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    Ryan Reynolds libera o teaser de Deadpool 2 no YouTube

    4 de março de 2017 /

    O ator Ryan Reynolds (o Deadpool) divulgou no YouTube o teaser de “Deadpool 2”, que está sendo exibido nos cinemas americanos antes da projeção de “Logan”. Dirigido por David Leitch, o responsável por “Deadpool 2”, o vídeo serve para mostrar aos fãs o que eles podem esperar do próximo filme de mutantes da Fox, com muito humor negro, metalinguagem, participação de Stan Lee, easter egg sobre Cable e zoação com Logan. A ideia é inovadora, no sentido de que não se trata propriamente de um trailer nem é uma cena, digamos, “pré-créditos”, pois não está ligada diretamente a “Logan”. Na verdade, está mais para os curtas da Disney, exibidos antes das animações em longa-metragem do estúdio. Por sinal, a produção desse teaser pode ter sido a responsável pelos mal-entendidos sobre a participação do tagarela no filme de Wolverine e da gravação da tal cena extra que não existe. “Logan” estreou na quinta (2/3) nos cinemas brasileiros sem esta cena. Já “Deadpool 2” só será lançado em 2018.

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    Deadpool 2 ganha primeiro teaser na abertura de Logan nos EUA

    3 de março de 2017 /

    “Deadpool 2” ganhou seu primeiro teaser, exibido, por enquanto, apenas nos cinemas americanos antes da projeção de “Logan”. Dirigido por David Leitch, o responsável por “Deadpool 2”, o vídeo serve para mostrar aos fãs o que eles podem esperar do próximo filme de mutantes da Fox. A prévia começa em uma rua muito suja, com muito lixo voando, onde um homem anda com um casaco de moletom e um gorro cobrindo a sua cabeça. Parece até uma pegadinha para o público acreditar que “Logan” começou, interrompida quando o homem puxa seu capuz e revela ser Wade Wilson, interpretado por Ryan Reynolds com seu rosto inteiramente deformado. Wade remove o capuz ao ouvir um homem assaltado pedir ajuda e corre para uma cabine telefônica para vestir seu uniforme, ao som da música-tema do filme “Superman” (1978), criada por John Williams. A graça, porém, é que Wade começa a trocar de roupa dentro da cabine em tempo real, o que não é exatamente rápido como Superman. Ou seja, o homem continua pedindo ajuda, enquanto o protagonista tira cada peça de roupa para colocar, com muita dificuldade, o seu uniforme superapertado. Quando ele está quase acabando, escuta um tiro, indicando que a vítima foi assassinada. Já vestido, Deadpool encontra Stan Lee (ele mesmo) antes de se deparar com o homem caído no chão. Por motivo nenhum, ele termina o vídeo usando-o como um travesseiro e filosofando sobre como é possível encontrar uma cabine telefônica nos dias de hoje, e sobre como a vítima teria sobrevivido se ele fosse Logan, que não precisa mudar de roupas para entrar em ação. Vale comentar ainda um dos easter eggs, que surge numa pixação com o nome “Nate Summers” (o Cable), na porta da cabine telefônica. A ideia foi inovadora, no sentido de que não se trata propriamente de um trailer, nem é uma cena, digamos, “pré-créditos”, pois não está ligada diretamente ao filme. Na verdade, está mais para os curtas da Disney, exibidos antes das animações em longa-metragem. Por sinal, a produção desse teaser pode ter sido a responsável pelos mal-entendidos sobre a participação do tagarela no filme de Wolverine e da gravação da tal cena extra que não existe. “Logan” estreou na quinta (2/3) nos cinemas brasileiros, mas “Deadpool 2” só será lançado em 2018.

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    Atriz de Aquarius será filha de Magneto na série derivada dos filmes dos X-Men

    2 de março de 2017 /

    A atriz Emma Dumont, das séries “Bunheads” e “Aquarius”, entrou na produção televisiva derivada dos filmes dos X-Men, em desenvolvimento na rede Fox, para viver uma super-heroína bastante conhecida dos quadrinhos. Ela foi escalada no papel de Lorna Dane, que os leitores conhecem melhor como Polaris, uma mutante de cabelos verdes e filha de ninguém menos que Magneto. A descrição oficial da personagem inclusive aborda seus poderes, herdados do pai, descrevendo-a como “uma mutante corajosa, leal e teimosa, que tem a habilidade de manipular o magnetismo”. Polaris foi criada nos quadrinhos em 1968, com traço do genial Jim Steranko, e pode, inclusive, já ter aparecido nos filmes, em cenas de flashback e fotos da infância de Mercúrio, vistas em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “X-Men: Apocalipse” (2016). A personagem é a segunda super-heroína estabelecida dos quadrinhos confirmada na produção da série. A primeira foi Blink, que será vivida por Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”). Já o outro mutante inicialmente escalado não parece ter referências nos gibis. Trata-se de Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante, vivido por Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”). A trama, porém, vai se centrar numa família em fuga. Stephen Moyer (série “True Blood”) e Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) serão os pais de adolescentes que possuem o gene mutante. Eles precisam fugir quando o governo descobre as mutações dos jovens e encontram refúgio com o grupo de resistência. Natalie Alyn Lind (a Silver St. Cloud de “Gotham”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretarão os filhos. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para o projeto virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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  • Série

    Amy Acker será a protagonista feminina da série dos X-Men

    2 de março de 2017 /

    A atriz Amy Acker, que chamou atenção desde que apareceu em “Angel” em 2001 e que estava no ar até o ano passado em “Pessoa de Interesse/Person of Interest”, foi escolhida para estrelar a série derivada dos filmes dos X-Men na Fox. Ela formará um par relutante com o personagem de Stephen Moyer (série “True Blood”), como pais de jovens que possuem o gene mutante e, por isso, precisam fugir do governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas para conseguir sobreviver. A personagem de Acker vai se chamar Kate Stewart. Ela está tentando lidar com a separação de seu marido Reed (Moyer) e criar seus complicados filhos adolescentes quando a situação se complica. No meio do caos, a personagem descobrirá que é mais forte que imagina. Uma de suas filhas também foi anunciada. Natalie Alyn Lind (a Silver St. Cloud de “Gotham”) viverá Lauren, uma adolescente muito inteligente, aplicada na escola, que já tem propostas para estudar em boas faculdades. Outro ator jovem, Percy Hynes White (“Between”) também entrou na série, mas seu papel foi anunciado apenas como Andy, “um garoto sensível e solitário, que se tornou introvertido para evitar o caos que enfrenta na escola e em casa”. Tudo indica que é o outro filho da história. Eles vão se juntar aos dois atores anteriormente confirmados: Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”), que viverá a mutante Blink, e Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”) escalado como Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para o projeto virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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  • Filme

    Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram

    2 de março de 2017 /

    Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.

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    Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano

    2 de março de 2017 /

    Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.

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  • Série

    Astro de True Blood vai estrelar a nova série dos X-Men

    28 de fevereiro de 2017 /

    O ator Stephen Moyer, que protagonizou “True Blood”, vai estrelar o piloto da série, ainda sem título, passada no universo dos “X-Men”. Segundo o site Deadline, ele terá o papel principal no projeto da rede Fox. A trama vai acompanhar uma família que descobre que seus filhos possuem o gene mutante e, por isso, precisa fugir do governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas para conseguir sobreviver. Moyer será o pai desta família, chamado Reed, que também é um promotor de justiça ambicioso. Ele vai se juntar aos dois atores anteriormente confirmados: Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”), que viverá a mutante Blink, e Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”) escalado como Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    Patrick Stewart anuncia que Logan será seu último filme como Professor Xavier

    25 de fevereiro de 2017 /

    Patrick Stewart mudou de ideia. Após dizer que não tinha se aposentado do papel de Professor Xavier, ele afirmou exatamente o contrário em uma nova entrevista. Segundo explicou, durante o programa Town Hall da radio Sirius XM, a emoção que sentiu ao ver “Logan” no Festival de Berlim, ao lado de Hugh Jackman e do diretor James Mangold, o fez decidir encerrar sua jornada com o personagem, seguindo a deixa de Jackman, que fez o filme para se despedir de Wolverine. “Há uma semana, sexta à noite em Berlim, nós três nos sentamos e assistimos ao filme. E eu fiquei muito comovido, muito mais do que fiquei da primeira vez que o vi. Talvez tenha sido a companhia desses dois caras, mas o filme terminou e – isso é uma confissão – teve um momento que [Hugh] estendeu a mão e segurou a minha naqueles últimos momentos. Eu olhei para ele e vi que ele estava limpando lágrimas e aí percebi que eu também estava limpando minhas lágrimas. Então o filme terminou e nós seríamos levados para o palco, mas não até que os créditos tivessem acabado. Então tivemos tempo de ficar ali sentados. E foi quando comecei a perceber que nunca existirá uma despedida melhor e mais perfeita, emocional e sensível, para Charles Xavier do que esse filme. Então eu disse a [Hugh] naquela mesma noite, ‘terminei também. Acabou'”, descreveu o ator. Stewart participa da franquia “X-Men” desde o primeiro longa, lançado em 2000, e sempre foi parte importante da franquia, mas o reboot de “X-Men: Primeira Classe” (2011) possibilitou sua substituição por James McAvoy na trama. Os dois atores tiveram a oportunidade de contracenar em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). A despedida de Stewart e Hugh Jackman das adaptações dos quadrinhos, “Logan” estreia na quinta (2/2) no Brasil.

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    Deadpool vence prêmio como Melhor Campanha Publicitária do cinema

    25 de fevereiro de 2017 /

    “Deadpool” tinha surpreendido expectativas por figurar entre os indicados de diversas premiações importantes de Hollywood, do Globo de Ouro ao Sindicato dos Roteiristas. Mas até este sábado (25/2) não tinha vencido nada. Por isso, a primeira vitória foi muito comemorada. E na categoria em que a produção realmente se excedeu, como Melhor Campanha Publicitária do ano. O filme faturou o Publicist Award 2016, conferido pela comunidade de relações públicas de Hollywood à equipe de profissionais da 20th Century Fox responsável pela publicidade da produção. A vitória, mais que merecida, ajuda a explicar como um filme de super-heróis para maiores, com humor violento e subversivo, feito por modestos US$ 58 milhões, conseguiu arrecadar US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana, atingindo US$ 363 milhões no mercado doméstico e US$ 783 milhões no mundo inteiro, de quebra consagrando-se como um dos maiores sucessos do cinema em 2016. O equivalente televisivo foi vencido pela série “This Is Us”, da rede NBC.

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    Ao contrário dos boatos, Logan não tem cena pós-créditos

    23 de fevereiro de 2017 /

    Depois de chamar de mentiroso o jornalista do site The Wrap que espalhou que Deadpool apareceria em “Logan” – era mesmo uma mentira – , o diretor James Mangold voltou ao Twitter para desacreditar o site Collider, que afirmou existir uma cena pós-créditos no filme que não tem cena pós-créditos. Questionado nas redes sociais, o cineasta responsável pelo novo filme do Wolverine respondeu de forma objetiva: “Não há cenas pós-créditos”. E, de fato, nenhuma cena pós-créditos foi vista no filme durante a première no Festival de Berlim e nas sessões para a imprensa. Mangold nem perdeu tempo para elaborar mais a negativa. Mas isso não impediu a diversão dos gremlins, que retrucaram na internet. “Então, é uma cena na metade dos créditos?” A reação pode ser divertida para quem acha tudo uma grande brincadeira, mas reforça a forma irresponsável como produtos considerados geek são tratados pela imprensa “especializada”. Ao contrário de Umberto Gonzalez, que sustentou sua mentira até o fim, Steve “Frosty” Weintraub, do Collider, admitiu ter publicado uma notícia falsa quando confrontado com a declaração do diretor. Foi mau jornalismo mesmo, pois, segundo ele próprio admitiu, bastou conferir com outras fontes para ver que era mentira. “Depois de falar com mais fontes, descobri que estava errado no meu relato original. Logan não tem uma cena de pós-créditos”, ele escreveu. E por que não checou a informação antes? Porque é assim que o “jornalismo” geek funciona: publicar boato rende um clique no link e o desmentido outro. Dois cliques como resultado de nada. É um bom negócio fazer de qualquer jeito. A Pipoca Moderna já segue a política de evitar reproduzir “notícias exclusivas” de “fontes anônimas” dos sites Heroic Hollywood, Latino Review e The Wrap, visando reduzir ao mínimo a boataria isca-de-clique. O Collider, ao menos, realiza entrevistas que podem servir de fonte confirmada de notícias. Mas suas exclusivas off the record também serão barradas daqui para a frente. De todo modo, o que for bizarro demais continuará a ser relatado, como sintoma da subcultura geek, que dá aos boatos de filmes de super-heróis tratamento de revista de fofoca de novelas. Mas, ao contrário de outros sites, sempre alertando ao leitor sobre a proveniência questionável da informação, com o objetivo de ajudar a ridicularizar e desacreditar esse tipo de prática. @borbs There is not a post credits scene. — Mangold (@mang0ld) February 21, 2017

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    Jamie Chung viverá a heroína Blink na série dos X-Men

    23 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”) foi confirmada no elenco da série ainda sem título dos “X-Men”, em desenvolvimento na rede Fox. Ela vivera a mutante Blink, que tem o poder de criar portais de teletransporte. A personagem já apareceu na franquia cinematográfica. No filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), Blink apareceu nas cenas do futuro interpretada pela atriz chinesa Fan Bingbing. A escalação da personagem e a sinopse parecem indicar que a série se passará numa realidade distópica como a vista em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”. A trama vai acompanhar uma família que descobre que seus filhos possuem o gene mutante e, por isso, precisa fugir do governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas para conseguir sobreviver. Além de Jamie Chung, o elenco também contará com o ator Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”) no papel de Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante na trama. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”), que precisará ser aprovado para virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    Continuação de Deadpool já tem data para começar a ser filmada

    21 de fevereiro de 2017 /

    A continuação de “Deadpool” já tem data para começar a ser rodada: as filmagens estão marcadas para o dia 1º de maio na cidade de Vancouver, no Canadá. Ryan Reynolds volta a assumir o papel principal como o anti-herói que ignora as regras e conversa com os espectadores. Além dele, estão confirmados os retornos de Brianna Hildebrand e Karan Soni, reprisando seus papéis, respectivamente como Negasonic Teenage Warhead e Dopinder (o motorista de táxi do primeiro filme), além de Colossus, criado por computação gráfica. Outros nomes devem ser anunciados em breve e há grande expectativa para a escolha dos intérpretes dos mutantes Cable e Domino, que devem participar da nova trama. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick já adiantaram que “Deadpool 2” vai introduzir o grupo de heróis X-Force, comandando por Cable. A direção estará a cargo de David Leitch (de “De Volta ao Jogo”), que assumiu o posto deixado por Tim Miller, cineasta que rodou o primeiro filme, mas acabou se desentendendo com o ator e produtor Ryan Reynolds sobre os rumos a continuação. A estreia de “Deadpool 2” está marcada para março de 2018.

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    James McAvoy indica que pode continuar a viver Charles Xavier no universo dos X-Men

    21 de fevereiro de 2017 /

    O ator James McAvoy, que interpretou Charles Xavier nos três últimos filmes dos X-Men, publicou uma foto no Instagram que sugere seu envolvimento com um novo longa da franquia mutante. McAvoy revelou que teve um jantar com os produtores Simon Kinberg e Hutch Parker, e fez uma montagem com sua foto e a de Patrick Stewart com Kinberg. Ambos vivem Xavier nos filmes. Na legenda, McAvoy escreveu: “Jantar na noite passada como o homem que está numa relação multigeracional a três com dois professores”. E acrescentou: “Mal pode esperar pelo verão”, dando a entender que vai participar de algum filme com esse time. Durante as entrevistas de divulgação de “Logan”, Stewart também disse que, ao contrário de Hugh Jackman, não estava se aposentando do papel de Charles Xavier, o que indica uma possível volta ao personagem. Há duas possibilidades para o retorno de ambos: na continuação de “X-Men: Apocalipse”, que Sophie Turner (intérprete de Jean Grey) adiantou que será filmada em breve, e no spin-off dos “Os Novos Mutantes”, filme que irá apresentar uma geração mais jovem de alunos de Xavier. Dinner last night with the man who's in a multi generational three way relationship with two professors.thanks for dinner @simondavidkinberg and @hutch.parker ,I can't wait for the summer. Uma publicação compartilhada por @jamesmcavoyrealdeal em Fev 19, 2017 às 11:18 PST

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