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    Alice Wegmann troca Globo por HBO Max

    8 de abril de 2022 /

    A atriz Alice Wegmann juntou-se à lista dos artistas que encerraram seus contratos de exclusividade com a Globo. Após 11 anos na emissora, ela confirmou que está deixando a emissora para seguir novos caminhos e desafios. Segundo informações da coluna de Patrícia Kogut no jornal O Globo, Wegmann optou por não renovar o contrato, que se encerra no fim de maio, para integrar o elenco de “Segundas Intenções”, primeira novela da HBO Max – que a assessoria do canal já convenceu alguns sites a chamar de “telessérie”. Num post publicado em suas redes sociais, a atriz resgatou algumas de suas personagens marcantes e relembrou seus trabalhos na Globo, como “Malhação”, “Órfãos da Terra”, “Ligações Perigosas” e “Cidade Proibida”. “Cabem muitas vidas em 11 anos de TV Globo. Eu sou muito grata pelos encontros que tive trilhando esse caminho, pelas coisas que aprendi, pelas oportunidades que me deram. Quantas vidas!”, ela escreveu na publicação. “Tô indo ali alcançar outros voos e já já eu volto pra contar mais histórias junto com vocês. Foram 11 anos de parceria, 7 novelas, 4 séries e incontáveis dias crescendo e aprendendo dentro dessa casa tão acolhedora! Tô feliz demais com essa mudança e muito animada pelo que vem por aí!”, acrescentou. Antes de estrear na HBO Max, Wegmann ainda poderá ser vista numa nova série do Globoplay, “Rensga Hits”, em que interpreta uma cantora sertaneja inspirada em Marília Mendonça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alicewegmann)

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    Amazon conclui aquisição da MGM

    17 de março de 2022 /

    A Amazon concluiu a aquisição do lendário estúdio de cinema MGM (Metro Goldwyn Mayer). Anunciado em maio do ano passado, o negócio recebeu a aprovação “de forma incondicional” das autoridades europeias, que afirmaram em um comunicado nesta quinta-feira (17/3) que a transação “não traria preocupações em termos de concorrência”. Como os reguladores dos EUA não apresentaram objeções ao acordo, a gigante do e-commerce anunciou a fusão. “Amazon e MGM anunciaram que a MGM se juntou ao Prime Video e à Amazon Studios”, declararam ambas as companhias em um comunicado conjunto. A empresa de comércio online e streaming pagou US$ 8,45 bilhões para contar com o catálogo vastíssimo da MGM, um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924). A lista é repleta de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. Mas o melhor do negócio é que também inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , para serem utilizados em novas continuações, remakes e séries derivadas. O negócio é a maior aquisição da Amazon no setor de mídia, e sinaliza que a empresa está disposta a investir pesadamente em conteúdo para seus serviços de streaming, após atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo.

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    HBO Max e Discovery+ vão virar um único streaming

    14 de março de 2022 /

    Uma das decisões mais aguardadas da fusão entre a WarnerMedia e a Discovery, finalizada na sexta-feira passada (11/3), já teria sido tomada. As plataformas de streaming da nova empresa, batizada de Warner Bros. Discovery, vão se juntar num único serviço que combinará ambos acervos. O diretor financeiro da Discovery, Gunnar Wiedenfels, falou sobre o plano de fundir HBO Max e Discovery+ nesta segunda (14/3), durante seu discurso na 30ª Conferência Anual de Mídia do Deutsche Bank. “Um dos itens mais importantes aqui é que acreditamos em um produto combinado em vez de um pacote”, disse o CFO no evento. “Acreditamos que a amplitude e a profundidade do conteúdo oferecido será uma proposta valiosa e fenomenal para o consumidor”. “Não tenho dúvida de que criaremos um dos produtos mais completos para atingir os quatro quadrantes, velhos, jovens, masculino e feminino, por aí. Mal posso esperar para ver as primeiras métricas combinadas diretas ao consumidor porque, em teoria, o poder de aquisição do HBO Max combinado com o poder de retenção do conteúdo do Discovery certamente devem impulsionar um crescimento de receita muito saudável nos próximos anos”, acrescentou. O executivo ponderou que ainda há estudos para a empresa definir como proceder e a questão não será resolvida em semanas, mas sim em meses. “Mas o principal objetivo será harmonizar a plataforma tecnológica. Construir uma plataforma e um produto muito forte e combinado diretamente para o consumidor, e isso vai demorar um pouco”, acrescentou, lembrando que cerca de 100 milhões de assinantes serão afetados pela mudança. No Brasil, ambas as plataformas estão disponíveis de forma individual desde 2021. Enquanto a HBO Max aposta em conteúdo de filmes e séries de ficção, a Discovery+ é especializada em documentários e reality shows.

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    Megafusão da Warner com a Discovery é aprovada

    12 de março de 2022 /

    Os acionistas da Discovery aprovaram na sexta-feira (11/3) a megafusão da empresa com a WarnerMedia, que vai criar uma nova companhia de entretenimento global: a Warner Bros. Discovery. O chefão da Discovery, Davis Zaslav, é quem vai comandar o novo conglomerado, que não encontrou objeção jurídica após o departamento antitruste norte-americano perder o prazo de contestação – ao contrário do que aconteceu com os vários entraves levantados pelo governo Trump contra a aquisição da Warner pela AT&T. No Brasil, a megafusão também já foi aprovada pelo Cade sem restrições. A criação da Warner Bros. Discovery passa a originar uma empresa mais valiosa que a Netflix e a NBCUniversal, ficando atrás apenas da Walt Disney Company em termos de grupos de mídia norte-americanos. O valor estimado da nova companhia é de US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais como Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além da plataforma HBO Max, a editora DC Comics e metade da rede The CW. Segundo os termos do acordo, os acionistas da AT&T controlarão 71% da nova empresa, enquanto os acionistas da Discovery deterão 29% e ainda precisarão desembolsar US$ 43 bilhões em compensação financeira. Na prática, porém, a Discovery está pagando para ser a cabeça do negócio, enquanto a AT&T abandona o mercado de entretenimento para se forcar em seu negócio original, tecnologia de comunicação. Por conta disso, Zaslav deve montar uma equipe formada basicamente por executivos da Discovery, mantendo apenas um punhado de profissionais da WarnerMedia em posições de chefia. Uma das decisões mais esperadas da nova companhia é sobre o destino dos streamings HBO Max e Discovery+, que atualmente são plataformas distintas. Ambos podem continuar coexistindo, como aconteceu com a Disney+ e a Hulu (Star+ no Brasil) após a fusão da Disney com a Fox, ou podem ser integrados num único serviço. Segundo apurou o site Deadline, Zaslav não deve se apressar para implementar mudanças, porque há riscos de abalos no mercado de ações. Afinal, a Discovery será a terceira empresa a comandar os destinos corporativos da Warner em menos de quatro anos. Uma nova mexida grande no comando do grupo pode ser percebida como um tiro no próprio pé, diante do sucesso atual da HBO Max e das adaptações dos quadrinhos da DC Comics nos cinemas e em séries.

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    Globo adere ao boicote internacional contra Rússia

    9 de março de 2022 /

    O Grupo Globo aderiu ao boicote internacional contra a Rússia, em protesto contra a invasão militar da Ucrânia. O conglomerado brasileiro interrompeu negócios com o país, suspendendo novos licenciamentos de produções russas para seus canais de TV e streaming, e decidiu não negociar mais novelas e séries com empresas russas por tempo indeterminado. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, não há prazo para a retomada das operações de compra e venda de conteúdo com parceiros comerciais russos. Embora o conteúdo russo seja irrelevante para a Globoplay e canais pagos do grupo, a Globo tem bom faturamento com a venda de novelas para a Rússia. O país europeu é um grande mercado para as novelas da emissora desde que “A Escrava Isaura” (1976) atraiu o interesse internacional para as produções brasileiras. No momento, estão em exibição na TV aberta russa as novelas “Por Amor” (1997), de Manoel Carlos, e “O Clone” (2001), de Glória Perez. Além disso, as plataformas russas de streaming incluem em seus catálogos “Avenida Brasil (2012), “Verdades Secretas” (2015) e as séries “Justiça” (2016) e “Ilha de Ferro” (2018).

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    Juliana Paes anuncia saída da Globo após 21 anos

    9 de março de 2022 /

    A atriz Juliana Paes anunciou nesta quarta (9/3) o fim de seu contrato fixo com a Rede Globo, após mais de 21 anos. A partir de agora, a atriz passa a trabalhar com contratos específicos para cada obra. Apesar do encerramento do vínculo, ela ainda continuará a ser vista diariamente no elenco da novela “Pantanal”, que foi gravada com antecedência, e revelou que começará a trabalhar em um novo projeto na emissora ainda neste mês. “Não farei desta mensagem uma despedida, pois ainda estarei nas telas da emissora em ‘Pantanal’ até o meio do ano; com um novo projeto que começaremos a gravar este mês e depois em projetos futuros com novos estilos de contrato. Assim seguiremos”, declarou em seu Instagram, celebrando sua “maioridade” de 21 anos de emissora e a nova independência. “21 anos. Tornou-se plena a maioridade do tempo que passei nesta casa tão maternal, o que a Globo sempre foi pra mim. Sigo de uma nova maneira, não mais com contratos fixos, mas por obra. Minha decisão vem sendo conversada há um tempo e foi aceita com muito respeito e carinho pela direção”, afirmou a atriz, revelando que a iniciativa partiu dela. Juliana Paes estreou na Globo em 1998, como figurante em “Malhação”, e começou a se destacar dois anos depois, ao viver a empregada Ritinha na novela “Laços de Família”. Além de Juliana Paes, nomes como Grazi Massafera, Camila Pitanga, Lázaro Ramos, Ingrid Guimarães e Reynaldo Gianecchini também deixaram a Globo nos últimos meses. Embora a emissora tenha iniciado a debandada ao não renovar contratos de exclusividade muito longos, a decisão de trabalhar por obra também passou a ser preferida por muitos artistas, já que o mercado brasileiro atual não se restringe mais às antigas redes de TV, cheio de ofertas de streaming. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Juliana Paes (@julianapaes)

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    Netflix sai do ar na Rússia

    7 de março de 2022 /

    A Netflix tirou sua plataforma do ar na Rússia. Os usuários do serviço não poderão mais acessar as suas contas no país. A decisão foi anunciada na noite de domingo (6/1) em reação à invasão da Ucrânia por tropas militares russas. Segundo o site Deadline, a Netflix tem menos de 1 milhão de inscritos na Rússia, onde foi lançada há menos de um ano. A suspensão do serviço aconteceu quatro dias após a Netflix anunciar a paralisação de todas as suas produções russas, incluindo uma série de suspense que estava no meio das gravações. A empresa também suspendeu a compra de filmes e séries produzidas no país. As decisões se somam à recusa da empresa de streaming de cumprir uma determinação do governo russo para exibir TVs estatais em seu catálogo. No ano passado, o Roskomnadzor, órgão controlador das comunicações na Rússia, classificou a Netflix como um “serviço audiovisual”, uma vez que a plataforma possui mais de cem mil usuários diários no país, e impôs a obrigatoriedade de que o serviço transmita 20 canais de TV estatais para seus assinantes, como se fosse um provedor de canais pagos. Com o boicote, a empresa de streaming se junta aos estúdios de Hollywood, que decidiram não lançar mais filmes na Rússia enquanto persistirem as agressões militares à Ucrânia.

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    Casa de “Edward Mãos de Tesoura” está à venda na Flórida

    5 de março de 2022 /

    A casa que foi usada como cenário para o filme cult “Edward Mãos de Tesoura” (1990) está à venda na Flórida por US$ 700 mil. Localizada em Lutz, nos arredores de Tampa, a casa foi comprada há dois anos por US$ 230 mil pelo atual proprietário e passou por ampla reforma para tornar seu exterior e interior mais parecidos com os registros do filme, já que as cenas internas foram criadas em estúdio. No exterior, foram acrescentadas moitas cortadas ao estilo Mãos de Tesoura e no interior o mesmo papel de parede com cogumelos visto no longa de Tim Burton. A casa ainda ganhou utensílios domésticos similares aos do filme e memorabilia do ator Johnny Depp, incluindo um manequim de Edward Mãos de Tesoura em tamanho real, que estão inclusos no preço do imóvel. A residência tem três quartos e dois banheiros e chegou a ser transformada em museu, antes de ser colocada à venda na última quarta-feira (2/3). Veja abaixo um vídeo de setembro passado, abordando a restauração da casa e a inclusão dos itens do filme em sua decoração.

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    Netflix suspende produção de séries e filmes russos

    2 de março de 2022 /

    A Netflix paralisou os trabalhos de quatro produções originais russas e suspendeu a compra de filmes e séries do país, em reação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia na semana passada. Entre as produções paralisadas, encontra-se uma série de suspense que já estava com pelo menos metade dos episódios gravados. As decisões se somam à recusa da empresa de streaming de cumprir uma determinação do governo russo para exibir TVs estatais em seu catálogo. No ano passado, o Roskomnadzor, órgão controlador das comunicações na Rússia, classificou a Netflix como um “serviço audiovisual”, uma vez que a plataforma possui mais de cem mil usuários diários no país, e impôs a obrigatoriedade de que o serviço transmita 20 canais de TV estatais para seus assinantes, como se fosse um provedor de canais pagos. Apesar disso, o serviço continua funcionando para os assinantes russos e pode se tornar a única diversão internacional disponível no país, após o anuncio de boicote dos estúdios de Hollywood, se o próprio governo russo não decidir tirar a plataforma do ar por se recusar a exibir canais estatais.

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    Netflix fará mais filmes com Lindsay Lohan

    1 de março de 2022 /

    A Netflix anunciou ter fechado contrato para dois novos filmes com a atriz Lindsay Lohan. A plataforma revelou ter ficado “muito feliz” com o resultado da comédia romântica de Natal “Falling for Christmas”, prevista para o fim do ano, que inaugurou sua parceria com a atriz. “Estamos muito felizes com nossa colaboração com Lindsay até o momento e entusiasmados por continuar nossa parceria com ela”, disse a diretora de filmes independentes da Netflix, Christina Rogers, em comunicado. “Estamos ansiosos para trazer mais de seus filmes para nossos membros ao redor do mundo”, completou. “Falling for Christmas” marca a volta de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. O filme traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um acidente de esqui e fica com amnésia total. Durante sua recuperação, na época do Natal, ela se vê sob os cuidados do belo proprietário de uma pousada (Overstreet) e sua filha precoce. A premissa lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados e ela era mãe de seus filhos. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark.

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    Disney+ vai exibir séries da Marvel que estavam na Netflix

    1 de março de 2022 /

    A Disney+ anunciou que as séries da Marvel que estavam na Netflix vão estrear em sua plataforma em 16 de março. Por enquanto, a data não está confirmada no Brasil. Inicialmente, os episódios de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro”, “Justiceiro” e “Os Defensores” serão disponibilizados nos EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia, e a previsão é que os demais países tenham recebam as produções em algum momento de 2022. As séries da Marvel deixaram a Netflix nesta terça-feira (1/3), após a CFO da Disney, Christine McCarthy, revelar que a empresa espera perder US$ 200 milhões em receita de licenciamento ao recuperar os direitos destas e outras produções que estavam em outras plataformas. Além destas séries, “Agentes da SHIELD” também estreará no streaming da Disney no mesmo momento. A chegada dos programas da Netflix na Disney+ sinaliza uma grande mudança de foco da plataforma juvenil, que até então não tinha nenhum conteúdo para maiores. As estreias serão acompanhadas por alertas para atualização de controles parentais, impedindo que crianças possam assistir aos novos conteúdos, que contém cenas de sexo, drogas e violência gráfica. Vale observar ainda que a iniciativa acontece na véspera do lançamento de “Cavaleiro da Lua”, previsto para 30 de março, que está sendo considerada uma produção mais madura que as atrações anteriores da Marvel feitas para o streaming da Disney. A chegada das séries da Netflix na Disney+ coincide com outro acontecimento: o retorno de alguns personagens daquelas atrações, interpretados pelos mesmos atores, em novas produções do Marvel Studios. Charlie Cox encarnou Matt Murdock, o Demolidor, numa breve aparição em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, lançado em dezembro passado, enquanto Vincent D’Onofrio voltou a viver o Rei do Crime, antagonista do Demolidor, na série “Gavião Arqueiro”, também lançada em dezembro na Disney+. Em entrevista recente à revista The Hollywood Reporter, Cox brincou que sabia “um pouco” sobre o que estava reservado para seu personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) após a aparição de Matt Murdock no filme do Homem-Aranha. Os fãs tem muitas teorias. Quando as séries foram canceladas, o antigo presidente da Marvel Television, Jeph Loeb, emitiu um comunicado informando que havia planos para resgatá-las no futuro. “Nosso parceiro pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel melhor que isso”, afirmou Loeb. “Como o pai de Matthew Murdock disse uma vez, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado na lona, mas sim como ele se levanta’. Continuará…!” Available in the U.S., Canada, U.K., Ireland, Australia, and New Zealand. Updated parental controls available in the U.S. on March 16. — Disney+ (@disneyplus) March 1, 2022

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    Disney anuncia boicote do mercado de cinema russo

    28 de fevereiro de 2022 /

    A Walt Disney Pictures se tornou nesta segunda (28/2) a primeira empresa de Hollywood a boicotar o mercado de cinema da Rússia. Numa decisão ousada, considerando os valores envolvidos, o estúdio anunciou que está retirando todos seus filmes em exibição na Rússia e suspendendo a estreia dos demais, em resposta à invasão da Ucrânia pelas tropas de Vladimir Putin. O próximo lançamento da Disney na Rússia seria a animação da Pixar “Red: Crescer é uma Fera”, que chegaria no país em 10 de março. No ano passado, em plena pandemia, os filmes da Disney faturaram mais de US$ 445 milhões nas bilheterias da Rússia. “Dada a invasão não provocada da Ucrânia e a trágica crise humanitária, estamos pausando o lançamento de filmes nos cinemas na Rússia”, disse a Disney em comunicado. “Tomaremos futuras decisões de negócios com base na evolução da situação. Enquanto isso, dada a escala da emergente crise, estamos trabalhando com nossas ONGs parceiras para fornecer ajuda urgente e outra assistência humanitária aos refugiados”, acrescentou a nota. O anúncio sacudiu os demais estúdios, que ainda não tinham se pronunciado sobre o conflito. A Warner Bros., por exemplo, logo em seguida suspendeu a estreia de “Batman”, que aconteceria na quinta-feira (3/3) na Rússia. A invasão da Ucrânia pela Rússia atraiu condenação universal dos EUA e da União Europeia, enquanto o Brasil busca manter uma posição “neutra”, com elogios a Putin por parte de Bolsonaro, que também tem criticado a Ucrânia em declarações polêmicas. Europa e EUA estão a frente de um boicote internacional à economia russa. Além disso, a Academia Ucraniana de Cinema fez apelos para não esquecerem de boicotar a Cultura e principalmente o cinema russo.

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    YouTube bloqueia monetização de canais russos

    27 de fevereiro de 2022 /

    O YouTube anunciou no sábado (26/2) que vai bloquear a monetização de alguns canais russos na plataforma, devido “às circunstâncias excepcionais” na Ucrânia. Além disso, irá limitar o acesso de canais russos de notícias na Ucrânia, país invadido por tropas da Rússia. “Devido às circunstâncias excepcionais na Ucrânia, estamos tomando uma série de medidas”, anunciou Ivy Choi, um porta-voz da empresa. “Nossas equipes começaram a suspender a possibilidade de alguns canais monetizarem no YouTube, incluindo os canais RT (Russia Today) em todo o mundo”, assinalou. “Em resposta ao pedido de um governo, restringimos o acesso ao RT e vários outros canais na Ucrânia”, acrescentou. O YouTube também disse que, nos últimos dias, removeu centenas de canais e milhares de vídeos que violavam suas políticas, entre eles vários canais que estariam disseminando notícias falsas contra a Ucrânia. No começo do mês, a Alemanha proibiu a rede RT em seu território, o que levou Moscou a fechar o escritório local da emissora alemã Deutsche Welle. O Ocidente acusa a RT de contribuir para a desinformação. A RT foi criada em 2005, é financiada pelo governo Russo e possui emissoras e sites em vários idiomas, principalmente inglês, francês, espanhol, alemão e árabe. Neste domingo (27/2), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a UE proibirá o acesso aos sites RT e Sputnik, acusando-os de espalhar “desinformação prejudicial”. Definindo a ação como um passo “sem precedentes”, von der Leyen anunciou: “Vamos banir na União Europeia a máquina de mídia do Kremlin”. “As estatais Russia Today e Sputnik, assim como suas subsidiárias, não poderão mais espalhar suas mentiras para justificar a guerra de Putin e semear divisão em nossa União” , continuou ela. “Estamos desenvolvendo ferramentas para banir a desinformação tóxica e prejudicial na Europa.”

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