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  • Série

    Novos protagonistas falam das polêmicas de “The Crown”: “Incomodando muita gente”

    9 de novembro de 2022 /

    Os atores Dominic West e Elizabeth Debicki, intérpretes do príncipe Charles e da princesa Diana na 5ª temporada da série “The Crown”, sabem o tamanho do desafio que tem pela frente. Não apenas por assumir papéis que renderam vários prêmios para seus antecessores, Josh O’Connor e Emma Corrin. Mas também pelas polêmicas envolvendo a produção da Netflix. Ambos aceitaram falar sobre as controvérsias ao jornal The New York Times. E foram direto ao ponto. “A série parece estar incomodando muita gente”, resumiu West. “Se alguém acredita que não sentimos uma tremenda responsabilidade, essa pessoa estaria errada”, completou Debicki. Lançada nesta quarta (9/11) em streaming, a 5ª temporada de “The Crown” se passa na década de 1990, quando o então Príncipe Charles teve um caso extraconjugal com Camilla Parker-Bowles, que levou ao fim eu casamento com a Princesa Diana. O fato de a série retratar esse momento em específico, que ainda divide opiniões no Reino Unido, tem rendido muitas críticas de personalidades britânicas que afirmam que a Netflix estaria fazendo um “desserviço” ao público, passando a ideia de que a atração é um retrato genuíno da família real. Afinal, a série faz muitas suposições e inventa diálogos para contar uma história com reflexos na realidade, mas que é pura ficção. “Você está sempre muito consciente de que todos têm uma opinião forte sobre o que aconteceu, e as pessoas sabem de que lado elas estão. É um campo minado, até certo ponto”, disse West, quando questionado a respeito da responsabilidade de representar uma história conhecida do público. Debicki, por sua vez, enxerga o desafio como algo positivo. Segundo ela, isso representa “um exercício realmente interessante porque as pessoas trazem sua memória viva para essa história. Eu nunca tinha feito parte de qualquer coisa parecida”. Um dos motivos de “The Crown” estar sendo tão criticada é por causa da recente morte da Rainha Elizabeth II. Talvez em respeito à memória da rainha, parte do público britânico não quer vê-la representada de maneira negativa na atração. Quando questionado sobre a impacto da morte da rainha na série, West disse: “me lembro de sentir o quanto aquela morte tinha sido incrível, que efeito incrível ela teve, e que figura mundial maravilhosa e única a rainha foi. Mas outra coisa interessante foi que boa parte da 5ª temporada girava em torno do debate se Charles um dia se tornaria rei.” O ator ainda afirmou que, “na década de 1990, muita gente dizia que ‘não acho que ele seja o cara certo’. Mas a hora chegou, e foi incrível como todos o aceitaram rápida e instantaneamente como o novo rei — e sem questionar. Parece que boa parte daquele período tumultuado que tínhamos representado para Charles, de se ele viria ou não a cumprir seu destino, teve uma resposta naqueles poucos dias”. “Sempre me surpreende a rapidez com que a história se move, a rapidez que as mudanças acontecem”, afirmou Debicki. “Isso choca um pouco. Ficamos todos muito tristes e fizemos uma pausa nas gravações. E em seguida aquela linda fila começou a se formar, composta por todas aquelas pessoas com idades, modos de vida e capacidades tão diferentes, todas passando diante do caixão. Foi muito triste para mim.” Falando sobre a sua proximidade com o papel da Princesa Diana, Elizabeth Debicki disse que “minha primeira lembrança desse período, como acho que a de muitas pessoas da minha idade, foi testemunhar as reações dos meus pais ao funeral dela. É uma lembrança muito clara para mim.” West foi ainda mais longe, dizendo que “eu observo a família real desde que os dois se casaram. Eu era obcecado por Diana. Ainda sou. Eu devia ter dez ou 11 anos. Eu me lembro de planejar com dois amigos sobre tentarmos acampar do lado de fora do palácio para tentar vê-la – é triste me lembrar disso agora.” Entre as pessoas que criticaram a série, destacam-se o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série. Ele acusou “The Crown” de apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou usurpar o trono. Outro ex-primeiro ministro britânico, Tony Blair, apontou que muitas cenas em que aparecem na temporada nunca aconteceram na vida real, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua amante Camilla. Enfurecido, ele chamou a produção de “um lixo completo e absoluto”. Acabou ecoando a atriz Judi Dench (“Belfast”), que escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A Netflix atendeu parcialmente o pedido, incluindo o aviso de “dramatização fictícia” abaixo da descrição do trailer da 5ª temporada. “As pessoas dizem ‘por que precisamos mexer de novo com essas coisas?’. Na época, não havia perspectiva. O divórcio e até mesmo a morte de Diana – precisamos de 25 anos ou qualquer que tenha sido o tempo que passou a fim de processar”, explicou West. “E é interessante o que pensamos agora, e a maneira pela qual podemos ser muito mais equilibrados em nossa visão desse assunto. É o benefício de ver a situação em retrospecto”. Ele acrescentou que “Charles é um personagem bastante controverso, na forma como ele é retratado”. Mas que tem experiência própria com o agora Rei para admirá-lo. “Eu estive envolvido na [instituição de caridade] Prince’s Trust e realmente admiro o trabalho que ele faz com essa organização. Não queria de forma alguma comprometer isso. Mas estou cada vez mais convencido de que a série não põe esse trabalho em risco e tampouco põe em risco qualquer coisa relacionada com a família real”, concluiu. Assista abaixo ao trailer da nova temporada.

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  • Série

    A Vida Mentirosa dos Adultos: Nova adaptação de Elena Ferrante ganha trailer

    8 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Vida Mentirosa dos Adultos”, série baseada no livro mais recente da escritora italiana Elena Ferrante – de “A Amiga Genial”. A trama narra a história da adolescente Giovanna, que enfrenta a dissipação de suas certezas, o divórcio dos pais e uma iniciação amorosa pouco excitante. Ao longo das páginas, o livro aborda as transformações, as dificuldades, o crescimento, o desencanto, as traições e as mentiras dos adultos na vida da jovem. Quando é comparada pelo pai a uma tia excluída da família, Giovanna entra em crise, no que será o estopim para um caminho de descobertas e aproximação dessa tia distante. A misteriosa Ferrante assina o roteiro da produção, que é estrelada pela jovem Giordana Marengo (“Medici: Mestres de Florença”) e a veterana Valeria Golino (“Rain Man”), e chega ao streaming em 4 de janeiro.

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  • Série

    Atriz de “Bridgerton” enfrenta fantasma em cena de nova série

    8 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou a premeira – e tensa – cena de “Lockwood & Co”, série sobrenatural que fez a atriz Ruby Stokes abandonar “Bridgerton”. A prévia mostra que ela quase se dá mal na nova produção, ao enfrentar um fantasma. Baseada na franquia literária de Jonathan Stroud, a trama gira em torno de um time de caça-fantasmas juvenis de Londres, cidade onde apenas os caçadores de fantasmas mais habilidosos se aventuram para combater espíritos malignos. Stokes vive uma das três protagonistas: Lucy Carlyle, uma jovem dotada de poderes psíquicos, que junto com Anthony Lockwood e George Karim administra uma agência de detecção paranormal. Em meio a um mercado dominado por adultos, a empresa comandada pelos jovens tem um único e importante propósito: desvendar um grande mistério que mudará para sempre o curso da História. Escrita, produzida e dirigida por Joe Cornish, diretor de “O Menino que Queria Ser Rei” e roteirista de “Homem-Formiga”, a atração também conta com o estreante Cameron Chapman e Ali Hadji-Heshmati (“Holby City”) no elenco central, respectivamente nos papéis de Lockwood e Karim. A nova produção da Netflix vai estrear em 27 de janeiro.

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  • Série

    Netflix revela abertura da série da Wandinha Addams

    8 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou a abertura da série “Wandinha” (Wednesday), que traz Jenna Ortega (“Pânico 5”) como a filha caçula da Família Addams. A prévia mostra os créditos da produção. A série vai retratar a personagem pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para uma escola emo, a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Série

    “A Imperatriz” é renovada para 2ª temporada

    8 de novembro de 2022 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “A Imperatriz” para sua 2ª temporada. A notícia foi divulgada nas redes sociais da plataforma e teve direito a vídeo do elenco comemorando a continuidade da produção. “A Imperatriz” foi a segunda série de 2022 sobre Sissi, a adolescente que virou Imperatriz da Áustria e até hoje é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Criada por Katharina Eyssen (“A Garota das Nove Perucas”), a série alemã é menos escandalosa que a lançada recentemente pela Globoplay (chamada “Sissi”) e foca no início do romance avassalador da jovem Elisabeth von Wittelsbach, a Sissi (que tinha 16 anos na vida real), e Franz Joseph (então com 23 anos), Imperador da Áustria e Rei da Hungria, Croácia e Boêmia no final do século 19. A trama se foca nas dificuldades impostas para o casamento do Imperador, incluindo a desaprovação da corte e da rainha-mãe, que preferia ver o filho casado com a irmã mais velha da jovem, e seu irmão, que deseja o trono e também a sua futura cunhada. Apesar dessa história de amor ser lendária, o relacionamento conduz a uma sucessão de tragédias típicas de melodramas – e que aconteceram de verdade na vida de Sissi. O elenco destaca Devrim Lingnau (“Carmilla”) e Philip Froissant (“Ilha de Segredos”) como o casal central. A segunda temporada de A Imperatriz está confirmada.👑 pic.twitter.com/MO0bTCcnZ6 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 8, 2022 👑 DIE KAISERIN STAFFEL 2 IST BESTÄTIGT!!! 👑 pic.twitter.com/nW4Zdv77WD — netflixde (@NetflixDE) November 8, 2022

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  • Série

    Netflix fará série de comédia passada no mundo do “reggaeton”

    8 de novembro de 2022 /

    A Netflix vai produzir uma série de comédia passada no mundo do “reggaeton”, estilo musical derivado do reggae e influenciado pelo hip hop, salsa e música eletrônica. O exemplo mais conhecido do gênero é a canção “Despacito”, de Luis Fonsi, cujo clipe se tornou o segundo vídeo mais assistido da história do YouTube, com mais de 8 bilhões de visualizações, mas até Anitta grava canções do gênero. A série vai acompanhar três amigos que se mudam de uma pequena cidade na Flórida para Miami na esperança de se tornarem grandes nomes no mundo do reggaeton. Mas eles logo percebem que fazer sucesso dentro da indústria da música não é algo tão simples quanto pensavam. Ainda sem nome, a série foi criada por Shea Serrano (produtor de “Hip Hop: The Songs That Shook America” e autor do livro “The Rap Year Book”) e terá o roteirista Max Searle (“Two and a Half Men”) na função de showrunner. O elenco é formado por Tyler Dean Flores (“Falcão e o Soldado Invernal”), Emma Ferreira (“Learn to Swim”), Jordan Mendoza (“Comedy Central – As Seen ON CC”) e Courtney Taylor (“Insecure”). A atração terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia. Relembre abaixo o maior sucesso do reggaeton, “Despacito”.

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  • Filme

    The Rock anuncia começo das filmagens de “Red One” com Chris Evans

    7 de novembro de 2022 /

    Dwayne “The Rock” Johnson está emendando a divulgação de “Adão Negro” com o início da produção de seu próximo projeto. O astro revelou em seu Instagram o começo das filmagens de “Red One”. Para ilustrar a novidade, ele divulgou uma imagem do set, em que aparece ao lado de Chris Evans (o Capitão América da Marvel) numa loja de brinquedos. Na legenda da foto, o ator ainda afirmou que o longa será o primeiro de uma franquia natalina. “Está começando a parecer Natal… Oficialmente iniciamos a produção do nosso filme de franquia natalino intitulado ‘Red One’ com meu amigo Chris Evans. Chris e eu estávamos esperando toda a nossa carreira para fazer um filme de Natal e, agora, finalmente, os problemas começaram… Nosso diretor, Jake Kasdan, trabalhou duro para entregar uma franquia de Natal muito especial e única para vocês e suas famílias ao redor do mundo desfrutarem” Em “Red One”, Johnson vai voltar a trabalhar com o diretor Jake Kasdan após sucesso global dos dois filmes de “Jumanji”, que renderam mais de US$ 1,7 bilhão para a Sony. O elenco também inclui Kiernan Shipka (estrela de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Lucy Liu (“As Panteras”), J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Nick Kroll (“Não Se Preocupe, Querida”), Kristofer Hivju (“Game of Thrones”), Mary Elizabeth Ellis (“Licorice Pizza”), Bonnie Hunt (“Doze é Demais”) e Wesley Kimmel (“O Livro de Boba Fett”), sobrinho do apresentador Jimmy Kimmel. O roteiro final é de Chris Morgan, outro produtor e roteirista de blockbuster, responsável pelos filmes mais bem-sucedidos da franquia “Velozes e Furiosos” – inclusive o derivado “Hobbs & Shaw”, estrelado por Johnson. O projeto foi concebido por Hiram Garcia, sócio de Johnson na produtora Seven Bucks. Em comunicado, ele afirmou que “queria contar essa história há anos”. Sem dar detalhes da trama, acrescentou que “Red One” é “um épico filme de ação e aventura que pega o adorável conceito dos feriados e vira de cabeça para baixo”. O lançamento está sendo planejado para o Natal de 2023 na plataforma Prime Video, da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dwayne Johnson (@therock)

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  • Filme

    Netflix fará filme e série animada baseados no game “Gears of War”

    7 de novembro de 2022 /

    A Netflix anunciou que vai produzir um filme em live-action (com atores reais) e uma série animada baseada na franquia de games “Gears of War”. A informação foi divulgada pela própria Netflix, por meio de uma publicação no Twitter. “Gears of War” narra o conflito entre a humanidade, os reptilianos humanoides subterrâneos conhecidos como Locust Horde, e os seus homólogos modificados, os Lambent. A franquia já teve sete jogos principais, que venderam mais de 22 milhões de unidades e renderam mais de US$ 1 bilhão. Os games também já ganharam adaptações para os formatos de livros e quadrinhos. A desenvolvedora The Coalition, responsável pelos jogos, também está envolvida nas adaptações. Embora não tenha entrado em detalhes a respeito dos projetos, a Netflix afirmou que além do filme e da série animada, existe “potencial para mais histórias a seguir!” Os projetos ainda não têm previsão de estreia. Gears of War was released 16 years ago today and to mark the occasion, Netflix has partnered with The Coalition to adapt the @GearsofWar video game saga into a live action feature film, followed by an adult animated series — with the potential for more stories to follow! pic.twitter.com/3zInFSnUu4 — Netflix (@netflix) November 7, 2022 ABAIXA QUE LÁ VEM TIRO @GearsofWar💥 Um filme de ação live-action baseado no game Gears of War e uma animação adulta da saga estão em produção. pic.twitter.com/B1mJqgurxs — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 7, 2022

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  • Filme

    Trailer apresenta suspeitos da continuação de “Entre Facas e Segredos”

    7 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o novo pôster e o trailer completo da continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019). A prévia mostra um grupo seleto de detetives amadores e profissionais reunidos na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e ainda será exibido em alguns cinemas selecionados antes de chegar à Netflix em 23 de dezembro.

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  • Série

    “Dahmer: Um Canibal Americano” terá novas temporadas

    7 de novembro de 2022 /

    A Netflix encomendou novas temporadas das séries “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindo à Vizinhança”, ambas criadas por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). As renovações, porém, vão seguir caminhos diferentes. A nova temporada de “Bem-Vindo à Vizinhança” deve seguir contando a história da sinistra figura do The Watcher (O Observador), visto na 1ª temporada. Já “Dahmer: Um Canibal Americano”, que ganhou encomenda de duas novas temporadas, vai adotar o formato de antologia, com cada temporada contando a história de um assassino diferente – algo similar ao que Murphy fez em outras séries suas, como “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”. Vale observar que a série “Dahmer: Um Canibal Americano” tem um título muito diferente em inglês, que se presta melhor à ideia de uma série antológica. Ela foi lançada como “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” nos EUA e os próximos capítulos vão manter esse formato – como “Monster: The Charles Manson Story”, por exemplo. No Brasil, essa ligação não poderá será feita da mesma forma por conta da tradução nacional. A Netflix ainda não divulgou quais assassinos serão tema das próximas temporadas, mas afirmou que o serviço vai “contar as histórias de outras figuras monstruosas que impactaram a sociedade”. “O público não consegue tirar os olhos de ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ e ‘Bem-Vindo à Vizinhança’. A equipe criativa de Ryan Murphy e Ian Brennan em ‘Dahmer’ junto com Eric Newman em ‘Bem-Vindo à Vizinhança’ são contadores de histórias magistrais que cativaram o público em todo o mundo. A força consecutiva dessas duas séries se deve à distinta voz original de Ryan, que criou sensações culturais e estamos entusiasmados em continuar contando histórias nos universos ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ e ‘Bem-Vindo à Vizinhança’”, disse Bela Bajaria, executiva da Netflix. As renovações não são nenhuma surpresa, visto que as duas séries foram sucessos estrondosos na Netflix. “Bem-Vindo à Vizinhança” acumulou mais de 125 milhões horas assistidas somente na sua primeira semana de exibição. E “Dahmer: Um Canibal Americano” já se aproxima do total de 1 bilhão de horas assistidas, sendo a segunda série em inglês mais vista da história da Netflix. Porém, apesar do sucesso, a parceria de Murphy com a Netflix pode estar chegando ao fim. Em 2018, ele fechou um contrato de exclusividade de cinco anos com o serviço de streaming no valor de US$ 300 milhões. E suas primeiras produções para a Netflix, as séries “The Politician”, “Hollywood” e “Ratched”, certamente não justificaram o investimento feito no criador. E agora que ele finalmente mostrou o seu toque de Midas na criação de séries de sucesso, seu contrato está prestes a se encerrar. Quando questionado sobre o que pretende fazer depois que o contrato acabar, Murphy foi vago. “Talvez eu não faça nada”, disse ele ao jornal New York Times. “Eu poderia me aposentar e lançar uma linha de produtos de cera de abelha. Eu não ficaria surpreso se me mudasse para a Costa Leste e mudasse minha vida completamente. Acabei de comprar uma fazenda e sempre quis ser agricultor. Eu cresci em Indiana. Meu quintal era um milharal.” As novas temporadas de “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindo à Vizinhança” ainda não têm previsão de estreia.

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  • Série

    Netflix revela título do primeiro episódio do 5º ano de “Stranger Things”

    7 de novembro de 2022 /

    A Netflix revelou o título do primeiro episódio da 5ª e última temporada da série “Stranger Things”. A revelação foi feita por meio de uma publicação no Instagram do serviço de streaming, que mostra a foto da capa de um roteiro, onde é possível ver o título: “Chapter One: The Crawl”. A palavra “Crawl” tem diferentes traduções, podendo significar “rastejar” e “engatinhar”, ou “arrepiar” e “formigar”. “Crawl” também é o nome dado a um estilo de natação ou à profissão de “lagosteiro”. Entretando, levando em consideração a temática da série, é possível supor que o nome tenha alguma relação com algo que rasteja. Outra informação contida na publicação é que o episódio foi escrito pelos irmãos Brothers, os criadores da série. As revelações foram feitas como parte da comemoração do “Stranger Things Day” (Dia de Stranger Things) em 6 de novembro. A data serve para comemorar o dia em que Will Byers desapareceu na 1ª temporada da série. As comemorações também envolveram exibições da série em salas de cinema e distribuição de brindes para os fãs. A aguardada temporada final de “Stranger Things” tem gerado muita expectativa entre os fãs. Embora não tenham entrado em detalhes a respeito do que o público pode esperar, os irmãos Duffer disseram que não pretendem adicionar novos personagens para se concentrarem no elenco principal já estabelecido. “Eu gosto de agitar, então nós agitamos mudando o enredo ou adicionando um novo monstro. Estamos fazendo o nosso melhor para resistir [a adicionar novos personagens] para a 5ª temporada. Estamos tentando não fazer isso para que possamos nos concentrar nos personagens originais”, disse Matt Duffer ao site IndieWire. A 5ª temporada de “Stranger Things” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix US (@netflix)

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  • Série

    As 10 melhores séries de outubro

    6 de novembro de 2022 /

    Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, não há maratona de sofá que dê conta de acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem atenção e que podem estar passando batidas entre a enxurrada de títulos recentes. O destaque é uma produção grandiosa de sci-fi, mas em meio às tramas de fantasia – e terror – destacam-se também séries dramáticas baseadas em histórias reais e títulos bastante representativos do novo humor britânico. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque.   | PERIFÉRICOS | AMAZON PRIME VIDEO   A série sci-fi produzida pelos criadores de “Westworld” traz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como uma mulher desiludida dos EUA rural, que não vê futuro em sua vida. Até que o futuro chega pelas mãos de seu irmão, vivido por Jack Reynor (“Midsommar”): um novo simulador beta de realidade virtual. A princípio impressionada com o realismo das imagens do aparelho que o irmão foi contratado para testar, ela logo muda de ideia ao perceber que pode ser ferida de verdade ao usar o aparelho perigoso. Na verdade, o que os irmãos pensam ser uma simulação do ciberespaço revela-se uma conexão real com o futuro, possibilitada por uma tecnologia de outra época. A trama é baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento cyberpunk, e lida com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação foi feita por Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A série é o primeiro fruto de um contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. Para completar, o primeiro episódio tem direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”).   | O CLUBE DA MEIA-NOITE | NETFLIX   A nova série de terror desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, começa como um drama juvenil de doença, antes de sofrer uma reviravolta tensa e sobrenatural e se tornar uma das melhores do diretor – usando o horror como forma de ilustrar as piores coisas que podem se manifestar contra alguém. A trama gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. Essas histórias ganham vida nos episódios, mas há um fio narrativo que se sobrepõe. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Pois assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital.   | OS WINCHESTERS | HBO MAX   Prólogo de “Supernatural”, a nova série semanal de terror conta a história dos pais de Sam e Dean, os irmãos Winchester do programa original. Enquanto Mary Campbell é apresentada como uma jovem de 19 anos que tem lutado contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester é um veterano da Guerra do Vietnã que até recentemente desconhecia a existência de demônios. Os personagens principais são interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). “The Winchesters” é comandada pelo showrunner Robbie Thompson, que foi co-produtor executivo de “Supernatural”, e conta com produção de Jensen Ackles, o Dean, que também participa como narrador da história. Outra curiosidade do elenco é a escalação de Tom Welling (o Clark Kent de “Smallville”) como Samuel Campbell, o pai de Mary, originalmente interpretado por Mitch Pileggi em “Supernatural”. Samuel é um caçador veterano e autoritário que ensinou a Mary tudo o que sabe, mas só surge na tela a partir do episódio sete.   | TRÊS IRMÃS | NETFLIX   Esta adaptação muito – mas muito – livre de “Adoráveis Mulheres”, clássico literário de Louisa May Alcott (levado às telas por Greta Gerwig em 2019), é um drama contemporâneo e capitalista sobre a luta de três irmãs para sair da pobreza, que surpreende com reviravoltas inesperadas. Vivendo uma vida sem luxos e enfrentando os desperdícios da mãe perdulária, as duas irmãs mais velhas da família Oh se esforçam para dar à mais nova e de inclinação artística um futuro melhor. Mas enquanto uma perde o emprego e se entrega ao álcool, a outra se envolve num perigoso esquema de peculato depois que um suicídio inesperado a deixa com 2 bilhões de won (em torno de R$ 7,3 milhões), conduzindo as irmãs a um enfrentamento com a família mais rica do país. As irmãs são vividas por Kim Go-eun (“O Rei Eterno”), Nam Ji-Hyun (“O Túnel”) e Park Ji-hu (“All of Us Are Dead”), e a trama é assinada pela premiada roteirista Jeong Seo-kyeong, parceira do diretor Park Chan-wook em cinco filmes, incluindo “Lady Vingança”, “A Criada” e o recente “Decision to Leave”.   | RECOMEÇO | NETFLIX   Na minissérie dramática, Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) vive uma americana que se apaixona por um chef (o novato Eugenio Mastrandrea) enquanto estuda na Itália. O enredo romântico leva os dois a construírem uma vida nos Estados Unidos. Mas aí acontece a reviravolta tradicional do gênero – veja-se toda a prateleira de obras de Nicholas Sparks – , que envolve doença e a necessidade de seguir em frente. A diferença em relação aos vários exemplares similares é que essa história é real. A atração adapta um best-seller escrito pela também atriz Tembi Locke (das séries “Eureka” e “The Magician”) com base em sua própria vida. A adaptação é assinada pela irmã de Tambi, a roteirista Attica Locke, que escreveu episódios de “Empire” e da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), e é produzida pela própria Zoë Saldaña em parceria com Reese Witherspoon (de “Big Little Lies”).   | A INUNDAÇÃO DO MILÊNIO | NETFLIX   Baseada numa inundação real de 1997, a série polonesa de catástrofe acompanha os esforços para impedir que a capital da Baixa Silésia seja sepultada pelo avanço das águas. Mas quando os políticos tomam a decisão de salvar a cidade, as vilas e campos ao redor são entregues à própria sorte. Os criadores Kasper Bajon (de “A Saída”, também disponível na Netflix) e Kinga Krzemińska apresentam em detalhes as histórias das pessoas envolvidas na tragédia, encarregados da emergência e vítimas, criando um retrato convincente e imensamente envolvente da comunidade durante seis episódios.   | SOM NA FAIXA | NETFLIX   A indústria digital e seus “killer apps” têm rendido várias minisséries reveladoras, mas nenhuma tão focada quanto esta produção sueca, que oferece um relato acurado de como uma pequena empresa de Estocolmo revolucionou a indústria musical com a ideia de lançar uma plataforma (não pirata) de música por assinatura. Trata-se da história do Spotify. Com roteiro de Christian Spurrier (“Silent Witness”) e direção de Per-Olav Sørensen (“Royalteen”), a trama poderia se centrar apenas em Daniel Ek (Edvin Endre, de “Fartblinda”), que, frustrado por não ser considerado bom o suficiente para trabalhar no Google, acabou criando o Spotify. Em vez disso, divide seu protagonismo com outros profissionais que, de uma forma ou outra, imaginaram a resposta às preces das gravadoras durante a crise sem precedentes que ameaçou acabar com a indústria fonográfica no começo do século 21.   | BRASSIC 3 | HBO MAX   Uma das comédias britânicas mais populares da atualidade e maior sucesso do canal pago Sky em sete anos, “Brassic” segue a vida de Vinnie O’Neill (Joe Gilgun, de “Preacher”) e seus amigos na cidade fictícia de Hawley, no norte da Inglaterra. O grupo comete vários crimes para manter dinheiro no bolso, mas à medida que envelhecem e se tornam conhecidos dos guardas da prisão local, alguns começam a se perguntar se não existe outra forma de ganhar a vida – até surgir a ideia de outro golpe infalível. A boa audiência da série fez crescer o número de episódios a partir da 3ª estreia – de seis para oito capítulos – e já garantiu renovação até seu quinto ano de produção. Além de estrelar, Gilgun é cocriador da série com Danny Brocklehurst (“Shameless”) e foi indicado pelo papel, por dois anos seguidos, ao BAFTA TV (o Emmy britânico) como Melhor Ator de Comédia do Reino Unido.   | OS FORA DA LEI | HBO MAX   Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a comédia britânica segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. E durante a limpeza de uma casa abandonada e caindo aos pedaços, encontram uma fortuna em dinheiro escondido – que pertence a um perigoso criminoso. Todos têm planos para o dinheiro, inclusive o verdadeiro dono, o que os transforma em alvos. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Um detalhe interessante é que, além de obter muitas críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar de branco alguns muros grafitados e acabam apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – melhor ainda: o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. A rede BBC já produziu uma 2ª temporada, ainda inédita no Brasil.   | DERRY GIRLS 3 | NETFLIX   Uma das melhores séries britânicas recentes chega ao fim. As duas primeiras temporadas tem “apenas” 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, destacando a irreverência das atrizes Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan e Jamie-Lee O’Donnell, além do “Derry Boy” Jamie-Lee O’Donnell, como adolescentes do começo dos anos 1990 na Irlanda do Norte. A trama acompanha seus cotidianos na escola, casa e ruas da cidade que batiza a produção. Como a comédia é uma história de amadurecimento, a história termina com os cinco adolescentes virando lentamente adultas… mas muito lentamente, enquanto a própria Irlanda do Norte amadurece, encerrando um período de confrontos entre católicos e protestantes, para entrar em uma fase mais esperançosa.

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  • Série

    Tony Blair chama “The Crown” de lixo, falso e prejudicial

    6 de novembro de 2022 /

    O ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Tony Blair, juntou-se aos protestos contra a 5ª temporada de “The Crown”, que estaria tentando passar a impressão de que os eventos dramatizados em seus episódios seriam verdade, quando foram totalmente inventados. Tony Blair foi o primeiro-ministro do Reino Unido nos meses de 1997 que antecederam a morte da princesa Diana. Por meio de seu porta-voz, ele comunicou que várias cenas descritas como parte da nova temporadas são “um lixo completo e absoluto”. E foi ainda mais longe numa carta publicado pelo jornal Telegraph neste fim de semana. “Será profundamente doloroso para uma família que ainda está de luto pela mesma pessoa em cuja vida todo esse drama foi forjado”, disse o político britânico no texto assinado. “A Netflix pode muito bem considerar que qualquer publicidade é boa publicidade. Mas garanto-lhes que não – ainda mais quando desrespeita a memória de quem já não vive, ou põe palavras na boca de quem ainda vive, mas que se encontra numa posição em que não pode se defender”, continuou. “A ficção não deve ser desfilada como fato. A Netflix continua se recusando a divulgar um aviso no topo dos créditos de abertura, acreditando que ‘todo mundo sabe que esta é uma série de ficção’. Mas isso simplesmente não é justificativa suficiente. Se todos sabem, por que não reconhecer isso? Sem tal ação, muitos milhões – em todo o mundo – ainda poderiam ser influenciados por um roteiro danoso e ficcional, que reivindica ‘autoridade’ ao intercalar ficção com fatos históricos”, apontou. “O entretenimento é uma grande e gloriosa indústria que traz enorme prazer para muitos milhões. A Netflix não deve rebaixar isso com retratos que são prejudiciais e falsos”, concluiu Blair. Blair apontou que muitas cenas em que aparece na série nunca aconteceram, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua então companheira secreta Camilla. O antecessor de Blair, John Major, também contestou anteriormente uma cena em que Charles buscou seu conselho e apoio para assumir a coroa via abdicação de sua mãe, a rainha Elizabeth. No mês passado, após outras figuras públicas britânicas, incluindo a atriz Judi Dench, pressionaram a Netflix para adicionar um aviso no trailer da 5ª temporada, dizendo que a produção era uma “dramatização fictícia” e “inspirada em eventos reais”. A 5ª temporada de “The Crown” estreia na quarta (9/11) na Netflix. A série será encerrada no sexto ano de produção, que atualmente está sendo gravado no Reino Unido. Veja abaixo o trailer dos novos capítulos.

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