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  • Música

    Rouge “volta” em clipe visto por mais de 1,3 milhão, que no fundo é um comercial de aplicativo

    2 de setembro de 2018 /

    O grupo feminino Rouge voltou, como diz a letra de “Dona da Minha Vida”. E o público notou. O clipe da música foi visto mais de 1,3 milhão de vezes em dois dias. O vídeo começa no “teto de São Paulo”, num heliporto acima dos prédios (“voltei, desta vez eu vou por cima…”), onde o quinteto executa sua coreografia de Destiny’s Child e solta um corinho vocal de “hino de Copa do Mundo”. E termina no asfalto, numa marcha empoderada pelas ruas. O terceiro vídeo lançado desde o retorno do grupo em 2017, após “Bailando” e “Confia em Mim”, é um clipe com historinha. E não chega nem a ser subliminar. Está na cara. Em close. A marcha “leva” a um comercial de aplicativo de táxi. Sintoma dos tempos, “Dona da Minha Vida” é mais um comercial de produto que não tem nada a ver com a música. A tendência do product placement deixou de ser sutil para se tornar invasiva. E mesmo assim não há nada que alerte se tratar de inserção paga. Isto coloca em cheque a autenticidade de cada manifestação. Veja-se, por exemplo, que o Rouge foi comemorar o sucesso do clipe nas redes sociais dizendo estar “levando uma mensagem de paz, esperança, amor, respeito e liberdade!”. Poderia ser só um clichê. Mas, nesse mundo patrocinado, quem duvida que não seja outra publicidade – de um certo instituto de auto-ajuda, que tem o mesmíssimo slogan?

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  • Filme,  Música

    Legalize Já: Filme sobre a história da banda Planet Hemp ganha primeiro trailer

    28 de agosto de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, que narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva). A prévia supera expectativas e até o título genérico-preguiçoso com hífen, mostrando o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, já premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”). A estreia está marcada para o dia 18 de outubro.

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  • Filme,  Música

    Mel Lisboa vai viver Gretchen no cinema

    23 de agosto de 2018 /

    A atriz Mel Lisboa (“O Matador”) foi escolhida para viver Gretchen no cinema. A informação foi confirmada pela própria Gretchen nas redes sociais nesta quinta-feira (23/8). “Fiquei feliz. Sempre admirei essa atriz. Confesso que não tinha me passado pela cabeça. Mas gostei muito. Tem talento e força. Parabéns Antonia Fontenelle. Escolha aprovada”, escreveu ela, citando a diretora do filme. Fontenelle também comentou a novidade, “apresentando” a intérprete como “uma atriz vísceral, de um talento ímpar e que tenho certeza que fará brilhantemente o papel da Maria Odete/ Gretchen”. O filme marcará a estreia da também atriz Antonia Fontenelle (“Assalto ao Banco Central”) como diretora e ainda não há muitos detalhes disponíveis sobre o projeto. Vale lembrar que Gretchen já virou recentemente personagem de cinema. Ela foi interpretada por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Fiquei feliz. Sempre admirei essa atriz. Confesso q não tinha me passado pela cabeça. Mas gostei muito. Tem talento e força. Parabéns @ladyfontenelle Escolha aprovada. Uma publicação compartilhada por Gretchenoficial (@mariagretchen) em 23 de Ago, 2018 às 8:09 PDT Meus amores! Vos apresento a nossa Gretchen da telona! Uma atriz vísceral, de um talento ímpar e que tenho certeza que fará brilhantemente o papel da Maria Odete/ Gretchen. Obrigada @mellisboa que os deuses da sétima arte nos proteja e nos conduza para o Sucesso. Amém #gretchenalemdorebolado #filme #cinema #comingsoon‼️ Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 23 de Ago, 2018 às 7:48 PDT

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  • Filme

    A melhor estreia da semana é um drama brasileiro com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes

    23 de agosto de 2018 /

    As melhores estreias desta quinta (23/8) são produções brasileiras, mas a maioria dos cinemas só oferecerá opção de filmes americanos, que tem a maior distribuição. Quem tiver oportunidade, porém, deve dar atenção a “Benzinho”. O filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). Levou oito anos para voltarem ao cinema. Mas a espera compensou, pois se trata de um dos melhores filmes de 2018. O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante. Exibido no Festival de Sundance 2018, nos Estados Unidos, o longa arrebatou a imprensa internacional, que empilhou elogios e lhe rendeu 93% de aprovação na média da avaliação do site Rotten Tomatoes. Vale tentar também encontrar os documentários, dois brasileiros e um estrangeiro filmado no Brasil, escondidos em circuito semi-invisível. Especialista em documentários sobre música brasileira, o francês Georges Gachot passa a carreira de João Gilberto à limpo em “Onde Está Você, João Gilberto?”, enquanto embarca numa missão impossível, achar o músico que não sai de casa há anos. Igualmente lúdico, “Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava”, de Fernanda Pessoa, propõe contar a história da ditadura por meio de cenas dos filmes da época, especialmente pornochanchadas. O resultado, um show de montagem, é hilário e bastante instrutivo. Por fim, “Missão 115”, de Silvio Da-Rin, traz às claras os planos das forças de repressão para impedir a redemocratização do Brasil, por meio do infame atentado ao Rio Centro em 1981, cuja bomba acabou explodindo antes, matando as pretensões sanguinárias da direita militar. Todos esses quatro são recomendadíssimos. E todos os demais não. Entretanto, os filmes ruins têm mais destaque no circuito. Justamente o pior lançamento chegará em mais cinemas, quase 500. Mesmo sendo um horror, literalmente. “Slender Man” evita a atual fase criativa do terror americano ao optar por sustos batidos. O chamariz é o monstro virtual do título, criado na internet, que virou lenda urbana ao inspirar surtos de violência entre adolescentes. A história real que envolveu a criatura dá um pau na ficção barata levada às telas, que, com 9% de aprovação, é um dos filmes mais mal-avaliados do ano no site Rotten Tomatoes. As comédias americanas que preenchem o circuito dos shoppings seguem a toada. “Meu Ex É um Espião” é uma correria de mulheres bobinhas que, sem querer, acabam se envolvendo num caso de espionagem internacional, porque uma delas (Mila Kunis) namorou um espião. E “Te Peguei!” é uma correria de homens bobões que, já quarentões, ainda brincam de pega-pega. As duas histórias medíocres são variações de muitas outras – e, por coincidência, existe até um filme que junta ambas: “Gotcha!: Uma Arma do Barulho” (1985). Os dois dramas europeus também não compensam o espaço recebido em circuito limitado. “Escobar – A Traição” é praticamente um déjà vu ao contar a versão espanhola da trama melhor abordada na série “Narcos” – com Javier Bardem no papel de Pablo Escobar e Penélope Cruz como sua amante, ambos indicados ao Goya (o Oscar espanhol). Por fim, em “Gauguin – Viagem ao Taiti”, quem desperdiça talento é Vincent Cassel, competindo pela atenção do diretor Edouard Deluc, no papel-título, com a paisagem tropical – também no título. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados, com risco de acreditar no marketing e tropeçar no escuro dos cinemas. Slender Man – Pesadelo Sem Rosto | EUA | Terror As amigas Wren, Hallie, Chloe e Katie levam uma vida entediante no colégio. Quando ouvem falar num monstro chamado Slender Man, decidem invocá-lo através de um vídeo na Internet. A brincadeira se transforma num perigo real quando todas começam a ter pesadelos e visões do homem se rosto, com vários braços, capaz de fazer as suas vítimas alucinarem. Um dia, Katie desaparece. Como a polícia não dispõe de nenhuma prova para a investigação, cabe às três amigas fazerem a sua própria busca, enfrentando a criatura. Meu Ex É Espião | EUA | Comédia Duas melhores amigas embarcam numa atrapalhada aventura de espionagem pela Europa depois que o ex-namorado de uma delas revela-se um agente secreto caçado internacionalmente por assassinos. Te Peguei! | EUA | Comédia Um pequeno grupo de ex-colegas de classe organizam um elaborado jogo anual insano de pega-pega. Neste ano, no casamento do jogador mais invencível da trupe, eles farão de tudo para derrubá-lo. Benzinho | Brasil | Drama O filho mais velho de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe (Karine Teles) em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã (Adriana Esteves), lidar com as instabilidades do marido (Otávio Müller) e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada. Escobar – A Traição | Espanha | Drama 1981, Colômbia. Líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar (Javier Bardem) é um dos maiores traficantes de cocaína para os Estados Unidos, o que faz com que governo de Ronald Reagan insista na criação de um tratado entre os dois países que permita que ele seja julgado em solo americano. Decidido a combater tal ideia, Escobar se candidata e é eleito deputado federal. Paralelamente, ele se envolve com Virginia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que não se importa em como o amante consegue sua fortuna, apenas em como o dinheiro é empregado. Gauguin – Viagem ao Taiti | França | Drama No ano de 1891, o célebre pintor francês Gauguin se exila no Taiti. Lá, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Mas, no local, acaba se afundando na selva, enfrentando a solidão, pobreza e a doença. Mas também conhece Tehura, que se tornará sua esposa e tema das suas telas mais importantes. Onde Está Você, João Gilberto? | Alemanha, França, Suiça | Documentário Inspirado no livro “HO-BA-LA-LÁ – À Procura de João Gilberto”, do escritor alemão Marc Fischer, Georges Gachot resolve realizar o sonho do autor, e o seu também, e desembarca no Rio de Janeiro em busca de João Gilberto. Seguindo os passos de Fischer, ele não mede esforços e entra em contato com diversos amigos e parceiros do músico em sua jornada. Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava | Brasil | Documentário O longa realiza uma releitura histórica da ditadura militar no Brasil, a partir apenas de imagens oriundas de 27 filmes produzidos no período e que foram considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e mais produzido durante a década de 1970. Missão 115 | Brasil | Documentário Missão 115 foi o nome atribuído pelo DOI-CODI, órgão de repressão do exército durante a ditadura militar, a uma suposta operação de “vigilância” no Rio de Janeiro, durante um show no Riocentro. Na verdade, tratava-se de um atentado à bomba, organizado pelas forças no poder, que visava incriminar organizações de esquerda e sabotar a redemocratização do país. Mas a bomba explodiu antes da hora.

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  • Série

    Série teen britânica The End of the F***ing World é renovada para a 2ª temporada

    22 de agosto de 2018 /

    A Netflix e o Channel 4 anunciaram a renovação da série adolescente britânica “The End of the F***ing World” para a 2ª temporada. A atração adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Na 1ª temporada, os dois decidem roubar um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi desenvolvida pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), que voltará a escrever a 2º temporada, e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. Os oito episódios inaugurais “The End of the F**king World” começaram a ser exibidos em outubro do ano passado no Reino Unido e chegaram apenas em janeiro deste ano na plataforma de streaming. O cronograma de estreia da 2ª temporada não foi divulgado.

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  • Música

    VMA 2018: Camila Cabello é a grande vencedora da premiação de clipes da MTV

    21 de agosto de 2018 /

    Evento mais badalado da MTV, o Video Music Awards, que premia os melhores clipes do ano, aconteceu na noite de segunda-feira (20/8) na tradicional casa de espetáculos nova-iorquina Radio City Music Hall. Entre muitos shows e participações de artistas famosos, a edição 2018 do troféu Astronauta de Prata deixou claro que o pop atual pertence às mulheres, ao consagrar a cantora Camila Cabello – ao mesmo tempo em que ignorou as contribuições dos principais artistas masculinos do ano. A jovem cubana venceu os dois principais troféus da noite, como Artista do Ano e Melhor Clipe do ano, por “Havana”. O último foi entregue simplesmente por Madonna, que a ex-Fifth Harmony fez questão de reverenciar de joelhos. A vitória de “Havana” (reveja o clipe aqui) também foi a segunda consecutiva do diretor Dave Meyers, que tinha conquistado o VMA do ano passado com o clipe de “Humble”, de Kendrick Lamar. A artista mais premiada, por sua vez, foi rapper Cardi B. Líder em indicações, concorria a dez prêmios e levou três, incluindo Revelação do Ano. Mas, na categoria de hip-hop, perdeu para sua concorrente Nicki Minaj. Incrível é que o espetacular clipe de “This Is America”, do rapper Childish Gambino (mas pode chamar de Donald Glover), nem tenha concorrido nesta categoria, ainda que tenha sido lembrado como “Clipe com Mensagem”. O fenômeno Drake? A MTV até sabe quem é, mas não reconheceu em nenhuma categoria sequer. Entre os poucos homens premiados, o DJ Avicii levou um troféu póstumo de Melhor Clipe de Música Eletrônica por “Lonely Together”, pareceria com Rita Ora, e o rapper Post Malone, conquistou o Astronauta de Prata de Música do Ano, por “Rockstar”, mas chamou mais atenção ao se apresentar com a banda Aerosmith… tocando guitarra! Faz sentido, já que Imagine Dragons é o que passa por rock na MTV hoje em dia. Ariana Grande, que venceu a disputa de Melhor Clipe Pop com “No Tears Left To Cry”, foi responsável pela performance mais impactante da noite, ao fazer uma recriação da Santa Ceia, em versão feminina, durante a apresentação da música “God Is A Woman”. Madonna também representou um ponto bastante comentado da premiação com uma homenagem a Aretha Franklin, que morreu no último dia 16 aos 76 anos. Em um longo discurso, a rainha do pop destacou como a rainha do soul foi indiretamente responsável pelo começo de sua carreira. Em vez de destacar a importância de Aretha, falou de si mesma, lembrou de sua própria trajetória e usurpou a homenagem. As redes sociais bufaram de raiva. Faltou R-E-S-P-E-C-T. Ao menos, a garota material evitou cantar um cover da mulher natural, o que seria um sacrilégio completo. A festa ainda teve show de Shawn Mendes, que abriu a cerimônia – e introduziu a homenageada da noite, Jennifer Lopez – , fazendo chover literalmente no palco, durante sua performance de “In My Blood”. Veja abaixo a lista dos principais vencedores do VMA 2018. Artista do Ano: Camila Cabello Clipe do Ano: “Havana”, de Camila Cabello Música do Ano: “Rockstar”, de Post Malone & 21 Savage Melhor Clipe Pop – “No Tears Left To Cry”, de Ariana Grande Melhor Clipe de Hip-Hop: “Chun-Li”, de Nicki Minaj Melhor Clipe Latino: “Mi Gente”, de J Balvin & Willy William Melhor Clipe Eletrônico: “Lonely Together” , de Avicii & Rita Ora Melhor Clipe de Rock: “Whatever It Takes”, de Imagine Dragons Melhor Clipe do Verão: “I Like it”, de Cardi B Melhor Clipe com Mensagem: “This Is America”, de Childish Gambino Revelação do Ano: Cardi B Artista Emergente do Ano: Hayley Kiyoko Melhor Colaboração: Jennifer Lopez, DJ Khaled & Cardi B – “Diñero” Melhor Direção: Hiro Murai – “This Is America”, de Childish Gambino Melhor Direção de Fotografia: Benoit Debie – “Apeshit”, de The Carters Melhor Direção de Arte: Jan Houlevigue – “Apeshit”, de The Carters Melhores Efeitos Visuais: Loris Paillier – “All The Stars”, de Kendrick Lamar & SZA Melhor Coreografia: Sherrie Silver – “This Is America”, de Childish Gambino Melhor Edição: Taylor Ward – “Lemon”, de N.E.R.D & Rihanna Michael Jackson Video Vanguard (Prêmio pela carreira): Jennifer Lopez

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  • Etc

    Johnny Depp alega legítima defesa em processo por agressão a integrante da equipe de seu novo filme

    20 de agosto de 2018 /

    Johnny Depp se defendeu no processo em que é acusado de agredir o gerente de locações Gregg Brooks durante as filmagens de “City of Lies”, dizendo ter agido em legítima defesa. O site The Wrap conseguiu acesso a documentos da ação judicial aberta por Brooks contra o ator, nos quais os advogados de Depp afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que Depp sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman (“Conexão Escobar”). Os advogados de Depp pedem, portanto, que o juiz do caso desconsidere a denúncia ou reduza a quantidade de dinheiro que o ator teria que pagar para Brooks. Segundo a denúncia feita pelo gerente de locações, o incidente aconteceu durante filmagens no Barclay Hotel, em Los Angeles. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, dia em que a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” “City of Lies” é um drama policial sobre a investigação do assassinato do rapper Notorious B.I.G. nos anos 1990. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o crime, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos e entra em choque com a polícia da cidade. Em parte graças à polêmica, o suspense teve sua estreia norte-americana, originalmente marcada para 7 de setembro, adiada pelo estúdio e não tem mais previsão para chegar aos cinemas.

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  • Música

    Pabllo Vittar canta, bate, chuta e rebola para vender bebida energética em seu novo clipe

    17 de agosto de 2018 /

    Pabllo Vittar divulgou um novo clipe/comercial de bebida energética. Passado num “museu” como um famoso e recente vídeo de Jay Z e Beyoncé, traz Pabllo em clima de “Missão Impossível”, descendo por uma corda para… beber TNT! O “product placement” é mais descarado que “merchan” de novela. A música dançante se chama “Problema Seu” e foi toda registrada naquele falsete que os detratores amam odiar – e que, verdade seja dita, dá uma saudade imensa de Ney Matogrosso. Além da cenografia de museu e latinha com logotipo voltado para a câmera, a produção do comercial/clipe também caprichou no figurino, repleto de fantasias e perucas coloridas, que, combinadas à coreografia de lutas e efeitos visuais, evocam um clima meio “Bad Blood”, de Taylor Swift. Derivativo, mas lindamente executado e dirigido por João Monteiro e Fernando Moraes, que se identificam como Os Primos e assinam seu clipe mais elaborado desde que iniciaram a parceria com Pabllo em “K.O.”, no começo de 2017. “Problema Seu” é o primeiro single do novo álbum “PV2”, ainda sem previsão de lançamento.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga revela ter chorado muito ao se ver pela primeira vez no filme Nasce uma Estrela

    12 de agosto de 2018 /

    A agora atriz Lady Gaga revelou não ter conseguido parar de chorar ao se ver na tela em “Nasce uma Estrela”. A primeira sessão que presenciou do filme foi uma cachoeira do começo ao fim, ela assumiu em entrevista para a revista Entertainment Weekly, que dedicou a capa de sua edição dessa semana para o remake estrelado por Gaga e Bradley Cooper. O ator, por sinal, também assina a direção, fazendo sua estreia na função. “Bradley Cooper mostrou o filme para mim e para alguns amigos meus. Eu só lembro que comecei a chorar a partir da primeira cena. Eu literalmente chorei assistindo o filme inteiro. Eu tive que assistir o filme várias vezes antes que eu sentisse que conseguiria assisti-lo como alguém do público geral”, disse Lady Gaga. Ela também afirmou que este projeto é uma de suas principais realizações. “Eu me sinto muito, muito grata por fazer parte deste filme, e por ter sido a primeira atriz de um filme dirigido por Bradley Cooper”, concluiu. Em sua estreia como diretor, Bradley Cooper conta a história de Jackson Maine, renomado músico cuja carreira está em decadência quando encontra Ally, uma cantora em busca de uma grande chance, que logo se torna uma grande estrela. Esta é a quarta vez que esta história é levada às telas, mas a apenas segunda passada no mundo da música. Nas versões iniciais, de 1937 e 1954, os bastidores do relacionamento dos protagonistas envolviam a indústria cinematográfica. Apenas a versão mais recente, filmada em 1976 com Kris Kristofferson e Barbra Streisand, mostrava o casal como cantores de country rock. O roteiro é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. A première mundial do filme vai acontecer no Festival de Veneza 2018, no dia 31 de agosto. Já o lançamento comercial está marcado para 11 de outubro no Brasil, uma semana após os Estados Unidos.

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  • Música

    Dave Grohl se multiplica para tocar sete instrumentos em clipe-documentário

    11 de agosto de 2018 /

    Dave Grohl lançou um mini-documentário na página da banda Foo Fighters no YouTube. Gravado em preto e branco, “Play” traz depoimentos em homenagem à artistas que dedicam sua vida a um instrumento. Mas a maior parte do vídeo é dedicado a mostrar Grohl registrando a música-título em estúdio, na qual ele toca todos os instrumentos. Ele se multiplica em cena, graças a efeitos de edição. São sete instrumentos e a música dura 23 minutos. Vale lembrar que ele gravou todos os instrumento no primeiro disco do Foo Fighters em 1994, quando ainda não existiam outros membros na banda. Quem for muito fã também pode optar por ver o artista tocando cada um dos instrumentos individualmente no site oficial do projeto – aqui. A faixa já está disponível nas plataformas digitais e será lançada em vinil em 23 de setembro.

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  • Música

    Filha de Elvis Presley grava dueto póstumo com o cantor para disco de gospel

    10 de agosto de 2018 /

    Um dueto póstumo inédito de Elvis Presley com sua filha ganhou um clipe, que mistura imagens do arquivo pessoal da família em Graceland com cenas do famoso especial televisivo de Elvis de 1968 e os registros da gravação de Lisa Marie Presley em estúdio nos dias de hoje, 50 anos depois. Intitulada “Where No One Stands Alone”, a música dá nome a um novo álbum do cantor, dedicado a gravações de estilo gospel, que foi lançado nesta sexta-feira (10/8). Além de participação vocal, Lisa também é creditada como uma das produtoras da bora. “Quando tinha 2 anos, Elvis Presley me disse: ‘Tudo o que eu conhecia era música gospel. Isso se tornou parte da minha vida. É tão natural quando dançar. Um meio de escapar dos meus problemas e meu jeito de me libertar’. Foi a música gospel que alimentou ferozmente sua paixão musical, embora sua síntese única entre o country, o popular e o R&B tenham feito dele um ídolo para milhões de pessoas ao redor do mundo. Familiares e amigos se recordam de ouvir com frequência Elvis cantando música gospel em casa e durante o aquecimento para seus shows”, recordou Lisa, no comunicado do projeto. A filha única de Elvis demorou a se decidir pela carreira de cantora, tendo lançado seu primeiro disco apenas em 2003, aos 35 anos de idade. Ela nasceu em 1968 e é mãe da atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”).

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  • Música,  Série

    Maior sucesso da banda Plain White T’s vai virar série

    7 de agosto de 2018 /

    O hit “Hey There Delilah”, da banda Plain White T’s, vai virar série. A banda formou uma parceria com a Lively McCabe Entertainment e a Primary Wave para desenvolver uma comédia dramática baseada em seu single de sucesso sobre um relacionamento de longa distância. Os produtores, incluindo o líder da banda Tom Higgenson e o dramaturgo Jeremy Desmon, descrevem o projeto como um conto de fadas contemporâneo que expande a história contida na música. Lançada em 2006, a canção conta a história de um flerte de longa distância entre um cantor e compositor iniciante e uma estudante universitária de Nova York. O compositor se compromete a escrever uma música para a jovem na noite em que se conhecem e essa promessa muda suas vidas de formas inesperadas. “Já faz mais de uma década desde que ‘Hey There Delila’ foi lançada, e as pessoas sempre me perguntam sobre a música. Muitas pessoas realmente se conectam com essa canção, e eu estou muito orgulhoso disso”, disse Higgenson, em comunicado. “Estou muito animado por ter a oportunidade de dar a uma nova geração a chance de formar sua própria conexão com a música e se apaixonar por sua história através deste novo projeto.” Higgenson concebeu o conceito para a série em parceria de Jeremy Desmon, um especialista em peças musicais, que levou para o teatro uma versão do filme cultuado “Um Som Diferente” (1990). Ainda em estágio inicial, o projeto está sendo levado para canais e plataformas de streaming pela Lively McCabe Entertainment. Confira abaixo o clipe original da música.

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  • Filme

    Estreia do novo filme de Johnny Depp é cancelada

    6 de agosto de 2018 /

    “City of Lies”, estrelado por Johnny Depp e baseado na história real por trás da investigação sobre o assassinato do rapper Notorious B.I.G., teve sua estreia cancelada. O filme estava originalmente previsto para chegar aos cinemas em 7 de setembro, data escolhida para coincidir com o 46º aniversário do rapper, assassinado em 1997 em uma emboscada em Los Angeles. A notícia vem menos de um mês depois que o gerente de locação do filme processou Depp, acusando o ator de agressão durante as filmagens. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles. Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers tiveram que ser revistas com o surgimento de um cúmplice dos crimes, que se apresentou voluntariamente em junho, após ser diagnosticado com câncer terminal.

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