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  • Filme

    Disney muda o nome dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight

    17 de janeiro de 2020 /

    É o fim de uma era. Quase um ano após comprar a Fox, a Disney resolveu mudar o nome dos estúdios que adquiriu. Para distingui-lo da rede Fox, que permanece com esse nome, a Disney tirou o nome da antiga empresa dos estúdios até então conhecidos como 20th Century Fox e Fox Searchlight Pictures. A partir de agora, eles serão chamados de 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Os novos logos podem ser vistos em comerciais de TV e material promocional que começou a circular nesta semana, como a comédia “Downhill”, estrelada por Will Ferrell e Julia Louis Dreyfus, que estreia em 14 de fevereiro, e a aventura “O Chamado da Floresta” (Call of the Wild), prevista para 21 de fevereiro. Curiosamente, a nova denominação da ex-Fox representa o retorno a um nome abandonado em 1935. Foi neste ano que a 20th Century Fox se formou, resultando de outra fusão, entre a 20th Century Pictures e a Fox Film Corporation. Ainda não há informações a respeito das divisões televisivas do estúdio. Por enquanto, 20th Century Fox Television e Fox 21 Television Studios parecem ter mantido seus nomes originais, mas não se sabe por quanto tempo. O canal pago FX também continua sendo divulgado com esse nome. A Disney pagou US$ 71 bilhões para adquirir os estúdios de cinema e TV, bem alguns canais da antiga Fox, que, entretanto, manteve sob sua posse a rede Fox e os canais pagos de notícias Fox News. No primeiro ano de vigência desse negócio, a Disney somou cerca de US$ 14 bilhões de bilheteria mundial, com títulos combinados de seus vários estúdios, incluindo as aquisições da 20th Century Studios e Searchlight Pictures.

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  • Série

    Shameless vai acabar na 11ª temporada

    14 de janeiro de 2020 /

    A longeva série de comédia “Shameless” vai chegar ao fim em sua 11ª temporada. O anúncio foi feito durante o painel do canal pago Showtime no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). A decisão de encerrar a série produzida pela WBTV (Warner Bros. Television) foi tomada durante a reta final da 10ª e atual temporada, que se encerra em 26 de janeiro. Mas o público não precisará esperar um ano para assistir ao final. A última temporada irá ao ar já durante o verão norte-americano – entre maio e agosto – , juntando-se a “Homeland” nas despedidas do canal previstas para este ano. “Estou incrivelmente agradecido por todos os anos de apoio do [presidente do canal] Gary Levine e de todos na Showtime que nos permitiram fazer ‘Shameless'”, disse o produtor John Wells. “Foi uma experiência fantástica e todos nós na equipe e no elenco passamos momentos maravilhosos acompanhando a vida da família e dos amigos dos Gallagher. Foi um prazer!” A 10ª temporada foi a primeira sem a ex-protagonista Emmy Rossum, mas a atração perdeu pouca audiência entre seu público habitual. Com cerca de 1 milhão de telespectadores ao vivo, a série disputa com “Ray Donovan” a condição de mais vista do Showtime. Além disso, também tem grande público na Netflix, que disponibiliza suas temporadas mais antigas.

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    Paulo Gustavo faz aparição surpresa em cinema para comemorar bilheteria de Minha Mãe É uma Peça 3

    1 de janeiro de 2020 /

    De férias em Santa Catarina, Paulo Gustavo aproveitou para fazer uma surpresa para os fãs. Ele apareceu sem avisar num cinema de um shopping de Camburiú para comemorar 2 milhões de espectadores de “Minha Mãe É Uma Peça 3”. “Vim aqui só dar um beijo em vocês e comemorar algo muito especial: acabamos de chegar a 2 milhões de pessoas em apenas quatro dias”, disse ao público, aproveitando para fazer um vídeo para registrar o momento. Veja abaixo. “Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Ver essa foto no Instagram Fizemos 2 milhões em 4 dias! 😱😱😱😱 Invadi um sala de cinema em Balneário Camboriú pra dar um beijo na turma toda! Foi lindo! Muito Obrigado! Obrigado Obrigado Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 30 de Dez, 2019 às 4:40 PST

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    Minha Mãe É uma Peça 3 supera – e muito – Star Wars nas bilheterias do Brasil

    30 de dezembro de 2019 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Confira abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos do Brasil, no último levantamento de 2019 da auditoria da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final de Semana 26 a 29 DEZ:1. Minha Mãe É Uma Peça 32. Star Wars: A Ascensão de Skywalker3. Entre Facas e Segredos4. Cats5. Playmobil – O Filme6. Malévola7. Brincando com Fogo8. Os Parças 29. A Familia Adams10. Parasita — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 30, 2019

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    Dono de rede de cinemas diz que Netflix deu prejuízo para quem exibiu O Irlandês

    26 de dezembro de 2019 /

    O presidente-executivo da Cineworld, a segunda maior rede de cinemas do mundo, acusou a Netflix de dar prejuízo aos cinemas que exibiram “O Irlandês”, de Martin Scorsese. Em entrevista ao jornal Financial Times, Mooky Greidinger disse que o filme arrecadou bilheterias “insignificantes”, por ter seu lançamento em streaming programado para poucos dias depois da exibição cinematográfica. A produção da Netflix foi lançada nas salas de cinema dos EUA no dia 1º de novembro e chegou na plataforma em 27 de novembro. “’O Irlandês’ perdeu muita bilheteria. Um trabalho de Scorsese teria gerado boa renda nas salas de cinema”, declarou Greidinger, expondo o impasse entre os proprietários de cinemas e a Netflix. A acusação, porém, não se sustenta. Antes de “O Irlandês”, Scorsese lançou “Silêncio”, sem programação para streaming, que ficou em cartaz por dois meses nos EUA e Canadá, arrecadando apenas US$ 7,1 milhão no mercado doméstico. Foi um dos maiores fracassos de 2016. “Silêncio” tinha 2h41 e foi considerado muito longo pelos exibidores, que abreviaram sua temporada em cartaz. Já “O Irlandês” tem quase uma hora a mais – 3h29, ao todo. Considerando o resultado anterior, é difícil imaginar que “O Irlandês” estourasse as bilheterias. Além disso, ao custo de estimados US$ 159 milhões, devido aos efeitos de rejuvenescimento de seu elenco, dificilmente seria produzido por algum estúdio interessado em fazer dinheiro com a venda de seus ingressos. O motivo é simples. O maior sucesso comercial de Scorsese, o remake “Os Infiltrados” (2006), rendeu US$ 132,2 milhões na América do Norte – menos que o orçamento de seu novo filme. A maior bilheteria mundial do diretor também é incompatível com os gastos no longa de 2019. “O Lobo de Wall Street” (2013) fez US$ 389,8 milhões em todo o mundo, mas “O Irlandês” precisaria de pelo menos US$ 100 milhões a mais para bancar sua produção. Como se vê, há muita falácia nessa briga entre donos de cinema e Netflix, o que apenas dificulta a construção de uma alternativa de convivência – inevitável – entre os dois meios de exibição.

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  • Série

    Netflix revela ter 29 milhões de assinantes na América Latina

    18 de dezembro de 2019 /

    A Netflix revelou pela primeira vez dados bem detalhados de seu alcance fora do território dos Estados Unidos. Com o objetivo de convencer seus investidores sobre o potencial de crescimento que possui em diversos mercados internacionais, a plataforma confirmou que, atualmente, possui 90 milhões de assinantes fora dos EUA (no território americano, o número de clientes é 60 milhões). De acordo com os dados da companhia, a Netflix possui, atualmente 29 milhões de assinantes em território latino-americano. Não parece muito, diante dos números da audiência televisiva na região. Mas é crescente. O registro é praticamente o dobro do divulgado pela empresa em 2017. Outro dado importante é que, embora não especifique isoladamente a quantidade de assinantes por país, o desempenho da Netflix na América Latina é impulsionado, sobretudo, pelos serviços sediados no Brasil e no México. Entretanto, esse crescimento não é acompanhado por grande aumento de arrecadação. A América Latina é a região que gera a menor receita para a Netflix, devido à desvalorização da moeda de seus países frente ao dólar. Com isso, as assinaturas latinas giram em torno de US$ 8,21 por mês, em média, enquanto nos Estados Unidos e no Canadá o preço está em US$ 12,36. Esta desvalorização fez com que o faturamento anual ficasse em US$ 2 bilhões em 2019, superior em apenas US$ 300 mil ao valor de 2017, apurado com quase metade da quantidade dos assinantes atuais. No resto do mundo, a região que abrange Europa, Oriente Médio e África concentra a maior quantidade de assinantes, o que é inevitável quando se juntam três continentes. São 47 milhões de assinantes nesses territórios. Já a região que registra o crescimento mais rápido e em maior número de assinaturas é a Ásia-Pacífico, cujo número de clientes triplicou desde 2017. Paradoxalmente, ela também representa o menor mercado da Netflix no mundo, com 14 milhões de asiáticos atendidos – cerca de 9% do total de assinantes da plataforma. A reação do mercado para a liberação dessas informações não foi de muito entusiasmo. A avaliação é que a Netflix decidiu abrir dados sigilosos para mostrar que, apesar do cenário mais competitivo que encontra nos EUA, ainda possui potencial de crescimento no exterior. Além de ser o país com crescimento mais lento da Netflix, os Estados Unidos também registram, pela primeira vez, um recuo na base de assinantes do serviço: 126 mil pessoas cancelaram o serviço no segundo trimestre do ano. Isto acontece em meio ao aumento na quantidade de oferta em serviços rivais – Disney+ (Disney Plus) e Apple TV+ foram lançados neste período – , uma tendência que só irá aumentar em 2020. A Netflix ainda aponta que o sucesso de sua expansão internacional pode ser creditada à boa aceitação de séries e projetos de conteúdo de língua não-inglesa. O maior exemplo é a série “La Casa de Papel”, que se tornou muito popular em todo mundo, não apenas na Espanha, seu país original. Para a empresa, este ainda é seu grande diferencial para continuar crescendo, diante da concorrência com serviços que só oferecem atrações americanas.

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    Globoplay alfineta comercial de Bruno Gagliasso na Netflix

    15 de dezembro de 2019 /

    A Globoplay devolveu uma alfinetada na Netflix, depois que Bruno Gagliasso gravou um comercial fazendo teste para entrar numa série da plataforma. No vídeo, ele se dizia disposto a fazer qualquer papel, “não sendo novela” – numa referência a seus últimos personagens televisivos, que não o agradaram, nem à crítica. A gravação foi realizada para promover a assinatura de contrato do ator para estrelar duas produções em streaming. Mas a Globoplay não deixou passar batido, respondendo, de forma bem-humorada que “Tá liberado fazer séries e novelas por aqui”. O texto ainda acrescenta: “A boa notícia é que eu tenho os dois”, e inclui fotos de Gagliasso em vários papéis desempenhados na rede Globo. O ator começou a carreira profissional aos 17 anos e atuou em 15 novelas, 4 peças e 4 filmes. Destaque para o esquizofrênico Tarso Cadore em “Caminho das Índias” (Globo, 2009), o assassino em série Eduardo Borges da minissérie “Dupla Identidade” (Globo, 2014) e o vilão Timóteo Cabral de “Cordel Encantado” (Globo, 2011). Sua premiada carreira – são mais de 20 nomeações – incluem duas estatuetas do Emmy por “Caminho das Índias” e “Joia Rara”. Veja abaixo a resposta da Globoplay e clique aqui para lembrar como a provação começou. Ufa! Tá liberado fazer séries e novelas por aqui. A boa notícia é que eu tenho os dois. pic.twitter.com/v2eRmexqQZ — globoplay (@globoplay) December 12, 2019

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  • Etc

    Ingresso.com passa a incluir nota do Rotten Tomatoes nas vendas online

    15 de dezembro de 2019 /

    O site Ingresso.com começou nesta semana a incorporar a nota do Rotten Tomatoes na descrição dos filmes em cartaz nos cinemas brasileiros. Portal americano que agrega resenhas de cinema, o Rotten Tomatoes ficou conhecido por criar um ranking de aprovação de filmes com base na média de opiniões da crítica. Estes indicadores agora ficarão visíveis no site e aplicativo do Ingresso.com, ajudando o público a decidir que filme escolher. Vale lembrar que o Ingresso.com faz parte do grupo Fandango, maior rede de ingressos online dos Estados Unidos, que há tempos já inclui as notas do Rotten Tomatoes junto das sinopses dos filmes. Além de valores percentuais de aprovação, que vão de 0 a 100%, o Rotten Tomatoes também três avaliações principais: “podre”, para longas que com menos de 60% de avaliações positivas, “fresco”, para filmes com mais de 60% de críticas positivas, e “fresco certificado” para os que conseguem mais de 75% de aprovação. Além da classificação de críticos, o site também oferece avaliações do público, que já foram motivos de controvérsia devido a campanhas de fãs e manipulações de robôs. Entretanto, são duas coisas diferentes e a avaliação da crítica permanece bastante confiável.

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  • Filme

    Power Rangers: Criador de The End of the F—ing World vai dirigir novo filme da franquia

    13 de dezembro de 2019 /

    A Paramount vai fazer um novo reboot de “Power Rangers” e negocia com Jonathan Entwistle, criador da série “The End of the F—ing World”, para dirigir a produção. Os Power Rangers foram apresentados ao público em 1993 numa série de TV, que originalmente usava imagens de um programa infantil japonês, adaptada com heróis americanos. Teve tanta audiência que até hoje continua sendo produzida, com troca de título a cada nova temporada, mantendo a premissa de jovens comuns que “morfam” (se transformam) em super-heróis coloridos para enfrentar invasores alienígenas. O sucesso, porém, não se estendeu aos cinemas. Quase ninguém lembra do primeiro filme, lançado em 1995. E, apesar de juntar um elenco talentoso (a “pantera” Naomi Scott, o “stranger things” Dacre Montgomery, etc), o reboot de 2017 foi um fracasso de bilheteria. Orçado em US$ 100 milhões, rendeu apenas US$ 142 milhões em todo o mundo. O buraco foi tão grande que o criador da franquia, Haim Saban, vendeu os direitos dos personagens para a Hasbro. A fabricante de brinquedos criou uma produtora de cinema e se associou a Paramount para realizar a nova adaptação, que pretende reiniciar a franquia mais uma vez, com roteiro de Patrick Burleigh (do vindouro “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a história envolveria viagem no tempo. Os Rangers voltariam aos anos 1990 e, como em “De Volta para o Futuro”, precisariam encontrar uma maneira de voltar ao presente. Podem nos chamar de cínicos, mas foi um filme de viagem no tempo, “Projeto Almanaque” (2015), que qualificou o cineasta indie Dean Israelite para dirigir o “Power Rangers” de 2017. Jonathan Entwistle também é uma opção curiosa, já que “The End of the F—ing World” e seu próximo programa na Netflix, “I’m Not Okay With This”, projetam um espírito de inconformismo e rebelião juvenil que é basicamente o extremo oposto do que se imagina para uma produção “careta” como “Power Rangers” e os filmes de brinquedos da Hasbro. Para completar, ele nunca dirigiu um longa-metragem.

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    Spcine pretende reembolsar filmes e séries estrangeiras filmadas em São Paulo em até 30%

    4 de dezembro de 2019 /

    A Spcine, empresa municipal de audiovisual, anunciou na terça (3/12) a criação de um programa de incentivo a filmagens internacionais na cidade de São Paulo. A iniciativa foi apresentada no Festival Ventana Sur, em Buenos Aires, pela presidente do órgão, a cineasta Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”). Ela propõe restituir de 20% a 30% do valor investido por produções estrangeiras na cidade, desde que tenham gasto ao menos US$ 500 mil (cerca de R$ 2,1 milhões) por meio de uma produtora local. Longas, animações, séries e obras publicitárias rodadas parcial ou integralmente na capital paulista poderão solicitar o reembolso. O mesmo também valerá para as produções nacionais que tenham grande potencial internacional. Além disso, o programa ainda oferece financiamento parcial para produções internacionais cujos roteiros incluam São Paulo na narrativa de alguma forma, mesmo que a cidade não sirva de locação ou de base de produção. Outra iniciativa voltada para o mercado internacional inclui um edital de pós-produção no valor de US$ 120 mil (cerca de R$ 500 mil). Longas e animações podem concorrer ao prêmio, que dará US$ 40 mil (R$ 168 mil) a uma produção brasileira e R$ 80 mil (R$ 336 mil) a duas produções latino-americanas — metade da quantia para cada uma. A publicação do edital está prevista para o primeiro semestre do ano que vem. Cidades dos Estados Unidos e Canadá travam uma guerra de incentivos similares para atrair projetos de cinema e séries para suas regiões, porque, além de fomentar o turismo, as produções geram emprego e aquecem as economias locais. Uma reportagem da Folha de S. Paulo publicada em junho revelou que o número de produções estrangeiras rodadas em São Paulo mais que dobrou entre 2016 — ano de lançamento da São Paulo Film Commission, responsável por esse tipo de incentivo — e o ano passado. Subiram de 6 há três anos para 18 em 2018. Entre as produções, estão as séries “Sense8” e “Black Mirror”, da Netfix. Em agosto, foi a vez da série “Conquest”, produzida por Keanu Reeves, que provocou um apagão que assustou moradores do entorno do Vale do Anhangabaú, no centro paulistano.

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    Uma Segunda Chance para Amar tira Malévola do topo das bilheterias brasileiras

    2 de dezembro de 2019 /

    Após seis semanas no topo das bilheterias nacionais, “Malévola — Dona do Mal” perdeu o trono para uma comédia estrelada por Emilia Clarke, a Daenerys de “Game of Thrones”. Lançada em 284 salas, com público de 149 mil pessoas e R$ 2,4 milhões de faturamento, “Uma Segunda Chance para Amar” (Last Christmas) estreou em 1º lugar nos cinemas brasileiros e encerrou o longo reinado de Angelina Jolie. A fábula da Disney caiu para o 2º lugar com 143 mil ingressos vendidos e R$ 2,2 milhões em bilheteria O 3º lugar ficou com “Os Parças 2”, que, depois de meio mês em cartaz, finalmente “estreou”. Em seu primeiro fim de semana oficial, a comédia nacional registrou queda típica de terceira semana, com 142 mil ingressos vendidos e R$ 2,1 milhões de arrecadação. Na semana passada, estava em 2º lugar. Mas ainda não tinha estreado. Este paradoxo bizarro é consequência de uma tática da distribuidora, que lançou “Os Parças 2” há três semanas em centenas de cinema, com venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários, e chamou de pré-estreia. Por conta disso, a estreia oficial do filme ficou abaixo das expectativas. Afinal, rendeu muito mais no período não oficial – R$ 8 milhões até o fim de semana passado. Outro filme brasileiro apareceu entre os mais vistos, entre quinta e domingo (1/12). “Carcereiros — O Filme” arrecadou R$ 1,1 milhão na estreia, apesar de seu lançamento ter sido muito menor que os demais. O filme estrelado por Rodrigo Lombardi foi exibido em 154 salas e levou 81 mil pessoas aos cinemas, ocupando o 5º lugar no ranking. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 28/11-1/12:1. Uma Segunda Chance para Amar2. Malévola 3. Os Parças 24. Mais Que Vencedores5. Carcereiros 6. Coringa7. A Família Adams8. Dora e a Cidade Perdida9. Invasão ao Serviço Secreto10. Um Dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 2, 2019

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    Por que os sites de séries (e filmes) estão acabando

    30 de novembro de 2019 /

    Há poucos dias, um dos mais antigos sites que cobrem séries no Brasil parou de ser atualizado. O Viciado em Séries acabou. Infelizmente, trata-se de uma situação cada vez mais corriqueira, pela falta de apoio do mercado – estúdios e canais que preferem financiar influencers aleatórios a anunciar em publicações especializadas – e até mesmo descaso de muitos leitores – você mesmo, com o adblocker ligado. Em sua despedida, o editor Fábio Lins escreveu um editorial poderoso, que combina desabafo e reflexão, e que merece (precisa) ser lido pelo maior número de pessoas possível. Por conta disso, pedimos sua autorização para republicar o texto aqui na Pipoca Moderna. O que você vai ler abaixo também pode ser visto neste link, no site original, sob o título “Os blogs de séries estão acabando…”.   “Eu sou do tempo de guardar sites em favoritos no navegador. E algum tempo atrás, resolvi abri todos da pasta ‘sites de séries’ de uma vez e fiquei chocado com o que vi. Muitos não existem mais. Sei lá, abri umas 30 guias de uma vez e me deparei com a grande mudança que ocorreu (e eu nem percebi direito) nesse universo paralelo da internet. E os que estão no ar sofreram muitas mudanças. Pouquíssimos sites de séries estão a mais de 10 anos no ar, e, no nosso caso, estamos chegando a essa marca. Porém podemos dizer que aqueles sites que publicavam reviews de todos os episódios de uma série praticamente foram extintos, e isso é devido a inúmeros fatores. Primeiro, porque dá um trabalhão danado escrever uma review e na maioria das vezes o retorno do leitor é insatisfatório. Isso porque os blogs não são mais plataformas de discussão como eram antes, quando esperávamos uma review, uma crítica, para lê-la e debatê-la com outros leitores. Isso porque ‘todo mundo’ prefere fazer isso nas redes sociais. Mas mesmo nelas, isso não ocorre mais com a mesma intensidade, porque as séries atuais dão pouca margem para isso. ‘Game of Thrones’ pode ter sido a última série que causou esse alvoroço, reiterando, nas redes sociais. Fiquei surpreso em ver que um dos maiores sites brasileiros de séries, o Ligado em Série, desativou o campo de comentários. Obviamente porque os comentários não agregam mais como antes, além de ser poucos gatos pingados. Como vejo no excelente Sériemaníacos, site que ainda mantém reviews de várias séries, mas sua sessão de comentários é infinitamente menor do que já foi. Uma review de ‘Watchmen’ ter apenas quatro comentários é completamente fora dos padrões. Tem reviews com dois, um e até nenhum comentário. E tem reviews que gastamos horas pra escrever. Digo isso porque acompanhei muito esse universo de comentários em Blogs. Comecei a lê-los em 2010, com o boom da série ‘Lost’. O Dude We Are Lost tinha centenas de comentários nas postagens, da mesma forma o Lost in Lost. Sou a pessoa que criou e mantém o Breaking Bad Brasil e vivi também essa fase, como postagens com dezenas de comentários. Mas aí também tem o fator que mencionei acima: tem séries que realmente instigam isso, mas, hoje em dia, elas não instigam tanto, fazendo com que a preferência seja por comentários curtos nas redes sociais. E isso não é uma reclamação, é uma constatação. Tem a ver com a revolução tecnológica nesse meio. O brasileiro lê muito pouco, todo mundo sabe disso. E por isso mesmo, para muitos, é muito melhor ver um vídeo sobre o assunto do que ler sobre ele. É o que está ocorrendo: a maioria prefere criar canais no YouTube ou apenas páginas nas redes sociais do que criar um blog e escrever sobre algum assunto. Dá muito menos trabalho e maior alcance. Mas o conteúdo em vídeo não vai conseguir suprir o que a leitura propõe. Reviews em vídeo de todos os episódios de uma temporada de alguma série? Só as séries modinhas vão ter e olhe lá. A Netflix é uma maravilha que veio brilhar no mundo das séries, mas mudou também completamente a forma de uma pessoa ver séries. Liberar 10, 12 episódios de uma vez é muito bom, correto? Pra mim, nunca foi. Faz com que a pessoa fique presa na plataforma e engula uma temporada sem mastigar, sem degustar bem o episódio. Quando os episódios são lançados semanalmente, podemos assistir, re-assistir, ler reviews, podcasts, enfim, tudo sobre ele, até que venha um novo episódio. E isso também afeta os blogs, pois fica inviável e desnecessário escrever reviews de todos os episódios de séries que são lançadas de uma vez, porque ‘ninguém vai ler’. A crítica tomando base a temporada inteira é o mais comum de lermos, mas nenhuma crítica estará completa tendo como base uma quantidade grande de episódios. A quantidade imensa de séries que são lançadas anualmente é algo que é praticamente impossível de acompanhar. Aumentou muito a quantidade delas e piorou em qualidade. Você acaba ficando refém da plataforma, pois a facilidade de um play faz com que fiquemos sempre nela, não ‘deixando’ acompanhar, de verdade, as melhores séries que existem. Quando você indica uma série, sempre perguntam ‘se tem na Netflix’. Mas não, amigos, as melhores séries não estão na plataforma, porém, para acompanhá-las, muitos não se dão o trabalho de procurar, baixar um torrent, enfim, muitos nem devem saber o que é isso. Você deve estar achando que eu sou contra a Netflix, correto? Não, estou apenas constatando. O serviço é maravilhoso, como a Prime Vídeo, HBO Go, enfim. É a revolução tecnológica que mencionei, mas que deixa os seus efeitos colaterais. Cada site termina por vários motivos. Vendo que não existem mais os excelentes Teleséries, Apaixonado por Séries, Nova Temporada, O Blog da Mari, Series News, Serie em Serie, Box de Series, Episódios Comentados, Mundo da Series, Temporada em Série, entre outros. A Fernanda Furquim fazia o melhor site de notícias de séries do Brasil com o Nova Temporada, que acabou fechando, fazendo com que ela migrasse para outro site e redes sociais, mas que também não conseguiu seguir em frente. Porque realmente é muito difícil. Manter um site desses tem que ter muito amor e prazer pelo o que faz e é isso que traz longevidade a eles, porque poucos conseguem remuneração satisfatória com isso e praticamente 100% dessas pessoas tem outras remunerações, ou seja: não dá pra viver apenas disso. Você consegue alguma coisa com publicidades do Google ou postagens pagas nas redes sociais. Mas é a minoria, poucos gatos pingados. Muitos recebem mimos das assessorias de imprensa das emissoras, que ajuda mas não é suficiente, não paga contas. As assessorias de imprensa no Brasil são uma verdadeira vergonha alheia, pois te enchem de e-mails, dezenas – diariamente, com matérias que divulgam as suas atrações, mas em contra-partida não te ajudam com praticamente nada. Ou melhor, escolhem alguns, principalmente os que têm mais seguidores, dando mimos, etc… Mas não dão valor a quem faz o trabalho duro para elas, diariamente. E não é o caso das pessoas que trabalham com séries, de forma alguma. O que revolta são as bonificações que as emissoras dão para famosinhos que não fazem ou nunca fizeram nada para a série ou para a emissora, mas como têm muitos seguidores, são agraciados. Por exemplo? A assessoria da HBO mandar produtos de ‘Game of Thrones’ para o Marcos Mion? Não tem nada a ver, ele é de outra emissora, não publica nada da série, não escreve notícias e nem críticas sobre ela. Mas como é famoso e tem muitos seguidores… E pra quem faz o trabalho duro? Mais dezenas de e-mails, esse é o prêmio. É só um dos absurdos que vejo e fica de exemplo da falta de apoio que temos. Por isso é complicado e também por isso muitos sites saem do ar. Os motivos são variados, desde o progresso tecnológico quanto aos mal-agradecidos que trabalham nesse meio, como mencionei. E se você chegou até esse parágrafo, você faz parte daquele leitor raiz, que gosta de ler e sente falta dos blogs de séries raiz e que estão acabando. É como uma profissão que se extingue e outras são criadas, pois quem não se atualiza, não evolui, fica para trás. O site Viciado em Série chega ao fim da forma que foi a quase 10 anos. Vinha mantendo publicações de notícias para manter o site em movimento, porque esporadicamente tinha vontade de escrever alguma crítica ou review e não queria ter uma ou duas publicações mensais, apenas. Mas chegar a um fim é muito difícil, pois para ser um completo fim, teria que parar de ver séries, e como nosso nome diz, ainda sou viciado nisso. Estarei nas redes sociais, Facebook, Twitter e Instagram, todos @ViciadoEmSerie. Porque sempre estarei acompanhado séries e o feedback será nelas. Se não consegue vencê-las, junte-se a elas, não é mesmo? Mas minha atividade terá foco total no Breaking Bad Brasil. Mesmo com o fim da série, seu universo continua a todo vapor, com ‘El Camino’ e ‘Better Call Saul’. Isso vai demandar muito tempo e isso é um dos principais motivos que tenho para parar as publicações no Viciado Em Série. Lá, vou manter o Breaking Cast, podcast que fala do Universo ‘Breaking Bad’ mas que também vai abordar outras séries, portanto, não tem como me livrar desse mundo fácil assim. Sempre fiz tudo por amor e prazer, independente de qualquer apoio. Os problemas que mencionei, se fossem preponderantes, tinha fechado o site com 1 ano no ar e não 10 anos, pagando domínio próprio, tempo, trabalho, enfim. No mais deixo um grande agradecimento, imenso mesmo. Foram quase 8 milhões de visualizações de páginas, quase 4 mil postagens, mais de 700 séries estiveram por aqui, além de dezenas de milhares de comentários. Foi bom essa fase, enquanto durou. Outras fases virão, hora de virar a página. Namastê Att Fábio Lins”

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    Celebridades aleatórias viram garotas-propagandas de filmes e séries no Brasil

    30 de novembro de 2019 /

    Os estúdios e canais brasileiros têm investido cada vez mais em peças promocionais que destacam participações de celebridades para promover seus produtos. A nova tendência publicitária foi evoluindo nos últimos anos, até chegar aos “depoimentos” e “reações” de famosos aleatórios sobre um filme ou uma série, sem que tenham qualquer relação com o produto – e nem com o universo abordado. O exemplo mais recente é um vídeo da Disney, que reúne Whindersson Nunes, Malena, Natalia Bridi e Lucas Lima “demonstrando o amor que sentem pela saga” “Star Wars” e “suas expectativas para ‘StarWars: A Ascensão Skywalker””. As aspas são da página oficial do vídeo no YouTube. Qual a importância da opinião desse quarteto para os fãs da saga? Eles não estão no filme. Não viram o filme. Mas são “influencers”, balaio em que cabem todas as graduações de famosidades a quem as agências recorrem – sabia que existem mais de 1 milhão de “influencers” mapeados no Brasil? – , enquanto ignoram sites e publicações “especializadas” que focam simplesmente… o público-alvo do produto. A culpa, aparentemente, é das campanhas bem-sucedidas da Netflix, que começaram a incluir famosos em comerciais de suas séries. Há dois anos, um vídeo de “Orange Is the New Black” chegou a juntar Valesca Popozuda, Inês Brasil e Narcisa Tamborindeguy. Vale ainda citar, como ponto alto da tendência, um revival do “Xou da Xuxa”, dos anos 1980, na divulgação de “Stranger Things”. Era criativo. Virou apelativo com a ideia da Sony de incluir Sergio Mallandro em “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Até a própria Netflix parece não saber mais o fazer, colocando Larissa Manoela para “reagir” à 2ª temporada de “Elite”. A virada, porém, aconteceu no YouTube da Fox Premium, que lançou uma “série” de vídeos em que YouTubers sortidos “comentam” “The Resident” e aceitam “desafios” relacionados à série – como “desenhar um fígado” ou jogar um game relacionado à medicina. “Super-relevante”. O que vocês acham? É de bom gosto? Melhor continuar pagando “influencers” aleatórios? Afinal, alguém tem que ficar com a verba dos estúdios, que nunca vem para os verdadeiros influenciadores: os sites e as publicações especializadas.

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