dos Pais. A lista tem um pouco de tudo, de clássicos a contemporâneos, com astros sertanejos, estrelas do tênis, pais que se vestem de mulheres e até pais zumbis. Ou seja, filme para pais dos mais variados estilos. Confira.   | 2 FILHOS DE FRANCISCO | GLOBOPLAY   Cinebiografia da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, essa produção nacional é focada no pai da dupla, Francisco Camargo (interpretado por Ângelo Antônio, de “Chico Xavier”), e nos esforços que ele fez para garantir o sucesso dos filhos. A trama cobre a vida dos cantores desde a infância até o início do sucesso, sempre focando na relação deles com o pai. Foi o pai quem comprou os primeiros instrumentos musicais e quem sempre os incentivou, gastando todo o seu salário em fichas telefônicas para telefonar para a rádio e pedir para tocar a música dos filhos. Dirigido pelo recém-falecido Breno Silveira (“Entre Irmãs”), o filme também conta com Márcio Kieling (“Maverick: Caçada no Brasil”), Thiago Mendonça (“Somos Tão Jovens”), Dira Paes (“Divino Amor”), Lima Duarte (“O Outro Lado do Paraíso”), Paloma Duarte (da série “Se Eu Fosse Você”), José Dumont (“Tungstênio”), Natália Lage (“A Grande Família”) e Jackson Antunes (“Carcereiros: O Filme”).   | O TIRO QUE NÃO SAIU PELA CULATRA | VOD*   Não se deixe enganar pelo péssimo título nacional. A comédia dirigida por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) é um dos grandes filmes sobre paternidade e sobre relações familiares. A trama mostra os problemas que a família Buckman enfrenta no seu dia-a-dia – as pressões do trabalho, a criação de filhos adolescentes, o vício em jogatina e muito mais. Tudo isso gira em torno da figura do paizão Gil (interpretado por Steve Martin, de “Only Murders in the Building”), que tenta equilibrar todas as suas responsabilidades, mas nem sempre conseguindo. O grandioso elenco ainda conta com Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”), Mary Steenburgen (“O Beco do Pesadelo”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Jason Robards (“Magnólia”), Rick Moranis (do clássico “Querida, Encolhi as Crianças”), Martha Plimpton (“Os Goonies”) e o jovem Joaquin Phoenix (“Coringa”). O diretor Ron Howard fez o filme com base nas suas próprias experiências familiares. Depois ele expandiu o projeto para uma série de TV (intitulada “Parenthood: Uma História de Família”), que durou seis temporadas, exibidas entre 2010 e 2015, no canal americano NBC.   | CARGO | NETFLIX   Produção de australiana de terror, “Cargo” se passa em um mundo devastado pela contaminação de zumbis. A trama acompanha um pai (interpretado por Martin Freeman, da trilogia “O Hobbit”) que foi infectado e precisa encontrar alguém para cuidar da sua filha recém-nascida antes que ele se transforme. Ao longo da sua jornada pelos desertos australianos, ele faz amizade com uma criança aborígene e precisa fugir de um grupo que caça zumbis. O filme é uma adaptação de um curta-metragem homônimo, dirigido por Ben Howling e Yolanda Ramke. A dupla também ficou a cargo da direção do longa-metragem e venceu o troféu de Melhor Roteiro do Sindicato dos Roteiristas Australianos.   | UM HOMEM DE FAMÍLIA | AMAZON PRIME VÍDEO, GLOBOPLAY   “Um Homem de Família” acompanha um sujeito (Nicolas Cage, de “O Peso do Talento”) que é bem-sucedido no seu emprego, mas leva uma vida solitária. Certo dia, ele acorda e se vê vivendo uma outra vida. Nessa nova vida, ele não abandonou a sua antiga namorada. Em vez disso, eles construíram uma família juntos. O filme explora a relação do personagem com essa nova situação. A princípio, ele quer retornar à sua antiga vida e fugir das responsabilidades de criar os filhos pequenos. Mas, aos poucos, começa a se apaixonar por aquela vida e se torna um verdadeiro homem de família. O elenco ainda conta com Téa Leoni (“Madam Secretary”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Jeremy Piven (“Mr Selfridge”) e Saul Rubinek (“Hunters”). A direção é de Brett Ratner (“Hércules”).   | UMA BABÁ QUASE PERFEITA | DISNEY+   Clássico absoluto da Sessão da Tarde, “Uma Babá Quase Perfeita” conta a história de um ator (Robin Williams, de “The Crazy Ones”) recém-divorciado que perdeu a guarda dos filhos. Decidido a passar mais tempo com as crianças (por mais que esteja proibido de fazer isso), ele se disfarça como uma senhora idosa e consegue um emprego trabalhando como babá dos seus próprios filhos. O elenco ainda conta com Sally Field (“Lincoln”), Pierce Brosnan (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Harvey Fierstein (“Independence Day”). A direção é de Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”).   KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | HBO MAX e VOD*   Will Smith (“Esquadrão Suicida”) venceu seu conturbado Oscar ao dar vida à perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams. O drama edificante mostra como Richard Williams (Smith) lutou contra todas as expectativas raciais, de forma obstinada, para transformar suas filhas nas primeiras tenistas negras campeãs mundiais. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), o filme contabiliza 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e conquistou ao todo 48 prêmios internacionais. Seu elenco também destaca Aunjanue Ellis (“Se a Rua Beale Falasse”), Saniyya Sidney (“The First Lady”), Demi Singleton (“Godfather of Harlem”), Jon Bernthal (“Justiceiro”) e Tony Goldwyn (“Scandal”).   | LUA DE PAPEL | AMAZON PRIME VIDEO   O clássico de Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”) se passa na década de 1930, durante a época da Grande Depressão Americana, e acompanha Moses, um vigarista que viaja de cidade em cidade aplicando golpes em viúvas. Em certo momento, o caminho dele se cruza com o de Addie, uma orfã, filha de uma prostituta. Como Moses já havia se envolvido com a mãe de Addie, existia a possibilidade de ele ser o verdadeiro pai da menina. Mas ele não quer assumir essa responsabilidade. Em vez disso, Moses se encarrega de levar Addie até a casa de uma tia dela. No meio do caminho, porém, a menina começa a ajudá-lo nos seus golpes, e a conexão se torna inexorável. O drama é estrelado pelo ator Ryan O’Neal (“Love Story”) e sua filha, Tatum O’Neal, que, aos 10 anos de idade e em seu primeiro papel, tornou-se a intérprete mais jovem a vencer um Oscar em todos os tempos, como Melhor Atriz Coadjuvante por este trabalho.   | O PAIZÃO | VOD*   Comédia estrelada por Adam Sandler (“Joias Brutas”), “O Paizão” acompanha um sujeito que passou a vida inteira fugindo das suas responsabilidades. Decidido a mostrar para a sua ex-namorada que ele amadureceu, ele toma uma decisão inusitada: adotar uma criança. Aos poucos, porém, o personagem de Sandler aprende as dificuldades da paternidade (que não se resume apenas a ensinar a criança a fazer xixi no meio da rua), mas também passa a apreciar a sua nova situação familiar. O elenco conta com participações de figuras marcadas nos filmes de Sandler, como Rob Schneider (“Como Se Fosse a Primeira Vez”) e Steve Buscemi (“A Herança de Mr. Deeds”), além de Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”), Jon Stewart (apresentador do programa “The Daily Show”) e Leslie Mann (“Bem Vindo aos 40”). Já a direção é de Dennis Dugan (“Gente Grande 2”).   | ESTRADA PARA PERDIÇÃO | STAR+ O filme noir “Estrada para Perdição” traz o ator Tom Hanks (“Elvis”) em um dos papeis mais sombrios da sua carreira. Na trama, Hanks interpreta Michael Sullivan, um mafioso que trabalha para o chefão da máfia irlandesa durante a época da Depressão. Certo dia, a esposa e um dos filhos de Sullivan são mortos, e ele foge ao lado do seu filho sobrevivente. Pai e filho são colocados lado a lado, iniciando assim uma relação que fraternal que antes não existia. Enquanto fogem, os dois também iniciam o seu plano de vingança contra o homem que causou a morte da família deles. “Estrada para Perdição” é dirigido por Sam Mendes (“1917”) e seu grandioso elenco ainda conta com Paul Newman (“Fugindo do Passado”), Jude Law (The New Pope”), Daniel Craig (“007: Sem Tempo Para Morrer”), Stanley Tucci (“Convenção das Bruxas”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”).   | A CRECHE DO PAPAI | NETFLIX, PRIME VIDEO, STAR+   Estrelado por Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”), “A Creche do Papai” acompanha um sujeito que foi despedido do seu trabalho. Sem conseguir nenhum emprego novo, ele resolve abrir a sua própria creche, como forma de cuidar do filho pequeno e ainda ganhar um dinheiro. O problema é que o projeto dá certo, e ele começa a receber cada vez mais crianças para cuidar. E é aí que se dá conta da grande falha de seu plano: ele não tem a menor ideia de como administrar uma creche e nem de como tomar conta de crianças. Dirigido por Steve Carr (“Os Piores Anos da Minha Vida”), o filme é co-estrelado por Jeff Garlin (“Segura a Onda”), Anjelica Huston (“Smash”), Steve Zahn (“The White Lotus”) e Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    “Love, Death & Robots” é renovada para a 4ª temporada

    12 de agosto de 2022 /

    A premiada série animada “Love, Death & Robots” foi renovada para a sua 4ª temporada. O anúncio foi feito pela Netflix nas redes sociais. Produzida no formato de antologia, a série é composta por episódios independentes entre si. Além de serem dirigidos por diferentes cineastas, os episódios exploram diferentes gêneros (comédia, horror, ficção científica, fantasia, etc.) e contam com estilos distintos de animação, desenvolvidos por diversos estúdios de animação ao redor do mundo. “Love, Death & Robots” tem produção dos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”) e, devido à cenas de violência e sexo, não é indicada para crianças. Desde que foi lançada, a série vem acumulando troféus. Ela já venceu um total de 11 Emmys, sendo que o mais recente foi conquistado neste ano, entregue ao cineasta Alberto Mielgo de forma antecipada à cerimônia oficial, pelo seu trabalho no episódio “Jibaro”. O volume 4 de Love, Death + Robots está confirmado! pic.twitter.com/0tU54m0C4o — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 12, 2022

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  • Série

    As 10 melhores séries novas pra maratonar no fim de semana

    12 de agosto de 2022 /

    A programação de séries dá um pau na seleção de filmes digitais desta semana, com opções bastante variadas – de drama arrepiante baseado em fatos reais à fantasia sobrenatural, com direito a investigações policiais e boas comédias. Confira as 10 melhores estreias para maratonar.       | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+   Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada.   | EU NUNCA… 3 | NETFLIX   A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (interpretada por Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural resultante entre o convívio simultâneo com sua família indiana tradicional e seus jovens amigos americanos. A 3ª temporada destaca um novo status social de Devi, após assumir o namoro com Paxton (Darren Barnet), tornando-se popular, invejada e até odiada. Mas ela também acaba influenciada pela opinião de pessoas negativas que não sabem o que ele viu nela, o que coloca o relacionamento em risco. De todo modo, logo surgem novas tentações em sua vida. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023.   | EM NOME DO CÉU | STAR+   A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema.   | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+   Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”).   | LOCKE & KEY 3 | NETFLIX   Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. A 3ª e última temporada destaca a ameaça deste novo vilão (Kevin Durand, de “The Strain”), mas também inclui a volta de Dodge, após ter sido aparentemente derrotada no segundo ano, e a descoberta de uma nova chave mágica capaz de abrir portas para outras épocas. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série é estrelada por Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge.   | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO   A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência.   | NÃO FOI MINHA CULPA | STAR+   A série brasileira é uma antologia que retrata a violência doméstica e o feminicídio. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), os episódios contam histórias supostamente inspiradas em acontecimentos reais, girando em torno de príncipes encantados que se revelam ogros do mal. O elenco destaca Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”), Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”), entre outros. Isto porque são 10 episódios com histórias diferentes. A produção faz parte de um projeto latino da Star+, que também produziu séries sobre a mesma temática na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – para se diferenciar de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México” (já disponível na Star+).   | INDUSTRY 2 | HBO MAX   A série sobre o mercado financeiro segue um grupo de jovens que conseguem empregos cobiçados em um importante banco internacional. Criada pelos novatos novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), a produção conta com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o piloto da atração. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita a carreira no setor financeiro é forma de ser julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados – e não pela cor. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).   | LAW & ORDER: CRIME ORGANIZADO | GLOBOPLAY   A nova série derivada da longeva franquia do produtor Dick Wolf resgata o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, 10 anos depois de sua despedida de “Law & Order: SVU”. A 1ª temporada se concentra na disputa entre Stabler e o mafioso vivido por Dylan McDermott (“American Horror Story”), que o desafia a encontrar provas de seu envolvimento em atividades ilegais. E foi um grande sucesso nos EUA, especialmente por a trama avançar sem estender seus mistérios, revelando rapidamente quem foi o responsável pela morte de Kathy Stabler (Isabel Gillies), a mulher do protagonista, crime que o motivou a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. “Law & Order: Crime Organizado” já exibiu sua 2ª temporada nos EUA e se encontra renovada para seu terceiro ano de produção.   | EU SOU GROOT | DISNEY+   A série sobre o personagem de “Guardiões da Galáxias” é formada por cinco curtas-metragens de cinco minutos cada, estrelados pelo herói em sua fase de Baby Groot. Começa com ele aprendendo a andar e segue por diferentes aventuras, com direito a batalha de dança, novos personagens e um momento doce compartilhado com outro colega dos Guardiões. Assim como nos filmes, a voz de Groot é providenciada por Vin Diesel, sob muito tratamento computadorizado, e o cineasta James Gunn assina a produção. Groot também será visto neste ano num especial de Natal dos Guardiões da Galáxia programado para dezembro na Disney+, antes de aparecer em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, com lançamento marcado para abril de 2023.

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    2ª temporada de “Sandman” terá revanche de Lúcifer

    11 de agosto de 2022 /

    O escritor Neil Gaiman anunciou seus planos para retomar Lúcifer na 2ª temporada de “Sandman”, que ainda não foi confirmada. O criador da saga de fantasia dos anos 1980 declarou, em entrevista à revista Total Film, que o novo ano “começaria essencialmente com uma revanche entre Lúcifer e Morpheus”. “Será a revanche de todas as revanches”, acrescentou. Ele explicou a motivação por trás do retorno do personagem vivido por Gwendoline Christie. “Lúcifer não vai deixar as coisas terminarem como terminaram no quarto episódio. Será bem mais sombrio, mas também irá para lugares que as pessoas não estão esperando”, explicou o escritor. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o showrunner Allan Heinberg reforçou que a equipe realmente já trabalha no desenvolvimento da 2ª temporada, antes mesmo da confirmação dos novos episódios pela Netflix. E que ela começará, de fato, com um confronto entre o Sonho e o Rei do Inferno. “Estou empolgado para fazer algo totalmente diferente com o visual de Gwendoline. Não quero estragar surpresas para quem não leu ‘Estação das Brumas’ [volume 4 de “Sandman”], mas é ali que o verdadeiro problema de Sonho começa.” Heinberg também prometeu surpresas até para quem já conhece a obra de Neil Gaiman. Vale lembrar que quando Lúcifer reaparece é para anunciar sua aposentadoria do Inferno, situação que nos quadrinhos deu origem a um spin-off centrado no personagem – que foi vagamente adaptado na série “Lucifer”.

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    Vídeo revela primeiros testes dos atores mirins de “Stranger Things”

    11 de agosto de 2022 /

    A diretora de elenco de “Stranger Things”, Carmen Cuba, compartilhou um vídeo com os testes que fizeram Millie Bobby Brown (Eleven), Noah Schnapp (Will), Finn Wolfhard (Mike), Caleb McLaughlin (Lucas) e Gaten Matarazzo (Dustin) serem contratados para a produção, quando ainda eram crianças. As imagens dos atores mirins só reforça como o tempo passa rápido. Todos já viraram jovens adultos com mais de 20 anos e se preparam para se despedir da série que os tornou famosos, voltando uma última vez a seus papéis na 5ª e derradeira temporada da atração – atualmente está sendo escrita pela equipe dos irmãos Duffer e ainda não tem previsão de estreia. O vídeo do casting foi compartilhado pelo perfil da revista Vanity Fair. Confira como tudo começou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vanity Fair (@vanityfair)

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    Maisa Silva e Camila Queiroz revelam bastidores de “De Volta aos 15”

    11 de agosto de 2022 /

    Maisa Silva e Camila Queiroz compartilharam nas redes sociais um pouco dos bastidores da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, atualmente em produção. Elas postaram fotos da leitura coletiva do roteiro, em que aparecem ao lado de Klara Castanho, Amanda Azevedo, Pedro Ottoni, João Guilherme e outros colegas do elenco. João Guilherme, por sinal, também fez um post, mas de um vídeo reunindo a turma inteira. Confira abaixo. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. Além de viagem no tempo, a trama explora um “Efeito Borboleta”, pois ao tentar consertar a vida dos amigos no passado, Anita impacta o destino de todos no futuro, e nem sempre para melhor. Entre os principais personagens estão Carol (Klara Castanho), prima de Anita que está envolvida com o maior boy lixo da cidade, Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade, César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é, Henrique (Caio Cabral), o melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado pela protagonista, além de Fabricio (João Guilherme). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Camila Queiroz (@camilaqueiroz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@joaoguilherme)

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    Disney surpreende e supera Netflix em assinaturas de streaming

    10 de agosto de 2022 /

    O grupo Disney e especialmente a Disney+ impressionaram o mercado com seu relatório de desempenho do segundo trimestre do ano. O balançou mostrou que a plataforma de streaming ganhou 14,4 milhões novos assinantes no mesmo período em que a Netflix registrou perdas e a HBO Max fez contorcionismos para aparentar crescimento. Ao todo, as assinaturas da Disney+ chegaram a 152,1 milhões em 2 de julho, dia que marcou o final do trimestre fiscal do conglomerado. A maioria dos ganhos ocorreu fora dos EUA e Canadá, onde a Disney+ cresceu apenas 100 mil para chegar a 44,5 milhões. Os assinantes internacionais da Disney+ aumentaram 6 milhões no trimestre, para 49,2 milhões, enquanto a Disney+ Hotstar – disponível na Índia e no Sudeste Asiático – somaram mais 8,3 milhões para atingir 58,4 milhões. Mas os números não ficam nisso. Quando se considera todos os seus serviços de streaming – como fez a Warner Bros. Discovery ao somar os assinantes da HBO Max e a Discovery, para apresentar apenas o total ao mercado – , a Walt Disney Company atinge um patamar invejável. Virou na prática a maior empresa de streaming do mundo, superando até a Netflix. Isto porque a soma da Disney+, Disney+ Hotstar, Hulu, Star+ e ESPN+ passou a responder por um total de 221,1 milhões de assinaturas em todo o mundo, ficando à frente da Netflix, que encerrou o segundo trimestre de 2022 com 220,7 milhões. A Hulu é até maior que a Disney+ nos EUA, ganhando mais 600 mil assinantes no trimestre para atingir um total de 46,2 milhões. Já a ESPN+ conquistou novos 500 mil clientes para chegar a 22,8 milhões. Não foram fornecidos dados da Star+, mas é fácil deduzir seu volume pela contabilidade das assinaturas. O avanço veloz da Disney é atordoante. Entretanto, há um senão associado a esse crescimento. Grande parte dos assinantes do conglomerado vêm da Índia, onde a Disney+ Hotstar estabeleceu uma política de preços muito baixos e oferece a cobertura do popular campeonato de críquete. Acontece que a empresa perdeu os direitos da competição esportiva para os próximos meses, o que pode se refletir em debandada de assinantes – a Disney+ Hotstar está se preparando para baixar ainda mais os preços do serviço, visando evitar isso. Em contraste com a situação indiana, a Disney anunciou que vai aumentar os preços das demais assinaturas em todo o mundo. Em relação à Disney+, isso vai começar em dezembro nos EUA com o lançamento de um serviço “mais barato”, que inclui anúncios. A nova opção vai custar o mesmo que o serviço atual e quem quiser continuar a assistir o conteúdo sem anúncios terá que assinar um plano Premium mais caro. Além do crescimento no streaming, a Disney também reportou um aumento de 70% na arrecadação de seus parques temáticos. “Tivemos um trimestre excelente, com nossas equipes criativas e de negócios impulsionando um excelente desempenho em nossos parques temáticos domésticos, grandes aumentos na audiência de esportes ao vivo e um crescimento significativo de assinantes em nossos serviços de streaming”, disse o CEO do conglomerado, Bob Chapek, em comunicado para o mercado. A Disney registrou US$ 21,5 bilhões no faturamento do trimestre encerrado em 2 de julho, um aumento de 26% em relação ao ano passado, enquanto o lucro líquido subiu 53%, para US$ 1,4 bilhão. Todos os dados ficaram acima das previsões de Wall Street, trazendo grande valorização para as ações da Walt Disney Company nesta quarta (10/8). Apesar do crescimento do streaming, o setor é o que contabiliza os maiores prejuízos da companha. A diferença entre investimento em conteúdo e receita de assinaturas foi de US$ 1 bilhão negativo no trimestre. Por outro lado, a receita publicitária com os canais convencionais de TV da Disney aumentou 3%, para US$ 7,2 bilhões. Com a chegada da publicidade no streaming – pra valer a partir de 2023 – , a Disney deve zerar as dívidas do setor e começar a informar lucro para o investimento já no ano que vem, quatro anos após o lançamento da Disney+ e um ano antes do previsto inicialmente. A CFO Christine McCarthy ressaltou a estratégia ao se dizer “confiante de que a Disney+ alcançará lucratividade em 2024”.

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