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  • Música

    Michel Legrand (1932 – 2019)

    26 de janeiro de 2019 /

    O compositor francês Michel Legrand, vencedor de três estatuetas do Oscar por suas trilhas sonoras, e que trabalhou com mitos da música como Frank Sinatra, Ray Charles, Miles Davis, Edith Piaf e Elis Regina, faleceu neste sábado (26/1) em Paris aos 86 anos. Sua carreira teve quase 70 anos, marcando tanto a história do jazz quanto a do cinema. Músico e arranjador, Legrand começou a compor música para filmes com o surgimento da Nouvelle Vague francesa, trabalhando para Agnès Varda no clássico “Cléo das 5 às 7” (1962), no qual também estrelou, com Jean-Luc Godard em “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962) e “Bando à Parte” (1964), mas sobretudo com Jacques Demy, para quem quem compôs dois musicais cultuadíssimos, “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Com o impacto causado pelos longas de Demy, Legrand chamou atenção do colega Henry Mancini, grande compositor de Hollywood, que lhe convidou a trabalhar em seu primeiro filme americano, assinando a trilha sonora de “Crown, o Magnífico” (1968). E a principal canção do longa, “The Windmills of Your Mind”, rendeu a primeira estatueta do Oscar ao compositor em 1969. Seguiram-se uma coleção de trilhas clássicas, 13 indicações ao Oscar e duas vitórias na Academia, pelas melodias inesquecíveis dos filmes “Houve uma vez um Verão” (1972) e “Yentl” (1984). Mas apesar do sucesso em Hollywood, Legrand não abandonou o cinema francês, trabalhando em obras nos dois continentes, e ainda manteve uma carreira paralela e igualmente premiada na música. Suas composições receberam 17 indicações ao Grammy, vencendo cinco troféus da indústria fonográfica. Entre as muitas trilhas famosas de sua carreira, também merecem citação os trabalhos de “Lola, a Flor Proibida” (1961), “Quem é Polly Maggoo?” (1966), “A Piscina” (1969), “Tempo para Amar, Tempo para Esquecer” (1969), “Mosaico de Sonhos” (1970), “A Garota no Automóvel – Com Óculos e um Rifle” (1970), “As 24 Horas de Le Mans” (1971), “Interlúdio de Amor” (1973), “Os Três Mosqueteiros” (1973), “Verdades e Mentiras” (1973), “Retratos da Vida” (1981), “Amigos Muito Íntimos” (1982), “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), “Prêt-à-Porter” (1994), “Os Miseráveis” (1995) e o filme recém-resgatado de Orson Welles “O Outro Lado do Vento” (2018). Relembre abaixo seis trabalhos famosos de Legrand no cinema. Na cena de “Cléo das 5 às 7”, é ele quem aparece cantando ao piano.

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  • Filme

    Vidro abre em 1º lugar nos EUA, mas a surpresa é Dragon Ball Super: Broly

    20 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas um pouco estilhaçado por conta das elevadas expectativas sobre seu lançamento. Algumas projeções para a continuação/crossover de “Corpo Fechado” (2000) e “Fragmentado” (2016) tratavam o novo longa de M. Night Shyamalan como um blockbuster em potencial, com abertura na casa dos US$ 100M (milhões). Em menos de uma semana, os otimistas cortaram as estimativas pela metade. E mesmo assim a estreia ficou abaixo delas. O lançamento também foi acompanhada por pedradas da imprensa, que quebraram expectativas com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, ao atingir US$ 40,5M de faturamento, tornou-se a terceira maior estreia do diretor, atrás de “A Vila” (2004) e “Sinais” (2002). Também ficou com o posto de terceira maior abertura de cinema durante o feriadão dedicado a Martin Luther King nos Estados Unidos. E teve um bom começo internacional, ajudando o total a chegar a US$ 89M em todo o mundo. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, garante que a produção será lucrativa. O que é uma boa notícia para Shyamalan, pois todo o filme foi financiado pelo próprio diretor. Já a surpresa positiva do fim de semana ficou para o desempenho de “Dragon Ball Super: Broly”, que abriu em 3º lugar nos EUA, um pouco atrás do faturamento de “Amigos para Sempre” (em 2º lugar). Lançado em 1,2 mil salas (contra mais de 3 mil da concorrência), o longa animado rendeu US$ 10,6M, celebrando a maior abertura de toda a franquia “Dragon Ball” (já são 20 filmes) nos Estados Unidos e no Canadá. Outros filmes em cartaz atingiram marcas expressivas por seus desempenhos contínuos. “Aquaman”, por exemplo, ultrapassou US$ 300M de arrecadação no mercado doméstico, “Bumblebee” superou US$ 400M mundiais (graças à China), e “O Retorno de Mary Poppins” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” passaram dos US$ 300M mundialmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 40,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,5M Total Mundo: US$ 89M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 15,6M Total EUA e Canadá: US$ 43,9M Total Mundo: US$ 48M 3. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 304,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,2M Total Mundo: US$ 322,8M 6. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 26,3M 7. Escape Room Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 40,7M Total Mundo: US$ 53,7M 8. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,7M Total Mundo: US$ 306M 9. Bumblebee Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 115,9M Total Mundo: US$ US$ 412,3M 10. Suprema Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 16,8M Total Mundo: US$ 17,5M

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  • Filme

    O Retorno de Mary Poppins leva o espectador à era de ouro de Hollywood

    19 de janeiro de 2019 /

    Se atualmente a Disney quer transformar suas animações em filmes live-action, o próprio Walt pensou ao contrário quando decidiu adaptar o livro de P.L. Travers em live-action com cara de animação. “Mary Poppins” ainda é a maior referência em termos de mistura de atores e desenhos da Disney. Não há nada igual com tamanha qualidade. E independentemente de qualquer coisa, o clássico de 1964 e Julie Andrews permanecem eternos, irretocáveis e encantadores até hoje. Por isso mesmo, sua primeira continuação não poderia arriscar nada muito diferente, exceto uma homenagem emocionante ao original e, consequentemente, uma viagem ao tempo dos musicais de outra era de Hollywood. Ou seja, trilhando o caminho da nostalgia sem deixar de dar sequência aos eventos narrados no original. Por isso, “O Retorno de Mary Poppins” parece o mesmo filme de antigamente. Lembra sua estrutura de roteiro e um cinema “classudo” que não volta mais, porém alguns pontos técnicos e narrativos foram devidamente atualizados. A transição foi muito bem feita (com amor) e continua uma história mágica como deve ser, mas com uma Emily Blunt maravilhosa, uma deusa como a Mary Poppins deste século, que só pode ter deixado Julie Andrews orgulhosa. Esse filme é sua consagração definitiva como atriz e estrela de cinema. Isso não quer dizer que “O Retorno de Mary Poppins” não tenha novidades em relação ao longa de 1964. No longa original de Robert Stevenson, a babá vivida por Julie Andrews faz as crianças agirem como crianças e não como pequenos adultos, enquanto mostra a um homem a importância de ser pai. No filme de Rob Marshall, a babá, agora interpretada por Emily Blunt, volta a fazer o mesmo com as crianças, mas o principal foco é mostrar que ser adulto não significa necessariamente matar a criança que existe dentro de você. Se a estrutura é praticamente a mesma, além dos cenários reproduzidos com o máximo de fidelidade, deixando a impressão proposital de que o tempo não passou, até as músicas de “O Retorno de Mary Poppins” são boas, assim como os números musicais. Destaque para “A Cover is Not the Book” e “Trip a Little Light Fantastic”, que provam o quanto Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda nasceram para cantar e dançar juntos e com figurinos exuberantes, da mesma forma que Julie Andrews e Dick Van Dyke. O veterano ator e dançarino, por sinal, tem uma breve e emocionante participação na sequência, sapateando, claro, aos 93 anos de idade. Os mais velhos podem ir às lágrimas devido ao saudosismo e, embora o público infantil de hoje seja muito diferente da época de “Mary Poppins”, as crianças também podem embarcar na magia só pela grandiosidade em cena, embora tanta dança e cantoria possa parecer um tanto cansativo para a geração mais acostumada com explosões de games e de filmes de super-heróis. De todo modo, é possível reparar que, ao contrário do lançamento de 1964, um filme infantil para espectadores de todas as idades, o novo “Mary Poppins” mirou mesmo os adultos que amam o clássico, levando em consideração a mensagem para que ele não esqueça que foi criança um dia. É claro que “O Retorno de Mary Poppins” está longe de ser perfeito. O filme não precisava de um vilão e toda a sequência com Meryl Streep parece ter sido concebida só para contar com… a participação de Meryl Streep. Mas o diretor dos musicais “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Caminhos da Floresta” (2014) conseguiu entregar seu melhor filme ao relembrar que o cinema ainda pode reviver sua era de ouro sem trair sua evolução natural – como unir animação tradicional com CGI, musicais à moda antiga com uma narrativa moderna e efeitos práticos com digitais.

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  • Filme

    Spielberg escala estudante de 17 anos como protagonista do remake de Amor, Sublime Amor

    17 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Steven Spielberg encontrou a protagonista de seu remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story). E é uma completa desconhecida, a estudante do colegial Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes para o papel de Maria. A jovem de apenas 17 anos é descendente de colombianos e entrou na disputa após enviar e-mails de vídeos em que cantava “Tonight” e “Me Siento Hermosa”. Ela viverá a personagem anteriormente interpretada por Natalie Wood (“Juventude Transviada”) no cinema, contracenando com Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), que vive o protagonista masculino, Tony. “Estou muito feliz por termos reunido um elenco que reflete a incrível o talento na comunidade hispânica multifacetada dos Estados Unidos”, disse o diretor em comunicado. “Eu admiro a força do talento desses jovens artistas, e acredito que eles trarão uma energia nova e eletrizante para um musical magnífico que é mais relevante do que nunca”. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e já foi levada ao cinema em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa original venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, colaborador frequente de Spielberg, tendo trabalhado com o diretor em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que foi preterido por “The Post” e acabou abandonado. As filmagens começam em junho, mas ainda não há previsão para o lançamento do longa-metragem.

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  • Série

    Riverdale terá episódio musical inspirado no filme Atração Mortal

    17 de janeiro de 2019 /

    A série “Riverdale” terá um novo episódio musical. E como aconteceu com “Carrie, a Estranha” na temporada passada, será inspirado por um filme clássico. Roberto Aguirre-Sacasa, criador e showrunner da série, revelou no Twitter que os estudantes da Riverdale High School vão encenar “Heathers: The Musical”, a versão com música e dança da cultuada comédia que foi lançada no Brasil com o título infeliz de “Atração Mortal” em 1988. O post traz a escalação do elenco para a adaptação e foi acompanhado por um comunicado oficial. “No ano passado, nos divertimos muito fazendo Carrie”, disse Aguirre-Sacasa no comunicado. “Este ano, quisemos homenagear outro filme adolescente icônico. ‘Heathers: O Musical’ é muito divertido, com grandes papéis para os garotos de ‘Riverdale’. E todo mundo está cantando…” O episódio trará Josie (Ashleigh Murray) no papel principal de Veronica Sawyer (Winona Ryder no cinema), Veronica (Camila Mendes) interpretando Heather McNamara (Lisanne Falk), Betty (Lili Reinhart) como Heather Duke (Shannen Doherty no filme original), Cheryl (Madelaine Petsch) como Heather Chandler (a já falecida Kim Walker) e Bad Pea (Jordan Connor) como JD (Christian Slater). Como aconteceu com o musical de “Carrie, a Estranha”, Kevin Keller (Casey Cott) será o diretor da montagem escolar, mas desta vez também terá um papel na encenação, como Peter Dawson (Jeremy Applegate). E também como “Carrie: The Musical”, uma adaptação teatral de ”Heathers” chegou a ser apresentada por curta temporada em circuito off-Broadway em 2014. Os produtores provavelmente aproveitarão as músicas daquela montagem. Ainda não há previsão para a exibição do novo episódio musical, que acontecerá no mesmo dia tanto nos EUA quanto no Brasil, já que “Riverdale” é exibido sem atrasos pelo canal pago Warner. Here we go…..❤️????????#Riverdale #heathersmusical pic.twitter.com/lXZX8XKNZ8 — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) 17 de janeiro de 2019

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  • Etc,  Filme

    Carol Channing (1921 – 2019)

    15 de janeiro de 2019 /

    A atriz Carol Channing, ícone do teatro e do cinema norte-americanos, morreu nesta terça-feira (15/1). Conhecida por originar o papel principal de “Hello Dolly!” no teatro e pela performance indicada ao Oscar no filme “Positivamente Millie”, ela tinha 97 anos de idade e morreu de causas naturais em sua casa no interior da Califórnia, nos EUA. Channing nasceu em Seattle em 31 de janeiro de 1921, filha de um editor de jornal, e fez sua estréia na Broadway aos 20 anos, em outubro de 1941, durante uma montagem de “Let’s Face It!” como substituta de Eve Arden. Seu talento logo ficou evidente e ela começou a aparecer também em programas de variedades, sitcoms e especiais televisivos, começando pelo “The Milton Berle Show” em 1948. Em 1949, ela viveu seu primeiro papel principal na Broadway, como Lorelei Lee na estreia teatral de “Os Homens Preferem as Loiras”, onde colocou sua marca na canção “Diamonds Are a Girl’s Best Friend”. Interpretação que depois seria reprisada por Marilyn Monroe no cinema. Assim como ocorreria mais tarde com “Hello Dolly!” (apresentado pela primeira vez em 1964), Channing não foi chamada para estrelar a versão cinematográfica do musical. Se “Os Homens Preferem as Loiras” eternizou Marilyn Monroe, a adaptação para o cinema de “Dolly” impulsionou a carreira cinematográfica de Barbra Streisand. Por causa de seu estilo exagerado, Channing nunca foi uma grande estrela do cinema, mas impressionou nas poucas aparições que fez na tela grande. Conseguiu, por exemplo, roubar a cena de Julie Andrews e Mary Tyler Moore em “Positivamente Millie” (1967), que lhe rendeu sua única indicação ao Oscar. Apesar desse reconhecimento da Academia, foi mesmo no teatro que se consagrou, vencendo três prêmios Tony. Mas seus troféus ainda incluíram um prêmio Emmy pelo especial televisivo “An Evening With Carol Channing”, exibido em 1966. No cinema, Channing participou também de “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band” (1978), musical inspirado pelos Beatles e estrelado por Bee Gees e Peter Frampton. Também interpretou a Rainha Branca em uma versão de “Alice no País das Maravilhas” para a TV, lançada em 1985. Sua última aparição para câmeras foi na série “Style & Substance”, em 1998, num episódio em que interpretou a si mesma. Por fim, em 2006, voltou às telinhas apenas com a voz, para uma participação especial em “Uma Família da Pesada” (Family Guy).

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  • Filme

    Remake de Intocáveis supera Aquaman e estreia em 1º lugar na América do Norte

    13 de janeiro de 2019 /

    Ele prefere desistir de apresentar o Oscar a pedir desculpas de forma clara e convincente, mas a controvérsia sobre o passado homofóbico do ator Kevin Hart não parece ter prejudicado sua popularidade nos Estados Unidos. Seu mais recente filme, que o mundo inteiro já viu há oito anos e reviu há três, abriu em 1º lugar com US$ 19,5M (milhões) de faturamento, encerrando o reinado de “Aquaman” no topo das bilheterias da América do Norte, “Amigos para Sempre” (The Upside) é o remake americano do fenômeno francês “Intocáveis” (2011), que já tinha ganhado versão argentina, “Inseparáveis” (2016), e ficou no freezer por mais de um ano devido ao escândalo de Harvey Weinstein. O filme é o primeiro lançamento dos novos donos da The Weinstein Company, agora chamada de Lantern Entertainment. Na trama, Kevin Hart é um desempregado de passado criminoso contratado para cuidar de um milionário quadriplégico, vivido por Bryan Cranston (“Breaking Bad”). Sim, você realmente já viu este filme. E seu sucesso nas bilheterias da América do Norte perpetua a má reputação do público americano em relação à capacidade de ler legendas. Hollywood aproveita dessa deficiência para produzir remakes de sucessos internacionais. O problema dessa lógica é que, se o remake não fizer sucesso no mercado doméstico, há poucas chances de recuperar o dinheiro no exterior, já que os estrangeiros sabem ler. Uma alternativa é enganar o público com um título completamente diferente para disfarçar a mesma história. É o caso específico desse “Amigos para Sempre”, que trará ao Brasil na quinta-feira (17/1) esse conhecido melodrama disfarçado de comédia pela terceira vez. “Aquaman” caiu para o 2º lugar na América do Norte, somando mais US$ 17,2M, valor suficiente para lhe permitir entrada no seleto clube dos bilionários. O filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo. Saiba mais sobre outras marcas que o filme superou aqui. O Top 3 se completa com outra estreia, o filme de cachorrinho “A Caminho de Casa”, que fez US$ 11,3M e chega em 28 de fevereiro no Brasil. A direção é de um especialista em filmes de bichos: Charles Martin Smith, ator do clássico “Os Intocáveis” (não confundir com o remake da semana) que encontrou nova vocação com “Bud, o Cão Amigo” (1997) e “Winter, o Golfinho” (2011). A semana contou ainda com uma terceira estreia ampla, a sci-fi “Replicas”, que fez apenas US$2,5M, ficou em 12º lugar e se tornou a pior abertura da carreira do ator Keanu Reeves. Provavelmente, o público achou que a premissa requentada pertencia a um lançamento da Netflix. Por sinal, deve sair no Brasil direto em VOD. Saiba mais sobre o desempenho do primeiro grande fracasso de 2019 aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 19,5M Total EUA e Canadá: US$ 19,5M Total Mundo: US$ 19,5M 2. Aquaman Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 287,8M Total Mundo: US$ 1B 3. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 11,3M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 147,7M Total Mundo: US$ 302,3M 5. Escape Room Fim de semana: US$ 8,9M Total EUA e Canadá: US$ 32,4M Total Mundo: US$ 34,9M 6. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 150,6M Total Mundo: US$ 287,8M 7. Bumblebee Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 108,4M Total Mundo: US$ 364,7M 8. Suprema Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 10,5M Total Mundo: US$ 10,9M 9. A Mula Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 90,5M Total Mundo: US$ US$ 91,7M 10. Vice Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 35,9M

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  • Filme

    Diretor de Um Pequeno Favor desenvolve série de comédia musical

    12 de janeiro de 2019 /

    A rede NBC encomendou o piloto de uma série de comédia musical do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Intitulada “Zoey’s Extraordinary Playlist”, a produção gira em torno de uma garota esperta, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor – mas manifestados de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Feig vai produzir e dirigir o episódio piloto, que tem roteiro de Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013). Para virar série, “Zoey’s Extraordinary Playlist” precisa ter seu piloto aprovado.

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  • Filme

    Adam Lambert confirma seu papel em Bohemian Rhapsody com foto nas redes sociais

    11 de janeiro de 2019 /

    O cantor Adam Lambert compartilhou nas redes sociais uma foto de sua participação em “Bohemian Rhapsody”. Havia muita especulação sobre se ele tinha aparecido ou não no filme da banda Queen, e a foto revela que Lambert atuou sim, mas disfarçado, quase irreconhecível, numa pequena figuração. Tanto que, ao lado da foto, a legenda pergunta: “Quem é ele?!”. No filme, o cantor interpreta um caminhoneiro que encontra Freddie Mercury (Rami Malek) durante uma pausa de turnê, e supostamente se envolve com o astro. Lambert é o vocalista dos shows da banda Queen desde 2011, substituindo o falecido Freddie Mercury. Premiado como Melhor Drama no Globo de Ouro 2019, a cinebiografia musical está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. O post também divulga o lançamento digital do filme, que será disponibilizado em VOD a partir de 22 de janeiro. Visualizar esta foto no Instagram. Who is he!? ?? #BohemianRhapsodyMovie is available for digital download on 1/22! Uma publicação compartilhada por ADAMLAMBERT (@adamlambert) em 11 de Jan, 2019 às 4:02 PST

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  • Filme

    Diretor de Os Incríveis revela planos de filmar um musical original

    7 de janeiro de 2019 /

    O diretor Brad Bird pretende dirigir um musical após o sucesso de “Os Incríveis 2”. Em entrevista durante um evento da BAFTA (Academia Britânica) em Los Angeles, o diretor revelou que o projeto vai misturar atores de carne e osso com animação. “Eu não faço a mínima ideia como dirigir um musical, então achei que deveria fazer isso. É algo que me assusta muito, então é um bom desafio”, comentou Bird, conversando com um repórter da revista Variety. O diretor também revelou que o filme conterá “em torno de 20 minutos de pura animação”, e que não será baseado em nenhum livro, musical teatral ou franquia existente. “É uma história original”, afirmou. Bird ainda adiantou que Michael Giacchino, que fez a trilha das suas animações em “Os Incríveis” e “Ratatouille”, vai compor as músicas do filme.

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  • Filme

    Aquaman lidera bilheterias com US$ 940 milhões em todo o mundo

    6 de janeiro de 2019 /

    “Aquaman” manteve seu fôlego fenomenal em seu terceiro fim de semana no topo das arrecadações da América do Norte, faturando mais US$ 30,7M (milhões) nos últimos três dias nos Estados Unidos e Canadá. Ao todo, o filme estrelado por James Momoa já soma US$ 259,7M no mercado doméstico, o que representa a maior arrecadação de um lançamento de 2018 da Warner e a 7ª maior bilheteria do ano na região. Mas onde o longa realmente impressiona é no resto do mundo. Graças ao sucesso internacional, “Aquaman” atingiu US$ 940,7M mundialmente. O montante é maior que as projeções estimadas para seu desempenho no período, o que indica que a produção deve atingir a casa do US$ 1B (bilhão) antes do próximo fim de semana. Até hoje, apenas dois filmes de super-heróis da Warner chegaram nesse patamar, “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). O filme do herói marinho já deixou para trás todos os demais lançamentos do universo compartilhado da DC, iniciado por “O Homem de Aço” em 2013, ao superar a arrecadação de “Batman vs Superman” (US$ 873,6M) na sexta-feira. E vale lembrar que “Aquaman” ainda não estreou num mercado importante. O lançamento no Japão está marcado apenas para 8 de fevereiro. Ou seja, a onda do filme deve continuar grande por mais tempo. Em meio a esse tsunami, a semana teve apenas uma estreia. O terror “Escape Room” abriu em 2º lugar com US$ 18M. Melhor que o esperado, considerando as críticas pouco empolgadas e a avaliação medíocre no Rotten Tomatoes, onde atingiu 53% de aprovação. Como custou apenas US$ 9M de produção, provavelmente menos que seu orçamento de marketing, deve dar lucro para a Sony. A estreia no Brasil está marcada apenas para 7 de fevereiro. De resto, os demais lançamentos infantis do fim de 2018, “O Retorno de Mary Poppins”, “Homem-Aranha no Aranhaverso” e “Bumblebee”, completam o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 30,7M Total EUA e Canadá: US$ 259,7M Total Mundo: US$ 940,7M 2. Escape Room Fim de semana: US$ 18M Total EUA e Canadá: US$ 18M Total Mundo: US$ 18M 3. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 15,7M Total EUA e Canadá: US$ 138,7M Total Mundo: US$ 257,9M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 13M Total EUA e Canadá: US$ 133,8M Total Mundo: US$ 275,3M 5. Bumblebee Fim de semana: US$ 12,7M Total EUA e Canadá: US$ 97,1M Total Mundo: US$ 289,1M 6. A Mula Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 81,1M Total Mundo: US$ 81,1M 7. Vice Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 29,7M Total Mundo: US$ 29,7M 8. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 32,9M Total Mundo: US$ 39,5M 9. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 187,1M Total Mundo: US$ US$ 404,7M 10. Holmes & Watson Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 28,4M Total Mundo: US$ 35,5M

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    Bohemian Rhapsody supera US$ 700 milhões de bilheteria mundial

    31 de dezembro de 2018 /

    A bilheteria de “Bohemian Rhapsody” superou a arrecadação de US$ 700 milhões mundiais no fim de semana, aumentando seu recorde como a cinebiografia musical mais bem-sucedida de todos os tempos. Atualmente em exibição no Brasil, o filme superou dificuldades de bastidores para atingir esse patamar de sucesso, como a demissão de seu diretor no meio da produção. Para quem não lembra, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o longa foi finalizado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Orçado em US$ 52 milhões, “Bohemian Rhapsody” também se tornou o segundo maior sucesso da Fox em 2018. Só perde para “Deadpool 2” (US$ 734,2M). Além disso, ainda foi indicado ao Globo de Ouro 2019 nas categorias de Melhor Drama e Ator (Rami Malek, o intérprete de Freddie Mercury). Mesmo que seja o Globo de Ouro, é um reconhecimento que ninguém apostaria durante o período mais crítico da produção.

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    Aquaman reina nos EUA e já supera Esquadrão Suicida em bilheteria mundial

    30 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” fincou seu tridente no topo das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics faturou US$ 51,5M (milhões) entre sexta e domingo (30/12), uma queda de apenas 27% de arrecadação em relação à semana passada. Com isso, chegou a US$ 188,7M em 10 dias nos Estados Unidos e Canadá. No mercado internacional, onde foi lançado há quatro semanas, o longa somou mais US$ 85,4M de 75 países. Totalizando tudo, a produção da Warner atingiu US$ 748,7M mundialmente, superando as arrecadações finais de “Liga da Justiça” (US$ 657M), “Homem de Aço” (US$ 668M) e “Esquadrão Suicida” (US$ 746,8M). Neste ritmo, “Aquaman” pode ultrapassar “Mulher-Maravilha” (US$ 821,8M) até o próximo fim de semana e, possivelmente, até “Batman vs Superman” (US$ 873,6M) em mais alguns dias, o que faria do filme dirigido por James Wan o mais bem-sucedido do universo compartilhado da DC Comics. O resto do Top 5 está exatamente igual ao ranking da semana passada, com “O Retorno de Mary Poppins”, “Bumblebee”, “Homem-Aranha no Aranhaverso” e “A Mula” completando a lista. Vale destacar que “A Mula” representa outra vitória da Warner neste fim do ano. Sua arrecadação de US$ 60,7M marca o terceiro melhor desempenho do diretor Clint Eastwood no mercado doméstico nos últimos tempos, atrás de “Sully” e “Sniper Americano”. O filme ainda não foi lançado no resto do mundo e chega no Brasil apenas em 14 de fevereiro. As novidades só aparecem em 6º e 7º lugares. “Vice” e “Holmes & Watson” chegaram aos cinemas norte-americanos na terça (25/12), durante o feriado de Natal, mas não tiveram muito impacto nas bilheterias. “Vice” não virou o queridinho da crítica que muitos apostavam que seria. Apesar dos elogios à transformação de Christian Bale, ficou com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, abaixo do recomendado para sua aspiração a prêmios. Desembarca no Brasil em 31 de janeiro. Já “Holmes & Watson” chegou a registrar 0% de aprovação. Mas acabou melhorando, ao terminar o fim de semana com 9%, pior avaliação da carreira da maioria dos envolvidos. A data de sua estreia no Brasil sumiu “misteriosamente”. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 51,5M Total EUA e Canadá: US$ 188,7M Total Mundo: US$ 748,7M 2. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 28M Total EUA e Canadá: US$ 98,9M Total Mundo: US$ 173,3M 3. Bumblebee Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,7M Total Mundo: US$ 156,7M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA e Canadá: US$ 103,6M Total Mundo: US$ 213,2M 5. A Mula Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 60,7M Total Mundo: US$ 60,7M 6. Vice Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 17,6M Total Mundo: US$ 17,6M 7. Holmes & Watson Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 19,7M Total Mundo: US$ 23,7M 8. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 21,7M Total Mundo: US$ 28,3M 9. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 175,7M Total Mundo: US$ US$ 350,4M 10. O Grinch Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 265,5M Total Mundo: US$ 469,4M

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