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  • Série

    Estreias: 10 séries para retomar ou descobrir em streaming

    11 de novembro de 2022 /

    A programação da semana traz novas temporadas de séries aguardadas, novas produções e até a disponibilização de uma série clássica inédita em streaming. Confira abaixo 10 sugestões, voltadas a diferentes públicos, que se destacam na avalanche de lançamentos do período.   | THE CROWN 5 | NETFLIX   A 5ª temporada de “The Crown” chega ao streaming acompanhada de acusações de sensacionalismo. Mas na prática não explora as polêmicas verídicas desse período da monarquia, marcado pela infidelidade do Príncipe Charles, que levou ao fim de seu casamento com a Princesa Diana, além de ignorar completamente as ligações criminosas do Príncipe Andrew com pedófilos e traficantes (hoje) condenados. Em vez disso, valoriza mais uma vez a devoção da Rainha Elizabeth II, como tem feito desde seu primeiro capítulo, e apresenta um retrato bastante positivo do atual Rei Charles como um nobre progressista. Os novos episódios se concentram na crise criada pela indiscrição de Charles, que teve uma bizarra conversa íntima com a amante – e atual rainha consorte Camilla Parker Bowles – vazada para a imprensa, bem como no comportamento de Diana, que estimularia a impressão de ser vista como outsider na família real. A nova fase também marca uma mudança completa no elenco, com Imelda Staunton (a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”) assumindo o protagonismo como última intérprete da rainha Elizabeth II, após Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas). O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles, Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker Bowles, Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed.   | WARRIOR NUN 2 | NETFLIX   A ordem das noviças rebeldes retoma sua luta contra o anjo do mal e suas criaturas das trevas em novos capítulos concebidos por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, a atração virou febre quando foi lançada pela Netflix há dois anos. A pandemia, porém, adiou os planos de produção do segundo ano, criando um longo hiato entre os episódios. Além de lutas marciais muito bem coreografadas e uma trama cheia de reviravoltas, a série também reúne um grupo promissor de atrizes europeias e americanas, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das jovens freiras guerreiras. O elenco ainda inclui o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que é gravada em cenários deslumbrantes da Espanha.   | MYTHIC QUEST 3 | APPLE TV+   Uma das melhores sitcoms da atualidade também é das menos incensadas. Semelhante a “The Office” e “Brooklyn Nine-Nine”, a série é uma comédia de local de trabalho, que acompanha o proprietário de uma empresa bem-sucedida de videogame e sua equipe problemática, enquanto lutam para manter o sucesso de seu jogo principal. O criador da série, Rob McElhnney (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), vive o proprietário em eterno embate com a personagem de Charlotte Nicdao (“Content”). O ótimo elenco também inclui F. Murray Abraham (“The White Lotus”), Danny Pudi (“Community”), Imani Hakim (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Jessie Ennis (“Alma da Festa”), David Hornsby (“Good Girls”), Naomi Ekperigin (“De Férias da Família”), Caitlin McGee (“Home Economics”) e a atriz de videogames Ashly Burch (“Critical Role”), além do fortão Joe Manganiello (“Magic Mike”), que entrou no elenco nesta 3ª temporada.   | CATARINA, A GRANDE | GLOBOPLAY   A minissérie britânica traz a atriz Helen Mirren (“A Rainha”) no papel-título. Especialista em interpretar rainhas, ela dá vida na produção à imperatriz Catarina da Rússia, uma das mulheres mais poderosas da História. A trama explora tanto a expansão do império russo no século 18 quanto a vida amorosa da monarca em sua fase mais madura, com destaque para seu caso com Grigori Potemkin, vivido na produção por Jason Clarke (“Cemitério Maldito”). Vale lembrar que a juventude de Catarina está sendo coberta por outra série, “The Great”, estrelada por Elle Fanning numa chave cômica. A produção volta a reunir Mirren com o roteirista Nigel Williams, autor da minissérie “Elizabeth I”, que rendeu o Emmy para a atriz em 2006. A direção está a cargo de Philip Martin (da série “The Crown”).   | MULHERES DO MOVIMENTO | GLOBOPLAY   Baseado em fatos reais, a minissérie dramatiza a história de Emmett Till, adolescente negro de 14 anos, que em 1955 viajou de sua casa em Chicago para visitar familiares no Mississippi. Acostumado com a cidade grande, ele não sabe que os negros do Sul não podem interagir com mulheres brancas e acaba morto por isso. Os assassinos são presos e julgados, mas o júri branco se recusa a condená-los. Revoltada com essa Justiça racista, sua mãe se torna uma poderosa voz de protesto social nos EUA, levantando ativistas em todo o país. Criada por Marissa Jo Cerar (roteirista de “The Handmaid’s Tale”), a atração tem direção de Gina Prince-Bythewood (“A Mulher Rei”), que também produz os episódios em parceria com o rapper Jay-Z e o astro Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”). Já o elenco destaca Adrienne Warren (de “A Mulher Rei”) como Mamie Till-Mobley e o jovem Cedric Joe (“Space Jam: Um Novo Legado”) na pele de Emmett Till. Vale apontar que esta mesma história está sendo levada aos cinemas no filme “Till”, de Chinonye Chukwu (“Clemência”), com estreia prevista para janeiro nos EUA.   | VIDA DE CASAL | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia traz o apresentador James Corden (“A Festa de Formatura”) e a atriz Sally Hawkins (“A Forma da Água”) como irmãos. Corden vive um chef que descobre segredos chocantes sobre sua esposa grávida (Melia Kreiling, de “Salvation”) e procura respostas com a ajuda de seu cunhado (Colin Morgan, de “Humans”). Mas nisso se depara com os problemas do casamento de sua irmã. Os seis episódios são escritos por Jez Butterworth (roteirista de “Ford vs. Ferrari”), produzidos por James Richardson (“Britannia”) e dirigidos por Stephanie Laing (“Perfeita pra Você”).   | A TAÇA É NUESTRA | STAR+   Em clima de Copa do Mundo, a série apresenta a história de um torcedor argentino (Joaquín Furriel, de “Vosso Reino”), que após investir todas as suas economias para viajar com seu filho para a Copa do Mundo, vê a seleção argentina ser desclassificada por uma sanção nas eliminatórias. Revoltado, ele resolve reunir um grupo prestes a perder seus empregos para fazer justiça com as próprias mãos, dando início a um plano mirabolante para roubar o troféu oficial da FIFA, em sua turnê promocional pela Argentina, e assim defender a honra do país. Criada por Gabriel Nicoli (“El Grito de las Mariposas”), a produção conta com a participação de conhecidos craques da seleção argentina, como Sergio Goycochea, Oscar Ruggeri e Maximiliano Rodriguez, além de cronistas esportivos e atores como Benjamín Amadeo (“Entre Laços”), Carla Quevedo (“O Segredo dos Seus Olhos”) e Javier Gómez (“Luis Miguel: A Série”).   | NO MUNDO DA LUNA | HBO MAX   A nova comédia brasileira é uma sitcom jornalística com um toque sobrenatural, que traz Marina Moschen (“Deus Salve o Rei”) em seu primeiro papel como protagonista. Ela interpreta a Luna do título, uma jornalista recém-formado que vem de uma família cigana. Para conseguir seu primeiro emprego e entrar na profissão, a jovem acaba aceitando fazer a sessão de horóscopo de um portal de notícias, usando cartas do baralho de sua família. Só que as cartas, com séculos de História, começam a falar com ela. Literalmente. A atração adapta o livro homônimo de Carina Rissi (autora do filme “Procura-se”) e conta com direção geral de Roberto d’Ávila (“Eliana em O Segredo dos Golfinhos”). A estreia acontece no domingo (13/11).   | THE KINGDOM | MUBI   A plataforma MUBI está disponibilizando as duas primeiras temporadas da série clássica de terror, iniciada na década de 1990 pelo cineasta Lars von Trier (“Ninfomaníaca”), antes de lançar a nova leva da produção, que foi retomada neste ano pelo diretor. Além de produzir, Von Trier assina a maioria dos roteiros e direção dos episódios. “The Kingdom” é ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou. As primeiras temporadas foram exibidas em 1994 e 1997, e acompanharam os médicos se convencendo, por meio de eventos estranhos e inexplicáveis, de que o lugar era assombrado. A 3ª temporada vai chegar em 27 de novembro, trazendo respostas para as questões não resolvidas da série, além de apresentar um esforço final para impedir o hospital de se transformar em ruínas.   | ZOOTOPIA+ | DISNEY+   A série animada traz seis episódios curtos centrados nos personagens do longa de 2016. Nos moldes de uma antologia, cada episódio apresenta diferentes membros da sociedade dos animais, como os talentosos tigres dançarinos, a popstar Gazelle, a dupla Flecha e Priscilla, que são as preguiças que trabalham no Departamento de Trânsito, a família da policial Judy Hopps e Fru Fru, filha do Mr. Big, líder dos musaranhos do crime organizado de Zootopia. O elenco de dubladores é o mesmo do filme, incluindo Ginnifer Goodwin como Judy Hopp, Kristen Bell como Priscilla, Idris Elba como o Chefe Bogo da polícia, Maurice LaMarche como Mr. Big e a cantora colombiana Shakira como Gazelle. Vale lembrar que a produção original arrecadou US$ 1,02 bilhão nas bilheterias e venceu o Oscar de Melhor Animação em 2017.

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  • Filme

    Estreias: 10 filmes novos pra ver nas plataformas digitais

    11 de novembro de 2022 /

    Com produções para adultos e crianças, a programação de filmes digitais está bastante eclética nesta semana, dividindo-se entre filmes de cinema nas locadoras online e produções inéditas/exclusivas nas plataformas por assinatura. Confira abaixo 10 sugestões entre os principais lançamentos do período.   | NÃO SE PREOCUPE, QUERIDA | HBO MAX, *VOD   O segundo longa dirigido por Olivia Wilde (após “Fora de Série”) tem uma ambientação similar a do clássico “As Esposas de Stepford” (1975), com esposas levando vidas domésticas confortáveis num subúrbio isolado do deserto da Califórnia. Entretanto, há uma reviravolta ao estilo “Matrix”, relacionada ao trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das mulheres. E quando a personagem de Florence Pugh (“Viúva Negra”) começa a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Harry Styles (“Dunkirk”) que fica em risco. O elenco ainda destaca Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. Apesar do talento envolvido, a produção deu mais o que falar por seus bastidores, de supostas brigas, namoros e intrigas, que pelo resultado apresentado na tela, por mais que tenha sido belamente fotografado.   | O BALCONISTA 3 | *VOD   Inédito nos cinemas brasileiros, o final da trilogia iniciada nos 1990 pelo diretor Kevin Smith fecha o ciclo de forma metalinguística. Envelhecidos e com problemas de saúde, os balconistas originais finalmente decidem mudar de vida. Cansados de assistir sempre aos mesmos filmes na loja de conveniência em que trabalham, resolvem fazer um filhe… sobre suas vidas na loja de conveniência em que trabalham. A história que vão filmar, claro, é a do primeiro “O Balconista”, que deu deu início à carreira de Smith em 1994. Rodado em preto e branco de forma totalmente independente, o longa original acabou premiado no Festival de Sundance e lançou o diretor em Hollywood. Geek assumido, Smith seguiu carreira com uma ideia visionária, decidindo repetir personagens de “O Balconista” e interligar as histórias da maioria de seus filmes posteriores, criando um universo compartilhado muito antes da Marvel pensar nisso. Vários desses personagens ressurgem na nova continuação. Além dos balconistas vividos por Jeff Anderson e Brian O’Halloran, destacam-se ainda a dupla Jay e Silent Bob, interpretados em dezenas de filmes por Jason Mewes e o próprio Kevin Smith, sem esquecer de Becky, a personagem de Rosario Dawson em “O Balconista 2” (2006), entre muitos outros, que voltam a se reunir num final surpreendentemente emocionante e nostálgico para os fãs da franquia.   | O DRAGÃO DO MEU PAI | NETFLIX   A nova animação da premiada diretora irlandesa Nora Twomey acompanha um menino que encontra um dragão numa ilha e se junta a ele numa jornada para salvar aquele local, contra diversas forças contrárias. O trabalho é mais infantil que os anteriores da cineasta, os espetaculares “Uma Viagem ao Mundo das Fábulas” (2009) e “A Ganha-Pão” (2017), ambos indicados ao Oscar. Mesmo assim, encantou a crítica, atingindo 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | FRENTE À FRENTE | *VOD   O thriller policial chinês traz Donnie Yen (“Rogue One”) numa trama de ação frenética, com muitas sequências explosivas e tensão sem fim. Ele vive um tira admirado por ter resolvido muitos casos, mas um dia seu passado volta para assombrá-lo. Sua operação policial é atacada por um misterioso grupo de criminosos liderados por um antigo protegido (Nicolas Tse), que já foi um policial talentoso que lhe admirava e respeitava, mas, após um acidente enviá-lo para a prisão, tornou-se um homem furioso e obcecado em matar todos que o prejudicaram – incluindo seu ex-mentor. O filme marcou a despedida de Benny Chan (“Geração X em Ação”), um dos mais famosos diretores de ação de Hong Kong, que ficou doente durante as filmagens e morreu antes da estreia.   | UMA QUEDINHA DE NATAL | NETFLIX   O retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”, traz a atriz como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Chord Overstreet, de “Glee”) que vive com sua filha precoce. O casal se conecta quase que instantaneamente, mas quando as coisas começam a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela um antigo pretendente. A trama que lembra muito a comédia popular “Um Salto para a Felicidade” (1987), em versão requentada para o Natal, tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago americano Hallmark.   | THE POWER: HORROR NA ESCURIDÃO | GLOBOPLAY   O terror britânico se passa no inverno de 1974, quando mineiros entram em greve e deixam o país sem energia. Por conta disso, uma jovem enfermeira, é forçada a trabalhar no escuro durante o turno da noite num hospital em ruínas. Não bastasse isso, uma presença maligna começa a se manifestar na escuridão, ameaçando consumi-la e a todos do plantão noturno. Indicado ao BIFA, a premiação do cinema independente britânico, o primeiro filme escrito e dirigido por Corinna Faith (roteirista da série “The Innocents”) agradou a 84% da crítica no Rotten Tomatoes.   | CONVITE MALDITO | *VOD   O filme de vampiros traz Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”) como uma jovem que, após a morte de sua mãe, descobre que tem parentes ricos distantes. Convidada para um casamento em uma mansão luxuosa no interior da Inglaterra, ela se vê em meio a segredos sombrios e acaba em um jogo satânico. O segundo longa de Jessica M. Thompson (“The Light of the Moon”) traz Thomas Doherty (que foi um vampiro em “Legacies”), Sean Pertwee (“Gotham”), Hugh Skinner (“Fleabag”) e Alana Boden (“Uncharted – Fora do Mapa”) em seu elenco.   | RUMO À OUTRA MARGEM | MUBI   Conhecido como um dos principais mestres do terror japonês, Kyoshi Kurosawa (“Pulse”) desta vez troca os sustos por conversas melancólicas com um espírito sobrenatural. Lenta e contemplativa, a trama acompanha o reencontro de um morto e sua antiga namorada, num lugar que tanto pode ser o Japão atual quanto o mundo do além. Foi vencedor do prêmio de Direção da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e está mais para cinema de arte que horror.   | DUETTO | *VOD   O drama de Vicente Amorim (“A Princesa da Yakusa”, “Santo”) se passa na Itália no ano de 1965. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, a jovem Cora (Luisa Arraes) viaja com a avó (Marieta Severo) para a cidade natal na família, na Apúlia. Entre o passado familiar e histórias da cidadezinha italiana, a adolescente brasileira acaba conhecendo um controverso cantor italiano, vivido por ninguém menos que Michele Morrone, da trilogia “365 Dias”.   | ESCOLA BASE – UM REPÓRTER ENFRENTA O PASSADO | *VOD   O experiente repórter Valmir Salaro, da rede Globo, assume o maior erro de sua carreira nessa produção corajosa. Concebida pelo próprio Salaro, o documentário examina o escândalo da Escola Base, que arruinou carreiras e destruiu vidas inocentes, devido a uma investigação falha da Polícia Civil, uma acusação mentirosa de uma mãe e o anúncio precipitado de crime inexistente por um delegado de São Paulo. Denunciados por pedofilia, os donos da Escola Base de educação infantil escaparam por pouco de um linchamento público. Mas sempre foram inocentes, vítimas de alucinações de uma mulher problemática, trabalho policial falho e imprensa sensacionalista. Salaro tenta reencontrar todos os integrantes da história que ainda estão vivos ou, no caso dos proprietários da escola, seus herdeiros para se desculpar e contar o que realmente aconteceu. A iniciativa serve de alerta e aula de Jornalismo sobre a importância da checagem de fontes e da apuração correta de informações, cada vez menos consideradas no mundo digital da pós-verdade e dos “fatos alternativos”.

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  • Etc

    Chris Rock fará primeiro programa ao vivo da Netflix

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix anunciou nesta quinta-feira (10/11) que Chris Rock será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. Ele fará um especial de stand-up que será transmitido pelo serviço no começo de 2023. “Chris Rock é uma das vozes cômicas mais icônicas e importantes de nossa geração”, disse Robbie Praw, vice-presidente de formatos de comédia e stand-up da Netflix, em um comunicado. “Estamos entusiasmados por o mundo inteiro poder assistir a um evento de comédia ao vivo de Chris Rock e isso fazer parte da história da Netflix. Este será um momento inesquecível e estamos muito honrados por Chris estar carregando essa tocha”. O projeto será o segundo especial de stand-up de Rock na Netflix. Seu primeiro, “Chris Rock: Tamborine”, estreou em fevereiro de 2018. A transmissão ao vivo será realizada após a Netflix experimentar a produção de um festival de humor, “Netflix is ​​a Joke: The Festival”, que aconteceu no terceiro trimestre do ano e contou com mais de 330 comediantes em 295 shows em Los Angeles, incluindo o primeiro evento de stand-up no Dodger Stadium. O evento vendeu mais de 260 mil ingressos. O serviço de streaming também anunciou que planeja realizar outras transmissão ao vivo em breve. Comediante veterano que já teve uma série baseada em sua vida (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Rock dominou as manchetes do humor norte-americano deste ano após contar uma piada sobre a careca da atriz Jada Pinket Smith no Oscar passado e ver o marido dela, Will Smith, subir no palco para lhe dar um tapa na cara durante a transmissão ao vivo.

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  • Série

    Teaser de “The Witcher: A Origem” destaca lutas violentas

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), que destaca a atriz Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e muitas cenas de lutas e violência. A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e inclui supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. Além de Michelle Yeoh como uma líder guerreira dos elfos, o elenco inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). A estreia vai acontecer em pleno Natal, dia 25 de dezembro, em streaming.

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  • Série

    Sensacionalista? 5ª temporada de “The Crown” é o oposto: complacente com família real

    10 de novembro de 2022 /

    A 5ª temporada de “The Crown” gerou muitas polêmicas antes da sua estreia na Netflix, que aconteceu na quarta-feira (9/11). Porém, uma vez disponibilizada no serviço de streaming, ficou comprovado que tudo não passou de muito barulho por nada. As acusações foram alimentadas, basicamente, por especulações sem fundamento. No lugar do “sensacionalismo bruto”, conforme a denúncia da atriz Judi Dench, o que o público de fato encontrou foi uma temporada que trata a família real com admiração e respeito. Logo na primeira aparição da Rainha Elizabeth II (com Imelda Staunton no papel, que já pertenceu a Olivia Colman e Claire Foy), é possível notar o tom respeitoso adotado pela atração. A rainha é vista numa consulta com um médico, que a aconselha a não trabalhar tanto. “Correndo o risco de soar como um disco quebrado, quanto menos tempo você passar de pé, melhor”, diz ele. E a Rainha apenas responde: “Risco ocupacional, receio”. Ou seja, a série faz questão de mostrar a Rainha Elizabeth II como alguém que continuava viajando de um extremo ao outro do país para participar de eventos sociais, fazer discursos, apertar as mãos e conversar com as pessoas, sempre sem reclamar de nada, embora ela já tivesse passado da idade de se aposentar. Mais do que isso, o criador da série Peter Morgan faz questão de humanizar a sua personagem, mostrando um lado da sua história que é pouco conhecido do público. É possível notar, por exemplo, a decepção dela com os relacionamentos fracassados dos seus filhos, a tensão com sua mãe nonagenária e a contradição entre ser uma rainha, uma irmã, uma mãe e uma esposa, tudo ao mesmo tempo. Os diálogos também reforçam essa representação heroica dela. Em certo momento, a princesa Margaret, interpretada por Lesley Manville, pergunta a ela: “Quantas vezes Philip fez alguma coisa? Interveio quando você não pôde? Foi forte quando você não pôde ser? Ficou bravo quando você não pôde ficar?”. Ao mesmo tempo, ela lê notícias de jornal que a chamam de “irrelevante” e “velha”. O 4ª episódio da temporada, intitulado “Annus Horribilis”, apresenta uma dramatização de um discurso real que a rainha deu em 1992. Nesse discurso, ela refletiu publicamente sobre o período em que os casamentos dos seus filhos desmoronaram e sobre o incêndio no Castelo de Windsor que causou danos catastróficos. E se isso não fosse suficiente, ela fez o discurso enquanto estava com um resfriado tão forte que quase a deixou sem voz. As críticas anteriores a “The Crown” foram influenciadas pela morte recente da Rainha Elizabeth II e pelo medo em relação à maneira como ela poderia ter sido retratada na série. Parte desse receio foi alimentado pelo fato de que a trama dessa temporada seria centrada num período polêmico da vida da família real, a década de 1990, quando a popularidade do agora Rei Charles (interpretado por Dominic West) estava em baixa depois que seu caso com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams) vir à tona, enquanto ainda era casado com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki). Porém, até ao abordar esses temas, a série foi respeitosa. Um dos momentos mais constrangedores para Charles envolve as gravações de telefonemas entre ele e Camilla, quando ele diz que queria reencarnar como um absorvente interno para poder viver dentro dela. Nesse caso, a série foca na maneira como as reputações das pessoas envolvidas foram destruídas porque a mídia publicou transcrições desses telefonemas. Não só isso, mas na época o público podia ligar para um determinado número de telefone e escutar as gravações feitas de maneira ilícita. Ou seja, a abordagem feita por “The Crown” é a de que Charles e Camilla eram um casal apaixonado que na época não pôde ficar junto por ter sofrido uma enorme invasão de privacidade. Outro momento da série que foi alvo de críticas foi uma encenação do momento em que Charles tenta persuadir o primeiro ministro John Major (Jonny Lee Miller) de que ele deveria apoiar a abdicação da rainha em favor de sua ascensão imediata ao trono. Nesse caso, o verdadeiro Major descreveu a cena como “um barril de bobagens maliciosas”. Entretanto, a cena serve mais para mostrar o personagem de Charles como um sujeito progressista, que se irrita com as maneiras antiquadas da sua família. Ao longo de toda a temporada, Charles é retratado sob uma luz positiva, como o membro mais realista de toda a realeza. Ele é visto apoiando a decisão do governo de desativar o iate real em vez de gastar o dinheiro dos contribuintes para reformá-lo e também demonstra uma clara paixão pelo meio ambiente e pela medicina alternativa. Em certo momento, o príncipe aparece fazendo um discurso apaixonado para um grupo de jovens antes de se divertir na pista de dança com alguns dançarinos de break. E se isso não fosse suficiente para vender uma imagem positiva do agora Rei, a cena ainda é intercalada com os dizeres: “O príncipe Charles fundou o The Prince’s Trust em 1975 para melhorar a vida de jovens desfavorecidos. Desde então, o Prince’s Trust ajudou um milhão de jovens a atingirem o seu potencial”. Por sinal, o ator Dominic West já trabalhou com o verdadeiro Charles em eventos da instituição de caridade e é um entusiasta desta iniciativa. Igualmente criticada de forma prematura foi a maneira como a série iria representar a figura da Princesa Diana e sua relação com Charles. Mas a série os retrata como duas pessoas muito diferentes que enfrentaram uma pressão global para que seu casamento fosse bem-sucedido. Quando saem de férias com a família, Diana quer fazer compras e ir para a praia, mas Charles está mais interessado em museus e escavações arqueológicas. “Não é extraordinário como a compreensão de duas pessoas sobre diversão pode ser tão completamente diferente?”, Charles pergunta a um amigo, desanimado. Nesse caso, quem sai perdendo é Diana, que acaba sendo vista como desprendida, imprudente e até egoísta. Ela é mostrada como alguém que está afastada do irmão e tem uma relação de dependência com seus filhos pequenos. Ela também é vista como uma pessoa determinada a derrubar a monarquia, embora a Rainha sempre a trate com bondade. “Você é esposa do meu filho mais velho, mãe dos meus netos e um valioso membro sênior desta família”, a rainha diz para ela em certo momento. Assim, de acordo com a série, foi a determinação de Diana em ser uma forasteira dentro da família real – e não a intenção da família real de torná-la uma – que colocou a princesa no caminho trágico que eventualmente levou à sua morte (fato que só vai ser mostrado na 6ª temporada). A série também não mostra nenhuma cena de sexo e não aborda temas mais polêmicos, como a amizade do príncipe Andrew com o pedófilo condenado Jeffrey Epstein e a traficante sexual Ghislaine Maxwell (amizade esta que aconteceu justamente na época em que a 5ª temporada se passa). Neste sentido, a série prova-se o oposto do que vinha sendo acusada: complacente com a família real, suavizando todas as polêmicas que pudessem comprometer a monarquia. Todos os episódios da 5ª temporada de “The Crown” já estão disponíveis na Netflix. Assista ao trailer abaixo.

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  • Série

    Lily Collins vai estrelar série da Amazon

    10 de novembro de 2022 /

    A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) vai produzir e estrelar a série “The Accomplice”, adaptação do livro de Lisa Lutz desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. A série vai acompanhar Luna Gray e Owen Mann, dois melhores amigos de faculdade, unidos para sempre por uma morte inexplicável dentro do seu círculo social, cujas vidas são novamente abaladas anos depois, quando a esposa de Owen é brutalmente assassinada. A adaptação está a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”), que também vai produzir a atração ao lado de Collins. “The Accomplice” ainda não tem previsão de estreia. Lily Collins será vista a seguir na 3ª temporada de “Emily em Paris”, que deve estrear em breve na Netflix. Ela também está envolvida no drama “Halo of Stars” e no suspense “Titan”, ambos sem previsão de estreia.

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  • Filme

    Anne Hathaway e Salma Hayek vão estrelar comédia de ação do autor de “Trem-Bala”

    10 de novembro de 2022 /

    As atrizes Anne Hathaway (“WeCrashed”) e Salma Hayek (“Os Eternos”) vão estrelar a comédia de ação “Seesaw Monster”, baseada no livro de mesmo nome de Kotaro Isaka (o autor de “Trem-Bala”). “Seesaw Monster” batiza uma coleção de contos de Isaka, então há muitas maneiras pelas quais o livro pode ser adaptado. Mas uma história chama atenção por ser focada em duas mulheres com a idade das atrizes. Na trama, uma mulher questiona o passado misterioso de sua sogra e descobre segredos que colocam em risco sua família. As duas não se dão bem, mas acabam forçadas a trabalhar juntas após o passado da sogra se tornar uma ameaça. A Netflix, que está desenvolvendo o filme, descreve a obra como uma comédia de ação focada na parceria entre as personagens de Hathaway e Hayek. Além de estrelarem, as duas estrelas também vão produzir a obra. A adaptação ficou a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”) mas, até o momento, nenhum diretor foi contratado para comandar o filme, que ainda não tem previsão de estreia. Além de ter escrito o livro “Maria Beetle”, que deu origem ao filme “Trem-Bala” (2022), Kotaro Isaka também é autor do livro “Three Assassins”, que também já foi adaptado para o cinema, no filme “Grasshopper” (2015). Anne Hathaway tem diversos projetos pela frente, entre eles a comédia dramática “She Came to Me”, co-estrelada por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), sem previsão de estreia. E Salma Hayek será vista a seguir no filme “Magic Mike’s Last Dance”, terceiro filme da franquia “Magic Mike”, que é esperado em 2023 na HBO Max.

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  • Série

    Olhar Indiscreto: Teaser quente apresenta nova série brasileira

    10 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser quente de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira de suspense, protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”) e Emanuelle Araújo (“Samantha!”). O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a prévia com cenas tensas – e de outro tipo de tensão – sugere mais Brian De Palma (“Dublê de Corpo”) que Hitchcock. Seguindo a linha de suspense sensual, a produção traz Débora Nascimento como Miranda, uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora do prédio em frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O elenco também destaca Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). Escrita por Marcela Citterio (“Heidi, Bem-Vinda à Casa”) e com direção de Fabrizia Pinto (“Menino Maluquinho 2: A Aventura”) e Letícia Veiga (“Bem Me Quer”), “Olhar Indiscreto” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Reality,  TV

    Record encurta “A Fazenda”. Fracasso da edição?

    10 de novembro de 2022 /

    A Record TV surpreendeu peões e público na noite de quarta (9/11) ao informar que a próxima eliminação de “A Fazenda 14” será dupla. Todos esperavam uma roça falsa para compensar o fato de que o programa está com dois integrantes a menos, devido às expulsões de Tiago Ramos e Shayan Haghbin numa briga. Entretanto, ao anunciar uma eliminação dupla, a produção foi no caminho oposto, encurtando o programa. Seguindo o cronograma, caso não haja maiores surpresas, o reality vai acabar três semanas antes do prazo original. A decisão foi anunciada dias após correrem boatos de que “A Fazenda” estaria perdendo patrocinadores em meio ao clima tóxico da edição. Originalmente apresentada com pompa como patrocinadora da competição, a Netflix não está mais junto do programa e até os peões notaram, em conversa transmitida pelo Play Plus. Na terça (8/11), Ruivinha de Marte disse que o reality perdeu o patrocínio “daquele app de filme que não pode mais falar o nome, o que começa com ‘N'”, durante uma conversa com Bárbara Borges. Na época do anúncio da parceria com a Record, correu a informação de que a Netflix faria três ações de conteúdo em “A Fazenda” para divulgar produções nacionais. No prática, porém, foi só uma, sobre a série “Só Se For por Amor”, protagonizada por Lucy Alves, atualmente no ar na novela “Travessia”. Isso ocorreu logo no início do reality, antes do nível desandar. Como golpe de misericórdia, a vilã do programa, Deolane Bezerra, recusou-se a participar de uma ação patrocinada da edição nessa semana, dizendo que a Record teria que pagar mais pra ela se sujeitar a esse tipo de merchan. A advogada acabou obrigada a participar da dinâmica por questões contratuais, mas a má vontade com o patrocinador foi registrada. O público, por sinal, não entende a proteção exercida pela produção em relação a Deolane e seu grupo. Responsáveis por sabotar a edição com violência, ameaças e baixo nível, têm sido protegidos em várias ocasiões. O próprio Tiago Ramos, antes de ir pra cima de Shayan, fez tudo o que daria desclassificação, pedindo para sair e até abandonando o cenário do programa. Mesmo assim, recebeu aval para voltar e prejudicar a edição. Deolane, por exemplo, parece autorizada a dizer que vai “amassar” ou “pegar” os rivais fora do programa porque Adriane Galisteu não lhe chama – nem jamais chamou – atenção contra suas ameaças físicas, normalizando a agressividade da “Doutora”. O aviso da eliminação dupla também causou surpresa por não ter sido antecipado ao público, numa ação de falta de transparência, que tem rendido muitas críticas pelo timing, que caiu sob medida para prejudicar o grupo B, rival de Deolane. A comparação com o “BBB” tem sido cruel para a equipe de Rodrigo Carelli, uma vez que todas as regras de paredão do reality da Globo são antecipadas ao público, num regime de total transparência, que não permite casuísmos e a manipulação que o público de “A Fazenda” tem acusado os produtores de fazer nesta edição. O pior é que teria sido tão simples fazer uma boa edição. Bastaria eliminar Tiago no começo do programa, seguindo as próprias regras, e alertar Deolane de que baixarias não podem ser toleradas na televisão. Do jeito que está, parece que Deolane é a chefe de Carelli. Ela até espalhou que era dona de uma marca patrocinadora do programa – e não foi contestada por Galisteu – , como se isso fosse normal.

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  • Série

    Vídeo apresenta escola sobrenatural da série “Wandinha”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores da série “Wandinha” (Wednesday), que destaca a escola Nevermore, um internato exclusivo para adolescentes sobrenaturais. Junto de depoimentos do elenco e equipe, a prévia revela a arquitetura e as tribos do local, divididas entre vampiros, lobisomens e até sereias, todos com seus uniformes listrados tradicionais. A série vai retratar a filha caçula da Família Addams pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a tal Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais). A trama vai mostrá-la se relacionando com os novos colegas, alguns tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. O elenco destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Filme

    Netflix revela novo trailer do “Pinóquio” de Guillermo del Toro

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da animação “Pinóquio” produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Há mais de uma década em desenvolvimento – as primeiras imagens dos bonecos dos personagens foram divulgadas em 2011 – , a animação em stop-motion conta uma versão altamente estilizada da fábula de Carlo Collodi (1826–1890), que é descrita como uma história de amor e desobediência, mostrando como Pinóquio luta para corresponder às expectativas de seu pai Gepeto. Para fazer o filme, Del Toro se juntou com Mark Gustafson, animador de “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), com quem divide a direção. A produção, por sua vez, conta com parcerias com a Jim Henson Company (“O Cristal Encantado: A Era da Resistência”) e a ShadowMachine (“BoJack Horseman”), e ainda tem fantoches criados pela produtora Mackinnon and Saunders (“Noiva Cadáver”). A versão dublada em idioma inglês conta com o estreante Gregory Mann como a voz de Pinóquio, Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) como o Grilo Falante e David Bradley (“Game of Thrones”) como Gepeto, além de Cate Blanchett (“Carol”), Tilda Swinton (“Suspiria”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”), Ron Perlman (“Hellboy”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), John Turturro (“Transformers”) e Burn Gorman (“The Expanse”). O filme terá lançamento limitado nos cinemas em novembro, antes de chegar ao streaming em 9 de dezembro.

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  • Série

    4ª temporada de “Manifest” estreia em 1º lugar na Netflix

    9 de novembro de 2022 /

    A estreia da primeira metade da 4ª temporada da série “Manifest”, que chegou ao catálogo da Netflix na última sexta (4/11), ficou em 1º lugar entre as séries em inglês mais vistas no serviço de streaming. Ao todo, a série acumulou mais de 57 milhões de horas assistidas em apenas três dias de exibição. O sucesso foi tanto que até mesmo a 1ª temporada de “Manifest” retornou ao Top 10 semanal da Netflix, ficando na 10ª posição. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. A atração não era uma produção original da Netflix. Mas a plataforma decidiu salvá-la do cancelamento, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar, uma vez que a série sempre manteve boas audiências em streaming. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Inside Man”, série criada por Steven Moffat (“Sherlock”) e estrelada por David Tennant (“Doctor Who”). A atração acumulou 52,9 milhões de horas asssistidas, seguida de perto pela série “Recomeço”, romance com Zoe Saldana, que acumulou mais de 50 milhões de horas assistidas durante a sua terceira semana de exibição. Fechando o Top 5 estão a 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, que segue um sistema de lançamento diferente (com blocos de episódios estreando semanalmente) e teve 47 milhões de horas assistidas, e “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro”, com 38 milhões de horas assistidas. Os números semanais mostram o enfraquecimento do domínio das séries de Ryan Murphy, que durante semanas lideraram as listas de séries mais assistidas. Embora “Bem-Vindos à Vizinhança” e “Dahmer: Um Canibal Americano” ainda apareçam na lista, em 6º e 8º lugar, com 35 e 28 milhões de horas assistidas, respectivamente, as séries não monopolizam mais os números semanais como costumavam fazer. Em vez das discrepâncias de números apresentadas antes, foi possível notar nessa semana uma divisão muito mais equilibrada entre as atrações. Vale destacar também que entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que também acumulou incríveis 52,2 milhões de horas assistidas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Manifest 5” 2. “Inside Man” 3. “Recomeço” 4. “Casamento às Cegas 3” 5. “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro” 6. “Bem-Vindos à Vizinhança” 7. “O Filho Bastardo do Diabo” 8. “Dahmer: Um Canibal Americano” 9. “Sally: Fisiculturismo e Assassinato” 10. “Manifest 1”

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  • Série

    Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.

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