Lady Gaga canta soul em novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela
Lady Gaga divulgou um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Desta vez, trata-se da música “Look What I Found”. O vídeo começa com uma cena em que a personagem da atriz cantarola a melodia da canção para Bradley Cooper em um restaurante, e logo a cena passa para um estúdio de gravação, onde um piano passa acompanhar a cantora. Aos poucos, novos instrumentos são incluídos na base, inclusive sopros de metal, resultado num soul grandioso. Só faltou o coral gospel e uma intérprete clássica do gênero. Definitivamente, uma ótima música e nada parecida com o repertório tradicional de Lady Gaga, numa gravação que remete mais a Carla Thomas e ao soul da Stax. Em “Nasce Uma Estrela”, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo, que atrapalha até o romance com a nova estrela. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, além da quarta versão desta história de 81 anos levada às telas. O lançamento está marcado para quinta-feira (11/10) no Brasil.
Kelly Clarkson vai cantar e dublar personagem da continuação de Trolls
A cantora Kelly Clarkson entrou no elenco de dubladores da sequência de “Trolls” (2016), intitulada “Trolls: World Tour”. Ela dará voz à personagem Delta Dawn, prefeita da Cidade Troll, e também cantará uma música original no filme. Segundo a sinopse oficial da DreamWorks Animation, o novo desenho irá “continuar de onde o primeiro filme parou”. “Tudo é brilho e alegria na Cidade Troll até que a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente – existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. Quando uma misteriosa ameaça coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e sua banda de amigos precisam embarcar em uma jornada épica por lugares desconhecidos para fazer o impossível: criar harmonia entre os diversos Trolls para uni-los contra a destruição garantida. Justin Timberlake e Anna Kendrick retornam aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente, ao lado de James Corden, Caroline Hjelt, Aino Jawo e Kunal Nayyar. Entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”) e Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). Walt Dohrn retorna como diretor, desta vez acompanhado por David P. Smith (da série animada “Sr. Peabody e Sherman Show”), e a estreia está marcada para fevereiro de 2020.
Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube
Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.
Pabllo Vittar vende sorvete e dá seu telefone no clipe de Disk Me
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Disk Me”, que inova na estratégia de marketing. Não é por fazer uma propaganda descarada de sorvete, com a artista segurando o pote feito assistente de palco para mostrar o rótulo em posição frontal, com o logo voltado obrigatoriamente para o público de casa, mesmo porque a maioria dos clipes nacionais já caiu nesse dilema de virar comercial com som de música. A novidade do clipe brega é que o número exibido com evidência no celular da artista existe mesmo. Quem ligar para lá encontra uma gravação da “Central Disk Me”. “Central Disk Me. Você tentou retornar ligação para aquele boy lixo, mas estamos aqui pra te ajudar a ‘desaquendar’ daquele boy”, diz a gravação, que oferece opções numéricas para navegar pelo menu do atendimento, entre elas ouvir os conselhos de Pabllo. Diferente. Já a música, em si, não tem novidade. Na verdade, a melodia é reciclada de um brega histórico que falta vir na ponta da língua, interpretada de forma tão esganiçada que estoura a escala Florence Foster Jenkins da diva-pretensão. De resto, as imagens em que tudo brilha ou fica à mostra seguem a linha da ostentação e objetificação, que entope os tubos do YouTube. “Disk Me” faz parte do segundo álbum de Pabllo, “Não Para Não”, lançado na quinta (4/10).
Eminem vira Venom em clipe cheio de efeitos visuais para a trilha do filme
O rapper Eminem divulgou o clipe de “Venom”, música-tema do filme homônimo. Repleto de efeitos visuais, o vídeo acompanha como um vírus se espalha a partir do novo CD do artista e passa a “possuir” pessoas aleatórias, levando-as a cantar a letra da música e se comportar de forma agressiva. A forma como a infecção alienígena pula de pessoas em pessoas lembra exatamente o bem-recebido filme, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes… “Hidden – O Escondido” (1987), produção sci-fi cultuadíssima. Mas como o último infectado vira Eminem, que, por sua vez, vira Venom, o espectador é convidado a não confundir a confusão dos responsáveis pelo vídeo. Trata-se mesmo de uma obra derivada do filme com 28% de aprovação, que estreou na quinta-feira (4/10) no Brasil. A música faz parte do disco “Kamikaze”, que dividiu opiniões.
Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody mostra transformação de Rami Malek em Freddie Mercury
A Fox divulgou um vídeo de bastidores do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, centrado na transformação do ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) no cantor Freddie Mercury. A prévia mostra ensaios, figurinos e revela que ele dispensou coreógrafos para trabalhar com uma técnica de movimentos, visando andar e se mover como o líder do Queen. Além de Rami Malek (série “Mr. Robot”), o elenco destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, os vídeos de bastidores das filmagens não trazem declarações de nenhum cineasta, mas do produtor Graham King (“Tomb Raider: A Origem”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Thom Yorke revela nova música hipnótica da trilha do terror Suspiria
O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou uma nova faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Has Ended”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). Assim como a faixa anterior, “Has Ended” traz o vocal característico do cantor do Radiohead – embora a maioria das composições criadas para o filme sejam instrumentais. A nova música tem um clima hipnótico e é mais reminiscente do krautrock do fim dos anos 1960 que da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Série Clube da Anittinha estreia já renovada para a 2ª temporada
A animação infantil de Anitta, “Clube da Anittinha”, vai estrear já renovada para a 2ª temporada. A série, que chega nesta quarta-feira (3/10) nos canais pagos Gloob e Gloobinho, teve nova temporada encomendada para 2019. Além disso, entrou para o portfólio de produtos licenciados da unidade infantil da Globosat, responsável pelos canais. Outra novidade é que cada episódio terá uma música inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. E todas as canções estarão disponíveis no Spotify após a exibição dos episódios. A 1ª temporada terá 11 episódios, com os dois primeiros exibidos na estreia, em sequência – a partir das 17h30 no Gloob e, às 18h30, no Gloobinho. Os demais episódios vão ao ar diariamente neste mesmo horário até o dia 11. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, os canais farão uma maratona da temporada completa. Além da dublagem feita pela própria cantora, Clube da Anittinha” terá personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos tem produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix, e abordarão temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças.
Henri Castelli vai viver pai de Thammy na cinebiografia de Gretchen
A cinebiografia da cantora Gretchen confirmou mais um nome em seu elenco. Henri Castelli (da novela “Tempo de Amar”) vai interpretar um dos muitos ex-marido da “rainha do bumbum”, o delegado Silva Neto, pai de Thammy Miranda. “Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente”, a diretora Antonia Fontenelle escreveu em seu Instagram, após liberar a notícia para o “fofoqueiro” profissional Leo Dias. O papel da protagonista caberá a Mel Lisboa (“O Matador”). “É ficção, mas 90% baseado na vida dela. Tô fazendo um elenco muito bom, uma equipe muito boa”, disse anteriormente Fontenelle, que é atriz (“Assalto ao Banco Central”) e fará sua estreia na direção com este projeto. Vale lembrar que Gretchen já virou recentemente personagem de cinema. Ela foi interpretada por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Visualizar esta foto no Instagram. Compartilhamos palco por quase dois anos e agora a parceria se repete, tenho certeza que você vai arrebentar meu amigo, obrigada por estar comigo em mais uma jornada, de sucesso obviamente. ?❤️ #cinema #henricastelli #mellisboa #gretchenalemdorebolado #antoniafontenelle #comingsoon Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 2 de Out, 2018 às 8:57 PDT
Brasil sofre destruição apocalíptica no novo clipe de Criolo, candidato a melhor do ano
O rapper Criolo divulgou o clipe de “Boca do Lobo”. E sem exagero dá para dizer que é candidato a melhor clipe do ano. É uma loucura, que combina cenas reais da destruição do Brasil com efeitos surreais de sci-fi apocalíptica, em que mutações gigantes se encarregam de exterminar os últimos sobreviventes. São muitas citações à realidade nacional, do incêndio do Museu Nacional, no Rio, à tragédia da barragem de Mariana, em Minas Gerais, com imagens chocantes de corrupção explícita e da violência policial cotiana contra a população negra pobre do país. Além do corpo estendido no chão e do menor cheio de hematomas, também estão lá a falência do sistema de saúde, o avanço dos incêndios no centro de São Paulo, as correrias dos protestos reprimidos à bombas de gás, o blackout da crise energética, a multiplicação das pestes urbanas, com ratos gigantes surgindo de obras abandonadas do metrô paulistano e mosquitos transmitindo novas epidemias em série, em meio ao lixão que se tornaram as grandes cidades brasileiras. “É que a industria da desgraça pro governo é um bom negócio/ Vende mais remédio, vende mais consórcio/ Vende até a mãe, dependendo do negócio”, comenta a letra certeira, à queima-roupa. Óbvio que a imagem final, do morcego voando em Brasília, é uma metáfora para o presidente vampiro. Mas todos os atores políticos, da extrema direita à extrema esquerda, compactuam para criar este retrato apocalíptico, fruto da corrupção extrema sem ideologia, que se materializa na obra sombria-expressionista dirigida por Denis Kamioka, profissionalmente conhecido como Denis Cisma. Diretor de comerciais internacionais, ele já tinha feito dois clipes futuristas para Criolo há quatro anos, “Duas de Cinco” + “Cóccix-ência”. E este novo trabalho é mais apocalíptico que o próximo projeto “Cloverfield”, do produtor hollywoodiano J.J. Abrams.
Charles Aznavour (1924–2018)
Morreu Charles Aznavour, o último dos grandes nomes da canção francesa do século 20. O cantor e compositor faleceu na madrugada desta segunda-feira (1/10), aos 94 anos em sua casa em Apilles, no sul da França. Filho de imigrantes armênios, seu verdadeiro nome era Shahnour Varinag Aznavourian. Mas também era chamado de o Frank Sinatra da França. A carreira deslanchou após a 2ª Guerra Mundial, quando Edith Piaf foi conferir seus shows de cabaré. Encantada, ela o consagrou ao convidá-lo para abrir o seu show no famoso Moulin Rouge e o levou em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Assim, Aznavour passou a compor alguns dos sucessos mais populares da cantora, tornando-se também conhecido por conta de seu talento. A carreira durou oito décadas, vendeu mais de 100 milhões de discos e rendeu canções mundialmente conhecidas como “La Bohème”, “La Mamma” e “Emmenez-moi”. Além de sucessos próprios, ele também compôs para artistas como Maurice Chevalier e Charles Trenet. Aznavour também teve uma carreira paralela muito bem-sucedida como ator, que a maioria dos talentos de Hollywood não consegue igualar. Foram cerca de 80 filmes, a princípio em pequenas participações vivendo a si mesmo, como em “Até Logo, Querida!” (1946). Mas a atuação se tornou uma atividade séria a partir de “Os Libertinos” (1959), de Jean-Pierre Mocky. O cantor logo virou protagonista de clássicos franceses, como “A Passagem do Reno (1960), do mestre André Cayatte, e o famoso nouvelle-noir “Atirem no Pianista” (1960), dirigido simplesmente por François Truffaut. Estes filmes o lançaram de vez como astro de cinema, levando-o a multiplicar sua presença nas telas, a ponto de fazer três filmes por ano na década de 1960. A safra incluiu “As Virgens” (1963), de Mocky, “Breve Encontro em Paris” (1966), de Pierre Granier-Deferre, e seu primeiro filme falado em inglês, o psicodélico “Candy” (1968), de Christian Marquand. A estreia em Hollywood propriamente dita veio logo em seguida, como par romântico de Candice Bergen em “O Mundo dos Aventureiros” (1970), de Lewis Gilbert. Ele também se aventurou pelo cinema inglês, com “Os Jogos” (1970), de Michael Winner, pelo cinema policial italiano, estrelando “Tempo de Lobos” (1970) e “O Belo Monstro” (1971), ambos dirigidos por Sergio Gobbi, e até pelo suspense alemão em “O Último dos Dez” (1974), uma adaptação de “E Não Sobrou Nenhum” (mais conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Chistie. Tornou-se um astro de cinema internacional. E embora fizesse filmes dispensáveis em Hollywood, como o thriller “Fortaleza Proibida” (1976), acabou aparecendo em clássicos que marcaram época, como “O Tambor” (1979), do alemão Volker Schlöndorff, “Os Fantasmas do Chapeleiro” (1982), do conterrâneo Claude Chabrol, e “Viva la Vie (1984), do também francês Claude Lelouch. A partir dos anos 1990, passou a fazer mais séries e telefilmes, diminuindo sua presença no cinema. Mesmo assim, estrelou algumas produções recentes, como “Ararat” (2002), do egípcio Atom Egoyan, sobre um tema que lhe interessava em particular, o genocídio armênio. Também contracenou com Henry Cavill (o Superman) em “Laguna” (2001). E estava finalizando um último longa, “Une Revanche à Prendre”, do francês Kader Ayd, com quem tinha trabalhado em 2005 em “Ennemis Publics”. Mesmo quando não era visto, Aznavour também era lembrado pelo cinema em suas trilhas sonoras. Ele é o compositor, por exemplo, de “She”, a canção tema do filme “Um Lugar Chamado Notting Hill”, estrelado por Julia Roberts. Lançada em 1974, a música liderou as paradas britânicas por 14 semanas e ficou entre as mais tocadas em diversos países. E voltou a demonstrar sua atualidade como parte da trilha do filme de 1999, na voz de Elvis Costello. Nos últimos 40 anos, ele ainda teve suas composições gravadas por cantores tão diferentes quanto Elton John, Sting, Bob Dylan, Placido Domingo, Céline Dion, Julio Iglesias, Liza Minnelli e Ray Charles.
Globo planeja minissérie sobre a vida de Angela Maria
A cantora Angela Maria, falecida na madrugada de domingo (30/9) em São Paulo, aos 89 anos, terá sua vida contada em minissérie pela rede Globo, em produção prevista para 2019. O texto é de Filipe Miguez, um dos autores da novela “Cheias de Charme”, e cobrirá o período de 1950, quando ela conheceu seu marido, Daniel D’Angelo, até 1980. Segundo a colunista do UOL Cristina Padiglione, Miguez gostaria que a própria Ângela fizesse uma participação especial na série, e ela estava disposta a se inteirar do assunto, assim que deixasse o hospital – onde estava internada havia 34 dias. Ainda não está definida quem interpretará Ângela na série – Cláudia Abreu seria um nome cotado. A direção artística está nas mãos de Denise Saraceni, que, além de diversas novelas, dirigiu a minissérie “Ligações Perigosas” e estreia no cinema em breve à frente de outra cinebiografia musical, “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”.
Beck libera o clipe de Colors, com atriz de GLOW e direção do cineasta de Em Ritmo de Fuga
Após um longo período de exclusividade na Apple Music, o clipe de “Colors”, faixa-título do novo álbum de Beck, foi finalmente liberado para todas as plataformas. Originalmente disponibilizado em março apenas para os assinantes da Apple Music, o vídeo tem direção do cineasta Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) e conta com participação de Alison Brie (“GLOW”). Marcado por uma montagem brilhante e pela abundância das cores amarelo e azul, “Colors” faz justiça ao seu nome. Acompanhados por figuras coloridas, que dançam em frente a cenários sempre em movimento, Beck e Brie embarcam numa coreografia que é quase stop-motion, movida a cortes, e contrastando com os tons brilhantes ao seu redor por aparecerem em preto-e-branco. A alternância cromática é hipnótica e culmina num caleidoscópio vivo, que coloca a produção entre os melhores exercícios estéticos vistos em clipes neste ano.











