Criadora de “Orange Is the New Black” fará série inspirada no clássico “Decamerão”
A roteirista e produtora Jenji Kohan, criadora de “Orange Is the New Black”, está desenvolvendo uma nova série para a Netflix. Trata-se de “The Decameron”, produção de época criada por Kathleen Jordan (“Caçadoras de Recompensas”). A trama se passa no ano de 1348, quando a pandemia da Peste Negra atingiu a cidade de Florença e acompanha um grupo de nobres e seus servos que são convidados para um retiro luxuoso numa grande vila no interior da Itália, enquanto esperam a peste passar. Mas o que começa como uma brincadeira sexual banhada à vinho se transforma numa luta por sobrevivência. A série é vagamente inspirada no clássico “Decamerão”, escrito por Giovanni Boccaccio no século XIV. Considerada uma obra-prima da prosa italiana clássica, a obra de Boccaccio é uma coletânea com 100 contos contados por um grupo de personagens que se abriga em um castelo próximo de Florença para fugir da Peste Negra. Jordan se inspirou no período e no cenário de “Decamerão” para compor a sua obra, mas sua história se difere do livro clássico. A série vai se propor a examinar temáticas envolvendo sistemas de classes, lutas pelo poder e sobrevivência em tempos de pandemia, mas com um toque de leveza, numa visão romanceada ao estilo de “Bridgerton”, outro sucesso da Netflix. “Mal posso esperar para que as pessoas conheçam esse grupo ridículo de personagens. Tenho certeza de que Giovanni Boccaccio ficaria… confuso?”, brincou Jordan, em comunicado oficial. Jenji Kohan vai produzir “The Decameron” ao lado de Kathleen Jordan, que também atuará como showrunner da atração. As duas já trabalharam juntas em “Caçadoras de Recompensas”, também da Netflix. A direção vai ficar por conta de Mike Uppendahl (“Fargo”). A 1ª temporada de “The Decameron” terá oito episódios, com locações na Itália. Ainda não há previsão de estreia. Vale lembrar que a obra de Boccaccio já rendeu muitas adaptações no cinema, com destaque para o clássico “Decamerão” de Pier Paolo Pasolini, lançado em 1971, e “Maravilhoso Boccaccio”, último filme dos Irmãos Taviani, que chegou aos cinemas em 2015, três anos antes da morte de Vittorio. Confira abaixo o trailer legendado do filme mais recente.
“Sandman” ganha episódio extra de surpresa na Netflix
A Netflix disponibilizou de surpresa nessa sexta-feira (19/8) um episódio inédito da série “Sandman”, baseada nos quadrinhos criados por Neil Gaiman. O anúncio foi feito nas redes sociais da plataforma e gerou várias reações, que variaram da perplexidade ao êxtase completo. Dividido em duas partes – ou duas histórias distintas – , o episódio adapta duas tramas completas dos quadrinhos originais de “Sandman”, intituladas “Um Sonho de Mil Gatos” e “Calliope”, que podem ser vistas individualmente, sem conexão com o desenvolvimento da trama central. “Um Sonho de Mil Gatos” é uma animação que acompanha uma gata siamesa que perde a esperança na humanidade depois que seus filhotes são mortos pela família humana que a abrigava. Ela então conhece o Senhor dos Sonhos (Tom Sturridge), que a leva para um mundo onde os gatos são os seres dominantes. O elenco conta com dublagens de David Tennant e Michael Sheen, que trabalham juntos em outra adaptação do escritor Neil Gaiman, “Belas Maldições”, além de Georgia Tennant (“Staged”), Sandra Oh (“Killing Eve”), James McAvoy (“It – Capítulo 2”) e o próprio Gaiman. Já “Calliope” segue um autor frustrado que escreveu um best-seller no passado, mas agora não consegue escrever mais nada. Ele sequestra a musa da mitologia grega Calíope com o intuito de encontrar sua criatividade novamente. O elenco é formado por Arthur Darvill (“Legends of Tomorrow”), Melissanthi Mahut (“Eteros ego”), Nina Wadia (“The Outlaws”) e Derek Jacobi (“Royals: Keeping the Crown”). O novo episódio já está disponível na Netflix. Vamô acordar? Adicionei um episódio novo de Sandman no sigilo! E alerta: tem gatinhos nele. 🐈🐈⬛ pic.twitter.com/F3T6BrLGtp — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 19, 2022
“Minions 2” e as principais estreias de filmes pra ver em casa
O maior sucesso atual dos cinemas no Brasil já pode ser visto em casa. Ainda em cartaz e no topo das bilheterias nacionais, “Minions 2: A Origem de Gru” é o principal lançamento nas locadoras digitais do pais nesta sexta (19/8). Com opções para todos os gostos, os destaques das plataformas de streaming e VOD incluem também títulos proibidos para crianças. Confira abaixo 10 estreias para aproveitar a queda das temperaturas debaixo das cobertas. | MINIONS 2: A ORIGEM DE GRU | VOD* Grande blockbuster animado do ano, a continuação de “Minions” conta o início da saga de Gru, que desde criança sonhava entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele decide provar que é criminoso ao roubar os próprios bandidos, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. A direção é Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mas mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A propósito, o dublador nacional de Gru é ninguém menos que Leandro Hassum – enquanto Steve Carell (“The Office”) continua como a voz da versão original. | SEM NORTE | VOD* O anime adulto e sombrio segue um menino de nove anos, que é transferido à força com sua família para um campo de prisioneiros políticos na Coreia do Norte. Sua inocência é gradualmente corroída pela dura brutalidade do acampamento, enquanto o resto de sua família tenta manter a decência ao lutar para sobreviver nas piores condições de vida imagináveis. A história reflete o interesse do diretor Eiji Han Shimizu pelo destino de sua família, que estava morando no Japão após a guerra, mas foi atraída por promessas do regime norte-coreano nos anos 1960 e 1970 para voltarem ao país. Na ocasião, mais de 93 mil coreanos atenderam ao chamamento e muitos deles acabaram em campos de prisioneiros políticos, segundo o cineasta. O desenho ganhou uma Menção Especial no Festival de Varsóvia e o prêmio de Melhor Animação no Festival de Nashville. | O HOMEM IDEAL | AMAZON PRIME VIDEO A sci-fi dramática alemã acompanha uma cientista que, para obter fundos de pesquisa, aceita participar de uma experiência e viver durante três semanas com um androide (Dan Stevens, de “Legion”) programado para fazê-la feliz. Só que ela faz isso contrariada, recusando-se a encarar o robô como algo mais que um eletrodoméstico, mesmo que todos os seus amigos se encantem com seu charme. Com 96% de aprovação e mais de 100 críticas positivas no Rotten Tomatoes, o longa de Maria Schrader (“Nada Ortodoxa”) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Maren Eggert (“Eu Estava em Casa, Mas…”) no Festival de Berlim, venceu o Lola (o Oscar alemão) de Melhor Filme e foi o candidato da Alemanha ao Oscar deste ano. | AS VERDADES | VOD* O novo suspense criminal estrelado por Lázaro Ramos (“O Silêncio da Chuva”) explora o chamado “efeito Rashômon” (de conflitos de versões). Ramos interpreta um policial que investiga o assassinato de um político (ZéCarlos Machado), candidato a prefeito de uma cidadezinha do sertão, que é encontrado atropelado numa região isolada. Mas cada suspeito tem uma versão diferente sobre quem matou, porque morreu e como aconteceu o assassinato. O elenco destaca Bianca Bin (“O Outro Lado do Paraíso”), Drica Moraes (“Sob Pressão”) e Thomás Aquino (“Curral”) como os suspeitos, além de Edvana Carvalho (“Irmãos Freitas”). O roteiro é de Pedro Furtado (“Boa Sorte”) e a direção é assinada por José Eduardo Belmonte (“Alemão 2”), um dos maiores especialistas brasileiros em filmes criminais. | ALINE – A VOZ DO AMOR | VOD* O drama musical francês é inspirado na vida de Céline Dion. Escrito, dirigido e estrelado pela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”), acompanha “Aline Dieu”, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a da intérprete da música-tema de “Titanic”. A trama narra a trajetória da artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até atingir seu estrelato mundial, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário idoso que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. Lemercier venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por sua interpretação. | COMO MATAR A BESTA | VOD* O horror gótico da América do Sul, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, passa-se na fronteira entre Argentina e Brasil, e acompanha a busca de uma jovem (a estreante Tamara Rocca) pelo irmão desaparecido. Ela se hospeda na casa de sua estranha Tia Inés (Ana Brun, de “As Herdeiras”), próxima da floresta onde, de acordo com rumores, uma perigosa besta surgiu uma semana antes – que dizem ser o espírito de um homem mau capaz de tomar a forma de diferentes animais. Longa de estreia da argentina Agustina San Martín, o filme foi bastante elogiado pela narrativa atmosférica e o simbolismo presente em sua história, repleta de ideias abstratas de medo e empoderamento feminino. | IMPETIGORE: HERANÇA MALDITA | VOD* O diretor Joko Anwar (“Gundala: A Ascensão de um Herói”) traz um reforço indonésio à atual onda de terrores asiáticos arrepiantes e viscerais – veja-se “A Médium” e “Marcas da Maldição”. Ele se inspirou em pesadelos e no “Massacre da Serra Elétrica” original para conjurar esta trama sinistra sobre duas amigas com problemas financeiros, que acreditam ter mudado a sorte quando uma delas herda uma propriedade rural. Mas ao viajarem à aldeia distante, logo percebem o perigo que as espera, evidenciado pelo comportamento estranho dos moradores e nos vestígios de rituais na região. Apesar de muito brutal, o filme foi a submissão da Indonésia na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2021. | ARMADILHA EXPLOSIVA | VOD* O thriller francês de confinamento gira em torno de um carro estacionado no interior de um estacionamento coberto. Sentada no assento do motorista, a protagonista, vivida por Nora Arnezeder (“Zoo”), percebe a contagem regressiva de uma bomba no painel do veículo. Ela é uma especialista em descarte de bombas, que trabalha para uma ONG com o namorado, mas desta vez qualquer erro pode custar não apenas sua vida, mas de seu filho e a filha do namorado, sentados no banco traseiro. Com apenas 30 minutos para impedir a explosão, ela convoca a equipe com quem trabalha para desativar a armadilha. Roteiro e direção são de Vanya Peirani-Vignes, que assina seu primeiro longa após trabalhar como assistente do mestre Claude Lelouch em cinco filmes. | BABYSITTER | MUBI Uma análise irônica da misoginia casual, o segundo longa de Monia Chokri (“A Mulher do Meu Irmão”) acompanha Cédric, que é suspenso do trabalho depois de viralizar por beijar bêbado uma repórter. Preso em casa com sua esposa exausta e seu bebê, Cédric embarca em uma viagem terapêutica para se libertar da misoginia. Mas aí Amy entra em cena: uma babá misteriosa que virará suas vidas de cabeça para baixo. A comédia também critica o culto da maternidade moderna com uma proposta atrevida, propositalmente filmada em tons pastéis, que lhe dar um ar retrô. Para quem não conhece a diretora de Quebec, Chokri também é estrela de “Amores Imaginários” (2010) e “Lawrence Anyways” (2012), filmes de Xavier Dolan. | 365 DIAS FINAIS | NETFLIX O final da trilogia trash era esperado por muitos fãs, o que diz mais sobre a falta de opções eróticas nas plataformas de streaming do que a respeito das qualidades inexistentes da obra. Baseada nos best-sellers de Blanka Lipińska, a franquia acompanha um romance bastante problemático, com premissa de terror disfarçada por cenas quentes entre o casal Laura (Anna-Maria Sieklucka) e Massimo (Michele Morrone). Originalmente sequestrada pelo mafioso Massimo, ela só é solta após se apaixonar por seu carcereiro no período de um ano. O romance, entretanto, é abalado pela chegada de Nacho, vivido por Simone Susinna no segundo filme. Mas assim como aconteceu com “Cinquenta Tons de Cinza”, a trama erótica perde o ímpeto conforme avança, até virar um melodrama de novela no capítulo final, com Massimo tentando reconquistar a amada – curiosamente sem apelar para a violência que caracterizou o primeiro “encontro” – , enquanto ela fica dividida sobre qual dos dois vai escolher. Nos livros, a decisão da protagonista decepcionou os fãs. “365 Dias Finais” chega menos de quatro meses após o lançamento da segunda parte, “365 Dias: Hoje”. E seu lançamento pode realizar uma façanha histórica, transformando “365 Dias” na primeira trilogia a somar 0% (zero por cento mesmo) de aprovação crítica em todos os capítulos no Rotten Tomatoes. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
“Mulher-Hulk”, “A Casa do Dragão” e as melhores séries da semana
As programação de streaming destaca os episódios inaugurais de dois lançamentos muito esperados, “Mulher-Hulk” e “A Casa do Dragão”. Duas superproduções, que investem em efeitos visuais para dar vida a campeões garantidos de audiência. Mas quem quiser mais que um episódio por semana também encontra lançamentos de temporadas completas de outros títulos – inclusive, para fãs de fantasias, outra adaptação de quadrinhos. Confira abaixo as 10 principais séries estreantes da semana. | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”. | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+ A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Só que a primeira sitcom assumida da Marvel é menos engraçada que os últimos filmes de Thor, graças à utilização de recursos narrativos (conversa cúmplice com o público) e temas (dates de mulheres com mais de 30 anos) que ficaram ultrapassados desde que apareceram pela primeira vez nos quadrinhos e na série de advogados “Ally McBeal” – clara referência da produção – no século passado. | NADA SUSPEITOS | NETFLIX Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário na série que combina o gênero “whodunit” (quem matou), dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional. As três amantes e seus agregados são convocadas para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. Mas a trama, que também faz referência ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal, logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”). | MAL DE FAMÍLIA | APPLE TV+ Criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”), a comédia sombria acompanha a vida das cinco irmãs Garvey, que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. Batizada em inglês de “Bad Sisters”, a produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”). | KLEO | NETFLIX Com muita violência e humor ácido, a série de ação acompanha uma ex-espiã da Alemanha Oriental, que após a queda do muro de Berlim embarca em uma missão de vingança contra as pessoas que a traíram. Criada por Richard Kropf, Bob Konrad e Hanno Hackfort, trio responsável por “Para – We Are King” na HBO Max e “You Are Wanted” na Amazon Prime Video, a atração destaca Jella Haase (“Berlin Alexanderplatz”) no papel-título. | ALMA | NETFLIX Escrita pelo espanhol Sergio G. Sánchez (roteirista de “O Orfanato” e “O Impossível”), a trama de mistério acompanha a personagem-título (vivida por Mireia Oriol, do terror “O Pacto”) que, após sobreviver a um trágico acidente de ônibus em que quase todos os seus colegas morreram, acorda em um hospital completamente sem memórias e atormentada por experiências sobrenaturais. Com a ajuda de sua família e amigos, ela resolve desvendar o mistério por trás do acidente e de sua própria identidade. | SNOWFALL 5 | STAR+ Passado em Los Angeles no começo dos anos 1980, o drama narra a evolução do tráfico internacional a partir da substituição da cocaína pelo crack nas ruas dos EUA, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de traficantes para financiar uma revolução no Irã. Criada por dois cineastas, Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em 2019 devido a um derrame, a série segue numerosos personagens a caminho de uma violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. | POWER BOOK III: RAISING KANAN 2 | STARZPLAY A segunda série derivada de “Power”, encerrada em 2020, é um prólogo da trama original de Courtney Kemp, que leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager e do boombox, para mostrar a juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem é vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Os episódios acompanham sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que o levaram à seu destino trágico. 50 Cent também participa como narrador da história e o elenco ainda inclui Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). | RESIDENT ALIEN 2 | STAR+ Adaptação de quadrinhos da Dark Horse Comics, a série acompanha um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico legista recluso, que foi assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Até que as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para assumir o trabalho do médico e ajudar a resolver crimes – enquanto questiona se a raça humana merece ser salva ou destruída. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) no papel-título da atração, que atualmente é o maior sucesso do canal pago americano Syfy. | CUPHEAD – A SÉRIE 2 | NETFLIX A adaptação do game “Cuphead” companha duas xícaras antropomorfizadas que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O mais interessante na produção é seu visual, totalmente inspirado em animações dos anos 1930, em particular nos desenhos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e de musicais às histórias. Na 2ª temporada, Xicrinho (Cuphead) e Caneco (Mugman) enfrentam novos perigos enquanto tentam fugir do Diabo, e acabam encontrando a primeira xícara feminina da franquia, a Srta. Cálice (Ms. Chalice).
“The Chi” é renovada para 6ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 6ª temporada. A renovação vem duas semanas antes do final do quinto ano da produção, que se mantém com uma maiores audiências da história do canal. “The Chi” tem sido um destaque do Showtime desde a estreia em janeiro de 2018, com 87% de aprovação da crítica. Cinco temporadas depois, o drama de amadurecimento ambientado no lado sul de Chicago continua exercendo forte presença na TV paga americana, ao estabelecer um novo recorde de audiência, com um aumento de público de mais de 20% em relação à temporada passada. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, a atração também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA
A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.
Vida da Imperatriz Sissi ganha nova série. Veja o trailer
A Netflix divulgou o teaser de “A Imperatriz”, uma nova série sobre a história de Sissi, a adolescente que virou Imperatriz da Áustria e é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Criada por Katharina Eyssen (“A Garota das Nove Perucas”), a nova série alemã foca no início do romance avassalador da jovem Elisabeth von Wittelsbach, a Sissi (que tinha 16 anos na vida real), e Franz Joseph (então com 23 anos), Imperador da Áustria e Rei da Hungria, Croácia e Boêmia, e que teve um dos mais longos reinados da Europa, de 1848 a 1916. A trama se foca nas dificuldades impostas para o casamento do Imperador, incluindo a desaprovação da corte e da rainha-mãe, que preferia ver o filho casado com a irmã mais velha da jovem, e seu irmão, que deseja o trono e também a sua futura cunhada. Apesar disso, a história começa de forma otimista e esperançosa. Só que a passagem do tempo não é aliada do casal e conduz a uma sucessão de tragédias típicas de melodramas – e que aconteceram de verdade na vida de Sissi. O elenco destaca Devrim Lingnau (“Carmilla”) e Philip Froissant (“Ilha de Segredos”) como o casal central. Esta é a segunda série recente da precursora da Princesa Diana na imaginação europeia. Uma versão bem mais polêmica foi produzida no ano passado pelos canais RTL (Alemanha) e ORF (Áustria), que trouxe Dominique Devenport como uma Sissi sem-vergonha e egoísta, e Jannik Schümann como um Franz Joseph mulherengo. Esta atração está disponível na Globoplay. “A Imperatriz” estreia em 29 de setembro.
“Uma Advogada Extraordinária” é renovada para 2ª temporada
A série “Uma Advogada Extraordinária”, produção sul-coreana que virou hit mundial na Netflix, vai ganhar uma 2ª temporada. O anúncio foi feito por Lee Sang-baek, chefe da produtora Astory, responsável pela série “Graças ao apoio de muitos espectadores, ‘Uma Advogada Extraordinária’ vai retornar para sua 2ª temporada, que pretendemos lançar em 2024. Ajustar a agenda dos atores e da equipe será um desafio, mas estamos determinados a voltar sem nenhuma mudança”, garantiu Lee Sang-baek. É que a série foi desenvolvida para a TV sul-coreana, onde não há tradição de várias temporadas. Como a maioria das produções do país são minisséries, os contratos não previam compromisso do elenco para além dos episódios iniciais. A Netflix fechou acordo para lançar a série em streaming após sua exibição televisiva, disponibilizando seus episódios semanalmente, e o resultado foi um fenômeno de audiência, que por cinco semanas foi a série de língua não inglesa mais vista da plataforma. A média de audiência se mantém crescente desde seu lançamento em 13 de julho, quando estreou com 24 milhões de horas vistas, chegando a 69 milhões de horas assistidas na semana passada. Com isso, a produção acabou entrando no Top 10 de séries de língua não inglesa mais vistas de todos os tempos na Netflix, com um total de 288,6 milhões de horas assistidas. Fez sua estreia no ranking nesta semana, em 8º lugar, à frente de “Elite 3” (275,3 milhões de horas) e logo atrás de “Lupin” (316,8 milhões de horas). Espécie de variação de “The Good Doctor” com advogados, a série acompanha a advogada extraordinária do título, que tem transtorno do espectro autista (TEA) e está começando a carreira num grande escritório de advocacia. Ela tem um QI altíssimo de 164, memória excepcional e uma maneira criativa de pensar, mas sofre com baixa inteligência emocional e poucas habilidades sociais. Como resultado, muitos a enxergam como uma pessoa esquisita, gerando alguns entraves em sua vida. O papel da advogada Woo Young-woo é desempenhado por Park Eun-bin, uma conhecida atriz de doramas que brilhou recentemente na série de época “O Rei de Porcelana” (The King’s Affection), também disponível na Netflix. Confira o trailer abaixo, com legendas em inglês. Apesar de todo seu sucesso, a Netflix Brasil não disponibilizou um trailer nacional.
Lili Reinhart começa despedida de “Riverdale” com novo filme na Netflix
A atriz Lili Reinhart, que interpreta a personagem Betty Cooper em “Riverdale”, está pronta para se despedir da série, enquanto embarca em novos projetos como o filme “Como Seria se…?”, que chegou nesta quarta (17/8) na Netflix. Em entrevista ao site da revista Variety, Reinhart definiu o momento atual como “agridoce”. “Há muitos sentimentos. Agridoce é a palavra, porque obviamente sentirei falta desse grupo de pessoas [de ‘Riverdale’] com quem passei metade dos meus 20 anos. Nós nunca estaremos todos juntos novamente trabalhando na mesma coisa, então reconheço isso e acho que todos nós reconhecemos e todos estamos tristes com isso”, contou ela. Reinhart também disse que existe, entre o elenco, uma vontade muito grande de aproveitar os últimos meses juntos, na gravação dos episódios da 7ª e última temporada. “Acho que todos nós pensamos: ‘Este é o nosso último hurra, vamos realmente tentar celebrar um ao outro e passar tempo um com o outro, porque não teremos isso novamente'”. “Será um dia muito triste quando realmente terminar, mas acho que a série fez muito por todos nós e estamos todos tão prontos para mostrar ao mundo o que mais temos. Nesse aspecto, saber o que está do outro lado é super emocionante”, acrescentou. Uma das possibilidades abertas por “Riverdale” foi a capacidade de poder escolher e produzir seus próprios filmes, como aconteceu no romance “A Química que Há Entre Nós”, lançado pela Amazon Prime Video em 2020, e novamente agora com o melodrama “Como Seria se…?”, na Netflix. “Se isso fosse há 10 anos, acho que teria sido apenas ‘Vamos dar a ela o título de produtora executiva, mas não deixá-la tomar nenhuma decisão'”, disse Reinhart sobre o trabalho como produtora. “Mas eu realmente fiz parte do filme do início ao fim, desde encontrar uma diretora até estar envolvida nas muitas reescritas e no elenco. Então, estou orgulhosa de ter participado de praticamente todos os aspectos do filme, e isso o torna mais especial para mim” Dirigido pela queniana Wanuri Kahiu (“Rafiki”), o filme acompanha Natalie (Reinhart), uma mulher ambiciosa que faz um teste de gravidez na véspera de sua formatura na faculdade. A partir daí, sua vida diverge em duas realidades paralelas: em uma ela fica no Texas e se torna uma jovem mãe, e na outra o teste dá negativo, ela não engravida e se muda para Los Angeles para perseguir seu sonho de trabalhar com animação. A atriz fez questão de destacar detalhes da trama, que fazem com que o filme não seja visto como uma escolha simplista entre ter filho ou uma carreira. “Foi muito importante para nós ter certeza de que, especialmente na vida de Natalie como uma jovem mãe, a carreira pela qual ela trabalhou tanto, o diploma que ela acabou de obter, não seja jogado fora porque ela tem um filho. Tipo, você a vê lutando para tentar manter esse caminho em sua vida, mas isso não foi algo que ela simplesmente desistiu ou deixou de lado. Ela ainda está perseguindo ativamente suas paixões como uma jovem mãe. Não é um ou outro: a carreira ou ser mãe”, apontou. Ela também considerou que ser mãe foi uma escolha consciente da personagem e não uma imposição da lei, já que estados conservadoras passaram a proibir o aborto nos EUA. “A coisa linda em nosso filme, que agora infelizmente parece um pouco distópico – tipo, em nosso mundo, não temos mais essa opção –, é que uma mulher no Texas engravida e ela é capaz de tomar a decisão sobre se quer manter o bebê ou não. Este não é um filme sobre aborto, mas é um filme sobre uma mulher que teve a oportunidade de fazer uma escolha, e a escolha foi feita por vontade própria e acabou sendo uma bela decisão para ela, porque ela pode fazê-la”. Depois dessa estreia, Reinhart tem vários outros projetos em andamento, mas todos estão em compasso de espera para que possa terminar a última temporada de “Riverdale”. “Estou incrivelmente empolgada com os projetos que venho desenvolvendo com minha produtora no último ano e meio, que estaremos prontos para filmar quando ‘Riverdale’ terminar no próximo verão”, concluiu. Veja abaixo o trailer de “Como Seria se…?”
Série da Wandinha Addams ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer da série da Wandinha Addams, que destaca a personalidade soturna e o deslocamento da protagonista. A prévia explica que ela passou por oito escolas diferentes em cinco anos e, após jogar piranhas da piscina do time de polo aquático, é finalmente enviada pela família para uma escola emo. O vídeo mostra apenas o ponto de partida da série, que passará a acompanhar a caçula da família Addams (que se chama Wednesday em inglês) pela primeira vez como uma jovem adulta, após entrar na Nevermore Academy, onde terá alguns desafios pela frente: dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos, sem perder suas adoráveis características mórbidas. Além de Jenna Ortega (“Pânico 5”) como Wandinha, o elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, e Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley), além dos corpos docente e discente da Nevermore: Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e participação especial de Christina Ricci, a Wandinha dos dois filmes live-action de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a mais recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Tim Burton vai dirigir os episódios e também produzir a atração. Por enquanto, a estreia segue prevista apenas para “em breve”.
“Uma Advogada Extraordinária” é novo fenômeno sul-coreano da Netflix
O drama jurídico “Uma Advogada Extraordinária” já é por cinco semanas a série de língua não inglesa mais vista da Netflix. Trata-se de um novo fenômeno sul-coreano da plataforma. Só na semana passada, a atração teve 69 milhões de horas assistidas. A média se mantém crescente desde seu lançamento em 13 de julho, quando estreou com 24 milhões de horas vistas, elevando sua audiência total a 288,6 milhões de horas. Com isso, a produção entrou no Top 10 de séries de língua não inglesa mais vistas de todos os tempos na Netflix. Fez sua estreia no ranking nesta semana, em 8º lugar, à frente de “Elite 3” (275,3 milhões de horas) e logo atrás de “Lupin” (316,8 milhões de horas). Por sua trama, a série pode ser considerada uma espécie de variação de “The Good Doctor” com advogados. A advogada extraordinária do título tem transtorno do espectro autista (TEA) e está começando a carreira num grande escritório de advocacia. Ela tem um QI altíssimo de 164, memória excepcional e uma maneira criativa de pensar, mas sofre com baixa inteligência emocional e poucas habilidades sociais. Como resultado, muitos a enxergam como uma pessoa esquisita, gerando alguns entraves em sua vida. O papel da advogada Woo Young-woo é desempenhado por Park Eun-bin, uma conhecida atriz de doramas que brilhou recentemente na série de época “O Rei de Porcelana” (The King’s Affection), também disponível na Netflix. Confira o trailer abaixo, com legendas em inglês. Apesar de todo o sucesso, a Netflix Brasil não disponibilizou um trailer nacional.
“Sandman” é série mais assistida da Netflix pela segunda semana consecutiva
A série “Sandman” manteve-se em 1º lugar entre as séries em inglês mais assistidas da Netflix pela segunda semana seguida. Ao longo da semana, a adaptação dos quadrinhos de Neil Gaiman somou a marca incrível de 127,5 milhões de horas assistidas, 58 milhões a mais do que na estreia. Vale destacar, porém, que a diferença entre as duas semanas também se dá pelo tempo disponível da atração, uma vez que os números da primeira semana contabilizaram apenas os três primeiros dias de exibição. Só agora foi possível mensurar a audiência de uma semana completa (de 8 a 14 de agosto) e o resultado apenas reforça a popularidade da atração. O 2º lugar ficou com a estreia da 3ª temporada da série “Eu Nunca…”, que totalizou 55 milhões de horas assistidas. Na posição seguinte ficou outra estreia de 3ª temporada, desta vez de “Locke & Key”, com mais de 38 milhões de horas. A 4ª temporada de “Stranger Things” continua fazendo sucesso, mantendo-se na 4ª posição com 35 milhões de horas. “Virgin River”, que também está na 4ª temporada, completa o Top 5, com 29,5 milhões de horas assistidas. Entre os demais destaques, a série “Manifest” continua a render maratonas dentro do serviço de streaming, aparecendo três vezes no Top 10. Enquanto a 1ª temporada da atração ficou em 6º lugar (com 28 milhões de horas assistidas), a 2ª temporada garantiu o 9º lugar (18 milhões de horas) e a 3ª temporada ficou em 10º lugar (com 18 milhões de horas). Fechando o Top 10 estão a estreia de “Eu Matei Meu Pai” (I Just Killed My Dad) na 7ª posição (com 26 milhões de horas) e “Respire!” (Keep Breathing) na 8ª posição (com quase 21 milhões de horas). Entre as atrações internacionais, o drama jurídico sul-coreano “Uma Advogada Extraordinária” fechou mais uma semana em 1º lugar, com incríveis 69 milhões de horas assistidas. E a brasileira “Bom Dia, Verônica” garantiu duas posições no Top 10 Internacional. A 2ª temporada ficou em 5º lugar (com 12 milhões de horas) e a 1ª temporada em 7º lugar (com 9 milhões de horas). Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês. 1- “Sandman” 2- “Eu Nunca… 3” 3 – “Locke & Key 3” 4 – “Stranger Things 4” 5 – “Virgin River 4” 6 – “Manifest 1” 7 – “Eu Matei Meu Pai” 8 – “Respire!” 9 – “Manifest 2” 10 – “Manifest 3”
Trailer de “Cobra Kai 5” destaca guerra entre dojos rivais
A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer da 5ª temporada de “Cobra Kai”, que traz Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai e fazendo seu estilo impiedoso de artes marciais se tornar dominante. A prévia mostra a dificuldade enfrentada pelos ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) para detê-lo, quando nem seus alunos se entendem. Além disso, ainda há seus aliados Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto) e o retorno do vilão Mike Barnes (Sean Kanan) – respectivamente, do primeiro, segundo e terceiro “Karatê Kid” – que devem incendiar ainda mais a guerra entre os dojos. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada pelos Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. O elenco ainda conta com Tanner Buchanan, Xolo Maridueña, Mary Mouser, Courtney Henggeler, Jacob Bertrand, Peyton List e Vanessa Rubio. A 5ª temporada de “Cobra Kai” vai estrear em 9 de setembro.












