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  • Filme

    Chupa-cabra vira “E.T.” no trailer de “Meu Amigo Lutcha”

    15 de março de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Meu Amigo Lutcha”, filme que transforma a lenda do chupa-cabra numa aventura infantil ao estilo de “E.T.”, acompanhando amizade entre o “monstro” e um garotinho (Evan Whitten, de “O Peso do Passado”). Na trama, Alex viaja de Kansas City até o México para visitar familiares pela primeira vez. Lá, ele conhece o avô e ex-lutador de luta livre Chava (Demián Bichir, de “A Freira”), o animado primo Memo (Nickolas Verdugo) e a destemida prima Luna (Ashley Ciarra, de “A Million Miles Away”). Quando Alex começa a se ambientar no local, ele descobre um filhote de chupa-cabra vivendo no galpão do avô. O menino logo fica sabendo que o novo amigo tem uma história secreta com sua família e que o cientista Richard Quinn (Christian Slater, de “Mr. Robot”) quer capturá-lo para tentar controlar seus poderes. Para proteger Lutcha, Alex embarca em uma incrível aventura que testará os laços de sua família e o lembrará de que a vida pode ser mais leve quando se tem com quem dividi-la. Vale destacar que a Netflix não só mudou o título original do filme no Brasil, como também alterou o nome do monstrinho principal da trama. Lançado como “Chupa” no mercado estrangeiro, aqui o monstrinho camarada virou “Lutcha”. O filme tem direção de Jonás Cuarón (“Deserto”), filho do cineasta Alfonso Cuarón (“Roma”), e é produzido pelo cineasta Chris Columbus (“Harry Potter e a Pedra Filosofal”). A estreia está marcada para 7 de abril.

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  • Série

    2ª temporada de “Sweet Tooth” ganha fotos e data de estreia

    15 de março de 2023 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da 2ª temporada de “Sweet Tooth”. As imagens do retorno dos híbridos destaca uma nova personagem chamada Maya, que é vivida por Amie Donald (a M3GAN do recente terror tecnológico). Confira abaixo. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. Novamente comandada por Jim Mickle – showrunner, escritor e diretor do primeiro ano da atração -, a série voltará com mais oito episódios no dia 27 de abril. GUS E OS HÍBRIDOS ESTÃO VOLTANDO!!! 🍭💚 A 2ª temporada de Sweet Tooth estreia dia 27 de abril. pic.twitter.com/fppeDi98t6 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 14, 2023 Thrilled to welcome M3gan herself — the ridiculously talented Amie Donald — to the cast of @SweetTooth Season 2 pic.twitter.com/kTqxkSudsb — Netflix (@netflix) March 14, 2023

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  • Filme

    Netflix cancela comédia romântica mais cara de todos os tempos com Scarlett Johansson

    14 de março de 2023 /

    A Netflix desistiu de produzir a comédia romântica mais cara de todos os tempos. A produção, que seria estrelada pela atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), estava orçada em U$ 130 milhões. Segundo o site Deadline, a decisão foi tomada nesta terça (14/3) após longas discussões com a diretora Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”). Embora a plataforma topasse pagar o orçamento estipulado, a cineasta insistia em aumentar ainda mais os custos para chegar em pelo menos US$ 150 milhões. A Netflix, porém, teria preferido desistir do projeto a bancar esses custos. Boa parte desse orçamento inflado deveria ir para o pagamento do salário dos atores. Além de Johansson, outros nomes de peso circulando o projeto eram Penélope Cruz (com quem Johansson já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”), Owen Wilson (“Loki”) e Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Com o título provisório de “Paris Paramount”, a comédia marcaria o retorno de Meyers à direção, oito anos após o lançamento de seu último filme, “Um Senhor Estagiário” (2015). A trama deveria girar em torno de uma jovem cineasta que se apaixona por um produtor e os dois acabam fazendo vários filmes juntos, antes de terminarem seu relacionamento romântico e profissional. Porém, depois de rompidos são forçados a trabalhar juntos em um novo projeto. Existem várias semelhanças entre essa história e a vida da própria Meyers. Ela teve um relacionamento romântico e profissional com o roteirista, diretor e produtor Charles Shyer, com quem realizou filmes como “Presente de Grego” (1987), “O Pai da Noiva” (1991) e “Operação Cupido” (1998). Após a separação, Meyers escreveu e dirigiu filmes como “Alguém Tem que Ceder” (2003), “O Amor Não Tira Férias” (2006) e “Um Senhor Estagiário”. Scarlett Johansson será vista a seguir no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas em junho.

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  • Série

    “A Lição” vira uma das 10 séries não faladas em inglês mais vistas da história da Netflix

    14 de março de 2023 /

    O sucesso de “A Lição” (The Glory) reforça a capacidade da Netflix de lançar fenômenos sul-coreanos. A segunda parte da atração, que estreou na sexta (10/3), não só garantiu excelentes números em sua primeira semana de exibição como ajudou a série a se tornar uma das mais assistidas de todos os tempos da Netflix. A estreia da Parte 2 deixou para trás os números de várias séries populares da plataforma, incluindo a 4ª temporada de “Você” e a 3ª temporada de “Outer Banks”, ao atingir 124,46 milhões de horas em apenas três dias de exibição – de sexta a domingo (12/3). Somando a audiência dos episódios das duas partes, a produção de suspense alcançou excelentes 289,2 milhões de horas visualizadas. Com isso, superou as 275,3 milhões da 3ª temporada de “Elite” e se tornou a 9ª série não falada em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos. E tudo indica que, o seriado deve superar nos próximos dias as visualizações de “Lupin” (316 milhões) e “Café com Aroma de Mulher” (326 milhões) para ocupar o 7º lugar. Vale lembrar que a Netflix soma apenas os 28 primeiros dias de exibição de suas séries para organizar seu ranking histórico. Entretanto, burla a própria regra com temporadas divididas em duas partes. Como aconteceu com “Stranger Things”, a “Lição” continua a ter seu público contabilizado depois dos 28 dias. É que o lançamento da Parte 2 terá mais 28 dias para somar seus números aos da Parte 1. A trama de “A Lição” gira em torno de uma mulher que quer se vingar das pessoas que a atormentaram durante o Ensino Médio. Desde a adolescência, Dong Eun (Song Hye Kyo) planeja meticulosamente um elaborado plano contra os algozes de sua saúde mental. Agora que é adulta, ela finalmente tem a chance de botar seu plano de vingança em ação e, para isso, contará com a ajuda de um belo médico, que é secretamente apaixonado por ela. Entretanto, em meio ao sucesso, o diretor da série, Ahn Gil-ho, passou a ser acusado de ter praticado bullying, exatamente como os personagens da trama. Em uma postagem anônima realizada no dia da estreia da Parte 2, uma pessoa afirmou que o cineasta ameaçou e agrediu vários colegas de classe após descobrir que eles caçoavam de sua namorada em uma escola nas Filipinas. Inicialmente, o diretor negou todas as acusações. Porém, no domingo (12/3), o advogado de Ahn Gil-ho admitiu que o conteúdo da postagem era verdadeiro: “O diretor Ahn Gil-ho tinha uma namorada enquanto estudava nas Filipinas em 1996. Quando soube que sua namorada foi alvo de zoações na escola por causa dele, ele momentaneamente passou do ponto e causou mais traumas às pessoas envolvidas no assunto”. No comunicado, o representante do diretor também diz que ele pede desculpas pelos erros do passado: “Ele pede perdão do fundo de seu coração para aqueles que foram feridos por este incidente. Se tiver a oportunidade, ele gostaria de um encontro pessoal ou, pelo menos, um contato por telefone para transmitir suas desculpas”, explicou o advogado Kim Hun-hui. Em outro comunicado, Ahn Gil-ho afirmou que, no primeiro momento, negou ter cometido bullying por “não se lembrar muito bem do assunto”. Apesar da polêmica, o sucesso de “A Lição” é enorme e, mesmo com o desfecho conclusivo da 1ª temporada, pode ganhar novos capítulos.

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  • Série

    “Você” continua a liderar Top 10 da Netflix

    14 de março de 2023 /

    A 4ª temporada da série “Você” continua o seu domínio na Netflix. A atração, cuja segunda parte estreou em 9 de março, ficou em 1º lugar entre as séries mais vistas da plataforma de streaming, com 75 milhões de horas assistidas. A minissérie documental “Voo 370: O Avião que Desapareceu” garantiu o 2º lugar, com 59 milhões de horas assistidas em sua semana de estreia, seguida pela 2ª temporada de “Sex/Life”, que foi vista por 46 milhões de horas ao longo da última semana. A 3ª temporada de “Outer Banks” caiu para o 4º lugar, com 44 milhões de horas, e a 1ª temporada de “Sex/Life” fechou o Top 5, com 25 milhões de horas assistidas durante a última semana. Entre as séries estrangeiras, ou seja, aquelas que não são faladas em inglês, o destaque ficou com a atração sul-coreana “A Lição”, que acumulou incríveis 124 milhões de horas assistidas (mais do que as primeiras colocadas nos EUA). A atração é um novo fenômeno made in Korea da Netflix e entrou no Top 10 das séries mais vistas de todos os tempos de língua não inglesa da plataforma. Já entre os filmes, o destaque foi “Luther: O Cair da Noite”, estrelado por Idris Elba, vista por um total de 65 milhões de horas. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | VOCÊ 2 | NETFLIX   2 | VOO 370: O AVIÃO QUE DESAPARECEU | NETFLIX   3 | SEX/LIFE 2 | NETFLIX   4 | OUTER BANKS 3 | NETFLIX   5 | SEX/LIFE 1 | NETFLIX  

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  • Série

    Produtor chama Jenna Ortega de tóxica após atriz falar mal da equipe de “Wandinha”

    14 de março de 2023 /

    O produtor Steven DeKnight (criador de “Spartacus”) chamou Jenna Ortega de “tóxica” após a atriz falar mal dos produtores e roteiristas da série “Wandinha”, que ela estrelou. O caso aconteceu no dia 6 de março, quando Ortega participou do podcast “Armchair Expert with Dax Shepard”. Na ocasião, a atriz afirmou que muitas vezes precisou intervir nos roteiros da série e fazer mudanças de última hora nas falas e atitudes da sua personagem. Segundo Ortega, ela fez isso porque se sentia “muito, muito protetora” em relação a sua personagem. “Não acho que já tive que impor minha opinião no set da maneira como tive que fazer em ‘Wandinha’, porque é tão fácil cair nessa categoria, especialmente com esse tipo de série”, disse Ortega. “Tudo o que ela faz, tudo o que eu tive que interpretar, não fazia sentido para a personagem dela. Fazer parte de um triângulo amoroso não fazia sentido”. “Houve momentos no set em que eu até me tornei quase anti-profissional, em um sentido, quando eu comecei a mudar as falas”, continuou ela. Ortega contou que, quando isso acontecia, “eu tinha que sentar com os roteiristas e eles perguntavam: ‘Espere, o que aconteceu com a cena?’ E eu tinha que explicar por que não podia fazer certas coisas”. A revelação de Ortega arrancou alguns elogios, por supostamente ilustrar o comprometimento dela com o papel. Porém, essa não foi a percepção de DeKnight. Embora o produtor não tenha envolvimento com “Wandinha”, ele foi marcado numa publicação no Twitter falando sobre esse caso, e resolver dar a sua opinião. Segundo o responsável por séries como “Spartacus” e “Demolidor”, esse tipo de atitude não deve ser elogiada, uma vez que ela “claramente cagou publicamente dos showrunners/roteiristas” Alfred Gough e Miles Millar. DeKnight publicou uma sequência de tuítes em que explicou que Ortega poderia ter abordado as suas dúvidas em relação à personagem de uma maneira muito mais profissional. “Ela é jovem, então talvez não saiba disso (mas deveria). Ela também deveria se perguntar como se sentiria se os showrunners dessem uma entrevista e falassem sobre o quão difícil foi trabalhar com ela e como ela se recusou a seguir o material”. “Este tipo de declaração é mais que arrogante e tóxica”, continuou ele. “Eu amo o trabalho dela, mas a vida é muito curta para lidar com pessoas assim nessa indústria”. Depois da entrevista polêmica – e outras anteriores, com tom similar – , Jenna Ortega foi promovida a produtora da 2ª temporada de “Wandinha”. This kind of statement is beyond entitled and toxic. I love her work, but life’s too short to deal with people like this in the business. — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 7, 2023 Doubtful since she clearly shit on the showrunners/writers publicly. https://t.co/3gtB0pOIEl — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 11, 2023

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  • Etc

    Produtor mineiro ganha Oscar com o filme “Nada de Novo Front”

    13 de março de 2023 /

    Teve brasileiro premiado no Oscar 2023. O produtor mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos, recebeu a estatueta na categoria de melhor filme internacional por seu trabalho no drama de guerra “Nada de Novo no Front”. Há cerca de 20 anos, o produtor de cinema belo-horizontino se mudou da capital mineira para Los Angeles, onde reside atualmente, mas nunca deixou de amar o Brasil e a sua cidade natal. “Sou amante do samba, fascinado pela história de Minas, pela gastronomia”, disse ele em entrevista recente ao jornal O Tempo. Em duas décadas nos Estados Unidos, Dreifuss se estabeleceu na indústria cinematográfica e assinou a produção de alguns projetos famosos como “No”, de Pablo Larraín, primeiro longa chileno indicado ao Oscar de melhor filme internacional, em 2013, com Gael García Bernal (“Tempo”), e “Sérgio”, estrelado por Wagner Moura (“Agente Oculto”) e Ana de Armas (“Blondie”), biografia do saudoso diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Com surpreendentes 9 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme, “Nada de Novo no Front” conta a história do jovem soldado alemão Paul (Felix Kammerer), que se alista para lutar na 1ª Guerra Mundial. O roteiro é baseado no romance homônimo do escritor Erich Maria Remarque, lançado em janeiro de 1929. O longa foi um dos maiores vencedores da noite, conquistando quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Fotografia, Direção de Arte (Design de Produção) e Trilha Sonora. Daniel Dreifuss recebeu o roteiro de “Nada de Novo no Front” há mais ou menos 10 anos. Originalmente, o filme seria todo falado em inglês e tinha uma pegada mais comercial, com muitas cenas de ação e explosões. A trama focava mais no último dia do conflito, horas antes do armistício do dia 11 de novembro de 1918, às 11h. Depois que o texto passou por outros diretores e produtores, Dreifuss decidiu retomar o projeto com mudanças importantes. “Lutei pela autenticidade que sempre norteou minha carreira. Eu pensei: ‘por que alemães estariam falando em inglês entre si?’. Fui para a Alemanha em 2019 com a ideia de voltar ao texto original e tentar levantar a produção em alemão”, explicou para o jornal mineiro. “Nada de Novo no Front”, cuja direção é assinada por Edward Berger (“Jack”), foi rodado em 2021 e há poucos meses chegou ao streaming como grande aposta da Netflix para a temporada de premiações. Até conseguir financiamento para o filme, Daniel Dreifuss ouviu muitas recusas nos Estados Unidos. Contudo, voltar ao texto original e buscar parceiros na Alemanha tem uma explicação muito particular. “A família do meu pai é toda da Alemanha, da fronteira com a França. Meu avô Max nasceu em 1899, se alistou em 1917 e foi lutar pela Alemanha na 1ª Guerra. Ferido nas costas e no pulmão, foi mandado de volta para a casa. O primo dele é uma das pessoas das quais o filme fala. Ele morreu a 40 horas do fim da guerra. O meu avô, 20 anos depois, foi mandado para uma campo de concentração por ser judeu-alemão”, relatou o produtor. “Quando eu recebi o roteiro, eu sabia que aquelas pessoas existiam na minha vida, existiam em mim. Eu queria honrá-las depois de tantos ‘nãos’ seguidos, de tanta carga negativa. Eu pensava nessas pessoas e continuava no empenho de contar essa história”, ele completa. O seu avô sobreviveu ao terror do nazismo e fugiu para o Uruguai, onde nasceria o pai do produtor, o cientista político e historiador René Dreifuss. Daniel nasceu em Glasgow, em 1978, quando o seu pai fazia doutorado na Escócia. Um ano e meio depois, ele chegou a Belo Horizonte. O produtor fala com saudade de BH. Foi na capital mineira que ele se apaixonou por cinema em sessões no Cine Pathé, no Cine Acaiaca, no Belas Artes e em outros cinemas de rua da cidade, levado por sua mãe, Aurea, ainda quando era criança. Essas memórias acompanham Dreifuss até os dias de hoje, e assim sempre será. Há tantos anos fora do Brasil, o produtor não quer que seus laços com o país se enfraqueçam com o tempo. Amizades, família, culinária, música e visitas pontuais ao país ajudam a manter forte essa relação. Já com o mercado cinematográfico brasileiro, Daniel Dreifuss espera criar uma relação que gere futuros trabalhos: “Gostaria que o Brasil se lembrasse mais que eu sou brasileiro, adoraria levantar projetos no Brasil. Nosso país tem muitos talentos no cinema, diretores interessantíssimos, tem a turma de Recife, dos meus conterrâneos do ‘Marte Um’, da Filmes de Plástico. Espero que eu tenha o privilégio de acabar me conectando mais com a indústria brasileira. Eu vou onde as histórias estão, e elas não têm fronteiras”. “Nada de Novo no Front” tornou-se o filme alemão mais premiado da história do Oscar. E além das quatro estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o longa também foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes e Ciências Cinematográficas e Televisivas, vencendo sete BAFTA Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Após o sucesso estrondoso da obra, Daniel relata que atualmente está cheio de novos projetos e trabalha no desenvolvimento de duas minisséries e um filme. E o produtor revela que adoraria ver todas essas obras serem gravadas no Brasil: “Não quero me distanciar do meu país. O Brasil é emocionante”.

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  • Filme,  TV

    “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” tem vitória histórica no Oscar

    13 de março de 2023 /

    O Oscar 2023 consagrou “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e principalmente o estúdio A24 com uma vitória histórica. Nunca antes na História um único estúdio tinha ganho todas as categorias principais, as chamadas categorias nobres da premiação. Além de Melhor Filme do ano, o filme escrito e dirigido pelos Daniels (Daniel Kwan e Daniel Scheinert) venceu os troféus de Melhor Direção, Roteiro Original, Edição e três de atuação, com Michelle Yeoh, Jamie Lee Curtis e Ke Huy Quan. E, para completar a limpa, Brendan Fraser levou a estatueta de Melhor Ator por “A Baleia”, outra produção da A24. A vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” também representou o primeiro reconhecimento da Academia a um filme sobre o multiverso e com elenco majoritariamente asiático. A premiação entrou para a História de Hollywood num momento carregado de simbolismo, quando a malaia Michelle Yeoh, primeira asiática e segunda mulher não branca a vencer o Oscar de Melhor Atriz, recebeu seu troféu das mãos da primeira atriz negra premiada na categoria, Halle Berry. Ke Huy Quan, por sua vez, colocou seu retrato no Museu da Academia como primeiro asiático – e primeiro ator vietnamita – premiado como Melhor Ator Coadjuvante. Depois dos sete Oscars de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, o segundo filme mais premiado foi a produção alemã da Netflix “Nada de Novo no Front”, que conquistou quatro vitórias, inclusive a de Melhor Filme Internacional. Este último troféu também foi uma vitória brasileira, já que um dos produtores do longa é o mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos. Por sinal, a abertura globalizante do Oscar ainda rendeu troféus para duas produções indianas: Melhor Canção para “Naatu Naatu”, da trilha do longa “RRR” (primeira vitória indiana na categoria), e Melhor Curta Documental por “Como Cuidar de um Bebê Elefante”, outra obra da Netflix. A Netflix também faturou o Oscar de Melhor Animação com “Pinóquio de Guillermo Del Toro”. Mas as vitórias do streaming se estenderam para outras plataformas, como a HBO Max, representada por “Navalny” com o Oscar de Melhor Documentário, e a Apple TV+ com “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”, Melhor Curta Animado. Ao final, os blockbusters “Avatar: O Caminho da Água”, “Top Gun: Maverick” e “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” venceram apenas um prêmio cada: nas categorias de Efeitos Visuais, Som e Figurino, respectivamente. Aliás, a figurinista Ruth Carter foi uma das artistas que fez história no Oscar, ao se tornar a primeira mulher negra a receber duas estatuetas na premiação – ela já tinha vencido em 2019 pelo figurino do primeiro “Pantera Negra”. Entre as produções “de arte”, ainda houve o reconhecimento à cineasta canadense Sara Polley, que venceu Melhor Roteiro Adaptado por “Entre Mulheres”, mas filmes prestigiados e premiados pela crítica e em festivais, como “Os Fabelmans”, “Tár”, “Elvis”, “Triângulo da Tristeza” e “Os Banshees de Ineshirim”, passaram em branco na distribuição de troféus da Academia. Além de prêmios, o Oscar 2023 apresentou alguns momentos genuinamente emocionantes. Os destaques foram a apresentação crua de Lady Gaga, de cara lavada, sem cenário e iluminação especial, e o choro contido de John Travolta ao apresentar o segmento in memoriam, quando a lembrança das amigas que se foram embargou sua voz – Travolta perdeu recentemente Olivia Newton-John, com quem fez “Grease”, e Kristy Allen, sua parceira em três “Olha Quem Está Falando”. Já os discursos que encheram a tela de ternura ficaram por conta de Ke Huy Quan, que antes de mais nada mostrou para sua mãe que tinha um Oscar, e Brendan Fraser, que não conteve as próprias lágrimas. Ambos representam histórias de superação e voltas por cima, bem ao gosto dos dramas hollywoodianos. Após filmar grandes sucessos no começo das carreiras, eles estavam esquecidos por Hollywood, até serem escalados em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “A Baleia”. E o mais curioso, como o apresentador Jimmy Kimmel lembrou no começo da cerimônia, é que eles já tinham trabalho juntos, na comédia trash “O Homem da Califórnia”. O filme era tão ruim que praticamente acabou com a carreira de Quan há 31 anos. Mas os dois agora podem comemorar o reencontro no ponto mais alto de suas trajetórias artísticas. Quan também marcou o fim da transmissão, quando deu um abraço caloroso em Harrison Ford, lembrando a época em que trabalharam juntos em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. O astro veterano tinha acabado de anunciar a vitória de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” como Melhor Filme e o elenco do longa se encaminhava para o palco do Dolby Theatre, quando Quan deu uma acelerada e foi correndo para os braços de Ford, pulando de alegria, enquanto o diretor de “Indiana Jones”, Steven Spielberg, observava, sorrindo, da plateia. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Oscar 2023. Melhor Filme “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Direção Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Atriz Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Brendan Fraser, por “A Baleia” Melhor Atriz Coadjuvante Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado Sarah Polley, por “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original Daniel Kwan e Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Fotografia James Friend, por “Nada de Novo no Front” Melhor Edição Paul Rogers, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Design de Produção Christian M. Goldbeck e Ernestine Hipper, por “Nada de Novo no Front” Melhor Figurino Ruth Carter, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Maquiagem e Penteado Adrien Morot, Judy Chin e Anne Marie Bradley, por “A Baleia” Efeitos Visuais “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Som “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora Volker Bertelmann, por “Nada de Novo no Front” Canção Original M.M. Keeravaani e Chandrabose – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” Melhor Documentário “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers”

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    Saiba onde ver os filmes indicados ao Oscar 2023

    11 de março de 2023 /

    Já viu todos os filmes que concorrem à 95ª edição do Oscar? Pela primeira vez, todos os lançamentos chegaram ao Brasil com bastante antecedência em relação à cerimônia, que acontece no domingo (12/3) no tradicional Teatro Dolby, em Los Angeles. A maioria dos títulos que disputam as estatuetas estão disponíveis no streaming e vários concorrentes da categoria principal também voltaram a entrar em cartaz nos cinemas, impulsionados pela premiação. Até “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, recordista de indicações do ano, voltou aos cinemas depois de ter sido lançado oficialmente em junho de 2022. No Brasil, a rede UCI ainda promove o “Oscar Day”, que exibe, a preços promocionais, alguns dos filmes que estão na disputa do Oscar. Mas não faltam opções em serviços de assinatura e plataformas de VOD pra quem quiser ter um gostinho do Oscar no conforto de casa. Veja abaixo onde assistir às produções indicadas ao Oscar 2023. | NOS CINEMAS | “Avatar: O Caminho da Água” “TÁR” “Entre Mulheres” “Os Banshees de Inisherin” “Os Fabelmans” “Triângulo da Tristeza” “A Baleia” “Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo” “Top Gun: Maverick” “Elvis” “Babilônia” “Close” “O Gato de Botas 2: O Último Pedido” | NETFLIX | “Nada de Novo no Front” “Blonde” “Pinóquio de Guilherme Del Toro” “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)” “BARDO: Falsa Crônica de Algumas Verdades ” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “A Fera do Mar” “Como Cuidar de Um Bebê Elefante” “O Efeito Martha Mitchell” | HBO MAX | “Elvis” “Batman” “Tudo O Que Respira” “Navalny” | DISNEY+ | “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Red: Crescer é Uma Fera” “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft” “Le Pupille” | PRIME VÍDEO | “Tudo em Todo o Lugar Ao Mesmo Tempo” “Triângulo da Tristeza” “Argentina, 1985” | PARAMOUNT+ | “Top Gun: Maverick” | MUBI | “Aftersun” | APPLE TV+ | “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “Passagem” | VOD | “Triângulo da Tristeza” “Os Fabelmans” “Top Gun: Maverick” “Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo” “Elvis” “Aftersun” “Sra. Harris Vai a Paris” “Batman” “Gato de Botas 2: O Último Pedido”

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    “A Sogra que te Pariu” é renovada para 3ª temporada na Netflix

    11 de março de 2023 /

    A Netflix encomendou a 3ª temporada de “A Sogra que te Pariu”, série nacional criada e estrelada por Rodrigo Sant’Anna. O agendamento da produção acontece antes que a 2ª temporada tenha definido sua data de estreia. Os episódios do segundo ano, porém, já estão todos gravados. A produção é uma das maiores audiências nacionais da plataforma e chegou a figurar no Top 10 global de séries não faladas em inglês em sua temporada inaugural. Lançada em abril do ano passado, a série é a primeira e única produção brasileira da Netflix gravada com plateia, visando registrar a reação do público – a claque dos risinhos – , e volta a trazer Sant’anna em papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”. Na trama, o humorista vive Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa), apesar de fazer sucesso com os netos Jonas e Márcia (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e com a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família de seu filho. A atração conta com direção de Alex Cabral (“Escolinha do Professor Raimundo”) e é importante destacar que seu elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira. As gravações do terceiro ano estão previstas para o segundo semestre.

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    “A Lição” e “Você 4” ganham Parte 2. Veja as 10 melhores séries da semana

    10 de março de 2023 /

    A Netflix disponibilizou a Parte 2 de dois suspenses que mobilizam muitas teorias e fãs na internet. Enquanto “Você” já é bem conhecido, “A Lição” ainda é uma descoberta recente que, pouco a pouco, firmou-se como um novo fenômeno sul-coreano na plataforma. Por curiosidade, estas não são as únicas Partes 2 que se destacam na semana. Há também a estreia de “A História do Mundo – Parte 2” na Star+, inspirada numa comédia clássica de Mel Brooks, de 1981, e a 2ª temporada de “Perry Mason” na HBO Max. Confira abaixo as 10 melhores séries novas do streaming.   | A LIÇÃO – PARTE 2 | NETFLIX   Mais conhecido pelo título em inglês “The Glory”, o suspense sul-coreano é um novo fenômeno da Netflix, que gerou frisson nas redes sociais durante a Parte 1 e foi parar nos tópicos do Twitter nesta sexta (10/3) ao ter os novos episódios revelados. A trama acompanha uma jovem chamada Moon Dong-Eun, que foi vítima de terríveis atos de violência na escola e que, anos depois, já adulta, infiltra-se na vida das pessoas que lhe fizeram mal para colocar em prática um elaborado plano de vingança. Depois de anos vigiando a vida de seus algozes, Dong-eun conhece o calcanhar de Aquiles de cada um. Ela sabe exatamente onde atacar para fazer doer mais. Agora, enquanto se dedica à sua missão, ela oferece à inimiga Park Yeon-Jin uma chance de se salvar: entregar-se à polícia. Só que a rival tem seus próprios planos para parar Moon Dong-Eun, dando início a um violento e sangrento jogo de nervos entre as duas. O dorama foi criado por Kim Eun-sook (de “Descendentes do Sol” e “Rei Eterno”) e traz Song Hye-Kyo (de “O Grande Mestre” e da saga “The Crossing”) no papel principal, além de Lim Ji-Yeon (“Spiritwalker: Identidade Perdida”) como principal antagonista, Harrison Xu (“Grey’s Anatomy”), Lee Do-Hyun (“Sweet Home”) e Aria Song (“For All Mankind”) como outros alvos.   | VOCÊ 4 – PARTE 2 | NETFLIX   A segunda parte da 4ª temporada começa a trama do ponto em que foi interrompida, após o psicopata Joe (Penn Badgley) se tornar alvo do interesse de outro serial killer (Ed Speleers, de “Outlander”). Enquanto tenta levar uma vida normal, ele é acuado pelo novo assassino, que diz pretender ser seu amigo. Mas os novos capítulos ainda guardam outra reviravolta: a volta de Love (Victoria Pedretti), o grande amor da vida de Joe, que não só foi envenenada na temporada anterior, como queimada junto com a casa do casal. O mistério é produzido por Sera Gamble (criadora de “The Magicians”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”).   | PERRY MASON 2 | HBO MAX   A 2ª temporada começa alguns meses após o julgamento do caso Dodson, com Perry Mason (Mathew Rhys, de “The Americans”) mudando-se da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Entretanto, no pior ano da Depressão, Perry e Della (Juliet Rylance, de “McMafia”) precisam buscar casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Mas quando policiais agem com repressão violenta numa favela de imigrantes latinos, eles se veem envolvidos num dos casos mais proeminentes de Los Angeles, contra os homens mais poderosos da cidade. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também tem seu elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) nos novos episódios. O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966.   | A HISTÓRIA DO MUNDO – PARTE 2 | STAR+   A série de esquetes históricos é continuação da comédia clássica “A História do Mundo – Parte I” (1981), escrita, dirigida e estrelada por Mel Brooks há mais de 40 anos. Para quem não lembra, a “primeira parte” era composta por vários segmentos ambientados em diferentes períodos da história mundial, com paródias da Idade da Pedra, da Roma Antiga, da Revolução Francesa, da Inquisição “musical” Espanhola e até da chegada de “judeus no espaço”. A versão seriada também destaca diferentes épocas da “história do mundo”, com produção do próprio Brooks junto com nomes da nova geração, como os atores-roteiristas Nick Kroll (criador de “Big Mouth”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”) e Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”).   | O GRITO DAS MARIPOSAS | STAR+   O drama biográfico conta a história real das irmãs Mirabal, verdadeiras lendas da resistência na República Dominicana, que sofreram toda a força da repressão do ditador mais sangrento da América Latina, Rafael Trujillo, em 1960. Com acontecimentos históricos de fundo, a minissérie de Juan Pablo Buscarini (“Trini: Depois de Violetta”) se concentra na amizade entre a jovem imigrante espanhola Arantxa Oyamburu (Susana Abaitua, de “Fomos Canções”) e Minerva Mirabal (Sandy Hernandez, de “Lemonade”), uma conhecida ativista política dominicana que, junto com as irmãs, recebeu o apelido de “as Borboletas”, tornando-se uma lenda latino-americana ao enfrentar a ditadura e um símbolo da luta contra a violência de gênero em todo o mundo.   | RAIN DOGS | HBO MAX   A expressão em inglês que batiza a minissérie britânica é usada para pessoas em situação difícil que precisam de ajuda. A protagonista vivida por Daisy May Cooper (“Avenue 5”) está literalmente na chuva, sem teto, dormindo num carro velho com a filha. Abaixo da linha da pobreza, ela se junta a um gay (Jack Farthing, o Charles de “Spencer”), que nasceu em uma família rica, mas se afastou e também passa dificuldades, e juntos criam sua própria família inusual e disfuncional, que lhes dá melhores condições de vida. A configuração lembra a brasileira “Manhãs de Setembro”, mas até certo ponto – não há crise de paternidade e dilemas transexuais na trama. E apesar de dramática, a escrita do autor Cash Carraway (mais conhecido por seu aclamado livro de memórias de 2019, “Skint Estate: Notes from the Poverty Line”) tem um toque de humor ácido e sombrio.   | NACHO | LIONSGATE+   Com toques de humor, a minissérie conta a história real do astro pornô espanhol Nacho Vidal, que ficou famoso no mercado adulto europeu dos anos 1990 pelo tamanho de seu dote – 25 cm. A história começa justamente quando ele descobre que nasceu com algo capaz de lhe dar prazer e dinheiro, rendendo-lhe uma carreira de sucesso por mais de duas décadas. A produção foi criada por Teresa Fernández-Valdés (criadora de “As Telefonistas”), Diego Sotelo (“No Corredor da Morte”) e Gema R. Neira (“13 Exorcismo”), e destaca Martiño Rivas (“As Telefonistas”) no papel de Nacho.   | STALK 2 | HBO MAX   A série adolescente francesa acompanha Lucas (Théo Fernandez, de “As 7 Vidas de Lea”), também conhecido como Lux, um geek de 18 anos excepcionalmente talentoso, que ao entrar numa faculdade de ponta é terrivelmente humilhado pelos alunos mais populares. Ele decide se vingar com a ajuda de sua maior arma: seu dom para cyberstalking. Assim, hackeia os celulares e computadores de todos os colegas, incluindo Alma, sua paixão, descobrindo todos os seus segredos para manipulá-los. Na 2ª temporada, Lux entra no centro acadêmico da faculdade e parece ter conquistado tudo o que queria. Mas logo descobre que um novo hacker, White Duke, está atacando o campus e que é um dos alvos. Os roteiros são da dupla Simon Bouisson (“3615 Monique”) e Victor Rodenbach (“Um Amor Necessário”).   | CONTE TUDO PARA MIM | GLOBOPLAY   Comparado a “Skins”, o novo drama adolescente britânico reflete o impacto do estresse na saúde mental dos jovens de hoje, que sofrem influência da tecnologia e das mídias sociais antes mesmo de encontraram suas próprias identidades. Criada por Mark O’Sullivan (“The Agency”), a trama gira em torno de um garoto de 16 anos chamado Jonny (o estreante Eden H Davies), cujos problemas mentais ganham maior foco após uma tragédia familiar. Seu relacionamento com uma garota chamada Mei (a também estreante Callina Liang) o ajuda a esconder isso de seus melhores amigos, que também estão passando por suas próprias dificuldades pessoais ao entrar na faculdade. O elenco também inclui Spike Fearn (“Aftersun”), Lauryn Ajufo (“Luther: O Cair da Noite”), Carla Woodcock (“Zoe e Raven”) e a novata Tessa Lucille.   | MENINOS ANTES DE FLORES | HBO MAX   A produção de 2009 é um dos maiores clássicos dos doramas adolescentes. Seu sucesso estrondoso na Coreia do Sul e no exterior virou um marco na produção de séries do país, sendo responsável por abrir as portas do mercado internacional para os conteúdos do gênero. Mas apesar de sua popularidade, também enfrentou diversas controvérsias, como o suicídio da atriz Jang Jayeon em meio às gravações – sua personagem acabou completamente cortada da história – e acusações de romantização de relacionamentos abusivos em sua trama. A personagem principal é Jan Di (Ku Hye-Sun), uma garota comum de origem humilde que mora com seus pais e trabalha na lavanderia da família. Após salvar a vida de uma garota rica, ela ganha uma bolsa de estudos numa escola de elite, e logo se choca com a ostentação e arrogância dos estudantes, especialmente dos chamados F4 (Flower Four), quatro garotos ricos, lindos e mimados, que usam seu status para humilhar os demais estudantes. Para ajudar uma amiga, Jan Di acaba enfrentando o líder do grupo, Gu Jun-pyo, sem pensar duas vezes, e esse, revoltado pela insolência, decide tornar sua vida impossível dentro da escola. Só que ela não desiste e sempre acaba o ridicularizando. Com o passar do tempo, porém, ele percebe que a rivalidade virou obsessão e que ficou apaixonado por ela. Porém a garota começa a sentir algo mais por outro membro do F4, Yoon Ji Hoo, um rapaz frio e fechado, que aos poucos, e por causa dela, começa a se abrir ao amor, tornando-se rival do seu amigo. O melodrama teen é baseada no mangá de Yoko Kamio e já tinha sido adaptado quatro anos antes no Japão. A versão sul-coreana acabou se provando muito mais popular, colocando sua trilha na parada de sucessos de vários países asiáticos, além de transformar o elenco em estrelas pop. Lee Min-Ho, intérprete do protagonista Gu Jun-pyo, tornou-se um dos maiores astros das produções sul-coreanas e hoje pode ser visto na série “Pachinko”, da Apple TV+.

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  • Filme

    “M3GAN” chega nas locadoras digitais. Confira 10 estreias da semana

    10 de março de 2023 /

    A nova boneca assassina do cinema chegou nas locadoras digitais, junto com outros filmes que estavam até recentemente em cartaz. Enquanto “M3GAN” se destaca nas plataformas de locação, os serviços de assinatura oferecem o elogiado “Holy Spider”, sobre um psicopata assassino de mulheres no Irã, e o longa que encerra a série “Luther”, estrelada por Idris Elba. Confira abaixo as 10 melhores estreias pra ver em casa no fim de semana.   | M3GAN | VOD*   A nova franquia do terror acompanha uma cientista especialista em robótica (Allison Williams, de “Corra!”), que dá um protótipo de boneca robô realista para sua sobrinha (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), para confortá-la no luto pela morte de seus pais. Só que a boneca ultrapassa expectativas e se apega. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Realizado por apenas US$ 12 milhões, o terror tecnológico impressionou nas bilheterias internacionais, faturando US$ 100 milhões em duas semanas em todo o mundo. Também agradou a critica, com 95% de aprovação na crítica no Rotten Tomatoes. Vale apontar que os elogios destacam a superioridade da produção da Universal no subgênero dos terrores com “brinquedos assassinos”, como Chucky e Annabelle, elegendo “M3GAN” como a criatura definitiva dos dias atuais, por ecoar a era das dancinhas de TikTok – detalhe: um dos produtores, James Wan (“Invocação do Mal”), é o criador de Annabelle. Wan também escreveu o roteiro com Akela Cooper (“Maligno”). Já a direção é do neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”). E a sequência já foi confirmada.   | HOLY SPIDER | MUBI   O cineasta Ali Abbasi, que há cinco anos impressionou a crítica mundial com a fantasia “Border” – mistura de romance e trama policial com trolls! – , além de dirigir episódios de “The Last of Us”, voltou a ser reverenciado com seu novo suspense. A história foca um serial killer que encontra terreno fértil e até simpatia no Irã por mirar em trabalhadoras sexuais e mulheres pecadoras. Diante da sucessão de crimes, uma jornalista resolve investigar o chamado “Assassino Aranha” e sua “missão divina”. A crítica internacional amou o contexto da produção (da Dinamarca), que transforma em terror a atual situação do Irã, onde a repressão violenta contra mulheres “mau comportadas” (isto é, com o hijab desarrumado) inspira protestos por todo o país. Essa relação ganha ainda mais relevo porque a história do filme é real. O assassino responsável, um trabalhador da construção civil chamado Saeed Hanaei, iniciou uma matança de um ano que começou no verão de 2000 e visava profissionais do sexo, especialmente aquelas que usavam drogas. Hanaei foi tema de um documentário lançado em 2002, ano em que foi executado por enforcamento, e também inspirou “Killer Spider” (2020), de Ebrahim Irajzad, filmado no Irã com a aprovação do governo. “Holy Spider”, por sua vez, foi filmado na Jordânia com as liberdades adicionais que isso permite, incluindo o protagonismo de Zar Amir Ebrahimi (intérprete da jornalista), que fugiu do Irã em 2008, além de uma abordagem que liga explicitamente os assassinatos à misoginia social e religiosa do país. O filme conquistou o troféu de Melhor Atriz para Zar Amir-Ebrahimi no último Festival de Cannes e tem 19 prêmios internacionais.   | ELA DISSE | VOD*   O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra Harvey Weinstein, um dos produtores mais poderosos de Hollywood. Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vivem as repórteres do New York Times que realizaram a reportagem, que foi responsável por dar início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história acompanha os meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas descobertas, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”).   | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | VOD*   O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco, e chega no domingo (12/3) às locadoras digitais.   | QUERIDA ALICE | VOD*   Anna Kendrick (“Um Simples Favor”) é a Alice do título, uma mulher presa num relacionamento abusivo com Simon, que se junta a amigas numa viagem/intervenção de fim-de-semana. Enquanto as amigas tentam forçar Alice a enfrentar a realidade de sua relação abusiva, Simon descobre o paradeiro dela. O suspense dramático é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy (da série “Industry”) e atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Kaniehtiio Horn (“Letterkenny”), Wunmi Mosaku (“Loki”) e Charlie Carrick (“Departure”).   | LUTHER: O CAIR DA NOITE | NETFLIX   O filme traz Idris Elba (“A Fera”) de volta ao papel do detetive John Luther, que ele desempenhou em cinco temporadas da série “Luther”, exibidas entre 2010 e 2019 na rede britânica BBC. A série projetou a carreira de Elba. Mas terminou de forma sombria, com o personagem arruinado e preso. O filme tem a missão de dar uma conclusão melhor para a história. Para quem não conhece, Luther é um policial dedicado, obsessivo, possuído e às vezes violento, que sempre paga um alto preço por sua dedicação, sendo consumido pela escuridão dos crimes com os quais lida. Sua dedicação é uma maldição e uma bênção, tanto para ele quanto para as pessoas próximas. E isso fica evidente logo em seu primeiro caso, quando ele investigou a brilhante psicopata e assassina Alice Morgan. Por não conseguir prendê-la devido à falta de evidências, a vilã passou a assombrá-lo, tornando-se sua inimiga e, numa reviravolta, companheira improvável. Essa relação tóxica acaba se provando sua desgraça. Mas agora, com o filme, ele tem uma última chance de redenção. Só que, para isso, precisa fugir da prisão, escapar da perseguição policial e encontrar as pistas para resolver um último caso. O filme foi escrito por Neil Cross (criador da série) e o elenco ainda conta com Cynthia Erivo (“Harriet”), Andy Serkis (“Batman”) e Dermot Crowley, que retorna ao papel de Martin Schenk, desempenhado na série original. Já a direção ficou a cargo de Jamie Payne, que comandou quatro episódios de “Luther”, além de ter dirigido episódios de séries como “O Alienista”, “Invasão” e “Outlander”.   | FORASTEIROS MALDITOS | VOD*   O terrir britânico acompanha um açougueiro tímido e sua irmã gêmea fatalista, que deixam os confins hostis do Reino Unido pós-Brexit para se aventurar no interior ainda mais hostil da Austrália em busca de sua mãe biológica desconhecida. Mas assim que chegam a seu destino, uma cidadezinha congelada nos anos 1970, eles descobrem que a aparente cortesia dos habitantes locais esconde um segredo sombrio e carnudo. O filme tem direção de Jesse O’Brien, responsável pelos efeitos visuais do recém-lançado “65 – Ameaça Pré-Histórica”, que entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (9/3). Já o elenco destaca Jordan Waller (“O Destino de uma Nação”) e Kathryn Wilder (“Anatomia de um Escândalo”).   | NO FIM DO TÚNEL | HBO MAX   O suspense argentino é daqueles que mantém tensão permanente. A trama acontece na casa de um cadeirante, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo a banco, passando por baixo do lugar sem despertar suspeitas. Longe de ser limitado, o cadeirante tem talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. E movido pela curiosidade em torno dos barulhos que começa a ouvir, ele descobre os planos dos criminosos. Com roteiro e direção de Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), o filme destaca Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) como protagonista. Mas o enredo ainda entrelaça sua história com a de novas inquilinas, a quem ele aluga um quarto: uma stripper vivida por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e sua filhinha muda, culminando no perigo que sua curiosidade causa, ao colocar a vida de todos em risco.   | O MENINO E O TIGRE | VOD*   O filme infantil acompanha um pequeno órfão indiano que resgata um filhote de tigre de caçadores cruéis e, juntos, partem em uma aventura para encontrar um lar seguro. Mas para isso precisam fugir dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios da natureza, enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto. Curiosamente, antes de fazer esse filme, o diretor argentino Brando Quilici trabalhou em outro longa de temática similar: “O Menino e o Urso”, passado no Canadá.   | UM BROTO LEGAL | VOD*   O filme conta a história da primeira estrela do rock brasileiro: Celly Campello, responsável por hits como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido” em 1959. O papel da jovem Célia, que começou a cantar na adolescência em Taubaté, interior de São Paulo, à sombra do irmão Tony – antes de estourar e ter seu próprio programa na TV Record -, marca a estreia no cinema da atriz Marianna Alexandre, de trajetória no teatro musical. Ela está ótima, mas o filme dirigido por Luís Alberto Pereira (“Tapete Vermelho”) não aprofunda as dificuldades enfrentadas por Celly ao cantar rock num período muito conservador – e tão bem retratado por figurinos e cenografia – , dando à cinebiografia a aparência de uma novela de época juvenil.

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  • Série

    Thelmo Fernandes comenta série da Boate Kiss: “Demanda emocional absurda”

    10 de março de 2023 /

    O ator Thelmo Fernandes revelou à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, seu processo de preparação para atuar na série “Todo dia a mesma noite”. Na trama, ele interpreta Pedro Legal, personagem que perde a filha no incêndio da Boate Kiss. Segundo o artista, a professora Helena Varvaki foi essencial durante o preparo psicológico do elenco. “Fez total diferença para que eu conseguisse acessar as emoções da maneira delicada que a história pedia”, contou. Thelmo acrescentou que “a cena mais difícil” de gravar foi o reconhecimento dos corpos num ginásio lotado de vítimas. “Foram dois dias de gravações com uma demanda emocional absurda”, afirmou ele. “Foi tão forte que a minha sensação quando chegava em casa era de ter corrido uma maratona. Mas ver o resultado na série e receber relatos carinhosos de tantas pessoas me dá a sensação de dever cumprido.” Por fim, Thelmo Fernandes se mostrou grato pela experiência intensa e pelo apoio recebido pelos assinantes da Netflix. “É um privilégio imenso poder ter integrado um projeto com todo esse significado, me permitindo enxergar a dimensão do desenrolar dos acontecimentos em todos esses anos. E também poder mostrar meu trabalho de forma mais intensa. O público sentiu isso e divide muito comigo”, concluiu.

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