Trailer apresenta novos personagens de “Star Trek: Discovery”
A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer da 5ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que traz o personagem vivido pelo cineasta David Cronenberg (“Crimes of the Future”) introduzindo a nova missão liderada por Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) a bordo da Discovery. As novidades do elenco da temporada também tiveram destaque no trailer. São elas Callum Keith Rennie (“Battlester Galactica”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”) e Elias Toufexis (“Caçadores de Sombras”). O resto da equipe continua formada por Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, Emily Coutts, Oyin Oladejo, Patrick Kwok-Choon, Tig Notaro e os mais recentes David Ajala, Blu del Barrio, Ian Alexander e Oded Fehr, que passaram a integrar a produção (junto com Cronenberg) a partir da 3ª temporada. Sem data de estreia marcada, os novos episódios da série são esperados para 2023.
Urna funerária de Jeffrey Dahmer é posta à venda por R$ 1 milhão
Depois de faturar com a venda dos óculos do serial killer Jeffrey Dahmer, a mesma loja de objetos sinistros colocou à venda um acessório ainda mais mórbido do canibal no mercado de colecionadores. Taylor James, dono da loja Cult Collectibles, em Vancouver, no Canadá, anunciou uma suposta urna funerária do psicopata por US$ 250 mil (cerca de R$ 1 milhão na cotação atual). “A urna com as cinzas do ‘Monstro de Milwaukee’ é o item mais raro da história dessa loja’, afirmou James em entrevista ao site Jam Press, referindo-se ao serial killer por um de seus apelidos, em referência à cidade dos Estados Unidos em que ele cometia seus crimes. Apesar da propaganda, sites locais destacam que não há garantia da autenticidade da urna vendida no Canadá. Dahmer foi cremado em 1995 e suas cinzas foram divididas entre seu pai e sua mãe. Inicialmente, o cérebro do serial killer foi conservado, já que sua mãe, Joyce Flint, queria entregá-lo para pesquisa científica, mas o órgão acabou destruído por ordem de um juiz, ainda no mesmo ano, depois de um pedido do pai do criminoso, Lionel Dahmer. James alega ter conseguido a urna do pai depois de ter sido procurado por uma ex-funcionária da casa de Lionel Dahmer – que tem 86 anos e não aparece em público desde 2020. E as relíquias macabras do serial killer não param por aí: há também fotos da família, uma bíblia, cartas, móveis de sua casa e até os talheres usados por Dahmer para… bem, vocês sabem. O assassino e canibal, que matou 17 pessoas, foi condenado à prisão perpétua em 1992, mas foi morto por outro detento em novembro de 1994. Os artigos do criminoso foram valorizados pelo sucesso da série “Dahmer: Um Canibal Americano”, que em menos de duas semanas virou a 9ª série em inglês mais assistida da Netflix.
Lindsay Lohan volta às comédias românticas no trailer de “Uma Quedinha de Natal”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer do retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. No filme “Uma Quedinha de Natal” (Falling for Christmas), ela forma par romântico com outro sumido, Chord Overstreet, da série “Glee”. A trama traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui numa montanha durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Overstreet) que vive com sua filha precoce. Os dois se conectam quase que instantaneamente, embora ela demonstre claramente ter um passado de luxo, mas quando as coisas começam a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela seu antigo pretendente. Tudo isso está no trailer, menos o que ela vai decidir. Mas nem é preciso ver o filme para saber, é claro. A premissa, por sinal, lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark. A estreia está marcada para 10 de novembro.
Comédia passada na última loja Blockbuster ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passa na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. Não deixa de haver muito simbolismo – e ironia – na produção, dada a complicada história da Netflix com a Blockbuster. Para quem não lembra, a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, que foi quase esmagada pela então dominante Blockbuster. Os co-fundadores da Netflix, Marc Randolph e Reed Hastings, até tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000, mas foram rejeitados. A dupla então prometeu superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade e foi o tema de um documentário de 2020. A série “Blockbuster” foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usarão toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. A 1ª temporada com 10 episódios estreia em 3 de novembro, e seu elenco também inclui Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”).
Mila Kunis tinha 14 anos e mentiu idade pra fazer “That ’70s Show”
A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) mentiu a respeito da sua idade para conseguir o papel de Jackie Burkhart na série “That ’70s Show”, que foi ao ar entre 1998 e 2006. Após diversos boatos sobre o assunto, a própria atriz contou a verdade em entrevista ao site Variety. “Há um boato circulando de que eu posso ou não ter mentido sobre minha idade”, disse Kunis. “Gostaria de deixar bem claro agora que eu menti. Eu fiz isso”. Quando fez seu teste de elenco para a série, Kunis disse que tinha 18 anos. Entretanto, ela tinha apenas 14 anos na ocasião. Mas a mentira não demorou a ser desmascarada. “No momento em que fui para o que era então um teste com um produtor da emissora, você tem que assinar um contrato antes de conseguir o emprego e no meu contrato eu tive que colocar um asterisco dizendo que precisava de ‘professor de estúdio’”, continuou ela. “Eles falaram: ‘O que você quer dizer com isso?’ E eu falei: ‘P.S., eu tenho 14 anos’. Mas nesse altura, quando desabafei com os criadores, eles ficaram tipo, ‘Nós amávamos você naquele teste, então quem se importa?’” Ainda que fosse mais velha do que seus colegas de elenco, Kunis tinha a idade da sua personagem na série. “Eu nunca fui tratada como menor naquela época”, contou ela. “A razão pela qual eu não uso drogas é porque ninguém no set usava. E eu os admirei aos 14 anos. A trajetória da minha carreira poderia ter ido para qualquer lugar, mas o set foi legal.” Ela também acabou conhecendo seu futuro marido na série. Os dois viveram namorados na atração, mas só se apaixonaram seis anos após o fim da série, em 2012, quando iniciariam um relacionamento que virou um casamento com dois filhos. O casal, por sinal, vai reprisar os papéis de Jackie e Kelso na série “That ’90s Show”, que será distribuída pela Netflix. Além disso, Kunis pode ser vista em “Uma Garota de Muita Sorte”, que estreou nessa sexta (7/10) também na Netflix. Veja abaixo a entrevista da atriz.
“O Clube da Meia-Noite” quebra recorde mundial de sustos em um único episódio
A série “O Clube da Meia-Noite”, nova atração desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, entrou para o Livro Guinness dos Recordes Mundiais como a série com mais sustos em um único episódio. O reconhecimento foi entregue pela organização do Guinness ao cineasta durante o painel da série na Comic Con de Nova York na noite de quinta (6/10). Ao todo, o episódio inicial da série, dirigido pelo próprio Flanagan, apresentou um total de 21 sustos (jump scares). “Isso é particularmente importante para mim porque eu odeio sustos fáceis e acho que eles são terríveis. Durante toda a minha carreira, as pessoas falaram coisas do tipo: ‘coloque mais sustos e faça-os mais rápido!’”, disse Flanagan durante a coletiva de imprensa. “E eu os odeio porque sinto que é muito fácil andar atrás de alguém e quebrar coisas.” Apesar de odiar os sustos, Flanagan tentou usá-los da maneira correta em “O Clube da Meia-Noite”. Segundo ele, quando chegaram as sugestões dos produtores pedindo mais sustos, ele pensou em já fazer tudo de uma única vez, para se livrar da necessidade de entregar sustos e poder seguir em frente com a história. O plano, porém, não deu certo. “Eles ficaram tipo, ‘Ótimo! Faça mais!””, contou o diretor. “Agora eu tenho meu nome no Livro Guinness dos Recordes Mundiais por sustos, o que significa que da próxima vez que eu receber a nota eu posso dizer: ‘Como o atual recordista mundial em sustos, eu posso te dizer que acho que não precisamos de mais um aqui’. E essa é toda a minha estratégia.” A trama de “O Clube da Meia-Noite” gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital. A série estreou nesta sexta (7/10) na Netflix. Assista ao trailer.
Estreias: Terror da Netflix e novas séries pra maratonar
O mês do Halloween já começou em clima de terror com o lançamento de “O Clube da Meia-Noite”, nova incursão no gênero do diretor de “A Maldição da Residência Hill”, que já se estabelece como uma das melhores produções sobrenaturais em 2022. Há também a volta dos zumbis de “The Walking Dead” e da antologia “Creepshow”. A programação também inclui a nova temporada de “Grey’s Anatomy” e outros dramas tensos, mas também comédias leves, com direito até a humor político brasileiro, além de uma atração inspirada nos quadrinhos da DC Comics e uma série documental sobre o canibal Jeffrey Dahmer para quem quiser conhecer o verdadeiro serial killer da minissérie recém-lançada pela Netflix. Confira abaixo as melhores novidades para colocar na fila do fim de semana. | O CLUBE DA MEIA-NOITE | NETFLIX A nova série de terror desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, começa como um drama juvenil de doença, antes de sofrer uma reviravolta tensa e sobrenatural e se tornar uma das melhores do diretor – usando o horror como forma de ilustrar as piores coisas que podem se manifestar contra alguém. A trama gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. Essas histórias ganham vida nos episódios, mas há um fio narrativo que se sobrepõe. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Pois assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital. | THE WALKING DEAD | STAR+ A reta final da série começa com intrigas políticas e o avanço de uma horda de zumbis em direção à Commonwealth (Império na tradução dos quadrinhos nacionais). A expectativa para esta Parte 3 da 11ª e última temporada é de um desfecho para os sobreviventes de Alexandria, que devem travar uma guerra contra as tropas da Governadora Pamela Milton pelo controle da Commonwealth e enfrentar a invasão dos mortos-vivos na comunidade até então protegida. Mas os episódios semanais, que se encerram em 20 de novembro, não representarão o fim do universo da série, que continuará em “Fear the Walking Dead” e em vários spin-offs novos, centrados em Maggie, Negan, Daryl e até em Rick e Michonne. | CREEPSHOW 3 | STAR+ Baseado no filme de George A. Romero de 1982 com o mesmo nome, “Creepshow” é uma antologia de terror, que conta histórias diferentes a cada episódio. A série tem produção de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. Cada episódio reúne duas histórias e Nicotero dirige três delas na 3ª temporada, que também conta com capítulos assinados pelos diretores Joe Lynch (“Um Dia de Caos”), John Harrison (do clássico “Contos da Escuridão”), Axelle Carolyn (“A Mansão”), Rusty Cundieff (“Contos Macabros”) e até um segmento animado de Jeffrey F. January (também de “The Walking Dead”). | TRÊS IRMÃS | NETFLIX Esta adaptação muito – mas muito – livre de “Adoráveis Mulheres”, clássico literário de Louisa May Alcott levado às telas por Greta Gerwig em 2019, é um drama contemporâneo e capitalista envolvente sobre a luta das três irmãs do título para sair da pobreza, que surpreende com reviravoltas inesperadas graças ao talento da premiada roteirista Jeong Seo-kyeong, parceira do diretor Park Chan-wook em cinco filmes, incluindo “Lady Vingança”, “A Criada” e o recente “Decision to Leave”. Vivendo uma vida sem luxos e enfrentando os desperdícios da mãe perdulária, as duas irmãs mais velhas da família Oh se esforçam para dar à mais nova e de inclinação artística um futuro melhor. Mas enquanto uma perde o emprego e se entrega ao álcool, a outra se envolve num perigoso esquema de peculato depois que um suicídio inesperado a deixa com 2 bilhões de won (em torno de R$ 7,3 milhões), conduzindo as irmãs a um enfrentamento com a família mais rica do país. As três irmãs são vividas por Kim Go-eun (“O Rei Eterno”), Nam Ji-Hyun (“O Túnel”) e Park Ji-hu (“All of Us Are Dead”). | A INUNDAÇÃO DO MILÊNIO | NETFLIX Baseada numa inundação real de 1997, a série polonesa de catástrofe acompanha os esforços para impedir que a capital da Baixa Silésia seja sepultada pelo avanço das águas. Mas quando os políticos tomam a decisão de salvar a cidade, as vilas e campos ao redor são entregues à própria sorte. Os criadores Kasper Bajon (de “A Saída”, também disponível na Netflix) e Kinga Krzemińska apresentam em detalhes as histórias das pessoas envolvidas na tragédia, encarregados da emergência e vítimas, criando um retrato convincente e imensamente envolvente da comunidade durante seis episódios. | DERRY GIRLS 3 | NETFLIX Uma das melhores séries britânicas recentes chega ao fim. As duas primeiras temporadas tem “apenas” 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, destacando a irreverência das atrizes Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan e Jamie-Lee O’Donnell, além do “Derry Boy” Jamie-Lee O’Donnell, como adolescentes do começo dos anos 1990 na Irlanda do Norte. A trama acompanha seus cotidianos na escola, casa e ruas da cidade que batiza a produção. Como a comédia é uma história de amadurecimento, a história termina com os cinco adolescentes virando lentamente adultos… muito lentamente, enquanto a própria Irlanda do Norte amadurece, encerrando um período de confrontos entre católicos e protestantes, para entrar em uma fase mais esperançosa. | ELEITA | AMAZON PRIME VIDEO A nova série de comédia nacional estreia em clima de eleições. Na trama, Clarice Falcão (“Shippados”) interpreta Fefê, uma influenciadora digital que decide se candidatar a governadora do Rio de Janeiro “na zoeira” e acaba vencendo a eleição. Isto acontece porque a política virou um circo e o resultado desse cenário caótico é a eleição de uma executiva mais sem noção que a Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) de “Veep”. O elenco de “Eleita” conta também com Bella Camero (“Marighella”), Diogo Vilela (“Detetives do Prédio Azul 2”), Luciana Paes (“3%”), Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Luis Lobianco (“Vai que Cola”), entre outros. Além de estrelar, Clarice Falcão ajudou a escrever os episódios, ao lado de Célio Porto (“Desculpe o Transtorno”), Matheus Torreão (“Mister Brau”) e Rafael Spinola (“A Divisão”). A direção geral é da cineasta Carolina Jabor (“Aos Teus Olhos”). | PENNYWORTH 3 | HBO MAX A série que acompanha a juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) avança no tempo na 3ª temporada para mostrar o futuro mordomo de Batman numa trama psicodélica do final dos anos 1960, enfrentando uma droga capaz de controlar mentes, além de supervilões. Desenvolvida por Bruno Heller, criador de “Gotham”, a produção iniciou sua trama na Inglaterra do começo dos anos 1960, mas terá um salto de cinco anos nos novos episódios, que assumem maior influência de 007 – ou melhor, das paródias de 007 da época. Até as invenções do jovem Lucius Fox (Simon Manyonda) ganham equivalência aos gadgets de Q. | GREY’S ANATOMY 18 & STATION 19 5 | STAR+ Os novos episódios de “Grey’s Anatomy” e “Station 19” chegam juntos ao streaming, e de forma apropriada, porque as duas séries compartilham um crossover tenso, que envolve um acidente e o destino do Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd) em jogo. Os episódios que se juntam são os de número 9 – a história do capítulo anterior de “GA” deixa um gancho que segue em “S19” antes de voltar para “GA”. A 18ª temporada “Grey’s Anatomy” também marcou a exibição do 400º episódio da duradoura atração médica. Entre os destaques da trama, incluem-se um reencontro espiritual entre Meredith (Ellen Pompeo) e sua mãe, Ellis Grey (Kate Burton), que morreu na 3ª temporada, e a despedida de três atores do elenco fixo: Richard Flood, intérprete do Dr. Cormac Hayes, Greg Germann, intérprete do Dr. Tom Koracick, e Jesse Williams, que viveu o cirurgião Jackson Avery por 12 temporadas. Sem esquecer do retorno da Dra. Addison Montgomer (Kate Walsh), que no passado estrelou seu próprio spin-off, “Private Practice”. | CONVERSANDO COM UM SERIAL KILLER: O CANIBAL DE MILWAUKEE | NETFLIX Aproveitando o sucesso de “Dahmer: Um Canibal Americano”, a Netflix está disponibilizando uma nova minissérie da franquia “Conversando com um Serial Killer”. Depois de Ted Bundy e do “Palhaço Assassino” John Wayne Gacy, o terceiro volume é centrado no “Canibal de Milwakee”, ninguém menos que Jeffrey Dahmer, e traz o próprio confessando seus crimes hediondos em entrevistas que revelam sua mente doentia. Dirigida pelo veterano de documentários Joe Berlinger, mentor da coleção documental sobre os serial killers, a série apresenta trechos de cerca de 30 horas de entrevistas em áudio “nunca antes ouvidas” entre Dahmer e sua equipe de defesa, respondendo perguntas sobre sua motivação, impunidade e a responsabilidade da polícia em seus crimes. A produção ecoa a história da série de ficção produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), que se tornou um fenômeno do streaming.
Estreias: Terror da Marvel e novos filmes pra ver em casa
A primeira produção de terror do Marvel Studios abre a lista de estreias digitais da semana, que também destaca outros lançamentos exclusivos em streaming e títulos de grandes bilheterias nas locadoras digitais. Confira abaixo 10 filmes novos para conferir nas plataformas de assinatura e serviços de VOD (video on demand). | LOBISOMEM NA NOITE | DISNEY+ O primeiro filme de terror da Marvel é uma produção estilizada como uma obra expressionista em preto e branco, com direito a vários elementos do gênero, como sombras sinistras e gritos estridentes. Um tom completamente diferente do que já foi visto no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Concebido como um especial de Halloween de 52 minutos para o streaming, a trama transcorre acelerada, com a reunião de vários caçadores de monstros num castelo para uma missão sobrenatural, e a anfitriã (Harriet Sansom Harris, de “A Família Addams 2”) avisa para todos que um deles não é quem aparenta ser, escondendo um segredo monstruoso sob a aparência humana. Para quem não lembra, Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. Mas o detalhe é que a editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” – lançada no Brasil pela Bloch como “Lobisomem”. O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu há dois anos e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Uma curiosidade é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton – e Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Agora a situação complica (e provavelmente é spoiler!): a lista de personagens do filme traz os dois: Jack Russell, vivido por Gael Garcia Bernal (“Tempo”), e Jake Gomez, interpretado por Jaycob Maya (“Six Degrees of Separation”). E tem mais: o Homem-Coisa, monstro empático criado por Stan Lee, Roy Thomas e Gerry Conway em 1971, é a ameaça que eles devem caçar. E entre os que se alistam nessa empreitada encontra-se Elsa Bloodstone, personagem vivida por Laura Donnelly (“Outlander”, “The Nevers”), que é uma caçadora de monstros originalmente introduzida nos quadrinhos em 2001, numa minissérie de Dan Abnett e Andy Lanning. A direção está a cargo do compositor Michael Giacchino, autor da trilha do filme “Batman” e vencedor do Oscar por “Up – Altas Aventuras” (2009), que faz uma estreia muito impressionante como diretor de longa-metragem. Mantendo a praxe das produções da Marvel, a crítica adorou: 93% de aprovação no Rotten Tomatoes | NÃO! NÃO OLHE! | VOD* O terceiro filme de Jordan Peele (após “Corra!” e “Nós”) é um filme de disco voador diferente do habitual, em que os personagens, em vez de temer o OVNI, pensam em como lucrar com ele. Os protagonistas são dois irmãos que treinam cavalos para filmes de Hollywood, que após a morte repentina do pai deparam-se com a visão de algo estranho nos céus. Mas seus planos de gravar o fenômeno acabam virando caos. O elenco destaca Daniel Kaluuya (vencedor do Oscar por “Judas e o Messias Negro”), que repete a parceria de “Corra!” com Peele, Keke Palmer (“Scream Queens”), Steven Yeun (indicado ao Oscar por “Minari”), Brandon Perea (“The OA”), Michael Wincott (“Westworld”) e Barbie Ferreira (“Euphoria”). Sucesso de público e crítica nos EUA, alcançou 82% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. | TREM-BALA | VOD* O novo filme de Brad Pitt é um besteirol de ação, que apresenta uma luta atrás da outra, do começo ao fim da exibição. Ele vive um assassino de aluguel azarado, que embarca em um trem-bala no Japão com uma missão simples. Mas logo descobre que não é o único assassino com o mesmo objetivo, o que leva a um conflito generalizado durante a viagem, em que o vencedor do Oscar por “Era uma Vez em… Hollywood” troca socos, pontapés, facadas e tiros com oponentes variados pela posse de uma maleta misteriosa. O elenco estrelado reúne Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Karen Fukuhara (“The Boys”) e o cantor Bad Bunny (“Narcos: Mexico”), além de Sandra Bullock (“Gravidade”) em participação especial. Cartunesco a ponto de parecer um desenho animado violento, o thriller é baseado num best-seller de Kôtarô Isaka (“Um Pierrô”), que foi adaptado pelo roteirista Zak Olkewicz (“Rua do Medo: 1978”) e contou com um especialista em pancadaria na direção, David Leitch (“John Wick”, “Deadpool 2” e “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”). | O TELEFONE DO SR. HARRIGAN | NETFLIX Jaeden Martell, principal ator mirim de “It: A Coisa”, volta a estrelar um terror baseado em obra de Stephen King, mas desta vez quase sem levar sustos. Ele vive um adolescente de cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan – vivido pelo veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”). Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que claramente não é especialista no gênero. Mais fraco filme desta seleção, teve apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que, de todo modo, é mais que o suspense da Netflix “Uma Garota de Sorte”, com Mila Kunis, que não teve espaço na lista. | CATARINA, A MENINA CHAMADA PASSARINHA | AMAZON PRIME VIDEO A comédia medieval escrita e dirigida por Lena Dunham (criadora de “Girls”) gira em torno da personagem-título, vivida por Bella Ramsey (a corajosa Lyanna Mormont de “Game of Thrones”). Catherine é uma jovem aristocrata que recusa a aceitar as convenções de sua época, entre elas se casar com um homem mais velho escolhido pelo pai e se comportar como uma donzela. A trama se passa em 1290, quando a família Rollo deposita todas suas esperanças na jovem, conhecida como Birdy. Falido e sem esperança para o futuro, Sir Rollo acredita ter como saída o dote de sua filha mais nova, num casamento com um pretendente abastado. Só que ele quer muito mais da vida e isso resulta em muitos problemas para todos. Andrew Scott (o padre de “Fleabag”) vive Sir Rollo e o elenco também destaca Billie Piper (“Doctor Who”), Joe Alwyn (“A Última Carta de Amor”), Dean-Charles Chapman (também de “Game of Thrones”) e Ralph Ineson (“A Bruxa”). | MENTIRAS SECRETAS | VOD* Benoît Poelvoorde (“Românticos Anônimos”) vive um escritor famoso no suspense de Fabrice du Welz (“King: Uma História de Vingança”). Em busca de inspiração para escrever um novo romance, ele se muda para sua casa de campo com a esposa. Mas o retiro do casal vira um pesadelo quando uma jovem misteriosa e fascinada pelos livros do protagonista chega à casa, iniciando um triângulo com sedução e traição. Aplaudido pela crítica internacional, chegou a 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. | LUTA PELA LIBERDADE | VOD* O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com muitos dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa. | BOA SORTE, LEO GRANDE | VOD* A atriz inglesa Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) vive uma viúva que resolve contratar o Leo Grande do título, um garoto de programa vivido por Daryl McCormack (“A Roda do Tempo”) que, além de lhe proporcionar seu primeiro orgasmo, também vira seu confidente. A narrativa praticamente teatral (um ambiente, dois atores, muitos diálogos) tem direção da australiana Sophie Hyde (“Animals”). Elogiadíssimo, tem a maior aprovação no Rotten Tomatoes entre os filmes da semana: 93%. | 45 DO SEGUNDO TEMPO | VOD* Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não sem antes ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final. | O PALESTRANTE | VOD* Fábio Porchat vive um contador sem perspectivas, recém demitido e abandonado pela noiva, que num impulso assume outra identidade ao ver uma placa com um nome aleatório no aeroporto do Rio. Só que ele acaba, sem saber, tomando o lugar de um palestrante motivacional contratado para animar os empregados de uma empresa. Agora tem que colocar todos pra cima no momento em que se encontra mais pra baixo. A comédia foi escrita pelo próprio Porchat em parceria com Cláudia Jouvin (“L.O.C.A.”), tem direção de Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3”) e traz Dani Calabresa como a funcionária que recepciona o falso palestrante e logo se torna o interesse romântico e incentivo motivacional para o personagem insistir na farsa. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
John Boyega e Jamie Foxx descobrem clones em trailer de comédia
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer da comédia “Clonaram Tyrone!” (They Cloned Tyrone), estrelada por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jamie Foxx (“Dupla Jornada”). A prévia destaca a mistura de gêneros proposta pelo filme, que combina sci-fi, ação e comédia com o estilo do cinema blaxploitation dos anos 1970. Na trama, Boyega interpreta Fontaine, um traficante de drogas que deveria estar morto após ser baleado por seu rival. Só que não foi ele que levou o tiro, mas alguém igual. Ao lado de Yo-Yo (Teyonah Parris, de “WandaVision”) e do cafetão Slick Charles (Foxx), ele descobre o plano de uma misteriosa organização para clonar a população negra. “Clonaram Tyrone!” tem direção de Juel Taylor (roteirista de “Creed II”), que também escreveu o roteiro ao lado de Tony Rettenmaier (“Space Jam 2: Um Novo Legado”), e ainda traz em seu elenco J. Alphonse Nicholson (“P-Valley”), Joshua Mikel (“50 States of Fright”) e Tamberla Perry (“Bosch”). A estreia está marcada para 2023.
Trailer com Jason Momoa apresenta a “Terra dos Sonhos”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Terra dos Sonhos” (Slumberland), fantasia estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”). A prévia traz o ator guiando uma menina pela terra do título, criada por muitos efeitos visuais. O filme é baseado na obra-prima “Little Nemo in Slumberland”, de Winsor McKay, quadrinhos revolucionários lançados em 1905 que continuam influentes até hoje. Mas toma muitas liberdades com a concepção original, a começar pela mudança de sexo de Little Nemo, que deixa de ser um garoto com sonhos febris para virar uma menina, que viaja em sua cama ambulante para o continente onírico, onde se depara com maravilhas que só a imaginação é capaz de materializar. No clássico dos quadrinhos e da art déco, o Rei Morfeu ordena que Nemo seja trazido a seu reino para ser o companheiro de brincadeiras da princesa da Terra dos Sonhos, mas como as páginas grandiosas de McKay eram publicadas semanalmente, levou meses de aventuras até que Nemo finalmente chegasse. Parte da demora também se deve a Flip, um palhaço maníaco e fumador de charuto sempre disposto a perturbar e desviar a atenção de Nemo, com o objetivo de acordá-lo. Flip é o personagem de Momoa, que deixa de fumar e troca a fantasia de palhaço por cornos de bode. A motivação também é diferente. Nemo busca se refugiar nos sonhos com saudades de seu falecido pai. Com grande orçamento, o filme também destaca Marlow Barkley (“Single Parents”) como Nemo e Kyle Chandler (“Godzilla vs Kong”) como seu pai, entre outros artistas. A adaptação foi escrita por Michael Handelman e David Guion (ambos de “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”) e tem direção de Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”). A estreia está marcada para 18 de novembro.
Klara Castanho celebra aniversário com festa nos bastidores de “De Volta aos 15”
A atriz Klara Castanho completa 22 anos nesta quinta-feira (6/10) e recebeu uma festinha, com direito a parabéns, nos bastidores das gravações da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, da Netflix. Atores e produção prepararam uma surpresa para a aniversariante e, com uma torta, cantaram para celebrar o dia de Klara. João Guilherme compartilhou um vídeo da reação da amiga ao receber os parabéns, ao lado de Maísa. “Amamos você, Klara Castanho! Esse anjinho de luz está completando 22 anos hoje”, escreveu ele nos stories de seu Instagram oficial. Maisa também fez sua homenagem, resgatando registros ao lado da aniversariante em seu Instagram, sem esconder a admiração ao exaltar a amiga de anos. “Dia da minha pequena gigante Klara Castanho. Admiro seu talento, sua força, seu sorriso, sua sinceridade (explícita), seu olhar (que eu entendo de longe), seu coração e sua alma. Nosso encontro foi tão poderoso, além de amigas, primas em cena, cúmplices na vida! Amiga, mesmo que eu não tivesse a oportunidade de te conhecer pessoalmente, seria sua fã”, disse a artista. “Que a gente possa envelhecer fazendo kikiki nos bastidores, como NB e DG. Te amo hoje e sempre!”, concluiu. Klara aproveitou os comentários para agradecer a declaração da amiga. “Te amo sempre. Que bom ter te agarrado nessa vida. Sou sua fã, sua amiga e pra toda existência sua DG. Que a gente sempre entenda nossos olhares”, escreveu. A atriz também fez seu próprio post. “Hoje é meu aniversário. Esse é um dia que eu sempre espero, porque me sinto com a chance de recomeçar”, começou ela em seu Instagram. “Se é que se pode desejar algo a si mesmo, eu desejo paz, felicidade, e muito trabalho. (Não só pra mim, claro.)”, continuou. “Obrigada a cada mensagem carinhosa que eu recebi. Obrigada aos meus amigos do elenco de DV15, que fizeram a virada ser tão especial”, agradeceu. “Que venham só lágrimas de alegria. Obrigada por me acolherem. Que seja lindo”, finalizou. Aniversário da Klara Castanho. 22 anos nos bastidores de De Volta aos 15 – gravado por João Guilherme pic.twitter.com/BETYySaIXo — Pipoca Moderna (@Pipoca_Moderna) October 6, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)
Príncipe Harry e Meghan Markle brigam com Netflix por documentário de suas vidas
O príncipe Harry e Meghan Markle estariam em desacordo com a Netflix a respeito do que eles querem revelar ao público na vindoura série documental sobre suas vidas. A série faz parte de um acordo de produção entre o casal e o serviço de streaming, mas informações obtidas pelo site Page Six apontam até mesmo uma possível quebra de contrato. O casal supostamente quer cortar grandes pedaços do documentário, que eles estão filmando há mais de um ano, algo que a cineasta Liz Garbus (“Até o Fim: A Luta Pela Democracia”), diretora da série, não concorda. E a Netflix ficou do lado da realizadora. “Harry e Meghan estão repensando sua própria história, seu próprio projeto”, disse uma fonte da Netflix ao Page Six. De acordo com outra fonte, “Harry e Meghan estão em pânico por tentar suavizar até mesmo a linguagem mais básica. Mas é a história deles, contada de suas próprias bocas”. “Eles fizeram pedidos significativos para retirar o conteúdo que eles mesmos forneceram”, complementou a fonte, que ainda disse que, se os pedidos forem atendidos, o projeto provavelmente será arquivado. Mas “a Netflix deixou claro que o projeto vai seguir adiante.” O Page Six revelou anteriormente que eles queriam editar o documentário após a morte da rainha Elizabeth II no mês passado. Isso levantou questionamentos a respeito de possíveis conteúdos envolvendo possíveis falas do casal sobre o rei Charles III e outros membros da família real. Entretanto, fontes do site apontam que o casal já estava descontente com o conteúdo antes mesmo da morte da monarca. Numa entrevista anterior, Markle foi questionada a respeito da série, que ela definiu como “o pedaço da minha vida que não pude compartilhar, que as pessoas não puderam ver – nossa história de amor”. Ela também não poupou elogios ao trabalho da documentarista Liz Garbus, que ela definiu como “incrível”. Entretanto, o contrato de Harry e Markle com a Netflix deve lhes dar o direito ao “corte final” nas suas produções. Portanto, é possível que o trabalho “incrível” de Garbus seja podado em benefício do casal. Outra possibilidade seria o cancelamento total do projeto, algo que o público apoia. Em uma pesquisa online feita no Reino Unido, intitulada “Megan e Harry deveriam cancelar sua série na Netflix?”, a maioria dos participantes votou em favor do cancelamento. Ao todo, 6298 pessoas participaram da pesquisa e 88% votaram positivamente. Alguns comentários ainda diziam que eles “deveriam cancelar todos os contratos” ou que “nem deveriam ter feito esses contratos para começo de conversa”. Outro usuário brincou dizendo que não faz diferença se cancelarem ou não, porque “eu não vou assistir de qualquer maneira.” Porém, alguns comentários foram contrários ao cancelamento. Um usuário disse que era bom revelar tudo de uma vez. Outro afirmou ainda que “a série deve continuar e os dois devem assumir as consequências.” A Netflix planejava lançar a série documental logo após a estreia da 5ª temporada de “The Crown”, que chega ao serviço em novembro. Porém, até o momento a produção permanece sem previsão de estreia.
Galã mexicano da Netflix é condenado por agressão fatal e pode pegar 15 anos de prisão
O galã mexicano Pablo Lyle, estrela de várias novelas da TelevisaUnivision e até de séries da Netflix, foi considerado culpado por matar um homem com um soco após numa discussão de trânsito nos EUA em 2019, e pode pegar entre 9 anos e 15 anos de prisão. O homem morto, Juan Ricardo Hernández, era cubano e chegou a ser levado para o Hospital Jackson Memorial, em Miami, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com o relatório policial, o cubano de 63 anos se queixou que o carro do ator cruzou seu caminho de repente. Ele desceu do carro em um semáforo e começou a reclamar. Nesse momento, Lyle saiu do seu automóvel acompanhado do cunhado e socou o homem, que caiu e já ficou inconsciente no chão. Após a agressão, o ator de 35 anos fugiu, mas foi localizado pela polícia no mesmo dia. Ele alegou à imprensa local que deixou o local pois “temia pela segurança do filho” Mauro, que na época tinha 6 anos e estava com ele. Lyle chegou a ser detido, mas estava em liberdade condicional depois de pagar uma fiança de US$ 5 mil – equivalente a R$ 25,9 mil na cotação atual. Ele foi indiciado por agressão, mas teve permissão da corte para viajar ao México em razão de compromissos profissionais. Após vários adiamentos do julgamento devido à pandemia e o furacão Ian, ele foi finalmente considerado culpado nesta terça (4/10) por um júri de Miami. Após a deliberação final do júri, o ator foi algemado e aguardará a sentença final na detenção. O tempo de condenação será comunicado pela juiza Marisa Tinkler Mendez numa nova audiência, marcada para 26 de outubro. Desde a fatalidade, ele não estrelou mais nenhuma produção televisiva. Seu último trabalho foi a série “Yankee”, da Netflix, lançada em 2019. Veja abaixo a cobertura do caso na TV americana, com imagens do julgamento e da agressão.












