Ex-presidente do Globo de Ouro é demitido após e-mail racista
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou a expulsão de Philip Berk, ex-presidente da entidade responsável pelo Globo de Ouro, após o vazamento de uma mensagem de e-mail considerada racista. “Com efeito imediato, Phil Berk não é mais membro da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood”, disse de forma sucinta o conselho da HFPA em um comunicado divulgado na tarde desta terça-feira (20/4). A decisão foi tomada após a associação ser pressionada pela rede NBC, que exibe o Globo de Ouro na TV, e a MRC, dona da Dick Clark Productions, que produz o evento. As duas empresas exigiram a expulsão de Berk. Aos 88 anos e até esta manhã membro da HFPA, Berk encaminhou um e-mail aos colegas no domingo (18/4) chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, o jornalista sul-africano criticou Patrisse Cullors, uma das fundadoras do Black Lives Matter, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail, revelado pelo jornal Los Angeles Times, criou ainda mais atrito por virado assunto no dia em que o policial Derek Chauvin foi condenado pelo assassinato de George Floyd, homem negro que foi asfixiado até a morte por nove minutos, sob custódia policial no estado de Minneapolis, nos Estados Unidos. O homicídio foi o estopim para os principais protestos do Black Lives Matter. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como “racista”, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk ajuda a explicar o motivo da falta de integrantes negros no HFPA. Não por acaso, a nova controvérsia acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Literalmente. A rede NBC, que se manifestou prontamente, estaria avaliando encerrar seu contrato para exibir a premiação. A HFPA meteu-se em uma série de polêmicas neste ano após sua seleção de indicados para o Globo de Ouro 2021 se provar completamente desconectada da realidade, sem destaque para filmes de temáticas negras. A situação se agravou após o Los Angeles Times trazer à luz detalhes de sua organização pouco transparente, como um histórico de subornos aceitos por seus membros e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Pressionada por movimentos sociais e agentes de talentos, que ameaçaram impedir que atores famosos fossem ao próximo Globo de Ouro, a HFPA jurou que faria mudanças em seus quadros para refletir melhor a sociedade. As mudanças, consideradas insuficientes por ativistas, ainda não aconteceram e há uma reunião marcada para 5 de maio com vários representantes de astros de Hollywood que pode definir o futuro do prêmio. A HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O próprio Berk é um exemplo disso, afinal não foi a primeira vez que ele cria constrangimento para a instituição. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a HFPA. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E, em 2018, foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação.
Ex-presidente do Globo de Ouro chama Black Lives Matter de “movimento de ódio racista”
O vazamento de uma mensagem de e-mail polêmica de Philip Berk, ex-presidente de Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), voltou a escancarar o preconceito racial da organização responsável pelo Globo de Ouro. Aos 88 anos e ainda membro da HFPA, Berk encaminhou um e-mail aos colegas no domingo (18/4) chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e ajuda a explicar o motivo da falta de integrantes negros no HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Literalmente. A rede NBC, que se manifestou prontamente, estaria avaliando encerrar seu contrato para exibir a premiação. A HFPA meteu-se em uma série de polêmicas neste ano após sua seleção de indicados para o Globo de Ouro 2021 se provar completamente desconectada da realidade, sem destaque para filmes de temáticas negras. A situação se agravou após o Los Angeles Times trazer à luz detalhes de sua organização pouco transparente, como um histórico de subornos aceitos por seus membros e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Pressionada por movimentos sociais e agentes de talentos, que ameaçaram impedir que atores famosos fossem ao próximo Globo de Ouro, a HFPA jurou que faria mudanças em seus quadros para refletir melhor a sociedade. As mudanças, consideradas insuficientes por ativistas, ainda não aconteceram e há uma reunião marcada para 5 de maio com vários representantes de astros de Hollywood que pode definir o futuro do prêmio. A HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O próprio Berk é um exemplo disso, afinal não foi a primeira vez que ele cria constrangimento para a instituição. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a HFPA. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E, em 2018, foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação. Agora, porém, tanto a rede NBC, que exibe o Globo de Ouro na TV, quando a MRC, dona da Dick Clark Productions, empresa que produz o evento, estão exigindo a expulsão de Berk da HFPA.
Joe Biden faz “Law & Order: Organized Crime” errar sobre pandemia
A série “Law & Order: Organized Crime” estreou no começo de abril nos EUA, trazendo de volta o ator Christopher Melloni ao papel de Elliot Stabler, detetive da polícia de Nova York, que ele interpretou na longeva série “Law & Order: SVU” entre 1999 e 2011. E além de um crossover com a série mais antiga, que mostrou o reencontro entre Stabler e sua antiga parceira Olivia Benson (Mariska Hargitay), os primeiros episódios chamaram atenção por equívocos narrativos relacionados à pandemia de coronavírus. Em primeiro lugar, a série optou por situar sua trama em plena pandemia, mas, apesar disso, apresenta todo o seu elenco principal sem máscaras de proteção – ao contrário da numerosa figuração. Mas o grande erro encontra-se na trama do “crime da semana”, focada numa quadrilha internacional que vende vacinas a peso de ouro no mercado ilegal para a elite de Nova York. A série teve seus episódios escritos muito antes da estreia, quando o presidente dos EUA ainda era Donald Trump e o país se encaminhava para uma situação muito parecida com a que o Brasil se encontra atualmente – onde a elite mineira foi flagrada comprando supostas vacinas num mercado paralelo. Entretanto, entre a concepção da história e sua materialização nas telas, Joe Biden venceu a eleição à presidência dos EUA e mudou os rumos de seu país. O novo presidente impulsionou a campanha de vacinação e, em menos de três meses de seu governo, até os mais jovens já estão conseguindo ser imunizados, eliminando completamente o interesse por qualquer comércio ilegal de vacinas contra o coronavírus. A previsão pessimista dos roteiristas evaporou com a simples troca de governo. Que tal?
Demi Lovato desenvolve série de comédia sobre transtornos alimentares
A rede NBC encomendou o piloto de uma série de comédia desenvolvida pela cantora Demi Lovato. Intitulada “Hungry”, a produção abordará um grupo de pessoas com transtornos alimentares. Lovato deve estrelar e ser produtora executiva do projeto, que segue “amigos que pertencem a um grupo de pessoas com problemas alimentares que se ajudam em busca de amor, sucesso e o que houver de mais perfeito na geladeira para deixar tudo melhor”. A comédia também conta com produção do ator Sean Hayes (“Will & Grace”) e do empresário musical Scooter Braun, que cuida da carreira da cantora. Lovato assumiu ter um transtorno alimentar no passado. “Eu comia compulsivamente quando tinha oito anos de idade”, ela disse à ABC News em 2011. “Então, acho que nos últimos 10 anos tive uma relação realmente doentia com a comida”. Ela também contou que na adolescência, quando era estrela do Disney Channel nos telefilmes de “Camp Rock”, foi intimidada por seus colegas de aula por causa de seu peso, o que por sua vez levou à bulimia. “Eu estava fazendo shows com o estômago vazio”, disse ela. “Eu estava perdendo minha voz por causa disso”. Se o piloto for aprovado, marcará o primeiro papel regular de Lovato na TV desde que ela saiu da série “Sunny Entre Estrelas” (Sonny With a Chance), do Disney Channel, há dez anos.
Brooklyn Nine-Nine: Começam as gravações da temporada final
As gravações da 8ª e última temporada de “Brooklyn Nine-Nine” (também conhecida como “Lei & Desordem”) finalmente começaram. Melissa Fumero, que vive Amy Santiago na série, publicou uma foto ao lado de Terry Crews (Terry Jeffords) e Andre Braugher (capitão Holt) comemorando a retomada das filmagens. “De volta à ‘Nine-Nine’! Eu fiquei tão feliz por estar de volta ao trabalho ontem que esqueci de tirar uma foto para comemorar a ocasião, então aqui está uma do segundo dia”, ela escreveu ao lado da imagem, postada nesta quinta-feira (8/4) no Instagram. Logo em seguida, a rede NBC também postou uma foto dos bastidores com a outra metade do elenco, destacando Andy Samberg, Stephanie Beatriz e Joe Lo Truglio com máscaras de proteção no cenário da série. As gravações – e a estreia – da temporada final foram adiadas por causa da pandemia do novo coronavírus, mas também pelos protestos contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos. O desafio de escrever uma comédia sobre policiais nesse cenário político fez os roteiristas descartarem todos os roteiros que haviam escrito no meio do ano, para abordarem a questão de forma mais sensível. A NBC pretende exibir os 10 capítulos finais a partir do outono norte-americano (nossa primavera). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melissa Fumero (@melissafumero) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Brooklyn Nine-Nine (@nbcbrooklyn99)
Mr. Mayor: Nova série de Ted Danson é renovada para 2ª temporada
A rede NBC renovou a série de comédia “Mr. Mayor” para sua 2ª temporada. Desenvolvida por Tina Fey e Robert Carlock, criadores de “30 Rock”, a série traz Ted Danson (“The Good Place”) como um homem de negócios rico que deseja se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua equipe, entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente. O elenco também inclui Holly Hunter (“Succession”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Mike Cabellon (“Orange Is the New Black”), Kyla Kennedy (“Speechless”) e Bobby Moynihan (“Flora e Ulysses”). Com apenas 9 episódios produzidos (de 13 encomendados) devido à pandemia de coronavírus, a 1ª temporada atraiu uma média de 3,4 milhões de telespectadores ao avivo, atingindo 0,54 ponto na demo (público adulto visado pelos anunciantes). O desempenho é bem inferior à temporada inaugural da série anterior de Ted Danson no mesmo canal. “The Good Place” mobilizou 4,7 milhões e atingiu 1,35 ponto na demo durante seu primeiro ano de exibição, em 2016. “Ter Ted Danson e Holly Hunter liderando este elenco brilhante é um sonho”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal Entertainment e Streaming. “Um grande obrigado a Tina Fey, Robert Carlock e nosso talentoso elenco e equipe por uma 1ª temporada incrível. Estamos ansiosos para mais hilaridade na 2ª temporada”, concluiu a executiva no comunicado da renovação. Veja abaixo o trailer da atração.
Crise no Globo de Ouro: Hollywood ameaça acabar com prêmio
Denunciado por corrupção e racismo, o Globo de Ouro atravessa uma crise sem precedentes. Após uma reportagem do Los Angeles Times trazer à tona o histórico de subornos e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros, a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) tem recebido pressão da imprensa e entidades sociais para realizar uma reformulação completa em sua premiação. Mas o que era ruim ficou pior. Dependente da participação de celebridades para justificar o acordo milionário de transmissão de seu evento na rede NBC, a HFPA foi surpreendida na segunda-feira (15/3) por uma carta assinada pelas 100 maiores agências de talentos de Hollywood e da Europa, que ao ser aberta revelou um ultimato. Se não houverem mudanças e se elas não forem significativas, as agências sugerem que não permitirão que seus contratados – basicamente, todas as estrelas de cinema e TV – participem de atividades da HFPA. Isto inclui o Globo de Ouro 2022. Em resumo: ou HFPA muda já ou o Globo de Ouro não será transmitido no ano que vem. Para apressar as mudanças, as agências anunciaram que seus clientes foram desautorizados de realizar entrevistas com integrantes da HFPA. Muitos membros da associação usam a influência do Globo de Ouro para conseguir acesso a estrelas para entrevistas exclusivas. Com a proibição, o trabalho dessas pessoas como correspondentes estrangeiros passa a ficar em risco. Veja abaixo o que diz a carta bombástica. “Representamos coletivamente a grande maioria dos artistas da indústria do entretenimento e apelamos à Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood para manifestar rapidamente mudanças profundas e duradouras para erradicar seu ethos excludente de longa data e a prática generalizada de comportamento discriminatório, não-profissional, eticamente inapropriado e a suposta corrupção financeira endêmica da HFPA, financiada pela Dick Clark Productions, MRC, NBCUniversal e Comcast. Na última década, nossa indústria enfrentou um acerto de contas sísmico e começou a abordar seu fracasso em refletir e honrar a diversidade de nossa comunidade, mas não testemunhamos nenhuma esforço de responsabilidade, prestação de contas ou ação da HFPA, que continuou a autorizar a desigualdade sistêmica e mau comportamento flagrante. Concordamos coletiva e inequivocamente que a mudança transformadora em sua organização e em suas práticas históricas é essencial e totalmente realizável. Queremos fazer parte da solução. Para refletir o quão urgente e necessário consideramos este trabalho, não podemos aceitar que nossos clientes participem de eventos ou entrevistas do HFPA enquanto aguardamos seus planos explícitos e cronograma para mudanças transformacionais. Embora estejamos prontos para apoiar seus esforços de boa fé, saibam que qualquer mudança menos transparente e significativa que respeite e honre a diversidade e dignidade de nossos clientes, seus colegas e nosso público global resultará em danos imediatos e irreparáveis ao relacionamento entre nossas agências, nossos clientes e aqueles que permitem a inquietação institucional e a cultura insular que define a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood atualmente. Os olhos da indústria e daqueles que a apoiam estão abertos”.
Superstore: America Ferrera voltará para final da série
A atriz America Ferrera vai reaparecer na série “Superstore”, que ela protagonizou até o início da atual 6ª temporada. A série durou só mais 13 episódios sem ela e vai chegar ao fim na rede americana NBC no dia 25 de março com um episódio especial de duas horas, que contará com o retorno da antiga gerente da Cloud 9. Detalhes sobre o retorno de Amy Sosa, a personagem de Ferrera, estão sendo mantidos em segredo, mas a NBC já divulgou a primeira foto da participação, em que ela aparece vestindo o familiar colete azul dos funcionários da Cloud 9. É a imagem abaixo. Na trama, Amy foi promovida a um emprego corporativo na empresa-mãe da Cloud 9. Originalmente, ela deixaria a série no final da 5ª temporada, mas quando a pandemia de coronavírus impediu a gravação da despedida, Ferrera concordou em aparecer nos dois primeiros episódios do 6º ano para encerrar seu arco de história. Pouco depois, a rede NBC decidiu cancelar a série. Embora Ferrera não tenha comentado as razões que a levaram a deixar a série, ela mencionou a família em seu comunicado de despedida. A atriz teve seu primeiro filho em 2018, enquanto gravava “Superstore”, e recentemente deu à luz ao segundo filho. Ela também lançou sua primeira série apenas como produtora, “Gentefied”, na Netflix, e se tornou diretora de filmes com “I Am Not Your Perfect Mexican Daughter”, que também chega em breve na Netflix. “Superstore” foi sua segunda série de sucesso, após estrelar a divertida “Ugly Betty” (2006-2010) na rede ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Langdon: Personagem de O Código Da Vinci vai ganhar série na plataforma Peacock
A NBCUniversal aprovou a produção da série “Langdon”, baseada nos romances de Dan Brown. O famoso simbologista, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes, será vivido por Ashley Zukerman (da série “Succession”) na adaptação televisiva. Mas a série não irá mais para a rede NBC, conforme planejamento inicial. Em vez disso, servirá de chamariz para a plataforma do grupo, chamada de Peacock. “A equipe ficou maravilhada com este piloto e seu enorme potencial para se tornar um grande sucesso, e nossa nova estrutura nos permite movê-lo para Peacock e dar-lhe todas as oportunidades para que isso aconteça”, disse Susan Rovner, presidente da NBCUniversal Television and Streaming. “Nossa capacidade de escolher um grande programa não é mais limitada pelos padrões da programação de uma rede, o que nos dá a liberdade de dizer ‘sim’ aos programas que amamos e, em seguida, encontrar o lar perfeito em nosso portfólio.” Hanks interpretou Robert Langdon em “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), todos dirigidos por Ron Howard. A série marca a primeira vez que o personagem é interpretado por outro ator. A trama da atração será baseada em “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do personagem, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”. A trama gira em torno de um novo desafio para o professor de arte e “simbologia” de Harvard: desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma) conspiração global. O escritor Dan Brown, autor dos livros, está envolvido no projeto como produtor executivo, mas o roteiro e produção do piloto estão nas mãos da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”.
Globo de Ouro tem pior audiência de todos os tempos
A exibição do Globo de Ouro 2021 nos EUA resultou na pior audiência da premiação em todos os tempos. De acordo com o levantamento preliminar da consultoria Nielsen, a transmissão da rede NBC atraiu uma média de apenas 5,42 milhões de telespectadores, obtendo uma classificação de 1,2 ponto no principal grupo demográfico, de adultos de 18 a 49 anos. O resultado é 60% mais abaixo que os números preliminares do ano passado (14,76 milhões e 3,8 ponto). Uma queda impressionante. Mas vale observar que os números da madrugada de domingo (28/2) não incluem a exibição do programa ao vivo no fuso horário do Pacífico. Esses números serão incluídos na contagem final do dia, divulgada na manhã de terça-feira, e irão aumentar um pouco o total (atualização: o total subiu para 6,9 milhões), embora permaneçam longe de aproximar-se dos últimos anos, garantindo o recorde negativo da premiação. O único parâmetro para a audiência atual do Globo de Ouro foi quando a greve dos roteiristas forçou o cancelamento da cerimônia em 2008. No lugar do evento, uma entrevista coletiva televisionada anunciou os vencedores e atraiu um pouco mais de 6 milhões de telespectadores. A audiência da cerimônia deste ano teria sido afetada pelo desinteresse do público em assistir a uma festa sem as tradicionais bebedeiras e encontros de celebridades, que sempre foram os atrativos do evento. Devido à pandemia, a transmissão aconteceu com participação remota, via videoconferência, das celebridades indicadas a prêmios. Além disso, a realização do Globo de Ouro foi antecedida por forte polêmica sobre os bastidores da premiação, relativa à falta de representatividade dos responsáveis pelo troféu. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) foi denunciada numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que trouxe à tona seu histórico de subornos e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Os dois fatores resultaram num programa televisivo mais contido que o habitual, uma transmissão descrita pela maioria da crítica americana como “morna”, em que apresentadores e premiados mediram cada palavra ao se manifestarem ao vivo. Uma campanha de repúdio ao Globo de Ouro também foi encampada nas redes sociasi pela organização Time’s Up, que surgiu após as denúncias de abuso sexual de Hollywood com o objetivo de defender maior representatividade feminina e racial nos EUA.
Young Rock: Dwayne Johnson comenta trailer da série sobre sua juventude
A rede NBC divulgou um trailer comentado de “Young Rock”, série sobre a juventude de Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que estreia nesta terça (16/2) na TV americana. O próprio The Rock apresenta a prévia, sugerindo que todos os fatos da série aconteceram de verdade, embora se materializem como piadas de uma sitcom. A comédia autobiográfica enfoca três fases da vida de Dwayne Johnson, décadas antes de virar um astro de Hollywood. A série vai acompanhar simultaneamente sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami. Por conta disso, a atração terá três atores diferentes no papel do Jovem Rock: Adrian Groulx (The Rock aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017). Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). E Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série também tem produção e participação especial de Johnson. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Brooklyn Nine-Nine vai acabar na 8ª temporada
A série “Brooklyn Nine-Nine” vai acabar. De novo. A NBC anunciou nesta quinta-feira (11/2) que a vindoura 8ª temporada da série de comédia será a última. A temporada final também será a menor de todas, com apenas 10 episódios. E ainda por cima vai demorar a ir ao ar, com a exibição dos capítulos derradeiros entre o segundo semestre de 2021 e o meio de 2022. Os roteiristas, que já consideravam um desafio escrever uma comédia policial após os protestos contra o racismo e a violência policial que sacudiram os Estados Unidos no ano passado, agora terão que conceber um desfecho para a produção. Tarefa que se acumula com o fato de que eles descartaram todos os roteiros que haviam escrito no meio do ano passado, visando abordar a questão do movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) no contexto da série. Vale lembrar que a série de comédia chegou a ser cancelada em 2018 pela rede Fox. Mas o cancelamento “não pegou”, porque no dia seguinte a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. “Ainda me lembro da empolgação palpável naquela noite de 2018, quando anunciamos que ‘Brooklyn Nine-Nine’ estaria voltando para sua casa de direito na NBC”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal, no comunicado sobre o final da atração. “Sempre amamos esses personagens e a maneira como eles nos fazem rir, ao mesmo tempo em que criamos histórias que nos fazem refletir também. Então, um grande obrigado aos nossos maravilhosos parceiros – Dan Goor, os escritores, produtores e o elenco e equipe incrivelmente talentosos – por uma comédia cujo legado resistirá ao teste do tempo.” “Sou muito grato à NBC e à Universal Television por nos permitir dar a esses personagens e aos nossos fãs o final que eles merecem”, acrescentou o produtor executivo Dan Goor. “Quando Mike Schur e eu apresentamos o projeto ao Andy [Samberg, astro da série] pela primeira vez, ele disse: ‘Estou dentro, mas acho que a única maneira de contar essa história é exatamente ao longo de 153 episódios’, o que foi uma loucura, porque esse era exatamente o número que Mike e eu tinha imaginado”, brincou. Em tom mais sério, ele se disse “incrivelmente sortudo por ter trabalhado com esse elenco e equipe incríveis por oito temporadas” e “por termos os melhores fãs do mundo”. “Fãs que literalmente nos salvaram do cancelamento. Fãs que nos enchem de alegria. Terminar o show foi uma decisão difícil, mas, no final das contas, sentimos que era a melhor forma de homenagear os personagens, a história e nossos telespectadores. Sei que algumas pessoas ficarão desapontadas com o fato de estar terminando tão cedo, mas, honestamente, estou grato por ter durado tanto. Este é o título da minha sex tape”, encerrou com bom humor.
Renée Zellweger vai estrelar minissérie de famoso crime real
A atriz Renée Zellweger, duas vezes vencedora do Oscar – por “Cold Mountain” (2003) e “Judy” (2019) – , vai estrelar e produzir a minissérie “The Thing About Pam” na rede americana NBC. A atração de seis episódios vai levar às telas a história de um crime verdadeiro, mas mais estranho que a ficção. Na trama, Zellweger interpreta Pam Hupp, que atualmente cumpre prisão perpétua. Mãe de meia-idade e funcionária de um escritório de seguros, ela se envolveu em um assassinato brutal em 2011 e foi condenada por outro homicídio cometido em 2016. A mulher ainda é suspeita de ter matado a própria mãe. Originalmente, o assassinato de Betsy Faria em 2011 resultou na condenação de seu marido Russ, que sempre insistiu que não matou a esposa. Com novas descobertas, sua condenação foi anulada, desencadeando uma cadeia de eventos que exporia um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp. O escândalo que se seguiu virou sensação na mídia e foi apresentado com destaque em reportagens do programa “Dateline”, da rede NBC. Também se tornou tema de um popular podcast da NBC News, “The Thing About Pam”, que é um dos podcasts mais baixados do iTunes. A minissérie tem o mesmo nome do podcast e está sendo escrita por Jessika Borsiczky (“House of Lies”) com produção da Blumhouse Television, NBC News Studios e Big Picture (a empresa da atriz). “Como alguém que não perdeu um episódio de ‘Dateline’ em 10 anos, o que imediatamente se destacou para mim sobre Pam em outras histórias de crimes verdadeiras é que, embora em sua superfície tenha todas as voltas e reviravoltas de um mistério policial emocionante de assassinato, é realmente uma história de personagem em seu cerne, que reflete de uma maneira profunda a paisagem americana em torno de nós”, disse Borsiczky, em comunicado.












