Sem papel de Superman, Henry Cavill não voltará a “The Witcher”
Com o fim do reinado de Henry Cavill como Superman, muitos fãs foram às redes sociais pedir sua volta à série “The Witcher”. Entretanto, a produção da 4ª temporada já começou, com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) gravando sua estreia como Geralt de Rivia, papel que Cavill desempenhou por três temporadas. Cavill anunciou sua saída da série da Netflix em outubro, logo após revelar seu retorno como Superman no Universo Cinematográfico da DC, com uma aparição no final de “Adão Negro”. Só que desde então a Warner Bros. Discovery mudou tudo, contratando o diretor James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-lançado DC Studios. E a dupla revelou ter outros planos para Superman. Com isso, os fãs de “The Witcher” passaram a torcer por uma volta de Cavill como Geralt de Rivia. Eles não ficaram muito entusiasmados quando a Netflix anunciou a troca de intérpretes. Mas, em entrevista à revista Variety, o chefe de séries da Netflix dos EUA e Canadá, Peter Friedlander, defendeu que Hemsworth era a escolha certa. “Henry é um Geralt extraordinário e acho que Liam continuará e também será um Geralt extraordinário”, disse Friedlander. “Há um legado de personagens incríveis e icônicos onde os atores mudaram, e estamos extremamente otimistas sobre isso. Continuaremos a honrar a propriedade, os fãs e a narrativa, o tempo todo.”
Príncipe William recusa-se a ver série “Harry & Meghan”
A série documental “Harry & Meghan” tem sido um verdadeiro sucesso mundial desde a estreia na Netflix. No entanto, está com baixa audiência entre a família real britânica. Segundo uma fonte da revista americana People, o Príncipe William e sua esposa Kate Middleton estariam “evitando” assistir a produção. Mas mesmo se recusando a prestigiar a produção, o casal estaria preocupado com o que estaria sendo dito e, por isso, delegaram a missão para os assessores, que devem assistir à série para lhes informar sobre os pontos mais polêmicos. A segunda parte de “Harry & Meghan” chegou à plataforma da Netflix nesta quinta-feira (15/12) colocando ainda mais “lenha na fogueira” na relação entre os príncipes ingleses as novas revelações do casal. Harry, por exemplo, chega a descrever que William gritou com ele e disse “coisas que simplesmente não eram verdade”. “Vai levar um bom tempo para que volte a existir harmonia entre os irmãos”, declarou a fonte próxima à família real. “Tem muita raiva envolvida.” Ainda que a família real não assista pessoalmente, a Netflix informou que o mundo inteiro está vendo “Harry & Meghan”. A produção registrou recorde e se tornou a produção documental mais vista do serviço em todos os tempos com a exibição de apenas seus três primeiros episódios. Foram cerca de 81,5 milhões de horas exibidas para mais de 28 milhões de famílias, de acordo com a Netflix. Desta forma, os dados apontam que “Harry & Meghan” acumulou mais tempo de exibição em apenas uma semana do que qualquer outro documentário disponível na plataforma. Além disso, a série conquistou o segundo lugar entre as produções em inglês mais assistidas na semana entre 5 e 11 de dezembro, ficando atrás apenas de “Wandinha”, que registrou mais de 269,6 milhões de horas assistidas e liderou o ranking mundial da plataforma.
Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo
A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.
“Young Royals” vai acabar na 3ª temporada
A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação de “Young Royals” para sua 3ª e última temporada. Junto do anúncio, liberou as primeiras imagens do final feliz, com direito a uma foto do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente saindo para a rua de mãos dadas. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. Mas mesmo após Willhem se tornar o próximo na linha de sucessão ao trono, a pressão pelo rompimento é confrontada pelas imagens antecipadas do desfecho, especialmente aquela em que o casal parece assumir tudo, pronto para sair juntos, de mãos dadas, para a luz. Assim como as duas temporadas anteriores, a série chegará ao final após mais seis episódios dos roteiristas-produtores Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Young Royals está renovada para a 3ª e última temporada. 👑👑👑 pic.twitter.com/7PWfqKlBQe — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 14, 2022
Trailer da 2ª temporada mostra jornada dos heróis de “Vikings: Valhalla”
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”, em que os vikings foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) embarcam numa jornada para reconstruir seu legado A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. Com um papel menos ativo em “Valhalla” – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , Hirst deixou o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart, que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. As principais novidades são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).
“O Troll da Montanha” vira filme não falado em inglês mais visto da Netflix
Apenas duas semanas depois de estrear, o longa norueguês de monstro “O Troll da Montanha” se tornou o filme não falado em inglês mais popular da Netflix. Com um total de 128 milhões de horas visualizadas, a produção superou o filme alemão de vampiros “Céu Vermelho-Sangue”, que rendeu 110,5 milhões de horas assistidas no ano passado, para se tornar o mais visto de língua não inglesa da História da Netflix. A produção norueguesa acompanha uma equipe de especialistas formada para investigar estranhos acontecimentos na montanha de Dovre. Eles logo descobrem que um monstro gigante despertou após mil anos, destruindo tudo pelo caminho – um caminho que leva à capital da Noruega. A fantasia dirigida por Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”) também conquistou o primeiro lugar no Top 10 da Netflix em língua não inglesa nesta semana, entrando no Top 10 em 93 países, incluindo Noruega, França, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, México e Brasil. Além da popularidade entre o público, “O Troll da Montanha” ainda conquistou a crítica, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1 de dezembro, o filme tem mais duas semanas para aumentar seu recorde, uma vez que a Netflix deixa de contabilizar seu ranking após 28 dias da estreia das produções. Veja o trailer do recordista abaixo.
Kantar Ibope vai passar a medir audiência da Netflix no Brasil
A Netflix anunciou um acordo com a Kantar Ibope Media para medir sua audiência. Os dados começarão a ser analisados a partir de janeiro de 2023. Para a medição do ibope serão analisados os acessos em TVs, celulares, laptops e outros dispositivos. Antes do acordo, a Netflix era medida numa categoria chamada “Conteúdo em Vídeo Sem Referência”, basicamente somente nas Smart TVs. “Nunca foi tão importante para as empresas de mídia ter acesso a uma visão única da audiência para maximizar crescimento sustentado. A decisão da Netflix de aderir ao nosso serviço fortalece ainda mais nossa medição de audiência pela indústria”, declarou Antonio Wanderley, CEO de Divisão de Mídia da Kantar Ibope. Com o acordo, a plataforma de streaming terá acesso a uma visão multiplataforma de seu desempenho. Os dados ajudarão a Netflix num melhor desempenho do serviço. A oficialização de sua audiência no Brasil faz parte de uma estratégia comercial. A plataforma pretende demonstrar que tem mais público que alguns canais abertos para buscar as verbas do mercado publicitário. Num curto prazo, a Netflix acredita que pode “bater de frente” com a rede Globo. Para a inclusão das propagandas, a Netflix pretende planos diferenciados, oferecendo descontos para anunciantes que decidirem entrar em todas as temporadas de determinadas séries. Apesar disso, documentos internos apontam que os anúncios devem cobrir um prejuízo projetado pela Netflix com a perda de assinantes, diante do fortalecimento dos rivais. A plataforma estima uma redução de mais de 500 mil assinantes no próximo ano, o que derrubaria seu faturamento em cerca de R$ 180 milhões. Aaposta é que o crescimento financeiro com anúncios possa não só compensar isso como representar até 30% de seus lucros totais. A plataforma de streaming também prevê incentivos para produzir mais conteúdo nacional, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições, num crescimento alimentado por “refrescos orçamentários” via Lei Rouanet.
Pamela Anderson reage à série “Pam & Tommy” com documentário na Netflix
A Netflix oficializou a produção de um documentário sobre a vida da atriz Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”). Intitulado “Pamela Anderson – Uma História de Amor” (Pamela, A Love Story) e dirigido por Ryan White (“Good Night Oppy”), o filme deve abordar a vida pessoal, a carreira e os relacionamentos de Anderson, incluindo o vivido com o músico Tommy Lee. “Temos todo esse arquivo de Tommy e Pamela se apaixonando, e acho que nosso filme realmente os humanizará”, disse White, em entrevista à revista Vanity Fair. “Acho que eles costumam ser vistos como grandiosos… talvez até personagens cartunescos. Quando você assiste a essa filmagem deles se encontrando, é realmente lindo.” O romance de Anderson e Lee foi abordado de maneira ficcional na série “Pam & Tommy”, que narra a divulgação da infame sex tape dos dois. Durante a entrevista à Vanity Fair, Anderson falou sobre a série, que foi lançada enquanto ela estava filmando o documentário. “Ninguém sabia a verdade”, disse ela. “Nem mesmo eu não sei 100% do que aconteceu, mas acho que o mais importante é compartilhar meus sentimentos humanos e o quanto isso doeu e como isso inegavelmente definiu meu futuro – em minha carreira e meus relacionamentos”. Além de dar uma versão diferente daquela vista na série para o casamento de Anderson com Lee – e a eventual divulgação da sex tape dos dois – , o documentário abordará outros relacionamentos da atriz, como com o cantor Kid Rock. “Sou uma romântica e romance é uma tragédia”, disse Anderson. “Eu acredito em contos de fadas.” O documentário também vai oferecer um olhar íntimo sobre sua relação com os dois filhos, Brandon e Dylan, que a convenceram a “contar sua história em seus próprios termos”. A produção ainda vai cobrir as oito semanas em que Anderson estrelou a peça “Chicago”, na Broadway, um papel que ela recusou 10 anos antes para cuidar de seus filhos. Segundo White, foi essa experiência que abriu seus olhos para o talento e resiliência dela. “Você não pode descartar Pamela. Ela foi descontada a vida toda e se ergueu”, afirmou White. “O filme se chama ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, e tem muitas histórias de amor dentro dele. Em última análise, acho que o final do filme é sobre ela colocar mais desse amor em si mesma.” “Eu estava muito hesitante, mas, olhando para trás, me sinto fortalecida”, disse ela sobre sua decisão de fazer o documentário. “E espero que [minha história] inspire as pessoas a se divertirem e não se preocuparem tanto.” “Pamela Anderson – Uma História de Amor” estreia em 31 de janeiro na Netflix. Além do documentário, Pamela Anderson também vai lançar um livro de memórias, intitulado “Love, Pamela”.
“Warrior Nun” é cancelada após duas temporadas
A Netflix decidiu cancelar a série “Warrior Nun” após duas temporadas. Apesar das críticas positivas e de seu status de série cultuada, a plataforma optou por não continuar a produção. “Warrior Nun” durou apenas três semanas no top 10 da Netflix de séries de língua inglesa, chegando apenas ao 5º lugar em sua melhor semana. Baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, a atração virou febre quando foi lançada pela Netflix há dois anos. A pandemia, porém, adiou os planos de produção do segundo ano, criando um longo hiato entre os episódios. A trama gira em torno de uma ordem das noviças rebeldes, treinadas para enfrentar ameaças sobrenaturais. Sua luta contra o anjo do mal e outras criaturas das trevas terminou de forma trágica, que poderia ser revertida em novos capítulos, que não serão mais produzidos. A série era elogiada pelas lutas marciais bem coreografadas, as tramas cheias de reviravoltas – do criador Simon Barry, responsável pela também cultuada série sci-fi canadense “Continuum” – e clima queer, que resultou em romance lésbico entra as duas principais personagens nos últimos capítulos. A série também se destacou por reunir um grupo promissor de novas atrizes, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das jovens freiras guerreiras. O elenco ainda incluía o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que era gravada em cenários deslumbrantes da Espanha.
“Wandinha” ultrapassa 1 bilhão de horas assistidas na Netflix
A série “Wandinha” continua dominando a audiência da Netflix. Durante a sua terceira semana de exibição, a atração acumulou mais 269 milhões de horas assistidas e, com isso, ultrapassou a marca total de 1 bilhão de horas. “Wandinha” é apenas a terceira série da Netflix a conseguir esse feito nos seus primeiros 28 dias de exibição. As duas outras séries que romperam a barreira do 1 bilhão em um mês foram os sucessos “Round 6” e a 4ª temporada de “Stranger Things”. Recentemente a série “Dahmer: Um Canibal Americano” também completou 1 bilhão de horas assistidas, mas apenas após o período de 28 dias, que é o tempo de contagem usado pela Netflix. Por sinal, “Wandinha” também tomou o lugar de “Dahmer” como a 2ª série em inglês mais vista da Netflix. Ainda que seus números sejam surpreendentes, a audiência dessa semana foi significativamente menor do que a da primeira semana (341 milhões de horas assistidas) e, principalmente, da segunda semana (411 milhões de horas). Com isso, a série pode ter dificuldades para tomar o lugar de “Stranger Things” (que totalizou 1,35 bilhão de horas no primeiro mês) no topo da lista das séries em inglês mais vistas da Netflix. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Harry & Meghan”, que também quebrou recordes ao se tornar a série documental mais vista na sua semana de estreia, com 81 milhões de horas assistidas. Ela foi seguida pela 2ª temporada de “Amigas para Sempre”, que acumulou 50 milhões de horas. O Top 5 das séries em inglês se completa com “1899” (com 27 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Amigas para Sempre” (20 milhões de horas). Entre as séries internacionais, ou seja, aquelas não faladas em inglês, o destaque ficou com o drama colombiano “Canto para Não Chorar: Arelys Henao”, que acumulou 26 milhões de horas assistidas. Confira abaixo o Top 10 semanal das séries faladas em inglês na Netflix. 1. “Wandinha” 2. “Harry & Meghan” 3. “Amigas para Sempre 2” 4. “1899” 5. “Amigas para Sempre 1” 6. “Brincando com Fogo 4” 7. “The Crown 5” 8. “Snack vs. Chef” 9. “Disque Amiga para Matar 3” 10. “Manifest 4”
Netflix revela erros de gravação de “Wandinha”
A Netflix divulgou um vídeo com os erros de gravação da série “Wandinha” (Wednesday). E os “erros” que mais chamam atenção não foram cometidos por ninguém da produção. São os barulhos de aviões que interrompem as gravações. Em determinado ponto, Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), que interpreta Gomez Addams, chega a imitar Tattoo, de “A Ilha da Fantasia” (1977–1984), apontando para o céu e repetindo a famosa fala de toda abertura da série clássica: “O avião, o avião…” Terceira série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos, “Wandinha” também destaca Jenna Ortega (“Pânico 5”) no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) como sua mãe Morticia, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Percy Hynes White (“The Gifted”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. A série foi criada por Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”, e dirigida por um especialista em fantasia gótica juvenil: Tim Burton, responsável por “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), entre muitas outras produções sombrias.
Atriz de “Wandinha” fará comédia de troca de corpos com Jennifer Garner
A atriz Emma Myers, que encantou os fãs de “Wandinha” como a personagem Enid Sinclair, entrou no elenco de “Family Leave”, nova comédia sobre troca de corpos estrelada por Jennifer Garner (“De Repente 30”). Inspirado no livro infantil “Bedtime for Mommy”, de Amy Krouse Rosenthal, o filme vai acompanhar um casal que está fazendo o possível para manter sua família conectada à medida que seus filhos crescem, tornam-se mais independentes e mais distantes. Certo dia, eles têm um encontro com um astrólogo que faz com que a família acorde e perceba que todos trocaram de corpos, justamente no dia mais importante de cada uma em suas vidas. Então, eles precisarão se unir para conseguirem um emprego, uma vaga na faculdade, um contrato com uma gravadora e entrar no time de futebol. Myers vai interpretar a filha adolescente da personagem de Garner. O elenco ainda conta com Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) e Brady Noon (“Virando o Jogo dos Campeões”) no papel de pai e filho. Vale observar que o livro original não tem troca de corpos. Ou irmão. A publicação ilustrada para crianças acompanha um filha bem pequena que tenta colocar os pais relutantes – e workholics – para dormir. Embora Jennifer Garner já tenha experiência com trocas de corpos, visto que em “De Repente 30” interpretou uma garotinha que acordou no seu corpo adulto, a trama familiar de “Family Leave” parece aproximá-lo de outro filme clássico com essa temática: “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan, em que mãe e filha trocam de corpos. O primeiro tratamento do roteiro foi escrito por Victoria Strouse (“Procurando Dory”) e a versão mais atual é de autoria de Adam Sztykiel (“Adão Negro”). Já a direção ficará por conta de McG (“A Babá”). “Family Leave” está sendo desenvolvido para a Netflix, mas ainda não há data de lançamento prevista. A jovem Emma Myers será vista em breve no drama musical “Southern Gospel”, também sem previsão de estreia.
“Heartstopper” vence o primeiro Emmy Infantil
A série teen “Heartstopper” foi a grande vencedora do Children’s & Family Emmy Awards – a estreia da premiação infantil do Emmy. A atração da Netflix foi contemplada em quatro categorias, incluindo Melhor Série Adolescente e Melhor Elenco. Os outros prêmios de “Heartstopper” foram para Kit Connor, eleito o Melhor Protagonista em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente, e para Olivia Colman, vencedora do prêmio de Melhor Participação em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente. A nova versão da série clássica “Vila Sésamo” levou o prêmio de Melhor Série Pré-Escolar e de Melhor Canção Original. Já a série “O Clube das Babás”, também da Netflix, foi eleita a Melhor Série Infantil ou Familiar, além de ter levado o prêmio de Melhor Roteiro. Comprovando o domínio da Netflix, “Maya e os 3 Guerreiros” venceu três categorias: Melhor Roteiro de Série Animada, Melhor Mixagem e Edição de Som em Série Animada e Melhor Anúncio Promocional. Outro destaque da plataforma de streaming foi “Sweet Tooth”, que venceu os prêmios de Melhor Coadjuvante em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente (para Nonso Anozie) e Melhor Mixagem e Edição de Som em Série Organizada pela Academia Nacional de Artes e Ciências Televisivas dos EUA (NATAS, na sigla em inglês), a premiação se estendeu por sábado e domingo (11/12) em Los Angeles, apresentada por cantora JoJo Siwa (“The J Team”) e pelo ator Jack McBrayer (“30 Rock”). Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Série Pré-Escolar “Vila Sésamo” Melhor Série Infantil ou Familiar “O Clube das Babás” Melhor Série Adolescente “Heartstopper” Melhor Especial de Ficção “Os Tênis Encantados” Melhor Programa de Não Ficção “Quem é Você, Charlie Brown?” Melhor Série Pré-Escolar Animada “Ada Batista, Cientista” Melhor Série Animada “Cidade de Fantasmas” Melhor Especial Animado “Hilda e o Rei da Montanha” Melhor Série Curta “We the People” Melhor Mídia Interativa “Madrid Noir” Melhor Anúncio Promocional “Maya e os 3 Guerreiros” Melhor Protagonista em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente Kit Connor (“Heartstopper”) Melhor Coadjuvante em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente Nonso Anozie (“Sweet Tooth”) Melhor Atuação Juvenil em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente Quinn Copeland (“Punky Brewster”) Melhor Participação em Série Pré-Escolar, Infantil ou Adolescente Olivia Colman (“Heartstopper”) Melhor Dublagem em Animação Pré-Escolar Daniel Ross (“Mickey and Minnie Wish Upon a Christmas”) Melhor Dublagem em Animação Eric Bauza (“Looney Tunes Cartoons”) Melhor Dublagem Jovem em Animação Pré-Escolar Andy Walken (“Mundo dos Centauros”) Melhor Apresentador Helen Mirren (“Harry Potter: Hogwarts Tournament of Houses”) Melhor Roteiro de Série Pré-Escolar ou Infantil “O Clube das Babás” Melhor Roteiro de Série Jovem “Heartstopper“ Melhor Roteiro de Série Pré-Escolar Animada “Muppet Babies” Melhor Roteiro de Série Animada “Maya e os 3 Guerreiros” Melhor Direção de Série (Uma Câmera) “A Misteriosa Sociedade Benedict” Melhor Direção de Série (Várias Câmeras) “The Quest” Melhor Direção em Série Animada Pré-Escolar “Stillwater” Melhor Direção em Série Animada “Cidade dos Fantasmas” Melhor Direção de Dublagem em Série Animada “Mundo dos Centauros” Melhor Direção Musical e Composição em Série “Os Tênis Encantados” Melhor Direção Musical e Composição em Série Animada “Pega Ladrão!” Melhor Canção Original “Friends with a Penguin” – “Vila Sésamo” Melhor Direção de Fotografia em Série “Harry Potter: Hogwarts Tournament of Houses” Melhor Direção de Fotografia em Série (Uma Câmera) “Apresentando, Nate” Melhor Direção de Fotografia em Série (Várias Câmeras) “Punky Brewster” Melhor Montagem em Série (Uma Câmera) “Os Tênis Encantados” Melhor Montagem em Série (Várias Câmeras) “Making Fun” Melhor Montagem em Série Pré-Escolar Animada “Zé Coleta” Melhor Montagem em Série Animada “Oi, Alberto” Melhor Mixagem e Edição de Som em Série “Sweet Tooth” Melhor Mixagem e Edição de Som em Série Pré-Escolar Animada “Octonautas e o Círculo de Fogo Melhor Mixagem e Edição de Som em Série Animada “Maya e os 3 Guerreiros” Melhores Efeitos Especiais em Série “Endlings” Melhores Títulos e Gráficos “Hilda e o Rei da Montanha” Melhores Elenco de Série “Heartstopper” Melhores Elenco em Série Animada “Família Radical: Maior e Melhor” Melhores Direção de Arte EMPATE “A Rocha Encantada: De Volta à Caverna” “Muppets Haunted Mansion” Melhores Figurinos “A Misteriosa Sociedade Benedict” Melhores Penteados e Maquiagem “The Quest” Melhor Coreografia “Os Tênis Encantados” Melhor Coordenação de Dublês “Danger Force”












