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  • Filme

    “Triângulo da Tristeza” é o grande vencedor do “Oscar Europeu”

    10 de dezembro de 2022 /

    A Academia Europeia de Cinema premiou “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund, como Melhor Filme Europeu do ano. A cerimônia dos European Film Awards, considerada o “Oscar europeu”, aconteceu neste sábado (10/12) em Reykjavík, na Islândia. “Triângulo da Tristeza”, que já tinha levado a Palma de Ouro do Festival de Cannes, também conquistou mais três prêmios importantes da Academia Europeia: Melhor Roteiro e Direção para Östlund e Melhor Ator para o croata Zlatko Burić. Inédito no Brasil, o filme só será lançado em 2 de março nos cinemas nacionais. Quando Östlund recebeu seu prêmio de Direção, ele o dedicou à atriz Charlbi Dean, que morreu após fazer o filme, em agosto passado, com apenas 32 anos. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com a luxemburguesa Vicky Krieps pelo drama austríaco “Corsage”, de Marie Kreutzer. Os vencedores foram escolhidos pelos mais de 4 mil membros de todos os ramos da Academia Europeia, com a exceção de oito categorias técnicas, definidas de forma antecipada por um comitê especial no final de novembro. Entre estes troféus, os destaques ficaram com o filme de guerra alemão “Nada de Novo no Front”, de Edward Berger, e o drama irlandês “Belfast”, de Kenneth Branagh, com duas vitórias cada. Confira abaixo a lista completa dos premiados. MELHOR FILME “Triângulo da Tristeza”, de Ruben Östlund MELHOR DIRETOR Ruben Östlund, por “Triângulo da Tristeza“ MELHOR ATRIZ Vicky Krieps, por “Corsage” MELHOR ATOR Zlatko Burić, por “Triângulo da Tristeza“ MELHOR ROTEIRO Ruben Östlund, por “Triângulo da Tristeza“ MELHOR COMÉDIA “O Bom Patrão”, de Fernando León De Aranoa MELHOR ANIMAÇÃO “Interdito a Cães e Italianos”, de Alain Ughetto MELHOR DOCUMENTÁRIO “Mariupolis 2”, de Mantas Kvedaravicius PRÉMIO DA CRÍTICA (FIPRESCI) “Piccolo Corpo”, de Laura Samani MELHOR CURTA-METRAGEM “Granny’s Sexual Life”, de Urska Djukic e Emilie Pigeard MELHOR FOTOGRAFIA Kate McCullough, por “The Quiet Girl” MELHOR EDIÇÃO Özcan Vardar e Eytan İpeker, por “Burning Days” MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Jim Clay, por “Belfast” MELHOR FIGURINO Charlotte Walter, por “Belfast” MELHOR MAQUIAGEM E CABELO Heike Merker, por “Nada de Novo no Front” MELHOR EFEITOS VISUAIS Frank Petzold, Viktor Müller e Markus Frank, por “Nada de Novo no Front” MELHOR TRILHA SONORA Paweł Mykietyn, por “EO” MELHOR SOM Paolo Benvenuti, Benni Atria, Marco Saitta, Ansgar Frerich e Florian Holzner por “Il Buco”.

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  • Filme

    Críticos dos EUA elegem “Top Gun: Maverick” como filme do ano

    9 de dezembro de 2022 /

    A National Board of Review (NBR), a mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, anunciou nessa quinta (8/12) a sua lista com os melhores filmes de 2022. E “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, foi o grande vencedor. “’Top Gun: Maverick’ é um filme empolgante que agrada ao público e que é habilmente elaborado em todos os níveis”, disse a presidente da NBR, Annie Schulhof. “[O ator] Tom Cruise, [o diretor] Joseph Kosinski e toda a equipe de filmagem conseguiram fazer um filme incrivelmente popular que trouxe o público de volta aos cinemas, ao mesmo tempo em que foi uma conquista cinematográfica completa.” O cineasta veterano Steven Spielberg foi eleito o Melhor Diretor por seu trabalho no drama autobiográfico “Os Fabelmans”. Já os principais prêmios de atuação foram para Colin Farrell (por “Os Banshees de Inisherin”) e Michelle Yeoh (por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). Os filmes “Os Banshees de Inisherin” e “Nada de Novo no Front” venceram nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado, respectivamente. E o prêmio de Melhor Animação ficou com a produção indie da A24 “Marcel the Shell with Shoes On”, que derrotou as superproduções da Disney e da Pixar. Vale destacar que a preferência da NBR não costuma ter influência na eleição da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Para se ter ideia, apenas um vencedor da votação dos críticos foi também vencedor do Oscar neste século: “Green Book”, em 2018. De forma mais expressiva ainda, o longa agraciado pela NBR em 2020, “Destacamento Blood”, de Spike Lee, nem entrou na disputa de Melhor Filme do Oscar. Por outro lado, a consagração de “Top Gun: Maverick” também repercutiu no Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês), formado por membros que votam no Oscar. A entidade anunciou uma homenagem especial ao astro Tom Cruise após o sucesso do filme nos cinemas. Cruise receberá o David O. Selznick Achievement Award, prêmio conferido à produtores que realizaram grandes feitos na área audivisual. Ou seja, “Top Gun: Maverick” tem chances de ao menos ser indicado. Veja abaixo a lista completa da NBR, que também inclui os tradicionais Top 10 de fim de ano da crítica americana. Melhor Filme “Top Gun: Maverick” Melhor Diretor Steven Spielberg (“Os Fabelmans”) Melhor Ator Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”) Melhor Atriz Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”) Melhor Ator Coadjuvante Brendan Gleeson (“Os Banshees de Inisherin”) Melhor Atriz Coadjuvante Janelle Monáe (“Glass Onion: Um Mistério Knives Out”) Melhor Roteiro Original “Os Banshees de Inisherin” Melhor Roteiro Adaptado “Nada de Novo no Front” Desempenho Inovador Danielle Deadwyler (“Till – A Busca por Justiça”) e Gabriel LaBelle (“Os Fabelmans”) Melhor Estreia na Direção Charlotte Wells (“Aftersun”) Melhor Animação “Marcel the Shell with Shoes On” Melhor Filme Estrangeiro “Close” (França) Melhor Documentário “Sr.” Melhor Conjunto de Elenco e Direção “Women Talking” Realização Notável em Cinematografia “Top Gun: Maverick” Prêmio NBR de Liberdade de Expressão “All the Beauty and the Bloodshed” e “Argentina, 1985” Top 10: Melhores Filmes de Hollywood (em ordem alfabética) “A Mulher Rei” “Aftersun” “Avatar: O Caminho da Água” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “Os Banshees de Inisherin” “Os Fabelmans” “RRR” “Till – A Busca por Justiça” “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” “Women Talking” Top 5: Melhores Filmes em Língua Estrangeira (em ordem alfabética) “Argentina, 1985” “Decisão de Partir” “EO” “Nada de Novo no Front” “Saint Omer” Top 5: Melhores Documentários (em ordem alfabética) “All the Beauty and the Bloodshed” “All That Breathes” “Descendant” “Turn Every Page – The Adventures of Robert Caro and Robert Gottlieb” “Wildcat” Top 10: Melhores Filmes Independentes (em ordem alfabética) “Armageddon Time” “Emily the Criminal” “Funny Pages” “Living” “Nanny” “O Milagre” “The Eternal Daughter” “The Inspection” “Uma Noite no Lago”

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  • Filme

    Brasil tem dois filmes no Top 10 global da Netflix

    1 de novembro de 2022 /

    O cinema brasileiro está em alta na Netflix. A atualização semanal da lista dos conteúdos mais vistos da plataforma revela dois títulos nacionais no Top 10 das produções não faladas em inglês. Lançado na quinta-feira (27/10), o drama romântico “Depois do Universo” entrou no ranking como o 4º filme mais visto da semana, com 12,3 milhões de horas visualizadas até domingo (30/10). Estreia da cantora Giulia Be como atriz, o filme acompanha uma talentosa pianista que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus – a doença autoimune de Selena Gomez – , que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, seu pessimismo é superado por uma forte conexão com um dos médicos que a ajuda a enfrentar suas inseguranças para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. O papel do médico marca a estreia brasileira de Henry Zaga, que apesar de ter nascido no Brasil só tinha feito produções americanas, como as séries “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?” e o filme “Os Novos Mutantes”, entre outros. Integrando o filão dos romances de doença, o drama tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”). O outro filme da lista é “Esposa de Aluguel” em 7º lugar, visto ao longo de 4,2 milhaões de horas em sua terceira semana, após liderar a relação de filmes não falados em inglês por duas semanas consecutivas. Com uma premissa de Sessão da Tarde – variação moderna de “Namorada de Aluguel” (1987) – , o filme traz Caio Castro como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”) e direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”). Já o filme internacional mais visto da semana foi o alemão “Nada de Novo no Front”, assistido durante 31,5 milhões de horas. A nova adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial gira em torno de um jovem idealista que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. A versão da Netflix, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). Muito aplaudido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é o candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar de 2023.

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  • Filme

    Filmes de terror dominam estreias de streaming do fim de semana do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    As plataformas de streaming capricharam no lançamento de filmes de terror no fim de semana que antecede o Halloween. Das 10 melhores estreias do período, 7 são produções muito acima da média do gênero, com destaque para tramas de serial killers. Confira abaixo as dicas para enfrentar a véspera do Dia das Bruxas.   | NOITES BRUTAIS | STAR+   Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell, da série “Suspicion”) que chega tarde da noite – e em meio à chuva – à sua nova casa alugada num bairro decadente de Detroit, apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). Diante da confusão, ele a convida a passar a noite no local para os dois resolverem a questão com a imobiliária pela manhã. Tudo parece bem, até que, ao ouvir um barulho durante a madrugada, ela descobre um porão subterrâneo e mais horrores do que poderia imaginar. A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das maiores notas de terror do ano. Mesmo assim, o longa pulou o cinema para chegar direto em streaming no Brasil.   | PIGGY | PARAMOUNT+   Também inédito no circuito comercial de cinema do país, o terror de Carlota Pereda trata de obesidade literalmente mórbida. Baseado num curta-metragem anterior da diretora, que venceu o prêmio Goya (o Oscar espanhol) em 2019, acompanha uma adolescente com excesso de peso que sofre bullying de colegas durante o verão em sua cidade natal. Até que as atormentadoras são raptadas por um psicopata, que a “cerdita” passa a admirar e considerar seu salvador. Além de uma história bastante original, o filme destaca uma performance impressionante da protagonista, vivida por Laura Galán (“Origens Secretas”), que foi premiada no Festival de Toulouse (França) pelo desempenho. Estreia no sábado (29/10) em streaming com os mesmos 92% de aprovação de “Noites Brutais” no Rotten Tomatoes.   | A MATRIARCA | STAR+   Jemima Rooper (“The Girlfriend Experience”) sofre uma overdose e decide retornar à sua casa de infância para enfrentar seus demônios pessoais, mas descobre que o local virou cenário de terror rural britânico. Em clima de conspiração, os moradores da cidade agem em conjunto para proteger um segredo indescritivelmente sombrio – um segredo que envolve não apenas sua mãe (Kate Dickie, de “A Bruxa”), mas também seu próprio destino aterrorizante. Escrito e dirigido pelo novato Ben Steiner, atingiu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RUN SWEETHEART RUN | AMAZON PRIME VIDEO   O novo terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “O Homem Invisível”) traz Ella Balinska (“Resident Evil: A Série”) como uma acompanhante escolhida para um encontro com um homem sedutor. Mas após o jantar romântico, ela descobre que o encontro não é o que aparentava. O homem revela ser mais que tóxico, um serial killer que a contratou para caçá-la por diversão, dando início a uma perseguição de thriller de sobrevivência com muita adrenalina, mas também reviravolta feminista, ao estilo de “Vingança” (2017). O dinamarquês Pilou Asbaek (“Game of Thrones”) tem o papel do vilão e o elenco ainda inclui Clark Gregg (“Agents of SHIELD”) e Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”). Roteiro e direção são de Shana Feste, que assinou o remake do romance “Amor sem Fim” (2014). 79% no Rotten Tomatoes.   | JAULA | NETFLIX   Outro bom terror espanhol, em que um casal adota uma menina que encontram vagando sozinha numa estrada escura durante a noite. Claramente traumatizada, a criança vive obcecada com a fantasia de que um monstro a punirá se ela sair de um quadrado de giz pintado no chão. Elena Anaya (“A Pele que Habito”) vive a mãe, que busca tranquilizar a criança sem forçar que saia do quadrado, enquanto tenta descobrir o passado enigmático da garota, embarcando numa jornada que leva o tom dramático da trama para o campo do horror. Primeiro longa dirigido por Ignacio Tatay, “Jaula” tem produção do veterano e especialista cineasta Álex de la Iglesia (“As Bruxas de Zugarramurdi”).   | ÓRFÃ 2: A ORIGEM | VOD*   Isabelle Fuhrman retoma o papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. A trama mostra como Leena Klammer (Fuhrman) escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu fingir ser a filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta, cortesia do diretor William Brent Bell (“Boneco do Mal”).   | O ENFERMEIRO DA NOITE | NETFLIX   O novo “true crime” de serial killer da Netflix conta a história de Charlie Cullen, um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Sempre que era pego, Cullen era demitido, mas nunca denunciado para proteger a reputação dos hospitais. A impunidade o tornou o maior assassino de todos os tempos. Até que uma enfermeira com quem trabalhava arriscou tudo para ajudar a polícia a pegá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marca a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. Os papéis principais são de Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Jessica Chastain (“It: Parte 2”).   | NADA DE NOVO NO FRONT | NETFLIX   A nova adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial é visceral como a história merece. A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra e gira em torno de um jovem idealista que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. A versão da Netflix, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). Muito aplaudido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é o candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar de 2023.   | ARGENTINA 1985 | AMAZON PRIME VIDEO   O drama histórico é inspirado na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar da Argentina no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a “anistia” escondeu os crimes da ditadura brasileira. A direção é do premiado Santiago Mitre (“Paulina”) e o elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín (“O Segredo de Seus Olhos”) e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. Premiado nos prestigiosos festivais de Veneza (Itália) e San Sebastián (Espanha), e selecionado como representante da Argentina no Oscar 2023, este é o filme mais aclamado da semana, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | DEPOIS DO UNIVERSO | NETFLIX   Em seu primeiro longa-metragem, a cantora Giulia Be vive a talentosa pianista Nina, que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus – a doença autoimune de Selena Gomez – , que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, seu pessimismo é superado por uma forte conexão com um dos médicos que irá ajudá-la a enfrentar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. O papel do médico marca a estreia brasileira de Henry Zaga, que apesar de ter nascido no Brasil só tinha feito produções americanas, como as séries “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?” e o filme “Os Novos Mutantes”, entre outros. Integrando o filão dos romances de doença, o drama tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”).

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  • Filme

    Nada de Novo no Front: O horror da guerra ganha trailer visceral

    20 de outubro de 2022 /

    A Netflix divulgou um trailer visceral de “Nada de Novo no Front”, adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. Esta, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra. A história gira em torno de um jovem idealista alemão que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Exibido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, que lhe deu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento em streaming vai acontecer em 28 de outubro.

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  • Filme

    Nada de Novo no Front: Netflix apresenta nova versão do clássico de guerra

    7 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Nada de Novo no Front”, nova versão do clássico de guerra escrito por Erich Maria Remarque, sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial. A trama original foi criada a partir da própria experiência vivida por Remarque na guerra. A história gira em torno de um jovem idealista alemão que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. O livro já tinha sido adaptado para o cinema em 1930, com direção de Lewis Milestone, e ganhou o Oscar de Melhor Filme. Esta é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). A première mundial vai acontecer em 12 de setembro no Festival de Toronto. Já o lançamento em streaming está marcado para 28 de outubro.

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