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    HBO Max pode não ser lançada no Brasil

    25 de outubro de 2019 /

    O Brasil pode ficar sem a plataforma de streaming HBO Max. Foi o que a WarnerMedia revelou, por meio de um comunicado a respeito de sua estruturação na América Latina. O texto aborda a compra da parte do parceiro Ole Communications na administração da HBO, MAX, Cinemax e HBO Go nos países de língua espanhola da América Latina e no Caribe. Essa transação tem o objetivo de preparar terreno para o lançamento do HBO Max, serviço de streaming que englobará todas as produções da Warner Bros. Mas a aquisição das cotas de parceiros latinos deixou de fora o Brasil, “devido à incerteza regulatória existente no país”. “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não faremos isso no momento”, diz o comunicado. “Como dissemos, investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. Apoiamos e continuamos otimistas quanto aos esforços em andamento para alterar a lei do SeAC de sorte a garantir que o setor de mídia tenha uma estrutura regulatória clara e previsível que promova o investimento e a inovação”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011), citada no comunicado. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max.

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  • Filme

    Coringa supera Deadpool e vira filme de classificação “R” com maior bilheteria em todos os tempos

    25 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo à toa. Ao atingir US$ 788,3 milhões em arrecadação mundial, o filme estrelado por Joaquin Phoenix virou oficialmente a maior bilheteria de um filme de classificação “R” (para “maiores” nos EUA) em todos os tempos. A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel nesse ranking. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Diante dos números, o ator Ryan Reynolds, que interpreta Deadpool no cinema, mostrou que é um bom perdedor, ao parabenizar “Coringa” pela façanha. “Posts de parabenização por bilheteria para maiores não são como aqueles que você está acostumado”, brincou o ator no Twitter. Veja abaixo. Apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix apoia. R-Rated box office congratulatory posts aren’t like the ones you’re used to… pic.twitter.com/OTy2BqIP4f — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 25, 2019

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  • Série

    Manto e Adaga é cancelada e aumenta crise da Marvel Television

    24 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform cancelou “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger) após duas temporadas. Os últimos episódios foram exibidos em maio deste ano, mas os dois heróis do título ainda vão aparecer pela última vez num crossover inédito com a série “Fugitivos” (Runaways), que retorna em dezembro para sua 3ª temporada na plataforma Hulu. “Estamos muito orgulhosos de ‘Manto e Adaga’ e das histórias pioneiras contadas nesta série”, afirmou a Freeform em comunicado. “Também somos gratos aos atores Oliva Holt e Aubrey Joseph por dar vida a esses personagens amados, e ao showrunner Joe Pokaski por sua visão. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da Marvel Television por duas maravilhosas temporadas e esperamos poder encontrar outro projeto juntos”, completa o texto. O cancelamento é praticamente a pá de cal na administração atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que estão sendo absorvidos numa nova estrutura sob o guarda-chuvas da Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada na semana passada. A informação sobre o fim de “Manto e Adaga”, por sinal, já devia ser conhecida pelos executivos da Disney na época – a Freeform é um canal do mesmo grupo de mídia. E pode ter contribuído para a decisão de mudar tudo. Por conta disso, há fortes boatos de que Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, vai sair da empresa em novembro. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, atualmente a Marvel Television tem apenas duas atrações no ar. E uma delas, “Agents of SHIELD”, vai acabar em 2020. A outra é “Fugitivos”. O estúdio ainda desenvolvia “Novos Guerreiros” e “Motoqueiro Fantasma”, que foram canceladas em fase de pré-produção, aumentando a crise na empresa. Entre projetos futuros, há apenas animações e “Helstrom”, uma série sobre o “Filho de Satã”, para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel. As séries anunciadas para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já estavam sendo produzidas por Kevin Feige. Agora, ele assumirá oficialmente o comando de todas as séries, coordenando as divisões da Marvel Television e Marvel Family Entertainment (responsável pelos desenhos da empresa). A transferência dessas duas divisões para a Marvel Studios representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado, ao lado de Loeb, como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis da Marvel. A Marvel Studios já era uma unidade independente da Marvel Entertainment, organizada sob a Walt Disney Studios desde que Feige ameaçou se demitir, caso Perlmutter prevalesse em sua vontade de impedir a produção dos filmes de “Pantera Negra” e “Capitão Marvel”. O sucesso desses filmes, feitos contra a vontade da Marvel Entertainment, fortaleceu Feige na Disney e diminuiu a influência de Perlmutter nas adaptações de quadrinhos. Agora, esse distanciamento se estabelece também na televisão.

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  • Filme

    Pré-venda de Star Wars: A Ascensão Skywalker bate recorde de Vingadores: Ultimato

    23 de outubro de 2019 /

    A procura por ingressos antecipados de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” atingiu níveis insanos nos Estados Unidos. Isto é, o nível de “Vingadores: Ultimato”. A produção bateu o recorde da primeira hora de pré-venda de ingressos para sessões nos cinemas americanos nesta terça (23/10), registrando fluxo de caixa 45% superior ao de “Vingadores: Ultimato”, antigo detentor dessa marca. Mas, ao final do dia, ficou atrás do filme da Marvel como o segundo filme com mais vendas de ingressos em suas primeiras 24 horas de comercialização. As informações são do serviço de pré-vendas da Atom, segunda maior empresa americana do setor, que ainda acrescentou que “A Ascensão Skywalker” vendeu 2,5 vezes mais ingressos em seu primeiro dia de pré-venda que “Star Wars: O Último Jedi” em outubro de 2017. Nenhum outro serviço de bilheteria reportou ainda sobre seu primeiro dia de vendas de ingressos do filme, então ainda é cedo para prever o tamanho do fenômeno de bilheteria que será o final da saga “Star Wars”. O filme encerra não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Netflix estuda meio de impedir compartilhamento de senhas de assinantes

    22 de outubro de 2019 /

    A Netflix está estudando uma maneira de limitar o compartilhamento de senhas de seus assinantes. Segundo reportagem da revista americana Newsweek, a plataforma perde US$ 135 milhões todo mês com os usuários que dividem a mesma conta – e, portanto, pagam apenas por uma assinatura. A informação foi confirmada por Greg Peters, um dos chefes da Netflix nos Estados Unidos. “Nós continuamos monitorando e estamos de olho na situação. Vamos procurar maneiras amigáveis de limitar esta prática”, disse ele. A empresa explica que os planos que permitem que diferentes usuários acessem a Netflix ao mesmo tempo foram pensados para os que vivem na mesma casa. No entanto, a plataforma percebeu que muitas pessoas passaram a dividir login e senha com pessoas de outras residências. Entretanto, os termos de uso da Netflix não permitem que os assinantes compartilhem o serviço com usuários que não vivem na mesma residência. O problema é a dificuldade para monitorar esse compartilhamento não permitido. Mas uma solução tecnológica, com identificação de IP, endereço Mac ou outros marcadores residenciais, pode ser implementada em breve.

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal estreia em 1º lugar no Brasil

    21 de outubro de 2019 /

    “Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras, com arrecadação de R$ 18,4 milhões entre quinta e domingo (20/10), segundo levantamento da Comscore. O filme da Disney foi exibido em mais de mil salas e teve 999 mil telespectadores. Assim como aconteceu na América do Norte, o desempenho foi abaixo do esperado, mas permitiu a liderança em sua estreia. Em sua terceira semana em cartaz, “Coringa” foi o segundo filme mais assistido do período. E bem próximo dos números da continuação de “Malévola”, levando 984 mil pessoas aos cinemas, com uma arrecadação de R$ 17,6 milhões. Ao todo, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix já foi visto por 6,5 milhões de pessoas e faturou R$ 104 milhões no Brasil. Em 3º lugar, “Projeto Gemini” levou 140 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 2,5 milhões em bilheteria. Em duas semanas, acumula 597 mil espectadores e R$ 10,1 milhões em ingressos vendidos. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 6º lugar, “Bacurau” em 7º e “Morto Não Fala” em 10º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 17 a 20/Out: 1. Malévola – Dona do Mal2. Coringa 3. Projeto Gemini4. Angry Birds 2 – O Filme5. Abominável6. Ela disse, Ele disse7. Bacurau8. Ad Astra9. A Luz No Fim do Mundo10. Morto Não Fala — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 21, 2019

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  • Série

    Netflix revela público de La Casa de Papel, seu maior sucesso internacional

    16 de outubro de 2019 /

    O relatório trimestral da Netflix, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, abriu a “caixa preta” da audiência de vários programas da plataforma. Além do recorde de acessos da 3ª temporada de “Stranger Things”, os dados disponibilizados publicamente pela primeira vez também chamaram atenção para o desempenho de “La Casa de Papel”. Segundo os números apresentados pela empresa, a produção espanhola é a série de idioma não inglês mais vista de seu serviço. A parte 3 da atração foi acessada por mais de 44 milhões de domicílios durante suas primeiras quatro semanas (também conhecidas como um mês completo) ao redor do mundo. Outro dado impressionante é que a Netflix contabilizou ter produzido 100 temporadas de séries gravadas em línguas não inglesas, realizadas em 17 países diferentes, e planeja lançar mais 130 só em 2020. No Brasil, o maior sucesso do último trimestre foi “Sintonia”. Saiba mais aqui.

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  • Série

    Stranger Things bateu recorde de acessos da Netflix em sua 3ª temporada

    16 de outubro de 2019 /

    A Netflix, que só abre a “caixa-preta” de sua audiência quando interessa, divulgou que a 3ª temporada de “Stranger Things” bateu o recorde de acessos da plataforma. Segundo relatório trimestral da empresa, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, 64 milhões de domicílios assistiram aos episódios da série em seu primeiro mês de exibição. A maioria dos acessos aconteceu logo após o lançamento da 3ª temporada, em 4 de julho. Na época, a Netflix chegou a informar que mais de 40 milhões de assinantes viram episódios da série nos primeiros quatro dias de sua disponibilização. A Netflix contabiliza um “acesso” quando um integrante da família assiste a 70% de um episódio de série. “Stranger Things” já está renovada para a 4ª temporada, que deve ser exibida em 2020. Além disso, a empresa fechou um contrato milionário de exclusividade com os irmãos Duffer, criadores da atração.

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    Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora

    16 de outubro de 2019 /

    Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.

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    Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries

    15 de outubro de 2019 /

    A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.

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    Disney+ (Disney Plus) mostra que terá conteúdo demais em trailer de 3h17 de duração

    14 de outubro de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) resolveu demonstrar a extensão de seu conteúdo com uma pequena prévia de todos os filmes, séries e programas de seu catálogo. O resultado, que pode ser visto abaixo, é descrito como “basicamente tudo” que será disponibilizado em streaming e tem mais de 3 horas de duração. Exatamente 3 horas e 17 minutos. Exibido em ordem cronológica, o material abrange do primeiro longa do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), até a série “The Mandalorian”, exclusiva do serviço de streaming, que será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países, mas só deve chegar ao Brasil em 2020.

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  • Filme

    Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

    14 de outubro de 2019 /

    O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

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    Coringa mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Assim como aconteceu na América do Norte, “Coringa” se manteve no topo da bilheteria brasileira com números expressivos. No período entre quinta (10) a domingo (13/10), o filme estrelado por Joaquin Phoenix levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, gerando uma renda de R$ 26,7 milhões. A renda acumulada da adaptação dos quadrinhos da DC Comics já chega a R$ 73,2 milhões no Brasil. O valor representa a quinta maior arrecadação mundial da produção, atrás da América do Norte (EUA e Canadá), Reino Unido, México, Coreia do Sul e Rússia. Em todo o mundo, o filme soma US$ 543,9 milhões (valores em dólares) em apenas 11 dias. Refletindo seu fracasso no exterior, o novo filme de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve apenas 17% do público de “Coringa”, com 246 mil espectadores e uma renda de R$ 4,7 milhões em sua estreia. Apesar disso, abriu em 2º lugar no ranking, tamanha a diferença do filme do vilão dos quadrinhos para o desempenho dos demais. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 5º lugar, “Vai que Cola 2: O Começo” em 7º e “Bacurau” em 8º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 10 – 13/Out:1. Coringa 2. Projeto Gemini3. Angry Birds 2 – O Filme4. Abominável5. Ela disse, Ele disse6. Ad Astra Rumo às Estrelas7. Vai que Cola 2 O Começo8. Bacurau9. Rambo: Até o Fim10. It Capitulo Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 14, 2019

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