Trailer de “Mamonas Assassinas – O Filme” celebra trajetória e alegria da banda
A Imagem Filmes divulgou o aguardado trailer de “Mamomas Assassinas – O Filme”, que conta a história da banda de Guarulhos que se tornou sensação nacional em meados anos 1990. A prévia foca na transição do grupo musical, que começou como uma banda de rock progressivo, chamada Utopia, que após fracassar se reinventa como uma banda comédia e se torna um fenômeno. Mamonas Assassinas acabou virando uma das bandas mais amadas do Brasil com sua alegria contagiante, mas sua trajetória foi curta, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes – em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. A produção pretende mostrar a vida dos cinco integrantes da banda antes da fama, as dificuldades no início da carreira, a formação do grupo e o sucesso meteórico, preferindo focar nos desafios dos amigos de Guarulhos que foram catapultados para a fama do que no trágico acidente aéreo. Produção e elenco O projeto original foi criado por Carlos Lombardi – dramaturgo de grandes sucessos como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e foi escrito pelo repórter Carlos Amorim como uma minissérie da Record TV. O projeto acabou reconfigurado para as telas grandes com direção de Edson Spinello, que já comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e com o lançamento do longa-metragem faz sua estreia no cinema. Para o elenco principal, a aposta foi em atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. O cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que chegou a integrar o elenco do musical dos Mamonas, iria interpretar o guitarrista Bento, mas foi substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, que tinha 17 anos durante a produção, filmou com a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que estreia como atriz é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, de 20 anos. Ela irá interpretar Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula mais de 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. “Mamonas Assassinas – O Filme” tem estreia marcada para 28 de dezembro nos cinemas.
Supla foi expulso de cemitério em gravação de clipe gótico: “Monte de maluco”
Supla divulgou nesta terça-feira (31/10) sua nova música em comemoração ao Halloween. O videoclipe de “Goth Girl From East L.A.” foi gravado de um celular dentro do cemitério Hollywood Forever, na Califórnia, nos Estados Unidos. As gravações foram feitas de forma clandestina e fizeram o cantor ser expulso do local, que é famoso por contar com jazigos de nomes influentes como Alfred Hitchcock, Johnny Ramone e Jayne Mansfield. “Os caras pediram para eu ir embora. Você não pode filmar lá dentro. Tem um monte de maluco que vai lá para tirar fotos dos túmulos, mas o segurança encanou com a gente. Eu já tinha gravado as minhas coisas mesmo, então fui embora”, declarou Supla ao Splash. Detalhes do clipe O cantor chama a atenção pelo talento como ator no videoclipe, onde ele aparece sendo seduzido por uma vampira gótica dentro do cemitério. O cantor já antecipou que tem novos projetos de atuação para serem lançados, mas ainda sem previsão. “É um dos primeiros clipes que eu não canto. Eu falei para o diretor [Peter Steen Olsen] que queria atuar”, ele disse. A estética gótica será vista nos próximos shows de Supla, que tem apresentação marcada para sábado (4/11) no Festival Replay e ainda vai sair em turnê pela Europa no fim deste ano. “Esse vai ser o visual novo da banda, e meu também. Algo meio gótico e punk”, destacou o artista.
Especial de fim de ano de Roberto Carlos terá Fábio Jr e Luísa Sonza
O tradicional especial de fim de ano de Roberto Carlos, na Globo, teve novidades reveladas por Ana Maria Braga nesta segunda-feira (30/10), durante o programa “Mais Você”. Neste ano, o programa contará com as participações de Fábio Jr., Luisa Sonza, Ana Castela, Mumuzinho, Jão e o humorista Paulo Vieira, promovendo uma mescla de estilos musicais no palco. A novidade foi revelada pela apresentadora ao ser surpreendida com rosas enviadas por Roberto Carlos. Os convidados Entre os convidados, destaca-se a presença de Fábio Jr., cantor consagrado no gênero romântico e considerado um herdeiro de Roberto, com uma trajetória já longeva na música brasileira. Curiosamente, os dois já cantaram juntos na Globo nos anos 1990, mas num especial de Fábio Jr, no qual o convidado foi Roberto. Já a escolha de Luísa Sonza para o especial teria sido um pedido do próprio Roberto Carlos, comovido com a carta aberta da cantora no “Mais Você”, conforme apurado pela colunista Fábia Oliveira. Junto com Luísa, a participação de Jão se conecta à nova cena pop, enquanto Ana Castela faz uma ponte para o sertanejo e Mumuzinho para o pagode. A seleção marca um encontro entre gerações e estilos diversos da música brasileira, em meio à relevância contínua de Roberto Carlos no cenário musical. As gravações do especial estão previstas para o dia 29 de novembro, em uma casa de shows na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Já a transmissão na Globo ocorrerá em 22 de dezembro, mantendo a tradição de celebrar a música junto ao público na reta final do ano. 50 anos especiais Além deste especial, a Globo prepara uma homenagem ao cantor para comemorar os 50 anos da parceria. A forte ligação com Roberto Carlos começou em 1974 e, desde então, o especial de fim de ano se tornou um marco na programação da emissora, celebrando a música e a carreira do “rei” ao lado de grandes nomes do cenário musical nacional. Ao longo dos anos, o especial de Roberto Carlos tem sido palco para diversos artistas dividirem momentos memoráveis com o “rei”, como Maiara & Maraisa, Raça Negra, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Alcione, Chico Buarque, Fafá de Belém, Marisa Monte, Lulu Santos, Rita Lee, Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Djavan e Zeca Pagodinho, entre muitos outros.
Junior lança disco solo e parceria desbocada com Sandy: “Ninguém é santo”
Junior Lima voltou para a carreira pop com seu novo álbum “Solo – Vol. 1”, título que apresenta duplo sentido por ser seu primeiro trabalho solo e por pisar num terreno já conhecido. O disco tem dez faixas, com uma participação de Sandy e duas músicas de Xororó. A cantora aparece como backing vocal na música “Fod*-se”, onde ela divide um trecho sobre o sucesso da dupla com o irmão: “Tudo ia entrar muito rapidamente em perfeita harmonia”, eles cantam juntos para presentear seus fãs. A letra desbocada ainda tenta romper com a imagem de “puritanos” que eles nunca aceitaram. “Vai ser engraçado para algumas pessoas me ouvirem cantando ‘fod*-se’ sem parar. Em algum momento, me caiu essa ficha, para quem tem essa imagem do menino. Foi uma diversão! Acho libertador”, declarou Junior em entrevista à revista Quem, onde o artista ainda usou um anel com a palavra “f*ck”. Outra faixa, chamada “Ninguém é Santo”, alude à sua fama de bonzinho com uma aposta na sensualidade. Junior ainda revelou que as faixas “Sou” e “O Dom” foram assinadas por Xororó. “Foi ele quem me mandou a primeira música. Todo o embrião veio dele, o que animou pra sair compondo o resto”, admitiu o músico sobre o pai. Inspiração O disco “Solo” teve inspiração na turnê dos 30 anos de Sandy & Junior, que virou documentário exclusivo do Globoplay após rodar todo o Brasil, Nova York e Portugal. O artista explicou que viu em “Nossa História” a necessidade de retomar a carreira para sentir-se completo. “A turnê me despertou para este projeto, foi o estopim. Já nos ensaios, eu vi o quanto eu tinha ficado distante de algo que me alimentava muito. Também me ajudou a me ver novamente no contexto em que eu podia usar todo o meu aprendizado, toda a minha bagagem e minhas possibilidades como artista. Nos outros projetos pós-Sandy & Junior, era sempre só alguma face minha, e não eu existindo por completo. Fazia muito tempo que não me via daquela forma, e me senti muito bem, inteiro, presente e em casa”, avaliou Junior. O novo projeto de Junior já disponibilizou suas faixas nas plataformas digitais.
Sandy prestigia gravação de DVD de Lucas Lima
Mais de um mês após o anúncio oficial de sua separação, Sandy e Lucas Lima continuam demonstrando uma relação de respeito e carinho mútuos. Na noite de quinta-feira (26/10) cantora foi, acompanhada ds pais Xororó e Noely, à recente gravação do DVD comemorativo de 30 anos da Família Lima, grupo musical do qual Lucas é integrante. O evento ocorreu no Teatro Villa Lobos, em São Paulo. A presença de Sandy na comemoração marcou um significativo gesto de apreciação e suporte ao ex-marido. Com um look destacado pela transparência, top preto e um sobretudo colorido, a artista fez questão de prestigiar o momento especial de Lucas, demonstrando que a admiração profissional e o laço afetuoso entre eles permanecem intactos. Relação Amigável A relação amigável do ex-casal tem sido notável mesmo após o divórcio. Recentemente, ambos retornaram de uma viagem à Europa, onde Sandy realizou uma turnê, que também contou com a presença de Lucas. Além disso, a dupla participou do programa “Altas Horas”, da TV Globo, apenas um dia após a oficialização da separação, momento em que Lucas se emocionou ao compartilhar o palco com a irmã de Junior. Em uma entrevista concedida à revista Quem, Lucas Lima expôs a natureza de sua relação com Sandy pós-separação: “Entendo que as pessoas possam estranhar certas coisas, mas a gente se conhece e, para nós, é muito natural. Ser amigo é uma coisa que temos muita prática, são 24 anos”.
Novo clipe de Melody copia Anitta, que provoca: “Será que vou liberar?”
Depois de recusar o convite de Anitta para fazer uma versão de “Mil Veces”, dizendo que estava “em outra fase da minha carreira”, Melody mostrou que, ao contrário, continua igual, ao lançar uma versão de outra música de Anitta, não autorizada. Colecionadora de polêmicas e problemas por gravar versões não autorizadas de outros artistas, Melody revelou nesta quinta (26/10) um trecho do clipe de “Cara de Anjo”, uma releitura de “Meiga e Abusada”, hit que marcou o início da carreira de Anitta. Num vídeo publicado no Instagram, a adolescente canta uma nova letra por cima de um remix de “Meiga e Abusada”, acampanhada pelo cantor Jall. E ainda provoca na legenda: “Música melhorada”. Anitta não resistiu e devolveu para a funkeira de 16 anos: “Será que vou liberar?”, escreveu ela. Não é a primeira vez Para quem não lembra, as duas artistas começaram a tretar depois que Melody resolveu fazer uma versão de “Faking Love”, sem pedir autorização. “É automático o algoritmo da minha gravadora derrubar automaticamente qualquer conteúdo postado que tenha a minha voz ou imagem e não seja autorizado previamente”, explicou Anitta na ocasião, acrescentando que os onze “donos” da música deveriam ter sido contatados para ceder os direitos para a versão de Melody. Melody programou o lançamento do clipe para esta sexta (27/10). A cena adiantada mostra que o vídeo também copia o visual do clipe original. Compare abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melody (@melodyoficial3)
Viih Tube pede Eliezer em casamento durante clipe sertanejo
Os ex-BBBs Viih Tube e Eliezer do Carmo Neto estrelaram uma cena de pedido de casamento no mais recente clipe da dupla sertaneja Danilo e Davi. Parte da narrativa do clipe da canção “Tive que Bater Palma”, a encenação foi um resgate sentimental do momento em que o casal decidiu unir-se em matrimônio, conquistando a emoção de seus seguidores e admiradores, ao ser compartilhada pela influenciadora em seu perfil oficial no Instagram nesta quarta-feira (25/10). Momento cinematográfico O clipe apresenta o casal em um ambiente romântico, caracterizado por um jantar especial adornado com balões e pétalas de rosa. No auge da cena, Viih Tube surpreende ao retirar uma caixa de joias de sua bolsa e realizar o tão sonhado pedido a Eliezer, que responde com um emocionado “sim”, sob aplausos de outros atores presentes na cena. Na legenda da publicação no Instagram, Viih Tube interagiu com seus seguidores, compartilhando a emoção do momento fictício, mas que trouxe à tona o compromisso que ambos compartilham na vida real. “Gente, eu pedi o Eli em casamento, vocês acreditam?”, escreveu a influenciadora, que continuou explicando a atuação, “mas calma, que além de já sermos casados, é só num videoclipe! Só não, porque ficou lindo! Deu até vontade de pedir de verdade! O restaurante inteiro literalmente teve que bater palma!” As reações ao compartilhamento foram majoritariamente positivas, com admiradores do casal elogiando a produção e a emoção transmitida pela cena. Trajetória do Casal Viih Tube e Eliezer oficializaram sua união real em uma cerimônia intimista e despojada, celebrada no conforto do lar, pouco antes do nascimento da filha Lua. Na ocasião, Eliezer disse: “A gente se vê não só como dois namorados, mas como uma família”. Apesar da celebração modesta, Viih Tube expressou o desejo de realizar uma festa maior para comemorar a união, cujos detalhes ainda permanecem sob sigilo, enquanto o casal concentra-se em celebrações mensais em homenagem à filha. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Viih Tube (@viihtube)
Eduardo Costa usa Lei Rouanet após chamar de “mamata”
Eduardo Costa foi autorizado a utilizar R$ 996,5 mil da verba da Lei Rouanet para seu próximo DVD, que será gravado até dezembro deste ano. A informação está disponível no portal oficial do Ministério da Cultura. O novo projeto captou os recursos através da empresa “Churrasco, Cerveja e Viola – C.C.V. Eventos LTDA”, pertencente a Leandro Restino de Souza Porto. A obra do sertanejo se chamará “Eduardo Costa – O instrumentista e as modas de violas de Minas”. Mudou de ideia? Curiosamente, o cantor bolsonarista ficou conhecido por disparar críticas à lei durante as eleições presidenciais de 2018, quando ele ofendeu a apresentadora Fernanda Lima por incentivo à Rouanet. “Mais de 60 milhões de brasileiros e brasileiras votaram no [Jair] Bolsonaro e agora essa imbecil com esse discurso de esquerdista! Ela pode ter certeza de uma coisa, a mamata vai acabar, a corda sempre arrebenta por lado mais fraco e o lado mais fraco hoje é o que ela está”, escreveu na época. A declaração publicada nas redes sociais resultou num processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde ficou definido que Eduardo Costa precisará pagar uma indenização de R$ 70 mil para a apresentadora. Agora aproveitando da “mamata”, a equipe de Eduardo Costa não se pronunciou sobre a provação do projeto na Lei Rouanet.
Daniela Mercury beija Ivete Sangalo e Luísa Sonza, que volta a beijar dançarina
O fim de semana das cantoras brasileiras foi marcado por trocação de beijos em cima dos palcos. A primeira delas foi Luísa Sonza, que voltou a ser vista com a bailarina Mariana Maciel no último sábado (21/10). Luísa aproveitou o clima quente de uma apresentação de Lavras, em Minas Gerais, para protagonizar um beijo lento com a dançarina, com direito a mão boba de Mariana escorregando para o bumbum da artista. Elas já haviam sido flagradas aos beijos durante uma balada em São Paulo, no dia 15 de outubro, mas ainda não informaram o status da relação. Tem mais! Já no domingo (22/1), Daniela Mercury celebrou seus 40 anos de carreira em show realizado no Rio de Janeiro. O evento teve convidados especiais como Ivete Sangalo e a própria Luísa. As baianas se apresentaram juntas ao som da música “Rede” e trocaram um beijo rápido logo em seguida. “Eu nunca tinha beijado [a Daniela], porque a Malu [Verçosa] não deixava. Agora posso dizer que já peguei! Não foi culpa dela, viu, Malu, eu que agarrei! Botei a língua, foi uma loucura”, disse Ivete, referindo-se à esposa da amiga. Daniela, por sua vez, fez uma declaração à cantora: “Você é da minha família! Marcelinho nasceu do dia do aniversário da minha mãe. Ela [Ivete] nasceu no dia do aniversário da minha avó, que também é minha mãe. Eu te amo! Te respeito e te quero bem, te admiro e acho você f*da!”, completou. Para completar, Luísa Sonza também subiu no palco e deu um selinho em Daniela Mercury. “Hoje eu estou muito beijoqueira. Primeiro Ivete Sangalo, depois Luíza Sonza. É a evolução do momento. Felicidade pura! Esse post é para a Malu Verçosa não pedir o divórcio. Me ajudem nos comentários”, brincou a cantora baiana no Instagram. E essa declaração? "Você é da minha família, irmã. Te amo! Te admiro! Acho você foda!", Daniela Mercury para Ivete Sangalo. Não tem jeito elas são o axé!pic.twitter.com/RGwt55Tlp0 — Acesso Sangalo (@AcessoSangalo) October 23, 2023 Luísa Sonza e sua bailarina em show.pic.twitter.com/1tWtT1eEd9 — PAN (@forumpandlr) October 22, 2023
Cantora Cyva, do Quarteto em Cy, morre aos 85 anos
A cantora Cyva Ribeiro de Sá Leite, integrante do pioneiro grupo vocal feminino Quarteto em Cy, morreu no domingo (22/10) aos 85 anos. A cantora estava internada há um mês no Hospital Casa Rio Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, e não resistiu a um quadro de septicemia. Formado em 1964 por Cyva e suas irmãs Cynara, Cybele e Cylene, o Quarteto em Cy foi o mais antigo e principal quarteto vocal feminino do Brasil. A estreia oficial ocorreu em 30 de junho de 1964, com um show no lendário Beco das Garrafas, um circuito musical de boates em Copacabana, Rio de Janeiro. No mesmo ano, o grupo lançou seu primeiro LP, “Quarteto em Cy”, e no ano seguinte participou do álbum “Afro-sambas com Vinícius de Moraes e Baden Powell”, um marco da discografia brasileira. Em 1966, Cylene foi substituída por Regina Werneck, quando o Quarteto viajou para os Estados Unidos e, rebatizado como Girls From Bahia, gravou discos, fez shows e participou de programas da TV americana. Seu repertório incluía versões de músicas americanas para o português e canções de Tom Jobim com letras vertidas para o inglês Dois anos depois, Cynara e Cybele deixaram o grupo, e, juntando-se a Chico Buarque e Tom Jobim, encararam uma das maiores vaias da história dos festivais da canção, ao defenderem na final “Sabiá”, que concorria com a engajada “Para não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, a favorita do público universitário. Vaiada do começo ao fim, “Sabiá” foi considerada a vencedora do Festival da Música Brasileira de 1968. Depois disso, elas lançaram dois álbuns, mas sem o mesmo sucesso do grupo com as outras irmãs. Cynara voltou a se juntar com Cyva em 1972, quando o quarteto foi retomado com nova formação, incluindo Sônia Ferreira e Dorinha Tapajós. A partir desse novo núcleo, vieram álbuns notáveis como “Antologia do Samba Canção” (1975), “Resistindo ao Vivo” (1977), e “Querelas do Brasil” (1978), onde continuaram a explorar e a homenagear a riqueza musical brasileira através de diferentes colaborações. Nessa época, o grupo começou também uma longa parceria de trabalhos com sua contraparte masculina, o grupo vocal MPB4. Foram três álbuns colaborativos só nos 1970, com direito a participação no Fantástico, numa amizade musical que se estendeu por décadas. Em 1980, Cybele se juntou novamente às irmãs, substituindo Dorinha, e esta formação se manteve ativa até a morte dela, em 2014. Com a perda da irmã, Cyva e Cynara passaram a formar o grupo com Sônia e Corina. As duas irmãs remanescentes continuaram à frente do Quarteto em Cy até recentemente, chegando a assinar os textos do resgate histórico da caixa “Quarteto em Cy – Anos 60 / 70 ao Vivo”, lançada em 2018 com três CDs, contendo registros inéditos de três shows gravados entre 1965 e 1975. Foi o último lançamento do grupo, que ainda seguiu em shows com Joyce Moreno e MPB4. Cynara morreu em 11 de abril deste ano. Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Cyva esteve presente em todos os lançamentos do grupo, mais de 30 discos tanto no Brasil quanto no exterior, acompanhando a evolução da música brasileira – da bossa nova à transformação do samba na chamada MPB. Sua importância e legado são sem paralelos. Além de sua contribuição ao Quarteto em Cy, ela também era formada em Letras pela FFCH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) da Universidade Federal da Bahia.
Celso Vecchione, fundador da banda Made in Brazil, morre aos 74 anos
Celso Vecchione, que fundou a banda Made in Brazil ao lado do irmão Oswaldo Vecchione, faleceu no sábado (21/10) de mal súbito, aos 74 anos. “O Brasil perdeu um grande músico e eu o melhor irmão que poderia ter”, desabafou Oswaldo nas redes sociais. Criada em 1967 no bairro Pompeia, em São Paulo, a banda era a mais antiga em atividade no país. Inicialmente influenciado pelo rhythm’n’blues britânico de bandas como Rolling Stones e The Animals, o grupo se reposicionou nos anos 1970 como precursor do heavy metal nacional. Uma carreira pioneira Made in Brazil inovou na cena rock brasileira já em 1969 ao utilizar maquiagem artística em shows, pintando o rosto e partes do corpo. Em 1974, com o lançamento de seu álbum de estreia, também chamado “Made in Brazil”, conhecido como “disco da banana” devido à imagem da capa, o grupo solidificou seu lugar no cenário rock nacional. O primeiro grande hit, “Anjo da Guarda”, é deste álbum. Em 1975, lançaram o álbum “Jack, o Estripador”. Mas enfrentaram dificuldades extras nessa época, quando praticamente apenas Rita Lee fazia sucesso com rock no país, sofrendo censura da ditadura militar ao álbum “Massacre” em 1977, que teve nove músicas vetadas e acabou arquivado, só ressurgindo em 2005. A banda reagiu com a consagração em “Paulicéia Desvairada” (1978), que rendeu alguns de seus maiores sucessos com faixas como “Gasolina” e “Uma Banda Made in Brazil”. Três anos depois, com “Minha Vida é Rock ‘n’ Roll”, o baixista Oswaldo Vecchione assumiu a função de vocalista principal, que exerceu pelos discos seguintes de banda. Luta contra esclerose múltipla Além da censura, outro baque veio na virada dos anos 1970, quando Celso foi diagnosticado com esclerose múltipla. Descrito pelos colegas de banda como “tímido e cerebral”, ele era o maestro do grupo, e mesmo o diagnóstico não o afastou dos palcos. Segundo Guilherme Ziggy Mendonça, guitarrista da banda há 11 anos, “Celso conviveu com essa condição a vida inteira de uma forma meio que milagrosa, porque é uma doença severa”. Entretanto, a dificuldade para tocar no rádio acabou jogando a banda no underground. Sua continuidade ao longo das décadas se provou um ato de resistência. Meio século de rock Ao todo, o Made in Brazil lançou nada menos que 14 álbuns oficiais, mas da formação original apenas os irmãos Vecchione se mantiveram. De fato, foram tantas mudanças ao longo dos anos que a banda entrou no livro Guinness dos recordes, por ter passado por 203 formações diferentes, com a participação de 126 músicos. Mas as mudanças e a passagem do tempo não alteraram a essência da banda, que comemorou 50 anos em 2017 com uma exposição e shows no Centro Cultural São Paulo. Antes de morrer, Celso gravou participação num documentário dedicada à carreira do grupo. O filme “Uma Banda – Made in Brazil” será lançado em novembro. Veja abaixo um especial da TV Cultura de 1987, dedicada aos 20 anos da banda.
Felipe Poeta, filho de Patrícia Poeta, prepara parceria musical com Tati Quebra Barraco
Após ser destaque no Tomorrowland Brasil, o DJ Felipe Poeta, filho da apresentadora Patrícia Poeta e do diretor da Globo Amauri Soares, prepara um novo disco, previsto para março, que inclui uma colaboração musical com Tati Quebra Barraco. O DJ revelou que, além da música, será lançado um documentário mostrando mais sobre suas influências e bastidores de produções. “Até março do próximo ano vai sair um filme do álbum que a gente tá fazendo. São crônicas do Rio de Janeiro, com participação da Tati Quebra Barraco, MC Gorila e outras pessoas do Rio de Janeiro. Serão vários lançamentos voltados para a música eletrônica, misturando com a cultura brasileira”, disse ele à revista Caras. Carreira e família Formado em produção musical no Los Angeles College of Music, Felipe Poeta estreou com o EP “Creation”, no começo de 2021, com cinco faixas que misturam rap, samba e batidas eletrônicas. Ele também tem trabalho como produtor de diferentes artistas e de trilhas sonoras como a da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, do Globoplay. Mas além de ser artista de festival internacional, ele também é o DJ das festas da família, e marcou presença no aniversário de 47 anos de sua mãe, Patrícia, na última sexta-feira (20/10), assumindo as pickups para um setlist especial para os cerca de 500 convidados. Mesmo se dizendo muito tímido para aparecer na TV, ele também surpreendeu a mãe ao surgir no programa “Encontro”, celebrando a data especial com ela e os telespectadores.
Ana Carolina faz versão lésbica de “Chico” e enlouquece Luísa Sonza
Ana Carolina fez uma surpresa na noite da última sexta-feira (20/10), durante um show em São Paulo. Ela apresentou uma nova interpretação da música “Chico”, originalmente composta por Luísa Sonza, com incentivo para a cantora explorar amores lésbicos. O detalhe é que Luísa estava na plateia e enlouqueceu com a homenagem. Luísa, se tu quiseres A performance de Ana Carolina alterou a letra original, propondo apresentar suas amigas a Luísa Sonza. “Luísa, se tu queiseres, tenho umas amigas que são maravilhosas, vou te apresentar. Com o Chico foi cachaça, mas com uma ‘sapata’ vai ser um quentão”, cantou a artista, arrancando aplausos e gritos da plateia, inclusive de Luísa. O momento foi capturado em vídeos que rapidamente viralizaram no Twitter. Neles, Luísa Sonza aparece vibrando com a versão da canção. Contexto da canção “Chico” é um hit recente de Luísa Sonza, composto em homenagem ao então namorado Chico “Moedas” Veiga. A música se tornou um enorme sucesso, mas o relacionamento entre Luísa e Chico chegou ao fim há cerca de um mês, após a revelação de uma traição. Em um evento recente no Rio de Janeiro, a música serviu de trilha sonora para um beijo de Chico com outra mulher, momento também capturado e compartilhado nas redes sociais. Para completar o contexto, no último domingo (15/10), Luísa, que já se assumiu bissexual, foi flagrada beijando sua bailarina Mariana Maciel em uma festa em São Paulo. Ana Carolina cantou uma versão de “Chico” para Luísa Sonza no seu último show. pic.twitter.com/xNTYVODCR3 — POPTime (@siteptbr) October 21, 2023












