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  • Música

    Novo clipe de Anitta mostra ambição internacional com crianças dançando ao redor do mundo

    20 de julho de 2018 /

    Anitta internacionalizou de vez sua carreira. Não bastasse cantar sua nova música em espanhol, o clipe grandioso de “Medicina” tem cenas gravadas em seis países diferentes, mobilizando crianças de várias partes do mundo para dançar. A intenção é passar uma mensagem globalizada, mas também ampliar as fronteiras de seu sucesso. A letra sugere que a música cura como medicina e é universal, encanta todos os povos, todas as classes. Na canção, Anitta canta “Eu não me importo se você tem dinheiro, o que importa é que você saiba mexer”, mas em espanhol. A direção do vídeo é de Harold Jiménez (que já havia trabalhado com Anitta em “Machika”) e traz cenas de crianças no Brasil, Colômbia, Japão, Índia, Estados Unidos e num território africano não identificado. O resultado, que mostra algumas coreografias em trajes tradicionais dos países, inclusive indiozinhos brasileiros, resulta um tanto estereotipado, ao estilo das novelas de Glória Perez. Não é, definitivamente, “Sense8”. Ao lançar o vídeo, com uma transmissão direto de sua casa, no Rio de Janeiro, ela explicou em português, inglês e espanhol, o que a levou ao conceito. “Resolvi fazer com crianças porque elas são o futuro do nosso planeta, misturamos muitas culturas e crianças de várias nacionalidades”. O próximo clipe de Anitta deve ser “Veneno”, que também foi gravada na Colômbia e é novamente cantada em espanhol, como estratégia para fortalecer ainda mais seu nome no mercado latino, aproveitado que ela entrou no reality musical “La Voz”, a edição mexicana do “The Voice”.

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  • Filme,  Música

    Continuação de Mamma Mia! inspira Cher a gravar um disco inteiro de covers do Abba

    17 de julho de 2018 /

    A cantora Cher vai aproveitar sua participação em “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” para lançar um álbum inteiro só com covers do grupo sueco Abba. Assim como no primeiro “Mamma Mia!”, lançado em 2008, o novo filme é um musical que apresenta coreografias ao som de covers de grandes sucessos do Abba. Em sua aparição no longa, Cher canta “Fernando”, um single lançado pelo grupo em 1976. “Depois que eu cantei ‘Fernando’, pensei que seria divertido fazer um álbum com músicas do Abba, então eu fiz. Não tem nada a ver com o que você pensa do Abba, porque eu fiz do meu próprio jeito”, afirmou a cantora, em entrevista ao programa “Today”, dando a notícia do lançamento. Veja abaixo. O novo Mamma Mia! estreia no dia 2 de agosto no Brasil. Já o disco de Cher ainda não possui previsão de estreia.

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  • Música

    Clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho têm rejeição após acenarem ao universo LGBTQIA+ – e isso merece reflexão

    17 de julho de 2018 /

    A comunidade LGBTQIA+ não gostou nada dos clipes de “Me Solta”, de Nego do Borel, e de “Arrasou, Viado”, de Jojo Todynho. Ambos foram lançados com poucos dias de diferença, em clima de celebração do arco-íris, e acabaram acusados de oportunismo. Estariam atrás do “pink money”, o dinheiro gay. Enquadrado como caricato e totalmente desvinculado do movimento, Borel teve até escancarada suposta ligação com Bolsonoro, o pré-candidato homofóbico à presidência do Brasil, por uma foto que tirou ao lado do político. Por conta disso, teve que declarar publicamente que não o apoia, mas que também não recusa pedido de fotos. Graças à polêmica, “Me Solta” já atingiu 30 milhões de visualizações. E ao mesmo tempo virou o novo recordista de dislikes do Youtube Brasil – com 657 mil polegares para baixo. A maior reclamação do público é pelo fato de o cantor – heterossexual – ter se vestido de mulher e dado um beijo em outro homem em seu clipe. Muitos entenderam as cenas como motivo de chacota. Outros tantos ficaram enojados com a demonstração gay. Vale considerar que o antigo líder de rejeição era “Vai Malandra”, o clipe-fenômeno de Anitta – com 282 milhões de visualizações – , que assim como o vídeo de Borel foi gravado em ritmo de festa numa favela. Sua negativação seria sinal de que o preconceito também é social – e, por que não, racial? Tema para outro post. Já o clipe de Jojo Todynho não bombou tanto. Tem 3,3 milhões de views, com 117 mil dislikes. Só que, na média, sua rejeição é praticamente o dobro da sofrida por Borel. Não adiantou incluir a bandeira do arco-íris, integrantes da comunidade e até membros da ONG “Mães pela Diversidade” no vídeo. Segundo a cantora, o objetivo da obra era justamente o oposto do mencionado nas críticas: “A mensagem que quero passar é de de amor ao próximo e de tolerância! Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. E nada mais justo do que falar sobre isso em forma de canção”, ela declarou ao jornal O Globo. Na prática, os dois artistas são vítimas de dois tipos diferentes de preconceito. Dos conservadores que não aceitam o universo LGBTQIA+ e de autoproclamados porta-vozes do movimento, que consideram apropriação cultural os esforços recentes dos cantores heterossexuais. Agora. Porque adoravam quando Madonna – que não é negra nem ex-favelada – fazia exatamente a mesma coisa, beijando mulher e roubando estilo da cena LGBTQIA+ para fazer sucesso. A americana era ícone. Os brasileiros são aproveitadores. Os tempos mudaram, hoje talvez Madonna não fosse aceita da mesma forma. Mas o pop continua a ser apropriação cultural por excelência. Não é movimento. É comércio. E o sonho de todo artista é estourar e ser conhecido para além de seu mundinho – faturar em pink, green e credit card. Durante anos, os gays foram colocados num gueto, com vidas separadas do resto da sociedade, frequentando casas noturnas exclusivas, festivais de cinema específicos, etc. Neste período medieval, também precisavam ficar no armário, escondendo sua sexualidade no dia-a-dia para manter emprego e amizades. Mas o século virou. Gays assumidos e heteros convivem cada vez mais no trabalho, na vida noturna, filmes de sexo gay explícito são premiados no Festival de Cannes e beijos gays superam os heterossexuais na premiação do MTV Movie & TV Awards. Ninguém precisa ter doutorado em semântica para perceber que um mundo mais inclusivo significa o oposto do mundo exclusivo dos guetos isolados. Quem busca separar, quer dividir. E esses são os eleitores de Bolsonaro, que realmente acham genial enquadrar simpatizantes heteros do movimento LGBTQIA+. A reação da comunidade LGBTQIA+ aos clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho parece uma tentativa de reerguer cercas que já deviam ter ruído, de separação entre heteros e outros. Esquecem-se que o movimento já foi identificado com outras letras: GLS, que significavam Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Com tantas outras siglas incorporadas, LGBTQIA+ realmente abandonou a letra S. Quem sabe, para demonstrar sua autossuficiência. Este orgulho, que resulta de muitas lutas históricas, pode ter sido a razão da denúncia contra os dois “LGBTQIA+ de butique” – expressão emprestada da antiga acusação aos “punks de butique”. A ironia desse ataque é que ele cria subtexto, fazendo os vídeos comerciais virarem produtos subversivos. Afinal, se a denúncia é que um “nego do Borel” achou que ia faturar mais ao se vestir de mulher e beijar outro homem, a iniciativa só demostra, ao contrário, um grande ponto contra o preconceito. Pois trata-se de um artista já estabelecido que nem pensou se alienaria seu público original ao incorporar uma história gay. Jamais pensou que beijar outro homem faria diminuir seu sucesso. O que, convenhamos, não é o mundo em que vivemos, basta ver a reação causada por selinhos recentes entre homens famosos do futebol e da TV brasileira. Por isso, a repercussão negativa entre lésbicas, gays, bis, trans, queers e não binários merece reflexão. Querem aumentar os muros do gueto? Concordam com as reações negativas contra beijos entre homens – e mulheres – heterossexuais? Referendam a tese de Bolsonoro de que heteros não devem gostar de homossexuais, apenas suportar? Nunca mais ouvirão Madonna de raiva, ao perceber que ela fez as mesmas coisas que acusaram Borel e Jojo de fazer? Impedirão Anitta de voltar a cantar na Parada LGBT de São Paulo, porque ela e outros tantos simpatizantes são hetero? Proibirão qualquer artista hetero de manifestar simpatia pela causa LGBTQIA+? E a seguir? Voluntariamente bordarão um triângulo pink nas roupas, para se diferenciarem? É um exagero retórico, mas quem conhece História sabe a que isso se refere, e ajuda a criar a imagem de que enaltecer o gueto pode apenas reforçar a prisão que deveria ser derrubada.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme da banda Queen desfila coleção de hits, figurinos e segredos em novo trailer

    17 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos oficiais e o segundo trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. E além de resumir a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, a prévia finalmente aborda a homossexualidade do cantor, em duas cenas breves e em sua recusa em comentar sua vida pessoal, durante uma entrevista. Na vida real, ele era fanático por sua privacidade e nunca assumiu que era, no mínimo, bissexual. Para quem não lembra, o cantor só confirmou ser HIV positivo um dia antes de morrer. O vídeo também chama atenção por apresentar diversos hits da banda, inclusive cenas de gravação da música que lhe dá título, e pela variedade de figurinos e penteados do elenco, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Paulo Miklos vai viver cantor de banda punk em filme de suspense

    15 de julho de 2018 /

    O cantor Paulo Miklos vai viver um roqueiro punk em seu próximo filme no cinema. O personagem é o protagonista de “O Homem Cordial”, suspense psicológico que está sendo rodado em São Paulo desde o início do mês, sob a direção de Iberê Carvalho (“O Último Cine Drive-In”) “Nunca fiz um papel tão próximo de mim, disse Miklos, em entrevista ao jornal O Globo, durante filmagem na sala de shows Credicard Hall, lugar em que ele fez muitas apresentações com a banda Titãs. “É interessante poder emprestar para o personagem algo da minha vida e da minha experiência. A gente sempre empresta, claro, mas neste caso vai ser um choque para quem me acompanha como músico. Até porque tem uma inversão de expectativas. É muito legal poder ‘brincar’ com isso”. Miklos começou a atuar – e bem – , em 2002, no filme “O invasor”, de Beto Brant, e desde então vem mantendo uma carreira paralela nas telas, em filmes tão diferentes quanto “Estômago” (2007), “É Proibido Fumar” (2009) e “Carrossel: O Filme” (2015). Em “O Homem Cordial”, a banda punk fictícia liderada por Miklos, a Instinto Radical, volta aos palcos após anos de separação para um show de reunião. Mas em meio à apresentação, o público começa a hostilizar o personagem e o grupo, que traz entre seus integrantes os atores e músicos Bruno Torres, Theo Werneck e Mauro Schames. “Na verdade, a esta altura, ninguém sabe o por que da reação agressiva do público”, explicou o diretor, que também assina o roteiro em parceria com o uruguaio Pablo Stoll (“Whisky”). “Aos poucos, no entanto, o espectador vai se dando conta de que aquilo tem a ver com algo que aconteceu antes e acabou se espalhando pela internet e pelas redes sociais”. Na história, o protagonista se vê no centro de uma polêmica, após um vídeo de celular flagrá-lo no cenário em que um policial militar foi morto. O filme acompanha o roqueiro em uma jornada pela noite de São Paulo, onde ele vai enfrentar as consequências de uma sociedade cada vez mais radicalizada e extremamente polarizada. “O espectador vai acompanhar o meu personagem”, disse Miklos, ainda para O Globo. “Vai se identificar com ele e, ao mesmo tempo, vai desenvolver uma visão crítica dele. Não é um herói que você segue cegamente, é alguém que a gente vai descortinando e descobrindo coisas a partir do seu olhar. E também vão julgá-lo, como as pessoas que estão ao redor dele. É sobre isso, na verdade que estamos falando também”. A ideia do filme foram vídeos que se espalharam pela internet em 2015, mostrando um menino quase ser linchado em Copacabana por turistas e banhistas que o acusaram de ter participado de arrastões na praia. Já apreendido pelos guardas municipais, o menino continuou levando tapas e socos, antes de ser protegido para sair do local numa viatura. Ao “É um tema que me parece muito urgente”, contou Carvalho na mesma entrevista. “Em uma das edições recentes do Festival de Cannes, o Pedro Almodóvar disse que, se tivesse filhos, ficaria muito preocupado, por conta da onda reacionária que o mundo vai enfrentar nos próximos anos. Fiquei assustado porque achava que era localizado, mas fiquei pensando onde isso vai parar. Foi quando eu tive a certeza de que o meu filme seria sobre isso”. Ou seja, sobre a influência da internet e das redes sociais na mobilização de pessoas para o bem ou, na maior parte do tempo, para o mal.

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  • Música

    Clipe da banda Angra chama atenção por participação da cantora Sandy

    14 de julho de 2018 /

    A banda Angra divulgou seu novo clipe de heavy metal, que traz uma participação curiosa: a estrela do filme de terror “Quando Eu Era Vivo” (2014), também conhecida como a cantora romântica Sandy. A música “Black Widow’s Web”, revelada no começo do ano no disco “Omni”, já dava o que falar pela parceria com a cantora e no clipe ela incorpora o visual que, nos bastidores da gravação, ganhou o apelido de “gótica suave” e de “Sandy Trevosa”. Além de Sandy, o clipe conta com a aparição de outra vocalista, fazendo os vocais guturais. É a canadense Alissa White-Gluz, da banda Arch Enemy, que tem a voz e o visual mais ousados da produção. O clipe, porém, ganhou um trecho a mais de Sandy. Durante uma pausa na música, a cantora declama frases sobre vaidade, em inglês soturno. Antes do lançamento, Sandy contou que o filho, Theo, de quatro anos, aprovou sua participação. “Ele amou, porque ele é muito metaleiro, ele é fã do Sepultura e agora tá virando fã do Angra também”. Angra e Sandy já haviam trocado elogios pela parceria inusitada. “Foi um prazer participar dessa música do Angra que tem um sentido muito importante nos dias de hoje. Não foi só a música que me atraiu, mas toda a ideia da letra, a questão da ‘viúva negra’ como uma analogia com as mídias sociais. Quando o Rafael (Bittencourt, guitarrista) me trouxe essa ideia, fiquei super empolgada em poder fazer parte. Adoro desafios e amo ter oportunidades de fazer coisas que, talvez, as pessoas não esperem de mim artisticamente. Espero que o público goste, eu fiquei bem feliz com o resultado”, postou Sandy em seu Facebook. “Ter a Sandy foi uma das coisas mais especiais, porque ela é uma das grandes cantoras do Brasil e uma pessoa que foi muito amável, receptível, que está disposta a se arriscar”, disse Rafael Bittencourt, ao UOL. Curiosamente, o diretor do clipe, Leo Liberti, convive com artistas desses dois extremos musicais, assinando vídeos para Megadeth e Sérgio Reis.

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    YouTube vai transformar clipe do Maroon 5 em série

    14 de julho de 2018 /

    O YouTube anunciou a produção de uma série inspirada no clipe de “Sugar”, da banda Maroon. Lançado em janeiro de 2015, o vídeo mostrava a banda aparecendo de “penetra” em casamentos de fãs para fazer shows de surpresa, emocionando noivos e convidados, que tinham suas reações autênticas filmadas em estilo de reality show. A ideia da série é registrar outras pegadinhas do bem, trazendo vários artistas para surpreender fãs em eventos inesperados a cada episódio. Segundo a revista Billboard, além da banda liderada por Adam Levine, a série vai contar com episódios focados em Blake Shelton e Kelly Clarkson, colegas do vocalista no programa “The Voice”. Outros artistas confirmados no projeto são Snoop Dogg, Charlie Puth, A$AP Ferg e Bad Bunny. Os fãs que receberão as surpresas não serão escolhidos ao acaso, mas pessoas reconhecidas por seus trabalhos comunitários ou beneficentes. O cineasta David Dobkin, que dirigiu o clipe e é especialista em tramas de “penetras” – é dele a comédia “Penetras Bons de Bico” – vai assinar a produção. Ainda não há previsão para o lançamento da série. Enquanto isso, relembre o clipe abaixo.

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    Will Smith defende “atuações” de Neymar na Copa e diz que nem ele tem sempre boas interpretações

    13 de julho de 2018 /

    O ator e rapper americano Will Smith participou de uma entrevista coletiva nesta sexta (13/7), na Rússia, ao lado do porto-riquenho Nicky Jam e da kosovar Era Istrefi, por conta do show que os três farão na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo 2018. E ele acabou mostrando seu famoso carisma, ao ser questionado sobre o talento de Neymar como ator das cenas de quedas mais dramáticas deste mundial. Perguntado por um jornalista da Folha de S. Paulo se poderia avaliar as atuações de Neymar, o americano gargalhou, disse que ele é “espetacular” e citou algumas de suas próprias interpretações para ilustrar que nem ele fez sempre boas interpretações. “Isso é terrível. Eu estou nesse negócio há muito tempo para responder a essa pergunta. Acho que ele fez um trabalho espetacular. Como ator, você tem situações onde, às vezes, você faz ‘À Procura da Felicidade’, às vezes você faz ‘Independence Day’, mas de vez em quando você faz ‘As Loucas Aventuras de James West’. Quando você atua em uma escala mundial, sempre terá bons e dias ruins”, disse o ator. Smith também se referiu com carinho a Seleção do Brasil ao ser perguntado para qual time torcia na Copa. “Eu passei muito tempo no Brasil, e eu amo a seleção brasileira. Eu e Neymar estivemos alguns dias na mesma cidade, nos mandamos mensagens. Ele é meu preferido. Eu tenho um espaço no meu coração para a seleção brasileira”, confessou Smith. Por conta disso, pediram para ele comparar o desempenho do Brasil na Copa do Mundo com algum dos seus filmes. “Eu não sei nem como responder essa pergunta. Difícil, não tenho ideia de qual filme seria o Brasil. Não, espera um pouco, deixa eu pensar. Provavelmente foi uma performance ‘Eu, Robô’, que foi assim mais ou menos. Não foi nem nível ‘Homens de Preto’ nem ‘As Loucas Aventuras de James West'”, disse, citando um blockbuster e um fracasso como parâmetros. Will Smith ainda se disse muito orgulhoso de ter participado da Copa do Mundo cantando o tema oficial da competição, “Live It Up”. “Isso é o maior evento de esportes do mundo. Quando Nicky me pediu para fazer parte disto, eu nem tive que pensar. A ideia de tantas pessoas olhando para um evento se encaixa perfeitamente no que eu quero fazer no mundo. As pessoas aqui gritando, criando um ambiente de união, isso é impossível em outro contexto. Estou entusiasmado por estar aqui em um dos grandes momentos de harmonia global. Vou fazer tudo o que eu puder fazer para dar alegria, amor e uma contribuição para a família humana”, completou. Veja a íntegra da entrevista coletiva no vídeo abaixo.

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  • Música

    Ariana Grande vira uma deusa em seu melhor clipe, o empoderador God Is a Woman

    13 de julho de 2018 /

    Ariana Grande lançou o que já é considerado por muitos fãs como o melhor clipe de sua carreira, “God Is a Woman”. No vídeo, que confronta a narrativa do patriarcado para a história da civilização, Ariana se torna divina, poderosa, uma deusa. Ela faz mais que proclamar que Deus é mulher, o título da canção. Vira essa personagem simbólica, ao oferecer uma releitura completa do mundo, sob uma perspectiva feminina. A cantora se agiganta, aparece nua, faz diversas referências vaginais e grávidas, e logo embarca numa trajetória de alta cultura pela história da civilização, na qual dá vida ao universo e ao Jardim do Éden, segundo a iconografia cristã. Como forma de ilustrar sua História pop, ela transforma seu corpo na escultura “O Pensador”, de Auguste Rodin, na escultura medieval “Lupa Capitolina”, e no afresco “A Criação de Adão”, de Michelangelo, pintado no teto da Capela Sistina. A esse resumo museológico se juntam curiosos efeitos digitais retrôs, que exploram de animação convencional a colagens de chroma key antiquadas, sem esquecer uma cena bizarra de marionetes de marmotas e a abertura sexy de aquarela viva. Não é um clipe modernoso. É um clipe atemporal. E ele ainda tem explicação embutida, ao interromper a música para materializar um monólogo de Madonna, que (dublada por Ariana) parafraseia a Bíblia (ou “Pulp Fiction”, escolha), trocando os gêneros. Esse intervalo logo emenda em outra referência high cult, quando Ariana joga um martelo gigante contra o teto do Panteão, em Roma – que funciona como uma igreja dedicada à “Santa Maria e os Mártires” – trazendo maior iluminação ao mundo videográfico, enquanto a música se transforma num gospel com coral ressoante de cada vez mais convertidas. A direção é de Dave Myers, o diretor mais relevante dos clipes atuais – que venceu tudo no ano passado, do MTV Video Music Awards ao Grammy, por seu trabalho com o rapper Kendrick Lamar. Este é o terceiro vídeo de Myers para a cantora em 2018. Ele também assinou os clipes de “No Tears Left to Cry” e “The Light Is Coming”, que completam com “God Is a Woman” todos os clipes antecipados do álbum “Sweetener”, que só será lançado em agosto.

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    Jojo Todynho reúne de Thammy Miranda a Rita Cadillac em novo clipe

    13 de julho de 2018 /

    A artista antigamente conhecida como Jojo Todynho lançou um novo clipe e uma nova frase para seu arsenal de bordões. Depois do fenômeno “Que Tiro Foi Esse”, ela emplacou “Arrasou Viado” entre os vídeos mais vistos do YouTube nacional. Um detalhe curioso é que produção foi disponibilizada sob o nome de uma nova artista, que é a mesma, com outro nome: Jojo Maronttinni. A música é uma composição de Anitta – em parceria com o DJ Batata, que fez “Que Tiro Foi Esse”. E repete o refrão até furar os tímpanos dos ouvintes. Já o clipe dirigido e produzido por Augusto Wyss (WYSSBRAZIL) lembra um comercial de programa de auditório, em que várias celebridades da sopa de letrinhas (LGBTQI+) se alternam no cenário com plateia, rebolando como se estivessem no Chacrinha. Com direito a ex-Chacrete na lista de convidados. Entre as caras e bocas estão Thammy Miranda, David Brazil, Carol Marra, Narcisa Tamborindeguy, Leo Áquila e Rita Cadillac. E há também membros da ONG “Mães pela Diversidade”, entre placas com palavras de ordem LGBTQIA+. “Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. ‘Arrasou Viado’ é uma expressão que a gente fala no dia a dia, positiva, pra cima, otimista e o que a gente precisa agora é acreditar no amor, na felicidade e buscar o respeito pelo próximo, a tolerância”, ela explicou durante a divulgação da faixa. Sobre a patrulha das recalcadas, que quer monopolizar os “viados” da música pop e já tentou colocar Nego do Borel no paredão por um vídeo de proposta similar, a funkeira diz não se preocupar. “Eu não sou do tipo que liga pra nenhum tipo de critica, e muito menos as maldosas! Eu sou ligada em gente do bem, em energia positiva, no lado bom da vida. Eu curto bons conselhos, de quem me ama e me quer bem. O resto… o nome já diz, é resto!”, disparou.

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  • Música,  Série

    Anitta vai ganhar série documental na Netflix

    12 de julho de 2018 /

    Os planos de conquista galática de Anitta deram um novo salto nesta quinta (12/7) com o anúncio da série “Vai Anitta”, que mostrará os bastidores da carreira da cantora e contará sua história “do baile funk para o mundo” na Netflix. “Sabe aquela expressãozinha que a gente usa: ‘a minha vida está tão louca que daria uma série’? Pois é. A minha deu”, disse Anitta no comunicado do anúncio da série documental. Com mais de 29,4 milhões de seguidores no Instagram, 2 bilhões de visualizações no YouTube e uma carreira internacional em ascensão, Anitta já se tornou a artista brasileira mais celebrada no mundo, com sucessos como “Downtown” – primeira música de uma artista brasileira a ser listada no Top 20 do Spotify – e “Vai Malandra” – que, além de quebrar todos os recordes brasileiros de streaming, foi a primeira canção nacional no Top 25 Mais Tocadas no Mundo, no Spotify. Com produção do Shots Studios, as gravações já estão acontecendo há bastante tempo. Uma equipe chegou a ser flagrada registrando um pocket show de Anitta em Miami há três meses. Na época, as imagens já eram identificadas como sendo um projeto da Netflix, embora os rumores aludissem a um documentário em longa-metragem. A ideia da produção é dar aos fãs a chance de ver a estrela em momentos íntimos e entender como ela constrói e gerencia sua própria carreira, com câmeras que terão acesso irrestrito e sem censura aos bastidores de sua agitada rotina: dos shows no Brasil às viagens pelo mundo, passando pela interação com os fãs nas redes sociais e sua vida pessoal. “Vai Anitta” será disponibilizada com exclusividade na plataforma de streaming, mas ainda não tem data de estreia prevista. Segundo boatos, Anitta também estaria negociando uma série animada para crianças com a Netflix, que disputa a preferência com o canal pago Gloob. Veja abaixo o anúncio em vídeo da produção, feito pela própria cantora, e a primeira prévia de “Vai Anitta”. Anitta em breve na Netflix, Anitta coming soon to Netflix, Anitta llega a Netflix. #AnittaNaNetflix pic.twitter.com/M5miTYLu82 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 12 de julho de 2018

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  • Filme

    Hotel Transilvânia 3 e Aranha-Céu chegam aos cinemas

    12 de julho de 2018 /

    A animação “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” e o filme de ação “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” são as estreias mais amplas da semana, que registra a menor quantidade de lançamentos do ano. Apenas cinco filmes chegam aos cinemas, sendo que um deles estará em cartaz por apenas um dia. Os dois filmes de shopping center também estreiam neste fim de semana nos Estados Unidos, onde o terceiro “Hotel Transilvânia” fez mais sucesso com a crítica – 69% de aprovação contra os 54% que enquadraram o filme de Dwayne “The Rock” Johnson como genérico e medíocre. O desenho volta a trazer a família de Drácula e sua trupe monstruosa, que são dublados em inglês por Adam Sandler e as criaturas que sempre o acompanham – mais Selena Gomez. Desta vez, porém, a produção troca o hotel do título por férias num transatlântico. E esta não é a única variação da trama original. Com a filha casada, resta ao próprio Drácula, que não namora há 100 anos, ter sua vida romântica explorada. Obviamente, isto envolve uma caça-vampiros. Não é Pixar, mas é divertido como costumam ser as animações de Genndy Tartakovsky (criador de “O Laboratório de Dexter”) para sorte dos pais. Já a premissa de “Arranha-Céu” é um mashup do ataque terrorista de “Duro de Matar” (1988) com o desastre incendiário de “Inferno na Torre” (1974). Graças a situações de vida ou morte a cada dez minutos, o filme engata um ritmo frenético, que joga as leis da física para o ar, dá um salto duplo twist carpado, cai de pé após romper o vidro da janela e sai correndo para a acrobacia seguinte. Na trama, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Seu verdadeiro objetivo parece ser mostrar-se capaz de superar tudo o que Bruce Willis e Tom Cruise já fizeram no cinema. E com apenas uma perna. No circuito limitado, entram dois dramas franceses altamente recomendáveis. “Hannah” é uma tour de force de Charlotte Rampling, que venceu a Copa Volpi de Melhor Atriz do Festival de Veneza pelo papel de uma mulher da terceira idade que perdeu tudo quando o marido foi preso, inclusive o amor da família. Tem 89% de aprovação da crítica americana, na média do Rotten Tomatoes. Ainda melhor, “Uma Casa à Beira-Mar” é a história de três irmãos adultos que, diante da perspectiva da morte do pai, voltam a se reunir no restaurante que lhes cabe de herança, ponderando o que fazer, a partir do que eles próprios fizeram de suas vidas. Com direção de Robert Guédiguian (de “As Neves do Kilimandjaro”), tem nada menos que 100% de aprovação. A programação se completa com um documentário da recente turnê da banda Muse, que será exibido apenas nesta quinta (12/7). Para fãs. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para ficar por dentro das estreias desta semana nos cinemas. Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas | EUA | Animação Solitário e infeliz, buscando um novo amor na internet, Drácula é surpreendido com um presente da querida filha: férias em um cruzeiro. Inicialmente resistente à ideia, ele acaba engajado no passeio ao se encantar pela comandante, que, no entanto, esconde um segredo nada amigável. Arranha-Céu: Coragem sem Limite | EUA | Ação Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford (Dwayne Johnson), é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente então achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome antes que seja tarde demais. Uma Casa à Beira-Mar | França | Drama Três irmãos se reúnem ao redor do leito de morte de seu pai, que era um dos pilares de toda a família, e agora precisam pensar no que será do pequeno paraíso que ele construiu, em torno de um modesto restaurante à beira-mar. Hannah | França, Itália | Drama Hannah (Charlotte Rampling) é uma mulher de terceira idade que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida e tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Muse: Drones World Tour | Reino Unido | Documentário musical A banda Muse apresenta um filme rodado em mais de 130 dias durante diversas apresentações em arenas e estádios ao redor do mundo durante a turnê do seu último álbum, “Drones”. Com palco circular para uma experiência 360º e drones sobrevoando os espaços de apresentações entre o palco e a plateia, a produção oferece uma experiência inesquecível para os fãs da banda.

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  • Música

    Nego do Borel se solta e impacta em clipe com beijão em modelo

    10 de julho de 2018 /

    O canal do produtor Kondzilla divulgou o novo clipe de Nego do Borel, “Me Solta”. E ele já é o número 1 entre os mais vistos no YouTube nacional. Não é à toa. No vídeo dirigido por Lucas Romor, a força do pancadão e o refrão contagiante colocam o morro para dançar, transformando em baile funk as ruas do Borel, no Rio, onde personagens coloridos se multiplicam em coreografias espontâneas. O mais colorido, claro, é o próprio Nego de cabelo tingido de loiro, batom, salto alto, bolsa e camiseta vermelha-cheguei bem justa, num modelito que exalta a vontade de dançar descrita pela canção, numa referência ao espírito alegre LGBT e às mulheres que querem ter direito de dançar sem ser importunadas – “me solta, p*rra”. A surpresa para quem acompanha a carreira do funkeiro, que já aprontou em outros clipes com Anitta, Maiara e Maraísa, é que Borel se soltou mesmo, com beijão na boca do modelo Jonathan Dobal, um dos bonitões que integram o programa “Ferdinando Show”, no Multishow. O resultado impactou. Os fãs curtiram, decoraram facinho o refrão e em poucos minutos lotaram a página do YouTube de comentários, falando principalmente do beijo. Preconceituosos formaram minoria pouco barulhenta, diante de quem saiu rindo do babado, ainda que atordoado pelo pancadão a 150 bpms. Mas também teve politicamente correto que achou uma afronta ao movimento LGBT – não pode, porque ele é hetero e tem foto com Bolsonaro, como se também não tivesse foto com a bandeira do arco-íris – , provando mais uma vez que a militância de esquerda é tão moralista quanto os movimentos mais reacionários de tradição, família e propriedade – se solta, p*rra.

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