5 Seconds of Summer vira “versão masculina” das Caça-Fantasmas em clipe da trilha sonora
A boy band australiana 5 Seconds of Summer divulgou o clipe de “Girls Talk Boys”, que faz parte da trilha do filme “Caça-Fantasmas”. Numa ideia “original”, o clipe mostra uma “versão masculina” do quarteto de caça-fantasmas, interpretados pelos boys da banda, em meio a cenas do filme. “Caça-Fantasmas” estreou na semana passada e não foi muito bem nas bilheterias. Mas a trilha sonora, lançada no começo de julho, teve desempenho pior: simplesmente não emplacou no Top 200 da revista Billboard.
Empire: Taye Diggs viverá político “à la Obama” na 3ª temporada da série
O ator Taye Diggs (séries “Private Practice” e “Murder in the First”) vai participar da 3ª temporada de “Empire”, no papel de um político “à la Barack Obama”, na comparação do site TV Line. O personagem de Diggs se chama Angelo Dubois, um advogado formado em Harvard que escolheu fugir do setor privado para se dedicar à política. Ele deve estrear no episódio de estreia da nova temporada da série. Criada por Lee Daniels e Danny Strong (respectivamente, diretor e roteirista de “O Mordomo da Casa Branca”), a atração acompanha os bastidores do império musical construído pelo empresário Lucious Lyon (Terrence Howard) na indústria do hip-hop. O executivo faz de tudo para se manter no poder, inclusive enganar a família e matar quem lhe ameaça. A 3ª temporada da série estreia em 21 de setembro, na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida no canal pago FoxLife.
De Volta para o Futuro: Michael J. Fox se junta ao Colplay para tocar ao vivo as músicas do filme
O ator Michael J. Fox se juntou à banda Coldplay durante um show em Nova Jersey, onde tocou duas músicas da trilha do clássico “De Volta Para o Futuro” (1985). Portando a famosa guitarra Gibson Les Paul vista no filme, o ator tocou “Earth Angel” e “Johnny B. Goode” com a banda de Chris Martin. O encontro foi precedido por um vídeo com um pedido do filho de Martin, Moses, para que o pai cantasse uma música do seu “filme preferido”. A aparição de Michael J. Fox foi uma surpresa para o público que presenciou a performance. Veja abaixo o vídeo do show, seguido pela inesquecível interpretação original de “Johnny B. Goode” no filme.
Janis – Little Girl Blue prefere as desgraças da vida à música de Janis Joplin
Perturba bastante no documentário “Janis – Little Girl Blue” o modo como a diretora Amy Berg expõe de maneira tão enfática a dor e a solidão de Janis Joplin. Muitas vezes, usando apenas as letras de suas canções, simples, mas que sempre falavam da falta de alguém ou de relacionamentos em geral. Inclusive, há uma cena em que Janis fala, antes de começar a cantar “Cry baby”, sobre o caso do sujeito que ela conheceu no Brasil e que resolveu ir embora porque não aguentava vê-la envolvida com heroína. O fato de ela dizer, pra todo mundo ouvir, é tocante, mas ao mesmo tempo incômodo. As entrevistas que ela dava à imprensa também não ofereciam muita coisa. Demonstravam mais sua insegurança e os repórteres sabiam disso e tocavam na ferida. Assim como iam buscar sua pior fase de escola e faculdade, quando ela sofria bullying por ser diferente e estar fora dos padrões de beleza vigentes naquela cidadezinha do Texas que ela preferiu deixar pra trás, em busca da alegria de ser uma grande cantora em São Francisco e além. E isso ela conseguiu em bem pouco tempo, quando integrou a Big Brother Holding Company. Ela acabou ficando maior do que a banda e logo se lançou em carreira solo. A relação com as drogas passa um certo ar de déjà vu, repetindo o périplo de outros documentários recentes e superiores sobre outras cantoras fantásticas: “Amy”, de Asif Kapadia, e “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle. Comparado a estas duas obras, o filme sobre Janis fica até pequeno, tanto porque sua história de vida não é tão bem explorada, quanto pelas imagens de arquivo não serem suficientemente ricas. Ao menos, as cartas de Janis, narradas por Cat Power, vez ou outra, funcionam como um elemento pessoal bem-vindo. Ao enfatizar o lado mais pessoal de Janis, acaba faltando espaço para o documentário explorar a força de sua música. As únicas que merecem espaço no documentário – e merecidamente, por serem lindas – são “Summertime”, que tem aquele solo de guitarra maravilhoso e uma interpretação fantástica de Janis, numa reinvenção genial do clássico de George Gershwin, e “Me and Bobby McGee”, composição de Kris Kristofferson e Fred Forster, já da última fase da cantora, quando ela conheceu um produtor que soube ensiná-la a trabalhar melhor o vocal, rendendo uma canção menos gritada e mais sutil. No mais, não há como não ficar comovido com o caso do telegrama ao final do filme, que mostra mais uma dessas histórias de amor prestes a bater à sua porta, mas que a falta de paciência faz se perder. No caso dela, então, é de se lamentar mesmo. Morrer é fácil. Viver é que é difícil.
Filme sobre a banda Planet Hemp vai chegar aos cinemas em 2017
A história da banda Planet Hemp vai entrar em cartaz nos cinemas em 2017. Atualmente na reta final de suas filmagens, o longa, intitulado “Anjos da Lapa”, tem o ator Renato Góes (minissérie “Ligações Perigosas”) no papel do rapper Marcelo D2, roteiro de Felipe Braga (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) e direção da dupla Johnny Araújo (“Depois de Tudo”) e Gustavo Bonafé (assistente na série “Destino: São Paulo”). Com a produção, Araújo se consagra como um dos cineastas mais roqueiros do cinema brasileiro, tendo feito muitos clipes (inclusive de Marcelo D2) e estreado no cinema com “O Magnata” (2007), filme escrito por Chorão, o falecido vocalista da banda Charlie Brown Jr. O elenco também destaca Ícaro Silva (“O Inventor de Sonhos”) no papel de Skunk, co-fundador da banda, que morreu de Aids em 1994, antes do lançamento do primeiro disco. A trama terá a reconstituição dos primeiros shows da banda, no Rio e em São Paulo nos anos 1990, mas focará basicamente na história de amizade entre D2 e Skunk, que originou o Planet Hemp, com direito a perseguição policial e melodrama da vida real. A previsão é chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2017.
Empire: Terrence Howard e Taraji P. Henson ilustram pôster da 3ª temporada
A rede americana Fox divulgou o pôster da 3ª temporada de “Empire”, que reúne o casal protagonista, vivido por Terrence Howard (“Homem de Ferro”) e Taraji P. Henson (série “Person or Interest”). “Empire” é o primeiro projeto televisivo do cineasta Lee Daniels (“O Mordomo da Casa Branca”), criado em parceria com o roteirista Danny Strong (também de “O Mordomo da Casa Branca”), e gira em torno de uma família proprietária de uma gravadora de hip-hop. Um dos maiores sucessos recentes da TV americana, a série chega a atingir 21,2 milhões de telespectadores por episódio, quando somadas todas as suas plataformas de exibição. A 3ª temporada estreia em 21 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago FoxLife.
Roadies: Eddie Vedder fará participação na série do diretor Cameron Crowe
O cantor Eddie Vedder, da banda Pearl Jam, fará uma participação na série “Roadies”, criada pelo cineasta Cameron Crowe (“Quase Famosos”). Crowe tem ótima relação com o músico, após ter dirigido o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011). Além disso, o empresário da banda, Kelly Curtis, serve como produtor de “Roadies”. Segundo a revista Entertainment Weekly, Vedder vai participar do episódio final da 1ª temporada, que irá ao ar em 28 de agosto nos EUA. Além dele, também estão previstas aparições de outros músicos na season finale, como Jackson Browne, Robyn Hitchcock, Jim James (da banda My Morning Jacket), Nicole Atkins, Gary Clark Jr, Jess Wolfe e Holly Laessig (ambos da banda Lucious). Infelizmente, porém, a iniciativa pode ter vindo tarde. Além de críticas negativas (só 33% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série tem uma audiência abismal, vista por pouco mais de 300 mil pessoas por episódio, muito pouco até para o canal pago Showtime. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, num diálogo da própria atração, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o elenco inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”).
La La Land: Ryan Gosling se apaixona por Emma Stone em trailer de musical
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do filme “La La Land”, dirigido por Damien Chazelle. Como em “Whiplash” (2014), o filme de estreia do cineasta, a trama também é focada num músico de jazz, mas com uma embalagem de musical hollywoodiano. A prévia mostra elementos característicos do gênero, como a dança que se transforma em fantasia com efeitos de animação, além de cenas de interpretação musical, em que é possível ver John Legend, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Canção por “Glory” (do filme “Selma”), tocando guitarra com o personagem vivido por Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”). Na trama, Gosling vive um pianista que se apaixona por uma atriz aspirante (Emma Stone, de “O Espetacular Homem-Aranha”). Além do casal, que volta a contracenar pela terceira vez, o elenco também conta com participação de J.K. Simmons, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante justamente por “Whiplash”. O filme foi selecionado para abrir o Festival de Veneza em 31 de agosto, mas só terá estreia comercial em 16 de dezembro nos EUA, na reta final de qualificação para o Oscar 2017. O lançamento no Brasil está marcado para 12 de janeiro.
Sing: Bichos cantores soltam a voz em novo trailer animado
O estúdio Illumination divulgou o novo trailer da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Curiosamente, a trama segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também querem cantar. A prévia apresenta diversos animais cantores entoando hits famosos, como “Anaconda”, de Nicki Minaj, e “Bad Romance”, de Lady Gaga. Mas por trás de cada sonho de sucesso musical há também histórias muito, hmm, “humanas”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) que planeja se libertar de seu namorado arrogante e se lançar em carreira solo. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. Mas o próprio teatro é palco de inúmeros problemas financeiros. Um detalhe da divulgação do filme chama atenção. Até agora não surgiram trailers dublados. Talvez por a trama conter muitas músicas famosas em inglês. Mesmo assim, é difícil imaginar que uma animação seja lançada apenas com legendas nos cinemas nacionais. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Salty: Fotos de bastidores revelam Antonio Banderas roqueiro
Um Antonio Banderas (“Os 33”) irreconhecível foi fotografado nesta semana no Chile, onde começou a filmar “Salty”, filme sobre “sexo, risadas e rock’n’roll”, segundo o próprio astro espanhol. As fotos dos bastidores das filmagens mostram o ator com um visual exagerado de roqueiro, lembrando bandas do hair metal do anos 1980, com peruca loira cacheada, bandana, calças com detalhes brilhantes, regata preta justinha e muitos anéis e colares. Na trama, Banderas vive Turk Henry, um roqueiro cuja mulher é sequestrada por sujeitos que pretendem comprar um barco com o resgate, durante as férias do casal no Chile. A esposa é vivida pela ucraniana Olga Kurylenko (“Oblivion”). O filme tem direção de Simon West (“Os Mercenários 2”), que descreveu a produção para a imprensa chilena como sendo uma mistura de ação e comédia “à moda antiga”, escrita por Mark Haskell Smith (que trabalhou no roteiro do brasileiro “A Partilha”) e Toby Davies (dos humorísticos britânicos “That Mitchell and Webb Look” e “Crackanory”). “Quando li o roteiro, imediatamente pensei em Antonio Banderas e quando nos juntamos para ler o roteiro ele ficou fascinado”, disse West.
Clipe clássico das Spice Girls ganha remake feminista para campanha da ONU
Em celebração aos 20 anos do hit “Wannabe”, o clipe clássico das Spice Girls ganhou um remake feminista, dirigido pela cineasta M.J. Delaney (“Entre Amigas”) para o projeto The Global Goals, um braço da ONU para metas de mudanças sociais. O clipe usa a letra da música para destacar as mudanças que as jovens do século 21 esperam atingir, desenvolvendo a campanha em torno da hashtag #WhatIReallyReallyWant. Entre as reivindicações apresentadas no vídeo, estão temas como o fim da violência contra as mulheres, a igualdade salarial e o combate ao abuso sexual de crianças. Entre as mulheres participantes da produção, estão o grupo britânico de hip-hop M.O., a atriz de Bollywood Jacqueline Fernandez, a dançarina americana Taylor Hatala e outras artistas de todo o mundo. Integrantes originais das Spice Girls, como Victoria Beckham, Emma Bunton e Melanie C, aprovaram e compartilharam o vídeo nas redes sociais. “Sinto-me lisonjeada e honrada por nossa música louca estar sendo usada de forma tão bonita por uma causa tão incrível”, escreveu Mel C, a “Sporty” Spice. Confira abaixo o remake e o clipe original, lançado em 8 de julho de 1996.
Novela Cheias de Charme será reprisada na véspera de virar filme
A Globo descobriu a força da sinergia e programou uma reprise da novela “Cheias de Charme”, sucesso da faixa das 19h em 2012, para após as Olimpíadas do Rio, em setembro, dentro do “Vale a Pena Ver de Novo”. No embalo, o elenco original foi às redes sociais celebrar a notícia. E não é para menos. Afinal, o núcleo central está retomando as mesmas personagens da novela num filme atualmente em desenvolvimento, numa coprodução da Globo Filmes. O marketing, claro, já começa a mostrar serviço com o encaixe da reprise. O filme foi anunciado há exatamente um ano e voltará a reunir Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Taís Araújo (série “O Dentista Mascarado”), Isabelle Drummond (novela “Geração Brasil”), Claudia Abreu (“Rio, Eu Te Amo”), Ricardo Tozzi (novela “Amor à Vida”) e Humberto Carrão (novela “Sangue Bom”). “A quadrilha estará completa nas filmagens!”, postou Leandra há exatamente em julho de 2015 em seu Instagram. As filmagens têm direção de José Henrique Fonseca, que já comandou bons dramas, como “O Homem do Ano” (2003) e “Heleno” (2011), além de episódios da série criminal “Mandrake”. Para completar, ele é casado com uma das estrelas da novela, a atriz Claudia Abreu. Criada por Izabel de Oliveira e Filipe Miguez, a trama da novela acompanhava as três domésticas vivida por Taís, Leandra e Drummond, que, cansadas da vida dura, resolvem formar um grupo musical. Claudia Abreu interpretava uma cantora brega decadente que foi patroa de duas delas. E Ricardo Tozzi vivia um ídolo brega que Leandra idolatrava. A repercussão foi tanta que “as personagens” até gravaram discos, fizeram shows, escreveram livros e viraram brinquedos. Em breve, terão também um filme para recomeçar o ciclo. A data de estreia do longa-metragem só deve ser divulgada após o retorno da novela à televisão.
Fergie celebra as M.I.L.F.s em clipe com as tops brasileiras Isabeli Fontana e Alessandra Ambrosio
A cantora Fergie lançou seu novo clipe, “M.I.L.F. $” (que se pronuncia “Milf Money”). O vídeo é uma celebração do tipo de beldade que antes da pornografia era chamada de balzaquiana. Fergie justifica o uso da expressão Milf ao mudar o significado da última letra da sigla – “moms I’d like to follow” (mães que eu gostaria de seguir), em vez de “f” outra coisa. “Mudar a sigla para ‘mães que gostaria de seguir’ é algo para empoderar as mulheres que fazem tudo. Elas têm uma carreira, uma família e ainda têm tempo de cuidarem delas mesmas e se sentirem sensuais”, ela justificou ao site da revista Entertainment Weekly. Na prática, porém, o vídeo registra clichês de fantasia pornográfica com mulheres maduras, num dos paradoxos do empoderamento feminino. O diretor Colin Tilley é o mesmo que celebrou o traseiro de Nicki Minaj no clipe de “Anaconda”. E a coleção de belas da tarde que fazem o modelo/ator espanhol Jon Kortajarena (“Direito de Amar”) suspirar, em seu uniforme de leiteiro, reúne as mães-celebridades Kim Kardashian, Chrissy Teigen, Angela Lindvall, Gemma Ward, a cantora Ciara, as atrizes Devon Aoki (“Sin City”) e Amber Valletta (série “Revenge”) e até as modelos brasileiras Isabeli Fontana e Alessandra Ambrosio (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”). “M.I.L.F. $” é o primeiro single do próximo disco de Fergie, “Double Duchess”, sucessor de “The Duchess” (2006), que ainda não teve a data de lançamento divulgada.












