Novo clipe de Katy Perry é estrelado por um hamster
Sem lançar clipes desde “Rise”, tema da Olimpíada do Rio na TV americana, Katy Perry divulgou o “lyric video” de “Chained to the Rhythm”, uma apresentação oficial, mas que não é o vídeo definitivo. Quem estrela a criação é um hamster. Quarto clipe da cantora dirigido pela australiana Aya Tanimura, o vídeo ilustra a chatice da vida de um hamster, mostrando-o vendo TV, enquanto mãos gigantes preparam comida num fogão em miniatura. A missão é muito bem cumprida, porque o vídeo é um tédio só. A música é melhor que o clipe, misturando pop e reggae, mas também não tem muito a cara de Katy Perry. Soa como as músicas da compositora, Sia. Há ainda uma pequena participação vocal de Skip Marley, neto de Bob Marley.
Berlim: Django abre o festival em ritmo de jazz e política
O Festival de Berlim 2017 deu a largada em sua maratona de cinema nesta quinta (9/2), em clima de jazz, afinação política e sob aplausos contidos, com a exibição de “Django”. O filme de abertura, dirigido pelo estreante Etienne Comar, conta a história do lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt (1910-1953), belga de origem cigana (interpretado pelo ator francês de origem argelina Reda Kateb), que fugiu dos nazistas na 2ª Guerra Mundial, durante a ocupação da França pelos nazistas. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar”. Apesar de estreante, Comar é um conhecido roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Timbuktu” (2014) e “Meu Rei” (2015). Ele conheceu o trabalho de Django Reinhardt por intermédio de seu pai, fã do músico, que foi grande inovador e vanguardista musical. “Procurei evitar o modelo tradicional de cinebiografia, daqueles que cobrem todo o período da vida de um personagem, para me concentrar nessa janela de tempo bastante específica, em que a música adquire um papel importante na tomada de consciência política de Django. Ao mesmo tempo, quis fazer um paralelo entre a tragédia dos refugiados de guerra da época e os refugiados de hoje”. Os paralelos são, de fato, evidentes. Há fortes conexões entre o nazismo e alguns dos temas mais polêmicos no debate político atual, que incluem, obviamente, a crise dos refugiados do Oriente Médio e a proibição de entrada nos EUA de cidadãos de sete países específicos. “Eu queria mostrar um músico em um período complexo da história”, explicou o diretor. “E enquanto tomava esta via, percebi que havia muitos paralelos – refugiados, a maneira que você pode proibir pessoas de viajar…” Comar acrescentou que o tema do filme recai sobre a liberdade que a arte, no caso a música, pode proporcionar durante a repressão, e justamente por conta disso é a primeira coisa a ser atacada por regimes totalitários e terroristas. “Não é nenhum segredo que a propaganda nazista tentou criar regras para conter o jazz, que misturava todos os tipos de culturas diferentes”, disse ele. “Promotores da pureza, os nazistas discriminavam o jazz por ser um gênero nascido de uma mistura de diferentes culturas, em especial daquela desenvolvida por descendentes de negros africanos nos EUA, e por isso considerada arte degenerada. Espero que a mensagem seja entendida”. O cineasta ainda ressaltou a importância da arte em períodos tumultuados. “Declarações nem sempre funcionam. Mas quando se faz isso através da arte, o resultado é muito impressionante”, acrescentou. A crítica internacional, porém, não achou a estreia de Comar tão impressionante assim. Com mais boas intenções que conteúdo, não deve ameaçar os principais concorrentes do Leão de Ouro. “Django” faz parte da competição oficial do festival, que inclui o brasileiro “Joaquim”, cinebiografia de Tiradentes dirigida por Marcelo Gomes. Além deste, outros sete longa-metragens brasileiros serão exibidos na programação da Berlinale 2017, nas mostras Panorama, Geração e Fórum: o documentário “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, e as ficções “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, “Vazante”, de Daniela Thomas, “Pendular”, de Júlia Murat, “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, “As Duas Irenes”, de Fábio Meira, e “Rifle”, de Davi Pretto, que foi a última adição do evento. O Festival de Berlim acontece até o dia 19 de fevereiro na capital alemã.
Cookie bota pra quebrar no comercial da midseason de Empire
A Fox divulgou o comercial da midseason de “Empire” durante o intervalo do Super Bowl. A prévia bota pra quebrar. Literalmente. Com Cookie, a personagem de Taraji P. Henson, brandindo um taco de beisebol no escritório de Lucious, o marido empresário vivido por Terrence Howard. Quadros, fotos, prêmios e o próprio Lucious sentem o que é viver num clipe de Beyoncé, ao som do clássico “What Is Love?”, de Haddaway. É justo, já que a série aborda os bastidores da indústria fonográfica. A segunda metade da 3ª temporada de “Empire” começa em 22 de março nos EUA, e a sinopse avisa: “A batalha entre Lucious e Cookie explodirá na maior guerra de todas”. A série já foi renovada para sua 4ª temporada.
Veja o trailer de um novo documentário musical e esportivo produzido por David Byrne
A Oscilloscope, produtora indie criada pelo falecido Beastie Boy Adam Yauch, divulgou o trailer do documentário “Contemporary Color”. O filme é dedicado ao obscuro mundo dos giros de bandeiras sincronizadas, que não é um esporte olímpico, mas costuma ser visto nas aberturas das Olimpíadas. Por sinal, a coreografia concebida para o filme lembra uma mini-olimpíada. A prévia mostra a preparação e a execução de um espetáculo de dança com bandeiras coloridas, como acompanhamento de um show de pop/rock com vários artistas, entre os quais se destacam os cantores David Byrne, St. Vincent, Nelly Furtado, Devonte Hynes, Zola Jesus e o Beastie Boy Ad-Rock. O show foi concebido por Byrne e realizado no verão de 2015 no Barclays Center do Brooklyn, juntando 10 equipes diferentes de “color guard” (os guarda-bandeiras ginastas) dos EUA e Canadá. O músico também é produtor do filme. Com direção dos irmãos Bill Ross IV e Turner Ross, cinematógrafos do documentário indicado ao Oscar 2017 “Eu Não Sou Negro”, o filme teve première no Festival de Cinema Tribeca do ano passado, onde levou dois prêmios de júri para Melhor Edição e Melhor Cinematografia. A estreia está marcada para 1 de março nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Mariah Carey queima seu vestido de noiva de US$ 250 milhões em novo clipe
A cantora Mariah Carey resolveu aproveitar o novo clipe para se desfazer de seu vestido de noiva, após o súbito rompimento de seu ex-noivo milionário James Packer no ano passado. No vídeo de “I Don’t”, a cantora aparece jogando o vestido em uma fogueira. O site TMZ foi investigar e constatou que realmente é a peça da grife Valentino que ela usaria no casamento com Packer. O valor do vestido é US$ 250 milhões, o que torna o clipe, brega no último, um dos mais caros de todos os tempos. O casal estava junto desde 2015, num namoro que começou pouco depois do fim do casamento da cantora com o empresário Nick Cannon, com quem tem dois filhos. O final abrupto da relação, na véspera do casamento, teria sido incentivado pela igreja da Cientologia, segundo apurou o jornal New York Post na ocasião. Packer é cientólogo e teria recebido “ordem” de terminar com Carey. Já fontes próximas a Packer asseguram que a separação não teve nada a ver com a cientologia, e sim com os gastos excessivos e o drama eterno em torno de Mariah. As versões convergem na questão da exposição que o reality show “Mariah’s World” traria para a vida íntima do empresário. A Cientologia é avessa a qualquer exposição, fazendo questão de manter suas práticas um segredo só conhecido por seus membros. O reality poderia escancarar alguns hábitos. O milionário australiano recentemente entrou na indústria cinematográfica, criando uma produtora muito bem-sucedida, a RatPack Entertaiment, em parceria com o diretor Brett Ratner em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment, começando seus negócios com os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Aliança do Crime” (2015) e “O Regresso” (2015).
Zayn também divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros
Depois de Taylor Swift, Zayn Malik também divulgou sua versão solo e acústica da música “I Don’t Wanna Live Forever”, que integra a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. E, diferente de Taylor, postou a gravação na íntegra, num vídeo de estúdio em sua página no YouTube. Curiosamente, sua versão tem menos cacoete de boy band que a gravação original, feita como dueto. A cantoria acústica do ex-One Direction reflete mais o clima depressivo do clipe oficial, com voz tremida e muita sofrência. Qual versão o público vai achar que ficou melhor?
Taylor Swift divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros
Taylor Swift divulgou em sua página no YouTube um vídeo em que ensaia uma versão acústica de “I Don’t Wanna Live Forever”, sua parceria com Zayn Malik para a trilha sonora de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Trata-se de uma prévia de sua apresentação no chamado “pré-show” do Super Bowl neste sábado (4/2), um dia antes do grande evento (a final do campeonato de futebol americano), que terá a presença de Lady Gaga. Confira abaixo como a música fica ao violão e sem a voz de Zayn.
Vídeo de bastidores aborda diferenças entre Cinquenta Tons Mais Escuros e o primeiro filme
A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “Cinquenta Tons Mais Escuros”, em que os atores Jamie Dornan e Dakota Johnson, o diretor James Foley e a escritora E.L. James falam sobre as diferenças entre a sequência e o filme original, que levou mais de 6,5 milhões de espectadores aos cinemas brasileiros. Mas o que realmente chama atenção, logo no primeiro segundo, é a voz de um cantor de boy band cantando “ô-ô-ô”, um corinho infantil como tema de um filme supostamente para adultos. A estreia acontece em 9 de fevereiro.
Filha de Michael Jackson vai estrear como atriz na série musical Star
Paris Jackson, filha do cantor Michael Jackson, vai estrear como atriz. Segundo a revista The Hollywood Reporter, ela entrou na nova série musical “Star”, da rede Fox A jovem de 18 anos vai aparecer em apenas um episódio e interpretará a personagem Rachel Wells, uma expert em redes sociais encarregada de supervisionar uma sessão de fotos para o grupo musical protagonista da série. Recentemente, o cineasta Lee Daniels, criador da série (e também de “Empire”), afirmou à revista Rolling Stone que já tinha Paris em mente para um papel na atração. A Rolling Stone também publicou a primeira longa entrevista de Paris, na qual a filha de Michael Jackson deixa aberta a possibilidade de se dedicar à música no futuro. Desde a morte do pai, em 2009, Paris Jackson apareceu apenas em poucos programas de televisão, com apresentadoras de sua confiança como Oprah Winfrey e Ellen DeGeneres.
Roteirista de A Teoria de Tudo vai escrever filme sobre John Lennon e Yoko Ono
“Imagine… um filme sobre John Lennon e Yoko Ono.” É assim que o produtor Michael De Luca está apresentando o projeto de um longa-metragem de ficção sobre o roqueiro e sua esposa. Ainda sem título, o projeto pretende retratar o relacionamento do casal com os Beatles, mas principalmente as suas campanhas pacifistas. “A história focará em amadurecimento e temas relevantes como amor, coragem e ativismo nos EUA — com a intenção de inspirar os jovens de hoje a se levantar e ter uma visão clara do mundo que eles desejam”, disse De Luca em comunicado. Ele é produtor de filmes indicados ao Oscar, como “A Rede Social” (2010), “O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) e “Capitão Phillips” (2013), mas também de caça-niqueis como “Padre” (2011), o remake de “A Hora do Espanto” (2011), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O roteirista Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “A Teoria de Tudo” (2014) – outra cinebiografia – , escreverá a trama, que ainda terá, entre os produtores, ninguém menos que a própria Yoko Ono. Apesar do anúncio oficial de sua produção, o filme ainda não tem previsão de estreia.
Josie e as Gatinhas cantam hit dos Archies em cena da série Riverdale
A rede americana CW divulgou uma cena de sua nova série “Riverdale”, que traz a banda Josie e as Gatinhas tocando “Sugar Sugar”, o grande hit da série animada “Turma do Archie”. A canção original liderou as paradas mundiais em 1969 e ganhou até versão brasileira, “Menina Doce”, cantada pelos Fevers. Já a nova gravação tem influência do hip-hop, refletindo a formação das Gatinhas na série. “Riverdale” é baseada nos quadrinhos de Archie e sua turma, mas, na série, Archie Andrews (o neozelandês K.J. Apa, de “Quatro Vidas de um Cachorro”) é um músico colegial, que ainda não fez sua primeira demo, muito menos formou uma banda com Betty (Lili Reinhart, de “Os Reis do Verão”), Veronica (a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros), Reggie (Ross Butler, da série “Agente KC”) e Moleza (Cole Sprouse, da série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”). Na cena abaixo, por sinal, é possível ver Betty e Veronica como cheerleaders. Já as integrantes da banda Josie e as Gatinhas são interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial do desenho animado, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) vive a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) é a ex-loira burra Melody e a estreante Irie Hayleau interpreta Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Tanto Archie quanto Josie são personagens da Archie Comics, editora de quadrinhos que tem como diretor criativo Roberto Aguirre-Sacasa – por sua vez responsável pela criação da série. Roteirista experiente, Aguirre-Sacasa já escreveu para “Glee”, “Supergirl” e assinou o remake de “Carrie, a Estranha” (2013). A série surpreendeu com um promissor episódio inaugural na semana passada e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Luan Santana lança seu primeiro clipe internacional com participação de Whindersson Nunes
O cantor Luan Santana lançou seu primeiro clipe internacional. Musicalmente, também representa uma guinada. No lugar da sofrência sertaneja, “Acordando o Prédio” mira a vibração sexual do reggaeton. O tempero “caliente” inclui locações em Havana e um diretor cubano, Alejandro Perez, que assinou clipes de Enrique Iglesias (inclusive “Bailando”, o dueto com Luan) e a fotografia de dois longas-metragens realizados em Cuba. Apesar da abertura registrada em Havana, a maior parte do vídeo traz o cantor num quarto de hotel cenográfico, gabando-se de sua capacidade sexual. Curiosamente, a amante-modelo de lingerie (Idanis Batista), que vive seu par romântico, é quem menos aparece em cena, ofuscada pelo intérprete do faxineiro do prédio, encarnado pelo youtuber Whindersson Nunes, e dezenas de figurantes, que desandam a dançar em seus quartos. Ao final, todo mundo se inspira, invade corredores, elevadores e o hall do prédio para enfrentar a repressão (haveria ali uma alusão à ditadura?) e dançar em comemoração às proezas sexuais do cantor. A música faz parte do álbum “1977”, lançado em novembro do ano passado.
Telefilme sobre a vida de Britney Spears ganha pôster e trailer
O canal pago americano Lifetime divulgou o pôster e o primeiro trailer da telebiografia de Britney Spears, intitulada “Britney Ever After”. A prévia mostra cenas de shows, sucesso e decadência, no padrão sensacionalista que caracteriza as produções do canal. A trama vai se concentrar na fama meteórica da artista no final dos anos 1990, especialmente em sua conturbada vida privada, da relação com Justin Timberlake aos momentos de loucura, como na ocasião em que raspou todo o cabelo, mas deve terminar com sua volta por cima. O elenco destaca a australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”) no papel principal e ainda inclui Nicole Oliver (série “Arrow”) e Matthew Harrison (“Uma Noite no Museu”) como os pais da cantora, Nathan Keyes (“Ben 10: Invasão Alienígena”) como Justin Timberlake e Clayton Chitty (série “Fringe”) como o ex-marido, Kevin Federline. A direção é de Leslie Libman, que em 1990 comandou o clipe clássico das Bangles “Manic Monday” e hoje dirige séries como “Zoo”, “NCIS” e “The Vampire Diaries”. A estreia está marcada para o dia 18 de fevereiro nos EUA.












