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    Sing: Animais cantores de nova animação estrelam vídeo ao estilo de Carpool Karaoke

    9 de agosto de 2016 /

    O estúdio Illumination divulgou um novo vídeo da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que evoca o quadro “Carpool Karaoke”, literalmente o carro-chefe do programa “The Late Late Show”, apresentado por James Corden. O esquete com celebridades cantantes faz tanto sucesso que inspirou imitadores por toda a internet (inclusive a equipe olímpica de natação dos EUA) e ainda vai virar um programa independente, com distribuição digital da Apple. Nada melhor, portanto, para divulgar uma animação sobre cantores amadores do reino animal. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.

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    Xoxo: Filme sobre raves e DJs ganha primeiro trailer legendado

    6 de agosto de 2016 /

    O Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “XOXO”, filme sobre música eletrônica, rave e a cultura dos DJs. A prévia retrata as aventuras de um grupo de jovens num dos maiores festivais de música eletrônica dos Estados Unidos, entre pessoas que vão para se divertir e os que encaram a oportunidade para mudar suas vidas. O personagem central é Ethan, um jovem DJ vivido por Graham Phillips (série “The Good Wife”), que, após sua música se torna viral, é convidado para tocar no festival. O elenco inclui diversos outros rostos conhecidos da TV, como Sarah Hyland (série “Modern Family”), Hayley Kiyoko (série “CSI: Cyber”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Brianne Howey (série “Twisted”), Colin Woodell (série “The Originals”), Ian Anthony Dale (série “Murder in the First”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Medalion Rahimi (série “The Catch”). Escrito e dirigido por Christopher Louie, diretor de clipes e animação, que estreia em longa-metragem, “XOXO” chega ao Netflix no dia 26 de agosto.

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  • Música

    Katy Perry pula de paraquedas rosa em seu clipe “olímpico”

    5 de agosto de 2016 /

    A cantora Katy Perry divulgou o clipe de seu mais recente single, “Rise”, que será usado como tema oficial da cobertura dos Jogos Olímpicos do Rio pelo canal americano NBC. Um vídeo promocional chegou a ser anteriormente disponibilizado, contendo cenas de Olimpíadas passadas. Mas o clipe oficial não faz nenhuma referência a esportes olímpicos ou à Cidade Maravilhosa. Ao contrário, coloca Katy no alto de montanhas rochosas norte-americanas, lutando contra a natureza, enquanto arrasta um pesado paraquedas cor-de-rosa, na esperança de superar todos os desafios e conseguir voar. A metáfora é óbvia, mas bem realizada pelo diretor Paul Gore, que anteriormente filmou Amy Winehouse, John Legend e Placebo. A música é ainda mais óbvia, uma power ballad genérica, que poderia ter sido lançada por Christina Aguilera, Ariana Grande, Avril Lavigne, Jessie J, Pink ou qualquer outra dessas cantoras americanas brancas que rodam pelos mesmos compositores/produtores sem dar a mínima para identidade própria.

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    Esquadrão Suicida não entrega o que promete

    5 de agosto de 2016 /

    Após o banho de água fria provocado por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, “Esquadrão Suicida” prometia um tom diferente para o universo que a DC está construindo nos cinemas, uma espécie de resposta à concorrência já consolidada da Marvel. Mas, lamentavelmente, a tentativa não rendeu o esperado na tela. Espécie de sequência direta dos eventos trágicos envolvendo a figura do Superman (Henry Cavill), “Esquadrão Suicida” inicia com a exposição dos planos da implacável Amanda Waller (Viola Davis), oficial da CIA que recomenda ao presidente a escalação de um time composto pelos maiores criminosos do país para combater uma entidade que pretende cobrir o mundo com trevas e converter humanos em soldados monstruosos. O time? Floyd Lawton (Will Smith), conhecido como Pistoleiro, um matador de aluguel com uma filha de 11 anos; Harleen Quinzel (Margot Robbie), que adotou o nome Arlequina ao se tornar a companheira de Coringa (Jared Leto); George Harkness (Jai Courtney), o Capitão Bumerangue, Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje), o Crocodilo; Chato Santana (Jay Hernandez), apelidado de El Diablo e com habilidades em incendiar tudo ao redor; e Christopher Weiss (Adam Beach), também chamado de Amarra. Ainda que Weller tenha implantado um chip capaz de causar a morte instantânea com o comando em um aplicativo sob o seu controle, é necessário trazer a bordo um líder capaz de supervisionar o temperamento de figuras que podem a qualquer momento trair o acordo de salvar o dia por uma redução de pena. Para isso, é escalado o soldado Rick Flag (Joel Kinnaman), namorado da arqueóloga June Moone (Cara Delevingne), possuída por um espírito milenar que cumpre um papel importante na ação. Outra adição que possui um bom caráter é Katana (Karen Fukuhara), japonesa extremamente habilidosa com espadas. Com a leva inesgotável de mutantes e justiceiros zelando pela sobrevivência da humanidade, “Esquadrão Suicida” trazia como possibilidade uma visão ainda pouco explorada nas adaptações de quadrinhos, na qual a moralidade surge distorcida, quando a prática do bem não parece uma alternativa clara para reverter a arquitetura do caos. Algo recentemente testado com sucesso em “Deadpool”, que tinha um anti-herói como protagonista. O passo de “Esquadrão Suicida” sugeria ser o mais largo, com um material promocional regado na piração e com um diretor, David Ayer, que entende a linguagem dos personagens marginalizados, das escórias da sociedade, como já demonstrou em seu roteiros de “Dia de Treinamento” (2001), “Tempos de Violência” (2005) e “Marcados para Morrer” (2012). Porém, o peso da insanidade parece ter recaído somente sobre os ombros de Margot Robbie, que supera todas as expectativas como uma delinquente que desejava apenas ter uma vida de comercial de margarina com o seu amado de sorriso nefasto – o Coringa, aliás, deve ter ficado com a maior parte de sua participação perdida na ilha de edição, ao julgar por suas intervenções de caráter quase figurativo. Além de uma encenação branda da violência, “Esquadrão Suicida” não é competente nem ao introduzir os seus personagens para o público. Confuso, o primeiro ato acredita que uma playlist de rock e cartilhas ininteligíveis dão conta de carregar todo o histórico de cada um. Igualmente mal resolvido é o desejo da Warner de fazer um “Os Vingadores” dos vilões, forçando um sentimento de amizade e companheirismo que definitivamente inexiste entre os personagens. Ao final, o efeito provocado por “Esquadrão Suicida” é como uma promessa de embriaguez épica, que só no primeiro gole revela ser patrocinada por cerveja sem álcool.

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    Elis Regina vai ganhar minissérie da Globo

    1 de agosto de 2016 /

    A rede Globo prepara uma minissérie sobre a vida e a carreira da cantora Elis Regina. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a atração deve ser estrelada por Andreia Horta (atualmente na novela “Liberdade Liberdade”). O projeto terá 10 capítulos e será escrito por Gilberto Braga e João Ximenes Braga, com direção de Dennis Carvalho. Ou seja, só gente de novela. Ainda segundo a colunista, a atração, ainda sem título definido, “não vai esconder a personalidade” de Elis Regina, cuja vida foi marcada por polêmicas. A estreia está programada para janeiro de 2018. Curiosamente, Andreia Horta já vai viver Elis nos cinemas. O filme “Elis” tem direção de Hugo Prata e roteiro do premiado Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”), e sua première vai acontecer no Festival de Gramado, que acontece entre 26 de agosto a 3 de setembro na Serra Gaúcha. A estreia comercial está prevista para outubro. Ao contrário do que fez com o bom filme “Tim Maia”, que virou minissérie da Globo, sofrendo cortes, remontagem e inserção de novas cenas e até depoimentos ao estilo de especial televisivo, a minissérie de Elis Regina deve ser um produto diferente do filme, uma vez que Gilberto Braga trabalha nisso desde o final novela “Babilônia”, em 2015.

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    Netflix prepara série animada com músicas da Motown

    30 de julho de 2016 /

    Após “Beat Bugs”, a Netflix vai produzir uma nova série animada musical, desta vez inspirada no extenso catálogo de músicas da gravadora Motown. O projeto é do mesmo produtor de “Beat Bugs”, Josh Wakely, e contará com curadoria de Smokey Robinson, um dos maiores artistas da soul music, que assina também a produção musical executiva. Ele foi responsável por escolher os interpretes e as músicas de cada episódio. Assim como “Beat Bugs” fez com as músicas dos Beatles, os episódios da nova atração, ainda sem título, incluirão novas versões de clássicos da Motown, incluindo canções do próprio Robinson, Marvin Gaye, The Jackson 5, Lionel Richie, The Supremes, The Temptations e Stevie Wonder, entre outros. A trama propriamente dita vai girar em torno das aventuras de um amável e tímido menino de oito anos, chamado Ben, que possui uma habilidade artística extraordinária de trazer a arte de rua para a vida. Ben e sua família vivem na cidade imaginária de Motown, inspirada em Detroit e sua rica herança musical. Embalados pelas clássicas canções, ele e seus amigos Angie e Mickey descobrem a magia da criatividade enquanto trazem o brilho de volta à sua cidade e aprendem lições de vida. Vale lembrar que os Jackson 5 já tiveram uma série animada nos anos 1970, “The Jackson 5ive”, que também contou com participação de Diana Ross. E “Ben” foi o título original de um filme de terror com trilha sonora de Michael Jackson – lançado como “Ben, O Rato Assassino” (1972) no Brasil. A nova produção ainda não previsão de estreia. Já “Beat Bugs” chega ao Netflix em 3 de agosto, trazendo devenas de covers dos Beatles.

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    Meryl Streep passa ridículo tocante em Florence – Quem É Essa Mulher?

    30 de julho de 2016 /

    A produção britânica “Florence – Quem É Essa Mulher?” lembra o filme franco-belga “Marguerite”, que foi realizado um ano antes e conta basicamente a mesma história, da pior cantora do mundo. Mas enquanto “Marguerite” muda o nome da protagonista e inventa alguns fatos, “Florence – Quem É Essa Mulher?” (2016) se dedica a contar a história da verdadeira Florence Foster Jenkins, a americana apaixonada por ópera que sonha virar uma diva. O problema é que ela tem uma voz horrível, para dizer o mínimo. O interessante de ambas as comédias dramáticas é que elas, a princípio, induzem o espectador a rir da protagonista, para depois criar empatia, levando o público a se sentir na pele dela, ou quase isso, talvez na pele de quem está mais próximo dela, no caso de “Florence” o marido (Hugh Grant) e o pianista (Simon Helberg). Os dois, aliás, estão ótimos. O jovem Helberg, conhecido de quem vê a série “The Big Bang Therory”, é o pianista que fica feliz com a boa remuneração que recebe daquela mulher excêntrica, mas que também tem medo de passar por ridículo em uma apresentação pública. E Hugh Grant, ainda que não seja brilhante, sempre será muito querido pelos papéis que fez em várias comédias românticas, e continua fazendo muito bem o papel de canalha adorável, que tem a sua namorada às escondidas, mas jamais negligencia a esposa doente. Por sinal, comparado ao filme francês, a versão britânica é muito mais implacável na caracterização da personagem. Florence Foster Jenkins é uma personagem trágica, vítima de uma doença, que só aos poucos o filme vai revelando. A felicidade que ela demonstra se deve principalmente à ilusão que os outros lhe oferecem como consolação, de modo que ela não entre em depressão e morra logo. Um dos grandes méritos do filme, além de poder contar com mais uma excelente interpretação de Meryl Streep, uma das maiores atrizes das últimas décadas, é saber lidar com o patético de maneira respeitosa. Mesmo assim, o filme tem suas falhas, principalmente no modo como termina, em tom melodramático, sem conseguir emocionar tanto quanto parece querer. Ou talvez essa seja uma marca de Stephen Frears, cineasta que nos últimos anos tem se especializado em filmes sobre mulheres, como “A Rainha” (2006), “Chéri” (2009) e “Philomena (2013). Enquanto isso, seus filmes protagonizados por homens têm passado em branco nas telas. Por que será? De todo modo, “Florence – Quem É Essa Mulher?” é mais um de seus filmes femininos que merecem ser conferidos.

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    Beat Bugs: Série animada com músicas dos Beatles ganha novo teaser

    29 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou novo teaser de “Beat Bugs”, série animada que acompanha uma banda de besouros que toca músicas dos Beatles. A produção inclui 50 composições dos Beatles, que foram gravadas por artistas contemporâneos, como Eddie Vedder (da banda Peal Jam), Sia, Chris Cornell (da banda Soundgarden), Pink, Of Monsters and Men e Regina Spektor A série foi criada por Josh Wakely (roteirista do curta “My Mind’s Own Melody”) e propõe incentivar uma nova geração de crianças a ter contato com a música dos Beatles. A materialização do projeto foi um acordo raro, pois as músicas dos Beatles não recebem muitas liberações. Mas a Beatlemania já foi explorada pela animação antes. Além da clássica animação psicodélica “Yellow Submarine” (1968), John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr foram personagens de uma série animada americana, que durou três temporadas, entre 1965 e 1967, divulgando a música da banda para as crianças da época. Todos os 13 episódios da 1ª temporada estarão disponíveis no Netflix em 3 de agosto.

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    The Beatles: Trailer de documentário mostra a história dos shows da banda mais popular que Jesus Cristo

    29 de julho de 2016 /

    O Studiocanal divulgou o trailer do documentário “The Beatles — Eight Days a Week — The Touring Years”, dedicado aos shows da banda. A prévia traz imagens conhecidas, mas também registros raros dos bastidores das turnês do quarteto no começo dos anos 1960, com direito a muitas fãs histéricas, correria e caos, numa síntese do frenesi da Beatlemania em seu auge. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), o filme também inclui novos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Starr, que se juntam a imagens de arquivo de John Lennon e George Harrison na recordação do período mais popular da banda. Os Beatles só fizeram shows de 1962 a 1966, quando, numa atitude impensável para os dias de hoje, decidiram parar de tocar ao vivo. “Éramos crianças. Estávamos um pouco assustados”, diz Paul no trailer. A histeria era tanta que era impossível ouvir as músicas durante os shows, apenas os gritos intermináveis das fãs. Na época, isso levou John Lennon a dizer os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo. O que rendeu polêmica e ajudou o grupo a repensar a forma como continuaria a trabalhar. “Começamos a ficar de saco cheio. E procuramos novos caminhos para seguir”, explica Paul. Ao decidirem abandonar os palcos, os Beatles passaram a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que originou uma revolução musical, culminando no disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), marco da psicodelia que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido – quando os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. O documentário estreia em 15 de setembro no Reino Unido, no dia seguinte nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Anitta grava clipe “latino” com diretor de filmes B de ação

    28 de julho de 2016 /

    Anitta troca sua vontade de ser a Beyoncé brasileira pelo desejo de virar Shakira no clipe de “Sim Ou Não”, música que junta levada latina à batidas eletrônicas, e que conta com participação do cantor colombiano Maluma. Apesar de encenado num lugar fechado, que evoca um club dançante qualquer, a gravação foi feita no México, com direção do dominicano Jessy Terrero, que assina produções de Jennifer Lopez, Ricky Martin, Enrique Iglesias, Wisin & Yandel e, claro, Maluma. Ele também já dirigiu filmes B de ação, como “O Rei das Armas” (2010) e “Assassinos de Aluguel” (2012), ambos estrelados pelo rapper 50 Cent – o último, por sinal, com participação de ninguém menos que Robert De Niro. Mas, curiosamente, o resultado do clipe sugere uma versão mais comportada de “Work”, de Rihanna.

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    Trolls: Anna Kendrick canta “The Sound of Silence” em cena da animação

    26 de julho de 2016 /

    A DreamWorks Animation divulgou a primeira cena completa da animação “Trolls”. A prévia mostra a dinâmica entre os protagonistas, o mau-humorado Tronco (Branch, em inglês, dublado pelo cantor Justin Timberlake) e a insanamente feliz Poppy (Anna Kendrick, de “A Escolha Perfeita”), que vê o mundo cor-de-rosa como ela própria. Reclamando da cantoria interminável de Poppy e pedindo por silêncio, Tronco é premiado com uma performance particular de “The Sound of Silence”, o clássico folk cinquentão de Simon & Garfunkel. A dupla se vê sozinha após sua vila ser atacada por um gigante e feioso Berguen e precisa superar suas diferenças para derrotar o inimigo e salvar o resto dos trolls. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção da dupla Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), o filme transforma aqueles bonecos de cabelos arrepiados que foram febre nos anos 1960 e 1990 em criaturinhas animadas. Seu criador, o lenhador dinamarquês Thomas Dam, concebeu os bichos feios como presente para sua filhinha em 1959, batizando-os de Trolls. Concebido como uma animação musical, “Trolls” ainda traz as vozes originais de Zooey Deschanel (série “New Girl”), Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e da dupla Icona Pop. A estreia acontece em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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    The Get Down: Série de hip-hop de Baz Luhrman ganha novo trailer empolgante

    25 de julho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. A prévia mostra uma reconstituição de época apurada, do figurino ao tom contraditório de miséria e festa dos anos 1970, destacando breakdancers, DJs e a febre da discoteca, mas também uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel e seu pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, o trailer empolgante revela a incorporação de fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. A série vai se passar no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, no começo dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. O elenco ainda inclui Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e uma nova geração de atores negros e latinos, entre eles o estreante Mamoudou Athiem, intérprete de Grandmaster Flash. O rapper Nas também foi alistado como produtor da série, que estreia em 12 de agosto.

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    Esquadrão Suicida: Novo trailer destaca a trilha e revela mais sobre a missão dos vilões

    23 de julho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou uma nova prévia de “Esquadrão Suicida”, repleta de cenas inéditas, com destaque para as músicas da trilha sonora da produção. Concebido para a San Diego Comic-Con, o trailer também revela mais detalhes sobre a missão e as criaturas que os vilões vão enfrentar. O longa acompanha um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. A lista de personagens inclui Pistoleiro (Will Smith, também de “Golpe Duplo”), Arlequina (Margot Robbie, de “Golpe Duplo”), Coringa (Jared Leto, de “Clube de Compra Dallas”), Rick Flagg (Joel Kinnaman, de “RoboCop”), Capitão Bumerangue (Jai Courteney, de “Divergente”), El Diablo (Jay Hernandez, de “O Albergue”), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje, de “Pompeia”), Katana (a estreante Karen Fukuhara), Amarra (Adam Beach, de “A Conquista da Honra”), Magia (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) e Amanda Waller (Viola Davis, da série “How to Get Away with Murder”), responsável por juntar essa turma barra-pesada. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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