PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    3ª temporada de Narcos ganha primeiro teaser, fotos e data de estreia

    14 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou seis fotos e o teaser oficial com a data de estreia da 3ª temporada de “Narcos”. A série voltará no dia 1º de setembro, agora sem Wagner Moura. Mas não sem o Brasil. A prévia abre com uma imagem aérea do Rio de Janeiro, com destaque para o Cristo Redentor, mostrando grande alcance do tráfico internacional. Após o fim da caçada sangrenta por Pablo Escobar, interpretado pelo ator brasileiro nas temporadas anteriores, o agente do DEA Javier Peña, personagem de Pedro Pascal, volta sua atenção à organização do tráfico de drogas mais rica do mundo: o Cartel de Cali. Liderado por quatro poderosos chefões, este cartel opera de forma bem diferente do de Escobar, preferindo subornar oficiais do governo e manter suas ações violentas longe das manchetes. O Carel é formado por Gilberto Rodriguez Orejuela (Damian Alcazar), líder do negócio, Miguel Rodriguez Orejuela (Francisco Denis), irmão de Gilberto, Pacho Herrera (Alberto Ammann), assassino e responsável pela conexão mexicana do cartel e sua distribuição internacional, e Chepe Santacruz Londono (Pepe Rapazote), que chefia o império-satélite de Nova York da rede de drogas colombiana.

    Leia mais
  • Série

    Netflix divulga o trailer legendado da série sobre o narcotraficante El Chapo

    3 de junho de 2017 /

    A Neflix divulgou cinco novas fotos e o trailer legendado da série “El Chapo”, sobre a vida do narcotraficante Joaquin “El Chapo” Guzman, o mais pop dos criminosos modernos, que foi preso em janeiro do ano passado. A série foi gravada em completo sigilo na Colômbia. Segundo a agência Associated Press, as pessoas que viviam próximas às locações foram informadas de que, na verdade, as gravações eram para uma novela chamada “Dolores de Amor”. Apesar de El Chapo ser o maior narcotraficante do México, as locações usadas foram as mesmas da série “Narcos” sobre o colombiano Pablo Escobar. Além de garantir segredo, foram apontados conhecimento prévio da equipe técnica e questões de segurança como razão das filmagens na América do Sul. O sigilo foi tanto que pegou Hollywood desprevenida. Sony e Fox brigavam para adiantar projetos cinematográficos sobre a trajetória do ex-chefe do cartel de Sinaloa, enquanto a plataforma de streaming fechou parceria com o canal Univision e gravou toda a 1ª temporada de sua série. El Chapo ficou conhecido como um criminoso pop por manter relacionamentos com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, e só foi definitivamente preso em janeiro, seis meses após uma fuga espetacular da prisão de segurança máxima de Altiplano, após aceitar ser entrevistado pelo ator Sean Penn para uma reportagem da revista Rolling Stone. Ele também esteve na lista de bilionários da revista “Forbes” durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. Na série, o traficante é interpretado por Marco de la O, ator mexicano de 38 anos, que tem aparência física muito similar ao criminoso real. Ele viverá El Chapo ao longo de três décadas – a partir de 1985, quando era um membro raso do Cartel de Guadalajara, durante sua ascensão ao poder e até sua queda. Além desta série, o canal History também desenvolve uma produção sobre o narcotraficante, que ironicamente está sendo escrita por Chris Brancato, o criador de “Narcos” na Netflix. “El Chapo” já está sendo exibida no canal pago Univision, voltado às comunidades latinas dos EUA, e chega à Netflix em 16 de junho.

    Leia mais
  • Série

    Netflix fura Hollywood com gravação secreta de série sobre El Chapo

    11 de abril de 2017 /

    A Neflix saiu na frente na disputa para ver quem leva primeiro a vida do narcotraficante Joaquin “El Chapo” Guzman para as telas. Enquanto Sony e Fox brigam para adiantar projetos cinematográficos sobre a trajetória do ex-chefe do cartel de Sinaloa, preso em janeiro do ano passado, a plataforma de streaming fechou parceria com o canal Univision e gravou toda a 1ª temporada de sua série, que já tem fotos, teaser e estreia ainda neste mês de abril. Veja abaixo. As gravações aconteceram no mais completo sigilo na Colômbia. Segundo a agência Associated Press, as pessoas que viviam próximas às locações foram informadas de que, na verdade, as gravações eram para uma novela chamada “Dolores de Amor”. Apesar de El Chapo ser o maior narcotraficante do México, as locações usadas foram as mesmas da série “Narcos” sobre o colombiano Pablo Escobar. Além de garantir segredo, foram apontados conhecimento prévio da equipe técnica e questões de segurança como razão das filmagens na América do Sul. Mas a produção, que se chama “El Chapo”, tem ainda um grande obstáculo para ser exibida: os advogados do verdadeiro El Chapo. Eles vem apresentando uma série de recursos para impedir que o nome do traficante seja utilizado sem sua autorização. “Se eles estão produzindo algo que ele (El Chapo) não autorizou, se eles começarem a atacá-lo, ou publicarem algo sobre sua vida pessoal, eles vão ter que responder de acordo com a lei”, declarou Jose Refugio Rodriguez, um dos advogados do traficante, à AP. Outro advogado do traficante, Andres Granados, disse que as empresas deveriam pagar por usar o apelido de Joaquin “El Chapo” Guzman como título da série. “Se eles colocarem essa série no ar, eles serão processados”, falou Granados. “Eles, por necessidade, precisam da autorização do Sr. Guzman, porque ele ainda não está morto.” Mas há uma brecha legal que permite a produção. Apaixonado pela atriz mexicana Kate del Castillo, que foi responsável pelo encontro entre El Chapo e o ator Sean Pen, após o qual El Chapo foi preso, o criminoso concedeu os direitos de sua vida para que ela pudesse contar sua história como preferisse. Del Castillo, no entanto, não disse o que faria com esses direitos. Na série, o traficante é interpretado por Marco de la O, ator mexicano de 38 anos, que tem a aparência física muito similar a El Chapo. Sobre o papel, ele afirmou: “Eu não posso julgá-lo. Da perspectiva do ator, você não pode dizer se o personagem é bom ou ruim… Nós contamos a verdade, e a verdade pode ser dura.” El Chapo ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamentos com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, e só foi definitivamente preso em janeiro, seis meses após uma fuga espetacular da prisão de segurança máxima de Altiplano, após aceitar ser entrevistado pelo ator Sean Penn para uma reportagem da revista Rolling Stone. Ele também esteve na lista de bilionários da revista “Forbes” durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. Além desta série, o canal History também desenvolve uma produção televisiva sobre o narcotraficante, que ironicamente está sendo escrita por Chris Brancato, o criador de “Narcos” na Netflix, enquanto a Fox atrai Ridley Scott e a Sony corteja Michael Bay para mostrar tudo isso, com menos detalhes, nos cinemas. A série “El Chapo” tem estreia marcada para 23 de abril no canal pago Univision, voltado às comunidades latinas dos EUA, e depois seguirá para distribuição mundial pela Netflix.

    Leia mais
  • Filme

    Moonlight é um poema em três estrofes sobre desilusões e masculinidade

    23 de fevereiro de 2017 /

    “Moonlight – Sob a Luz do Luar” tem o encanto de se apresentar como um poema em três estrofes. A primeira trata de uma criança franzina, tímida e de olhos assustados (interpretada pelo estreante Alex Hibbert), que depois revela-se um adolescente frágil (Ashton Sanders) que sofre bullyng na escola e, por fim, torna-se um traficante adulto de aparência intimidadora (Trevante Rhodes). Chiron adulto é um gigante. Usa uma prótese de ouro na boca para lembrar quem manda no pedaço. A natureza e o significado da masculinidade é uma das principais preocupações que o filme tira da peça “In Moonlight Black Boys Look Blue”, escrita por Tarell Alvin McCraney , e adaptada e dirigida para o cinema por Barry Jenkins. Numa periferia violenta de Miami, o que você deve aprender? O quão duro você tem que ser? E o quanto deve ser cruel? A iniciação de Chiron em tais perguntas parece ser através do medo e da confusão. Primeiro, encontramos o menino em fuga, escapando de um monte de outras crianças. Chiron é menor que a maioria deles – seu apelido humilhante é Little. Seu esforço para entender essa diferença – para descobrir a conexão entre a homofobia do pátio de escola de seus pares e seus próprios desejos confusos – é uma das pistas ao longo do qual sua crônica episódica prossegue. Outra, igualmente dolorosa e complicada, diz respeito ao relacionamento dele com a mãe, Paula (Naomie Harris, de “007 – Operação Skyfall”). O crack dissolve qualquer laço de afetividade da mulher com o filho. Sem condições de ser educado, Chiron busca refúgio na casa de um narcotraficante (o ótimo Mahershala Ali, da série “Luke Cage”). O menino idolatra o fora da lei como se esse fosse um cantor de rap. Apesar de barra pesada, o sujeito tem desenvoltura, uma fala suave e uma certa vergonha de admitir para o garoto, que ironicamente ele é o responsável pelo vício e o processo de destruição da matriarca. Olhando por um viés realista, é muito difícil acreditar no dono de uma boca de tráfico como um sujeito com pendor humanista. Ainda que Mahershala seja um ator de categoria para nos convencer que o personagem tem lá suas contradições, esse humanismo é um exagero. Se analisarmos com mais profundidade, não é apenas o personagem do traficante que soa artificial, pouco de “Moonlight” se sustenta se olharmos para o filme como um drama realista. Não há policiais na rua, nem tensão, e mesmo a violência nunca aparece em primeiro plano. O próprio Chiron sofre injustiças, mas é desenhado como um personagem leve. Ele é fofo, um Simba da periferia. E mesmo quando finalmente cresce e assume a boca de fumo de seu pai postiço, sabemos que, no fundo, Chiron continua a ser um cara legal. Neste sentido, é impressionante como “Moonlight” se aproxima muito de “La La Land”. Quando a realidade se pronuncia de uma forma muito aguda, os protagonistas de ambos os filmes tendem a se refugiar num mundo imaginário. Em “La La Land”, a evasão se dá pelo canto e pela dança, em “Moonlight”, o refúgio está no mar e numa noite ao luar. Mas “Moonlight” não é apenas o filme indie do momento, é o candidato ao Oscar (concorrendo em oito categorias) que melhor afronta a América que elegeu o presidente Donald Trump. O filme trata da identidade do homem pobre, negro e gay norte-americano, algo que não está inscrito na atual agenda política e social republicana. Nele, há uma ausência quase completa de pessoas brancas. Mesmo assim, o diretor Jenkins é um cineasta inteligente demais para reduzir seus personagens a símbolos. Ele não generaliza. Ele simpatiza. Cada momento é infundido com o que o poeta Hart Crane chamou de “consanguinidade infinita”, o vínculo misterioso que nos liga uns aos outros e que só uma imaginação artística alerta e sensível pode tornar visível. Jenkins aposta nessa consanguinidade, e vende isso pra gente como poesia. Uma poesia cheia de nuances, que inquieta e emociona.

    Leia mais
  • Série

    Caio Blat vai estrelar série britânica do roteirista de Drive e do diretor de A Mulher de Preto

    21 de fevereiro de 2017 /

    O ator Caio Blat (“Alemão”) é o mais novo brasileiro a estrelar uma série internacional. Ele foi contratado pela rede britânica BBC para integrar o elenco de “McMafia”, produção original que irá expor como funciona o crime organizado no mundo. A trama é inspirada no livro homônimo de Misha Glenny, que escolheu este nome por acreditar que as redes criminosas atuam da mesma maneira em todas as partes do mundo, como uma grande franquia. A trama acompanha uma família russa vivendo em exílio na Inglaterra e foi adaptada por Hossein Amini, responsável pelos roteiros dos filmes “Drive” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “47 Ronins” (2013), “As Duas Faces de Janeiro” (2014), “Nosso Fiel Traidor” (2016) e o vindouro “Snowman” (2017). Caio Blat interpretará um criminoso latino chamado Antonio Mendez. O brasileiro entrou no elenco porque a produção buscava um ator latino que não estivesse dentro do padrão que o mundo já conhece. Para comemorar o papel, o ator compartilhou uma foto dos bastidores das gravações em seu perfil no Instagram. “Primeira fase concluída… Obrigado, papai do céu”, escreveu. O elenco internacional ainda inclui o americano David Strathairn (série “Lista Negra/The Blacklist”), o inglês James Norton (série “Happy Valley”), a inglesa Juliet Rylance (“A Entidade”), a inglesa Faye Marsay (série “Game of Thrones”), o russo Aleksey Serebryakov (“Leviatã”), a russa Maria Mashkova (“Papa”), a isralense Yuval Scharf (“Nota de Rodapé”), o isralense Oshri Cohen (“Alexandria”), o indiano Nawazuddin Siddiqui (“Lion”), a indiana Rajshri Deshpande (série “24 Horas”) e o egípcio Amir El-Masry (minissérie “The Night Manager”). “McMafia” está em fase de gravações, com direção do cineasta britânico James Watkins (“Sem Saída”, “A Mulher de Preto”) e deve estrear somente em 2018, com um total de seis episódios.

    Leia mais
  • Série

    Ator de Sense8 entra na 3ª temporada de Narcos

    26 de dezembro de 2016 /

    O ator espanhol Miguel Ángel Silvestre, que interpreta o Lito na série “Sense8”, entrou na 3ª temporada de “Narcos”. Inclusive, já está gravando cenas na Colômbia. O próprio ator confirmou a notícia em seu perfil no Instagram, de forma brincalhona. Veja o vídeo abaixo. Ele viverá um personagem ainda não divulgado, que terá “uma história de amor bem amarga”. Outras novidades da volta de “Narcos” incluem a neozelandesa Kerry Bishé (série “Halt and Catch Fire”), Michael Stahl-David (minissérie “Show Me a Hero”), Arturo Castro (série “Broad City”) e o também neozelandês Matt Whelan (série “Go Girls”), que se juntarão a Pedro Pascal, novamente como o agente Javier Peña, na 3ª temporada. Enquanto isso, o destino do personagem de Boyd Holbrook, Steve Murphy, permanece no ar. A primeira foto divulgada das gravações dos novos episódios foca justamente o personagem de Pascal. Com a morte de Pablo Escobar na 2ª temporada, o brasileiro Wagner Moura deixou a série. Em seu lugar, o novo inimigo da DEA será o traficante Gilberto Rodriguez-Orejuela, chefe do cartel de Cali, já introduzido em “Narcos” com interpretação do mexicano Damián Alcázar (“A Ditadura Perfeita”). A série foi renovada para duas temporadas de uma vez, estendendo-se pelo menos até 2018. O cineasta brasileiro José Padilha e o produtor americano Eric Newman, que trabalharam juntos em “RoboCop” (2014), continuam como produtores executivos. ? #narcos Buenos días … @netflix Um vídeo publicado por Miguel Angel Silvestre (@miguelangelsilvestre) em Dez 19, 2016 às 12:39 PST

    Leia mais
  • Filme

    Nicolas Cage é traficante histérico em trailer de novo filme de ação

    21 de dezembro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Arsenal”, novo filme de ação estrelado por Nicolas Cage (“Snowden: Herói ou Traidor”), que tem se especializado nesse tipo de produção que parece feita para o mercado de home video. Na prévia, ele vocifera histérico como sempre, mas desta vez de peruca e bigode falso, em papel de vilão, como um traficante tão odiado que o resto do elenco resolve se vingar dele. A trama mostra como dois irmãos, vividos por Johnathon Schaech (o Jonah Hex da série “Legends of Tomorrow”) e Adrian Grenier o Vincent de “Entourage”), tomaram rumos opostos na vida. O primeiro virou traficante, enquanto o mais novo conseguiu se estabelecer com trabalho honesto. Mas quando o personagem de Cage rapta o irmão mais velho, o jovem larga tudo para se juntar a um velho amigo detetive (John Cusak, de “The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) numa missão de resgate e vingança. Curiosamente, Cage e Cusak já se pegaram num suspense recente, “Sangue no Gelo” (2013), em papéis invertidos. A direção é de Steven C. Miller (“Assalto ao Poder”), que teve toda a sua filmografia lançada direto em DVD (nem Blu-ray) no Brasil. “Arsenal” deve seguir o mesmo rumo, mas estreia nos cinemas dos EUA em 6 de janeiro.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Bryan Cranston revive Walter White no programa humorístico Saturday Night Live

    11 de dezembro de 2016 /

    Bryan Cranston voltou a viver o icônico Walter White, seu personagem na série “Breaking Bad”, para uma participação especial no programa humorístico “Saturday Night Live” desta semana. Na esquete de abertura do programa, exibido na noite de sábado (10/12) nos EUA, ele é apresentado como novo diretor da DEA, a agência federal de combate às drogas dos EUA, equivalente ao nosso DENARC. A piada é que presidente eleito Donald Trump está formando uma equipe polêmica, com pessoas que simbolizam o oposto dos objetivos dos cargos a que estão sendo convidados a ocupar no governo federal. A esquete é cheio de referências à série, mas o mais interessante é que aborda a dúvida de muitos fãs sobre o desfecho da atração. Segundo o próprio Walter White, ele não morreu, mas andava desaparecido por ter fingido a própria morte. Ao lado de Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), caracterizada como a gerente de campanha de Trump, Kellyanne Conway, Walter se revelou fã do presidente. “Também gosto daquele muro que ele quer construir, assim nada vem do México, o que significa muito menos competição para o resto de nós”. Veja abaixo Walter White vivo e ao vivo no estúdio do SNL:

    Leia mais
  • Série

    Narcos: Novidades da 3ª temporada incluem atriz de Halt and Catch Fire

    22 de outubro de 2016 /

    A atriz neozelandesa Kerry Bishé não perdeu tempo para encontrar um novo trabalho após o anúncio do final de “Halt and Catch Fire”, que terá sua última temporada em 2017. Protagonista da série do canal pago AMC, ela viverá a principal personagem feminina da 3ª temporada de “Narcos” na Netflix. Segundo o site The Hollywood Reporter, Bishé vai interpretar Christina, uma mulher americana cujo marido colombiano está envolvida com o cartel de Cali. Querendo se afastar dele, ela busca ajuda da Embaixada dos EUA. Além dela, mais dois atores foram confirmados na próxima temporada da série. Michael Stahl-David (minissérie “Show Me a Hero”) e o também neozelandês Matt Whelan (série “Go Girls”) interpretarão novos agentes do DEA, o Departamento de Narcóticos dos EUA, que embarcam para a Colômbia para ajudar no combate ao narcotráfico após a queda de Pablo Escobar O trio vai se juntar a Pedro Pascal, que voltará a viver o agente Javier Peña na 3ª temporada, enquanto o destino do personagem de Boyd Holbrook, Steve Murphy, permanece no ar. A primeira foto divulgada das gravações dos novos episódios foca justamente o personagem de Pascal. Com a morte de Escobar, o brasileiro Wagner Moura deixa a série. Em seu lugar, o novo inimigo da DEA será o traficante Gilberto Rodriguez-Orejuela, chefe do cartel de Cali, já introduzido na série com interpretação do mexicano Damián Alcázar (“A Ditadura Perfeita”). A série foi renovada para duas temporadas de uma vez, estendendo-se pelo menos até 2018. O cineasta brasileiro José Padilha e o produtor americano Eric Newman, que trabalharam juntos em “RoboCop” (2014), continuam como produtores executivos.

    Leia mais
  • Filme

    Daniel Radcliffe será traficante em thriller de ação

    22 de outubro de 2016 /

    O ator Daniel Radcliffe continua firme em suas escolhas de papéis que o desvencilhem da fama de bom moço conquistada com a franquia “Harry Potter. Segundo o site da revista Variety, uma nova oportunidade surgiu com o suspense “Beasts of Burden”, em que ele viverá um traficante de drogas. “Beasts of Burden” contará a história de um piloto de avião que tenta passar pela fronteira fugindo da DEA e o cartel de drogas. As filmagens estão previstas para começarem em Savannah, em novembro. O filme vai marcar a estreia em Hollywood do diretor sueco Jesper Ganslandt (“Blondie”), com roteiro de Adam Hoelzel (do vindouro “By the Rivers of Babylon”). Ainda não há previsão de lançamento. Por curiosidade, Tom Cruise filmou recentemente uma história similar, baseada na história real do piloto americano que traficava para Pablo Escobar. Intitulado “American Made”, este filme estreia em setembro de 2017.

    Leia mais
  • Filme

    Prisão do traficante Juan Carlos Abadía será próximo filme do diretor de O Lobo Atrás da Porta

    18 de outubro de 2016 /

    A prisão do traficante colombiano Juan Carlos Abadía vai virar filme. A informação foi publicada na coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. Intitulado “As Mil Faces do Crime”, o longa terá produção da Academia de Filmes e direção de Fernando Coimbra. O título faz referência a um fato da ficha corrida do criminoso. Preso em São Paulo em 2007, Abadía passou por várias cirurgias plásticas no rosto para se disfarçar. Coimbra tem experiência em tramas policiais. Ele dirigiu o excelente longa “O Lobo Atrás da Porta” (2013) e assinou dois episódios da série “Narcos”. Assim como a série da Netflix, o filme também terá cenas rodadas na Colômbia.

    Leia mais
  • Javier Bardem
    Filme

    Javier Bardem vai viver Pablo Escobar no cinema

    29 de setembro de 2016 /

    A vida de Pablo Escobar ainda rende, após seu fim na série “Narcos”. Uma produção espanhola será sua próxima cinebiografia, com Javier Bardem no papel do narcotraficante. Intitulado “Escobar”, o filme vai juntar o ator e sua esposa, a atriz Penélope Cruz, que terá o papel da amante do criminoso, a jornalista Virginia Vallejo. A história vai diferir de “Narcos”, que acompanhou o ponto de vista dos policiais que caçaram Escobar, para mostrar sua intimidade pelo olhar da amante, já que se baseia no livro “Amando a Pablo, Odiando a Escobar”, da apresentadora de TV, que teve um romance de vários anos com o traficante. Roteiro e direção estão a cargo do cineasta espanhol Fernando León de Aranoa, responsável por “Um Dia Perfeito” (2015), lançado em julho no Brasil, e outros trabalhos elogiados como “Amador” (2010), “Princesas (2005) e “Segunda-Feira ao Sol” (2002). As filmagens vão começar em 24 de outubro na Colômbia. Além de “Narcos”, onde foi vivido pelo brasileiro Wagner Moura, Pablo Escobar foi visto recententemente em “Escobar: Paraíso Perdido” (2014), com Benicio del Toro, e figurou às margens de “Conexão Escobar” (2016). Para os próximos anos, também são esperados os longas “American Made”, no qual Tom Cruise encarnará o piloto americano Barry Seal, que trabalhou o cartel de Medellín, e “El Patrón”, com John Leguizamo.

    Leia mais
  • Mate-Me por Favor
    Filme

    Desculpe o transtorno, mas sete filmes nacionais estreiam nesta semana

    15 de setembro de 2016 /

    Um terror é o principal lançamento no circuito nacional pela segunda semana consecutiva. Retomando a franquia que popularizou a estética dos vídeos encontrados (found footage) em 1999, “Bruxa de Blair” dará sustos no escuro de 734 cinemas pelo Brasil. A continuação acompanha uma nova equipe de documentaristas na floresta onde os integrantes do filme original desapareceram, e foi rodado em segredo por Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos diretores mais incensados da nova geração do terror/suspense. A surpresa dividiu opiniões, com 53% de aprovação no site Rotten Tomatoes – bem melhor que a primeira sequência, lançada em 2000 com apenas 13%. O segundo filme americano nos shoppings é “Conexão Escobar”, que traz Bryan Cranston (série “Breaking Bad) como um agente da alfândega que enfrenta o cartel do narcotraficante colombiano Pablo Escobar. Chega em 119 salas após implodir nas bilheterias dos EUA e sem ter gerado um terço do hype da série “Narcos” sobre o mesmo tema. Mas a crítica gringa gostou (67% de aprovação). De todo modo, o que chama atenção na semana é a quantidade de estreias nacionais. São nada menos que sete longas: dois documentários e cinco obras de ficção, com destaque para um drama adolescente absolutamente imperdível. Apesar disso, apenas um dos lançamentos conta com distribuição ampla. “Desculpe o Transtorno” leva a 318 telas a tentativa de Gregório Duvivier emplacar como protagonista de comédia romântica, na esteira do colega de Porta dos Fundos Fábio Porchat. Nesta missão, ele contou com ajuda dos incautos que tornaram viral um texto de propaganda, publicado em sua coluna num grande jornal, supostamente como declaração de amor à ex-esposa, que, “por coincidência”, é seu interesse amoroso no filme. Houve quem achasse o texto profundo. Mas a comédia não passa de uma versão besteirol de “O Médico e o Monstro”, em que Duvivier faz o público sofrer com suas duas personalidades, um estereótipo de paulista e um clichê de carioca. O roteiro foi escrito por Adriana Falcão e Tatiana Maciel, que assinaram juntas “Fica Comigo Esta Noite” (2006), e a direção é de Thomas Portella, que retorna ao humor de sua estreia, “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011), após o terror banal “Isolados” (2014) e o ótimo policial “Operações Especiais” (2015). O contraste é brutal com o outro lançamento do gênero, “Turbulência”, que chega em apenas quatro salas no interior do Rio. Acompanhando os encontros e desencontros de dois casais, o filme tem uma história de aeroporto como pano de fundo, como em “Ponte Aérea” (2014), mas é muito amador, com elenco de coadjuvantes de novela, cenografia “Casas Bahia”, falta de timing humorístico e tom histérico permanente. A equipe vem da produção de séries da TV Rio Sul, braço da Globo no interior carioca, e é sub-Globo em tudo. Igualmente televisivo, “Os Senhores da Guerra” tem ambição épica, porém suas cenas de batalha são encenadas como minissérie da Globo – ou, no caso, da RBS TV, cujo padrão é bem mais elevado que o da TV Rio Sul. Assim como nos longas anteriores de Tabajara Ruas (“Netto Perde Sua Alma”), a produção foca conflitos históricos do Rio Grande do Sul, desta vez a Revolução Federalista do século 19. A carga dramática ganha contornos folhetinescos com a divisão política de uma família, que coloca irmão maragato contra irmão ximango. A distribuidora não revelou o circuito, mas o lançamento chega, além do RS, ao menos em São Paulo. Também rodado no Sul do país, “Lua em Sagitário” é um drama adolescente que acompanha uma garota entediada com seu cotidiano, numa cidadezinha catarinense na fronteira com a Argentina. Em busca de novidades, ela descobre o amor, o rock e os últimos hippies brasileiros. Um deles, claro, é Sergei. A outra é a recém-falecida Elke Maravilha, em seu derradeiro papel. Mas vale prestar atenção na jovem protagonista, a estreante Manuela Campagna, que passa meiguice extrema. Com vivência em documentários, a diretora Marcia Paraiso faz uma boa estreia na ficção, apesar de alguns problemas de dicção de seu elenco. Já o melhor da lista é, disparado, “Mate-me por Favor”, filme de estreantes, que mesmo assim rendeu os prêmios de Melhor Atriz e Direção para a Valentina Herszage e Anita Rocha da Silveira, respectivamente. Interessante como as melhores estreias da semana são dois primeiros filmes de novas diretoras, focados em adolescentes e sem atores globais. “Mate-Me por Favor”, inclusive, seguiu carreira internacional, exibido nos festivais de Veneza, Munique, IndieLisboa e SXSW, arrancando elogios da imprensa internacional – mas não foi submetido à comissão do Oscar. Escrito pela própria diretora, “Mate-me por Favor” explora medo e desejo, manifestando as pulsões de eros e thanatos na descoberta da sexualidade de um grupo de adolescentes numa região violenta, marcada pelo assassinato de meninas da sua idade, com reflexo na repressão feminina. Redondinho, rende várias leituras, prende a atenção do começo ao fim e já tem lugar garantido na seleção de melhores do ano da Pipoca Moderna. Mas pode ser difícil vê-lo, pois a distribuição é limitada e não teve seu circuito divulgado. Por falar em pulsão, há ainda um documentário nacional, “Hestórias da Psicanálise – Leitores de Freud”, que chega em 20 telas, dedicado a refletir a leitura de Sigmund Freud no Freud. Bem feito e convencional. O outro documentário é parte ficção. “Olympia” reflete sobre a realização das Olimpíadas no Rio e seu impacto, repisando o pisoteado tema da corrupção. O diretor Rodrigo Mac Niven (“O Estopim”) parte da construção do campo de golfe num terreno de reserva ambiental, mas o escândalo se passa numa cidade fictícia chamada Olympia, onde as pessoas nascem com asas, que logo são cortadas. A alegoria dilui a denúncia, colateralmente lembrando que no Rio tudo inspira carnaval. A programação se completa com dois lançamentos europeus em circuito limitado. Apesar da popularidade dos personagens, a animação espanhola “Mortadelo & Salaminho – Em Missão Inacreditável” estará disponível em cerca de 20 salas com exclusividade na rede Cinépolis. A produção usa computação gráfica para dar novas dimensões à obra clássica de Francisco Ibáñez e terá, inclusive, algumas exibições em 3D, mas seu humor não reflete a graça dos quadrinhos originais. Por fim, o francês “Meu Rei” chega a oito salas do Rio de Janeiro. Sorte dos cariocas, pois é o melhor filme internacional da semana. Dirigido pela bela atriz, que virou brilhante cineasta Maïween (vejam também “Polissia”), acompanha um romance que se torna um relacionamento abusivo, com cenas de amor e violência doméstica, estendendo-se por anos. Emmanuelle Bercot foi premiada como Melhor Atriz do Festival de Cannes por seu papel, e o elenco ainda inclui Vincent Cassel e Louis Garrel – todos, mais a diretora, indicados ao César, o “Oscar francês”. A expectativa é que o circuito se expanda nas próximas semanas para outras cidades.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie