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  • Filme

    Começam os rumores de que Mulher Maravilha é outro desastre da Warner

    18 de janeiro de 2017 /

    Começou. Sempre que a Warner se prepara para lançar um novo filme de super-herói, uma fonte anônima, supostamente funcionária do estúdio, resolve adiantar para os sites geeks que a produção é uma porcaria. Não se pode acusar o garganta profunda misterioso de passar informações enganosas, vide “Batman vs Superman” e “Esquadrão Suicida”. Mas será que, como diz o ditado, três não é demais? O fato é que Sasha Perl-Raver, uma das apresentadoras do podcast do site Schmoes Know, disse que o mesmo insider que afirmou que “Batman vs Superman” era uma porcaria garante que “Mulher-Maravilha” tem os mesmos problemas. “Então, eu não quero matar esperanças, mas recebemos uma informação privilegiada que já partiu meu coração, porque eu tinha certeza de que ‘Mulher Maravilha’ ia ser incrível… e ouvi que é uma porcaria. A pessoa com quem falei, disse: ‘Estou muito decepcionado com o que eu vi, e parece que todos os problemas são os mesmos, é descompassado, não tem fluidez narrativa, e tudo é muito desconjuntado.” Não é a primeira vez que uma fonte anônima da própria Warner ataca o filme. No ano passado, uma suposta ex-funcionária publicou uma carta aberta detonando o estúdio por cometer sempre os mesmos erros sem nunca aprender nenhuma lição. Na ocasião, a fonte afirmava que “Mulher-Maravilha” era “outro desastre”: “As pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Para tirar a teima, só mesmo em junho, quando o filme chegar nos cinemas.

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  • Etc

    Circo que inspira filme de Hugh Jackman vai fechar as portas após 145 anos

    16 de janeiro de 2017 /

    O ano em que o cinema prepara vários filmes de temática circense também vai marcar o fechamento do circo mais antigo em atividade. Aquele que já foi chamado de o “Maior Espetáculo da Terra”, o circo do Ringling Bros. and Barnum & Bailey, anunciou que vai encerrar suas atividades em maio, após 145 anos. A história do icônico espetáculo itinerante será contada num filme de 2017, um musical intitulado “The Greatest Showman”, em que Hugh Jackman (“Logan”) viverá P.T. Barnum, fundador do circo. O lançamento está previsto para 25 de dezembro nos EUA. Após quase um século e meio, os proprietários decidiram que o show finalmente vai parar. A tenda veio abaixo por diversos fatores, dizem os executivos da companhia. A queda no número de espectadores, junto com os elevados custos de operação, assim como a mudanças nos gostos do público e os embates com grupos protetores de animais são alguns deles. “As vendas de ingressos vinham caindo, mas após a saída dos elefantes a queda foi ainda mais dramática”, escreveu Kenneth Feld, presidente-executivo da Feld Entertainment, atual proprietária do Ringling, em nota oficial do site da empresa. “Isso, além dos custos operacionais, tornaram o circo um negócio insustentável.” A família Feld comprou o famoso circo em 1967. A empresa enfrentou por anos críticas de maus tratos feitas por entidades defensoras dos direitos dos animais. A campanha acabou levando à remoção dos elefantes do circo, entre outras mudanças. Os animas foram transferidos para uma unidade de conservação na Flórida. Numa entrevista ao “New York Times”, o porta-voz da Feld Entertainment, Stephen Payne, disse que o encerramento das atividades vai afetar cerca de 400 pessoas. um público estimados em 10 milhões de pessoas assistia aos espetáculos do Ringling a cada ano. Com dois circos em turnê nessa temporada, o Ringling fará ainda 30 shows até maio, em cidades como Atlanta, Boston, Philadelphia e Washington. As apresentações finais serão em Providente, Rhode Island, no dia 7 de maio, e em Uniondale, Nova York, no dia 21. Além do longa americano, 2017 também terá dois filmes brasileiros de temática circense: “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, que estreia já nesta quinta (19/1), e “O Grande Circo Místico”, previsto para maio, justamente quando o Ringling fechará as portas.

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  • Filme

    Rogue One vira a maior bilheteria de 2016 nos EUA em apenas um mês

    15 de janeiro de 2017 /

    O sucesso contínuo de “Rogue One: Uma História Star Wars” atingiu, neste fim de semana, a arrecadação acumulada de US$ 498,8 milhões nos EUA e Canadá. O valor é recorde: a maior bilheteria registrada entre todos os lançamentos de 2016 na América do Norte, superando a animação “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões), que liderou por sete meses o faturamento anual do mercado doméstico. A virada aconteceu exatamente um mês após a estreia da produção, lançada no dia 16 de dezembro nos EUA. Ou seja, “Rogue One” levou apenas um mês para superar todos os concorrentes exibidos em 2016 nos cinemas norte-americanos. No mundo inteiro, porém, o spin-off da franquia “Star Wars” ainda ocupa o 4º lugar na lista das maiores bilheterias anuais, atrás justamente dos únicos filmes que superaram a marca de US$ 1 bilhão de faturamento em 2016: “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Detalhe: todos são filmes da Disney, assim como o 5º colocado, “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões). “Rogue One” também está prestes a entrar no clube dos bilionários mundiais. Atualmente, o filme tem US$ 979,9 milhões de arrecadação no mundo inteiro. Antes, porém, ultrapassará a marca de US$ 500 milhões na América do Norte, podendo melhorar ainda mais sua posição no ranking doméstico de todos os tempos. “Rogue One” ocupa a 7ª posição entre as maiores bilheterias já registradas nos EUA

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  • Filme

    The Wizard of Lies: Robert De Niro aplica golpe financeiro em teaser e fotos de telefilme da HBO

    15 de janeiro de 2017 /

    A HBO divulgou as primeiras fotos e o teaser de “The Wizard of Lies”, filme sobre escândalo financeiro estrelado por Robert De Niro e Michelle Pfeifer, que voltam a viver marido e mulher após “A Família” (2013). A prévia é climática, com imagens que sugerem um pesadelo, e demonstra porque a TV está atraindo grandes astros e cineastas. Aqui, por sinal, é uma parceria de ambos. O diretor é Barry Levinson (dos clássicos “Rain Man” e “Bugsy”). Na produção, De Niro vive Bernard Madoff, cujo nome virou sinônimo de pirâmides financeiras. O empresário foi responsável por um esquema fraudulento que arruinou a vida de milhares de americanos e, é claro, lhe rendeu fortuna imensa. Madoff ganhou fama mundial ao ser preso em 2008, por ter aplicado a maior fraude financeira na história dos Estados Unidos. O filme examina o esquema criado por ele – sua fraude, mentiras e disfarce – , ao mesmo tempo em que acompanha a repercussão impiedosa do caso para sua esposa e filhos. “The Wizard of Lies” tem previsão de estreia para maio.

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  • Etc,  Série

    Apple estaria planejando virar rival da Netflix com filmes e séries originais

    15 de janeiro de 2017 /

    A Apple estaria planejando entrar em concorrência com a Netflix e produzir seu conteúdo exclusivo de séries e filmes para seu serviço de streaming, até o momento focado em música. Estes rumores existem nos bastidores de Hollywood há algum tempo, mas ganharam mais força após o jornal The Wall Street Journal ter ouvido de uma fonte que a companhia realmente está de olho nesse mercado, especialmente devido às quedas nas vendas de iPhones e iPads em 2016 e a constatação do lucro crescente dos serviços de streaming. Pela primeira vez em seis anos, o iPhone vendeu abaixo do esperado em seu lançamento, graças ao acirramento da competição do mercado de smart phones. Além disso, a Apple Music, mesmo com crescimento de 22% em vendas de faixas, terminou o ano com 20 milhões de assinantes, o que é apenas metade da base do Spotify. De acordo com os relatos apurados pelo Wall Street Journal, a Apple estaria conversando com produtores e roteiristas veteranos, em busca de histórias originais e estratégias de negócios. A ideia seria produzir atrações autorais, mas também viáveis comercialmente, e que possam gerar burburinho, como “Mr. Robot”, no canal pago USA Network, ou “Stranger Things” na própria Netflix. Essa investida também envolveria filmes, porém tudo isso ainda estaria em estágios preliminares. A expectativa é que a empresa venha a anunciar seu ingresso potencial no concorrido mercado das séries originais apenas no final de 2017. Vale lembrar que Apple recentemente adquiriu os direitos para produzir uma versão do “Carpool Karaoke”, sessões de karaokê com celebridades, do programa “The Late Show with James Corden”, da CBS, e vem desenvolvendo “Vital Signs”, série biográfica do rapper Dr. Dre, com estreia prevista para o segundo semestre.

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  • Etc

    Johnny Depp descobre rombo nas finanças e processa empresários, que o chamam de gastador irresponsável

    15 de janeiro de 2017 /

    Johnny Depp está processando seus antigos empresários, alegando que eles administraram mal seu dinheiro durante um período lucrativo de sua carreira, o que teria resultado num grande rombo em suas finanças. A informação foi divulgada pela agência de notícias Associated Press. No processo, aberto em um tribunal de Los Angeles, o ator diz que os ex-agentes não pagaram seus impostos da forma correta, fizeram empréstimos sem autorização e superfaturaram o pagamento de alguns serviços. Ele os acusa de conduta profissional negligente, fraude e enriquecimento ilícito e está pedindo ao menos US$ 25 milhões de compensação, pois afirma que teve que vender inúmeros ativos para cobrir suas perdas. Ele teria descoberto uma série de dívidas ao trocar de agência de talentos, como multas milionárias da receita federal e contratos superfaturados com seguranças, entre outros. Os empresários negam as acusações e rebatem Depp, apontando que os rombos nas contas são causados pelo estilo de vida extravagante do artista. Eles afirmam que, durante 17 anos, buscaram fazer o possível para proteger o ator de sua gastança irresponsável. O advogado do The Management Group, a ex-agência do ator, vai além e diz que o processo é uma “fraude” e que o ator nunca reclamou da forma como sua carreira era administrada. Além disso, Depp ainda deve à empresa cerca de US$ 5 milhões de um empréstimo que foi feito em seu nome. O ator finalizou na sexta (13/1) seu divórcio com a atriz Amber Heard, para quem deverá pagar ainda US$ 7 milhões.

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  • Filme

    Chuck Norris cria empresa de água mineral

    14 de janeiro de 2017 /

    O ator americano Chuck Norris criou sua própria companhia de água mineral, a CFORCE, que começará a ser vendida no final de janeiro nos supermercados dos Estados Unidos. O slogan no site da marca diz: “Uma força da natureza”. E ainda usa os termos “pura”, “poderosa” e “perfeita” para descrevê-la. “Uma fonte infinita de poder.” A água provém de um aquífero natural situado em um rancho de propriedade do ator, que ganhou fama mundial após protagonizar junto com Bruce Lee o filme “O Voo do Dragão” (1972) há 45 anos. Ele também estrelou a série “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker Texas Ranger) entre 1993 e 2001. Com 5 mil metros quadrados de espaço de produção, a CFORCE está situada na cidade texana de Navasota, a cerca de 115 quilômetros de Houston. O site da companhia descreve que a água de suas garrafas “brota de uma fonte artesiana com o mesmo poder e a mesma intensidade que você esperaria do roundhouse kick do Chuck Norris”, em referência ao conhecido chute dos papéis do ator. O produto é filtrado com uso de uma rocha vulcânica formada há 23 mil anos. Além disso, a empresa também destaca que uma parte das vendas das garrafas beneficia várias iniciativas ambientais e a Kickstart Kids, uma organização beneficente que tem como objetivo auxiliar jovens em risco de exclusão social através das artes marciais. O último filme de Chuck Norris foi “Os Mercenários 2”, lançado em 2012.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita será o filme mais caro de todos os tempos

    10 de janeiro de 2017 /

    O filme “Vingadores: Guerra Infinita” será a produção de cinema mais cara de todos os tempos. Segundo apurou o jornal britânico The Telegraph, o terceiro filme da equipe de super-heróis da Marvel custará cerca de US$ 490 milhões. Isto mesmo, quase meio bilhão de dólares. Até então, o filme mais caro era “Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, que custou U$ 332 milhões para ser produzido. Ambos os filmes são produções da Disney, que não confirmou oficialmente o orçamento de “Vingadores: Guerra Infinita”. Vale lembrar que o filme anterior da franquia de super-heróis, “Vingadores: Era de Ultron” (2015), também não foi nada barato. Mesmo assim, custou “apenas” U$ 250 milhões. Para um orçamento de US$ 490 milhões se pagar no cinema, a produção deveria fazer em torno de U$ 2 milhões em todo o mundo, uma vez que há custos de marketing e impostos a serem acrescentados nas despesas. Mas mesmo que isso não aconteça, os direitos de TV, streaming, merchandising, as vendas de home video e as parcerias comerciais tendem a amortizar as contas, de modo que a loucura não é tão assustadora quanto parece. Até hoje, apenas três filmes faturaram mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundial: “Avatar” (US$ 2,7 bilhões), “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2 bilhões). Quase metade do orçamento do filme será destinado ao pagamento do elenco, que irá reunir atores da maioria dos filmes do universo Marvel, fazendo, pela primeira vez, a integração dos personagens espaciais da franquia “Guardiões da Galáxia” com os Vingadores. Graças a seu contrato vantajoso, o cachê de Robert Downey Jr. consome a maior parte do montante. “Vingadores: Guerra Infinita” terá filmagens na Escócia e será dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), visando uma estreia em 4 de maio de 2018.

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  • Filme

    Fracasso de Assassin’s Creed pode dar US$ 100 milhões de prejuízo

    30 de dezembro de 2016 /

    O fracasso de “Assassin’s Creed” nas bilheterias pode render US$ 100 milhões de prejuízo à Ubisoft, empresa de games que investiu no filme, e ao estúdio New Regency. O valor foi estimado pelo site The Hollywood Reporter numa reportagem sobre os grandes fiascos do ano e leva em consideração a bilheteria pífia do longa em todo o mundo, que fez apenas US$ 42 milhões em sua primeira semana de exibição, contra os US$ 125 milhões de orçamento, mais investimentos em marketing. O abalo financeiro será grande para todos os envolvidos. Curiosamente, não era algo inesperado. De fato, todas as grandes produções de Hollywood derivadas de videogames dão prejuízo. Mesmo assim, ano após ano, os estúdios teimam em filmá-las, com a esperança de que a próxima mudará esta escrita. “Tomb Raider” vem aí, em 2018. A única exceção à regra são os filmes da franquia “Resident Evil”, que têm custo mais baixo que os demais e mesmo assim empatam seu investimento, rendendo lucro apenas ao chegar em outras mídias. Por sinal, “Resident Evil 6 – O Capítulo Final” vai encerrar a saga com lançamento em 26 de janeiro.

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  • Série

    Quantidade de séries bate recorde com 455 atrações exibidas nos EUA em 2016

    26 de dezembro de 2016 /

    Um levantamento de final de ano sobre as séries da TV americana, divulgado pelo canal pago FX, confirmou que o atual momento é de pico de produção – “peak TV”, como os críticos dos EUA estão chamando. A quantidade de séries no ar – seja na TV ou em plataformas de streaming – é recorde. Foram produzidas nada menos que 455 temporadas de atrações diferentes em 2016. O total representa um aumento de 8% em relação a 2015, que já tinha sido definido como um ato histórico para as séries. Para se ter noção de como o investimento em séries cresceu, no começo da década o total de atrações produzidas mal passava de 200. A diferença fica por conta da chegada das empresas de streaming no negócio. A Netflix e seus concorrentes Amazon, Hulu e outras estão multiplicando a oferta de séries como nunca se viu antes. Ao todo, há atualmente 91 atrações diferentes oferecidas apenas via conexão de internet. E já no começo de 2017 vai ter o lançamento de uma nova plataforma nos EUA, a CBS All Access, que vai estrear com o lançamento de duas séries muito esperadas: “The Good Fight”, spin-off de “The Good Wife”, e “Star Trek: Discovery”, retorno do universo trekker à produção seriada. Além disso, canais que não produziam séries também entraram recentemente no segmento, como o History, o WGN America e o Epix, que lançou este ano as suas duas primeiras atrações, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”, por sinal já renovadas. A expectativa é de novo recorde no final do próximo ano. Confira abaixo, o gráfico de crescimento da produção de séries americanas divulgada pelo FX.

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  • Filme

    Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual

    20 de dezembro de 2016 /

    O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.

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  • Série

    Emmy Rossum briga, ganha aumento e Shameless é renovada para a 8ª temporada

    14 de dezembro de 2016 /

    A atriz Emmy Rossum travou as negociações para a renovação da série “Shameless”, mas conseguiu o que queria. A série foi renovada para sua 8ª temporada e ela obteve aumento. Segundo o site The Hollywood Reporter, a estrela da atração do canal pago americano Showtime tomou uma posição firme e passou a exigir que seu salário fosse equivalente ao do protagonista masculino, William H. Macy, que interpreta seu pai na trama. Ou não voltaria para a série. “Shameless” está no ar há sete anos e, durante todo este tempo, Emmy recebeu muito menos que William. A Warner Bros., produtora da trama, e a emissora Showtime, que transmite a história, não se pronunciaram sobre o assunto. Mas seu colega de elenco disse apoiar totalmente esta decisão. “Já era hora! Ela trabalha tanto quanto eu, ela merece tudo”, disse Macy, que acredita só superar Emmy numa coisa: ele se acha mais bonito. A própria atriz foi ao Twitter nesta quarta (14/12) afirmar que a negociação foi destravada e a série voltará em 2017. “Interpretar Fiona Gallagher tem sido um dos grandes privilégios da minha vida. Estou tão feliz por continuar com a minha família de ‘Shameless’! De volta ao trabalho em maio!”, escreveu a atriz. A 7ª temporada se encerra no domingo (18/12) nos EUA.

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  • Filme

    Pesquisa afirma que Netflix já fatura mais que o SBT no Brasil

    13 de dezembro de 2016 /

    Uma pesquisa sobre os dados da Netflix no Brasil, publicado pelo site Notícias da TV, aponta que o serviço de streaming já fatura mais que a segunda maior operadora de TV por assinatura e a terceira rede de TV aberta do país. De acordo com o estudo, a plataforma tinha 3,213 milhões de assinantes em outubro do ano passado. Saltou para 6,082 milhões em setembro de 2016. Se fosse uma operadora de TV por assinatura, só perderia para a Net, que tinha 7,293 milhões de clientes em outubro. A Sky fechou o mês com 5,310 milhões assinantes. Como um tíquete médio da assinatura custa R$ 22,90, é possível estimar, por essa projeção, que a Netflix arrecadou quase R$ 1,3 bilhão no ano – quase 30% a mais do que o SBT. A Netflix não divulga dados de assinantes e receitas por país, exceto os dos Estados Unidos. O lucro, porém, é bem maior que o dos concorrentes da TV aberta e fechada. Diferentemente das empresas programadoras e operadoras de TV paga, o serviço de streaming não paga diversos tributos. Além disso, tampouco segue as regras do audiovisual brasileiro. Apenas em novembro estreou sua primeira série nacional, a sci-fi 3%, que foi renovada para a 2ª temporada. Os canais pagos são obrigados, por lei, a produzir 1.070 horas anuais de conteúdos nacionais e independentes inéditos. Procurada pelo site, a Netflix disse apenas que “é uma empresa baseada no Brasil e paga todos os impostos devidos”.

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