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    Veja um vídeo de bastidores da telebiografia de Britney Spears

    14 de janeiro de 2017 /

    O telejornal americano Inside Edition revelou as primeiras imagens dos bastidores da telebiografia de Britney Spears, atualmente em produção. Além de mostrar as gravações de cenas de shows, o vídeo traz uma entrevista com a intérprete da cantora, a australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”). Intitulado “Britney Ever After”, o projeto seguirá o padrão sensacionalista que caracteriza as produções do canal, concentrando-se na fama meteórica da artista no final dos anos 1990, mas principalmente em sua conturbada vida privada, da relação com Justin Timberlake aos momentos de loucura, mas deve terminar com sua volta por cima. O elenco também inclui Nicole Oliver (série “Arrow”) e Matthew Harrison (“Uma Noite no Museu”) como os pais da cantora, Nathan Keyes (“Ben 10: Invasão Alienígena”) como Justin Timberlake e Clayton Chitty (série “Fringe”) como o ex-marido, Kevin Federline. A direção é de Leslie Libman, que em 1990 comandou o clipe clássico das Bangles, “Manic Monday”, e hoje dirige séries como “Zoo”, “NCIS” e “The Vampire Diaries”. O vídeo ressalta que Britney quer distância de “Britney”, que ela não aprova de jeito nenhum. O Lifetime vai exibir a produção no dia 18 de fevereiro.

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    21 astros de Hollywood cantam I Will Survive em vídeo da revista W

    14 de janeiro de 2017 /

    A revista W reuniu alguns dos maiores astros de Hollywood da temporada e pediu para eles cantarem “I Will Survive”, o clássico de Gloria Gaynor que marcou a era das discotecas. A música já ganhou muitas conotações ao longo da história, sendo a mais clara a de quem se assume gay. No contexto atual, a luta pela sobrevivência das estrelas parece dirigida à presidência de Donald Trump. No total, 21 artistas participaram do projeto: Emma Stone, Natalie Portman, Amy Adams, Matthew McConaughey, Andrew Garfield, Felicity Jones, Mahershala Ali, Dakota Fanning, Chris Pine, Michelle Williams, Naomi Harris, Michael Shannon, Greta Gerwig, Ruth Negga, Joel Edgerton, Hailey Stenfeld, Anya Taylor-Joy, Alden Ehrenreich, Dev Patel, Lucas Hedges e Taraji P. Henson, que arrasa na parte final. A maior parte deles apoiou publicamente a candidata derrotada Hillary Clinton. Dirigido pela editora da revista, Lynn Hirschberg, o vídeo edita trechos de cada interpretaçã, realizada de jeitos diferentes, numa montagem que fica entre o empolgante e o engraçado. Confira abaixo.

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    Últimos dias de Michael Jackson vão virar telefilme

    13 de janeiro de 2017 /

    No mesmo dia em que o canal pago britânico Sky Arts cancelou a aparição de Joseph Fiennes como Michael Jackson numa nova série de comédia, o canal pago americano Lifetime decidiu anunciar a produção de um telefilme centrado nos últimos dias do cantor. Ou seja, vem mais polêmica por aí. O Lifetime é conhecido por produzir telebiografias sensacionalistas, geralmente não autorizadas e preferencialmente de celebridades mortas que possam ser ligadas à escândalos. Nos últimos anos, o canal revirou os túmulos de Whitney Houston e Brittany Murphy, entre outras personalidades famosas, em busca de audiência. O telefilme sobre o Rei do Pop tem o título provisório de “Michael Jackson: Searching for Neverland” e vai se basear no livro “Remember the Time: Protecting Michael Jackson in His Final Days”, escrito pelos dois guarda-costas do cantor, Bill Whitfield e Javon Beard. O roteiro é de Elizabeth Hunter (“Resistindo às Tentações”, “Pulando a Vassoura”) e a direção está a cargo de Dianne Houston (“Vem Dançar”). Já o papel principal caberá a Navi, famoso imitador de Michael, em sua estreia na televisão. As gravações vão começar em fevereiro em Los Angeles, mas ainda não há previsão para a exibição do telefilme.

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    John Legend e Ariana Grande vão regravar a premiada música tema de A Bela e a Fera

    13 de janeiro de 2017 /

    A canção que os cantores John Legend e Ariana Grande vão gravar em parceria para o filme “A Bela e a Fera” foi revelada. A Disney informou que se trata justamente da premiada música-tema da produção. Composta por Alan Menken e Howard Ashman, a música “The Beauty and the Beast” venceu o Oscar de Melhor Canção Original em 1992, assim como o Grammy de Melhor Dueto do ano. Na animação, a canção foi entoada Angela Lansbury. Mas a versão mais conhecida é a que entrou no disco, gravada por Celine Dion e Peabo Byson. Esta versão foi lançada na trilha sonora oficial da animação, que venceu o Grammy. A nova filmagem de “A Bela e a Fera”, agora com atores, contará com regravações das principais canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria de “Aladdin” (1992). Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia do filme está marcada para o dia 16 de março no Brasil e a trilha sonora chegará nas lojas no dia 10 de março. Por sinal, o disco já está em pré-venda nos EUA.

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    Conheça a abertura de Desventuras em Série – com música cantada por Neil Patrick Harris

    12 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou a abertura de “Desventuras em Série”, a série baseada na coleção literária homônima de Daniel Handler, mais conhecido pelo pseudônimo Lemony Snicket. A música tema é cantada por Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), que tem o papel do vilão Conde Olaf, responsável pelas maldades descritas na canção. Além disso, o vídeo também confirma que o primeiro episódio é dirigido pelo cineasta Barry Sonnenfeld, o que ajuda a explicar como a produção atingiu seu clima de conto de fadas sombrio. Sonnenfeld fez seus melhores trabalhos nesse gênero, à frente dos dois filmes de “A Família Addams” nos anos 1990 e como diretor-produtor da série “Pushing Daisies” (2007-2008), que tinha o mesmo espírito da nova atração. Ele também é produtor de “Desventuras em Série”, junto com o roteirista Mark Hudis (série “True Blood”) Hudis assina a adaptação dos livros de Handler/Snicket, publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. A franquia já vendeu mais de 65 milhões de exemplares e foi traduzida para 43 línguas, além de ter sido transformada no filme “Desventuras em Série”, de 2004, que tinha Jim Carrey (“Kick-Ass 2”) no papel do vilão Olaf, Emily Browning (“Sucker Punch”) como Violet e Jude Law como a voz de Lemony Snicket. Na nova versão, além de Neil Patrick Harris como Olaf, o elenco inclui as crianças Malina Weissman (a jovem Kara nos flashbacks da série “Supergirl”) e o estreante Louis Hynes como Violet e Klaus Baudelaire, e Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”) no papel de Lemony Snicket, narrando as tragédias. A estreia vai acontecer nesta sexta, dia 13 de janeiro.

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    Mais que um musical, La La Land é um milagre que inspira sonhar

    12 de janeiro de 2017 /

    Numa das cenas mais belas de “La La Land”, Ryan Gosling vagueia ao longo de um píer, olha para o skyline de Los Angeles e entoa uma canção que começa assim: “Cidade das estrelas, / você está brilhando apenas para mim?”. Leva uns segundos pra gente entrar no clima, mas o entusiasmo do personagem é tão grande, que pouco importa se a voz de Gosling é pequena. O mesmo espírito toma a maravilhosa abertura, num viaduto engarrafado. Primeiro, temos numa panorâmica vertiginosa sob os carros apinhados, a mistura dissonante de ritmos, cada um ouvindo um tipo de música, num arremedo que deveria soar histérico e sufocante. As máquinas gritam, as buzinas ressoam, e de repente uma indiana desce do carro cantando, e todo o operariado em volta (latinos, asiáticos, africanos), e também ciclistas, skatistas e tantos outros “istas”, entram no clima, escalando os capô e os telhados de seus veículos, para entoar “Another Day of Sun”. O número coreográfico é de uma sensibilidade e uma graça quase surreais. Em vez da massacrante rotina de dirigir para o trabalho, é como se todos estivessem rumando contentes para as férias num desbunde cinematográfico grandioso. A câmera alça vôo para mostrar um quilômetro de alegria onde não devia haver. Damien Chazelle, o diretor que antes nos deu “Whiplash”, aquele drama sobre o jovem baterista obcecado em ser maior que a vida, aqui parece o próprio músico ambicioso, só que, no lugar da bateria, seu instrumento é todo um gênero: o musical. E ele não se intimida frente à comparação com os clássicos. Ama tanto os musicais icônicos que lhes extrai toda a seiva possível. De “Sinfonia de Paris” (1951) a “Amor, Sublime Amor” (1961), passando por “Cantando na Chuva” (1952) e “A Roda da Fortuna” (1953), transita pelo vocabulário com maestria, e ainda pisca o olho para as experiências francesas de Jacques Demy, reverenciando “Os Guarda Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Claro, não é preciso conhecer a tradição para entender ou gostar do filme. “La La Land” é uma reinvenção do musical tentando colorir de alegria esse miserável futurismo distópico e corrupto que não larga a mão do cidadão do século 21. Chazelle sabe que são outros tempos, outra indústria, outra mentalidade e ele jamais alcançaria o requinte dos tempos dourados. Naqueles clássicos estrelados por Fred Astaire, Gene Kelly, Debbie Reynolds, Cyd Charisse e tantos outros, cada passo, cada toque de mãos, cada repique de sapateado, buscava uma harmonia, uma classe, que não existe mais, e a sincronicidade falava não só de almas gêmeas, mas de um ideal que transcendia o simples entretenimento. Este era o ideal platônico de Hollywood, sugerindo uma perfeição formal negada ao resto de nós, em nossos desajeitados tropeços. Era uma outra fase, um outro sonho. Nostalgia inocente? Não. “La La Land” não cai nesta armadilha saudosista. Propõe, sim, uma nova suposição: com o que dois artistas, uma aspirante a atriz (vivida por Emma Stone) e um pianista (Ryan Gosling) podem almejar na Los Angeles de hoje? Com muito pouco, já que o significado de arte mudou extremamente do que era há 50 anos. Arte hoje é a celebração do mundo da mercadoria. Jazz, samba, música regional, clássica, de vanguarda não são o que interessam a indústria. Busca-se, sim, a massificação do gosto. E tudo que vai ao contrário do movimento é deglutido ou isolado. Mas no meio das prateleiras e passarelas para o consumo, é possível trombar com resistentes. O casal de protagonistas de “La La Land”, Mia (Stone) e especialmente Sebastian (Gosling) são os desajeitados remanescentes deste grupo. Ambos lutam para não serem contaminados pela rotina da música de supermercado. Sebastian ama o jazz e leva Mia para um bar completamente fora de moda, para que ela sinta como funciona uma jam-session como uma tradicional banda de veteranos. “Observa como os instrumentos dialogam”, ele explica, “o lindo disso tudo é que eles tocam toda noite e cada vez é uma emoção diferente”. Em seguida, o casal sai a rua e, tomado pela poesia do jazz, cantam e dançam entusiasmados. Pouco importa se um canta pequeno e o outro dança melhor. O cativante em “La La Land” reside no fato de que se percebe que os protagonistas não são peritos na arte, e isso, no fundo, é o de menos. Eles humanizam o número musical, olhando para a platéia e convidando-nos para fugir do óbvio e procurar a magia nas emoções simples. A história do filme, aliás convida a observar a essência das coisas. Dos sentimentos, das ideologias, das fragilidades, dos desejos e de suas contradições. Mia persegue o sonho de se tornar atriz, mas, em cada teste, ela sofre um tipo de humilhação ou desdém. O plano de Sebastian é mais ambicioso: ele sonha em ser o dono de um bar de jazz, um lugar onde poderá trazer todos os mestres do riscado, cultivando um gênero que ele não quer que se extingua. Isso funciona num mundo idealizado, mas no real, Sebastian se sujeita a tocar nas piores espeluncas. Enfim, Mia e Sebastian não fazem o que pregam. Os dois vendem-se ao sistema. Ah, mas como isso tudo podia ser diferente. Então os dois são sugados para o escapismo de uma sessão num velho cinema, o lendário Rialto (uma sala que não existe mais) para assistir a uma sessão de “Juventude Transviada” (1955). E, de repente, quando o filme enrosca e a sessão é interrompida, eles se recusam a deixar o reino de faz de conta. Os dois saem do cinema direto para o Observatório de Griffith, uma das locações de “Juventude” para viver, na realidade, o que só se pode viver no cinema. Planetas e galáxias rodam, enquanto eles levitam e dançam no ar. Nesse momento, corre-se o risco do academicismo, do olhar complacente, do encerramento num sistema autista ou pretensioso. Acontece o contrário. Quanto mais Chazelle refaz os caminhos já percorridos pelo cinema, mais cada plano parece novo, inesperado, de um frescor vivo e ainda mais fecundo. É uma espécie de milagre que um filme como “La La Land” ainda exista, e meu conselho seria ignorar os cínicos e os críticos, como eu, que buscam falhas num trabalho como esse. Pegue o filme na maior tela que você puder encontrar, com um sistema de som correspondente. Quem nunca conheceu um musical legitimo no cinema pode se surpreender ao descobrir que emoções podem florescer sem que um filme precise recorrer a explosões e violência.

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    Top model sueca vira demônio de neon no novo clipe de The Weeknd

    12 de janeiro de 2017 /

    O cantor canadense conhecido como The Weeknd lançou o clipe da música “Party Monster”, terceiro single do seu disco “Starboy”. A balada de estrutura repetitiva (chatinha) tem vocais de Lana del Rey. E felizmente o clipe é bem melhor que sua melodia. O vídeo é uma combinação de temas de dois filmes de terror, o recente “Demônio de Neon” (2015) e o remake “A Marca da Pantera” (1982), mostrando The Weeknd ora dirigindo um carro rumo ao nada, ora chegando numa festa em que as garotas parecem modelos da Victoria’s Secret prestes a virarem monstros de neon. A principal demônio de neon é Zoe Mantzakanis, modelo sueca de ascendência grega, também conhecida como a atriz Zoe Aggeliki, que viveu uma deusa em “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013). O visual psicodélico, por sua vez, é dirigido pela dupla Alex Lee e Kyle Wightman, que assina seus vídeos como BRTHR. A dupla já tinha feito um clipe com elefante para Iggy Azalea e com peixes para The Drums. E antes de deixar sua marca da pantera também tinha feito o vídeo de “In the Night” para o próprio The Weeknd, com tiros e crocodilos. Um verdadeiro zoológico musical.

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    Ariana Grande e John Legend estão trabalhando numa música para a trilha de A Bela e a Fera

    12 de janeiro de 2017 /

    Ariana Grande e John Legend estão trabalhando juntos numa música para a trilha sonora do filme “A Bela e a Fera”. A novidade veio à tona após a cantora divulgar uma foto em estúdio nas redes sociais, e em seguida a mesma imagem aparecer no perfil oficial do filme no Instagram. Clicando na imagem, é possível ler os nomes de John Legend e Beauty and the Beast (o título original do longa em inglês). Veja abaixo. “A Bela e a Fera” será um musical como a animação original dos anos 1990. Um dos comerciais mais recentes da produção chegou, inclusive, a destacar uma canção entoada pela atriz Emma Watson, intérprete da Bela. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). Até o momento, não há outras informações sobre como a parceria de Ariana Grande e John Legend entrará na história, mas, como o filme já se encontra em pós-produção, é bem provável que a canção seja usada na abertura ou apenas durante os créditos finais. A direção de “A Bela e a Fera” é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ? Uma foto publicada por Ariana Grande (@arianagrande) em Jan 10, 2017 às 2:50 PST #Repost @arianagrande ・・・ ? Uma foto publicada por Beauty and The Beast (@beautyandthebeast) em Jan 10, 2017 às 3:06 PST

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    Trilha sonora de Cinquenta Tons Mais Escuros tem suas músicas reveladas

    12 de janeiro de 2017 /

    O CD da trilha sonora de “Cinquenta Tons Mais Escuros” estará lotado de faixas de pop comercial. Além da parceria entre Zayn Malik e Taylor Swift, já ouvida num dos trailers da produção e em processo de ganhar videoclipe, o disco inclui a gravação de um segundo dueto, entre Nick Jonas e Nicki Minaj, e muitos outros cantores populares. A lista completa das músicas foi divulgada e pode ser conferida abaixo. O lançamento do álbum deve ocorrer em 10 de fevereiro, mas a pré-venda está marcada para começar já nesta sexta, dia 13 de janeiro. 1. “Don’t Wanna Live Forever” – Zayn Malik e Taylor Swift 2. “Not Afraid Anymore” – Halsey 3. “Pray” – JRY (feat. Rooty) 4. “Lies in the Dark” – Tove Lo 5. “No Running From Me” – Toulouse 6. “One Woman Man” – John Legend 7. “Code Blue” – The Dream 8. “Bom Bidi Bom” – Nick Jonas e Nicki Minaj 9. “Helium” – Sia 10. “Cruise” – Kygo (feat. Andrew Jackson) 11. “The Scientist” – Corrine Bailey Rae 12. “They Can’t Take That Away From Me” – Jose James 13. “Birthday” – JP Cooper 14. “I Need a Good One” – The Avener (feat. Mark Asari) 15. “Empty Pack Of Cigarettes” – Joseph Angel 16. “What Would It Take” – Anderson East 17. “What Is Love?” – Frances 18. “On His Knees” – Danny Elfman 19. “Making It Real” – Danny Elfman

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    Empire é renovada para sua 4ª temporada

    11 de janeiro de 2017 /

    Um dos grandes sucessos da TV americana atual, a série “Empire” foi renovada para sua 4ª temporada pela rede americana Fox. A novidade foi revelada pela emissora durante o evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). A nova temporada também contará com 18 episódios, como as anteriores. “Empire” foi o primeiro projeto televisivo do cineasta Lee Daniels (“O Mordomo da Casa Branca”), criado em parceria com o roteirista Danny Strong (também de “O Mordomo da Casa Branca”), e gira em torno de uma família proprietária de uma gravadora de hip-hop. Fez tanto sucesso – a série chega a atingir 21,2 milhões de telespectadores por episódio, quando somadas todas as suas plataformas de exibição – , que a Fox já embarcou numa segunda série musical do produtor: “Star” – que também estourou em audiência. Atualmente em hiato prolongado de fim de ano, “Empire retorna em 22 de março nos EUA. No Brasil, a atração é exibida no canal pago FoxLife.

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    Emma Watson canta no novo comercial legendado de A Bela e a Fera

    9 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou um novo comercial legendado de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando que quer muito mais que uma vida no interior. Também foi divulgada a versão brasileira do novo pôster da produção, que pode ser conferida abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Clipe de música inédita de David Bowie cai na Terra no dia do seu aniversário

    8 de janeiro de 2017 /

    David Bowie ganhou um novo clipe inédito, no dia em que completaria 70 anos de idade e na véspera do primeiro aniversário de sua morte. O vídeo que marca o início de sua carreira póstuma acompanha a música “No Plan”, faixa que ficou de fora de seu último disco, “Blackstar”, e que está sendo lançada num EP com duas outras canções inéditas e uma reedição de “Lazarus” – a música em que o cantor referencia o renascimento após a morte. As quatro faixas fazem parte do musical “Lazarus”, peça que Bowie escreveu em seu último ano de vida e podem ser consideradas as gravações finais de sua carreira. O vídeo referencia o filme clássico “O Homem que Caiu na Terra”, estrelado por Bowie em 1976, ao destacar uma parede de televisores na vitrine de uma loja – o videowall era uma presença marcante no design futurista da sci-fi dos anos 1970. De forma a complementar a citação, a loja se chama Newton Electrical, como a empresa do personagem de Bowie, Thomas Jerome Newton, no longa de Nicolas Roeg. O endereço também é significativo, uma vez que o cantor viveu na rua Foxgrove, em Londres, na época de “Space Oddity”. Enquanto imagens de foguetes sobem ao espaço nas telinhas, a letra traz Bowie falando do além, a respeito de outro espaço, onde se encontra, um lugar onde não há música, onde nem sequer há um lugar, nem planos. De arrepiar. A direção é de Tom Hingston, artista gráfico que já assinou capas da banda Massive Attack e a abertura do filme “O Homem Mais Procurado” (2014), além de muitas campanhas publicitárias. “No Plan” foi seu segundo clipe para o cantor, após dirigir o vídeo de “Sue (Or in a Season of Crime)” em 2014.

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    Fotos de bastidores marcam início das filmagens de A Escolha Perfeita 3

    7 de janeiro de 2017 /

    A atriz Anna Kendrick postou em seu Instagram uma foto do reencontro das Barden Bellas, com o elenco de “A Escolha Perfeita”, sinalizando o número 3 com os dedos. A imagem marcou o início das filmagens do terceiro longa da franquia e abriu uma série de compartilhamentos pelas demais atrizes nas redes sociais. Além de Kendrick (intérprete de Beca no filme), a foto inicial mostra Rebel Wilson (Fat Amy), Ester Dean (Cynthia Rose), Chrissie Fit (Flo), Shelley Regner (Ashley), Brittany Snow (Chloe), Anna Camp (Aubrey), Hana Mae Lee (Lilly) e Kelley Jakle (Jessica). Kelley Jakle postou a mesma imagem refletida por um espelho, enquanto Anna Camp compartilhou novas fotos, que incluíram Elizabeth Banks (Gail) e até uma briga. Por fim, Brittany Snow tratou de colocar Kenny G na história. Desta vez, a direção está a cargo de Trish Sie (“Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada”) e a estreia está marcada para 22 de dezembro.

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