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    O Homem Invisível: Trailer transforma monstro clássico do cinema em machista aterrador

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou novos pôster e trailer de “O Homem Invisível”, que apresenta a premissa criativa, mas também revela demais, inclusive alguns “sustos” que deveriam ser guardados para o cinema. No novo filme, a história do monstro imaginado pelo escritor H.G. Wells, que rendeu o clássico de 1933 da própria Universal, é transformada numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para aterrorizar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • TV

    Globo decide exibir futebol na hora do Oscar e passa transmissão do prêmio para o G1

    7 de fevereiro de 2020 /

    Quando não é o carnaval, costuma ser o “Big Brother Brasil”. Mas neste ano a Globo encontrou um motivo inédito para escantear a cobertura do Oscar 2020. A emissora resolveu transmitir um jogo de um torneio que não estava exibindo na TV, e que acontece exatamente na hora do Oscar. Com isso, abriu mão da exclusividade do sinal, liberando o evento ao vivo para o portal G1. O motivo da desistência da Globo é a partida entre as seleções de futebol de Brasil e Argentina pelo torneio Pré-Olímpico. Todas as partidas anteriores da competição foram exibidas com exclusividade pela TV paga. Mas no dia do Oscar, o canal resolveu mudar o planejamento da cobertura da competição. O mais interessante é que, para exibir o jogo, a Globo fez tudo o que nunca faz para valorizar a premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, mudando o horário de transmissão de outras atrações, como “Fantástico” e o “BBB”. A Globo só começará a transmitir o Oscar após a partida, quando o evento estará em sua reta final. O canal, porém, pretende voltar a exibir a premiação, desta vez em sua íntegra, imediatamente após o final da transmissão ao vivo. O conflito de programação acabou levando o Oscar para o portal G1, inesperadamente valorizado por um conteúdo que já causou disputa acirrada no mercado televisivo – apesar do que a Globo faz com ele, desde que tomou a premiação do SBT. Em post no Twitter, o portal informou que irá transmitir o Oscar ao vivo e na íntegra neste domingo (9/2), a partir das 20h, desde o início da chegada das celebridades ao tapete vermelho. A cobertura também deverá ser estendida à plataforma Globoplay. Entretanto, não há maiores informações sobre o formato dessa transmissão. Especificamente, se trará a mesma apresentação e os comentários previstos para a Globo. Pelo terceiro ano consecutivo, a transmissão oficial da Globo será comandada por Maria Beltrão com comentários do jornalista Artur Xexéo e da atriz Dira Paes. “É o terceiro ano seguido do trio. Eu olho para o Xexéo e já sei o que ele está pensando. A Dira é uma luz, tem muito carisma e um conhecimento enorme de cinema. Outra atração é a Anna Vianna, que faz uma tradução impecável. Essas transmissões geram uma grande responsabilidade. Quando você está acostumada com os companheiros que estarão ao seu lado, já é meio caminho andado para dar certo”, declarou Maria Beltrão em comunicado. Já vai preparando a pipoca e a torcida! O G1 transmite o #Oscar ao vivo e na íntegra neste domingo, a partir das 20h, desde o tapete vermelho. Vamos ver juntos a cerimônia de premiação? ==> https://t.co/wazjVYb8pr #OscarNaGlobo pic.twitter.com/uqY8Ml4nbc — G1 (@g1) February 7, 2020

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  • Etc

    Anatel finalmente aprova negócios da Warner com a AT&T no Brasil

    6 de fevereiro de 2020 /

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) finalmente aprovou, por 3 votos a 2, nesta quinta-feira (6/2), a compra da Time Warner pela AT&T. O Brasil era o último país do mundo que ainda erguia barreiras à consolidação mundial da aquisição. O acordo comercial foi originalmente firmado em 2016 nos EUA, quando a AT&T adquiriu a então Time Warner por US$ 84,5 bilhões. A autorização para o negócio aconteceu em junho de 2018 pela Justiça Federal dos Estados Unidos e em seguida a AT&T mudou o nome da Time Warner para WarnerMedia. O objetivo da compra foi, entre outras coisas, lançar uma plataforma de streaming para concorrer com a Netflix. Batizada de HBO Max, a plataforma chega em maio deste ano nos EUA, mas não até agora segue sem previsão de lançamento no Brasil, por conta das dificuldades relacionadas ao negócio no país. A aprovação da compra envolveu 18 países e apenas o Brasil criou impasse, tanto que a hoje chamada WarnerMedia fez várias aquisições na América Latina para preparar o lançamento da HBO Max no mercado sul-americano, deixando de lado qualquer investimento em operações brasileiras. A operação foi aprovada rapidamente, mas com restrições, ainda em 2017 pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Mas o passo seguinte, a aprovação da Anatel, só começou a ser votada em agosto de 2019, sendo paralisada por seis meses ao atingir empate, por pedido de vista do conselheiro Moisés Moreira, voto que definiria o resultado. Nesta quinta (6/2), ele finalmente se manifestou pela aprovação da compra. A operação era contestada por associações de empresas de radiodifusão porque, para elas, a compra infringia um dos artigos da lei de TV por assinatura. A lei proíbe que empresas de telecomunicações, como a AT&T, tenham participação de mais de 30% em emissoras, programadoras e empacotadoras de conteúdo audiovisual, como é o caso da Timer Warner. Em seu voto, o relator Vicente Aquino considerou que a legislação impede a propriedade cruzada entre “produtoras e programadoras com sede no Brasil”, mas que o grupo AT&T não teria produtora nem programadora com sede no Brasil. “Não há vedação quanto às programadoras com sede no exterior”, disse o conselheiro. Não é exatamente verdade. No Brasil, a AT&T tem participação na operadora de TV por assinatura Sky. Tanto que, para a área técnica da Anatel, para que a operação fosse concluída, a empresa norte-americana precisaria se desfazer do controle da Sky a fim de se enquadrar nas regras da lei de TV por assinatura. Por conta disso, a aprovação da compra pela Anatel ainda não é o capítulo final dessa saga. Segundo o conselheiro Emmanoel Campelo, que foi voto vencido, a compra pode ser contestada judicialmente, porque infringe a lei da TV por assinatura. “A lei é clara com relação à proibição”, disse. “Interpretação permissiva gera vício de constitucionalidade”, completou. Atualmente, o Congresso Nacional discute uma proposta de alteração na lei que rege o mercado de TV paga, que ficou ultrapassada diante do surgimento das plataformas de streaming. O projeto, em fase de análise no Senado, deve acabar com as restrições à propriedade cruzada, eliminando completamente a polêmica que tem dificultado os planos da WarnerMedia no Brasil.

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    Anatel revela que TV paga brasileira perdeu quase 2 milhões de assinantes em 2019

    5 de fevereiro de 2020 /

    Relatório divulgado no fim da tarde de terça-feira (4/2) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) revelou que a TV por assinatura brasileira perdeu 1,7 milhão de assinantes em 2019, fando o ano passado com 15,7 milhões de clientes em todo o Brasil. Em 2018, eram 17,3 milhões. A queda de 9,7% atingiu todas as quatro maiores operadoras do Brasil. Até a Claro/Net, líder no setor, fechou pela primeira vez na história com menos de 50% do mercado. Em 2019, a operadora recuou para 49,2%. Já a Sky continua em segundo lugar, com 29,7% do número de assinantes, seguida pela Oi, com 9,6%, e a Vivo com 8,4% dos assinantes do Brasil. Operadoras regionais e de cunho religioso complementam 3,4% do total. Desde que a Anatel começou a registrar quedas de assinantes da TV paga no Brasil em 2015, o encolhimento do setor em 2019 foi o maior registrado pelo órgão. E tendência deve aumentar, com a chegada de novas ofertas de serviços de streaming. A diferença de preços entre a TV por assinatura e as plataformas digitais é gritante, e muitos usuários estão mudando o modo como assistem suas programações favoritas. Mas também chama atenção o avanço da pirataria. Estima-se que 7 milhões de pessoas tenham acesso a TV por assinatura através de sinal pirata. Entretanto, não se trata de iniciativas pulverizadas. O crescimento da oferta ilegal se concentra no Rio de Janeiro, em áreas sob o controle de milícias.

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    Pluto TV: Plataforma gratuita de filmes, séries e variedades chega à América Latina em março

    3 de fevereiro de 2020 /

    A ViacomCBS anunciou que vai lançar sua plataforma gratuita de streaming Pluto TV nos países da América Latina no final de março. O anúncio foi feito em evento para imprensa nesta segunda (3/2), um ano após o conglomerado de comunicação americano adquirir a PlutoTV por US$ 340 milhões. O Brasil, porém, terá que esperar um pouco mais. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em português até o final do ano. Ao contrário da franqueza da WarnerMedia em relação ao HBO Max, a ViacomCBS não cita questões relacionadas à economia e à legislação brasileira por trás de sua decisão de adiar o lançamento no país. Mas esse “atraso” também pode ter motivação política. De forma diferente dos serviços de streaming mais populares, como Amazon, Netflix, Globoplay e Apple+, o uso da PlutoTV é gratuito. Em vez de assinaturas, seu modelo de negócios é baseado na venda de anúncios, que o usuário é obrigado a assistir em seus vídeos. Atualmente, a Pluto TV tem cerca de 20 milhões de usuários mensais nos Estados Unidos e desde setembro, quando iniciou sua expansão mundial, também opera na Europa. O lançamento na América Latina vai disponibilizar 24 canais gratuitos de filmes, séries, variedades, desenhos e programação ao vivo. Mas o planejamento é chegar a quase 100 no final de 2020 – junto com a provável estreia no Brasil. O conteúdo vem, primordialmente, das empresas do conglomerado, como os estúdios de cinema Paramount e DreamWorks Animation, os canais pagos MTV, Nickelodeon, E!, Bravo, Comedy Central e as redes CBS e Sky, mas também de parcerias com terceiros, como a rede BBC, os estúdios MGM e Sony Pictures e os canais pagos NBC News e Fox Sports. Além disso, no Brasil, a Viacom é sócia do grupo Porta dos Fundos. O acesso à plataforma será disponibilizada por três meios: por aplicativo (iOS e Android), pelo site da empresa e também no menu de canais das operadoras de TV paga. Vale lembrar que a ViacomCBS também possuiu uma plataforma de streaming com modelo de assinatura, a CBS All Access, que tem programação exclusiva e, por enquanto, continua restrita ao público americano.

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    O Homem Invisível: Comercial transforma monstro clássico em metáfora de relacionamento tóxico

    2 de fevereiro de 2020 /

    A Universal disponibilizou na internet o comercial de TV de “O Homem Invisível”, exibido neste domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário televisivo mais valorizado dos EUA. A prévia de 30 segundos resume a premissa que impressionou no primeiro trailer – e que muitos podem ter esquecido, já que o vídeo foi disponibilizado em novembro passado – transformando a história clássica de H.G. Wells numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para atormentar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial

    1 de fevereiro de 2020 /

    A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 ultrapassa R$ 150 milhões nas bilheterias

    28 de janeiro de 2020 /

    Recordista de bilheteria do cinema brasileiro desde a semana passada, “Minha Mãe É uma Peça 3” aumentou ainda mais o volume de sua arrecadação, mantendo-se como o segundo filme mais visto pelo público do Brasil no último fim de semana. De quinta a domingo (27/1), a comédia exibida em 487 salas arrecadou R$ 9,1 milhões, levando mais 530 mil pessoas aos cinemas. Desde que estreou há cinco semanas, “Minha Mãe é uma Peça 3” já foi vista por 9,8 milhões de espectadores, segundo levantamento da Comscore, e acumula R$ 156 milhões, a maior arrecadação de um filme brasileiro em todos os tempos. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões no fim de semana inaugural. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar do recorde de bilheteria, o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda não é o que mais vendeu ingressos. Com distribuição de ingressos para fiéis da Igreja Universal, “Nada a Perder” fez circular 11,5 milhões de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” é o quinto filme com maior público do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M) e “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M). Por curiosidade, “Minha Mãe É uma Peça 2” agora é o sexto, com 9,3 milhões de espectadores superados pela venda da continuação. O detalhe é que “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa só perde, nas bilheterias atuais, para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou há duas semanas. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo conservador de cinema que o governo Bolsonaro tenta implantar no país, já que sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), inclui uma trama de casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 23 a 26 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. 19174. Frozen 25. Um Espião Animal6. Adoráveis Mulheres7. O Escândalo8. Parasita9. A Possessão de Mary10. O Melhor Verão de Nossas Vidas — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 27, 2020

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    Tecnologia revolucionária vai transmitir TV no celular sem usar telefonia ou banda larga

    25 de janeiro de 2020 /

    As redes de TV convencionais vão ganhar um upgrade tecnológico em 2020. Um novo avanço digital promete levar o sinal das programações televisivas em HD para aparelhos móveis sem usar o serviço de telefonia celular ou o plano de dados dos consumidores. Trata-se de um sistema de transmissão já aprovado pela FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA). O nome oficial é ATSC 3.0, de acordo com seu padrão digital, mas ele também é chamado de NextGen TV, como foi apresentado na CES (Show de Consumo Eletrônica, na sigla em inglês), que aconteceu em Las Vegas no começo do mês. O ATSC 3.0 capta o sinal aberto de TV, enviado pelo ar por torres de transmissão, e os sintoniza em aparelhos celulares da mesma forma que os aparelhos televisivos recebem os sinais das redes de TV. Isto tende a gerar grande impacto na audiência dos grandes canais, revertendo as perdas geradas pela crescente popularidade da TV paga e a chegada dos serviços de streaming. Na prática, a tecnologia trará séries, notícias e esportes em transmissões ao vivo para o celular, sem custos adicionais para os consumidores. É um grande negócio, especialmente com as restrições à neutralidade de rede (ou de internet) impostas pelo governo de Donald Trump – graças a esse presidente, maratonar séries em streaming passou a gerar conta de banda larga mais cara nos EUA. Além disso, o ATSC 3.0 oferece recursos adicionais, como 4K, High Dynamic Range e diversos aprimoramentos que o sistema de transmissão HD convencional (ATSC 2.0, o padrão atual da TV digital) não possui. Por sinal, três dos principais fabricantes de monitores televisivos (LG, Samsung e Sony) anunciaram na CES que passarão a adotar a tecnologia em seus aparelhos como padrão para sintonizar TV e acessar serviços de internet – pois o ATSC 3.0 também oferece um menu de opções da internet. A presidente do Comitê de Sistemas Avançados de Televisão (responsável pela aprovação do padrão ATSC) dos EUA, Madeleine Noland, disse, em comunicado, que esse novo padrão de transmissão “pode proporcionar uma melhor experiência para os telespectadores e novos modelos de negócios para as emissoras”. O detalhe mais importante é que não é uma invenção para o futuro. O sistema já está funcionando em período de testes em oito cidades grandes dos EUA e deve chegar a mais 60 mercados nos próximos meses. Não há previsão para o lançamento dessa tecnologia no Brasil, mas após a implementação nos EUA ela não deve demorar a ser exportada para outros países. Veja abaixo um vídeo de apresentação da tecnologia, que apresenta muitas outras inovações empresariais – como medição de audiência instantânea e exibição de publicidade específica por demografia.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 bate recorde e vira maior bilheteria do cinema brasileiro

    22 de janeiro de 2020 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” tornou-se o filme de maior arrecadação na história do cinema brasileiro. Com os R$ 13,7 milhões registrados neste final de semana, a comédia da Downtown Filmes somou R$ 137,9 milhões nas bilheterias, superando o recorde de “Nada a Perder”, primeira parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, que faturou R$ 120 milhões em 2018. A produtora do longa comemorou a façanha no Instagram, dizendo que “a mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui!”. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar da grande bilheteria, em número de ingressos vendidos o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda está longe da produção da Igreja Universal. “Minha Mãe É uma Peça 3” foi visto por cerca de 8 milhões de espectadores, enquanto “Nada a Perder” teve vendagem de 12,1 milhões de ingressos, segundo apuração da Ancine. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” nem aparece no Top 5 dos maiores públicos do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Ou seja, o segundo filme da franquia da Dona Hermínia ainda está à frente da continuação mais recente em número de espectadores. Mas “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa ocupa atualmente o 2ª lugar entre os filmes mais vistos do país, perdendo apenas para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou no último fim de semana. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo de cinema que o governo Bolsonaro tenta impor no país, em nome de uma suposta maioria da população. A verdade incontestável é que a maioria da população brasileira prestigia um filme que celebra casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja a seguir a comemoração do recorde de bilheteria e, logo abaixo, o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. Ver essa foto no Instagram É oficial!! @minhamaeeumapeca3oficial é o filme com maior arrecadação da história do cinema brasileiro!! 💰 ⠀ A mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui! Não poderia ser diferente, né? 😂 ⠀ Obrigado, Brasil!! 🙏🏻 ⠀ #downtownfilmes #dtfilmes #cinemanacional #minhamaeeumapeca3 #minhamaeeumapeca #donaherminia #paulogustavo #recorde #bilheteria #arrecadacao Uma publicação compartilhada por Downtown Filmes (@dtfilmes) em 21 de Jan, 2020 às 1:08 PST TOP 10 #bilheteria #cinema SEGUNDA 20 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. Frozen 24. O Escândalo5. Adoráveis Mulheres6. Star Wars – A Ascensão de Skywalker7. Parasita8. Ameaça Profunda9. Miseráveis, Os10. O Farol — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 21, 2020

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    Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência

    21 de janeiro de 2020 /

    A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.

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    Netflix continua a crescer e chega a 167 milhões de assinantes no mundo

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix teve um desempenho acima das expectativas no último trimestre de 2019. Os dados, divulgados na noite desta terça-feira (21/1) para o mercado, revelam que a empresa teve faturamento de US$ 5,5 bilhões no período entre outubro e dezembro, com alta de 31% em relação ao ano anterior. A empresa também ganhou 8,8 milhões de novos assinantes no trimestre, muito acima da expectativa da própria Netflix, que previa adquirir 7,6 milhões de novos membros. Mas, por outro lado, abaixo da previsão de crescimento para a América do Norte. A plataforma conquistou apenas 420 mil novos assinantes nos EUA, contra uma previsão de 600 mil. Essa diferença já indica a disputa do público com a Disney+ (Disney Plus) nos EUA. O serviço do conglomerado Disney ainda não começou a atuar no exterior, onde a Netflix segue crescendo sem muita concorrência. Mas a situação deve mudar radicalmente em 2020, com a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e o lançamento de novos concorrentes, como HBO Max e Peacock. Por enquanto, a anunciada “guerra dos streamings” ainda não abalou a supremacia da Netflix. No acumulado do ano, a empresa permanece no azul, adicionando 27,8 milhões de clientes – também acima das expectativas de cerca de 26 milhões – , fechando 2019 com 167 milhões de assinantes em todo o mundo. Após a América do Norte, a Europa e a América Latina representam os maiores mercados da plataforma. Em 3º lugar em faturamento, a América Latina responde por 31,4 milhões de assinantes. A Europa tem 51,8 milhões de assinantes e a América do Norte, 67,7 milhões. Em último vem a Ásia, com 16,2 milhões, mas, por ter sido o último mercado desbravado, o continente asiático é o que tem registrado maior aumento proporcional do serviço. O relatório também revelou alguns números relativos às visualizações de conteúdo do serviço e uma mudança de metodologia para apresentar valores de audiência. Graças à nova medição, os resultados surgiram bem inflados, atingindo números nunca antes vistos, casos da série “The Witcher” e do filme “Esquadrão 6”. Saiba mais aqui. A análise é completada por uma projeção para o atual trimestre, que os investidores americanos consideraram pessimista. A Netflix espera ganhar entre janeiro e março 7 milhões de novos usuários. Mas no mesmo trimestre de 2019, aumentou sua clientela em 9,6 milhões de usuários — para contrabalançar a diferença, a empresa sustenta que resultado do primeiro trimestre de 2019 foi um recorde histórico. Há um consenso no mercado a respeito da necessidade da plataforma precisar investir cada vez mais em conteúdo próprio, já que, a partir de 2020, não contará mais com produções das empresas concorrentes, como a Disney e a Time Warner, que retiraram seus filmes e séries de seu catálogo. De acordo com relatório independente, da empresa de pesquisa BMO Capital Markets, a Netflix deverá investir US$ 17,3 bilhões em 2020 em sua própria programação, para fazer frente à perda de conteúdo dos estúdios de Hollywood, num aumento de mais de US$ 2 bilhões em relação ao investimento estimado no ano passado. Como a conta não fecha, isso significa operar no vermelho, correndo riscos se o crescimento estagnar. Por enquanto, os investidores parecem estar confiantes no potencial da Netfilx. Após a divulgação do resultado do trimestre, as ações da empresa exibiram alta de quase 2% em negócios após o fechamento das bolsas em Nova York.

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    Streaming da Globoplay chega aos EUA

    17 de janeiro de 2020 /

    A plataforma de streaming Globoplay vai chegar aos EUA neste domingo (19/1), inaugurando a expansão internacional do serviço da Globo, que estreou no Brasil em 2015. O serviço será disponibilizado nos EUA via aplicativo, oferecido na App Store e Google Play, nas TVs Samsung e através da Android TV, Apple TV 4K ou Chromecast. O valor da assinatura será de US$ 13,99 por mês, o equivalente ao valor da Netflix, que tem muito mais conteúdo – lembrando que, nos EUA, a Globoplay não poderá oferecer streaming de séries americanas disponibilizadas por serviços rivais. A apresentação oficial do serviço, porém, só vai acontecer em duas semanas, num evento para convidados, no dia 5 de fevereiro, em Miami. A ocasião contará com apresentação da jornalista Mila Burns e do ator Lázaro Ramos, além de show de Thiaguinho, que vai ganhar série documental na plataforma. “A chegada do Globoplay ao mercado americano é um passo importante de expansão da nossa visão digital, de relacionamento direto com o consumidor. É um passo que irá enriquecer ainda mais a experiência do público que acompanha a Globo há vinte anos no país”, afirmou Raphael Corrêa Netto, diretor de Negócios Internacionais da Globo. “O acesso on demand e via streaming da plataforma nos possibilita ampliar a oferta de conteúdo e proporcionar mais liberdade de escolha à nossa audiência. Queremos estar mais perto do nosso público e acompanhá-lo onde ele estiver”, completou, em comunicado.

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