Bruno Mars e Anderson .Paak celebram anos 1970 em novo clipe do Silk Sonic
Silk Sonic, projeto musical dos cantores Bruno Mars e Anderson .Paak, lançou um novo clipe. Juntos para fazer soul à moda antiga, a dupla está de volta com “Skate”, seu segundo single, após o sucesso de “Leave the Door Open”. O vídeo mostra os dois cantores e sua banda tocando em um cenário ensolarado e cercados por dançarinas de patins, num visual que evoca o começo dos anos 1970, era de ouro dos patins e do estilo de soul de Curtis Mayfield evocado pela canção. O álbum de estreia do projeto, intitulado “An Evening with Silk Sonic”, deve sair ainda este ano.
Séries online: A geração de “The O.C.” encontra “Outer Banks” nas maratonas da semana
As maratonas da semana permitem uma comparação curiosa entre duas gerações de juventude caiçara americana, os privilegiados de “The O.C.” e os pobretões de “Outer Banks”. Os primeiros são os herdeiros que moram nas mansões da praia de North Beach, Califórnia (“here we come”), enquanto os outros trabalham para os boas-vidas de uma ilha da Carolina do Norte. Ricos ou pobres, todos parecem modelos, mas enquanto o sol ilumina diferentes tons de peles em “Outer Banks”, “The O.C.” permite vislumbrar o verdadeiro apartheid que existia na TV americana até recentemente, sem espaço para talentos negros ou latinos – até seu menino pobre (“o estranho no paraíso” do subtítulo nacional) era loiro. A TV passou por uma revolução desde que Josh Schwartz transformou o elenco de “The O.C.” (Misha Barton, Ben McKenzie, Adam Brody, Rachel Bilson e até Olivia Wilde!) em celebridades. O próprio Schwartz evoluiu, criando a seguir “Gossip Girl” e um império televiso – Fake Empire, como batizou sua empresa de produção – , pelo qual lançou mais recentemente “Nancy Drew” e o reboot de “Gossip Girl”, ambas com elencos integrados. Enquanto isso, “Outer Banks” vem se transformando no “The O.C.” da era do streaming, com cada integrante de seu elenco de biquíni e calção de banho conquistando seu próprio fã-clube dedicado. A lista também tem despedidas: temporadas finais de “iZombie”, “Blindspot” e, até nova revisão, “The Manifest” – interrompida sem desfecho na TV americana, a série pode voltar após se tornar um fenômeno em streaming. Entre as dicas, destacam-se ainda duas séries documentais interessantíssimas: sobre John DeLorean, criador do carro eternizado em “De Volta para o Futuro”, e uma atração musical em que Mark Ronson explora a tecnologia responsável pela sonoridade de hits dos Beatles aos Beastie Boys, com conversas com artistas que marcaram a história do pop/rock/hip-hop anglo-americano. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. The O.C. | EUA | 1ª a 4ª Temporada (Globoplay) Outer Banks | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Como Vender Drogas Online (Rápido) | Alemanha | 3ª Temporada (Netflix) Starstruck | Reino Unido | 1ª Temporada (HBO Max) The Manifest | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) iZombie | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Blindspot | EUA | 5ª Temporada (Betflix) Transformers: War for Cybertron | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Watch the Sound with Mark Ronson | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Mito e Magnata: John DeLorean | EUA | Minissérie (Netflix)
Filme sobre vida de Ney Matogrosso vai se chamar “Homem com H”
Em desenvolvimento pela Paris Filmes desde 2018, a cinebiografia do cantor Ney Matogrosso ganhou título e divulgou sua equipe criativa. Chamado de “Homem com H”, nome de uma canção de 1981, o longa-metragem sobre a vida e a obra de Ney Matogrosso terá direção de Esmir Filho, responsável por filmes como “Os Famosos e Os Duentes da Morte” e “Verlust”, e a série “Boca a Boca”, da Netflix. “Além de admirar Ney como pessoa e artista, me identifico muito com sua história de vida, sua postura frente ao mundo e seus pensamentos”, disse o diretor, em comunicado da Paris Filmes. “Meu desafio agora é traduzir a poesia de Ney para a linguagem do cinema, criando uma jornada sobre liberdade e afeto. Fiquei muito feliz quando o projeto chegou até mim por convite e iluminou meus últimos meses isolados, em que estive imerso nos discos de Ney e livros que contam sua trajetória. Ri, chorei, dancei”, completou. O filme deverá acompanhar a vida do artista desde a infância no Mato Grosso do Sul, incluindo o complicado relacionamento com o pai militar e sua vida no Rio de Janeiro vendendo artesanato, até chegar ao sucesso musical com o grupo Secos e Molhados, o lançamento de sua carreira solo e seus dias atuais. Como pano de fundo, a trama deve abordar a história do país, desde movimentos culturais como o Tropicalismo, até políticos como a luta contra a censura e a campanha Diretas Já. A produção é autorizada por Ney Matogrosso que participa ativamente do desenvolvimento e das decisões artísticas do projeto. A próxima etapa da produção é escolher o ator principal, visando começar as filmagens em 2022 e fazer a estreia em 2023.
Novo clipe de Lil Nas X mostra que Pink Is the New Black
Lil Nas X segue determinado a fazer os clipes mais gays de todos os tempos. “Industry Baby” leva coreografia de peladões para o banheiro de uma prisão cenográfica, mostrando que Pink Is the New Black. Apesar disso, o resultado é menos estridente que o fabuloso “Montero (Call Me By Your Name)”, que abalou estruturas. Em parte, devido à participação de Jack Harlow, que divide o microfone e as cenas, forçando uma heteronormalidade à beira da caricatura – transforma mulher em objeto para indicar que sua macheza não é para atrair machos como o colega. Já as beats perfeitas são cortesia de outro hetero exagerado, o rapper Kanye West, coprodutor da gravação. Dirigido por Christian Breslauer (de clipes de Marshmello, Bebe Rexha, Doja Cat e Roddy Ricch), o vídeo é uma das maiores superproduções do formato neste ano e culmina numa coreografia de fuga em massa de uma prisão em chamas. Curiosamente, a história da prisão foi concebida pelo rapper após a controvérsia legal de seus “tênis de Satã”, que ele colocou à venda na época do clipe de “Montero” e que lhe rendeu processo da Nike – os tais tênis eram Nikes customizados. Artista e fabricante se entenderam fora dos tribunais em abril passado, mas ele aproveitou a polêmica para divulgar que iria aparecer num tribunal nesta sexta (23/7) devido ao caso. E é com essa premissa que abre o novo vídeo, registrando sua condenação à prisão. Terceiro clipe de Lil Nas X neste ano, depois de “Montero (Call Me By Your Name)” e “Sun Goes Down”, “Industry Baby” deve aparecer no aguardado álbum de estreia do rapper, chamado também de “Montero”, que ainda não previsão de lançamento.
Paul McCartney volta a ser jovem em clipe com Beck
Paul McCartney voltou a ser jovem (com a ajuda de efeitos especiais) no clipe de sua parceria com o cantor Beck. Em “Find My Way”, ele retorna a seus tempos de Beatlemania, dançando feliz e jovial de terninho mod em meio a corredores de um hotel antigo, literalmente “em busca de seu caminho” entre as várias portas da locação. Ao final do clipe, a boa forma com que o jovem de 79 anos trança pés é desmascarada. Literalmente. Ao abrir a última porta, ele tira a “mascara” digital e revela que na verdade era Beck fantasiado. A direção é de Andrew Donoho, responsável pelo EP visual “Dirty Computer”, de Janelle Monáe, com quatro clipes da cantora e muitos efeitos especiais. “Find My Way” faz parte do álbum “McCartney III: Imagined”, que traz covers e remixes das faixas do disco “McCartney III”, de dezembro passado. Além de Beck, o álbum conta com colaborações de St. Vincent, Blood Orange, Phoebe Bridgers e Damon Albarn (do Blur e Gorillaz). O lançamento em mídia física (também conhecida como CD) acontece nesta sexta (23/7).
Disney+ revela trailer de documentário inédito de Billie Eilish
A Disney+ divulgou o trailer de uma novo documentário da cantora Billie Eilish. Enquanto a produção da Apple, “Billie Eilish: The World A Little Blurry”, abria sua casa e intimidade para falar do começo de sua carreira e seu primeiro álbum, o novo especial visual, “Happier Than Ever: A Love Letter To Los Angeles”, traz a cantora numa jornada por sua cidade natal, que culmina numa apresentação ao vivo do material de seu segundo disco com acompanhamento da Orquestra Filarmônica de Los Angeles. Dirigido pelos cineastas Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e Patrick Osborne (vencedor do Oscar pelo curta animado “O Banquete”), o especial também incluirá elementos de animação, levando os espectadores a uma jornada onírica por Los Angeles e seus cenários mais icônicos. Uma curiosidade sobre os músicos que acompanham a cantora e seu irmão-parceiro Finneas na produção é que entre eles há um brasileiro, o violinista/guitarrista virtuoso Romero Lubambo, que desde 1985 vive nos EUA. O álbum “Happier Than Ever” será lançado no próximo dia 30 de julho, já o especial, que também ganhou um título em portinglês (“Happier than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles”), chegará ao streaming em 3 de setembro.
Gabriel, o Pensador lança clipe contundente contra o Brasil atual
Gabriel, o Pensador lançou nesta quarta (21/7) o clipe de “Patriota Comunista”, uma das músicas mais contundentes sobre o Brasil em 2021. No vídeo de clima gótico, ele aparece dentro de um caixão, sufocado pela bandeira brasileira. E a imagem resume perfeitamente a letra, em que o artista lamenta a banalização da morte no país. A letra descreve um sonho em que o rapper se vê morto em meio às barbaridades que ocupam os noticiários nacionais, incluindo homofobia, feminicídio, execução de negros e pobres, destruição da Amazônia, ataques contra a Cultura, campanhas contra a Ciência, corrupção nas vacinas e pandemia descontrolada, e ao chegar no Céu encontra vários talentos que se foram durante o governo Bolsonaro. O rapper cita Aldir Blanc, Paulinho do Roupa Nova, Moraes Moreira, Paulo Gustavo, até seu pai, entre outros recém-falecidos, enquanto reflete a realidade de um país em que a população que sobrevive à covid-19 está sendo morta pela polícia e a milícia, enquanto a classe governante enriquece e tripudia sobre a miséria alheia. “Sou cientista pedindo uma esmola / Sou quilombola virando piada / Sou uma vida que nem vale um dólar / Sou uma preguiça assistindo à queimada”, diz um dos trechos da música. O curioso é que a produção acabou gerando polêmica não pelo tema, mas por ter cenas gravadas num cemitério em Uberlândia, em Minas Gerais. Em sua conta no Instagram, Gabriel contou ter recebido notificações de um processo nesta quarta. “Gravei cenas de ‘Tô Feliz (Matei o Presidente) 2’ também em um cemitério e nem por isso veio gente hipócrita querendo views em cima disso. Um dos câmeras perdeu seu avô durante a filmagem, e ele foi velado lá. Estávamos trabalhando com seriedade e amor”, explicou o rapper, que, diante da polêmica, borrou no clipe imagens em que apareciam lápides. Segundo o cantor, uma pessoa de Uberlândia que se apresenta como “A Venenosa” nas redes sociais está por trás das ações por considerar a escolha da locação desrespeitosa. Segundo o jornal O Globo, trata-se de Juliana Lessa, que enviou um ofício, junto ao vereador Antônio Augusto (Cidadania), conhecido como “Queijinho”, para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos. O documento questiona se houve autorização do poder público para realização das filmagens. Detalhe: o cemitério tem administração particular. “Perdi minha avó para a Covid. E a música, entre outros assuntos, fala justamente sobre a importância do respeito à vida e o absurdo da banalização da morte”, ressaltou Gabriel, por meio de nota.
“Dear Evan Hansen” vai abrir Festival de Toronto 2021
Os organizadores do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) anunciaram os primeiros títulos selecionados para a edição deste ano, incluindo os filmes de abertura e encerramento. O festival canadense, que acontecerá de 9 a 18 de setembro, será aberto pelo musical “Dear Evan Hansen”, adaptação de um espetáculo de sucesso da Broadway dirigida por Stephen Chbosky (“Extraordinário”), e encerrado por “One Second”, drama sobre um cinéfilo assinado pelo mestre chinês Zhang Yimou (“Herói”). A relação dos primeiros títulos incluiu algumas obras exibidas no recente Festival de Cannes, como “The Worst Person in the World” e “Bergman Island”, mas também novos lançamentos de diretores como Edgar Wright, Melanie Laurent, Barry Levinson, Antoine Fuqua, Jacques Audiard, Terence Davies e Ted Melfi. “Não há dúvida de que ‘Dear Evan Hansen’ é o filme ideal para lançar o festival este ano”, disse o diretor artístico do festival, Cameron Bailey, em comunicado. “Este filme é basicamente sobre cura, perdão e reafirma o quão essenciais e conectados somos uns dos outros. Não poderíamos pensar em uma ideia mais importante para comemorar neste ano, quando nos reunimos mais uma vez para compartilhar o poder e a alegria dos filmes nos cinemas”. Já o filme de encerramento, assinado por Zhang Yimou é considerado pelos organizadores uma carta de amor ao cinema e uma lembrança de como é possível unir pessoas, apesar de suas diferenças. “Todo mês de setembro, convidamos o mundo cinematográfico a vir a Toronto, uma das cidades mais loucas por cinema do mundo”, disse Bailey. “E ter este filme de Zhang Yimou aqui, agora, é uma verdadeira alegria.” Veja abaixo o trailer legendado de “Dear Evan Hansen” e a lista provisória (mais títulos serão anunciados) dos filmes confirmados no Festival de Toronto deste ano. Apresentações de Gala “Dear Evan Hansen” (EUA), de Stephen Chbosky – première mundial “One Second (China), de Zhang Yimou – première norte-americana “Belfast” (Reino Unido), de Kenneth Branagh – première mundial “Clifford: O Gigante Cão Vermelho” (EUA), de Walt Becker – première mundial “The Electrical Life of Louis Wain” (Reino Unido), de Will Sharpe – première canadense “The Eyes of Tammy Faye” (EUA), de Michael Showalter – première mundial “Jagged” (EUA), de Alison Klayman – première mundial “Noite Passada em Soho” (Reino Unido), de Edgar Wright – première norte-americana “The Mad Women’s Ball” (França), de Mélanie Laurent – première mundial “Night Raiders” (Canadá/Nova Zelândia), de Danis Goulet – première norte-americana “The Survivor” (EUA), de Barry Levinson – première mundial Apresentações Especiais “Ali & Ava” (Reino Unido), de Clio Barnard – première norte-americana “All My Puny Sorrows” (Canadá), de Michael McGowan – première mundial “Benediction” (Reino Unido), de Terence Davies – première mundial “Bergman Island” (França), de Mia Hansen-Løve – première internacional “Charlotte” (Canadá/França), de Eric Warin e Tahir Rana – première mundial “Dionne Warwick: Don’t Make Me Over” (EUA), de Dave Wooley e David Heilbroner – première mundial “Drive My Car” (Japão), de Ryusuke Hamaguchi – première norte-americana “Encounter” (Reino Unido), de Michael Pearce – première internacional “The Guilty” (EUA), de Antoine Fuqua – première mundial “I’m Your Man” (Alemanha), de Maria Schrader – première norte-americana “Inexorable” (Bélgica/França), de Fabrice du Welz – première internacional “Lakewood” (Canadá), de Phillip Noyce – première mundial “The Middle Man” (Noruega/Canadá), de Bent Hamer – première mundial “Official Competition” (Espanha/Argentina), de Mariano Cohn e Gastón Duprat – première norte-americana “Paris, 13th District” (França), de Jacques Audiard – première norte-americana “Petite Maman” (França), de Céline Sciamma – première canadense “The Starling” (EUA), de Theodore Melfi – première mundial “The Story of My Wife” (Hungria/Alemanha), de Ildikó Enyedi – première norte-americana “Three Floors” (Itália), de Nanni Moretti – première norte-americana “Violet” (EUA), de Justine Bateman – première internacional “The Worst Person In The World (Noruega/França/Dinamarca), de Joachim Trier – première norte-americana
Luísa Sonza revela dois clipes de seu novo álbum
Luísa Sonza lançou dois clipes nesta segunda (19/7) para acompanhar o lançamento de seu segundo álbum. Ambos chamam atenção pela falta de criatividade e economia de recursos, sugerindo baixo orçamento, apesar de embutir propaganda descarada de produtos. “Melhor Sozinha” traz Sonza de calcinha, num colchão largadão no meio do estúdio e numa conversão ao chororô breganejo. Já “VIP”, parceria com 6LACK, revela-se uma música-chiclete – há literalmente um comercial de chiclete no meio do clipe. A gravação dançante também é acompanhada pela coreografia mais preguiçosa do pop nacional recente. Pelos comentários no YouTube, o público adorou. Lançado à meia-noite de sábado, o disco “Doce 22” bateu recordes digitais, mas chegou com três faixas “bloqueadas” – aparentemente, isto se chama “estratégia de divulgação”. Mesmo assim, foram mais de 4,1 milhões de execuções no Spotify Brasil nas primeiras 24 horas, o que representa a melhor estreia de um álbum brasileiro em 2021 na plataforma.
Willow Smith raspa o cabelo enquanto toca guitarra em show ao vivo
A cantora Willow Smith, filha dos atores Will Smith e Jada Pinkett Smith, lançou no Facebook Watch um show que consolida a guinada roqueira de sua carreira. A performance de “Willow in Concert” acompanha o lançamento do novo álbum da artista, “Lately I Feel Everything”, que chegou nas plataformas digitais na sexta-feira (16/7). A apresentação contou com participações da cantora Avril Lavigne e do baterista Travis Barker, do Blink-182, que gravaram parcerias no disco. Mas o ponto alto foi a versão roqueira do primeiro sucesso de Willow, “Whip My Hair”, que a tornou conhecida aos 10 anos de idade. A música encerra o show. E na parte final, a jovem – agora com 21 anos – pega a guitarra para acompanhar o solo, enquanto tem seu cabelo raspado por uma máquina elétrica. Ela chegou a prometer que faria isso na véspera. “Esta será a terceira vez na minha vida que raspo minha cabeça. Estou sempre raspando minha cabeça em momentos monumentais da minha vida, quando as coisas estão realmente mudando e este é definitivamente um desses momentos”, explicou ao programa “Today”. Veja a íntegra do show com corte de cabelo abaixo.
Biz Markie (1964–2021)
O ator e rapper Biz Markie morreu na sexta-feira (16/7), aos 57 anos, em um hospital de Baltimore de complicações de diabetes. Nascido Marcel Theo Hall no Harlem, em Nova York, ele adotou o nome artístico de Biz Markie ao buscar sucesso como rapper nos anos 1980. Seu álbum de estreia, “Goin ‘Off”, foi lançado em 1988 e emplacou o hit “Make the Music with Your Mouth, Biz”, que destacava sua habilidade como beat box humano. Mas foi o segundo disco, “The Biz Neverleep”, de 1989, que o catapultou para o topo das paradas de sucesso, graças à faixa “Just a Friend”, um rap romântico até hoje em evidência graças à inúmeros samples em gravações da nova geração. Sua carreira sofreu um baque na época do terceiro álbum. “I Need a Haircut” (1991) foi tirado de circulação pela gravadora Warner após um processo ruidoso do compositor Gilbert O’Sullivan, devido ao uso sem permissão de um trecho de seu sucesso de 1972, “Alone Again (Naturally)”. O caso se provou histórico e forneceu uma lição cruel para os artistas de hip-hop, demonstrando a necessidade de obter autorização dos detentores dos direitos autorais antes de utilizar discos de terceiros como bases musicais. Biz Markie brincou com a situação com o título de seu quarto álbum, “All Samples Cleared!” (todos os samples liberados, de 1993), mas o lançamento não fez o mesmo sucesso de outrora e ele só foi lançar outro disco dez anos depois – “Weekend Warrior” (2003), que teve ainda menos repercussão e encerrou sua discografia. Apesar disso, ele continuou sendo celebrado como pioneiro do rap por seus trabalho clássicos, recebendo convites para parcerias com vários artistas ao longo dos anos, incluindo os Beastie Boys em três álbuns – “Check Your Head” (1992), “Ill Communication” (1994) e “Hello Nasty” (1998) – , além de Snoop Dogg (o single “The Vampors”), Will Smith (“So Fresh”) e até os Rolling Stones (“Anybody Seen My Baby?”). Ao mesmo tempo em que a carreira musical estagnava, Markie foi convidado pelo cineasta Robert Townsend para interpretar a si mesmo na comédia de super-herói “Homem Meteoro” (1993). Entusiasmado com a experiência, fez aparições no humorístico “In Living Color” em 1994, mas a carreira de ator não fez sombra a seu legado como rapper. Ainda assim, fez algumas figurações que chamaram atenção, como um rapper alienígena em “Homem de Preto II” (2002) e um pizzaiolo em “Sharknado 2: A Segunda Onda” (2014). Nos últimos anos, ainda apareceu como ele mesmo em episódios das séries “Empire” (em 2016) e “Black-ish” (em 2016), além de fazer discotecagens e apresentar um programa de rádio. O artista estava trabalhando num filme chamado “Chaaw” antes de passar mal e precisar ser internado. Notícias de sua morte chegaram a circular na semana passada, mas foram prematuras. Ele deixa sua esposa, Tara Hall. Lembre abaixo o grande sucesso de Biz Markie.
Disney lança sua primeira música romântica LGBTQIAP+
O episódio de “High School Musical: A Série: O Musical” disponibilizado nesta sexta (16/7) na Disney+ entrou para a História por apresentar a primeira música romântica LGBTQIAP+ já produzida pela Disney. Intitulada “In a Heartbeat”, a música é cantada por Frankie Rodrigues, intérprete de Carlos na atração, para seu namorado vivido por Joe Serafini, que escuta a declaração de amor em êxtase. Em entrevista para a revista americana Entertainment Weekly, os atores comentaram o que a canção representa para eles e para os fãs. “É incrível e obviamente é tão necessário. O fato de sermos aquela representação que não conseguimos ver crescendo, em uma plataforma como a Disney com uma franquia popular, significa muito. Definitivamente vemos a resposta, especialmente nas redes sociais, de crianças que chegaram e disseram: ‘Seus personagens me deram confiança para ser eu mesmo’ ou ‘Seus personagens me deram confiança para assumir’. Essas são decisões importantes que mudam a vida das pessoas e, por isso, é muito especial fazer parte da jornada de alguém dessa forma”, afirmou Frankie. Serafini completou: “É muito importante ter pessoas para quem olhar, especialmente se você estiver em uma situação ou ambiente que talvez seja menos receptivo, para ver que, se estou sentindo esses sentimentos, outras pessoas também estão e há esperança. Há alguém para quem olhar. Vai ficar tudo bem e, com sorte, vai melhorar.” Confira abaixo um trecho da canção, divulgado pela Disney.
Normani sensualiza em clipe quente com Cardi B
A cantora Normani liberou “Wild Side”, seu terceiro clipe desde o fim não oficial do grupo Fifth Harmony. E o lançamento definitivamente é mais quente que as insinuações românticas daquela banda. O vídeo deixa claro suas intenções já na primeira cena, com close na intimidade da artista. Mais adiante, Normani faz demonstrações de encaixe lésbico nela mesma (via dublê e efeitos visuais). E chega à apoteose num dueto completamente nu com Cardi B. “Wild Side” é o sucessor de “Motivation” e “Waves”, que apresentou o trabalho solo de Normani aos fãs em 2019. Mas desde então ela apareceu no furor sexual do single “WAP”, primeira parceria com Cardi B, cujo clipe foi visto mais de 400 milhões de vezes no YouTube. “Eu já estava ensaiando por três meses para o clipe quando Cardi ouviu ‘Wild Side’ pela primeira vez. Ela realmente me ajudou nessa, deu vida à música, simplesmente fazendo o que faz de melhor. Eu amo esta mulher, e sempre serei grata”, elogiou Normani em comunicado.












